Em vídeo, Netflix dribla regras da Fifa sobre uso comercial da Copa do Mundo

O Netflix deu um jeito de driblar as regras da Fifa sobre o uso comercial da marca Copa do Mundo. Em um vídeo de 30 segundos, o humorista Bento Ribeiro fala para um grupo de amigos que irá “assistir ao Netflix na copa”.

O que poderia parecer uma violação de direitos exclusivos dos patrocinadores é resolvido com bom humor. O espectador logo percebe que a copa em questão é a mesinha do café na cozinha.

A Fifa tem regras estritas sobre o uso da marca. Segundo comunicado em seu site, a entidade “tem a obrigação de tomar medidas contra qualquer tipo de uso não autorizado de suas marcas em um contexto comercial”.

A piada juvenil consegue passar o recado e contornar uma possível medida judicial.

Assista o vídeo

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https://br.esporteinterativo.yahoo.com/noticias/em-v%C3%ADdeo–netflix-dribla-regras-da-fifa-sobre-uso-comercial-da-copa-do-mundo-220616504.html

Google apresenta carro que dirige sozinho

O Google publicou no blog da empresa vídeo do protótipo do primeiro carro que dirige sozinho. A empresa também anunciou que pretendo construir 100 protótipos do veículo e começar um programa de testes nos próximos dois anos, na Califórnia, EUA.

A empresa diz que a ideia é, depois dos testes, fazer parcerias para poder fabricar o carro e tornar o carro viável. O projeto do carro que dirige sozinho começou em 2010 e, segundo a empresa, a ideia era aumentar a segurança e a eficiência dos carros. “Nosso objetivo é ajudar a prevenir acidentes, aumentar o tempo livre das pessoas e reduzir as emissões de carbono mudando fundamentalmente o uso que fazemos dos carros”, dizia o anúncio.

O carro mostrado no vídeo, promete tudo isso. As pessoas não precisarão mais se preocupar com estacionamento, nem com o problema de dirigir bêbado, colocando em risco outras pessoas.

A segurança é uma prioridade nesse protótipo apresentado pelo Google. O carro tem sensores que removem pontos cegos e podem detectar objetos de uma distância de mais de 200 metros em todas as direções. Ou seja, o carro funciona bem em ruas movimentadas e engarrafadas. Outra coisa que garante a segurança é a velocidade dos carros que não vai passar de 40 km/h.

A empresa afirma também que o interior do protótipo foi desenhado aprendizado. Ou seja, o conforto é secundário, mas são dois lugares (com cinto de segurança, evidentemente), um espaço para pertences dos passageiros, botões para ligar e desligar e uma tela que mostra a rota.

Por enquanto os protótipos foram construídos para não precisar de intervenção humana. Tudo é feito por sensores e software. O carro já tem uma página própria no Google +, na qual a empresa promete colocar updates do projeto.

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http://startups.ig.com.br/2014/google-anuncia-carro-que-dirige-sozinho/

Quem inventou o ‘Parabéns a Você’

Não peça para a comerciante Eliana Homem de Mello Prado, de 54 anos, puxar o coro do “Parabéns a você” em algum aniversário. Moradora de Jacareí (SP), a neta de Bertha Homem de Mello – autora da versão brasileira da canção – não canta a música, criada há 70 anos, em respeito à avó falecida em 16 de agosto de 1999 “porque todo mundo canta a letra errado”. Se estivesse viva, Bertha completaria 112 anos nesta sexta-feira (21).

Segundo ela, dois dos versos da canção original são alterados nas festas de aniversário pelo país. Em vez de “Parabéns pra você” deveria ser cantado “Parabéns a você”; e o verso “Muita Felicidade” é constantemente alterado para o plural “Muitas felicidades”.

“Minha avó ficava louca da vida quando ouvia o cantar da letra errado, porque ela sempre foi muito vaidosa. Então, eu não me permito cantar do jeito errado. No trecho da música ‘é pique’ eu começo a cantar, mas antes eu não canto”, brinca.

Arrecadação de direito autoral
A música continua sendo uma das mais executadas em todo o país, segundo o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), órgão responsável pelo recolhimento de direitos autorais. Por ser uma canção que tem autoria, o “Parabéns a Você” recolhe dinheiro dos direitos autorais sempre que é executada publicamente ou usada em filmes, novelas e programas de rádio e TV, assim como quando é gravada.

Segundo dados do Ecad, o “Parabéns a Você” está há quatro anos consecutivos entre as duas primeiras músicas mais executadas nos segmentos Música Ao Vivo e Salão de Festas. O órgão, porém, não divulga o número de execuções e nem os valores arrecadados anualmente. O repasse à família, que preferiu manter o valor em sigilo, é feito mensalmente.

Atualmente, a única herdeira de Bertha, a filha Lorice Homem de Mello, recebe 16,66% de tudo que é arrecadado pelo Ecad pelas execuções da canção no Brasil. Os 83,4% restantes são divididos igualmente entre a editora Warner Chappell – detentora da música original – e os herdeiros das autoras americanas.

Em razão do sucesso da letra, a mãe de Eliana, que tem deficiência auditiva e visual, conta com a ajuda de três cuidadores. “Minha mãe era o xodó da minha avó e graças a Deus esse legado que ela deixou, também no aspecto financeiro, tem sido revertido totalmente para cuidar da minha mãe”, assegurou. Lorice vive até hoje na casa onde a autora morou por mais de quatro décadas, em Jacareí.

Para Eliana, a composição é um legado que Bertha deixou para a família. “É algo importantíssimo. É impossível ir a algum aniversário e não lembrar da minha avó. É marcante. É o orgulho de toda família e especialmente da minha mãe. Quando meus filhos contam que a bisavó foi quem escreveu a letra, a maioria das pessoas não acredita”, afirma.

Coautor?
Em uma reportagem da TV Globo de 23 de março de 1997 é possível ver realmente que Bertha Homem de Mello gostava que a letra fosse cantada de forma correta.

Mas durante mais de três décadas a autora da versão nacional ficou sem receber metade dos direitos autorais. Isso porque em 1978 o produtor musical Jorge de Mello Gambier firmou um contrato com Bertha Celeste por acrescentar mais quatro frases na canção.

A quadra criada por Gambier, que continuava o tradicional “Parabéns”, seguia a mesma melodia e tinha os seguintes versos: “A você muito amor / E saúde também / Muita sorte e amigos / Parabéns, parabéns”. Segundo a família, Jorge disse à época que produziu um disco infantil na década de 1970 e queria gravar a canção, mas como a letra era curta ele pediu autorização à editora para completá-la e foi informado que deveria firmar um acordo com a então autora da música.

A situação só foi resolvida no final de 2009, quando um advogado contratado pela família de Bertha conseguiu que a editora Warner retirasse Gambier como coautor. Na época houve um “ajuste de crédito” dado à família pelo tempo que os direitos ficaram divididos. Desde então, a herdeira de Bertha recebe a parte que lhe cabe (os 16,66%).

Como ‘nasceu’ o Parabéns
A música mais cantada em todo o mundo foi criada nos Estados Unidos em 1875 pelas irmãs Mildred e Patrícia Hill, professoras primárias da cidade de Louisville, no estado de Kentucky. Elas compuseram uma pequena quadra chamada “Morning to al” (Bom dia para todos) para cantar com os alunos pela manhã, antes do início das aulas.

Após cinco décadas, em 1924, uma editora de música norte-americana lançou o livro de  partituras  “Celebration Songs” e “pegou emprestada” a melodia das irmãs para criar uma música que seria cantada em festas de aniversários. Assim, nasceu o “Happy Birthday To You” (Feliz Aniversário para Você).

A letra original era composta de um verso apenas, em que havia a repetição por quatro vezes do “happy birthday to you”, sendo acrescentando o nome do aniversariante na terceira repetição no lugar do “to you”. A popularização mundial da música ocorreu em 1933, quando uma peça teatral da Broadway utilizou a canção.

Disco Feliz Aniversário, que lançou o Parabéns a Você no Brasil. Autora é de Pindamonhangaba (Foto: Márcio Rodrigues/G1)

Disco ‘Feliz Aniversário’, que lançou a música no
Brasil (Foto: Márcio Rodrigues/G1)

Concurso no Brasil
Em 1942, o cantor Almirante, pseudônimo de Henrique Fóreis Domingues, que apresentava um programa na Rádio Tupi do Rio de Janeiro, resolveu promover um concurso para escolher uma letra em português da canção.

A música da compositora, que era farmacêutica e poetisa em Pindamonhangaba, também no Vale do Paraíba, foi escolhida entre cerca de cinco mil letras  por uma comissão julgadora formada pelos membros da Academia Brasileira de Letras. Dentre os avaliadores estava Cassiano Ricardo, poeta de São José dos Campos.

“Ela contava que soube do concurso e estava pensando em escrever a letra, aí um dia o rapaz que trabalhava perto do sítio disse que iria para a cidade e se ela queria alguma coisa. Daí ela escreveu o ‘Parabéns’ em cinco minutos e deu para ele colocar no Correio”, relembra a neta. Bertha também tem poesias publicadas e já teve uma canção gravada pelo músico Rolando Boldrin. Ela morreu aos 97 anos e está sepultada em sua cidade natal.

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http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/musica/noticia/2014/03/o-pessoal-canta-errado-letra-diz-neta-da-autora-do-parabens-voce.html

Cresce o uso de softwares anti-plágio

Programas reconhecem cópias em trabalhos e teses; em Minas, instituições ignoram funcionalidade.

Problemas de plágio não são coisa nova na história da academia: de acordo com professores e especialistas em educação superior, a cópia indevida de trechos ou ideias sempre existiu em trabalhos e estudos, desde os tempos mais antigos. No entanto, o desafio ganhou novas faces com a invenção e popularização da internet, que facilitou tanto a busca das informações, quanto a cópia, por meio do famoso Ctrl C, Ctrl V (teclas de teclado que são um atalho para cortar e colar).

Por esse motivo, uma parcela da universidade brasileira tem demonstrado maior interesse em identificar ou coibir essas ações, e utiliza-se da tecnologia para isso. A principal ferramenta de apoio no processo é a utilização de softwares modernos de reconhecimento de originalidade em trabalhos acadêmicos. Um deles, o Turnitin, líder em software antiplágio no mundo, já está rodando nos computadores de professores de 35 instituições do Brasil.

Programas de reconhecimento como o da Turnitin funcionam a partir do cruzamento do texto entregue pelo aluno com artigos da internet, por meio de um imenso banco de dados próprio, com milhões de textos acadêmicos. Além disso, no caso da graduação, existe ainda a possibilidade de interceptação de trabalhos copiados por colegas da própria turma. É um círculo que se fecha.

De acordo com a Turnitin, a licença funciona de acordo com o tamanho da instituição e leva em conta o número de alunos. Por isso, valores como o pago pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), por exemplo, que investe US$ 18 mil anualmente (cerca de R$ 40 mil) para que a ferramenta esteja disponível para todos os professores, não assustam: eles parecem fazer jus ao serviço que oferecem.

O motivo do maior interesse pelos softwares antiplágio teve um empurrãozinho de um caso recente envolvendo a ministra da Educação da Alemanha, Annette Schavan, 57. Por lá, em fevereiro do ano passado, a educadora perdeu o título de doutorado após acusações de plágio. De fato, casos crescentes de cópias em pesquisas têm ganhado o interesse das instituições, inclusive no Brasil.

Nas instituições mineiras, porém, o assunto ainda é ignorado. As assessorias da PUC Minas e do Centro Universitário UniBH informaram que não compraram softwares anti-plágio. Mais que isso, não têm interesse em fazê-lo – pelo menos, por enquanto.

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http://blog.vilage.com.br/propriedade_intelectual/cresce-o-uso-de-softwares-anti-plagio

Apple está em vias de apresentar novo conceito de “lar inteligente”

A Apple está planejando introduzir no mercado um novo conceito de casa inteligente na próxima edição da Worldwide Developers Conference, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo e onde grandes empresas costumam anunciar inovações em seus produtos. De acordo com um relatório publicado pelo jornal Financial Times, o sistema permitiria que os usuários possam controlar suas luzes , aparelhos e sistemas de segurança com seus iPhones.

A conferência começa no próximo dia 2 de junho. Os rumores de que a Apple está investindo na tecnologia veio no esteio da compra, pelo Google, do Labs Nest – um termostato inteligente cujo desenvolvimento foi iniciado por dois ex-executivos da empresa da maça, Tony Fadell e Matt Rogers. A aquisição da gigante de buscas na Internet foi anunciada em janeiro, por US $ 2,8 bilhões.

A ainda segundo o relatório publicado pelo jornal, apenas “seleto número” de fabricantes de dispositivos serão certificados para oferecer produtos que funcionem com o futuro sistema da Apple. Nenhum fabricante chega a ser mencionado no documento. A Apple não chegou a comentar o assunto.

Mas empresa sinalizou interesse na categoria ao obter, em junho de 2012, a patente de uma tecnologia que conecta sistemas de iluminação, segurança, abertura de garagem, controladores de música, de temperatura clima e até utensílios de cozinha. Tudo por meio de dispositivos móveis. Tal categoria de tecnologia é chamada de “Internet das coisas”, em que aparelhos inteligentes são integrados a dispositivos móveis ou desktops.

De acordo com levantamento feito pelo tradicional site de tecnologia Business Insider, essa categoria de produtos deverá estar presente em 9 bilhões de produtos até o ano de 2018.

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http://jornalggn.com.br/noticia/apple-esta-em-vias-de-apresentar-novo-conceito-de-%E2%80%9Clar-inteligente%E2%80%9D

iPhones e iPads poderão captar energia solar com painéis

São Paulo – Até pode ser que um dia a humanidade entre em uma guerra sangrenta contra robôs. Mas a grande briga atual entre homens e máquinas é para fazer a bateria do smartphone durar o dia todo. A Apple parece que pretende dar uma mãozinha para o nosso time.

A empresa registrou uma patente que prevê o uso de painéis solares em telas sensíveis ao toque. A patente registrada nos Estados Unidos registra a ideia tanto em telas comuns quanto em telas flexíveis (quem sabe em alguns anos também vemos um iPhone flexível?).

A Apple já havia registrado uma patente parecida. Antes, no entanto, o painel solar deveria ser instalado em superfícies sensíveis ao toque, mas não telas. Nessa descrição, se encaixariam superfícies como a rodinha inteligente do iPod.

Para se carregar a bateria de um iPhone ou iPad usando apenas energia solar, seria necessário um painel grande (maior do que a tela em si). Mas talvez a Apple imagine usar os painéis para diminuir o consumo da energia armazenada na bateria. Isso aumentaria de alguma forma a vida útil de um tablet ou smartphone ao longo do dia.

A Apple vem atuando com força a favor da energia solar. Em 2013, a empresa passou a alimentar seus data centers com 100% de energia renovável (graças à instalação de painéis solares).

Vale lembrar que o registro de uma patente não significa uso da tecnologia. Nos próximos anos a Apple deve testar a eficácia e os benefícios de adicionar a tecnologia a seus produtos.

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/iphones-e-ipads-poderao-captar-energia-solar-com-paineis

Fifa consegue patente de mais de mil marcas

A Fifa registrou 1.116 marcas junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) para a Copa do Mundo. A entidade quer evitar que palavras ligadas ao Mundial sejam utilizadas comercialmente por outras empresas e até mesmo pelo Governo brasileiro.

Entre os verbetes, estão os termos que remetem diretamente ao evento como 2014 Fifa World Cup Brazil, Copa 2014, Copa do Mundo ou ainda termos mais “curiosos” como pagode. Segundo o diretor de marcas do INPI, Vinícius Bogéa Câmara, “o registro da Fifa nesse caso é delimitado por um escopo bem específico, de fonte tipográfica e não incorpora o uso em produtos e serviços”, declarou ao portal G1.

Também é possível consultar no site da entidade um documento que explica todos os motivos que levaram a Fifa a pedir esses registros. Abaixo, uma lista com os termos protegidos de uso comercial solicitados pela entidade: 2014 Fifa World Cup Brazil; 2014 Fifa World Cup; FIFA World Cup; World Cup; 2014 World Cup; World Cup 2014; Brazil 2014; 2014 Brazil; Brasil 2014; Football World Cup; Soccer World Cup; Copa 2014; Copa do Mundo; Mundial 2014; Mundial de Futebol Brasil 2014; Copa do Mundo 2014; Nomes das cidades-sede mais 2014.

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http://www.correiodoestado.com.br/noticias/fifa-consegue-patente-de-mais-de-mil-marcas_217006/

Google patenteia o que pode ser uma lente de contato inteligente

Mesmo com todas as inúmeras inovações no ramo das tecnologias, para a gigante Google nunca parece ser suficiente. Após o anúncio do lançamento do Android Wear e o antecipado sucesso do Google Glass, surge o boato de que a empresa estaria trabalhando em uma lente de contato inteligente.

Os boatos sobre o acessório se iniciaram com a notícia da concessão da patente à empresa, o que é um sinal claro de que algum estudo ou trabalho já foi iniciado. É bom frisar que a notícia não possui relação com a criação da lente da Google lançada em janeiro deste ano, cujo principal objetivo é o diagnóstico da diabetes.

As primeiras informações acerca do produto são de a ideia ser de uma lente de contato sensorial, com medidores de luz, pressão, temperatura, entre outros, somado à um comando de controle e uma fonte de energia própria (solar ou térmica) para manter o dispositivo em funcionamento.

Nenhum destes pensamentos está organizado ou confirmado ainda, e a empresa não se pronunciou oficialmente acerca dos rumores.

Fonte: mobilexpert.com.br

Google ultrapassa Apple e se torna a marca mais valiosa do mundo

Google vs. Apple

Depois de três anos na liderança, a Apple caiu para o segundo lugar e hoje Google é a marca mais valiosa do mundo, segundo a pesquisa da Millward Brown (PDF).

O valor da Apple diminuiu 20%, valendo hoje “apenas” 148 bilhões de dólares. O Google, por outro lado, cresceu 40%, tendo seu valor avaliado em US$ 159 bilhões.

Peter Walshe, diretor da Millward Brown, explica que o Google está vendo o resultado de espalhar sua presença em áreas diversas, como carros auto-dirigíveis e utilizáveis como o Glass. A Apple, por sua vez, segue fabricando celular, tablets e PCs.

A IBM segue em terceiro lugar, mesmo com uma diminuição de 4%, seguida pela Microsoft, que cresceu 29%. McDonald’s vem em quinto e Coca-Cola em sexto.

Top 10

A área de tecnologia domina as primeiras posições, mas chama a atenção a presença do Marlboro em nono lugar, mesmo com a demonização do tabaco mundo afora.

A China também cada vez marca mais presença, com o Portal Tencent em 14º. O Facebook ficou 21º e a Samsung em 29º.

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http://meiobit.com/287585/google-ultrapassa-apple-e-se-torna-marca-mais-valiosa-mundo/

Nomes ousados geram frutos para algumas empresas

Corin e Brian Mullins pensavam ter um bom nome para seu produto, um cereal matinal antialérgico e com alto teor de fibras, até que um cliente telefonou para elogiar a eficácia do produto.
“Holy crap”, exclamou o cliente (a expressão em inglês significa algo como “santo cocô”).
Depois que Corin Mullins desligou, ela e seu marido deram boas risadas. Mullins, uma comissária de bordo aposentada pela Air Canada, voltou rapidamente para fazer o próximo lote do cereal Hapi Food – nome que evoca o deus egípcio da cheia do Nilo – para vender na feira livre perto de sua casa na costa da Columbia Britânica, ao norte de Vancouver.
Mas Brian Mullins, com uma carreira em comunicações e marketing, deixou sua mente divagar maliciosamente. Cheio de sementes de chia e cânhamo, o cereal inventado por ele e sua esposa em 2009 era extremamente rico em fibras. Por que não simplesmente chamá-lo de “Holy Crap”?
De início, Corin foi contra. Mas quando o casal compartilhou a ideia com membros do curso de administração que faziam como empreendedores iniciantes, todos adoraram. Então eles criaram alguns novos rótulos com o ousado nome e planejaram um teste. Em seu primeiro dia na feira livre, Corin havia vendido 10 pacotes de cereal sob a velha marca; duas semanas depois, quando retornou com o novo nome, ela vendeu 100 pacotes. O casal, ambos na casa dos 60 anos, vem desde então trabalhando para suprir a demanda.
Dave Hall, who named his scaffolding business Mammoth Erection, at his company's yard in King City, Ontario, Canada, April 22, 2014. The name began as a joke banner, but Hall credits it with doubling his revenue in the first few years. "We do a lot of work for churches," he said. "Even the priests usually have a nice little chuckle." (Chris Young/The New York Times)
Há pouco tempo, um cereal chamado Holy Crap poderia ser motivo de piada. Ou seria proibido. Poucos esperariam vendas anuais atingindo US$5,5 milhões em quatro anos.
Considere esta lembrança de um empresário tentando criar o nome para sua primeira empresa, uma loja de discos, em 1969: “O nome me atingiu como novo e fresco, e na época a palavra ainda era levemente picante. Assim, pensando que poderia chamar a atenção, resolvemos ir em frente”. Esse é Richard Branson, que batizou sua empresa Virgin. E na época em que as Páginas Amarelas ainda eram um dos livros mais folheados do mundo, empresários astutos colocavam A-1 ou AAA antes do nome de suas empresas, posicionando-as no topo das listagens.
Atualmente, o nível para chamar a atenção está muito mais alto – ou baixo. Hoje você pode bebericar vinhos chamados Sassy Bitch (cadela atrevida) e Fat Bastard (bastardo gordo), morder um cupcake Kickass (chute na bunda) e pedir um sanduíche, num restaurante em Los Angeles, chamado Eggslut (ovo de vagabunda).
Teremos chegado ao ponto em que vale quase tudo? E será que esses nomes provocadores, atrevidos e até mesmo brutos são bons para os negócios?
“Se você está vendendo livros de música da igreja ou seus clientes ficam no Cinturão da Bíblia, isso provavelmente não é uma boa ideia”, afirmou Eli Altman, diretor criativo de uma empresa de branding chamada A Hundred Monkeys e autor de “Don’t Call it That”, um guia para o processo de criação de nome. Porém, acrescentou Altman, “com as visitas a sites durando 7 segundos e taxas de cliques de 2 por cento, acho que é significativamente mais arriscado ter um nome entediante do que um ousado”.
Naama Bloom, de 41 anos, saiu de uma pequena empresa de software para abrir uma empresa em Nova York vendendo absorventes por assinaturas online. Lembrando de um eufemismo comum de sua infância, entre meninas e mulheres, ela batizou sua startup de HelloFlo, em 2013. Ela sabia que o nome era atrevido, disse ela, “mas minha formação é em marketing”.
Enquanto ela planejava seu empreendimento, duas empresas similares surgiram com nomes mais femininos (e também mais vagos): Le Parcel e Juniper. Aquilo deixou Bloom ainda mais contente com sua decisão. “Juniper e Le Parcel são ótimos serviços”, argumentou ela, “mas, logo de cara, você são saberia o que eles são”. Enquanto isso, o nosso nome é ousado e fala para um público específico: mulheres que dizem ‘Minha tia Flo está na cidade'”.
Quando Carey Smith começou a produzir ventiladores industriais, batizou sua empresa de HVLS Fan Co. – HVLS sendo uma sigla em inglês para alto volume, baixa velocidade. Em pouco tempo, começou a receber telefonemas perguntando sobre seus grandes “big ass fans” (expressão em inglês que significa algo como “ventiladores enormes”, mas com a palavra “bunda” no meio). Eventualmente, Smith, hoje com 61 anos, mudou o nome da empresa para Big Ass Fans. A mudança caiu bem junto aos clientes existentes e potenciais, mas não na conservadora cidade natal da empresa, Lexington, no Kentucky.
Por algum tempo, o Conselho Municipal de Lexington pensou em obrigar a empresa a remover o nome da lateral de sua sede. E o correio de Louisville se recusou a entregar um lote de seus cartões promocionais. Aquilo, segundo Smith, gerou “uma grande matéria” no jornal local. Questionado sobre se alguém da empresa havia avisado o jornal, ele respondeu: “Taaaaalvez”, cantando a palavra sugestivamente.
Nos anos seguintes, a Big Ass Fans cresceu acentuadamente e continua capitalizando sobre a controvérsia gerada por seu nome – que Smith caracterizou como um bando de hipócritas zurrando sobre um animal comum em seu estado natal. A mascote da empresa, Fanny, que aparece em sua logomarca e como brinquedo promocional, é um asno de orelhas grandes (em inglês, a palavra “ass” também significa asno), geralmente retratado de costas, olhando na direção de seu rabo.
A empresa, que hoje também fabrica ventiladores residenciais, distribui inúmeros itens promocionais com o logotipo – bonés, camisetas, canecas – que possui um departamento apenas para lidar com esses produtos. “Para cada pessoa que nos vê como o anticristo, há centenas que nos veem como a coisa mais engraçada do mundo”, garantiu Smith.
O fator cômico é um lubrificante comprovado para as vendas.
“Todo mundo gosta de um pouco de brincadeira”, afirmou Kellie Peterson, diretora de estratégia na DNC Holdings, empresa de registro de nomes na web. Peterson contou ter visto muitos nomes picantes enquanto dirigia por Tampa, na Flórida, onde sua empresa tem um escritório – incluindo uma loja chamada Master Bait & Tackle (trocadilho com a palavra em inglês para masturbação). “A potencial desvantagem de um nome obsceno”, argumentou ela, “é que ele acaba em sua URL e endereço de e-mail”.
Os perigos incluem ter um e-mail bloqueado por filtros de spam. Isso aconteceu com a Big Ass Fans há alguns anos, mas muito pouco desde então. O que mudou, segundo Tom Sather, diretor de pesquisa de e-mail na Return Path, empresa especializada em análise de e-mails, é que a maioria dos grandes provedores de e-mail agora usa filtros sofisticados baseados em reputação, e dependem menos de sinalizar palavras ofensivas.
Em 1999, quando David Hall tinha uma construtora com seu nome em Aurora, Ontário, ele decidiu focar em reformas residenciais e deixou para trás sua parte de andaimes. Com um último contrato desse tipo para concluir, ele resolveu deixá-lo divertido para seus funcionários.
O trabalho era um hotel de 10 andares numa das rodovias mais movimentadas da região metropolitana de Toronto. Do topo dos andaimes, Hall pendurou um enorme cartaz que logo se tornaria o nome de sua empresa: Mammoth Erection (literalmente, ereção de mamute). Cabeças se voltaram. Sorrisos surgiram. A imagem de uma criatura peluda foi acrescentada ao logotipo da empresa. E o mais importante, segundo Hall: “As pessoas começaram a ligar e ligar. Nunca mais pegamos outra reforma depois da que estávamos fazendo na época”.
O humor pode ser pueril, mas Hall credita ao nome a duplicação de sua receita nos primeiros anos. “Surpreendentemente, não apareceram muitas pessoas incomodadas com nosso nome”, afirmou ele. “Fazemos muitos trabalhos para igrejas. Nem os padres conseguem reprimir um sorriso”.
Ainda assim, empresas adotando esse caminho podem precisar se adaptar para alguns clientes. Corin e Brian Mullins, por exemplo, embalam seu cereal para captadores de recursos dos escoteiros com o nome original, Hapi Food. E podem decidir pela mesma estratégia quando exportarem ao Oriente Médio. “No mundo muçulmano”, disse Corin, “é preciso ter cuidado com o uso da palavra ‘santo'”.