MIT e Harvard preparam máscara que se acende quando detecta covid-19

Pesquisadores da Universidade Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão desenvolvendo uma máscara de proteção que será capaz de detectar se a pessoa está infectada com o novo coronavírus. Sempre que o indíviduo tossir, espirrar ou respirar, uma luz fluorescente se acenderá. Para os cientistas, isso poderá ajudar a sanar o problema da falta de testes, recorrente em muitos países, uma vez que os doutores podem colocar a máscara nos pacientes e descobrir rapidamente, sem precisar levar os exames a um laboratório, se eles têm ou não a covid-19.

A tecnologia será adaptada de um teste feito em 2014 pelo MIT, quando cientistas começaram a desenvolver sensores que poderiam detectar o vírus do ebola uma vez congelado em papel. O laboratório das universidades, em 2018, já era capaz de detectar sars, sarampo, influenza, hepatite C, entre outras doenças, com a ajuda dos sensores.

“A máscara poderá ser usada até em aeroportos, quando passamos pela segurança, ou enquanto esperamos para entrar em um avião. Nós poderemos usá-la para ir trabalhar. Hospitais poderão usar para pessoas em salas de espera ou para avaliar quem está infectado”, afirmou Jim Collins, do MIT, ao site americano Business Insider.

Segundo Collins, o projeto ainda está “no começo”, mas mostrou resultados promissores e, nas últimas semanas, ele e o time de pesquisadores vêm testando o objeto para ser capaz de detectar o coronavírus em pequenas amostras de saliva. A expectativa deles é provar que a teoria funciona também na prática já nas “próximas semanas”.

Os sensores para a identificação precisam de duas coisas para ser ativados: a primeira delas é a umidade, adquirida através da saliva, por exemplo; a segunda é dectectar a sequência genética do vírus. A umidade, então, é congelada no tecido da máscara e pode ficar estável em temperatura ambiente por meses.

Em janeiro, um laboratório em Xangai conseguiu sequenciar o genoma do coronavírus. É com base nisso que a máscara será construída e, uma vez utilizada, poderá detectar a covid-19 de 1 a 3 horas após o uso. Atualmente, o resultado dos testes comuns sai em 24 horas — ou mais.

As máscaras podem ser também uma alternativa aos termômetros, uma vez que eles não conseguem identificar pacientes assintomáticos.

Para que as máscaras atendam à demanda de usuários durante a pandemia da covid-19, seria necessário que elas fossem de baixo custo e pudessem ser produzidas e distribuídas em massa rapidamente. No entanto, essas abordagens de negócio ainda estão distantes porque as máscaras estão em fase de testes.

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https://www.portalintelectual.com.br/mit-e-harvard-preparam-mascara-que-se-acende-quando-detecta-covid-19/

Puma tem registro “Tokyo 2021” recusado nos Estados Unidos

A marca alemã de roupas esportivas Puma teve seu pedido de registro de “Puma Tokyo 2021” como marca comercial recusada pelo Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos, que afirmou sugerir uma falsa conexão com os Jogos Olímpicos e o Comitê Olímpico e Paralímpico dos Estados Unidos (USOPC ).

O pedido de registro da marca foi feito em 24 de março, na mesma data em que o Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou o adiamento do Tóquio 2020 para o próximo ano devido à pandemia de coronavírus.

A Puma SE tentou registrar “Puma Tokyo 2021” e “Puma Tokyo 2022” como uma marca registrada de vestuário, calçados, acessórios e artigos esportivos. Ambos os pedidos foram recusados preliminarmente, embora a empresa possa optar por registrar outros argumentos na tentativa de proteger as marcas registradas.

A decisão preliminar citou a decisão de 1999 do Trademark Trial and Appeal Board que se recusou a permitir que um terceiro não autorizado registrasse “Sydney 2020”.

O caso considerou que “a marca proposta Sydney 2020, usada para serviços de publicidade e negócios e serviços de comunicação, sugere falsamente conexão com os Jogos Olímpicos, já que o público em geral reconheceria a frase como se referindo inequivocamente aos Jogos Olímpicos a serem realizados em Sydney, Austrália. , em 2000 e toda a organização que compreende os Jogos Olímpicos se qualifica como instituição “.

“Nesse caso, o uso da redação Tóquio 2021 contida na marca proposta seria claramente vista pelo público em geral como uma referência aos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 que foram remarcados para 2021 por causa da pandemia de COVID-19 e, portanto, para a organização amplamente conhecida que compreende os Jogos Olímpicos (ou seja, o Comitê Olímpico dos Estados Unidos) “, determinou o examinador do Departamento de Marcas e Patentes dos Estados Unidos.

“Deve-se notar também que o pedido atual foi apresentado no mesmo dia do anúncio do reescalonamento das Olimpíadas de Tóquio (24 de março de 2020)” acrescentou a decisão.

“O fato de os produtos do candidato incluírem uma variedade de bolsas esportivas e esportivas, roupas e equipamentos esportivos e esportivos, etc, serve para aumentar e aumentar a probabilidade de que haja uma falsa conexão com as Olimpíadas e, portanto, o Comitê Olímpico dos Estados Unidos.”

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https://www.surtoolimpico.com.br/2020/05/marca-de-equipamento-esportivo-tem.html

 

Observatório faz estudo sobre patentes de ventiladores pulmonares

O INPI divulgou o estudo “Pedidos de patente de ventiladores pulmonares”, produzido pelo Observatório de Tecnologias Associadas à Covid-19, cujo objetivo foi identificar os pedidos de patente relacionados a ventiladores pulmonares depositados no Brasil, apresentando um panorama de seus depositantes e das tecnologias presentes nos documentos.

O trabalho traz o status dos pedidos, sendo que, do total de 856 documentos levantados, 332 são pedidos pendentes ou patentes concedidas no País.

Cabe destacar que, para os pedidos de patente que aguardam exame técnico, o INPI publicou, no dia 7 de abril de 2020,  a Portaria n° 149/2020, que permite a priorização dos pedidos de patente relacionados a inovações que possam ser usadas no combate à pandemia do novo coronavírus.

Confira o estudo completo.

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http://www.inpi.gov.br/noticias/observatorio-faz-estudo-sobre-patentes-de-ventiladores-pulmonares/view

Prosul lança boletim de patentes em domínio público relativas à Covid-19

Com o objetivo de ajudar no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus, o Prosul lançou o Boletim de Patentes em Domínio Público sobre Tecnologias de Combate à COVID-19 com informações relativas a tecnologias de equipamentos médicos que podem ajudar pacientes que necessitam de hospitalização.

O boletim apresenta, para cada país membro participante, invenções relacionadas a elementos de proteção pessoal, bem como equipamentos, respiradores e ventiladores mecânicos disponíveis em documentos de patentes de domínio público.

Deve-se notar que qualquer produto ou dispositivo cuja patente seja de domínio público em um país pode ser livremente replicado e comercializado nesse país, sem a necessidade de autorização do proprietário da referida patente.

Para esta edição, o INPI indicou cinco patentes: Ventilador de fluxo contínuo e método de monitoramento; Dispositivo automático para monitoramento de pacientes; Ventilador pneumático microprocessado; Roupa e método de fabricação; e Material laminado dilatável impermeável à água, uniforme para sala de operação e processo para preparação do material.

Acesse aqui o boletim.

O Prosul é destinado à cooperação técnica entre os escritórios nacionais em propriedade industrial na América Latina, com o foco no estímulo e uso estratégico da PI na região. Além do Brasil, fazem parte do projeto: Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Nicaraguá, Panamá, Paraguai, Peru, República Dominicana e Uruguai.

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http://www.inpi.gov.br/noticias/observatorio-faz-estudo-sobre-patentes-de-ventiladores-pulmonares/view

INPI lança projeto sobre tecnologias ligadas ao COVID-19

Diante da pandemia causada pelo novo coronavírus, o INPI criou o projeto  “Observatório de Tecnologias Relacionadas ao COVID-19”, com o objetivo de divulgar as tecnologias que possam contribuir no enfrentamento da situação dessa emergência global.

Além das inovações relativas ao combate ao novo coronavírus, também estão sendo divulgadas notícias sobre iniciativas ligadas ao tema e financiamentos para pesquisa e produção de inovações e para projetos com viés socioeconômico.

O INPI destaca ainda a possibilidade de utilização do trâmite prioritário de exame de pedidos de patentes de médias e pequenas empresas e de instituições de ciência e tecnologia, com destaque para aqueles pedidos feitos pelo Ministério da Saúde para processos e produtos farmacêuticos, equipamentos e/ou materiais de uso em saúde considerados estratégicos para o Sistema Único de Saúde (SUS).

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http://www.inpi.gov.br/noticias/inpi-lanca-pagina-sobre-tecnologias-ligadas-ao-covid-19/view

Ecad prevê queda de R$ 140 milhões na arrecadação de direitos autorais

O impacto do fechamento de cinemas, restaurantes, casas de festas, bares, academias, shopping centers e outras atividades públicas em decorrência da pandemia de Covid-19 não tem sido sentido apenas pelos empresários, funcionários e clientes desses locais. Uma longa cadeia da música, formada por cantores, compositores, gravadoras e produtores, também será afetada pela queda do recebimento de direitos autorais, verba paga aos artistas pela execução pública de suas obras nesses estabelecimentos.

Ao imaginar o pior cenário, de uma quarentena de quatro meses, a previsão de queda feita pelo Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) é brutal: 140 milhões de reais deixarão de ser arrecadados. “É um dinheiro que não será recuperado nunca mais”, disse a superintendente executiva do Ecad, Isabel Amorim. “No caso dos shows, alguns serão remarcados para outras datas. Porém, não haverá uma nova reprodução pública da música em outra data. Se não tocou, não tem direito autoral para pagar”, diz.

Por outro lado, os artistas continuam ganhando o pagamento de direitos autorais vindos de outras fontes, como rádios, televisões e plataformas digitais. “Esse pagamento nunca foi tão importante para a música, já que quase todas as outras fontes de renda dos artistas foram comprometidas.”

A luz no fim do túnel para o mercado de shows é a esperança de que ele se estabilize ainda este ano. De acordo com o levantamento do Ecad, entre os meses de março e maio de 2019, foram contabilizados 6.600 shows e eventos por mês em todo o país, equivalente à arrecadação média de 11,3 milhões de reais em direitos autorais. Valor semelhante deixará de ser arrecado neste ano somente nestes segmentos. Durante todo o ano de 2019 foram distribuídos 986,5 milhões de reais para 383.000 compositores.

 

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https://veja.abril.com.br/entretenimento/ecad-preve-queda-de-r-140-milhoes-na-arrecadacao-de-direitos-autorais/

Jovem empreendedor Valter Pinteús, quis “quebrar os paradigmas” da moda masculina

A ideia de criar este adereço inédito surgiu em 2012, quando o jovem estava a trabalhar em Espanha, no departamento comercial de uma empresa de macrobiótica.

 

“Era frequentemente convidado para eventos e rapidamente me fartei de usar a típica gravata ou o ‘papillon‘”, descreveu à Lusa o criador, explicando que tudo aconteceu “numa manhã ao sair de casa para ir trabalhar”.

“Frente ao espelho, resolvi enrolar a minha gravata a ver no que dava e, curiosamente, deu algo interessante. Foi nesse momento que nasceu a ideia”, contou.

Foi a partir dessa primeira tentativa, considerada pelo criador como “uma experiência acertada”, que decidiu avançar com o projeto na expectativa de patentear a sua criação e comercializar o produto.

“Numa fase inicial, consegui patentear a minha gravata em toda a União Europeia e, mais tarde, decidir ir mais longe, e patenteá-la nos EUA, naquele que é o mercado número um do consumismo”, afirmou o jovem, com orgulho.

 

Após vários meses de espera, Valter recebeu a patente dos EUA, por correio, em Montreux, na cidade em que reside há mais de 13 anos.

“Foi um misto de incredulidade e realização. Fiquei várias horas a olhar para a patente sorrindo de alegria”, disse.

Esta invenção de assinatura lusa encontra-se patenteada em todos os países da União Europeia, Suíça, Turquia, Singapura e nos Estados Unidos da América.

O criador desenvolveu uma vasta gama de gravatas “enroladas”, especialmente destinada ao público masculino, um projeto que nasceu há mais de cinco anos e que apelidou de “La Cravate VP”.

 

Uma das particularidades das gravatas criadas pelo jovem empreendedor reside nos materiais que utiliza e no modo de confecção da própria gravata. Cada peça é confecionada à mão, com materiais de origem natural, tais como a seda e a fibra de ananás.

Segundo o criador, o pormenor que faz a diferença na sua gravata trata-se da pérola ou pedra preciosa que permite que a gravata se mantenha enrolada.

“Para além da cor da gravata, as pessoas podem ainda escolher a pedra que querem colocar. É completamente personalizável“, explicou.

O empreendedor, com 33 anos, é formado em Gestão Hoteleira e relatou que nunca pegou numa agulha de coser, mas nem isso foi uma barreira. “Sou um eterno sonhador e criador nato”, confessou.

Quando chegou a altura de materializar o projeto e criar o primeiro protótipo, Valter Pinteús, foi confrontado com várias dificuldades, nomeadamente na escolha do estilista.

“Contactei várias empresas de confeção e nenhuma chegava ao modelo que tinha idealizado. A determinada altura, pensei mesmo desistir mas, como sou um homem persistente, decidi ir até ao fim do processo e, foi então que, dois anos mais tarde, conheci aquela que viria a ser a costureira da minha linha de gravatas”, declarou.

 

Foi uma costureira alemã de 60 anos de idade, residente em Montreux, no cantão de Vaud, que ajudou o jovem criador no processo de criação e materialização da sua gravata enrolada.

“Deu-me o material para a mão, ensinou-me a trabalhar com ele e pediu-me que fizesse a gravata que eu imaginava” e foi desta forma que surgiu a minha primeira gravata, que apelidei de ‘Cravate Bigoudi‘, por se assemelhar ao acessório que permite enrolar o cabelo”, recordou.

 

Quando questionado sobre as personalidades que o inspiraram para a criação deste modelo de gravata “vanguardista”, o empreendedor afirmou que se inspirou em si próprio e que gostava de ver o adereço ser usado por personalidades como o tenista suíço Roger Federer, o futebolista português Cristiano Ronaldo, ou o ator norte-americano Bradley Cooper por serem “figuras irreverentes e ousadas”.

“As minhas gravatas, ou se gosta ou se odeia, não há meio termo”, considerou.

Estes adereços de moda masculina estão a ser comercializados, desde 2016, na internet, por Valter Pinteús, que pretende continuar no caminho da criação sustentável e ecológica alargando e diversificando a gama de produtos de moda.

“A ideia é continuar a desenvolver o negócio, diversificando e trabalhando de forma ecológica, para proteger este planeta que tanto nos dá e a quem nós tanto tiramos”, concluiu o criador.

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https://www.newslocker.com/pt-br/regiao/gravata/jovem-portuguecircs-cria-gravata-vanguardista-patenteada-na-europa-e-eua-notiacutecias-ao-minuto/view/

As maiores multas, penalidades e acordos por violação de dados (até o momento)

Multas consideráveis por violações de dados em 2019 sugerem que os órgãos reguladores estão ficando mais atentos sobre empresas que não protegem adequadamente as informações dos consumidores. No Reino Unido, a British Airways foi penalizada com uma multa de US$ 230 milhões, seguida pelo Marriott, que recebeu multa de US$ 124 milhões. Nos EUA, a Equifax concordou em pagar um mínimo de US$ 575 milhões por uma violação de 2017.

Esses números apareceram depois de um 2018 ativo. O mau gerenciamento da Uber em relação à violação de 2016 custou quase US$ 150 milhões. Dados de saúde pouco protegidos e fortemente regulamentados também custaram muito dinheiro às organizações médicas. Não podemos esquecer ainda a multa recorde que o Facebook recebeu neste ano.

Abaixo, recuperamos as maiores multas por violações de dados já dadas até o momento.

Facebook: US$ 5,5 bilhões

Em julho deste ano, o Facebook recebeu a decisão da Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos de que a companhia deveria pagar uma multa histórica de US$ 5 bilhões de dólares para encerrar a investigação do governo americano sobre suas práticas de privacidade.

A multa é a maior já imposta a qualquer companhia por violar a privacidade dos consumidores. O Facebook concordou em pagar a multa e se submeter a um programa de supervisão de 20 anos como parte de uma ordem da FTC, o que inclui uma punição pela falta de vontade do Facebook em aderir a outro pedido da FTC de 2012 que também regia a privacidade dos dados do usuário. Mas muitos criticaram a decisão. Afinal, a multa de US$ 5 bilhões é um sopro na ferida do Facebook, que registrou US$ 15 bilhões em receita apenas para o trimestre de março de 2019.

Equifax: (pelo menos) US$ 575 milhões

Em 2017, a Equifax perdeu as informações pessoais e financeiras de quase 150 milhões de pessoas por conta de uma falha em um dos seus bancos de dados. A empresa errou na correção da vulnerabilidade e depois falhou em informar o público sobre a violação por semanas após a descoberta.

Em julho de 2019, a agência de crédito concordou em pagar US$ 575 milhões (podendo chegar a US$ 700 milhões) em um acordo com a Federal Trade Commission, o Consumer Financial Protection Bureau (CFPB) e todos os 50 estados e territórios dos EUA pelo “fracasso da empresa” em tomar medidas razoáveis para proteger a sua rede”.

Do montante, US$ 300 milhões serão destinados a um fundo que fornece serviços de monitoramento de crédito aos consumidores afetados (outros US$ 125 milhões serão adicionados se o pagamento inicial não for suficiente para compensar os consumidores), US$ 175 milhões serão destinados a 48 estados, Distrito de Columbia e Porto Rico e US$ 100 milhões serão destinados ao CFPB.

O acordo também exige que a empresa obtenha avaliações de terceiros do seu programa de segurança da informação a cada dois anos. “As empresas que lucram com informações pessoais têm uma responsabilidade extra de proteger esses dados”, disse Joe Simons, presidente da FTC. “A Equifax falhou em tomar as medidas básicas que poderiam ter impedido a violação que afetou aproximadamente 147 milhões de consumidores.”

A Equifax já havia sido multada em US$ 625 mil no Reino Unido por uma violação de 2017, que era a multa máxima permitida pela Lei de Proteção de Dados anterior ao GDPR de 1998.

British Airways: US$ 230 milhões

Apesar de todas as ameaças e escândalos sobre o tamanho das multas, os primeiros 12 meses do Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia tiveram relativamente pouco em termos de ação punitiva. As multas emitidas por empresas de proteção de dados em toda a Europa continental relacionadas a violações de dados chegaram a valores relativamente baixos.

Com muito dinheiro sendo gasto em esforços de conformidade e punições aparentemente leves, havia uma preocupação crescente de que o GDPR pudesse realmente ser uma espécie de aborrecimento. Isso mudou rapidamente depois que a British Airways foi multada em um valor de US$ 230 milhões, a maior penalidade de violação de dados na UE até o momento.

A British Airways foi multada pela autoridade de proteção de dados do Reino Unido, a OIC. A OIC disse que a sua investigação constatou que “acordos ruins de segurança na empresa” levaram à violação. A multa da BA mostra que as autoridades de proteção de dados não têm medo de exercer seus poderes.

Uber: US$ 148 milhões

Em 2016, o aplicativo Uber tinha 600 mil motoristas e 57 milhões de contas violadas. Em vez de relatar o incidente, a empresa pagou a um cibercriminoso US$ 100 mil para manter o hack escondido. Essas ações, no entanto, custam caro à empresa.

A companhia foi multada em US$ 148 milhões em 2018 – a maior multa por violação de dados da história na época.

Marriott International: US$ 124 milhões

Dias depois de uma multa recorde para a British Airways, a OIC emitiu uma segunda multa massiva por violação de dados. O Marriott International foi multado em US$ 124 milhões após informações de pagamento, nomes, endereços, números de telefone, endereços de e-mail e passaportes de até 500 milhões de clientes terem sido violadas. A fonte da violação foi a subsidiária Starwood do Marriott.

De acordo com a declaração da OIC, o Marriott “não realizou a devida diligência quando comprou a Starwood e também deveria ter feito mais para proteger seus sistemas”. O CEO do Marriott, Arne Sorenson, disse que a empresa estava “decepcionada” com a multa e planejava contestar a penalidade. A rede de hotéis também foi multada em US$ 265 mil pela autoridade turca de proteção de dados – não sob a legislação do GDPR -, destacando como uma violação pode resultar em múltiplas multas em todo o mundo.

Yahoo: US$ 85 milhões

Em 2013, o Yahoo sofreu uma violação de segurança que afetou todo o banco de dados, cerca de 3 bilhões de contas – quase toda a população da web. A empresa, no entanto, não divulgou essas informações durante três anos. Em abril de 2018, a Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) multou a empresa em US$ 35 milhões por não divulgar a violação. Em setembro, o novo proprietário do Yahoo, Altaba, admitiu que havia decidido em uma ação coletiva pagar US$ 50 milhões. Uma fatura total de US$ 85 milhões para 3 bilhões de contas chega a cerca de US$ 36 por registro.

Tesco Bank: US$ 21 milhões

O Tesco Bank recebeu uma multa de US$ 21,2 milhões em 2018 pela Autoridade de Conduta Financeira (FCA) do Reino Unido, depois que pouco menos de US$ 3 milhões foram roubados de 9 mil contas de clientes em 2016.

A FCA acusou o Tesco de “deficiências” no design do seu cartão de débito, controle de crimes financeiros e em sua equipe de operações de crimes financeiros.

Target: US$ 18,5 milhões

Em 2017, a gigante do varejo Target aceitou um acordo de US$ 18,5 milhões com 47 estados e o Distrito de Columbia, relacionados a uma violação de 2013, na qual cerca de 40 milhões de contas de cartão de crédito e débito foram roubadas durante a corrida de vendas na Black Friday.

Investigações posteriores descobriram nomes, endereços, números de telefone e endereços de e-mail de até 70 milhões de indivíduos. Os custos totais associados à violação atingiram mais de US$ 200 milhões.

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Pedidos de patentes da Indústria 4.0 disparam no Brasil, diz CNI

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou na última semana os resultados de uma pesquisa inédita, revelando que, no Brasil, os pedidos de patentes de tecnologias da Indústria 4.0 cresceram 11 vezes na última década.

De acordo com a CNI, em 2008 foram realizados 1.202 depósitos de patentes de invenções ligadas à quarta revolução industrial, representando 5% do total de pedidos no ano. Em 2017, foram depositadas 14.634 patentes de novas tecnologias, ou 57% das 25.658 solicitadas.

Para a identificação das tecnologias, a CNI dividiu as soluções relacionadas à Indústria 4.0 em três grupos:

  • Tecnologias centrais, que permitem transformar produtos em dispositivos inteligentes conectados à internet, incluindo hardware, sofware e ferramentas de conectividade;
  • Tecnologias habilitadoras, complementares às centrais, como inovações em análise de dados, inteligência artificial, sistemas de segurança, entre outros;
  • Tecnologias de aplicação, destinadas aos usuários finais, como soluções pessoais, residenciais e industriais para facilitar o dia a dia.

Conforme apontado no relatório, no total foram depositadas 35.196 patentes em 10 anos, com destaque a partir de 2015, quando o número começou a crescer de forma importante. Para João Emílio Gonçalves, gerente-executivo de Política Industrial da CNI, o aumento reflete a tendência mundial já observada em outros estudos.

“Para se tornarem líderes nessa corrida tecnológica, as empresas têm investido cada vez mais em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias habilitadoras da indústria 4.0”, explica o executivo.

Apesar do crescimento de patentes, para acompanhar os principais países e empresas líderes mundiais, o Brasil deve acelerar a implementação de tecnologias da Indústria 4.0. Gonçalves afirma que, para além do desenvolvimento de novas soluções, o Brasil tem o desafio de adotá-las rapidamente para reduzir a disparidade de produtividade em relação aos competidores internacionais.

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Pedidos de patentes da Indústria 4.0 disparam no Brasil, diz CNI

O que são Cristais de Murano

Da lindíssima Itália, berço de obras de arte, incríveis artistas como Leonardo da Vinci e grandes histórias, surgiram também as peças de Cristais Murano. Até hoje, apenas as peças feitas e criadas na região da Ilha de Murano, na Itália, possuem essa denominação, mas sua beleza alcançou os quatros cantos do mundo.

Mas o que são? Onde vivem? E o que fazem?

Brincadeiras a parte, como referência em peças de cristais murano brasileiro, resolvemos explicar melhor para você o que são, como reconhecê-los e uma breve história de como surgiram.

Para começar, os Cristais Murano são peças de cristais produzidas através de uma técnica criada na idade média, por mestres artesãos italianos, moradores da Ilha de Murano.

É realmente incrível (e até mesmo perigoso) todo o processo, pois eles moldam cristal em estado líquido a mais de 400ºC, transformando-os em verdadeiras obras de arte.

Atualmente essa técnica alcançou habilidosas e profissionais fábricas de cristais pelo mundo (nem preciso de dizer que não são muitas). Aqui, na Cristais Labone, por exemplo,  buscamos preservar a essência dessa técnica para criar os cristais murano brasileiros, com carinho e muito trabalho dos nossos artistas.

Vamos falar mais um pouquinho sobre o que são os Cristais Murano, suas curiosidades e como reconhecer uma peça de qualidade.

Você sabia que Murano é um conjunto de ilhas na Itália?

 

Você sabia que Murano é um conjunto de ilhas na Itália?

Você precisa saber que o termo Murano que dá nome aos cristais vem de um lindo lugar na Itália, localizado a apenas 1km do centro de Veneza. É um local encantador, um arquipélago, formato por 7 ilhas conectadas entre si (2 delas são artificiais) em meio a Lagoa de Veneza, por isso conhecido como Ilha de Murano.

 

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https://www.cristaislabone.com.br/o-que-sao-cristais-de-murano/