Com novo investimento, maior aeronave do mundo está próxima de ser concluída

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Inflada com hélio, a Airlander 10 pode flutuar por dias sem gastar combustível

O Airlander 10, considerada a maior aeronave do mundo, recebeu nesta semana um novo investimento, que aproxima o projeto de sua conclusão.

Os fabricantes do balão, a Hybrid Air Vehicles, ganhou uma bolsa de 2,5 milhões de euros de um fundo da União Europeia que apoia iniciativas de transporte verde.

A quantia se soma aos 3,4 milhões de libras recebidos do governo do Reino Unido no começo do ano. Nos próximos meses, a empresa espera receber outros 2 milhões de libras por meio da plataforma de financiamento coletivo Crowdcube.

A Airlander 10 tem 92 metros de comprimento, quase o tamanho de um campo de futebol oficial. Uma espécie de híbrido de dirigível, avião e helicóptero, os primeiros voos testes da aeronave devem ser feitos até o final do ano.

A principal vantagem da Airlander 10 em relação a um avião convencional é o fato de ela ser inflada com hélio. Com isso, pode ficar flutuando durante dias, sem gastar muito combustível. O problema é a velocidade. O máximo atingido pelo Airlander 10 é 160 km/h.

Quando ela se move, utiliza apenas um terço do combustível de aeronaves comuns e sua capacidade de planador permite que pouse em qualquer lugar, até mesmo na água.

A Airlander 10 também possui uma das mais baixas emissões de carbono de qualquer aeronave do planeta e é capaz de carregar 50 toneladas de carga por até 2 500 quilômetros.

A aeronave foi desenvolvida originalmente para missões de vigilância das forças armadas dos Estados Unidos. Mas, quando cortes no orçamento ameaçaram a conclusão do projeto, a Hybrid Air Vehicles comprou o protótipo de volta.

Agora, a Airlander 10 tem objetivos meramente comerciais, incluindo entrega de cargas, distribuição de mantimentos em lugares remotos, propaganda, vigilância, comunicações e transporte de luxo de passageiros.

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http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/2015/04/com-novo-investimento-maior-aeronave-do-mundo-esta-proxima-de-ser-concluida.shtml

Audi cria diesel utilizando apenas água e ar

A montadora alemã Audi afirma ter criado o “combustível do futuro”, feito a partir de água, dióxido de carbono e fontes renováveis de energia. Ao contrário do diesel convencional, o chamado “e-diesel” não contém enxofre ou outros poluentes, além de ter uma eficiência energética de cerca de 70%. O combustível foi criado pela startup alemã Sunfire, parceira da Audi na criação de tecnologias limpas para os carros da marca, em uma fábrica em Dresden.

A criação do combustível, chamado de “azul cru” pela Audi, exige o aquecimento de uma quantidade de água até 800 ºC, gerando um processo de eletrólise (conversão de energia elétrica em energia química) que separa o hidrogênio do oxigênio.

O hidrogênio que resulta do processo de eletrólise reage com o CO2 em reatores criados espeficicamente para síntese de produtos químicos, em processos que mais uma vez acontecem em alta pressão e temperatura. O produto da reação é um líquido composto de hidrocarbonetos de cadeias longas, conhecido como “azul cru”.

Foto por: Divulgação/Audi

O combustível sintético possui eficiência energética de 70%, quase o dobro do diesel convencional

Até mesmo o processo para gerar o combustível é ecologicamente correto. A eletricidade usada para aquecer a água é gerada por turbinas eólicas e o CO2 é capturado diretamente do ambiente, retirando o gás causador do efeito estufa da atmosfera.

O combustível sintético criado, livre de enxofre e hidrocarbonetos aromáticos (como benzeno, por exemplo), pode ser misturado com o diesel convencional ou até mesmo ser usado como combustível, de forma independente. A Sunfire estima que o preço de mercado do diesel sintético custe entre 1 e 1,5 euro por litro (4,7 reais), um pouco mais caro do que o diesel comum na Europa, mas com eficiência muito maior do que a gasolina (20%) e o diesel (45%).

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http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/2015/04/audi-cria-diesel-ecologico-utilizando-apenas-agua-e-co2.shtml

Invenção transforma água do mar em potável com energia solar

Uma parceria entre membros do MIT e de uma empresa indiana chamada Jain Irrigation Systems criou um método para transformar água salgada em potável. Por conta da invenção, eles foram os vencedores de um desafio da USAID, um órgão do governo americano que lida com populações que passam necessidades.

O objetivo do desafio era criar um sistema simples e barato para fornecer água limpa para comunidades rurais em países em desenvolvimento. Pela vitória, eles receberam um prêmio de 125 mil dólares.

O sistema usa uma técnica chamada eletrodiálise. Em uma explicação simples, o sal é dissolvido na água e se transforma em partículas com cargas elétricas positivas e negativas. Para remover essas partículas, o sistema usa membranas elétricas que atraem as cargas como se fossem imãs.

“Funciona como um circuito elétrico. Os íons são puxados para fora da água em direção aos eletrodos”, disse Natasha Wright, doutoranda no MIT e uma das criadoras do sistema, ao jornal Boston Globe. Ela ainda ressalta que apenas 5% da água é perdida nesse processo.

A dessalinização é feita usando baterias, similares às de carros e caminhões. Elas são carregadas durante o dia utilizando painéis que captam energia solar, o que dá um caráter ecológico à invenção.

Uma unidade do sistema é capaz de abastecer água para irrigar uma pequena fazenda ou então para atender às necessidades de uma população de cinco mil pessoas.

Apesar do foco em países em desenvolvimento, a invenção pode ser importante também para grandes áreas metropolitanas.

Problemas graves com escassez de água assombram o estado de São Paulo desde o ano passado. O estado da Califórnia, nos Estados Unidos, também vem enfrentando uma crise hídrica histórica.

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http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/2015/04/invencao-transforma-agua-do-mar-em-potavel-com-energia-solar.shtml

Dez produtos fracassados da Apple que você talvez nem conheça

Veja a lista dez produtos fracassados da Apple que você talvez nem conheça

Apple QuickTake: lançada em 1994 pela Apple, foi uma das primeiras câmeras digitais voltada ao consumidor e chegou a ter três variantes. Vendida por US$ 600, permaneceu no mercado durante três anos até ser descontinuada em 1997. A QuickTake não teve bom nível de vendas, já que outras companhias como a Kodak, Fujifilm, Canon e Nikon entraram no mercado.

Apple Bandai Pippin: produzido pela Apple nos anos 1990, o console de videogame foi um grande fracasso devido à pouca quantidade de jogos e ao número de consoles que eram vendidas com defeitos de fábrica. A Apple nunca pretendeu lançar o Pippin por conta própria, em vez disso, licenciou a tecnologia para terceiros, no caso, a Bandai, que desejava entrar no mercado de consoles de videogames, e escolheu o Pippin como sua plataforma. Foram fabricados aproximadamente 100.000 Pippins e vendeu-se um total 42.000 unidades. O produto foi descontinuado em 1997.

Macintosh Portable: esse foi o primeiro microcomputador portátil da Apple lançado em 1989 tendo como CPU o processador Motorola 68000 com 16 MHz, custava cerca de U$ 7.300. Seu projeto foi descontinuado dois anos depois, em 1991. O portátil pesava 7,2 kg e tinha 10 centímetros de espessura. O principal contribuinte para o peso e o volume do portátil eram as baterias de chumbo-ácido.

Apple Newton: também chamado de Newton, ou Newton Message Pad (Personal digital assistants, ou assistente pessoal digital) é um modelo de PDA com tela sensível ao toque, reconhecimento inteligente de escrita, memória flash e processador RISC, lançado pela Apple em1993. Não alcançando sucesso, foi descontinuado em 1998.

Macintosh TV: muito antes de lançar a Apple TV, a Apple já tinha criado um Mac com TV e apenas dez mil exemplares fabricados, em 1993. Foi o único Mac desktop todo em cor preta a ser vendido até hoje e vinha com uma placa de captura de TV NTSC, além de controle remoto e leitor de CD. Apenas 10 mil unidades fora fabricadas e o produto saiu de linha em 1994.

iPod Hi-Fi: versão para músicas de alta definição é um sistema de alto-falante desenvolvido e fabricado pela Apple lançado em 28 de fevereiro de 2006. O iPod Hi-Fi é um acessório para qualquer iPod. O iPod Hi-Fi era vendido por US$ 349 até a suspensão da sua produção em 5 de setembro de 2007. Ele era considerado aquém de seus concorrentes, além de caro.

“Hockey Puck” Mouse: o mouse que a Apple trouxe ao mercado em 1998 era um projeto curioso e inovador, mas a sua forma pouca ergonômica e seu cabo curto fizeram o produto se rapidamente interrompido. O produto durou cerca de dois anos no mercado.

Fone de ouvido Bluetooth: a estreia do iPhone em 2007 não foi totalmente bem-sucedida porque a Apple queria também tirar proveito do lançamento e entrar no mercado de acessórios. No entanto, o fone de ouvido Bluetooth não teve o sucesso esperado e foi retirado do mercado em 2009 .

iPod Socks: as meias coloridas para iPods podem até ser divertidas, mas não fizeram o sucesso esperado pela Apple, empresa acostumada a fazer incursões no mundo da moda.  Além de caras, as capas não eram nada funcional, ainda assim, elas ficaram no mercado de 2004 até 2012.

Apple III: produzido pela Apple de maio de 1980 até 24 de abril de 1984, o Apple III foi criado para o mercado corporativo, e começou a ser projetado no fins de 1978. Seu grande pecado foi o uso de um barramento de expansão proprietário, o que limitou as possibilidades de expansão aos acessórios oferecidos pela própria Apple, uma característica que acabou sendo a grande responsável pela supremacia do PC. O computador também teve um problema da falta de ventilador ou saídas de ar e como o corpo de alumínio não era um disssipador bom suficiente, o Apple III superaquecia facilmente.

A Origem dos Inventos – Skate

Os primeiros relatos de pranchas sobre rodas datam de 1880, mas a patente do skate só foi registrada em 1936.

Antes de ser produzidos em escala industrial, a partir de 1959, os skates eram fabricados em casa, com crianças e adolescentes encaixando rodas de patins em tábuas e caixotes. Nos anos 60, o brinquedo virou mania nacional nos EUA e foi destaque na revista Life. As manobras radicais começaram a surgir nos anos 70, com surfistas da Califórnia (EUA) deslizando pelas ruas e dentro de piscinas vazias – que inspiraram os bowls e half pipes atuais – em dias que não dava praia.

No Brasil, o skate chegou com o apelido de surfinho em 1968. A primeira pista foi construída oito anos depois, em Nova Iguaçu (RJ).

A reinvenção das quatro rodas – as manobras que conhecemos hoje só começaram a surgir há 34 anos

  • IDADE DO FERRO (1880-1950)

Na era dos patinetes, era preciso ser ousado para descer as ruas sobre tábuas e caixotes pregados a rodinhas de patins, sem apoiar as mãos em nada. Com rodinhas de ferro e pranchas sem aerodinâmica, os tombos eram feios. Para piorar, muitos meninos e meninas brincavam descalços.

  • REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (1959)

A primeira fabricante de skates em escala industrial foi a norte-americana Roller Derby. O shape (formato) das pranchas era menor, com nose (frente) arredondado e tail (traseira) reto. Na época, a aposta eram rodinhas de borracha dura, ultrarresistentes, mas sem muito molejo.

  • IDADE DO PLÁSTICO (1972)

O norte-americano Frank Nasworthy acoplou rodas de poliuretano, mais aderentes e, portanto, seguras. Em 1978, Alan Gelfand inventou o “ollie”, primeira manobra aérea do skate, básica até hoje. O shape evoluiu até os modelos atuais, com tail e nose com a mesma inclinação e curvatura.

Curiosidade: o skate não herdou só as rodinhas de patins e patinetes: até meados dos anos 60, os movimentos eram inspirados na patinação artística

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http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-inventou-o-skate

 

Veja 10 mulheres inventoras que revolucionaram o mundo

Amalie Auguste Melitta Bentz – filtro de café
Nascida na cidade de Dresden, na Alemanha, Melitta Bentz criou o primeiro filtro de café, já que coadores de pano, feitos de linho, eram bastante difíceis de serem limpos. Após fazer diversos experimentos, Amalie usou um papel filtrante colocado dentro de um recipiente de latão, que tinha um furo na parte inferior. Com o café feito mais rápido e sem resíduos do pó, a alemã foi a primeira a produzir o filtro de papel em série, obtendo a patente da invenção em junho de 1908.

Filtro de café foi inventado em 1908 pela alemã Amalie Auguste Melitta Bentz (Foto: Wikimedia Commons)
Filtro de café foi inventado em 1908 pela alemã Amalie Auguste Melitta Bentz (Foto: Wikimedia Commons)

Grace Hopper – compilador
Com Ph.D em matemática pela Universidade Yale, a americana Grace Hopper se voluntariou para Marinha americana durante a Segunda Guerra Mundial, onde trabalhou com programação do computador Mark I. Apelidada de “Amazing Grace”, Hopper foi responsável por inventar o primeiro compilador para linguagens de programação (ferramenta que transforma o código-fonte em uma linguagem), levando à criação do COBOL (Linguagem Comum Orientada para os Negócios, em inglês), a primeira linguagem de programação voltada ao uso comercial. Grace também cunhou o termo “bug” para descrever um problema no sistema de um computador, devido a uma mariposa encontrada dentro da máquina.

Além do compilador e do COBOL, Grace Hopper foi a primeira a cunhar o termo 'bug' para se referir a um erro no sistema. À direita, uma mariposa colada a um relatório sobre o computador de cálculos Mark II (Foto: Wikimedia Commons, U.S. Naval Historical Center Online Library Photograph)Além do compilador e do COBOL, Grace Hopper foi a primeira a cunhar o termo ‘bug’ para se referir a um erro no sistema. À direita, uma mariposa colada a um relatório sobre o computador de cálculos Mark II (Foto: Wikimedia Commons, U.S. Naval Historical Center Online Library Photograph)

Hedy Lamarr – conexão wireless
Além de atriz de Hollywood, famosa pelo longa “Ecstasy” (1933), a austríaca naturalizada norte-americana Hedy Lamarr foi a inventora de uma tecnologia que permitia controlar torpedos à distância, durante a Segunda Guerra Mundial, alterando rapidamente os canais de frequência de rádio para que não fossem interceptados pelo inimigo. Esse conceito de transmissão acabou, mais tarde, permitindo o desenvolvimento de tecnologias como o Wi-Fi e o Bluetooth. Veja a patente original.

O 'sistema de comunicação secreto' de Hedy Lamarr permitiu a criação, mais tarde, de tecnologias como o Bluetooth e o Wi-Fi (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)O ‘sistema de comunicação secreto’ de Hedy Lamarr permitiu a criação, mais tarde, de tecnologias como o Bluetooth e o Wi-Fi (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Katharine Burr Blodgett – vidro invisível
O clássico do cinema “E o Vento Levou”, de 1939, levou 10 prêmios Oscar, incluindo o de Melhor Fotografia, já que as imagens, à época, eram consideradas impecáveis. O filme foi o primeiro a utilizar em suas câmeras o “vidro invisível”, criado pela física americana Katharine Blodgett. Sendo a primeira mulher a obter um Ph.D em física pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra, Blodgett inventou um vidro extremamente fino e com baixíssimos níveis de reflexo e distorção. Com isso, acabou revolucionando as tecnologias de câmera e melhorando significativamente aparelhos como projetores, periscópios submarinos, microscópios, telescópios, entre outros. Veja a patente original.

Katharine Burr Blodgett revolucionou a ciência e o cinema ao criar o 'vidro invisível' (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)Katharine Burr Blodgett revolucionou a ciência e o cinema ao criar o ‘vidro invisível’ (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Letitia Mumford Geer – seringa
Em 2 de abril de 1899, a americana Letitia Geer registrou a patente da primeira seringa para aplicação de substâncias por meio de um pistão, e que podia ser utilizada com apenas uma mão pelo médico. O conceito inventado por Geer facilitou bastante a vida dos profissionais de saúde, e as seringas modernas são inspiradas pelo modelo apresentado pela inventora. O documento que mostra a patente original, registrada no fim do século 19, está disponível online. Veja a patente original.

Letitia Mumford Geer foi a responsável por introduzir o modelo de seringa operada com apenas uma mão (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)Letitia Mumford Geer foi a responsável por introduzir o modelo de seringa operada com apenas uma mão (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Marie Van Brittan Brown – sistema de monitoramento doméstico
Natural do bairro do Queens, em Nova York, a inventora afroamericana obteve, em 1969, a patente para o primeiro sistema de vigilância por vídeo para uso doméstico. O sistema funcionava com uma câmera que podia ser remotamente controlada e movida por quatro buracos diferentes, transmitindo as imagens para um monitor dentro de casa. A invenção foi a “mãe” dos sistemas modernos de vigilância doméstica, e a patente também está disponível para consulta. Veja a patente original.

A afroamericana Marie Van Brittan Brown criou o primeiro sistema de vigilância doméstica (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)A afroamericana Marie Van Brittan Brown criou o primeiro sistema de vigilância doméstica (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Marion Donovan – fraldas descartáveis
Com dezenas de patentes registradas, a americana foi a responsável pela criação da primeira fralda descartável à prova de líquidos, o que facilitou a vida dos pais que sofriam ao trocar e lavar fraldas de pano. A ideia surgiu ao costurar uma cortina de chuveiro à fralda, o que evitava que a roupa do bebê e o berço ficassem molhados. Além disso, Donavan também foi responsável por substituir os alfinetes (perigosos para as crianças) por lacres de plástico nas fraldas. Veja a patente original.

Insatisfeita com as fraldas de pano, Marion Donovan foi a responsável pelas primeiras fraldas descartáveis à prova d'água (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)Insatisfeita com as fraldas de pano, Marion Donovan foi a responsável pelas primeiras fraldas descartáveis à prova d’água (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Mary Anderson – limpador de para-brisa
Dirigir em dias de chuva ou neve só se tornou algo um pouco mais tranquilo depois da invenção do primeiro sistema automático para limpar o para-brisa do carro. A invenção da americana foi registrada em 1903, e permitia que o vidro fosse limpo pelas lâminas, que eram ativadas por dentro do veículo. Veja a patente original.

Mary Anderson foi responsável por criar o primeiro limpador de para-brisa (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)Mary Anderson foi responsável por criar o primeiro limpador de para-brisa (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Stephanie Kwolek – kevlar
Filha de imigrantes poloneses, a química americana Stephanie Kwolek foi responsável por criar uma família de fibras sintéticas ultrarresistentes, mas que também eram bastante maleáveis. A tecnologia, batizada de “Kevlar”, foi aplicada a em aviões, pneus, barcos e até raquetes de tênis, no entanto, ficou mais conhecida pelo uso em coletes à prova de balas. Mesmo assim, Kwolek nunca lucrou com suas patentes, já que, à época, elas foram cedidas à empresa na qual a inventora trabalhava. Veja a patente original.

Os polímeros ultrarresistentes criados por Stephanie Kwolek permitiram a criação dos coletes à prova de balas modernos (Foto: Chemical Heritage Foundation. Google Patents)Os polímeros ultrarresistentes criados por Stephanie Kwolek permitiram a criação dos coletes à prova de balas modernos (Foto: Chemical Heritage Foundation. Google Patents)

Tabitha Babbitt – serra circular
Nascida em 1779 na cidade de Hardwick, Massachusetts (EUA), Babbitt é creditada por inventar a primeira serra circular, que permitia cortar madeira muito mais rápido do que o método tradicional, utilizando uma máquina movida à água de um moinho para criar o movimento. A invenção, de 1813, não foi patenteada pela americana, e acabou sendo registrada três anos depois por dois franceses que tiveram acesso aos documentos.

Mesmo creditada pela invenção, Tabitha Babbitt não registrou a patente da serra circular (Foto: Wikimedia Commons)
Mesmo creditada pela invenção, Tabitha Babbitt não registrou a patente da serra circular (Foto: Wikimedia Commons)
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Google anuncia testes do Projeto Ara, smartphone ‘montado’ pelo usuário

O Google revelou o início dos testes com o Projeto Ara, smartphone com peças intercambiáveis montado pelo usuário, apresentado em julho do ano passado. O anúncio foi feito durante a Conferência de Desenvolvedores Ara, que aconteceu nesta quarta-feira (14), no Condado de Mountain View, Califórnia (EUA). Paul Eremenko, líder do projeto, disse que o protótipo terá cobertura 4G e será lançado primeiro em Porto Rico, através das operadoras Open Mobile e Claro.

 
Projeto Ara, smartphone montável pelo usuário(Foto: Divulgação/Google ATP)

O piloto apresentado na conferência recebe o nome de Spiral 3. Eremenko declarou que podemos esperar que ele “iguale ou exceda as funcionalidades de um smartphone com tecnologia de ponta de hoje”.
Segundo ele, o protótipo terá de 20 a 30 módulos disponíveis para serem desenvolvidos por terceiros e acompanhará bateria com autonomia de um dia inteiro, além de câmera high-end e suporte à rede LTE. A ideia do projeto é possibilitar um smartphone com peças oriundas de vários fabricantes. O usuário poderá inserir câmera de um empresa, tela de outra e processador de uma terceira, construindo o melhor telefone para si. O Google será o responsável pelo conjunto onde as partes estarão reunidas, bem como pelo software que garantirá que tudo seja compatível. A expectativa é que o Ara acelere o desenvolvimento na criação de componentes separados que compõem um celular.

Peças do Projeto Ara serão fabricadas por diferentes desenvolvedores (Foto: Divulgação/Google ATP)

A escolha de Porto Rico como lugar de estreia tem várias razões. Eremenko destacou o fato de a ilha ser uma zona de livre comércio, o que facilita a recepção dos módulos de diferentes desenvolvedores ao redor do mundo. Outro fator importante é que há um mercado bastante diversificado com aparelhos de entrada, sendo 75% do acesso à Internet feito a partir de dispositivos móveis. Além disso, Porto Rico está sob jurisdição da FCC, órgão que regulamenta as telecomunicações nos Estados Unidos, servindo bem como mercado de teste para o país. Na ilha caribenha, os telefones Ara serão vendidos através de caminhões posicionados em diversos lugares. Eles serão equipados com impressoras 3D e de sublimação de tinta, permitindo a personalização do aparelho direto no ponto de venda. O Google diz que deseja que o tempo de customização seja menor de cinco minutos. Para quem não quiser esperar, também haverá versão pré-desenhada pronta para uso.

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A Origem dos Inventos – Máquina de Calcular

A palavra “cálculo” tem sua origem no termo latim para pedra, “calculus”. Acredita-se que pequenas pedras tenham sido um dos primeiros instrumentos utilizados pelo homem para calcular. Na verdade, a prática de reorganizar as pedras em colunas deu origem à primeira calculadora, o ábaco, que se originou na China no século VI a.C.

O ábaco tem uso limitado mas, nos 24 séculos seguintes, foi o único e principal mecanismo existente para calcular. A ciência dos cálculos permaneceu um trabalho enfadonho e tedioso, geralmente impedindo o progresso científico. Isto tinha especial significado na área da astronomia, onde somas enormes eram calculadas para determinar as órbitas e os movimentos dos planetas. Realizadas inteiramente à mão, tais equações levavam anos para serem completadas pelos matemáticos.

A primeira máquina de somar de verdade foi construída em 1642 pelo francês Blaise Pascal (1623-62), filho de um cobrador de impostos. Filósofo e matemático, Pascal cresceu observando seu pai ocupado em horas de cálculos tediosos. Determinado a reduzir o trabalho do pai — e possivelmente o seu próprio, pois também pensava em se tornar um cobrador de impostos no futuro —, construiu aos 19 anos um aparelho automático que, girando suas pequenas rodas, adicionava e subtraía. Por mais precisa e rápida que fosse para sua época, a máquina de calcular de Pascal nunca foi bem aceita: os funcionários, cujo ganha-pão eram os cálculos à mão, viram no dispositivo uma ameaça a seu trabalho e se recusaram a usá-lo.

Em 1671, o matemático alemão Gottfried Wilhelm von Leibniz construiu um mecanismo, a “roda graduada”, capaz de fazer as quatro operações fundamentais e ainda extrair raiz quadrada. O cartão perfurado foi criado na primeira metade do século XVIII, mas a aplicação de seu princípio à máquina de calcular só se deu em 1880, por iniciativa do americano Herman Hollerith (1860-1929), que trabalhava no departamento de recenseamento dos Estados Unidos e estava preocupado com a quantidade de informações que precisava ser gravada e processada. Ele abriu sua própria empresa em 1896 e, ao lado de dois sócios em 1924, fundou a IBM (International Business Machines).

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http://guiadoscuriosos.com.br/categorias/3563/1/invencoes.html

A Origem dos Inventos – Símbolo da Paz

Quando alguém se refere ao símbolo da paz de imediato nos vem à cabeça a imagem do famoso círculo com três linhas no interior. Todos os que pertencem à geração pós 2ª guerra mundial estará de certeza muito familiarizado com ele, por ter sido esse o período do seu maior uso na sociedade.

No entanto, o que poucos saberão é que esse símbolo não foi criado como símbolo de paz e nem sequer foi a primeira imagem para a simbolizar. A finalidade desse símbolo, criado pelo britânico Gerald Holtom em 1958, foi idealizado para simbolizar o movimento para o desarmamento nuclear e supõe-se que a sua criação terá sido encomendada pelo Comité de Acção Directa contra a Guerra Nuclear.

Claro que, assim que a imagem criada por Holtom começou a ganhar popularidade, foi logo adoptada por outras causas. Provavelmente nunca o seu criador imaginou que o seu design iria ser usado para outros fins e muito menos que fosse atravessar fronteiras oceânicas.

No mesmo ano da sua criação a imagem chegou aos Estados Unidos através de um manifestante pacifista de nome Albert Bigelow, que navegou um pequeno barco perto de um local de testes nucleares. Esse barco ostentava o símbolo de paz de Holtom.

Mas foi só em 1960 que começou a ser utilizado como sinal de paz quando foi produzido em massa pela União Estudantil para a Paz. Milhares de cópias foram produzidas e vendidas em várias universidades. Com essa disseminação, que se foi tornando exponencial, no final dessa década tornou-se aceite em todo o mundo como um símbolo para a paz.

Existe também alguma curiosidade sobre as linhas do logo de Holtom. Que significam? Bem, a verdade é que a inspiração para a sua criação veio dos sinais de bandeiras.

E o que foi que Holtom fez então? Simples. Limitouse a combinar dois sinais que representam as letras ‘N’ e ‘D’, que são as iniciais das palavras Nuclear Disarmament (desarmamento nuclear, em inglês).

Como foi criado o símbolo da paz

A forma de fazer os sinais com bandeiras é a seguinte:

Se se mantiver as duas bandeiras para baixo sob a forma de um “V” invertido, cria-se o sinal da letra ‘N’.

O ‘D’ pode ser formado segurando uma bandeira apontada para cima e outra para baixo.

Ora se combinarmos ambos os sinais por sobreposição e desenharmos um círculo à sua volta, obtemos imediatamente o logo de Holtom.

 

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http://origemdascoisas.com/a-origem-do-simbolo-da-paz/

A Origem dos Inventos – Maionese

A maionese será, provavelmente, o molho mais famoso no mundo, superando mesmo o ketchup.

Consegue adivinhar a origem da maionese? Acha que, assim como noutras invenções do passado, o real criador da maionese não é conhecido na história?

Na verdade, existem diversas suposições sobre quem terá criado a maionese. A história mais interessante sobre o surgimento da maionese começa no ano de 1756, quando se iniciava a Guerra dos Sete Anos (1756 a 1763).

Nessa altura o rei francês Luis XVI ordenou ao seu general Louis François Armand de Vignerot de Plessis, o terceiro Duque de Richelieu, que conquistasse aos ingleses a ilha Minorca, nas Baleares.

A primeira cidade a ser conquistada pelo Duque de Richelieu foi a cidade de Mahon. Para comemorar essa vitória o cozinheiro do Duque foi incumbido de preparar um “banquete” dentro da escassez dos alimentos que existiam num cenário de guerra. Sem natas para fazer o molho que pretendia para acompanhar a comida, o criativo cozinheiro decidiu utilizar azeite, ovos e sal. O resultado foi muito apreciado por todos os comensais e foi então decidido baptizar esse molho como uma referência à primeira conquista, a cidade de Mahon: a palavra escolhida foi Mahonaise.

Imagem de Port Mahon em 1756

No ano de 1905, Richard Hellman, um alemão proprietário de uma loja gourmet em Manhattan, na cidade de Nova Iorque, usou a receita da sua esposa  e começou a vender maionese pronta em potes de madeira.

A primeira vez foi vendida no Hellman’s New York Deli. Pode-se deduzir que a maionese se tornou mais disponível para as pessoas que começavam a gostar do produto.

Em 1913, por motivos de higiene, a comercialização passou a ser feita em potes de vidro. Era mais fácil de vender e foi comercializado em larga escala. Era então chamado  “Hellman’s Blue Ribbon Mayonnaise”.

A sua popularidade foi instantânea e rapidamente a maionese passou a ser o complemento mais desejado para sanduíches e outros petiscos.

Actualmente comprar maionese pronta é algo perfeitamente comum, ao ponto de haver muitas pessoas que não conhecem o sabor da maionese feita em casa.

Quem pensaria que a partir duma situação de escassez de alimentos, derivada de um cerco a uma cidade durante uma guerra, um simples molho chegaria à fama mundial séculos depois?

Quase de certeza que nem o cozinheiro do Duque de Richelieu, que o inventou, poderia ter qualquer ideia sobre o que aconteceria depois dessa sua simples criação de recurso.

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http://origemdascoisas.com/a-origem-da-maionese/