Galinha Pintadinha: a marca milionária que começou por acaso

São Paulo – Pais e mães do Brasil inteiro conhecem bem esta marca: sucesso absoluto entre as crianças, a Galinha Pintadinha já teve 4 bilhões de visualizações em seu canal no Youtube e hoje movimenta mais de 300 milhões de dólares em produtos licenciados.

Porém, o que pouca gente sabe é que essa história de sucesso começou quase que por acaso.

O fundador Juliano Prado conta que ele e seu sócio Marcos Luporini estavam com dificuldade para conseguir investimento e continuar o que antes era apenas um projeto pessoal. Um dia, um amigo da dupla pediu o arquivo em vídeo para apresentar numa emissora de TV.

“Como não conseguimos gravar em DVD, resolvemos subir o clipe no Youtube para que ele pudesse ter acesso. Íamos apagar logo depois, mas acabamos esquecendo o clipe lá”, lembra Prado.

A emissora não se interessou pelo produto. Porém, seis meses depois o vídeo tinha 500 mil visualizações no Youtube. “Foi quase por acaso. Vimos que as pessoas gostavam e pediam novos clipes”, conta. O empreendedor lembra que na época, em 2006, praticamente não havia conteúdo profissional no Youtube.

“Ficamos inclusive com medo de que colocar na internet pudesse nos prejudicar na hora de crescer. Mas aconteceu justamente o contrário”, conta.

Força do online

Foi o estalo para a marca deslanchar. Depois do sucesso do primeiro vídeo, em vez de continuar esperando por patrocinadores ou pela aprovação de emissoras de TV, os sócios decidiram investir por conta própria na gravação do primeiro DVD da marca.

Com 15 mil reais e muita boa vontade de todos os envolvidos na produção, eles conseguiram lançar a coletânea de forma independente em 2008. Desde então, a marca já lançou outros três DVDs. Só no Youtube são 7 milhões de visualizações diárias.

A marca tem apostado em reforçar sua presença online e tem seus clipes disponíveis em cerca de 15 canais na internet (além do Youtube, está na Netflix e Now, por exemplo).

Em dez anos de história, nunca teve um programa na televisão.

Música brasileira

Além dos vídeos, em 2012 a Galinha Pintadinha passou a faturar também com produtos licenciados. Hoje são 900 itens, que incluem material escolar, bonecos, itens de higiene, decoração de festas etc.

No total, os produtos licenciados da marca movimentam um montante de 300 milhões de dólares, dos quais a empresa de Prado fica com cerca de 2%. “Estamos em 89º lugar no ranking global das marcas licenciadas, com o agravante de que não temos programa na TV, algo raro nesse meio”, afirma o empreendedor.

Para Prado, o sucesso dos vídeos é fruto de uma conjunção de fatores. O primeiro deles é o fato de a empresa ter aproveitado o início do da febre pelos vídeos na internet.

“A gente tem um produto que, meio sem querer, estava bem adaptado a esse universo digital. Na época era só um projeto que a gente estava botando no ar e vendo no que dava. Tem a ver com essa mudança de paradigma. Somos uma produtora de fundo de quintal que concorre com grande empresas”, afirma.

Outro fator, segundo Prado, é que a Galinha Pintadinha trabalha com músicas brasileiras. “A música brasileira é muito rica. Nosso primeiro DVD é feito apenas com músicas nacionais de domínio público, até por uma questão de custo. A gente pegou essas musicas que já tinham sido muito regravadas e pela primeira vez incluímos um desenho animado. Aí juntou a força da música nacional com a novidade do formado digital.”

Futuro

A Galinha Pintadinha também está fazendo sucesso no exterior. O canal do Youtube em espanhol já soma 2,5 bilhões de visualizações. Há ainda conteúdos traduzidos para o inglês.

Agora, a marca trabalha na tradução para mais cinco línguas: italiano, francês, alemão, japonês e chinês.

Outro produto a ser lançado no ano em que a marca comemora dez anos é a Galinha Pintadinha Mini. “É uma série com histórias, um pedido antigo dos fãs”, explica Prado. Serão 26 episódios, com 11 minutos cada, em que haverá história, música e conteúdo educativo.

fonte

http://exame.abril.com.br/pme/noticias/galinha-pintadinha-a-marca-milionaria-que-comecou-por-acaso

Estes são os significados dos nomes destas marcas de beleza

Elas são amadas, queridas, adoradas e fazem parte de nosso dia a dia. Se algumas delas possuem significados mirabolantes por trás dos nomes, outras buscaram a simplicidade no começo. E tudo bem!
Por mais que uma boa e suculenta história seja uma boa e suculenta história, no fim do dia, o que vai importar mesmo é a qualidade dos produtos, não?
A seguir, conheça a verdade sobre algumas das empresas de belezas mais bombadas.
 
1. M.A.C
Nenhum significado obscuro aqui. A canadense M.A.C foi fundada por um maquiador e um fotógrafo cansados de como as maquiagens normalmente pareciam ruins nas fotos de editoriais.
Na cozinha deles, decidiram colocar mãos à obra e criar os próprios produtos. Mas a maior sacada mesmo foi embalar os cosméticos em potinhos pretos, em vez dos famosos compactos, algo que logo virou a marca-registrada da companhia.
Quanto ao nome, nada de mistério, é simplesmente as iniciais de Make-up Art Cosmetics (Maquiagem Arte Cosméticos). Ai, a simplicidade!
2. Natura
Uma das maiores empresas de cosméticos do mundo, a Natura nasceu em 1969 como uma lojinha em São Paulo. Interessado em fabricar produtos especialmente criados para a diversa pele do povo brasileiro, o co-fundador da empresa Luiz Seabra escolheu para o negócio um nome que remetia aos hippies da época, além de explicitar um dos ideiais do negócio até hoje: o valor da natureza.
3. O Boticário
Nada de significado illuminati aqui. “Boticário” é simplesmente a antiga denominação de farmacêutico. E, bem, foi assim que a gigante brasileira dos cosméticos começou: como uma farmácia.
Em 1977, no centro de Curitiba, no Paraná, Miguel Krigsner abria as portas de um negócio de manipulação de medicamentos.
Com um atendimento diferenciado, o lugar fazia sucesso e, em pouco tempo, ele resolveu aventura-se, também, na produção de outros produtos – um creme hidratante, um xampu e uma colônia. Nascia aí uma história de sucesso!
4. AVON
A AVON nem sempre foi AVON e muito menos quer dizer NOVA ao contrário. Começou como “Union Publishing Company”, empresa de venda de livros e revistas porta a porta na qual o jovem farmacêutico David McConnell trabalhava.
Em pouco tempo, de vendedor ele passou a supervisor e, em 1886, comprou metade da firma. Percebeu que as mulheres ficavam mais interessadas nas amostras grátis de perfume que levava do que nos livros.
Enxergou aí um potencial e renomeou o negócio para “California Perfume Company”. Anos depois, após uma viagem para Stratford-upon-Avon, cidade-natal de Shakespeare na Inglaterra, achou o lugar muito parecido com a região de Nova York onde cresceu. Nascia a AVON.
5. Mary Kay
Essa é fácil! Mary Kay é o apelido de Mary Kathlyn Wagner, norte-americana que aos 45 anos resolveu criar a própria empresa de cosméticos. Antes de iniciar o negócio, entretanto, trabalhou como vendedora porta a porta de livros.
Viu um dos homens que treinou ser promovido no lugar dela e resolveu sair de cena e escrever um livro para ajudar outras mulheres a tocarem os próprios negócios. O livro acabou por despertar nela o desejo de desenvolver um projeto para chamar de “seu”. Ainda bem!
6. Sephora
Claro que uma empresa com um nome tão pomposo teria uma explicação, digamos, maravilhosa para o mesmo. Sephora é a junção de “Zipporah”, a esposa de Moisés no Livro Êxodo conhecida pela beleza descomunal, com “Sephosis”, termo grego para definir vaidade. Franceses!
7. Urban Decay
A tradução seria “Decadência Urbana”, o que soa um tanto estranho para uma marca de beleza, não? O fato é que o nome foi escolhido não pelo significado, mas pela sonoridade.
E deu certo! Além de perfeitamente combinar com a proposta moderninha da empresa norte-americana.
8. Make Up Forever
Criada na França nos anos 1980, a Make Up Forever foi uma ideia da então artista plástica Dany Sanz. Quando trabalhava na produção de um teatro, o diretor pediu para que ela pintasse o corpo de um dos atores.
Quando viu a “criação” em movimento, não teve dúvidas: essa seria a paixão dela. O nome veio naturalmente, a partir do compromisso da maquiadora com a profissão “for pros, for you, for ever” (“para profissionais, para você, para sempre”).
Não à toa, a marca é conhecida pela qualidade dos produtos.
9. OPI
Ai, os esmaltes da OPI! E, quem diria, o nome da marca é o acrônimo de um deslocado Odontorium Products Inc. Sim, por mais estranho que isso possa parecer, a empresa começou como uma firma de equipamentos odontológicos. Choque!
10. Nyx
Queridinha de quem é obcecada por maquiagem, mas não tem muito dinheiro para gastar, a Nyx foi criada em 1999 por Toni Ko. “Percebi que existia uma grande brecha entre as marcas de prestígio vendidas nas lojas de departamento e as populares, distribuídas nas farmácias.
E não havia nenhum produto de qualidade com uma embalagem bonita e com um preço amigo. Minha missão foi fechar essa brecha”, contou ela certa vez.
E, por mais incrível que pareça, não existe um significado metafísico por trás do nome, não. Nyx, na mitologia grega, é a personificação da noite. Simples assim, tá?
11. NARS
NARS é basicamente o sobrenome do fundador da marca, o francês François Nars. E é mais uma gigante dos cosméticos criada por um maquiador frustrado com as opções disponíveis no mercado. Decepção transformada em milhões de dólares!
12. Benefit
Essa história é maravilhosa! Conhecida pelas embalagens incríveis e pelos nomes, hum, estranhos dos produtos, a Benefit, empresa norte-americana criada pelas gêmeas idênticas Jean e Jane Ford, começou como uma pequena loja de cosméticos chamada “The Face Place”.
Criada em São Francisco, Califórnia, em 1976, a marca logo de cara se destacou pela proposta diferenciada e por um certo “corante” para lábios e bochechas.
O então chamado “Rose Tint”, a primeira criação das irmãs, foi desenvolvido especialmente para uma dançarina que gostaria de ter mais cor nos mamilos dela. Hoje, chamado Benetint, é o best-seller da empresa.
O fato é que a companhia só mudou de nome mesmo nos começo dos anos 1990, quando, com uma inevitável expansão internacional, ficou decidido que precisavam de algo mais forte.
Após uma viagam à Itália, Jane colocou na cabeça que deveria ser algo com a palavra “Bene” (bom). Nascia a Benefit (benefício).
13. NIVEA
A alemã Nivea é uma daquelas marcas que, inevitavelmente, acompanham a gente a vida toda. Vai, confessa! E o nome da empresa é a definição perfeita para o primeiro hidratante da história, o NIVEA Creme.
A partir das palavras latinas nix (neve) e nivis (de neve), em 1911, o farmacêutico Oscar Troplowitz e o dermatologista Paul Gerson Unna fundavam uma das maiores companhias de beleza do mundo.
14. Maybelline
Nada como uma boa história de amor, não é mesmo? Ainda mais se ela se transformar em um negócio multimilionário. Maybel Williams estava apaixonada por um cara que não queria nada com ela. Típico!
Então, acreditou que se investisse em ~truques~ para ~melhorar~ a aparência conseguiria o amor da vida dela (era 1915, gente!). Uma dessas receitas caseiras, aplicar vaselina, cinza de cortiça e carvão sobre os cílios, chamou a atenção do irmão Tom, na época, um jovem químico.
Dois anos depois nascia a Maybelline, uma junção do nome da irmã com Vaseline, um dos componentes do novo cosmético.
Fonte: www.exame.abril.com.br

13 marcas gringas que tiveram que adaptar seus produtos ao Brasil

Marcas gringas que querem entrar em novos mercados têm que se adaptar aos hábitos locais. O consumidor brasileiro, por exemplo, tem particularidades que já deixaram especialistas de marketing coçando a cabeça. Confira produtos que mudaram para vencer aqui

1) Ruffles limão, costelinha e pizza

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Analistas de marketing apontam que o brasileiro adora experimentar novos sabores. De olho em pesquisas de preferência do consumidor, a Ruffles, marca de salgadinhos da Elma Chips, já lançou produtos nos sabores costelinha, pizza e até limão! Parece exótico? Em 2011, rolaram edições limitadas de estrogonofe e yakissoba, dois pratos também com grande apelo popular no Brasil

2) Postos de gasolina do Walmart

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Nos postos dos EUA, é comum que o próprio consumidor maneje a bomba para abastecer o carro. Por isso, o Walmart não viu motivos para adotar outro sistema quando chegou ao Brasil, em 1995… Até perceber que o público, acostumado com frentistas, rejeitava a ideia. A classe C, em especial, considerava o “autosserviço” humilhante. A empresa acabou contratando atendentes

3) Evoque Land Rover

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As ruas brasileiras não são para qualquer carro, não! O Evoque, por exemplo, trocou o modelo europeu de pneus com 17 polegadas para 18. A borracha “extra” ao redor da roda garante menos pulos e maior resistência. Além disso, os vidros foram substituídos por versões laminadas, para atenuar um pouco nosso típico calor tropical

4) BK Cheddar, do Burger King

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Herança do sul do país, o churrasco é uma paixão nacional. Basta ver os rodízios de carne e as festas típicas de domingo, regadas a futebol e cerveja. O Burger King percebeu esse traço e, em vez de usar chapa, como outros fast-foods, deu preferência à grelha. Outra tendência que a rede detectou foi nossa preferência pelo cheddar, um queijo de origem inglesa. Resultado: criou um sanduíche cheio da iguaria

5)Escavadeiras e pás-carregadeiras Hyundai

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Os pneus das escavadeiras e pás-carregadeiras da Hyundai exportadas ao Brasil também mudaram. O tipo radial tem menor desgaste nas curvas. Mas a grande mudança foi a pá: no Brasil, ela é invertida. Assim, evita que o bagaço da cana-de-açúcar caia no radiador da máquina, causando elevação de temperatura e até mesmo incêndios

6) Tiffany

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Nosso mercado de luxo é tão convidativo que marcas como as joalherias Tiffany, Hermès e Cartier abriram uma exceção mundial quando vieram para cá. Somos o único país no mundo em que essas grifes parcelam a compra no cartão de crédito – um hábito tipicamente brasileiro

7)Absorvente íntimo Sempre Livre Adapt

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A obsessão brasileira por bundas não é só masculina. A Sempre Livre, marca de absorventes da Johnson Johnson, percebeu que as brasileiras gostam de usar calcinhas pequenas e cavadas para valorizar essa parte do corpo. Daí veio a ideia de um produto com um corte mais fino (e, portanto, mais discreto) na parte de trás

8)Sephora e Lancôme

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O comércio eletrônico também se adaptou à mania tupiniquim de parcelar as compras. No site da Sephora, por exemplo, é possível comprar marcas como Dior e Givenchy em até 12 vezes. Detalhe: sem juros, com direito a brinde e frete grátis. A loja virtual da Lancôme também oferece produtos com o mesmo parcelamento e até 20% de desconto

9) Chocolates Hershey’s

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Nosso passado (e presente) como produtores de cana-de-açúcar sempre fez com que o chocolate brasileiro fosse mais doce que o estrangeiro. Mas ninguém avisou a Hershey’s quando a marca veio para cá, em 1998. Seus chocolates “amargaram” quatro anos de baixa venda. A virada só rolou em 2002, quando a empresa adocicou os produtos

10)Nivea Sun Protect Bronze

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Outra imagem tipicamente nacional: a praia! Segundo a marca alemã Nivea, a brasileira até sabe que tem que se proteger dos raios UVA e UVB, mas não quer abrir mão da pele dourada. Então a empresa desenvolveu um misto protetor solar e bronzeador, com FPS 15 e FPS 3. Vale destacar que só depois do sucesso no Brasil o produto foi “exportado” também para a Europa

11)Café do Starbucks

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Reclamação número 1 de brasileiros voltando dos EUA: “Como o café deles é fraco!” Ciente disso, antes de desembarcar por aqui, a rede norte-americana de cafeterias Starbucks investiu em grãos de origem nacional e receitas mais robustas. Nosso cardápio também é o único no mundo com pão de queijo e produtos sazonais, como panetones, oferecidos no Natal, e o Brigadeiro Frappuccino, servido na época da Páscoa

12) Fuel For Life L’Eau

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Em todo o mundo, a fragrância Fuel for Life L’Eau, da grife de jeans Diesel, só existe na versão masculina. Porém, no Brasil, as vendas foram tão boas que a marca decidiu criar uma versão feminina. O resultado é um perfume com notas de jasmim, pimenta-rosa e framboesa

13) Hidratante Iso-Urea da La Roche-Posay

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O fato de a gente morar em um país tropical faz com que nossa pele seja mais oleosa do que a dos europeus. O calor constante ainda traz aquela sensação de que tudo gruda no corpo. Para agradar as consumidoras que detestam produtos pegajosos e pesados, a La Roche-Posay deixou a textura do hidratante Iso-Urea Loção mais fluida

NOSSO JEITINHO

Segundo analistas de consumo, o brasileiro:

– É impulsivo e desorganizado, o que o leva a se atrapalhar com o cartão de crédito e o cheque especial

– Tornou-se mais exigente com o avanço da classe C. Sabe o que quer e pesquisa na web sobre o que lhe interessa

– Gosta de experimentar novidades

– Aprecia marcas e status

– Preza produtos estrangeiros que valorizem sua cultura e suas matérias-primas

– Encanta-se com edições especiais ou coleções premium

– Baseia-se no comportamento de personagens de novelas mais do que em tendências apontadas por revistas

– Adora promoções e brindes

– É emocional e compra para compensar frustrações

– Prefere parcelar a compra, para usufruir do produto na hora, do que eco

fonte

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/13-marcas-gringas-que-tiveram-que-adaptar-seus-produtos-ao-brasil?conteudo-relacionado

A Origem das Marcas – Trifil

 

A TRIFIL é a marca de moda íntima que acompanha as transformações da mulher brasileira há mais de 50 anos. Sempre versátil, as peças da TRIFIL são perfeitas para complementar ou criar looks clássicos e confortáveis, sempre aproximando as consumidoras com o mundo da moda.
A história 
Tudo começou no ano de 1963 no bairro do Cambuci, em São Paulo, em um prédio de quatro andares, quando Ludwig Heilberg, imigrante alemão, alfaiate e proprietário de uma pequena confecção de uniformes, resolveu ampliar os negócios produzindo roupas de tamanhos especiais. Visionário, ele resolveu também explorar um novo nicho de mercado, a confecção de meias femininas. Com isso, surgiu a marca TRIFIL, cujo nome foi inspirado em teares que trabalham com três fios. Rapidamente a marca se consolidou no mercado de confecção de meias femininas pela alta qualidade de seus produtos. A empresa cresceu a passos largos até os anos de 1970, quando as calças compridas passaram a dominar o vestuário feminino. A solução encontrada foi diversificar a produção, confeccionando agasalhos esportivos, sob licenciamento da marca Adidas. Em 1975, começou a produzir, também, camisas pólo, agasalhos e calções de futebol com a marca TRIFIL.

 

 

Com a expansão da empresa, o antigo prédio do Cambuci já não dispunha de espaço suficiente para a imensa demanda de produção. No mês de março de 1980, a empresa foi transferida para o bairro de Bonsucesso, em Guarulhos. Em 1986, a empresa abandonou, definitivamente, a produção de agasalhos esportivos e apostou na confecção de moda íntima. A segunda unidade fabril da empresa foi inaugurada em 1990, também em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, e construída a partir de sistema verticalizado, tornando-se autosuficiente para beneficiamento de matéria-prima. Nessa unidade foi criado um centro de texturização e recobrimento de fios. Além disso, o crescimento da TRIFIL se manteve e ocorreram lançamentos de novos produtos como meias esportivas e masculinas. Sempre a frente de seu tempo, a empresa apostou no segmento Sem Costura, importou máquinas italianas de última geração e criou a marca de lingerie SCALA. A empresa foi pioneira do setor a explorar esse tipo de tecnologia, que também foi estendida para a marca TRIFIL, através de sutiãs e calcinhas sem costura. Era o ano de 1998 e sob o slogan “Experimente usar nada”, a marca, rapidamente, conquistou consumidoras exigentes que procuravam peças com informação de moda e extremamente confortáveis. Nesta época, a TRIFIL percebeu que as meias-calças deixaram de ser uma peça básica e se tornaram um acessório de moda. Com isso, a marca adotou estampas de flores e arabescos, cores e diversas espessuras de fios, aproximando os produtos do universo da moda.

 

 

No início da próxima década a empresa expandiu ainda mais sua produção com a inauguração de uma nova unidade fabril na cidade de Itabuna, na Bahia. Nos anos seguintes a marca expandiu sua linha de produtos com lançamentos como o sutiã Sensação (extremamente confortável), as meia-calças modeladoras e as meias esportivas com cano invisível Active. Além disso, lançou produtos para crianças e bebês. Em 2010, o fundo americano Carlyle, adquiriu 51% da empresa. Até então, a fabricante das meias e produtos TRIFIL crescia acima de 10%, mas quando o fundo entrou na gestão, quis mudar as estratégias. Infelizmente, para os novos controladores, não funcionou. Além de entrarem em rota de colisão com a família fundadora, a marca TRIFIL começou a gerar prejuízo. Apesar das dificuldades a marca continuou inovando ao lançar, em 2011, a linha Impuls Biofir, cujas peças são confeccionadas com fio especial que contém cristais bio-ativos, capazes de utilizar o calor do próprio corpo para promover a microcirculação, a oxigenação e a drenagem das células. Essa linha, além de disfarçar a celulite, modela o corpo, afina a cintura, levanta o bumbum e segura a barriga, tudo sem abrir mão do conforto. Desde então a marca investe muito no segmento de meias-calças funcionais, que corrigem pequenas imperfeições e até previnem alguns problemas de saúde. Ainda este ano, apostou nos personagens Penélope Charmosa, Looney Tunes e Princesas do Mar para estampar as meias da coleção infantil.

 

 

Em 2013, para comemorar 50 anos de sucesso a TRIFIL lançou uma campanha publicitária especial para a coleção de inverno, que continha um vídeo super descontraído embalado pela cantora Rita Lee, que preparou um novo arranjo para a música “Agora só falta você”. Além disso, a marca passou por uma ampla reformulação de coleções, embalagens, identidade visual e logotipo, com a assinatura “Você by Trifil”. No ano seguinte, tecnologia e variedades de shapes marcaram a nova linha de produtos modeladores da tradicional marca de moda íntima. As peças (boxer de cós alto, short, bermuda, meia-calça e corsário) foram desenvolvidas especialmente para modelar as diversas áreas do corpo feminino, ajudando a redesenhar a silhueta e valorizar as curvas da mulher brasileira. Uma das novidades recentes da marca é a coleção + Curvas, que como o próprio nome diz, oferece calcinhas e sutiãs que valorizam as curvas e a beleza real de cada mulher.

 

 

É observando e acompanhando as transformações das mulheres brasileiras, há várias décadas, que a TRIFIL cria cada um de seus produtos. Contando sempre com o apoio de uma vasta pesquisa de moda e o que existe de mais moderno em tecnologia. Não é à toa que a TRIFIL se tornou a marca da moda íntima da mulher brasileira. Atualmente a TRIFIL oferece uma linha completa para mulheres, homens e crianças e dividida em quatro linhas de produtos: Feminino (meias-calças, meias esportivas, meias soquetes, leggings, cintas modeladores, lingeries, 2ª pele, meias 3/4, 5/8 e 7/8), Homem (cuecas, meias e meias esportivas), Infantil (meias, meias soquetes, meias-calças e meias esportivas) e Bebê (meias, meias-calças e leggings).

 

 

A evolução visual
A identidade visual da marca passou por uma remodelação radical em 2013. Adotou a cor rosa e uma nova tipografia de letra. Além disso, o logotipo ganhou uma inclinação no nome da marca.

 

Os slogans 
Você by Trifil. (2013)
Apaixonada por você. (2011)
Sai a costura, entra o conforto. (2007)
Experimente usar nada. (1998)

 

Dados corporativos
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1963 
● Criador: Ludwig Heilberg 
● Sede mundial: Guarulhos, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: TFL Comércio de Roupas e Acessórios Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Bruno Heilberg 
● Faturamento: R$ 400 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 10 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 4.500 
● Segmento: Moda íntima
● Principais produtos: Meias-calças, calcinhas, sutiãs, cuecas, meias e camisetas 
● Concorrentes diretos: Lupo, Puket, Hering, Hanes, Hope, Triumph, Duloren e DeMillus 
● Slogan: Você by Trifil. 
● Website: www.trifil.com.br
A marca no mundo 
Hoje em dia a TRIFIL, que pertence ao Grupo Scalina, proprietário também da marca de lingerie Scala, comercializa seus produtos (meias-calças, sutiãs, calcinhas, cintas modeladores, cuecas, meias, camisetas, regatas e calças legging) em mais de 20 mil pontos de vendas em todos os estados brasileiros. A marca, referência em meias-calças e lingeries no mercado brasileiro, também exporta seus produtos para outros países. Líder no segmento de meias e de produtos sem costura, com mais de 50 anos de tradição no mercado, a marca possui lojas próprias em São Paulo e Brasília. Os produtos com a marca TRIFIL são produzidos em duas unidades fabris em Guarulhos (SP) e uma em Itabuna (BA).
Você sabia? 
● A TRIFIL é licenciada para fabricar produtos das marcas Olympikus, Mormaii, Red Nose e Speedo. Este segmento de negócio ganhou força a partira de 2005 com as marcas da Turma da Mônica e Mormaii.
fonte

A Origem das Marcas – Canada Goose

 

Sempre aquecido, seco e confortável nas piores condições climáticas de frio extremo. Essa é a principal missão da marca CANADA GOOSE, que com seus casacos e parcas aquece e protege do frio e do vento, até mesmo no Ártico. Suas roupas e acessórios são produzidos somente no Canadá utilizando materiais nobres, e exibem o design que é a assinatura da grife. E experimente perguntar para quem usa uma de suas parcas porque CANADA GOOSE e a resposta será: “é a peça mais quente que se pode comprar”. Afinal, a marca se tornou uma declaração de moda global como um escudo contra o frio.
A história 
A história começou nos anos de 1950, quando o polonês Sam Tick se instalou no Canadá. Depois de trabalhar como costureiro em diversas fábricas de parcas e casacos para o intenso frio canadense, seguindo seu espírito empreendedor ele fundou em 1957 na cidade de Toronto a Metro Sportswear, que iniciou em um pequeno galpão a fabricação de casacos capazes de suportar o rigoroso frio dos invernos canadenses. Originalmente produzindo casacos, jaquetas e coletes à base de lã, além de capas de chuva, no início da década de 1970, com o desenvolvimento de novas tecnologias, a empresa iniciou a fabricação de casacos e parcas com penas de ganso para invernos rigorosos e climas adversos. A empresa então se concentrou principalmente na fabricação de casacos e parcas pesadas para os Rangers canadenses (que normalmente realizam o papel de vigilância do Ártico), departamentos municipais de polícia, Polícia Provincial do Ontário, trabalhadores municipais, do Ministério do Ambiente e do Ministério de Serviços Penitenciários. Nesta época a empresa também fabricava casacos e parcas para outras marcas.

 

 

No início da década de 1980, seu genro, David Reiss, que já trabalhava na empresa, assumiu o comando dos negócios. No dia 5 de outubro de 1982, Laurie Skreslet fez história como o primeiro canadense a chegar ao cume do Monte Everest vestindo uma parca projetada e fabricada pela empresa. Em 2011, este icônico casaco seria relançado no mercado como Skreslet Parka. Pouco depois, em 1985, as parcas e casacos da empresa começaram a ser comercializadas com a marca SNOW GOOSE. O nome da nova marca era bastante apropriado, afinal a empresa fabricava casacos para frio (e neve remete a isso) com penas de ganso (goose em inglês). Foi nesta década que, inspirada por um dos lugares mais frios da Terra, a empresa lançou a Expedition Parka, uma parca desenvolvida especificamente para atender às necessidades exclusivas de cientistas na Estação McMurdo, na Antártida. A parca rapidamente se tornou popular entre os exploradores e pesquisadores de regiões extremamente frias e ganhou o apelido de “Big Red”. Nesta época, a marca começou a patrocinar as equipes de pesquisa instaladas no Ártico e rapidamente se tornou indispensável para as expedições polares.

 

 

Antes de expandir as vendas para o restante do mundo, a empresa concentrou seus esforços no mercado europeu a partir da década de 1990, pois fazia mais sentido devido ao clima severo encontrado em alguns países do continente. Só que surgiu um enorme problema. O nome SNOW GOOSE já estava registrado na Europa e a empresa então resolveu comercializar seus produtos com a marca CANADA GOOSE em 1993. Rapidamente seus casacos e parcas se tornaram populares, especialmente nos países escandinavos.

 

 

A história da empresa e da marca começaria a mudar em 1997 quando Dani Reiss, filho de David, ingressou nos negócios. Quando ele assumiu o cargo de CEO em 2001, a CANADA GOOSE faturava poucos milhões de dólares anualmente. Para tornar a marca  um ícone no seu segmento de atuação, ele tomou duas decisões cruciais: comercializar seus produtos somente com a marca CANADA GOOSE e fabricar suas peças no Canadá (“Made in Canada”), uma decisão arriscada quando a maioria das empresas terceirizava a produção para a Ásia, onde os custos trabalhistas são muito mais baixos. Mas essas decisões deram resultados. Isto porque, nos próximos dez anos, o faturamento da empresa cresceu mais de 2.000% e a CANADA GOOSE construiu enorme reputação de qualidade e luxo nos mercados americano, europeu e asiático, e até em países de clima quente como a Índia e os Emirados Árabes Unidos.

 

 

Outros fatores explicam o enorme sucesso da marca canadense nos últimos anos: celebridades e o glamour do cinema. Apesar de não contratar famosos para endossarem seus produtos, inúmeras celebridades já foram fotografadas com suas parcas, como por exemplo, o jogador inglês David Beckham, Emma Stone, Bradley Cooper, Matt Damon, Hilary Duff, Sarah Silverman, Daniel Craig e a modelo Kate Upton (que pôde ser vista usando uma parca da marca na capa da revista Sports Illustrated, em 2013). Além disso, a CANADA GOOSE é a marca não-oficial de parcas para equipes de cinema trabalhando em ambientes de frio hostil, e tem sido usada fora das câmeras para tudo – desde a série “Game of Thrones” até “Garota Dinamarquesa”. Suas parcas também já foram utilizadas em filmes famosos, como por exemplo, “O Dia Depois do Amanhã” e “A Lenda do Tesouro Perdido”. Embora a marca diga que não utilize a estratégia de patrocínio direto à celebridades, ela tem distribuído gratuitamente seus casacos e parcas em eventos que patrocina como o Sundance ou Festival de Cinema de Toronto.

 

 

Nos últimos anos a CANADA GOOSE expandiu sua linha de produtos ao lançar luvas, gorros e chapéus para frio extremo. Além disso, introduziu sua linha de produtos voltados para crianças. A CANADA GOOSE se viu recentemente forçada a inaugurar duas novas fábricas, uma em Winnipeg e outra em Scarborough, para suprir a alta demanda por seus produtos. O governo do Canadá, desde então, certificou a empresa como responsável por 6% de toda produção têxtil do país. Além disso, em 2013, a compra de parte de ações da empresa canadense pelo fundo de investimento Bain Capital injetou US$ 250 milhões no negócio, o que possibilitou ampliar sua expansão internacional. E a marca anunciou recentemente, que no segundo semestre de 2016, irá inaugurar suas primeiras lojas próprias, inicialmente em Toronto e Nova York.

 

 

Um dos produtos mais antigos e icônicos da marca canadense é a parca SNOW MANTRA (imagem abaixo), desenvolvida especificamente para atender as necessidades dos trabalhadores no Ártico canadense e que tem servido como “uniforme oficial” para os Rangers canadenses e equipes de resgate no Ártico. Pesando aproximadamente 3.4 quilos, testado em campo em temperaturas de até -70°C e composto por mais de 247 peças, a parca se tornou um vestuário indispensável para aqueles que vivem e trabalham em climas hostis de frio extremo.

 

 

Hoje em dia, desde as instalações de pesquisas do pólo sul e do Ártico, das expedições ao Monte Everest até as ruas de Nova York, Moscou, Estocolmo, Milão, Toronto e Tóquio, as pessoas usam os produtos da CANADA GOOSE devido à reputação de qualidade, funcionalidade e estilo para enfrentar adversidades climáticas causadas pelo frio extremo.

 

 

A alta qualidade 
Peças luxuosas de alta performance para o frio extremo estão no DNA da CANADA GOOSE. Por isso, cada jaqueta ou parca da marca canadense passa por 13 etapas de produção e muitas mãos, todas guiadas pelo compromisso artesanal. Do zíper ao botão, cada elemento é cuidadosamente escolhido e meticulosamente colocado no lugar. E antes que deixe a fábrica, uma competente equipe de garantia de qualidade inspeciona cada casaco à mão, garantindo assim que nenhum detalhe seja esquecido. Alguns de seus casacos e parcas requerem até 450 horas de trabalho para serem produzidos. Em uma época onde a produção é terceirizada para manter os preços baixos e reduzir custos, cada peça da CANADA GOOSE é produzida somente em território canadense. Isto explica o porquê de seus casacos e parcas terem preços que começam em US$ 600 e podem facilmente passar de US$ 1.700. Mas manter a produção local também se transformou em uma ótima ferramenta de marketing. Afinal, o clima frio faz parte da identidade nacional do Canadá, e não há melhores julgadores da qualidade dos produtos CANADA GOOSE do que aqueles para os quais eles são projetados – e por quem eles foram inspirados.

 

 

Algumas de suas parcas têm uma tira de pele de coiote no gorro e são preenchidas com penas de ganso. E isto tem despertado a ira dos ambientalistas e defensores dos direitos animais. A CANADA GOOSE responde que apoia o povo canadense que tem a tradição secular de capturar os animais para o uso de suas peles, e a prática é estritamente regulada por autoridades locais.

 

 

A evolução visual 
O logotipo da marca canadense passou por algumas remodelações ao longo dos anos. A identidade visual atual adotou uma tipografia de letra mais fina, moderna e elegante. Mas o principal símbolo de reconhecimento da marca (costurado no peito ou manga de cada peça de vestuário) permanece inalterado: um círculo que contém o mapa do Canadá, folhas de Bordo (símbolo nacional do país) e a inscrição “Arctic Program”. Sempre utilizando as cores vermelho, azul e branco.

 

Os slogans 
Ask Anyone Who Knows™. 
Proudly made in Canada since 1957. 
This Land is Your Brand.

 

Dados corporativos 
● Origem: Canadá 
● Fundação: 1957 
● Fundador: Sam Tick 
● Sede mundial: Toronto, Canadá 
● Proprietário da marca: Canada Goose Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: Dani Reiss 
● Faturamento: US$ 300 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 1.000
● Segmento: Esportivo 
● Principais produtos: Jaquetas, parcas, calças, luvas e gorros 
● Concorrentes diretos: The North Face, Patagonia, Moncler, Pyrenex, Millet, Columbia Sportswear e Arc’teryx
● Ícones: As parcas 
● Slogan: Ask Anyone Who Knows™. 
● Website: www.canadagoose.com
A marca no mundo 
Hoje em dia a CANADA GOOSE, cujo faturamento anual supera os US$ 300 milhões, comercializa sua vasta gama de produtos para climas severos e adversos em mais de 50 países ao redor do mundo. A marca produz mais de 400.000 parcas e casacos anualmente.
Você sabia? 
● A CANADA GOOSE oferece vestuário para frio (incluindo climas fortemente adversos) para homens, mulheres e crianças. Estes produtos irão proteger de elementos extremos que vão do frio entorpecente da Antártida, dos ventos fortes no Mar do Norte até dos climas severos de cidades gélidas.
● A CANADA GOOSE é extremamente famosa por seus doudounes (aqueles casacos de náilon super acolchoados).
● Com dois terços dos ursos polares do mundo vivendo no Canadá, em 2007 a marca uniu forças com a Polar Bears International (PBI) e lançou a coleção de parcas e casacos PBI. As vendas são revertidas para apoiar a conservação dos habitats do urso polar.
fonte

Origem dos mascotes olímpicos

Muitas desses mascotes, criadas para as olimpíadas, foram desenvolvidas em uma época que não era possível contar com o auxílio dos programas de imagem.

Schuss

1968 Olimpíadas de Inverno – Grenoble
Designer: Mme Lafargue

Origem dos mascotes olímpicos

El Jaguar Rojo de Chichen-Itza

1968 Olimpíadas – Cidade do México
Criação baseada em um trono em formato de onça vermelha, na pirâmide “El Castillo” em Chichen Itzá.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Waldi

1972 Olimpíadas – Munique
Designer: Otl Aicher
Cachorros da raça Dachshund são muito comuns na região da Bavaria e representa os atributos ideais de todo atleta: Resistência, Tenacidade e Agilidade.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Schneemann

1976 Olimpíadas de Inverno – Innsbruck

Origem dos mascotes olímpicos

Amik

1976 Olimpíadas – Montréal
Designer: Yvon Laroche, Pierre-Yves Pelletier, Guy St-Arnaud and George Hue.
Representa um dos símbolos nacionais do Canadá.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Roni

1980 Olimpíadas de Inverno – Lake Placid
Designer: Donald Moss
O rosto do guaxinim é uma referência as roupas, gorros e chapéus utilizados pelos competidores.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Misha

1980 Olimpíadas – Moscou
Designer: Victor Chizhikov

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Vučko

1984 Olimpíadas de Inverno – Sarajevo
Designer: Joze Trobec

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Sam

1984 Olimpíadas – Los Angeles
Designer: Robert Moore (The Walt Disney Company)

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Hidy and Howdy

1988 Olimpíadas de Inverno – Calgary
Designer: Sheila Scott
Representam a hospitalidade canadense.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Hodori and Hosuni

1988 Olimpíadas – Seul
Designer: Hyun Kim

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Magique

1992 Olimpíadas de Inverno – Albertville
Designer: Philippe Mairesse
Representam a hospitalidade canadense.

Origem dos mascotes olímpicos

Cobi

1992 Olimpíadas – Barcelona
Designer: Javier Mariscal

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Håkon and Kristin

1994 Olimpíadas de Inverno – Lillehammer
Designer: Javier Mariscal

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Izzy

1996 Olimpíadas – Atlanta
 Foi a primeira mascote foi feita em computador.

Origem dos mascotes olímpicos


Origem dos mascotes olímpicos

The Snowlets:
Sukki, Nokki, Lekki and Tsukki

1998 Olimpíadas de Inverno – Nagano

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Olly, Syd e Millie

2000 Olimpíadas – Sidney
Designer: Matthew Hatton

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Powder(a.k.a. Swifter), Copper(a.k.a. Higher) e Coal(a.k.a. Stronger)

2002 Olimpíadas de Inverno – Salt Lake City
Designer: Steve Small, Landor Associates and Publicis

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Athena and Phevos

2004 Olimpíadas – Atenas
Designer: Spyros Gogos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Neve and Gliz

2006 Olimpíadas de Inverno – Turin
Designer: Pedro Albuquerque 

Origem dos mascotes olímpicos

The Fuwa: Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying, Nini

2008 Olimpíadas – Beijing

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Miga, Quatchi, Sumi e Mukmuk

2010 Olimpíadas de Inverno – Vancouver
Designer: Meomi Design(a group of Vicki Wong and Michael Murphy)

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Lyo and Merly

2010 Olimpíadas da Juventude – Cingapura
Designer: Cubix International

Origem dos mascotes olímpicos

Wenlock e Mandeville

2012 Olimpíadas – Londres
Designer: Iris

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

fonte

http://blog.wedologos.com.br/mascotes-olimpicos/

Logo de empresas famosas: o que aprender com elas?

Uma boa identidade visual é o primeiro passo para qualquer empreendedor que deseja ter sucesso e conquistar o seu espaço no mercado. O logotipo de uma empresa tem a responsabilidade de traduzir os seus diferenciais, os valores da organização, além de dialogar diretamente com os variados públicos, despertando o interesse e a simpatia pela marca. Muitas vezes, o primeiro contato de um cliente com a sua empresa é por meio do logotipo — pensando assim, fica fácil perceber a sua importância, não é mesmo? A primeira impressão precisa conquistar o cliente e auxiliar na construção de um relacionamento duradouro e interessante para ambas as partes.

Por essas razões, podemos afirmar que, muitas vezes, o valor de uma organização está totalmente vinculado à sua imagem, que é traduzida em sua identidade visual e, principalmente, no seu logo. São muitos os exemplos de logos de empresas famosas que podemos citar aqui, que são facilmente reconhecidas em qualquer lugar do mundo e cujo poder tem tudo a ver com as escolhas no momento de se criar a identidade. É claro que não adianta nada ter um logo maravilhoso e exclusivo e não entregar serviços, produtos e atendimento à altura, mas o que não podemos fazer também é nos esquecer desse elemento essencial.

Veja aqui o que podemos aprender com logo de empresas famosas.

A Pepsi e as cores

O logo da Pepsi-Cola já passou por várias transformações ao longo de sua história, mas desde 1962 vem mantendo uma linha contínua, coerente e muito bem-sucedida: a combinação de uma tipografia forte com cores bem características, o azul e o vermelho. Quando a empresa começou, lá em 1898, a sua marca era bem parecida com a do seu principal concorrente, a Coca-Cola, uma tipografia manuscrita em vermelho.

Com o passar dos anos, estudos mostraram que era essencial que a empresa encontrasse uma identidade própria e se diferenciasse no mercado, e a inclusão do azul foi marcante e indispensável nessa transformação. É quase impossível ver a combinação de cores da Pepsi e não fazer a referência imediata. O azul e o vermelho em questão são muito característicos e se configuram como um valor da empresa.

De fato, a escolha das cores é essencial no processo de criação de um logo. Elas dizem muito sobre a empresa e podem ser facilmente reconhecidas pelo público, se tornando um elemento bem forte da identidade. Atenção a esse ponto!

A Ferrari e a personalidade

Um logotipo que já existe desde 1932 e é reconhecido em qualquer lugar do mundo. A marca da Ferrari é sinônimo de força e personalidade e pode nos ensinar muito sobre uma boa identidade visual e a importância da escolha de um ícone marcante e exclusivo.

O cavalo da Ferrari tem a sua origem na Primeira Guerra Mundial, quando o piloto Francesco Barraca, um apreciador da espécie, usava a imagem do animal estampada em seu avião. Enzo Ferrari se encantou com a história e pediu à própria mãe de Barraca para utilizar a imagem como logo da sua nova empresa, no mercado automobilístico. Ele acreditava que isso traria sorte à empresa e vendo os resultados, quem pode dizer o contrário?

Muitas vezes, a escolha de um elemento marcante, com uma boa história por trás, pode ser um caminho de sucesso na criação de um logotipo. Isso desperta o interesse do público, traz personalidade e exclusividade à marca, além de ser muito bonito e ousado!

A Apple e a aplicabilidade

Uma marca que vai bem em tudo: seja nas telas dos computadores e telefones que produz, seja nos tradicionais e minimalistas adesivos que ocupam as traseiras de uma infinidade de carros em todo o mundo. Quem não conhece a maçã de Steve Jobs, o responsável pela criação da marca Apple?

Olhando a história da empresa, descobrimos que nos dois primeiros anos, a marca era, na verdade, uma reprodução da tradicional imagem de Isaac Newton embaixo de uma macieira. Eram tantos elementos que a aplicação era impossível — ninguém conseguia entender quando ela aparecia em tamanho pequeno, e o uso de cores era muito confuso. A mudança foi radical e desde então, mesmo que tendo passado por algumas revitalizações, a empresa é representada por uma simples, elegante e inconfundível maçã mordida.

Um elemento bem básico, mas com grande apelo estético. Uma decisão sábia dos gestores que ajudou bastante a construir a história de sucesso da marca.

A Nike e a simplicidade

Feche os olhos. Agora, visualize o símbolo da marca esportiva Nike. Foi fácil, não foi? Posso dizer, com grande chance de acerto, que você conseguiu imaginar o desenho exato, nas proporções certas, com a curvatura perfeita. Sabe por quê? É um logo extremamente simples e já bem consolidado por aí. Ele é sinônimo da marca e tem uma força e um potencial de comunicação imensurável. Imagine que ele tem até nome: Swoosh! Talvez você não saiba, mas ele é a representação da asa de Nike, a deusa grega da vitória. Com o tempo e a consolidação no mercado, a empresa foi capaz inclusive de retirar a palavra da sua marca e hoje é representada exclusivamente pelo símbolo. Isso que é poder!

Ficou claro que não dá para planejar um negócio de sucesso sem um logotipo coerente, não é mesmo? Nesse contexto, é de extrema importância a escolha de um profissional qualificado para o trabalho. Criar uma marca não é tarefa fácil: ela deve comunicar uma série de fatores, ter afinidade com o negócio e com o público, ser visualmente interessante e facilmente aplicável em diferentes formatos e meios. Em resumo, é trabalho para um profissional.

Um bom designer é capaz de compreender as suas expectativas e encontrar as soluções adequadas para a sua demanda. É um investimento que vale a pena e que pode se traduzir em um grande diferencial competitivo num mercado cada vez mais acirrado. Por isso, antes de tomar a sua decisão, é importante seguir alguns passos: pense bastante sobre o seu negócio, o mercado, seus diferenciais — é essencial passar um bom briefing (resumo do trabalho) ao profissional, fornecendo todas as informações necessárias.

Avalie portfólios de diversos profissionais e identifique aqueles trabalhos que mais te agradam. Você vai acabar encontrando um estilo de sua preferência. Depois de feita a escolha, converse bastante com o designer, mostre referências que te agradem, seja o mais objetivo possível. E pronto, agora é só se preparar para receber um logo exclusivo e super adequado ao seu negócio. Você nem imagina a diferença que vai fazer!

fonte

http://blog.wedologos.com.br/logo-de-empresas-famosas-inspiracao/

O significado das cores de 10 marcas famosas

Por que a Coca-Cola escolheu o branco e o vermelho e não o verde, por exemplo? E por que o Facebook é azul?

Tudo tem um sentido. Na hora da marca definir seu logo e identidade visual, a escolha das cores é decisiva e muito bem pensada.

E cada cor passa uma “mensagem” para o consumidor.

Por exemplo: vermelho transmite robustez, excitação e juventude.

Azul transmite confiança e força. Amarelo transmite claridade, otimismo e conforto. Já o verde passa a ideia de saúde, paz e crescimento.

Pesquisa da Column Five Media mostra que a cor do logo influencia entre 60% e 80% a decisão de compra. Além disso, a cor é a primeira coisa percebida, antes mesmo do nome da marca.

veja os detalhes em

http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economiaenegocios/o-significado-das-cores-de-10-marcas-famosas/ss-BBnB0fy?ocid=spartandhp

A Origem das Marcas – Lorenzetti

Nossa História

No fim do século XIX, o engenheiro civil Alessandro Lorenzetti embarca no Porto de Gênova, Itália, com destino ao Brasil, onde veio trabalhar nas obras do Porto de Vitória, no Espírito Santo, e da estrada de ferro Santos – Jundiaí, em São Paulo. Permaneceu no Brasil por vários anos, retornando à Itália no início do século XX.

No período em que esteve no Brasil, Alessandro Lorenzetti conheceu Carlo Tonanni, com quem estabeleceu sociedade, em 1923, da fundação Tonanni & Lorenzetti. Localizada em um prédio na Avenida Presidente Wilson, no bairro da Mooca, região que abrigava a maioria das indústrias da cidade, a pequena fábrica começou com apenas quatro funcionários e quatro tornos automáticos, tendo como objetivo a fabricação de parafusos de precisão para várias utilidades.

 

Após alguns meses do início das atividades da empresa, chegam ao Brasil seus filhos Lorenzo e Eugênio que, juntos, continuaram o trabalho iniciado por seu pai Alessandro, criando as bases do que é hoje uma das maiores empresas fabricantes de metais sanitários e aparelhos domésticos, a Lorenzetti S.A. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas.

Década de 20 e 30: Pioneirismo

Os irmãos Lorenzetti, rapidamente, aumentaram o número de clientes e as linhas de produtos, fabricando parafusos, pinos e eixos e, já no fim da década, peças para máquinas industriais. Como resultado do bom trabalho que executavam, em poucos anos, Eugênio e Lorenzo adquiriram a parte do sócio Carlo Tonanni.
Nos anos 30, ampliaram a atuação no setor metalúrgico, por meio da fabricação de acessórios de metal para cortinas, bandejas para restaurantes, açucareiros, galheteiros, vasos de latão, entre outros produtos. Sob licença de uma empresa italiana, a empresa ingressou também na importação e venda de material elétrico para instalações.
Nos anos seguintes, Eugênio e Lorenzo continuaram a expandir seus negócios, já com a nova razão social Lorenzetti e Cia, permanecendo atentos às necessidades da época e buscando soluções rápidas e inovadoras, tornando a empresa pioneira na produção e comercialização de diversos produtos. Foi nesse contexto que se deu a produção de patins e isqueiros, entre outros produtos.
No decorrer da década de 30, a empresa desenvolve e fábrica isoladores de disco de porcelana e ferragens para linhas de transmissão de energia e inova ao fabricar pela primeira vez na América do Sul a resina conhecida como “baquelite”, utilizada para a fabricação de material elétrico para instalações domésticas e industriais. Foi também a primeira no Brasil a fabricar motores elétricos de até 100HP.

Década de 40: Adaptação e diversificação

A 2ª Guerra Mundial trouxe grandes desafios para a empresa que, apesar das dificuldades, soube aproveitar as oportunidades e saiu fortalecida desse difícil período. Devido à escassez de gasolina, a Lorenzetti fabricou aparelhos que utilizavam o carvão como fonte de energia para o funcionamento de motores. Esse equipamento, conhecido como gasogênio, era instalado em veículos automotores.
Com a drástica diminuição do comércio marítimo, passou a fabricar os materiais elétricos que importava: interruptores, chaves, porta-lâmpadas, fusíveis, etc., transformando-se na maior fábrica de materiais elétricos de baixa tensão da América Latina.
Fabricou também peças para automóveis, em particular as velas de ignição da marca “LOZ”. Iniciou a produção de bombas hidráulicas de alta pressão e aços trefilados. No fim da década, a empresa se expande comercialmente para toda a América do Sul.

Décadas de 50 e 60: O chuveiro elétrico

Nessa década, situa-se um grande marco na história da Lorenzetti: o início da produção do chuveiro elétrico automático – aparelho doméstico, que se torna o principal produto da empresa a partir da década de 50. Com o sucesso do lançamento, a linha é ampliada com a produção de torneiras e aquecedores elétricos.
Com olhos voltados para o futuro, a empresa inicia a década de 60 ampliando sua atuação industrial e comercial, fabricando novos eletrodomésticos e materiais para alta tensão, tais como bombas flutuantes para poços, ventiladores e ferros elétricos.
Iniciou também a produção de condensadores para arranque de motores, para rádio e TV e para fator de potência.

Décadas de 70 e 80: Tecnologia em energia elétrica

Em meados dos anos 70, a Lorenzetti lança o seu primeiro chuveiro fabricado em termoplástico de engenharia, iniciando uma nova geração de aparelhos domésticos, que aliam qualidade e preço acessível, e complementa a linha com a produção de válvulas de descarga.

 

A empresa entrou fortemente na produção de equipamentos elétricos pesados de altíssima tecnologia, como isoladores para alta voltagem, chaves seccionadoras até 800.000 volts e disjuntores a gás SF6 até 800.000 volts.

 

Projetou e produziu chaves fusíveis de até 32.000 volts, utilizadas em linhas de distribuição de energia elétrica, tornando-se a maior fabricante desse equipamento no Brasil. Em sua unidade em Santa Catarina, fabricou centros de controle de motores e painéis de comando.

 

Todas as usinas hidrelétricas construídas no Brasil nesse período, como Itaipu, Tucuruí, Xingó, entre outras, possuem equipamentos Lorenzetti.

 

A divisão de engenharia do grupo projetava e construía subestações elétricas para clientes industriais e grandes consumidores.

 

Usina de Itaipú

 

Década de 90: A reinvenção

Os anos 90 marcam a reorganização das atividades da empresa. Os esforços se voltam para a criação, produção e comercialização de aparelhos de uso residencial. A marca se diferencia cada vez mais pela qualidade dos produtos e das soluções oferecidas. A empresa expande suas atividades no país e no mundo e lança as primeiras duchas elétricas com comando eletrônico e pressurizador incorporado.

Jet Turbo
Buscando novas fontes de energia, a Lorenzetti coloca no mercado a nova unidade de negócio: a linha de aquecedores de água a gás e ainda passa a fabricar válvulas de descarga em PVC.
Aquecedor

Anos 2000: Evolução tecnológica e novos negócios

Purificadores

Purificadores de Água

A Lorenzetti desenvolveu tecnologia avançada, destinada ao tratamento da água e lança Purificadores de Água. A empresa possui laboratório próprio com os mais modernos equipamentos, para submeter a testes rigorosos, todas as linhas da marca. Para a Lorenzetti, água de qualidade é saúde.

Metais Sanitários

Metais Sanitários

Em 2003, a empresa começa a atuar no mercado de Metais Sanitários, com uma linha completa de produtos que aliam qualidade e design diferenciado aos diversos públicos consumidores, aspectos que inseriram e mantém a Lorenzetti entre as maiores fabricantes de metais sanitários do País. É o segmento que mais cresce nos últimos anos.

Para atender à demanda desse segmento, a Lorenzetti investiu em novas fábricas, aumentando significativamente a capacidade de produção. Instaladas na Mooca, ocupam área de 24 mil m², com modernos equipamentos para fabricação de componentes e montagem.

Metais Sanitários

Plásticos Sanitários

Em 2010, a Lorenzetti lança a marca Fortti, composta por torneiras para lavatório, cozinha e área de serviço, assentos sanitários, ducha, acabamentos para registro, válvulas para descarga, acessórios para banheiro e jardinagem.
Fabricado em plástico de engenharia, todo o portfólio da marca possui as características que diferenciam a Lorenzetti no mercado, como: qualidade, durabilidade e design a preços acessíveis.
O resultado do investimento é uma fábrica com processos automatizados de injeção assistida por gás, – tecnologia inglesa utilizada para a fabricação de painéis de LCD e LEDs -, que proporcionam acabamento perfeito. O design e a funcionalidade dos produtos, por sua vez, são totalmente diferenciados em relação ao que existe no mercado e foram criados a partir de pesquisas realizadas com consumidores.
O lançamento da Fortti representa a preocupação da Lorenzetti em oferecer produtos inovadores pela tecnologia de fabricação, matéria-prima e design.

Lâmpadas Lorenzetti

Iluminação

No ano de 2012, a Lorenzetti amplia seu portfólio de soluções para o lar com o lançamento da linha de lâmpadas fluorescentes compactas. O produto substitui as lâmpadas incandescentes, com significativa economia no consumo de energia elétrica e maior vida útil.
Já em 2014, a empresa coloca à disposição do mercado uma linha de lâmpadas LED e, em 2015, complementa o seu portfólio com modelos fluorescentes de alta potência para uso industrial e comercial.

Sanitex

Louças Sanitárias

Em 2015, a Lorenzetti anuncia a aquisição da fábrica de louças sanitárias Sanitex Sanitários Togni Ltda, localizada na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais. A fábrica, estrategicamente situada na região central do país, está próxima aos maiores mercados consumidores e possui modernos equipamentos para a produção de bacias sanitárias, caixas acopladas, lavatórios, cubas, colunas, tanques e mictórios de alta qualidade e em conformidade com as normas técnicas da ABNT e de redução de consumo de água.

fonte

http://www.lorenzetti.com.br/pt/Historia_Lorenzetti.aspx

A Lorenzetti é uma empresa inovadora, que utiliza modernas ferramentas de gestão e atua de forma integrada à sociedade, buscando o equilíbrio entre a atividade humana e o meio ambiente; o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida.
A empresa ainda investe intensamente em pesquisa e desenvolvimento, na renovação de seu parque industrial, na automação de processos fabris e na formação de seus funcionários. Com forte presença no mercado e com ampla base de clientes, a Lorenzetti se destaca pela pulverização e distribuição de seus produtos em todo o território nacional.
Todo o trabalho e esforço empreendidos pela empresa e seus colaboradores ao longo de mais de 90 anos de história renderam prêmios e reconhecimento de diversas organizações do setor e da sociedade.

 

A Origem das Marcas – Guinnes

Quem já tomou GUINNESS conhece o mistério que intriga milhões de apreciadores de cerveja no mundo inteiro. GUINNESS é mais que uma cerveja. É uma lenda, venerada quase como um símbolo nacional da Irlanda. Beber uma é mais do que tomar uma simples cerveja gelada para se refrescar, é se libertar, desfrutar de um momento prazeroso acompanhado de uma cerveja escura com um colarinho surpreendente cremoso. O gosto pela cerveja GUINNESS é uma das poucas coisas em que as comunidades católica e protestante da Irlanda do Norte estão de acordo. Só mesmo essa marca para ser uma unanimidade quando o assunto é uma boa cerveja.
A história 
A cerveja irlandesa começou sua história exatamente no dia 31 de dezembro de 1759 no coração da cidade de Dublin – em St. Jame’s Gate – onde o protestante Arthur Guinness alugou uma fábrica e os terrenos que a circundavam por míseros £45 ao ano (incluindo o fornecimento de água), em um contrato de arrendamento de 9 mil anos (a maior barganha imobiliária desde que o explorador holandês Peter Minuit adquiriu Manhattan por meros US$ 24), de uma família inglesa, que não acreditava no sucesso da empresa, iniciando assim a produção de suas próprias cervejas, lançadas inicialmente no mercado com os nomes de GUINNESS PORTER e GUINNESS ALE. Uma década mais tarde o primeiro carregamento da cerveja era enviado à Inglaterra através de uma caravela. Apesar disso, somente em 1794 a cerveja começaria a ser consumida regularmente na cidade de Londres. Pouco depois, em 1799, Arthur resolveu encerrar a produção da cerveja tipo Ale para se concentrar na fabricação da Porter. Em 1802, o primeiro carregamento da cerveja foi exportado para as Índias Ocidentais. No ano seguinte, com a morte de Arthur aos 78 anos, seu filho, Arthur Guinness II, assumiu o comando da cervejaria e expandiu as exportações para Barbados e Trinidad e Tobago no Caribe.
Já em 1815 a marca GUINNESS se tornou conhecida em boa parte do continente europeu. Segundo uma lenda a cerveja ajudou na recuperação de oficiais da cavalaria feridos durante a batalha de Waterloo, aumentado assim a mística em volta da marca. Em 1827 GUINNESS foi exportada para o pequeno país de Serra Leoa, então colônia britânica, sendo a primeira vez que a cerveja ingressava no continente africano. Pouco depois, em 1833, a empresa se tornou a maior cervejaria da Irlanda. No ano seguinte, a cerveja começou a ser engarrafada em embalagens de vidro, que substituiu a porcelana. Em 1840, o primeiro carregamento da cerveja foi enviado para Nova York. Quando adotou a Harpa Gaélica como símbolo em 1862, e a registrou como marca em 1876, GUINNESS já fazia parte da vida e da cultura dos irlandeses. O tradicional símbolo foi inspirado na Harpa O’Neill (também conhecida como Harpa de Brian Boru, um importante rei na história da Irlanda), que data aproximadamente do século 17 ou 18, mas voltada para a esquerda para não confundir com o brasão de armas da Irlanda. No final desta década, em 1868, o tamanho da cervejaria dobrou para mais de 50 hectares e se espalhou para o norte do rio Liffey, onde foram construídos novos prédios que eram ligados por uma malha ferroviária. Quase 20 anos depois a St. Jame’s Gate foi considerada a maior cervejaria do mundo com produção anual de 1.2 milhões de barris.
Por manter sempre um rigoroso foco na qualidade de sua produção, mesmo durante todo o período de expansão, a GUINNESS tornou-se em 1908 a cerveja mais consumida do mundo. Dois anos mais tarde, aproximadamente 50% do volume de GUINNESS vendido nos Estados Unidos já era engarrafado localmente. Em 1936 se tornou a primeira cervejaria com filial fora da Irlanda, construída no Park Royal, em Londres. Pouco depois, em 1939, em plena Segunda Guerra Mundial, a GUINNESS enviou uma garrafa de cerveja para cada soldado britânico em combate na França para comemorar o Natal. Em 1962 foi inaugurada na Nigéria, localizada na cidade de Lagos, a primeira cervejaria da marca fora da Grã Bretanha. No ano seguinte a cerveja começou a ser produzida na Austrália e, em 1965, na Malásia, seguida por Jamaica, Gana e Canadá. Finalmente em 1967 a cerveja GUINNESS DRAUGHT foi introduzida oficialmente no mercado americano. O sucesso da marca na Nigéria levou a marca a inaugurar mais uma cervejaria no continente africano, desta vez na República dos Camarões em 1970. Nos anos seguintes a marca continuou sua expansão internacional, e, já em 1985, a cerveja era vendida em 120 países ao redor do mundo. Em 1997 a cervejaria realizou uma fusão com a Grand Metropolitan, resultando na formação da Diageo, atual proprietária da marca GUINNESS. Ainda nesse ano, o O’Malley’s Shanghai foi o primeiro pub a servir GUINNESS na China.
Em 2009, quando a marca completou 250 anos, a empresa criou uma grande jogada de marketing: o dia 24 de setembro se tornou “Arthur’s Day” e exatamente as 17h:59s (referência ao ano de fundação da cervejaria, que coincidiu também com o famoso “happy hour”), todos os bares/pubs das cidades de Dublin, Kuala Lumpur, Lagos, Nova York e Yaoundé (na república dos Camarões), fizeram uma homenagem ao fundador da tradicional cervejaria quando os frequentadores levantaram um pint de GUINNESS. Essa celebração fez tanto sucesso que tem sido realizada desde então, sendo difundida ao redor do mundo. Na Europa, algumas datas comemorativas se tornaram sinônimo de GUINNESS e uma tradição para a marca, como por exemplo, o St. Patrick’s Day (dia de São Patrício), o Dia Mundial do Rock e o Halloween (Dia das Bruxas), que também tem origem celta e foi levado para os Estados Unidos pelos irlandeses. Somente no Dia de São Patrício (santo padroeiro da Irlanda), comemorado em 17 de março no mundo inteiro, são consumidos 13 milhões de pints de GUINNESS.
Mundialmente conhecida por cervejas escuras, a marca irlandesa lançou no mês de setembro de 2014, nos Estados Unidos, a GUINNESS BLONDE AMERICAN LAGER, uma cerveja clara tipo lager. O novo rótulo é uma clara tentativa de evitar o declínio da cervejaria que tem como carro-chefe a cerveja Irish Stout (escura). De acordo com dados da própria Diageo, fabricante da GUINNESS, as vendas da cerveja escura em solo americano recuaram 6% em 2013. A produção é resultado de uma parceria entre a Diageo e a City Brewing Company, cervejaria de Latrobe, na Pensilvânia. A produção dessa nova cerveja é parte de um programa batizado Discovery Series, que contará com uma variedade de estilos, alguns em edições limitadas, comercializados sob a marca GUINNESS. Esta não foi a primeira tentativa da marca em lançar no mercado uma cerveja clara. Em 1988 foi lançada a GUINNESS GOLD, mas que não atingiu o sucesso desejado e teve a produção encerrada em 1993.
Ainda em 2014, a tradicional cervejaria irlandesa lançou em edição especial e limitada a GUINNESS THE 1759, uma cerveja ale âmbar com 9% de teor alcoólico, inspirada em uma receita de 200 anos e fabricada a partir do mesmo malte utilizado na produção dos melhores uísques e da adição do fermento Guinness, ganhando assim notas de caramelo e manteiga. Cada uma das 90.000 garrafas — de pouco mais de 750 ml e com rolha de cortiça — era embalada em uma elegante caixa preta de veludo. Para se ter uma ideia da escala, este volume equivale à apenas uma hora da produção da GUINNESS tradicional. Este foi o primeiro lançamento da nova série Guinness Signature Series, que contará com uma variedade de cervejas de edição de luxo limitadas feitas de raros e muito bem pensados ingredientes.
Em breve, os vegetarianos mais convictos poderão degustar uma GUINNESS sem medo depois que a cervejaria irlandesa decidiu parar de usar gelatina de peixe na filtragem do produto. A empresa afirmou que vai parar de usar a ictiocola, uma gelatina feita da bexiga de peixes, utilizada no processo de elaboração da cerveja. O novo sistema de fabricação, no entanto, não estará pronto antes de 2017. Com mais de 250 anos de história, a cerveja é produzida com a mesma composição que a consagrou: malte irlandês, a mais pura água de Dublin, lúpulo e levedura. O malte é torrado, o que lhe confere a coloração rubi-avermelhada e o paladar tostado. Esta mistura única proporciona uma cerveja tipo stout, de alta fermentação, cujo balanço entre o amargor do lúpulo e a doçura do malte é facilmente perceptível. E há mais de 15 anos a cervejaria desenvolveu o sistema de chope em lata, alcançando tecnologia jamais vista no mercado cervejeiro.
A linha do tempo 
1802 
● Lançamento da GUINNESS FOREIGN EXTRA STOUT, cerveja produzida primeiramente em Dublin e destinada ao mercado exterior na época. A África, especialmente Nigéria, Gana, Quênia e Camarões, é seu maior mercado atualmente.
1820 
● Lançamento da GUINNESS EXTRA STOUT, cerveja mais próxima da original produzida pela primeira vez em 1759. Esta cerveja foi praticamente absorvida com o lançamento da GUINNESS DRAUGHT, respondendo por apenas 5% das vendas da cervejaria nos dias de hoje.
1958 
● Lançamento da GUINNESS DRAUGHT – cerveja preta ou escura – introduzida primeiramente na Inglaterra, e somente dois anos depois na Irlanda, se tornando a cerveja escura mais consumida do Reino Unido. Foi a primeira cerveja nitrogenada do mundo. Esta cerveja representa aproximadamente 55% das vendas de toda a cervejaria.
● Introdução da GUINNESS BICENTENARY, em comemoração aos 200 anos de fundação da cervejaria.
1979 
● Lançamento da GUINNESS LIGHT, versão da cerveja original com teor alcoólico reduzido. Não durou nem dois anos no mercado.
1988 
● Lançamento da GUINNESS DRAUGHT em lata, que possuía uma cápsula propulsora de nitrogênio, responsável pela liberação do gás quando o lacre era rompido, misturando-o ao líquido no momento em que este era derramado em outro recipiente. Por este motivo, a GUINNESS em lata deve ser consumida no pint, e não diretamente na lata. Atualmente a cerveja em lata pode ser encontrada em mais de 90 países.
1998
● Lançamento da GUINNESS DRAUGHT EXTRA COLD, uma cerveja preta para ser consumida em temperaturas mais geladas que as outras, que foi introduzida no mercado com a campanha “Good Things Come To Those Who Wait” (Coisas boas vêm para quem espera).
● Lançamento da GUINNESS BREO, uma cerveja de trigo levemente cítrica que consumiu milhões de dólares em desenvolvimento e se tornou um verdadeiro fracasso.
1999 
● Introdução da GUINNESS DRAUGHT em garrafa long neck. Para não perder seu sabor único a empresa desenvolveu o widget – reservatório de nitrogênio – que libera o gás pouco a pouco, a cada gole. Desta forma, a espuma cremosa é preservada e a cerveja pode ser apreciada diretamente da garrafa.
2003 
● Lançamento da GUINNESS EXTRA SMOOTH, uma cerveja tipo stout, mais fraca e cremosa, lançada primeiramente em Gana. É uma cerveja voltada para o mercado africano.
2007 
● Lançamento da GUINNESS RED, uma versão avermelhada da cerveja original, que além de ser mais clara, tem sabor mais suave e adocicado. Na verdade, é uma cerveja mais leve para ser consumida nos meses de verão. Lançada primeiramente na Inglaterra, a empresa investiu US$ 6 milhões em seu desenvolvimento.
2010
● Lançamento da GUINNESS BLACK LAGER, que apesar de conter a palavra preta no nome (uma alusão à cor da garrafa) é uma cerveja tipo lager. Com esta lager, os mestres cervejeiros da GUINNESS beberam de 250 anos de rica herança para levar o prazer de desfrutar da cerveja clara a um novo nível. Introduzida inicialmente na Irlanda do Norte, essa nova cerveja foi criada para atrair um público jovem e já está disponível no mercado americano.
2012 
● Lançamento da GUINNESS GENEROUS ALE, uma cerveja vermelha com leve toque de baunilha em edição limitada para as festas de final de ano.
2013 
● Lançamento da GUINNESS RED HARVEST (“colheita vermelha”, em inglês), uma cerveja tipo stout vermelha para celebrar a chegada do outono no hemisfério norte. Com um tom vermelho escuro e aromas de caramelo e malte, a cerveja tinha um gosto mais doce que a tradicional. Com edição limitada, esta cerveja foi inspirada nas tradições celtas do Samhain, festival que acontece no começo de novembro marcando o fim da época das colheitas, uma das inspirações para o Dia das Bruxas.
2014
● Lançamento da GUINNESS BLONDE AMERICAN LAGER, uma cerveja american lager de coloração dourada, leve e feita no estado da Pensilvânia. A cerveja é produzida com os lúpulos Willamette e Mosaic na fábrica da City Brewing Company, mas as leveduras são importadas da Irlanda.
● Lançamento na Indonésia da GUINNESS ZERO ABV, a cerveja original sem álcool em resposta a proibição da venda de cervejas e bebidas alcoólicas em lojas de conveniência no país.
Regras de consumo 
Os apreciadores de cerveja sabem que a GUINNESS DRAUGHT em lata é surpreendente. Quando o anel da lata de alumínio é puxado, sobe uma espuma cremosa que faz inveja a muito chope tirado na hora. Mas pouca gente sabe como é feita essa espuma. A cerveja GUINNESS possui um grande diferencial que é uso do nitrogênio. Tanto na versão em barril, como na versão lata ou garrafa long neck, utiliza além do gás carbônico (CO2) também o nitrogênio (N2). A mistura correta destes dois gases, além de manter o sabor, compacta e diminui as “bolhinhas” da cerveja, levando o gás totalmente para o colarinho, grande diferencial da GUINNESS. Um colarinho com espuma densa e inconfundível. O típico consumidor de GUINNESS é um profundo conhecedor de cervejas, sempre em busca da melhor qualidade. Como a principal característica da cerveja é destacar a sua aparência, com um grande contraste entre a sua espuma cremosa e inconfundível, graças à mistura com nitrogênio (N2), e a sua cor negra, é necessário, e essencial, uma série de etapas para servi-la adequadamente. Ao se obter a mistura exata do nitrogênio com o líquido, tem-se o diferencial da cremosidade da espuma e um efeito visual único do gás subindo quando parece estar descendo para o fundo do Irish Imperial Pint (o tradicional copo de 568 ml da marca, que possui a boca mais larga que a base).
Existem seis etapas, um verdadeiro ritual com duração de exatos 119.53 segundos, que garantem a perfeita extração e apresentação do chope GUINNESS em seu tradicional copo (pint):
1. O Copo: usar um copo limpo, seco e nunca quente. De preferência, o próprio pint (copo de 568 ml) da GUINNESS.
2. O ângulo: segure o pint sobre o bico da chopeira, num angulo de 45°. A torneira da chopeira não deve tocar a tulipa de cerveja.
3. O primeiro enchimento: puxar a torneira da chopeira para frente, até que o pint esteja ¾ cheio.
4. O repouso: deixar a cerveja descansar no pint por 1 minuto, até a espuma assentar.
5. O segundo enchimento: terminar de encher o pint, empurrando a torneira da chopeira para trás, parando quando a espuma alcançar a borda.
6. Apresentação: colocar o pint na mesa com o logotipo da marca voltado para o consumidor, mostrando que você está servindo um pint perfeito de GUINNESS.
Obs: a espuma deve estar cremosa, suave, branca e na altura certa (de 14 a 21 mm), ligeiramente elevada sobre a borda do pint.
Passeie pela história da Guinness 
Em sua sede no centro da cidade de Dublin, conhecida como St. Jame’s Gate, a cervejaria mantém desde 2000 o GUINNESS STOREHOUSE, um enorme museu com sete andares em um prédio em formato de cilindro que conta a história da cerveja e vende as dezenas de produtos licenciados com a marca GUINNESS, como por exemplo, roupas, copos, chaveiros, imãs e objetos de decoração. Na parte central do saguão de entrada é possível ver o documento original da hipoteca de 9.000 anos assinado pelo próprio Arthur Guinness. Seguindo em frente o visitante começa conhecer um pouco mais sobre os ingredientes e como os diferentes tipos de GUINNESS são criados em diversos países do mundo de acordo com os mercados locais. Vários vídeos contam um pouco mais sobre o processo de produção, com direito às amostras da cevada pura e torrada e da água das montanhas Wicklow, usada na produção. A levedura, o grande segredo da cerveja GUINNESS, não é apresentada durante esta etapa. O ambiente todo é envolvido pelo som de uma grande cascata, que além de ser uma sensação muito agradável, dá uma espetacular ideia do volume de GUINNESS produzido por segundo. Saindo da sala dos recipientes, são mostrados os processos que combinam estas matérias primas para formar a GUINNESS. Estão expostos equipamentos antigos de moagem do malte, fervura e fermentação. A melhor parte? O visitante terá uma chance de prová-la. Ao olhar o copo contra a luz é possível confirmar que GUINNESS não é uma cerveja preta: tem um tom vermelho rubi escuro. Há uma seção muito interessante sobre como eram feitos os barris de madeira usados para armazenar a cerveja.
Em seguida são apresentadas as diversas formas de transporte, desde os tempos em que cavalos e charretes e depois barcos eram usados para transportar a cerveja. Há também uma réplica do navio da GUINNESS que foi afundado durante a Primeira Guerra Mundial. As famosas e criativas propagandas da marca são mostradas no andar seguinte. Siga pelos demais andares (incluindo um reservado ao ato de beber com responsabilidade) e veja, entre outras coisas, os países onde a GUINNESS é consumida; ou aprenda a colocar a cerveja da forma correta no pint para poder bebê-la sem perder um toque se quer de seu sabor. Caso isto aconteça o visitante recebe o certificado “Perfect Pint Pour”. A peregrinação será premiada: no sétimo e último andar, um bar envidraçado e minimalista, conhecido como GRAVITY BAR, oferece uma maravilhosa vista de 360º de Dublin e das montanhas Wicklow, e um pint de GUINNESS espera pelo visitante. A fábrica da GUINNESS em Dublin é a principal atração turística da Irlanda, recebendo quatro milhões de visitantes por ano.
A evolução visual 
O conhecido logotipo da marca surgiu em 1862, era um rótulo oval com a tradicional harpa irlandesa e a assinatura de Arthur Guinness. O tradicional logotipo da marca passou em 2005 por sua mais recente atualização, quando perdeu a palavra “Draught”, os traços e teve a harpa modernizada. A nova identidade visual da marca ficou mais “clean” e extremamente moderna, adotando também uma nova tipografia de letra.
Um dos principais símbolos da marca GUINNESS é a harpa irlandesa (gaélica), que evoluiu muito ao longo dos anos (imagem abaixo).
Recentemente, em 2013, a tradicional lata preta de GUINNESS passou por modernização, ganhando um novo visual, muito mais simples e limpo, com grande destaque para a harpa irlandesa.
Os slogans e as campanhas geniais 
As propagandas foram responsáveis por tornar a marca um ícone mundial. Há décadas a cerveja é famosa por suas criativas e distintas campanhas, que acumulam diversos prêmios nos mais importantes festivais de publicidade. Ao longo de sua história a cerveja irlandesa construiu uma imagem que muitas marcas gostariam de possuir, posicionando a cerveja como uma lenda. É um verdadeiro culto a marca. Desde 6 de fevereiro de 1929 quando a primeira campanha publicitária impressa da cerveja foi ar com o slogan “Guinness is good for you” e imortalizada por simpáticos tucanos; passando por slogans como “My Goodness, My Guinness!”, introduzido em 1931; a genial campanha “The Pure Genius” lançada em 1985; até o slogan “Not everything in black and white makes sense”, introduzido em 1996, a marca irlandesa se tornou um verdadeiro objeto de desejo dos publicitários no mundo inteiro. Suas campanhas e slogans criativos e ousados fizeram da marca uma das mais reconhecidas do mundo em seu segmento.
Outros slogans famosos e inesquecíveis da marca GUINNESS são:
It strikes one it’s Guinness time. (1932)
Famous for its perfect head. (1949)
There is nothing like a Guinness. (1956)
Guinness gives you strength. (1961)
No beer comes near. (1985)
It’s not beer. It’s stout. (1995)
Surely Guinness. (1998)
Good things come to those who wait. (1998)
Refreshes your spirit. (2000)
Live life to the power of Guinness. (2001)
With trust, everything is easy. Believe. (2003)
Bring It To Life. (2009)
Pure beauty. Pure Guinness. 
Made of more. (2012)
A cerveja irlandesa também se notabilizou por suas ousadas ações de marketing. Quando completou 200 anos de existência, em 1959, a cerveja GUINNESS, adotou uma criativa ação de marketing para marcar a data: 150.000 garrafas foram jogadas em diversos pontos do Oceano Atlântico. A ação durou seis semanas e envolveu 38 embarcações. Dentro das garrafas havia um rótulo dourado comemorativo, um livreto contando a história da cerveja, instruções de como transformar a garrafa em uma luminária e um vale para trocar por uma caixa de GUINNESS, além de informações sobre o navio que lançou a garrafa. Batizadas de garrafas-gota, as embalagens não eram rotuladas. Em alto relevo havia a inscrição: “1759-1959. Garrafa-gota especial (Oceano Atlântico) para celebrar e comemorar o bicentenário da Guinness”. A empresa garante que ainda há vasilhames à deriva.
Um dos comerciais mais geniais, como muito outros clássicos criados para a marca, foi ao ar em 2006. É uma verdadeira superprodução que promove uma aventura visual fantástica e surreal. Intitulado de NoitulovE (a palavra evolution ao contrário), revive o lendário slogan “Good things come to those who wait” (Coisas boas vêm para quem espera). Criado pela agência AMV BBDO de Londres foi dirigido pelo competente Daniel Kleinman, custando aproximadamente US$ 1.8 milhões, porém a GUINNESS destinou verba de US$ 26.4 milhões apenas para veiculação em TV e cinema. É um comercial com a assinatura e a alma da comunicação da GUINNESS. Clique no ícone abaixo para assistir ao comercial.
 
Dados corporativos 
● Origem: Irlanda 
● Fundação: 31 de dezembro de 1759 
● Fundador: Arthur Guinness 
● Sede mundial: Dublin, Irlanda 
● Proprietário da marca: Guinness & Co. 
● Capital aberto: Não (subsidiária da Diageo plc.) 
● CEO: Ivan Menezes (Diageo) 
● Faturamento: €2 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 150 países 
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: Inglaterra, Nigéria, Irlanda e Camarões 
● Segmento: Cervejarias 
● Principais produtos: Cervejas tipo stout 
● Concorrentes diretos: Murphy’s e Beamish 
● Ícones: A harpa gaélica e o tradicional Pint 
● Slogan: Made of more. 
● Website: www.guinness.com
A marca no mundo 
A cerveja irlandesa GUINNESS é engarrafada em aproximadamente 60 países e vendida em outros 90, tendo 80% do mercado mundial no segmento de cerveja escura do tipo stout. A Inglaterra é o maior mercado consumidor da marca, seguido da Nigéria, Irlanda (onde a marca tem 19% de participação de mercado), Camarões e Estados Unidos. A África é extremamente importante para a marca irlandesa: são treze cervejarias engarrafando GUINNESS, que é vendida em 40 países do continente. Mais de 10 milhões de pints (copos de 568 ml) da cerveja são consumidos diariamente em 180 mil pubs no mundo todo, o que resulta em 120 pints por segundo ou 1.8 bilhões de pints por ano, vendendo anualmente 2.7 bilhões de litros. Em seu país de origem, aproximadamente a cada duas cervejas consumidas, uma é GUINNESS. A marca chegou ao Brasil em 2001 e é importada diretamente da fábrica de St. Jame’s Gate. Presente em pubs de diferentes estados e em mais de 150 supermercados e lojas especializadas, a marca registrou, nos últimos anos, um crescimento forte em suas vendas. GUINNESS é a sexta maior cervejaria do mundo, proprietária de marcas como Harp (criada em 1960) e Kilkenny (criada em 1710). A GUINNESS ocupa a posição de número 38 no ranking das marcas mais influentes do mundo.
Você sabia? 
● Como muitos podem pensar GUINNESS não é feita com a água do rio Liffey, que corta a cidade de Dublin. Ela vem de fontes nas montanhas próximas a capital irlandesa. Além disso, embora a cerveja possa parecer ser preta, é oficialmente um tom muito escuro de rubi.
● Há aproximadamente 198 calorias em um pint de GUINNESS. Menos que em um suco de laranja.
● Por ser uma cerveja premium, seu preço é diferenciado em relação as demais marcas. Os melhores pubs de Dublin cobram entre €4 e €5.50 por um pint de GUINNESS.
● Até o final dos anos de 1950 GUINNESS ainda era armazenada em tonéis de madeira. Foi no final dos anos de 1950 e início de 1960 que barris de alumínio passaram a substituir os tonéis de madeira, que foram apelidados de pulmões de aço.
● O famoso trevo verde é símbolo da Irlanda, sendo costume também desenhá-lo na espuma do chope GUINNESS.
● A marca coleciona diversas histórias. Uma delas conta que foi ao redor de uma mesa de bar, em um encontro regado a cerveja irlandesa, que surgiu o Guinness Book of Records, o mais famoso livro de recordes do mundo lançado em 1955, A ideia teria sido do diretor administrativo da cervejaria, Sir Hugh Beaver. O famoso livro surgiu, inicialmente, como um folheto promocional da já então lendária cerveja irlandesa. Era apenas um guia para tema de conversa em pubs britânicos. Atualmente, o livro “Guinness” não pertence mais a cervejaria.
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