Pesquisadores criam proteção que amortece impacto em colisões entre veículos e postes de energia

Somente em 2020, 1.363 postes de energia elétrica foram danificados no Ceará devido a colisões envolvendo veículos automotores. Mesmo com o isolamento social ocasionado pela pandemia de covid-19, o número foi 13% superior ao verificado em 2019, de acordo com dados da ENEL, companhia responsável pelo fornecimento de energia no Estado. Considerando apenas Fortaleza e região metropolitana, o aumento foi ainda maior, de 25%, com 795 postes avariados.

Alguns anos antes, quando esse número já  era crescente, pesquisadores da Universidade Federal do Ceará desenvolveram um equipamento de proteção que pode ser acoplado aos postes a fim de amortecer o impacto dos abalroamentos, o que confere maior proteção aos postes e reduz a gravidade de eventuais danos aos ocupantes de veículos. A criação foi registrada em 2016, quando o pedido de patente foi protocolado pela UFC.

Em setembro de 2021, o invento, intitulado “Disposição construtiva introduzida em defensa urbana”, foi reconhecido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), que concedeu mais uma carta patente à UFC ‒ a 19ª da Instituição, sendo a primeira do tipo Modelo de Utilidade (MU). A Universidade divide a titularidade da patente com a antiga Companhia Energética do Ceará (COELCE), que atualmente se chama ENEL.

Defensas urbanas são estruturas feitas geralmente de materiais como concreto ou metal, utilizadas no contexto de trânsito com fins de sinalização ou de proteção de calçadas, canteiros e de objetos situados nesses espaços.


A defensa criada na UFC tem camada externa de plástico (Foto: Divulgação)

Assinam a patente os professores da UFC Augusto Teixeira de Albuquerque, Tereza Denyse Pereira de Araújo, Antônio Macário Cartaxo de Melo, Alexandre Araújo Bertini, Evandro Parente Junior e Antônio Eduardo Bezerra Cabral (todos do Departamento de Engenharia Estrutural e Construção Civil ‒ DEECC). Também assinam o invento o Prof. Alexandre de Barros Teixeira, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), e Joaquim Antônio Nogueira Caracas, engenheiro formado na UFC e sócio da empresa Protensão Impacto Ltda., que participou do projeto.

PROJETO

A demanda para o desenvolvimento de uma nova defensa aplicável a postes de energia partiu da própria ENEL. A empresa havia criado uma defensa feita de concreto e areia, que estava causando questionamentos do poder público devido a fatores estéticos e de acessibilidade, relacionadas à redução de espaço nas calçadas.

“Com essa orientação, procuramos desenvolver uma nova defensa com menores dimensões, com um design harmônico com a cidade, com materiais sustentáveis e de fácil colocação e substituição, porém garantindo o mesmo nível de proteção da defensa original”, explica o Prof. Augusto Albuquerque, atual pró-reitor de Relações Internacionais e Desenvolvimento Institucional da UFC.

O resultado foi uma defensa com camada externa de plástico, preenchida com 50% de poliuretano (material sólido com textura semelhante à espuma) e 50% de raspas de pneu, misturados no momento da aplicação.

O desenvolvimento do projeto passou por quatro etapas principais. Primeiramente, houve várias reuniões para discutir possíveis soluções, nas quais cada especialista apontava os requisitos de sua área, tais como materiais, design, fabricação de moldes, modelagem computacional etc.

Depois foram realizados ensaios de caracterização de materiais, seguidos por simulações computacionais para se estimar o comportamento das defensas propostas. Por fim, foram feitos ensaios de impacto, com simulação de acidentes no campo de prova da ENEL, localizado em Maracanaú, na região metropolitana de Fortaleza.

SIMULAÇÃO

Nos ensaios, considerou-se um automóvel de 1 tonelada, a uma velocidade de 60 quilômetros por hora (km/h), colidindo contra um poste do tipo MT 300. A defensa proposta apresentou uma redução média de 30% na energia de impacto da batida. Nesse cenário, o poste sofre algumas avarias, mas não apresenta perda do seu eixo, mantendo-se firme ao solo ‒ o que, em caso de colisões, diminui danos aos ocupantes de veículos e à integridade dos postes.

“Com isso, evita-se em alguns casos a queda dos postes, reduzindo-se a gravidade dos acidentes e mantendo-se o fornecimento de energia”, pontua Albuquerque. Segundo ele, os principais diferenciais da defensa criada é que ela apresenta menores dimensões, possui aspecto estético que se integra à demanda de uma grande cidade e tem vantagens funcionais, já que pode ser facilmente colocada e substituída nos postes. Além disso, o equipamento é adaptável para conter recipientes basculantes, que podem funcionar como jardineiras ou lixeiras, por exemplo.

O docente diz ter grande satisfação pelo reconhecimento do trabalho. “Foi um projeto muito desafiador, no qual nosso time do DEECC trabalhou em parceria com outras instituições de maneira muito enriquecedora, além de termos desenvolvido um produto que pode salvar vidas, e isso não tem preço.”

Ele também destaca a importância do trabalho realizado pela Coordenadoria de Inovação Tecnológica (UFC Inova), responsável pelos processos de proteção e acompanhamento dos ativos da Universidade no INPI.

“A equipe se mantém atualizada sobre a legislação específica e sobre as publicações do INPI, complementando o conhecimento técnico dos pesquisadores, prestando apoio, mentorias e disponibilizando materiais de orientação para o deferimento de uma patente”, ressalta Albuquerque.

Segundo o pesquisador, após a concessão da patente pelo INPI uma empresa cearense já manifestou interesse em produzir e fornecer as defensas a distribuidoras de energia.

 

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Pesquisadores criam proteção que amortece impacto em colisões entre veículos e postes de energia; invento resultou em carta patente

 

IBM registra três vezes mais patentes que a Apple em 2020

No ano marcado pela pandemia do novo coronavírus, a inovação não parou. Em 2020, foram registradas nos Estados Unidos 352.013 novas patentes, menos de 1% do número de 354.428 de 2019, segundo levantamento da empresa de monitoramento IFI Claims Patent Services. Reconhecida mundialmente em setores como computação em nuvem, inteligência artificial e computação quântica, a americana IBM registrou mais do que três vezes o número de patentes da Apple em 2020. Foram 9.130 registros.

A empresa responsável pela fabricação de chips do iPhone, chamada Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC), também obteve mais patentes do que a Apple, que ficou em oitava colocação no ano, logo atrás da LG.

A segunda empresa que mais conseguiu novas patentes foi a sul-coreana Samsung, com 6.415, seguida pela japonesa Canon no top 3, com 3.225. A Samsung também aparece na 16º posição com a sua divisão de displays, que fornece as telas do iPhone 12 da Apple.

Amazon, Facebook e Google também estão no top 50 empresas que mais registraram patentes nos EUA em 2020. A lista completa está ao final da matéria.

“No geral, a atividade de patentes dos EUA caiu ligeiramente no ano passado, apesar da pandemia. Esta é uma pequena queda no que tem sido uma trajetória de alta que vimos na última década, e ainda é 13% maior do que o que vimos em 2018 ”, afirmou, em nota, Mike Baycroft, CEO da IFI CLAIMS Patent Services. Segundo ele, será necessário esperar pelo menos mais um ano para determinar se a pandemia teve algum impacto no ritmo de novos registros de patentes.

As 50 empresas que mais registraram patentes nos EUA em 2020

1 IBM – 9130
2 Samsung Electronics – 6415
3 Canon – 3225
4 Microsoft – 2905
5 Intel Corp – 2867
6 Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC) – 2833
7 LG Electronics – 2831
8 Apple – 2792
9 Huawei Technologies – 2761
10 Qualcomm – 2276
11 Amazon Technologies – 2244
12 Sony – 2239
13 BOE Technology Group – 2144
14 Toyota – 2079
15 Ford – 2025
16 Samsung Display – 1902
17 Google – 1817
18 General Electric – 1760
19 Micron Technology – 1535
20 Hyundai – 1464
21 Boeing – 1435
22 Telefonaktiebolaget LM Ericsson – 1366
23 Seiko Epson – 1334
24 Kia Motors – 1323
25 Panasonic – 1283
26 AT&T – 1238
27 Honda – 1205
28 Mitsubishi – 1204
29 Texas Instruments – 1147
30 EMC – 1094
31 Cisco – 1059
32 Sharp – 1042
33 Denso – 1030
34 LG Display – 989
35 Robert Bosch – 965
36 Toshiba – 957
37 LG Chem – 947
38 Facebook – 938
39 NEC – 937
40 SK Hynix – 930
41 RicohCoLtd – 928
42 Fujitsu – 917
43 Koninklijke Philips – 874
44 Hewlett Packard – 873
45 Dell – 849
46 Fujifilm – 814
47 Hewlett Packard Enterprise – 807
48 GM – 781
49 Halliburton Energy – 771
50 Murata Manufacturing – 764

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Exame

Primeira Patente Verde do Estado é concedida na cidade de Cascavel

O produto de invento está relacionado a melhorias das questões climáticas a partir de uma tecnologia exclusiva

O município de Cascavel é o primeiro do Estado a registrar uma Patente Verde. Patente é uma nova tecnologia atrelada a um produto ou processo, que também serve para trazer melhorias no uso ou fabricação de objetos práticos como utensílios ou ferramentas. Elas podem ser classificadas como Patente de Invenção (PI) ou Modelo de Utilidade (MU). A PI tem validade de proteção de 20 anos e se refere a produtos ou processos que atendam aos requisitos de atividade inventiva, novidade e aplicação na indústria. A MU com validade de proteção de 15 anos, se dá por meio de um objeto de uso prático, ou parte dele, em aplicação industrial e que apresente uma nova forma ou disposição com ato inventivo e que traga uma melhoria funcional a ele.

A patente verde, recente conquista de Cascavel, tem essa nomenclatura por estar relacionada às questões ambientais visando melhorias para mudanças climáticas globais. O proprietário da carta de patente é o Doutor em Mecânica Computacional, Renato Cesar Pompeu. Ele desenvolveu um motor à combustão que reduz a emissão de gás carbônico, causador do efeito estufa no planeta. O produto irá propiciar um aproveitamento maior da energia do combustível refletindo em um rendimento térmico mais eficiente.

“Foram cerca de dois anos e meio de estudos e desenvolvimento da ideia que gerou uma invenção. A conquista é imensurável não só para mim, mas também para o nosso município por demonstrar que temos capacidade de criação e invenção de produtos”, pontua o professor. O “motor Pompeu”, nome dado para o invento, está em fase de construção e os testes práticos no produto deverão ser feitos até o fim do ano.

Viabilidade do pedido

Em Cascavel, o pedido de carta de patente verde foi viabilizado pela empresa On Marcas – Agência de Inteligência em Propriedade Intelectual Internacional. A empresa elaborou a documentação cumprindo os requisitos necessários estipulados pelo INPI (Instituto Nacional de Propriedade Intelectual), órgão regulamentador que recebe, analisa e concede os pedidos de patente em todo o país.

Segundo o diretor executivo de marcas da empresa, Ismael Gonçalves Taborda, a aquisição da patente verde é fruto de um trabalho minucioso que durou dois anos até ser concedida pela INPI.
“A patente verde está protegida dentro do Brasil. Agora estamos atuando para conseguir a patente a nível internacional e esse processo precisa ser feito de forma individualizada”, explica Ismael. Até o momento, os pedidos de patente internacional foram feitos nos Estados Unidos, na União Europeia e na China.

Uma grande incentivadora dos pedidos de patentes no município é a AMIC (Associação de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte do Oeste do Paraná). A partir do projeto Conecta AMIC, a entidade auxilia no processo de democratização desses pedidos de cartas de patentes para os micros e pequenos empresários que desejam patentear um produto ou processo.

“A AMIC está à disposição para ajudar os empresários nestes processos e angariar novas conquistas para nosso município e estado” reforça a gestora do Conecta Amic, Dulce Ragazzon.

Exemplos de “tecnologias verde” para concessão de patente
• Energias alternativas: biocombustíveis, biogás, energia hidráulica, energia eólica, energia solar;
• Transportes: veículos elétricos, veículos híbridos, veículos alimentados por energia extraída das forças da natureza (sol, vento, ondas, etc);
• Conservação de energia: armazenamento de energia elétrica, armazenamento de energia térmica, recuperação de energia mecânica;
• Gerenciamento de resíduos: tratamento de resíduos, eliminação de resíduos, reutilização de materiais usados, gestão da qualidade do ar, controle de poluição da água;
• Agricultura sustentável: técnicas de reflorestamento, técnicas alternativas de irrigação, melhoria do solo (fertilizantes orgânicos derivados de resíduos).

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https://cgn.inf.br/noticia/primeira-patente-verde-do-estado-e-concedida-na-cidade-de-cascavel#:~:text=O%20munic%C3%ADpio%20de%20Cascavel%20%C3%A9,pr%C3%A1ticos%20como%20utens%C3%ADlios%20ou%20ferramentas.

MIT e Harvard preparam máscara que se acende quando detecta covid-19

Pesquisadores da Universidade Harvard e do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) estão desenvolvendo uma máscara de proteção que será capaz de detectar se a pessoa está infectada com o novo coronavírus. Sempre que o indíviduo tossir, espirrar ou respirar, uma luz fluorescente se acenderá. Para os cientistas, isso poderá ajudar a sanar o problema da falta de testes, recorrente em muitos países, uma vez que os doutores podem colocar a máscara nos pacientes e descobrir rapidamente, sem precisar levar os exames a um laboratório, se eles têm ou não a covid-19.

A tecnologia será adaptada de um teste feito em 2014 pelo MIT, quando cientistas começaram a desenvolver sensores que poderiam detectar o vírus do ebola uma vez congelado em papel. O laboratório das universidades, em 2018, já era capaz de detectar sars, sarampo, influenza, hepatite C, entre outras doenças, com a ajuda dos sensores.

“A máscara poderá ser usada até em aeroportos, quando passamos pela segurança, ou enquanto esperamos para entrar em um avião. Nós poderemos usá-la para ir trabalhar. Hospitais poderão usar para pessoas em salas de espera ou para avaliar quem está infectado”, afirmou Jim Collins, do MIT, ao site americano Business Insider.

Segundo Collins, o projeto ainda está “no começo”, mas mostrou resultados promissores e, nas últimas semanas, ele e o time de pesquisadores vêm testando o objeto para ser capaz de detectar o coronavírus em pequenas amostras de saliva. A expectativa deles é provar que a teoria funciona também na prática já nas “próximas semanas”.

Os sensores para a identificação precisam de duas coisas para ser ativados: a primeira delas é a umidade, adquirida através da saliva, por exemplo; a segunda é dectectar a sequência genética do vírus. A umidade, então, é congelada no tecido da máscara e pode ficar estável em temperatura ambiente por meses.

Em janeiro, um laboratório em Xangai conseguiu sequenciar o genoma do coronavírus. É com base nisso que a máscara será construída e, uma vez utilizada, poderá detectar a covid-19 de 1 a 3 horas após o uso. Atualmente, o resultado dos testes comuns sai em 24 horas — ou mais.

As máscaras podem ser também uma alternativa aos termômetros, uma vez que eles não conseguem identificar pacientes assintomáticos.

Para que as máscaras atendam à demanda de usuários durante a pandemia da covid-19, seria necessário que elas fossem de baixo custo e pudessem ser produzidas e distribuídas em massa rapidamente. No entanto, essas abordagens de negócio ainda estão distantes porque as máscaras estão em fase de testes.

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https://www.portalintelectual.com.br/mit-e-harvard-preparam-mascara-que-se-acende-quando-detecta-covid-19/

DOIS BRASILEIROS FORAM OS INVENTORES DO CÂMBIO AUTOMÁTICO, QUE FAZ 80 ANOS

Com 80 anos recém-completos, o câmbio automático já representa 49% das vendas dos carros brasileiros, porém o número é de 2018 e será superado neste ano. Curiosamente, foram dois brasileiros os responsáveis pela invenção do automático: José Braz Araripe e Fernando Lemos. A informação foi verificada por várias fontes, incluindo a Associação Nacional dos Inventores (ANI), mas foi revelada pelo jornalista Fernando Morais. Foi ele que escreveu a biografia O mago, que conta a história de Paulo Coelho. Morais foi atrás da histórica de José Braz Araripe por um motivo: a figura era tio do escritor.

Ele foi um dos responsáveis pela invenção do câmbio automático. A tecnologia já havia sido esboçada em 1902 pelos irmãos Sturtevant, de Boston, mas o invento deles era mecânico e funcionava apenas em altas rotações. Outro inventor que avançou a ideia foi Munro Alfred Horner, que registrou um mecanismo com funcionamento pneumático, mas a solução também não funcionava tão bem na prática. Difrentemente da invenção dos brasileiros: a transmissão hidráulica de Araripe e Lemos era semelhante às atuais e dispensava o pé esquerdo.

Ambos se mudaram nos anos 20 para o Estados Unidos para trabalhar nas oficinas de reparos navais do Lóide, companhia de navegação brasileira e se debruçaram sobre o projeto por mais de uma década. O registro de patente ocorreu só em 1932 e logo foi foi comprado pela General Motors, que introduziu o câmbio na linha Oldsmobile 1940 — lançada no ano anterior, há exatos 80 anos. A Cadillac não demorou muito a adotar a novidade.

A ausência do pedal da embreagem era destacada nas propagandas (Foto: Divulgação)

Graças ao acionamento hidráulico da caixa, a transmissão recebeu o nome de Hydra-Matic. Era um opcional caro, custava 70 dólares, o equivalente a um décimo do preço do modelo. Não por acaso, a denominação virou sinônimo de automático. E foi até aportuguesada: virou hidramático.

A invenção é creditada aos brasileiros nos Estados Unidos. A única dúvida é como foi a remuneração. Em suas pesquisas, Morais afirmou que algumas fontes asseguram que eles ganharam uma bolada à vista, cerca de US$ 10 mil, uma fortuna na época. Outros dizem que eles receberam um percentual de cada câmbio comercializado. Seja como for, a invenção deles completa 80 anos de bons serviços prestados.

fonte

https://revistaautoesporte.globo.com/Noticias/noticia/2019/08/dois-brasileiros-foram-os-inventores-do-cambio-automatico-que-faz-80-anos.html

Na onda da blockchain, Sony cria sistema de gerenciamento de direitos autorais

A gigante japonesa Sony desenvolveu um novo sistema de gerenciamento de direitos autorais baseado na tecnologia blockchain. E segundo a empresa, há grandes chances de ocorrer um lançamento comercial.

Na onda da blockchain, Sony cria sistema de gerenciamento de direitos autorais

(Foto: Pixabay)

As informações são da assessoria de imprensa da companhia que revelou, nessa segunda-feira, que o sistema ajudará a gerenciar informações relacionadas a direitos autorais para conteúdo digital.

Segundo a Sony, o objetivo é tornar o processo de gerenciamento de direitos mais eficiente, já que atualmente os sistemas são executados de forma manual, por organizações do setor ou pelos próprios criadores.

Compartilhamento de informações

Com a plataforma, os participantes poderão compartilhar e verificar informações, como data e hora de criação de uma obra e detalhes sobre o autor.

Ele também verificará automaticamente a geração de direitos de uma obra escrita, acrescenta a empresa.

Conteúdos digitais como e-books, música, vídeo, conteúdo de realidade virtual e muito mais poderão ser sustentados pelo novo sistema, que é baseado em um mecanismo desenvolvido anteriormente pelo conglomerado.

A Sony ainda destacou que está considerando agora a possível comercialização do sistema como um serviço.

Mas engana-se quem pensa que a empresa japonesa é nova no setor de inovação blockchain.

No mês passado, uma pesquisa realizada pela iPR Daily, um meio de comunicação especializado em propriedade intelectual, mostrou que a Sony está entre as 30 principais companhias requerentes de patentes relacionadas à tecnologia.

Segundo o estudo, a empresa registou pelo menos 20 pedidos. Alguns deles apontando especificamente em direção ao sistema anunciado hoje.

Em abril, por exemplo, uma das patentes registradas no Escritório de Marcas e Patentes dos EUA já descrevia um conceito de armazenamento de dados de direitos autorais a partir da tecnologia blockchain.

fonte

https://criptoeconomia.com.br/na-onda-da-blockchain-sony-cria-sistema-de-gerenciamento-de-direitos-autorais/

Walmart patenteia carrinhos de compras inteligentes

Na última semana, o Walmart, maior empresa varejista dos Estados Unidos, entrou com o pedido de diversas patentes que sugerem que a companhia esteja incorporando tecnologia de maneira que mudaria a perspectiva de como os consumidores fazem suas compras. Entre as solicitações, havia uma relacionada à gestão do nível de estoque da empresa e outra para facilitar a vida dos clientes na hora das compras.

Enquanto uma patente almeja melhorar a experiência dos clientes quando vão fazer compras na loja, a empresa também propõe um dispositivo de detecção para comunicar um dispositivo móvel a um carrinho de compras inteligente. Na prática, o dispositivo móvel vai ajudar o cliente a procurar os itens que deseja comprar. Ou seja, a patente apresenta uma tecnologia em que um drone pode ser convocado por meio de um dispositivo móvel – pessoal ou temporariamente fornecido – e, em seguida, fornecer assistência ao usuário na forma de verificação de preços ou assistência de navegação.

Há ainda um registro que pretende rastrear os usuários por meio de wearables também conhecidos como “tecnologias vestíveis” – e uma patente que descreve um método para detectar itens adicionados a um contêiner. Além disso, um sistema de sensores, um processador e uma interface de comunicação para coletar informações sobre o transporte de mercadorias – como peso, tamanho e temperatura.

Se vamos mesmo ter Walmarts tão modernos assim, ainda não sabemos, já que um pedido de patente não garante nada – muitas vezes, as empresas desistem dos projetos. Porém, é inegável que os avanços tecnológicos estejam se expandindo para o cotidiano das pessoas. Um exemplo disso é que, há alguns dias, a própria Walmart adicionou uma patente para abelhas-drone, um sistema de polinização por via artificial.

Entrando na disputa

O Walmart está aumentando seus esforços para competir com seu principal rival, a Amazon. A companhia impulsionou, no final do ano passado, os preços dos itens online em relação à loja física, começou a produzir e vender seus próprios kits de refeição e fechou um acordo com a Rakuten, empresa japonesa de comércio eletrônico, para ser a fornecedora exclusiva da Kobo eReaders, leitor de eBooks concorrente do Kindle.

Fonte: TECHMUNDO

Univ. Federal do Tocantins e do Inst. Federal do Tocantins deram entrada num pedido de patente internacional

Pesquisadores descobrem como produzir açúcar com cascas de camarão

Esse novo tipo de açúcar pode ser transformado em álcool, com produção de alto rendimento e baixo custo. Instituições que realizam a pesquisa fizeram o registro de patente internacional.

 

Pesquisadores do Laboratório de Pesquisa em Produtos Naturais da Universidade Federal do Tocantins e do Instituto Federal do Tocantins descobriram que é possível produzir açúcar com cascas de camarão. As instituições deram entrada num pedido de patente internacional.

Esse novo tipo de açúcar pode ser transformado em álcool. Isso é possível porque na casca do camarão existe uma substância chamada quitosana. A descoberta é resultado da dissertação de mestrado do pesquisador em biologia Eber de Souza.

“Estamos trazendo para nossa história como pesquisadores, como academia, como sociedade, uma nova fonte de açúcar, porque as que nós possuíamos anteriormente eram basicamente a partir da cana-de-açúcar. Esse é o primeiro açúcar fermentescível a partir de uma origem animal.”

A quitosana é o segundo biopolímero mais abundante do planeta. “Só perde para celulose que é muito conhecida e utilizada em várias áreas pela ciência. No caso do camarão, específico na carapaça dele, existem alguns compostos como minerais e proteínas. Entre estes compostos existe a quitina, que por um processo químico chega até a quitosana. É justamente esse biopolímero muito utilizado na indústria na área farmacêutica, na área médica, na área química. Agora nós conseguimos degradar esse biopolímero até o formato, até o açúcar menor, o fermentescível”, explica Souza.

Método

Os pesquisadores trituraram a casca do camarão e fizeram um processo químico para retirar as proteínas e os minerais até que restasse somente a quitosana, que é um pó de cor bege. Junto com essa substância, os professores colocaram mais dois reagentes líquidos que ainda não podem divulgar quais são.

Este processo é todo feito na temperatura ambiente. O primeiro produto transformou a quitosana em gel e o segundo quebrou as moléculas, dando origem ao açúcar fermentescível, que a indústria poderá utilizar de diversas maneiras, inclusive, na produção de biocombustível.

“Através da utilização da inovação, nós adicionamos o reagente à quitosana permeabilizada. Isso fez com que a molécula fosse quebrada e durante o processo de quebra ocorreu a liberação de nitrogênio, que é um ácido não poluente. Essa molécula quebrada formou um açúcar que pode ser convertido então em etanol”, diz o pesquisador em química Sergio Ascêncio.

Benefícios

Os pesquisadores apontam que esse método tem uma série de vantagens, como o baixo custo e alto rendimento. Calcularam que enquanto a produção de álcool com uma tonelada de cana-de açúcar é de 80 litros, a produção de uma tonelada de quitosana, pode render 250 litros.

Outro fator que pode baratear os custos do etanol é que a quitosana não tem lignina, presente no bagaço da cana-de-açúcar, um item que torna mais cara a produção de etanol.

“A lignina é o composto da dureza no material que dá resistência. A extração dela ainda é um pouco cara, pensando, no custo do combustível. No nosso processo não existe lignina nesse material. Sem essa etapa, fica muito mais barato, comparado ao etanol de segunda geração”, afirma o pesquisador em química Adão Montel.

Neste trabalho os especialistas também concluíram que além do camarão, é possível obter açúcar a partir da quitosana presente em outros crustáceos, como lagostas, caranguejos e insetos, como baratas. Atualmente, no mercado, a quitosana é usada na cicatrização de ferimentos e também como auxílio para perda de peso e em diversas outras áreas da medicina e agricultura.

O resultado dessa pesquisa dos professores da UFT vai ao encontro do interesse mundial pela diversificação de matrizes energéticas. Por isso, a universidade e o Instituto Federal do Tocantins fizeram o primeiro registro de patente internacional. Isso significa que a inovação tem prioridade em 195 países, pelos próximos 18 meses.

Quer dizer a tecnologia só pode ser desenvolvida em qualquer lugar do mundo com autorização dos pesquisadores. Para os professores, o novo açúcar que gera etanol, por ser útil em países da Ásia.

“Você pode pensar em países como Coréia do Sul e Japão, que tem limitação de território, que não podem produzir tanto uma energia derivada de produção agrícola, mas uma energia derivada de carnicicultura, da produção de camarão é totalmente viável”, defende o pesquisador em química Adão Montel.

fonte: G1

Seis robôs com formatos curiosos e funções inusitadas

Conheça seis robôs com formatos curiosos e funções inusitadas Conheça seis robôs com formatos curiosos e funções inusitadas


Por Fernando Telles, para o TechTudo

O mercado de robôs é bastante variado. Embora a tecnologia atual nos permita criar modelos mais realistas, que imitam quase perfeitamente a anatomia e os movimentos humanos, o número de robôs que passa longe do formato humanoide só cresce. Em muitos casos, o design inusitado é utilizado, inclusive, para promover os aparelhos.

A seguir, você confere seis robôs com formatos e recursos curiosos – e que, justamente por serem diferentes, prometem se destacar nas funções que desempenham. A lista conta com modelos em formato de dinossauro, aranha e até mesmo cubo.

Conheça cinco robôs com formatos curiosos e funções inusitadas (Foto: Divulgação/RealDoll) Conheça cinco robôs com formatos curiosos e funções inusitadas (Foto: Divulgação/RealDoll)

Conheça cinco robôs com formatos curiosos e funções inusitadas (Foto: Divulgação/RealDoll)

1. Solana: a robô sexual da linha RealDoll

A robô sexual Solana foi um dos destaques da CES 2018. Contando com características humanoides e inteligência artificial, a máquina identifica as preferências sexuais do seu parceiro e aceita comandos via smartphone. Para incrementar o nível de realismo, o corpo da robô também emite calor e é capaz de reconhecer toques.

Para quem deseja ter uma Solana em casa, vale ressaltar que o modelo já está à venda nos Estados Unidos. O preço cobrado pela boneca, no entanto, deve desanimar muitos, já que varia entre US$ 8 mil e US$ 10 mil (cerca de R$ 26 mil a R$ 33 mil, respectivamente).

2. Hexa: o robô em formato de aranha

Hexa tem formato de aranha (Foto: Divulgação/Vincross) Hexa tem formato de aranha (Foto: Divulgação/Vincross)

Hexa tem formato de aranha (Foto: Divulgação/Vincross)

Apresentado pela primeira vez na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter, o Hexa utiliza suas seis patas, além de inteligência artificial, para superar obstáculos sem a ajuda de um controle remoto. Graças aos sensores espalhados em seu corpo, o robô é capaz de reconhecer objetos no solo e até mesmo evitá-los, caso estejam em seu caminho.

Além de divertir quem levá-lo para casa, o Hexa também promete ser uma forma inovadora de aprender robótica, já que conta com ferramentas de programação mais simples de usar. Contudo, adquirir o brinquedinho não é uma tarefa fácil: além de não ser entregue no Brasil, o Hexa custa, em sua versão mais simples, salgados US$ 949 (aproximadamente R$ 3.090).

3. O robô em formato de minhoca

Robô em formato de minhoca (Foto: Divulgação/Stanford) Robô em formato de minhoca (Foto: Divulgação/Stanford)

Robô em formato de minhoca (Foto: Divulgação/Stanford)

Ao contrário dos outros exemplares da lista, esta minhoca-robô não tem um nome oficial. No entanto, a máquina impressiona por ser capaz de se locomover sem o controle de humanos, pular, e levantar objetos. O que mais chama a atenção é sua capacidade de alongar o tamanho de 28 cm a até 78 metros em apenas alguns minutos.

Apesar de ainda ser um protótipo, o robô criado por pesquisadores e engenheiros da Universidade de Stanford deve ter um grande futuro pela frente. Espera-se que a tecnologia utilizada no invento possa ser adaptada para missões de busca e resgate, além de procedimentos médicos com nanorobôs.

4. Cubli: o robô em formato de cubo

Cubli: o robô em formato de cubo (Foto: Reprodução/YouTube) Cubli: o robô em formato de cubo (Foto: Reprodução/YouTube)

Cubli: o robô em formato de cubo (Foto: Reprodução/YouTube)

Apesar do seu formato de cubo, o Cubli é capaz de andar, se equilibrar em apenas uma de suas quinas e até mesmo pular. Segundo seu criador, Gajan Mohanarajah, isto só é possível porque os três motores dentro do robô giram centenas de vezes por segundo, criando um balanço perfeito e que desafia as leis da gravidade.

Também segundo o engenheiro, manter-se “em pé” é uma tarefa simples para o Cubli. O mais difícil, na verdade, é retirá-lo do seu estado de repouso. Antes de conseguirem atingir o ponto de equilíbrio, as partes internas do robô precisam realizar um grande esforço, além de estarem em perfeita sincronia.

Em diversas entrevistas, Mohanarajah explica que criou o robô como um projeto para o seu doutorado. Justamente por isso, é improvável que vejamos o Cubli nas lojas.

5. MiPosaur: o robô em formato de dinossauro

 MiPosaur: o robô em formato de dinossauro (Foto: Divulgação/WowWee)  MiPosaur: o robô em formato de dinossauro (Foto: Divulgação/WowWee)

MiPosaur: o robô em formato de dinossauro (Foto: Divulgação/WowWee)

O MiPosaur é um robô-dinossauro lançado em 2016 com foco no público infantil. Apesar de seu visual pré-histórico, o modelo é repleto de tecnologia. É possível controlá-lo via celular (Android ou iPhone iOS), reconhecer gestos feitos com as mãos e até mesmo demonstrar emoções.

Para tornar a diversão dos pequenos ainda maior, o MiPosaur acompanha uma bola inteligente e apresenta diferentes reações para cada brincadeira. A depender das variações de humor do robô, ele pode responder de forma animada, curiosa ou agressiva. Nos momentos em que está tenso, o MiPosaur esconde o acessório e tenta protegê-lo.

Com o preço indicado de US$ 99 (aproximadamente R$ 325 na cotação atual), o MiPosaur está disponível apenas no varejo online dos EUA. Desde que deixou de ser vendido no site de sua fabricante, o modelo não é entregue no Brasil.

6. Qoobo: o robô em formato de almofada

Qoobo: o robô em formato de almofada (Foto: Divulgação/Yukai Engineering) Qoobo: o robô em formato de almofada (Foto: Divulgação/Yukai Engineering)

Qoobo: o robô em formato de almofada (Foto: Divulgação/Yukai Engineering)

Apesar de parecer mais com uma almofada, o Qoobo foi criado para pessoas que sempre desejaram ter um gato, mas que ao mesmo tempo são alérgicas aos bichanos. Além de utilizar sua cauda para se expressar, a criação da Yukai Engineering consegue reagir às carícias de seu dono e promete ter efeitos terapêuticos.

Embora tenha despertado interesse em todo o mundo, espera-se que o Qoobo seja lançado exclusivamente no Japão. A data prevista para o lançamento é de junho deste ano.

Cota, pilha que recarrega pelo ar e promete durar ‘para sempre’

A Cota é um tipo de bateria que promete “durar para sempre”. O dispositivo, que foi apresentado pela Ossia durante a CES 2018, tem formato AA de uma pilha comum e recebe energia elétrica enviada pelo ar, o que tende a prolongar sua vida útil. O eletrônico deve ser uma alternativa interessante para a diminuição do consumo de baterias, além de contar com funcionalidades conectadas.

A Cota foi pensada para aplicação em sensores e aparelhos de baixa potência usados em casas conectadas. Além disso, a tecnologia da “pilha eterna” pode evoluir para atender à demanda de aparelhos maiores e mais exigentes, segundo a fabricante.

A Cota funciona por meio de um conjunto de transmissores que podem receber energia do ar. A carga é enviada em ondas de rádio na frequência de 2,4 GHz, de forma muito similar ao Wi-Fi, por uma antena transmissora específica, chamada de Cota Tile. Assim, a pilha poderia ser carregada o tempo todo, sem fios, a distâncias de até nove metros, e a bateria teria uma vida útil muito maior. Entretanto, se o consumidor quiser, pode usar um conjunto maior de transmissores, a fim de aumentar a potência e a área de cobertura do sistema.

Por falar em potência, esse é um ponto central da tecnologia, porque, no momento, o sistema está limitado a poucos watts. Segundo a Ossia, o transmissor pode enviar até 3 watts para a bateria. Conforme a distância entre os dois pontos aumenta, essa potência cai para a casa dos miliwatts, o que é insuficiente para alimentar a bateria de um smartphone, por exemplo.

Em formato de pilha, Cota pode alimentar dispositivos e receber recarga a partir do ar (Foto: Divulgação/Ossia) Em formato de pilha, Cota pode alimentar dispositivos e receber recarga a partir do ar (Foto: Divulgação/Ossia)

Em formato de pilha, Cota pode alimentar dispositivos e receber recarga a partir do ar (Foto: Divulgação/Ossia)

Por conta disso, a fabricante pensa em usar a tecnologia em dispositivos de baixo consumo, como sensores de diversos tipos em casas conectadas. Num segundo momento, com o desenvolvimento da tecnologia, a Ossia acredita ser possível adaptar o conceito para outros tipos de uso, com perfil energético mais exigente, como TVs e outros eletrodomésticos, além de smartphones.

Além da capacidade de receber energia do ar, sem a necessidade de fios e carregadores, a bateria tem um conjunto de eletrônicos em seu interior que permitem algumas funcionalidades interessantes. Por meio de um aplicativo, o usuário pode verificar o estado de sua rede de pilhas Cota e decidir qual será carregada em determinado momento, além de monitorar dados de performance de todo o conjunto.

Usuário terá aplicativo para monitorar pilhas Cota (Foto: Divulgação/Ossia) Usuário terá aplicativo para monitorar pilhas Cota (Foto: Divulgação/Ossia)

Usuário terá aplicativo para monitorar pilhas Cota (Foto: Divulgação/Ossia)

Preço e chegada ao mercado

A tecnologia por trás da Cota não é barata. Segundo a fabricante, em entrevista ao site Tom’s Hardware, o transmissor e as pilhas deverão chegar ao mercado “por algumas centenas de dólares”.

Por conta disso, as primeiras aplicações podem acabar um pouco distantes do usuário final. A Ossia fala em usar a novidade em placas digitais no interior de lojas: elas seriam alimentadas pela pilha completamente sem fio. Outro projeto envolve o uso da tecnologia no interior de automóveis.

Bateria eterna?

Baterias degradam com o tempo e a Cota não é diferente, já que está submetida à mesma termodinâmica. Entretanto, a possibilidade de manter a pilha no lugar por muito tempo, já que ela pode receber carga sempre que necessário, torna a ideia interessante do ponto de vista ecológico. Segundo a Ossia, apenas nos Estados Unidos, três bilhões de baterias são descartadas todos os anos.

fonte

https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/01/conheca-a-cota-pilha-que-recarrega-pelo-ar-e-promete-durar-para-sempre-ces-2018.ghtml