Walmart patenteia carrinhos de compras inteligentes

Na última semana, o Walmart, maior empresa varejista dos Estados Unidos, entrou com o pedido de diversas patentes que sugerem que a companhia esteja incorporando tecnologia de maneira que mudaria a perspectiva de como os consumidores fazem suas compras. Entre as solicitações, havia uma relacionada à gestão do nível de estoque da empresa e outra para facilitar a vida dos clientes na hora das compras.

Enquanto uma patente almeja melhorar a experiência dos clientes quando vão fazer compras na loja, a empresa também propõe um dispositivo de detecção para comunicar um dispositivo móvel a um carrinho de compras inteligente. Na prática, o dispositivo móvel vai ajudar o cliente a procurar os itens que deseja comprar. Ou seja, a patente apresenta uma tecnologia em que um drone pode ser convocado por meio de um dispositivo móvel – pessoal ou temporariamente fornecido – e, em seguida, fornecer assistência ao usuário na forma de verificação de preços ou assistência de navegação.

Há ainda um registro que pretende rastrear os usuários por meio de wearables também conhecidos como “tecnologias vestíveis” – e uma patente que descreve um método para detectar itens adicionados a um contêiner. Além disso, um sistema de sensores, um processador e uma interface de comunicação para coletar informações sobre o transporte de mercadorias – como peso, tamanho e temperatura.

Se vamos mesmo ter Walmarts tão modernos assim, ainda não sabemos, já que um pedido de patente não garante nada – muitas vezes, as empresas desistem dos projetos. Porém, é inegável que os avanços tecnológicos estejam se expandindo para o cotidiano das pessoas. Um exemplo disso é que, há alguns dias, a própria Walmart adicionou uma patente para abelhas-drone, um sistema de polinização por via artificial.

Entrando na disputa

O Walmart está aumentando seus esforços para competir com seu principal rival, a Amazon. A companhia impulsionou, no final do ano passado, os preços dos itens online em relação à loja física, começou a produzir e vender seus próprios kits de refeição e fechou um acordo com a Rakuten, empresa japonesa de comércio eletrônico, para ser a fornecedora exclusiva da Kobo eReaders, leitor de eBooks concorrente do Kindle.

Fonte: TECHMUNDO

Univ. Federal do Tocantins e do Inst. Federal do Tocantins deram entrada num pedido de patente internacional

Pesquisadores descobrem como produzir açúcar com cascas de camarão

Esse novo tipo de açúcar pode ser transformado em álcool, com produção de alto rendimento e baixo custo. Instituições que realizam a pesquisa fizeram o registro de patente internacional.

 

Pesquisadores do Laboratório de Pesquisa em Produtos Naturais da Universidade Federal do Tocantins e do Instituto Federal do Tocantins descobriram que é possível produzir açúcar com cascas de camarão. As instituições deram entrada num pedido de patente internacional.

Esse novo tipo de açúcar pode ser transformado em álcool. Isso é possível porque na casca do camarão existe uma substância chamada quitosana. A descoberta é resultado da dissertação de mestrado do pesquisador em biologia Eber de Souza.

“Estamos trazendo para nossa história como pesquisadores, como academia, como sociedade, uma nova fonte de açúcar, porque as que nós possuíamos anteriormente eram basicamente a partir da cana-de-açúcar. Esse é o primeiro açúcar fermentescível a partir de uma origem animal.”

A quitosana é o segundo biopolímero mais abundante do planeta. “Só perde para celulose que é muito conhecida e utilizada em várias áreas pela ciência. No caso do camarão, específico na carapaça dele, existem alguns compostos como minerais e proteínas. Entre estes compostos existe a quitina, que por um processo químico chega até a quitosana. É justamente esse biopolímero muito utilizado na indústria na área farmacêutica, na área médica, na área química. Agora nós conseguimos degradar esse biopolímero até o formato, até o açúcar menor, o fermentescível”, explica Souza.

Método

Os pesquisadores trituraram a casca do camarão e fizeram um processo químico para retirar as proteínas e os minerais até que restasse somente a quitosana, que é um pó de cor bege. Junto com essa substância, os professores colocaram mais dois reagentes líquidos que ainda não podem divulgar quais são.

Este processo é todo feito na temperatura ambiente. O primeiro produto transformou a quitosana em gel e o segundo quebrou as moléculas, dando origem ao açúcar fermentescível, que a indústria poderá utilizar de diversas maneiras, inclusive, na produção de biocombustível.

“Através da utilização da inovação, nós adicionamos o reagente à quitosana permeabilizada. Isso fez com que a molécula fosse quebrada e durante o processo de quebra ocorreu a liberação de nitrogênio, que é um ácido não poluente. Essa molécula quebrada formou um açúcar que pode ser convertido então em etanol”, diz o pesquisador em química Sergio Ascêncio.

Benefícios

Os pesquisadores apontam que esse método tem uma série de vantagens, como o baixo custo e alto rendimento. Calcularam que enquanto a produção de álcool com uma tonelada de cana-de açúcar é de 80 litros, a produção de uma tonelada de quitosana, pode render 250 litros.

Outro fator que pode baratear os custos do etanol é que a quitosana não tem lignina, presente no bagaço da cana-de-açúcar, um item que torna mais cara a produção de etanol.

“A lignina é o composto da dureza no material que dá resistência. A extração dela ainda é um pouco cara, pensando, no custo do combustível. No nosso processo não existe lignina nesse material. Sem essa etapa, fica muito mais barato, comparado ao etanol de segunda geração”, afirma o pesquisador em química Adão Montel.

Neste trabalho os especialistas também concluíram que além do camarão, é possível obter açúcar a partir da quitosana presente em outros crustáceos, como lagostas, caranguejos e insetos, como baratas. Atualmente, no mercado, a quitosana é usada na cicatrização de ferimentos e também como auxílio para perda de peso e em diversas outras áreas da medicina e agricultura.

O resultado dessa pesquisa dos professores da UFT vai ao encontro do interesse mundial pela diversificação de matrizes energéticas. Por isso, a universidade e o Instituto Federal do Tocantins fizeram o primeiro registro de patente internacional. Isso significa que a inovação tem prioridade em 195 países, pelos próximos 18 meses.

Quer dizer a tecnologia só pode ser desenvolvida em qualquer lugar do mundo com autorização dos pesquisadores. Para os professores, o novo açúcar que gera etanol, por ser útil em países da Ásia.

“Você pode pensar em países como Coréia do Sul e Japão, que tem limitação de território, que não podem produzir tanto uma energia derivada de produção agrícola, mas uma energia derivada de carnicicultura, da produção de camarão é totalmente viável”, defende o pesquisador em química Adão Montel.

fonte: G1

Seis robôs com formatos curiosos e funções inusitadas

Conheça seis robôs com formatos curiosos e funções inusitadas Conheça seis robôs com formatos curiosos e funções inusitadas


Por Fernando Telles, para o TechTudo

O mercado de robôs é bastante variado. Embora a tecnologia atual nos permita criar modelos mais realistas, que imitam quase perfeitamente a anatomia e os movimentos humanos, o número de robôs que passa longe do formato humanoide só cresce. Em muitos casos, o design inusitado é utilizado, inclusive, para promover os aparelhos.

A seguir, você confere seis robôs com formatos e recursos curiosos – e que, justamente por serem diferentes, prometem se destacar nas funções que desempenham. A lista conta com modelos em formato de dinossauro, aranha e até mesmo cubo.

Conheça cinco robôs com formatos curiosos e funções inusitadas (Foto: Divulgação/RealDoll) Conheça cinco robôs com formatos curiosos e funções inusitadas (Foto: Divulgação/RealDoll)

Conheça cinco robôs com formatos curiosos e funções inusitadas (Foto: Divulgação/RealDoll)

1. Solana: a robô sexual da linha RealDoll

A robô sexual Solana foi um dos destaques da CES 2018. Contando com características humanoides e inteligência artificial, a máquina identifica as preferências sexuais do seu parceiro e aceita comandos via smartphone. Para incrementar o nível de realismo, o corpo da robô também emite calor e é capaz de reconhecer toques.

Para quem deseja ter uma Solana em casa, vale ressaltar que o modelo já está à venda nos Estados Unidos. O preço cobrado pela boneca, no entanto, deve desanimar muitos, já que varia entre US$ 8 mil e US$ 10 mil (cerca de R$ 26 mil a R$ 33 mil, respectivamente).

2. Hexa: o robô em formato de aranha

Hexa tem formato de aranha (Foto: Divulgação/Vincross) Hexa tem formato de aranha (Foto: Divulgação/Vincross)

Hexa tem formato de aranha (Foto: Divulgação/Vincross)

Apresentado pela primeira vez na plataforma de financiamento coletivo Kickstarter, o Hexa utiliza suas seis patas, além de inteligência artificial, para superar obstáculos sem a ajuda de um controle remoto. Graças aos sensores espalhados em seu corpo, o robô é capaz de reconhecer objetos no solo e até mesmo evitá-los, caso estejam em seu caminho.

Além de divertir quem levá-lo para casa, o Hexa também promete ser uma forma inovadora de aprender robótica, já que conta com ferramentas de programação mais simples de usar. Contudo, adquirir o brinquedinho não é uma tarefa fácil: além de não ser entregue no Brasil, o Hexa custa, em sua versão mais simples, salgados US$ 949 (aproximadamente R$ 3.090).

3. O robô em formato de minhoca

Robô em formato de minhoca (Foto: Divulgação/Stanford) Robô em formato de minhoca (Foto: Divulgação/Stanford)

Robô em formato de minhoca (Foto: Divulgação/Stanford)

Ao contrário dos outros exemplares da lista, esta minhoca-robô não tem um nome oficial. No entanto, a máquina impressiona por ser capaz de se locomover sem o controle de humanos, pular, e levantar objetos. O que mais chama a atenção é sua capacidade de alongar o tamanho de 28 cm a até 78 metros em apenas alguns minutos.

Apesar de ainda ser um protótipo, o robô criado por pesquisadores e engenheiros da Universidade de Stanford deve ter um grande futuro pela frente. Espera-se que a tecnologia utilizada no invento possa ser adaptada para missões de busca e resgate, além de procedimentos médicos com nanorobôs.

4. Cubli: o robô em formato de cubo

Cubli: o robô em formato de cubo (Foto: Reprodução/YouTube) Cubli: o robô em formato de cubo (Foto: Reprodução/YouTube)

Cubli: o robô em formato de cubo (Foto: Reprodução/YouTube)

Apesar do seu formato de cubo, o Cubli é capaz de andar, se equilibrar em apenas uma de suas quinas e até mesmo pular. Segundo seu criador, Gajan Mohanarajah, isto só é possível porque os três motores dentro do robô giram centenas de vezes por segundo, criando um balanço perfeito e que desafia as leis da gravidade.

Também segundo o engenheiro, manter-se “em pé” é uma tarefa simples para o Cubli. O mais difícil, na verdade, é retirá-lo do seu estado de repouso. Antes de conseguirem atingir o ponto de equilíbrio, as partes internas do robô precisam realizar um grande esforço, além de estarem em perfeita sincronia.

Em diversas entrevistas, Mohanarajah explica que criou o robô como um projeto para o seu doutorado. Justamente por isso, é improvável que vejamos o Cubli nas lojas.

5. MiPosaur: o robô em formato de dinossauro

 MiPosaur: o robô em formato de dinossauro (Foto: Divulgação/WowWee)  MiPosaur: o robô em formato de dinossauro (Foto: Divulgação/WowWee)

MiPosaur: o robô em formato de dinossauro (Foto: Divulgação/WowWee)

O MiPosaur é um robô-dinossauro lançado em 2016 com foco no público infantil. Apesar de seu visual pré-histórico, o modelo é repleto de tecnologia. É possível controlá-lo via celular (Android ou iPhone iOS), reconhecer gestos feitos com as mãos e até mesmo demonstrar emoções.

Para tornar a diversão dos pequenos ainda maior, o MiPosaur acompanha uma bola inteligente e apresenta diferentes reações para cada brincadeira. A depender das variações de humor do robô, ele pode responder de forma animada, curiosa ou agressiva. Nos momentos em que está tenso, o MiPosaur esconde o acessório e tenta protegê-lo.

Com o preço indicado de US$ 99 (aproximadamente R$ 325 na cotação atual), o MiPosaur está disponível apenas no varejo online dos EUA. Desde que deixou de ser vendido no site de sua fabricante, o modelo não é entregue no Brasil.

6. Qoobo: o robô em formato de almofada

Qoobo: o robô em formato de almofada (Foto: Divulgação/Yukai Engineering) Qoobo: o robô em formato de almofada (Foto: Divulgação/Yukai Engineering)

Qoobo: o robô em formato de almofada (Foto: Divulgação/Yukai Engineering)

Apesar de parecer mais com uma almofada, o Qoobo foi criado para pessoas que sempre desejaram ter um gato, mas que ao mesmo tempo são alérgicas aos bichanos. Além de utilizar sua cauda para se expressar, a criação da Yukai Engineering consegue reagir às carícias de seu dono e promete ter efeitos terapêuticos.

Embora tenha despertado interesse em todo o mundo, espera-se que o Qoobo seja lançado exclusivamente no Japão. A data prevista para o lançamento é de junho deste ano.

Cota, pilha que recarrega pelo ar e promete durar ‘para sempre’

A Cota é um tipo de bateria que promete “durar para sempre”. O dispositivo, que foi apresentado pela Ossia durante a CES 2018, tem formato AA de uma pilha comum e recebe energia elétrica enviada pelo ar, o que tende a prolongar sua vida útil. O eletrônico deve ser uma alternativa interessante para a diminuição do consumo de baterias, além de contar com funcionalidades conectadas.

A Cota foi pensada para aplicação em sensores e aparelhos de baixa potência usados em casas conectadas. Além disso, a tecnologia da “pilha eterna” pode evoluir para atender à demanda de aparelhos maiores e mais exigentes, segundo a fabricante.

A Cota funciona por meio de um conjunto de transmissores que podem receber energia do ar. A carga é enviada em ondas de rádio na frequência de 2,4 GHz, de forma muito similar ao Wi-Fi, por uma antena transmissora específica, chamada de Cota Tile. Assim, a pilha poderia ser carregada o tempo todo, sem fios, a distâncias de até nove metros, e a bateria teria uma vida útil muito maior. Entretanto, se o consumidor quiser, pode usar um conjunto maior de transmissores, a fim de aumentar a potência e a área de cobertura do sistema.

Por falar em potência, esse é um ponto central da tecnologia, porque, no momento, o sistema está limitado a poucos watts. Segundo a Ossia, o transmissor pode enviar até 3 watts para a bateria. Conforme a distância entre os dois pontos aumenta, essa potência cai para a casa dos miliwatts, o que é insuficiente para alimentar a bateria de um smartphone, por exemplo.

Em formato de pilha, Cota pode alimentar dispositivos e receber recarga a partir do ar (Foto: Divulgação/Ossia) Em formato de pilha, Cota pode alimentar dispositivos e receber recarga a partir do ar (Foto: Divulgação/Ossia)

Em formato de pilha, Cota pode alimentar dispositivos e receber recarga a partir do ar (Foto: Divulgação/Ossia)

Por conta disso, a fabricante pensa em usar a tecnologia em dispositivos de baixo consumo, como sensores de diversos tipos em casas conectadas. Num segundo momento, com o desenvolvimento da tecnologia, a Ossia acredita ser possível adaptar o conceito para outros tipos de uso, com perfil energético mais exigente, como TVs e outros eletrodomésticos, além de smartphones.

Além da capacidade de receber energia do ar, sem a necessidade de fios e carregadores, a bateria tem um conjunto de eletrônicos em seu interior que permitem algumas funcionalidades interessantes. Por meio de um aplicativo, o usuário pode verificar o estado de sua rede de pilhas Cota e decidir qual será carregada em determinado momento, além de monitorar dados de performance de todo o conjunto.

Usuário terá aplicativo para monitorar pilhas Cota (Foto: Divulgação/Ossia) Usuário terá aplicativo para monitorar pilhas Cota (Foto: Divulgação/Ossia)

Usuário terá aplicativo para monitorar pilhas Cota (Foto: Divulgação/Ossia)

Preço e chegada ao mercado

A tecnologia por trás da Cota não é barata. Segundo a fabricante, em entrevista ao site Tom’s Hardware, o transmissor e as pilhas deverão chegar ao mercado “por algumas centenas de dólares”.

Por conta disso, as primeiras aplicações podem acabar um pouco distantes do usuário final. A Ossia fala em usar a novidade em placas digitais no interior de lojas: elas seriam alimentadas pela pilha completamente sem fio. Outro projeto envolve o uso da tecnologia no interior de automóveis.

Bateria eterna?

Baterias degradam com o tempo e a Cota não é diferente, já que está submetida à mesma termodinâmica. Entretanto, a possibilidade de manter a pilha no lugar por muito tempo, já que ela pode receber carga sempre que necessário, torna a ideia interessante do ponto de vista ecológico. Segundo a Ossia, apenas nos Estados Unidos, três bilhões de baterias são descartadas todos os anos.

fonte

https://www.techtudo.com.br/noticias/2018/01/conheca-a-cota-pilha-que-recarrega-pelo-ar-e-promete-durar-para-sempre-ces-2018.ghtml

INPI concede patente a tecnologia pós-colheita desenvolvida pela Embrapa

A carta-patente foi concedida pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) no final de 2017 e, com isso, a nova tecnologia com a marca Embrapa recebeu sinal verde para ganhar espaço entre os produtores de hortaliças, de frutas e de plantas ornamentais. Trata-se da carriola – expressão usada para designar carrinho de mão – idealizada por pesquisadores da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF) com o objetivo de melhorar o processo pós-colheita como forma de preservar a qualidade do produto.
Como principal vantagem comparativa a outros carrinhos já existentes no mercado, a carriola patenteada apresenta uma plataforma regulável em largura, o que permite o uso de embalagens com diferentes dimensões para acomodar distintos produtos. A pesquisadora Rita Luengo, que idealizou a ferramenta juntamente com o pesquisador Adonai Calbo, aponta outros diferenciais do carrinho de mão, além dessa sua adequação ao gênero de embalagem.
“Por possuir engate, a carriola pode ser movimentada através de áreas pavimentadas e pequenos corredores, como os existentes em galpões de embalagens de supermercados e de centrais de abastecimento”, explica Rita, para quem também pode-se destacar como outro ganho utilitário a aplicação do conceito de manuseio mínimo: uso de uma única ferramenta para colheita, transporte e comercialização.
Com relação a essa questão ela chama a atenção para o que denomina “um casamento perfeito” envolvendo a carriola e o Grupo de Caixas Embrapa, desenvolvido para acondicionamento e transporte de hortaliças e frutas, e apresentado em 2015. Segundo a pesquisadora, a caixa de colheita em cima do carrinho evita o contato com o solo, e suas possíveis consequências, como contaminação por bactérias e fungos que acabam afetando o produto. “Se a caixa não encosta no solo, evita a sujidade e os riscos da contaminação”.
REGISTRO
A história da carriola vem de longe. Tudo começou com o projeto de pesquisa “Validação de embalagens para comercialização de hortaliças e frutas no Brasil e transportador de embalagens e acessórios para colheita de hortaliças e frutas”, iniciado em 2007.
Do trabalho de observação nas áreas produtoras de hortaliças, nasceu o protótipo – produzido na Embrapa Hortaliças – da carriola recentemente patenteada pelo INPI. Antes do pedido para obtenção da patente, o protótipo foi objeto de validação em condições reais de campo, em um trabalho desenvolvido em parceria com a Emater-DF em vários núcleos rurais do Distrito Federal e no cinturão verde de São Paulo.
A próxima fase envolverá a participação de empresas interessadas em produzir industrialmente o carrinho, de acordo com o que prevê o Contrato de Financiamento de Tecnologias da Embrapa.

Fonte: Embrapa

Amazon patenteia espelho que usa realidade aumentada para te vestir

O espelho será capaz de te sugerir roupas e fazer combinações – e você poderá ver como ficará usando cada uma delas

Amazon]

Na sua infância, você provavelmente brincou ou já viu aquelas silhuetas de papel no qual roupas – também de papel – poderiam ser colocadas dobrando as extremidades, vestindo a silhueta – como essa.  Agora, com base na patente realizada recentemente, a Amazon poderá desenvolver uma evolução das bonecas de papel: um espelho de realidade aumentada. O espelho possui uma câmera que projeta sua imagem na tela e te veste com roupas selecionadas. Assim, ao olhar no espelho, é possível fazer combinações e visualizar como a roupa ficará.

Vai viajar para a praia e está com dúvidas de qual roupa usar? O espelho poderá te projetar em praias virtuais, colocando as roupas adequadas. As roupas seguirão os movimentos – semelhante aos filtros para rostos utilizados pelo Snapchat e Instagram.

Na patente, há a afirmação que a empresa utilizará “tecnologias mais avançadas” e críveis, utilizando um jogo de luzes e projetores para tornar a experiência realística.

Esse produto parece ser um complemento ao que o Amazon Echo Look oferece. O Amazon Echo Look é o dispositivo da empresa que utiliza a Alexa para auxiliar os usuários na hora de se vestirem. Para isso, o dispositivo tira fotos e vídeos das roupas do usuário para aconselhá-lo na hora de se vestir, utilizando informações como clima e características da região. Atualmente, o Amazon Echo Look está disponível apenas por convites.

A Amazon poderá lucrar com essas tecnologias oferecendo novos produtos a serem utilizados pelos usuários, trazendo uma nova forma de oferta. A Amazon é uma empresa competitiva que está dentro da Nova Economia, pois utiliza as novas tecnologias – como a inteligência artificial e realidade aumentada – para mudar a rotina de seus usuários. Para saber outros usos para a inteligência artificial e realidade aumentada em nossas vidas, participe da A Revolução da Nova Economia – um evento preparado por nós, da StartSe, para te colocar por dentro de tudo o que está por vir.

fonte

https://conteudo.startse.com.br/tecnologia-inovacao/taina/amazon-espelho-realidade-aumentada-2018/

Pizza Hut e Toyota lançam veículo autônomo que entrega e poderá fazer pizza

O e-Palette, veículo conceito apresentado pela Toyota, fará o delivery de pizzas e posteriormente poderá até cozinhá-las

A Toyota e a Pizza Hut realizaram uma parceria que pode mudar completamente o setor de delivery. A Toyota revelou que as empresas estão trabalhando em um veículo autônomo, o e-Palette. O veículo autônomo poderá um dia não apenas entregar pizzas do Pizza Hut, mas cozinhá-las durante o trajeto.

“Nós estamos focados em soluções baseadas em tecnologia que permitirão que os membros do nosso time e motoristas entreguem experiências ainda melhores para os consumidores”, disse Artie Starrs, presidente do Pizza Hut US. “Com a Toyota, estamos excitados de sermos parceiros de uma empresa líder em mobilidade humana com reputação para inovação, confiabilidade e eficiência, ao definirmos a experiência do delivery de pizza do futuro”.

De fato, a iniciativa da Toyota e Pizza Hut contribui para uma Nova Economia, pois é uma inovação com potencial de mudar o sistema vigente. Para saber como as novas tecnologias – como os carros autônomos – impactarão nas nossas vidas ainda em 2018, participe do evento A Revolução da Nova Economia.

O Pizza Hut planeja utilizar seus motoristas atuais como cobaias nesse ano, coletando dados do seu time de entrega estável para aumentar a segurança e eficiência dos algoritmos.

Para a Toyota, o e-Pallete é, atualmente, apenas um conceito. Além da Pizza Hut, a montadora de carros releva planos de fazer parceiras durante o ano com a Amazon, Uber e Didi, empresa de transporte privado.

A Toyota afirma que é possível vermos o veículo autônomo em 2020, nas Olimpíadas de Tóquio. O teste nos Estados Unidos poderá começar um pouco depois disso.

E o veículo autônomo terá diversas utilidades, pois seu tamanho varia. A Toyota revelou que cada veículo é customizável e as reconfigurações podem ser feitas em menos de 24 horas. Eles medirão de 396 a 700 cm. No maior tamanho, é possível abrigar desde uma pequena casa à uma loja pequena ou pop-up.

fonte

https://conteudo.startse.com.br/tecnologia-inovacao/taina/pizza-hut-toyota-veiculo-autonomo-entrega-podera-fazer-pizza-2018/

Samsung recebe patente de baterias de grafeno que duram mais e carregam 5 vezes mais rápido

A Samsung obteve uma patente da tecnologia de sintetização de uma “bola de grafeno” que pode ser usada para fazer as baterias de íons de lítio durarem mais tempo e carregarem mais rápido.

De acordo com a companhia, o novo material permite criar baterias com capacidade de 45% maior. O motivo é que a nova invenção permite a produção de modelos com densidade de energia volumétrica extremamente alta.

A patente também aponta que a bola de grafeno vai permitir carregar baterias de maneira 5 vezes mais rápida do que antes. Os pesquisadores usaram como exemplo uma bateria que carrega totalmente em 1 hora. Esse modelo carregaria em 12 minutos com a nova tecnologia.

Outra vantagem das novas baterias é operar numa temperatura de 60ºC, a mesma necessária para uso em veículos elétricos. O grafeno é sintetizado utilizando o composto SiO2, também conhecido como dióxido de silício ou sílica. Esse material serve como o ânodo e o cátodo das baterias de íons de lítio.

A descoberta foi feita pelo Samsung Advanced Institute of Technology (SAIT), instituto de tecnologia da companhia localizado na Coreia do Sul.

A novidade foi publicada na conceituada revista científica Nature recentemente. A patente foi registrada na Coreia do Sul e nos Estados Unidos.

As baterias de íons de lítio são comercializadas desde 1991 e viraram padrão da indústria de dispositivos eletrônicos, com uso em notebooks, smartphones e até em carros elétricos.

Porém, como aponta o site CNET, a tecnologia já apresenta suas limitações. Ela já encontra limitações de capacidade e de velocidade de carregamento.

Além disso, baterias de íons de lítio correm o risco de explodir se perfuradas. Falhas no design da bateria (e do dispositivo também) levaram ao recall de milhões de unidades do Galaxy Note7, após vários modelos do aparelho pegarem fogo.

fonte

https://adrenaline.uol.com.br/2017/11/27/53180/samsung-recebe-patente-de-baterias-de-grafeno-que-duram-mais-e-carregam-5-vezes-mais-rapido/

Uma roupa que expande de acordo com o crescimento da criança

Uma roupa que expande de acordo com o crescimento da criança (Foto: Reprodução Dezeen)

Ao longo da vida é normal enfrentar problemas com os tamanhos das roupas. Contudo, quando criança as numerações se perdem com muito mais facilidade, já que os pequenos estão em constante crescimento. Para evitar os gastos excessivos e o consumo exagerado de peças infantis, Ryan Mario Yasin, aluno da Royal College of Art, desenvolveu uma linha de roupas com tecido capaz de se esticar para acompanhar bebês de seis meses até 3 anos – crianças tendem a crescer seis tamanhos na etiqueta entre esse curto período.

A Petit Pli vai na contramão da moda infantil, que replica o estilo adulto em miniatura, e traz um novo conceito para facilitar os movimentos das crianças durante o dia e garantir conforto a todo momento.

Uma roupa que expande de acordo com o crescimento da criança (Foto: Reprodução Dezeen)
Uma roupa que expande de acordo com o crescimento da criança (Foto: Reprodução Dezeen)

O designer com experiência em engenharia aeronáutica pesquisou sobre as estruturas para satélites pequenos, que necessitam de pequenos painéis de fibra de carbono embalados em suas lacunas para manter a estrutura antes de serem liberados na atmosfera. O formato de dobradura foi essencial para Ryan criar as peças infantis, com design e materiais aguardando a patente.

Uma roupa que expande de acordo com o crescimento da criança (Foto: Reprodução Dezeen)
Uma roupa que expande de acordo com o crescimento da criança (Foto: Reprodução Dezeen)

“A estrutura deforma de acordo com os movimentos da criança, expandindo e contraindo em sincronia com o corpo”, comenta Ryan em entrevista ao Dezeen. O designer optou por fabricar as peças com shape plissado, porque a prática já existe e facilita a produção.

Uma roupa que expande de acordo com o crescimento da criança (Foto: Reprodução Dezeen)
Uma roupa que expande de acordo com o crescimento da criança (Foto: Reprodução Dezeen)

Enquanto a Petit Pli aguarda a patente sair, Ryan segue arrecadando investimentos para conseguir colocar a marca no mercado britânico.

fonte

http://casavogue.globo.com/Design/noticia/2017/07/uma-roupa-que-expande-de-acordo-com-o-crescimento-da-crianca.html

Como caminha o IoT no desenvolvimento de cidades mais inteligentes

Atualmente mais de 55% da população mundial já vive em áreas urbanas, percentual este que aumenta a taxa de aproximadamente 1,8% ao ano. No Brasil, o percentual da população residente em meio urbano já passa de 84% e também segue tendência de crescimento.  Esta explosão populacional traz um desafio enorme para as cidades, seja para adequação de sua infraestrutura como para prestação de serviços à população.

Diante deste desafio a Internet das Coisas (IoT) cada vez mais se consolida como grande catalizadora para promover serviços melhores, mais eficientes e inteligentes para as cidades, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos e facilitando a gestão administrativa e os processos operacionais, especialmente das grandes metrópoles.

As cidades atualmente contam com inúmeros sensores e dispositivos de IoT desenvolvidos especialmente para a aplicação em meios urbanos, como os sensores de entupimento de bueiros e de inundação de vias, câmeras de monitoramento, lixeiras inteligentes, sinalizadores, entre outros. Os diversos sensores e atuadores existentes permitem criar uma infinidade de soluções automatizadas para tratar os desafios diários das cidades, promovendo redução de custos, ganhos de eficiência e melhoria na prestação dos serviços.

Como o IoT conecta coisas, pessoas e processos, estamos falando numa escala sem precedentes de conexões, que por sua vez geram uma gigantesca quantidade de dados. Quando estes dados são coletados, processados, analisados e utilizados de forma inteligente, potencializam a criação de um novo universo de aplicações, além de permitir antecipar, mitigar e prever muitos problemas para as cidades e seus habitantes.

Dentro desta nova realidade, as tecnologias de informação e comunicação formam a base da estrutura operativa das Cidades Inteligentes. Novos processos, ferramentas e plataformas tornam-se imprescindíveis nos sistemas informacionais da administração pública para a construção de um modelo funcional eficiente para o IoT, como: Big Data, Open Data (bases de dados públicos acessíveis), Ferramentas de Analytics (para análise e predição), Plataformas de Controle e Monitoramento de Dispositivos e Plataformas Aplicacionais (funcionamento das aplicações).

Em outra frente, a transformação digital está permitindo alavancar novas formas de interação dos cidadãos com as suas cidades, não só através das redes sociais, como também através da utilização de aplicativos, viabilizando novos serviços inteligentes a seus cidadãos, como: utilização de realidade aumentada para facilitar localização de pontos de interesse público, localização de vagas de estacionamento em vias públicas, transporte público em tempo real, etc. Estes inúmeros aplicativos que surgem diariamente vêm facilitando a vida e aumentando o engajamento da população para utilização destes canais de interatividade com suas cidades.

Por outro lado, esta grande vinculação com o digital faz com que a infraestrutura de comunicação e de serviços seja acessível a todos. As iniciativas de cidades conectadas através da promoção de redes wifi públicas e disponibilizando ampla cobertura móvel são fundamentais para a disseminação e utilização das facilidades trazidas pelas Cidades Inteligentes. A importância da infraestrutura de rede se torna aparente, e ela deverá ser capaz de enviar, tratar ou processar os dados de forma confiável, rápida, segura e com alta disponibilidade.

As prioridades de cada cidade são diferentes, mas as oportunidades e benefícios trazidos pelo IoT são comuns. Tanto as cidades como os cidadãos estarão gradativamente incorporando no seu dia a dia os avanços trazidos pela Internet das Coisas e usufruindo dos benefícios para melhoria de qualidade e desempenho dos serviços urbanos. O IoT segue sua jornada transformando o modo de vida das pessoas e das cidades e dentro de mais algum tempo teremos condições de ter cidades melhores, automatizadas, mais interativas, dinâmicas e sustentáveis, enfim, inteligentes de fato.

fonte

http://convergecom.com.br/tiinside/home/internet/08/08/2017/como-caminha-o-iot-no-desenvolvimento-de-cidades-mais-inteligentes/?noticiario=TI