Relatório da ONU aponta que Brasil registra mais patentes

O Brasil é o terceiro país com maior crescimento de registro de patentes, ficando atrás apenas da Índia e da França. É o que aponta relatório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), divulgado nesta semana em Genebra.

O documento Indicadores de Propriedade Intelectual Mundial registra ainda que o país também ocupa o terceiro lugar nas vendas online. A publicação analisa categorias como patentes, marcas, projetos industriais, indicações geográficas e indústria editorial.

O Brasil é o terceiro país com maior crescimento de registro de patentes, ficando atrás apenas da Índia e da França. É o que aponta relatório da Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI), divulgado nesta semana em Genebra.

O documento Indicadores de Propriedade Intelectual Mundial registra ainda que o país também ocupa o terceiro lugar nas vendas online. A publicação analisa categorias como patentes, marcas, projetos industriais, indicações geográficas e indústria editorial.

O Brasil está ao lado de Portugal, China, Rússia e Reino Unido no grupo de cinco nações que a agência destaca pelo “grande aumento” no registro de proteção de marca em relação ao Produto Interno Bruto (PIB) entre 2008 e 2018. No caso do registro de patentes, a Índia teve crescimento de 20,8%, enquanto França ficou com 10,5% e o Brasil com 9,8%.

De acordo com o relatório, a Ásia representa mais de dois terços de todas as solicitações de patentes, marcas comerciais e projetos industriais de 2018.

A China lidera o crescimento global na demanda por direitos de propriedade intelectual. O país registrou um recorde de 1,5 milhão de pedidos, que correspondem a 46,4% do total global.

Os Estados Unidos mantêm a liderança em termos de solicitações feitas nos mercados de exportação. O país teve 597.141 solicitações, seguido do Japão com 313.567 e Coreia do Sul com 209.992.

fonte

https://nacoesunidas.org/relatorio-da-onu-aponta-que-brasil-registra-mais-patentes/

Bayer deposita R$286 mi relativos ao caso Intacta, diz Aprosoja-MT

Segundo a Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado do Mato Grosso (Aprosoja), que teve acesso à informação dos autos nesta terça-feira, o depósito foi feito dia 13 de setembro e cumpre decisão judicial exarada no início do mês.

A Bayer já havia depositado 11,9 milhões de reais relacionados ao caso, correspondentes a 4% dos royalties cobrados pelo uso da tecnologia da semente geneticamente modificada Intacta RR2Pro, que oferece tolerância ao herbicida glifosato e resistência a insetos.

As quantias permanecerão em uma conta judicial até o julgamento do mérito da ação.

A obrigação de depositar os 286,3 milhões de reais adicionais marcou um novo revés para a Bayer após a compra da norte-americana Monsanto, que desenvolveu a semente de soja geneticamente modificada Intacta.

“Até agora, este foi o principal momento do processo pra nós,” disse à Reuters o diretor-executivo da Aprosoja, Wellington Andrade, por telefone.

Embora a ação não esteja ganha, esses depósitos representariam uma espécie de “garantia para futuros ressarcimentos a produtores caso a Aprosoja ganhe a causa,” disse ele.

A Bayer não comentou o depósito.

Em nota à Reuters, a empresa afirmou que cumpre rigorosamente todas as determinações da Justiça referentes ao processo e permanece segura quanto à validade de suas patentes e dos demais direitos relativos à tecnologia Intacta RR2 Pro.

A empresa reiterou que não existia soja com proteção contra lagartas antes do lançamento desta tecnologia, há apenas cinco safras, e que por isto ela foi adotada por milhares de produtores.

Segundo Andrade, a Aprosoja estima que por ano cerca de 850 milhões de reais sejam pagos à Bayer a título de royalties da Intacta, apenas por produtores de Mato Grosso.

No Brasil, este valor chegaria a 2,3 bilhões de reais, disse ele.

Na ação questionando a validade da Intacta, iniciada no final de 2017, os produtores afirmam que a patente da semente de soja Intacta deve ser cancelada por alegadamente não trazer inovações tecnológicas.

Em julho, agricultores brasileiros de dez Estados –além de Mato Grosso, onde a disputa começou– foram autorizados a participar da ação como reclamantes.

fonte

https://www.terra.com.br/economia/bayer-deposita-r286-mi-relativos-ao-caso-intacta-diz-aprosoja-mt,1f67ee81920e55018ca4a4a3dd1bdf89lrkjb05c.html