Itália terá lei para proteger ‘marcas históricas’

ROMA, 21 MAR (ANSA) – O vice-premier e ministro do Desenvolvimento Econômico da Itália, Luigi Di Maio, anunciou que apresentará um projeto para proteger marcas históricas do país e evitar que elas caiam em “mãos estrangeiras”.

A medida, cujos detalhes ainda não foram divulgados, se chamará “Lei Pernigotti”, em referência a uma das mais tradicionais fábricas de chocolate italianas, que foi fundada em 1868 e corre o risco de fechar as portas.

Segundo Di Maio, o projeto será inserido em um amplo programa de incentivo ao crescimento econômico, já que a Itália está em recessão técnica desde o fim do ano passado.

“Se estamos seguindo rumo a uma conjuntura global com um enfraquecimento da economia, devemos proteger nossas marcas históricas do made in Italy e evitar que caiam em mãos estrangeiras”, disse o ministro.

O objetivo seria defender empresas italianas com mais de 50 anos de história. A Pernigotti foi vendida em 2013 ao grupo turco Toksoz, que ano passado anunciou a intenção de fechar a fábrica de Nova Ligure, no Piemonte, onde trabalham 180 pessoas. (ANSA)

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https://istoe.com.br/italia-tera-lei-para-proteger-marcas-historicas/

Hotel vê reservas decolarem após tirar marca Trump

O momento atual não é dos mais favoráveis para Donald Trump. Envolvido desde que assumiu a presidência dos Estados Unidos, em 2017, em denúncias de envolvimento com a manipulação russa nas eleições e com o pagamento a mulheres para abafar escândalos sexuais, o político e empresário vê até mesmo seus negócios serem afetados pelos problemas relacionados à sua imagem.

Prova disso é o que aconteceu recentemente com um dos muitos hotéis que levava seu sobrenome. O Trump SoHo Hotel, em Nova York, vinha tendo desempenho vacilante em vendas. Seus administradores decidiram, ao final de 2017 apostar uma renovação na sua marca, desassociando-a do nome do presidente americano, que por muito tempo fez seu nome no meio hoteleiro.

A hospedagem trocou, então, o nome, se tornando The Dominick. O resultado? Um crescimento de 20% na receita por quarto disponível (indicador chamado de revpar no meio hoteleiro) no ano passado, segundo reporta a Bloomberg.

No ramo hoteleiro, a marca do hotel não está, em muitos casos, ligada à própria administração. Operadores de hotéis independentes frequentemente fazem acordos de licenciamento com grandes redes para atrair mais público com marcas famosas, mas continuam fazendo a administração do negócio. No caso do The Dominick, assim como no do hotel no Rio de Janeiro, que também levava o nome de Trump e hoje está envolto em investigações de corrupção, a empresa do presidente apenas emprestava seu nome, sem administrar diretamente o empreendimento.

Enquanto a indústria hoteleira de Nova York viu a tarifa média dos quartos subir apenas 2% em 2018, o The Dominick aumentou a sua em US$ 51. Foram, também, 7 mil diárias a mais registradas no ano, em comparação com 2017.

Não houve nenhuma reforma significativa, aumento de oferta ou mudança na estrutura do hotel durante o ano passado, o que indica que era mesmo o nome que estava afastando clientes do empreendimento. Pessoas entrevistadas pela Bloomberg também apostam nessa hipótese.

O agente de viagens Jack Ezon, fundador da Embark, diz que “em sete entre oito vezes” em que ele oferecia o Trump SoHo a um cliente, as pessoas diziam: “eu não vou ficar em um Trump Hotel”. Um desses clientes, afirma, foi o astro da NBA Lebron James, que já se manifestou publicamente discordando das políticas de Trump em ocasiões passadas.

Ezon garante também que não há nenhum problema com o hotel em si – um empreendimento luxuoso na badalada região de SoHo, em Lower Manhattan. “É o hotel perfeito para quem está procurando por algo espaçoso para ficar muito confortável uma semana inteira”, comentou à Bloomberg.

E, quando o produto não vai bem apesar de estar bem construído, o problema geralmente está no marketing, diz Gesina Gudehus-Wittern, diretora da consultoria de branding IpsosStrategy3. “Muitas vezes, apenas mudar o nome não ajuda em nada a melhorar o desempenho de um negócio. Mas se o desafio está na marca, se ela não cumpre mais o propósito que costumava cumprir, a solução pode ser simples assim”, diz.

Segundo ela, esse parece ser o caso do agora chamado The Dominick, que, sem o nome de Trump, teria tirado uma carga de estresse que vinha associada à própria reserva do quarto. “Não importa seu posicionamento político, uma coisa de que praticamente todo mundo quer tirar férias de vez em quando é a política. E, se você está viajando a negócios e vai se encontrar com um cliente, também não vai querer a política associada ao encontro.”

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https://epocanegocios.globo.com/Marketing/noticia/2019/03/hotel-ve-reservas-decolarem-apos-tirar-marca-trump.html

Justiça proíbe venda de livro do padre Marcelo Rossi por violação de direito autoral

O desembargador Gilberto Campista Guarino, da 14ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ), determinou a suspensão da publicação, distribuição e venda do livro “Ágape”, lançado em 2010, do padre Marcelo Rossi. A liminar foi concedida na quinta-feira (11) e cabe recurso.

A escritora Izaura Garcia, autora do pedido, afirma que o trecho “Perguntas e Respostas – Felicidade! Qual É?” é de autoria dela e foi publicado em seu livro, “Nunca Deixe de Sonhar”, de 2002. Em “Ágape”, a autoria do trecho é atribuída a madre Teresa de Calcutá. No processo, que ainda não foi julgado, a escritora pede indenização por violação de direitos autorais no valor de R$ 50 milhões.

“Defiro parcialmente a tutela provisória de urgência, a fim de que os agravados suspendam a publicação, distribuição e venda de exemplares da obra ‘Ágape’, até que comprovem a retificação de autoria do texto ‘Perguntas e Respostas – Felicidade! Qual é?’, nela veiculado, atribuindo-o corretamente à agravante, ou até que o suprimam, sob pena de multa equivalente ao dobro do valor comercial de cada exemplar publicado, distribuído e/ou vendido”, determina Guarino em sua decisão.

Segundo as advogadas de Izaura, Carolina Miraglia e Mariana Sauwen, o reconhecimento da escritora como autora do trecho já tinha sido obtido em outro processo, de 2013.

No entanto, o padre e a editora Globo não cumpriram o acordo estipulado na época nem corrigiram a informação na publicação. “Um dia, a Izaura entrou em uma livraria e pegou o livro para mostrar para algumas pessoas, mas viu que o seu nome não estava identificado como autora do trecho. Foi quando, então, ela nos acionou para entrar com o processo na Justiça”, explicou Carolina.

Segundo ela, o valor pedido pela indenização foi feito com base na legislação brasileira de direito autoral e corresponde a 20% da venda de 10 milhões de exemplares do livro. “[A obra] Gerou um lucro de R$ 250 milhões”, informou.

A editora Globo e o padre Marcelo informaram que só irão se pronunciar após a notificação oficial da Justiça, segundo o jornal O Dia.

 

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https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/noticia/2019/04/justica-proibe-venda-de-livro-do-padre-marcelo-rossi-por-violacao-de-direito-autoral-cjuewnutx04jc01pr5tigv6ye.html

Câmara dos Deputados aprova texto do Protocolo de Madri

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na última quinta-feira, 4/4, o texto do Protocolo de Madri sobre registro de marcas, conforme informações da Agência Câmara. O protocolo em questão acelera os procedimentos e permite que a propriedade intelectual seja reconhecida simultaneamente nos vários países que fazem parte do acordo (PDC 860/17).

Pela proposta, o escritório nacional, que no Brasil seria o INPI (o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, vai encaminhar o pedido de registro de marca para a OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual), que fica em Genebra, na Suíça.

Desta forma, fica a cargo deste órgão centralizado o processo de registro da marca nos outros países membros do protocolo. A medida visa diminuir os gastos das empresas, que incluem o pagamento de taxas e contratação de advogados, entre outras coisas, para realizar o registro de marcas.

Encaminhado ao Congresso em 2017, o Protocolo de Madri está em vigor desde abril de 1996 e foi ratificado por países como Estados Unidos, Japão, China, Rússia e pela União Europeia. Agora o texto segue para o Senado.

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https://computerworld.com.br/2019/04/10/camara-dos-deputados-aprova-texto-do-protocolo-de-madri/

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na última quinta-feira, 4/4, o texto do Protocolo de Madri sobre registro de marcas, conforme informações da Agência Câmara. O protocolo em questão acelera os procedimentos e permite que a propriedade intelectual seja reconhecida simultaneamente nos vários países que fazem parte do acordo (PDC 860/17).

Pela proposta, o escritório nacional, que no Brasil seria o INPI (o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual, vai encaminhar o pedido de registro de marca para a OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual), que fica em Genebra, na Suíça.

Desta forma, fica a cargo deste órgão centralizado o processo de registro da marca nos outros países membros do protocolo. A medida visa diminuir os gastos das empresas, que incluem o pagamento de taxas e contratação de advogados, entre outras coisas, para realizar o registro de marcas.

Encaminhado ao Congresso em 2017, o Protocolo de Madri está em vigor desde abril de 1996 e foi ratificado por países como Estados Unidos, Japão, China, Rússia e pela União Europeia. Agora o texto segue para o Senado.

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