Em Florianópolis já circula ônibus elétrico movido 100% a energia solar

Não são só os pontos de ônibus que são abastecidos por energia solar na cidade de Florianópolis, em Santa Catarina. Por lá, os próprios veículos também são abastecidos por eletricidade fotovoltaica.

O mérito é do Centro de Pesquisa e Capacitação em Energia Solar da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), que desenvolveu um ônibus elétrico 100% movido a energia fotovoltaica, em parceria com empresas como Eletra, Marcopolo, Mercedes-Benz e WEG.

O trabalho em equipe resultou em um veículo com autonomia de até 200 quilômetros e capaz de ser recarregado em apenas 30 minutos. O ônibus já percorreu (com sucesso!) mais de 10 mil quilômetros em fase de teste e está pronto para sair para valer às ruas da capital catarinense!

Disponível para estudantes, docentes e demais colaboradores da UFSC, o ônibus fará o trajeto Sapiens Parque – Campus Universitário, a fim de reduzir as emissões no percurso para a universidade. Em breve, será possível até reservar lugares no veículo por meio de aplicativo, que informará o itinerário completo do ônibus aos usuários. Quem aí curtiria ir para o trabalho/faculdade/colégio em um ônibus solar?

Volvo testa caminhão de coleta de lixo autônomo em ambiente urbano

 

O Grupo Volvo, junto com especialistas suecos em resíduos e reciclagem da empresa Renova, está testando um pioneiro caminhão de coleta de lixo autônomo com potencial para uso em ambiente urbano. O projeto explora como a automação pode contribuir para melhorar a segurança no trânsito, aprimorar condições de trabalho e reduzir impactos ambientais.

O caminhão foi projetado para proporcionar uma direção segura em ambientes urbanos, inclusive ao dar a ré. Sensores monitoram continuamente a região próxima ao veículo e o caminhão para agir imediatamente caso um obstáculo apareça repentinamente em seu caminho.

A rota é pré-programada e o caminhão se dirige de uma caçamba de lixo para a próxima. O motorista e os garis podem focar na coleta de lixo e não precisam entrar e sair do caminhão cada vez que o veículo vai de uma lixeira para a próxima.

O projeto conjunto com a Renova continuará até 2017. Em teste na mina de Kristineberg, ao norte da Suécia, o caminhão está equipado com sistema de sensores para identificação, navegação e monitoramento da área ao redor do veículo. A maior parte desta tecnologia também está usada no caminhão autônomo para operações de mineração revelado pelo Grupo Volvo em 2016.

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http://convergecom.com.br/tiinside/09/06/2017/volvo-testa-caminhao-de-coleta-de-lixo-autonomo-em-ambiente-urbano/?noticiario=TI

Banco Intermedium muda de nome e cria nova marca corporativa

O Banco Intermedium passa a adotar o nome Banco Inter. Após 23 anos, a instituição financeira modernizou sua marca corporativa motivada pela evolução do banco que, atualmente, é o único no mercado com conta corrente digital totalmente gratuita e um dos pioneiros na modalidade digital. O reposicionamento da marca corporativa também incluiu uma nova identidade visual e logotipo.

O reposicionamento da marca (rebranding) foi feito para encontrar um nome mais condizente com a proposta atual do banco e para definir como ele se posicionaria no mercado, já que não se enquadrava apenas nas definições de um banco tradicional. Além disso, o nome Intermedium, em latim, já não condizia com a inovação entregue pela instituição e apresentava outros problemas, como, difíceis pronuncia, escrita e aplicação da marca.

O projeto de reformulação da marca foi conduzido após um estudo de branding e de pesquisa etnográfica. Por meio de um diagnóstico amplo que envolveu entrevistas com os principais públicos do banco, chegou-se à definição de que o Intermedium era um banco para todos, digital e com o propósito de democratizar os serviços bancários.

A marca Banco Inter estará, também, exposta no espaço do peito e costas da camisa do time do São Paulo Futebol Clube a partir de domingo (11.06). A instituição financeira é patrocinadora do SPFC até 2020. O Banco Inter possui, hoje, 170 mil correntistas digitais e a meta é chegar até o final do ano com 350 mil clientes e 1 milhão, em 2018.

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Banco Intermedium muda de nome e cria nova marca corporativa

Brasil é o único país do mundo que transforma eletrônico usado em peça nova

A Sincronics tem cerca de 30 clientes, entre eles gigantes como a HP. “É uma empresa que sempre lidera essa questão ambiental e chegou para a gente com o desafio: ‘Criem um plástico reciclado branco’. Uma coisa inédita. Ela nos incentivou, e a gente foi atrás pra desenvolver um processo. E no final, virou nossa cliente”, explica Carlos Ohde, diretor-geral da empresa, que é uma unidade de negócios da norte-americana Flextronics no Brasil.

A empresa hoje é a única que usa plásticos de uma impressora usada para fazer uma nova ou o plástico de um cartucho de toner para fazer notebook. “Isso é único aqui do Brasil”, diz.

O diretor da Sinctronics relata ter recebido visitas de vice-presidentes de sustentabilidade de duas grande fabricantes globais. “Eles falaram que aqui é a operação mais completa que viram no mundo. Não é uma operação grande, já que emprega cem pessoas, mas é única quando consideramos de ponta a ponta, já que a gente transforma o eletrônico usado em peça nova. Isso não existe em lugar nenhum no mundo.”

Este ano, a empresa brasileira recebeu um reconhecimento do Fórum Econômico Mundial, pela contribuição na economia circular.

“Também recebemos um convite para apresentar nosso caso em Helsinque, na Finlândia, num congresso de economia circular. Apesar da teoria lá na Europa fazer muito sentido –e a teoria de economia circular é fantástica–, do ponto de vista prático quem conseguiu montar alguma coisa nessa área de eletroeletrônicos fomos nós. Outros países não têm ainda as condições necessárias.”

 

Dano por uso ilegal de marca é fixado pela Lei de Propriedade Intelectual

No caso de uso ilegal de marca, o valor da indenização por danos materiais deve ser fixado de acordo com os critérios da Lei de Propriedade Intelectual (Lei 9.279/96), e não conforme a Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98).

A decisão é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que negou recurso da Confederação Brasileira de Futebol contra acórdão que condenou três empresas que comercializavam camisetas e blusas com emblema da CBF sem autorização.

A sentença, confirmada no acórdão de apelação, condenou as empresas a encerrar o comércio dos produtos e pagar danos materiais, a serem fixados em fase de execução, além de dano moral no valor de R$ 10 mil.

No recurso ao STJ, a CBF alegou que o dever de indenizar não poderia ser limitado à quantidade de produtos apreendidos nos estabelecimentos das empresas. Para a confederação, deveria ser aplicado, por analogia, o critério estabelecido pelo artigo 103 da Lei de Direitos Autorais (Lei 9.610/98), que prevê o pagamento do valor equivalente a três mil exemplares, além dos apreendidos.

A relatora, ministra Nancy Andrighi, negou a aplicação da Lei 9.610 ao caso. Segundo ela, infringência a direito de marca não guarda qualquer relação com eventual violação de direito autoral, cuja proteção é assegurada pela referida norma.

“O ilícito cometido pelas recorridas é disciplinado pela Lei de Propriedade Industrial (Lei 9.279/96), diploma legal específico que rege as relações envolvendo registros de marcas, patentes, modelos de utilidade e desenhos industriais e que objetiva coibir, sobretudo, a concorrência desleal”, explicou a ministra.

Segundo Nancy, além de a própria Lei 9.279 fornecer os critérios a serem adotados para a quantificação dos danos decorrentes da venda ilegal, não há semelhança relevante entre o uso ilegal de marca e a violação de direitos autorais, condição necessária para uso da analogia.

“Nas hipóteses de violação a direito autoral, a indenização equivalente ao preço de três mil exemplares é devida quando não houver informações sobre a extensão da edição fraudulenta. Isso porque o parágrafo único do artigo 56 da Lei de Direitos Autorais dispõe que, no silêncio do contrato, considera-se que cada edição possui esse número de exemplares”, esclareceu a ministra. Com informações da Assessoria de Imprensa do STJ.

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http://www.conjur.com.br/2017-mai-25/dano-uso-marca-fixado-lei-propriedade-intelectual