As 50 marcas preferidas pelos consumidores

lo quinto ano consecutivo, a Coca-Cola continua ocupando o posto de marca mais escolhida do mundo. O alcance da marca na vida do consumidor é de 6.046, o maior entre todas as empresas avaliados. O levantamento é da consultoria Kantar Worldpanel, divulgado anualmente no estudo Brand Footprint Report.

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Embora ocupe o primeiro lugar, a Coca-Cola perde para a segunda colocada do ranking, a Colgate, em penetração no mercado de bens de consumo: enquanto a presença da primeira é de 41,5%, a Colgate registra 62,4%, a única das marcas a ter penetração superior a 50%.

Duas marcas que, apesar de estarem entre as dez últimas posições do ranking, ganharam destaque nesta edição do levantamento são a Hershey’s e a Dettol, cuja penetração na vida do consumidor aumentou em 22% e 13%, as maiores taxas do levantamento, respectivamente. Essa é a primeira vez que a Dettol entra no ranking das 50 marcas mais escolhidas.

Avaliando as marcas favoritas de cada país individualmente, a Coca-Cola foi escolhida como a favorita em nove países diferentes, sendo oito ocidentais. Argentina, Brasil, Estados Unidos e Venezuela são alguns deles. A marca ocupa a liderança da pesquisa há cinco anos consecutivos.

Confira, a seguir, quais são as 50 marcas mais escolhidas pelos consumidores do mundo, segundo a Kantar:

  1. Coca-Cola
  2. Colgate
  3. Lifebuoy
  4. Maggi
  5. PepsiCo
  6. Nescafé
  7. Lay’s
  8. InfoMie
  9. Nestlé
  10. Sunsilk
  11. Knorr
  12. Dove
  13. Lux
  14. Sunlight
  15. Downy
  16. Danone
  17. Palmolive
  18. Pepsodent
  19. Tide
  20. Sprite
  21. Pantene
  22. Heinz
  23. Kraft
  24. Head & Shoulders
  25. Oreo
  26. Ajinomoto
  27. Surf
  28. Rexona
  29. Vim
  30. Milo
  31. Tang
  32. Bimbo
  33. Fanta
  34. Brooke Bond
  35. Nivea
  36. Cheetos
  37. Quaker
  38. McCormick
  39. Kinder
  40. Doritos
  41. Activia
  42. Closeup
  43. Safeguard
  44. Hershey’s
  45. Yakult
  46. Barilla
  47. Dettol
  48. Lipton
  49. Del Monte
  50. Dr. Oetker

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http://www.gazetadopovo.com.br/economia/nova-economia/as-50-marcas-preferidas-pelos-consumidores-bu3cmxu66hrodg8vypki1c33h

Avctoris usa blockchain para garantir direito autoral

A economia criativa gera 29.5 milhões de empregos formais e movimenta mais de 2 trilhões de dólares, porém, seu calcanhar de Aquiles sempre foi o plágio, mais comum e mais difícil de combater do que a pirataria, o plágio é um inimigo silencioso e afeta principalmente os freelancers que somam 4 x mais pessoas do que aquelas formalmente empregadas, ou seja, falamos de mais de 100 milhões de pessoas.

Até hoje a proteção de direitos autorais usa métodos  obsoletos, além das falhas de segurança, sua complexidade, custo e burocracia tornam inacessível ao autor moderno a proteção do seu trabalho, diante desse “gap” tecnológico surgiu uma startup que faz o registro de direitos autorais on-line, sem burocracia e a um baixíssimo custo, tornando o Direito Autoral acessível à todos.

Em geral o principal motivo é a falta de uma “prova de anterioridade” válida, que possa comprovar a autoria. Muitos profissionais imaginam que os arquivos em seus computadores, postagens em redes sociais ou mesmo originais em papel possam ser usados como prova de anterioridade porém na prática a maioria desses itens é completamente inútil e os que podem ser usados ainda dependem de procedimentos caríssimos para serem validados, perícias específicas e que podem ser incapazes de validar a prova.

Para resolver esses problemas, foi criada no Brasil uma startup focada em gestão de direito autoral, com um serviço independente de registro e comprovação via Internet. O serviço gera uma prova de anterioridade e validação jurídica para um arquivo eletrônico do usuário, produzindo uma prova contra qualquer forma de plágio, adulteração ou uso ilegal de suas criações. O sistema é batizado de  Avctoris (notação extraída do Latim, lê-se “auktóris”).

“É inconcebível que em pleno século XXI a proteção seja feita com métodos da Idade Média, a ineficiência e as falhas de segurança dos métodos tradicionais comprometem os autores e a absurda burocracia e o custo alto tornam inacessível o registro à maioria dos profissionais envolvidos, com isso o plágio e uso não autorizado proliferam” afirma Rudinei Modezejewski, fundador do Avctoris.

O sistema é resultado de 6 anos de pesquisa e foi criado a partir da detecção de falhas graves no sistema vigente: “Não dá pra confiar em um sistema manual e que não pode ser auditado, nosso sistema tem 9 itens de segurança, todos auditáveis”, reforça o criador do Avctoris.

O Avctoris atende às exigências internacionais de copyright (Convenção de Berna) e outros dois tratados internacionais (Metre Convention e União Postal Universal) e  formou parceria estratégica com a RPost, empresa global que detém patentes que compõem parte dos itens de segurança usados no sistema.

Com o novo serviço web, os profissionais da economia criativa conseguem se livrar da burocracia e lentidão dos órgãos governamentais de registro e pagam apenas R$ 19,97 por cada registro, sem anuidades ou outras despesas.

A abrangência do sistema é enorme, podendo ser usado para proteger: ilustrações, estudos, músicas (letra e partitura, mp3); logotipos (não é registro de marca no INPI); embalagens e rótulos; layouts para aprovação (ainda não aprovados); livros, poesias, roteiros, artigos; TCC, monografias, teses acadêmicas, artigos científicos; fotografias e books fotográficos; peças publicitárias (anúncios, banners; personagens, HQ´s, storyboards,  croquis de moda; tatuagens (como ilustração); softwares (fonte, telas, descritivo) APPs (fonte, telas, descritivo, etc…); sites, SaaS, sistemas web (fonte, telas, descritivo; filmes, vídeos, animações, videoclipes  e design de produtos.

O sistema promete revolucionar a gestão de direitos autorais, criando um método confiável de prova de anterioridade e com isso facilitar a atuação dos advogados na defesa dos interesses dos autores, ainda pretende atuar como uma rede social (em implantação) que possibilitará ao autor licenciar e vender seu trabalho, tudo de maneira rastreável e juridicamente perfeita, “trata-se de um ecossistema completo” afirma Modezejewski.

O uso é muito simples, após o preenchimento das informações básicas, o autor seleciona o arquivo digital da obra a ser protegida (não há upload) e o sistema gera um hashcode corespondente ao arquivo em questão. O hashcode é um código único e inviolável, combinado a um selo digital (carimbo do tempo) que é fornecido pelo BIPM (Escritório Internacional de Pesos e Medidas, no acrônimo em Francês), entidade mundialmente reconhecida para esta finalidade, depois são adicionados outros itens de segurança tais como QRCode e informações de tracking.

Este conjunto de elementos tem aceitação em toda a comunidade científica, Receita Federal, Superior Tribunal de Justiça (STJ), Superior Tribunal Federal (STF), governos e entidades internacionais.Com tais características o registro fornecido pelo Avctoris é válido em 172 países sem a necessidade de nenhuma outra validação ou submissão.

“Já estava na hora dos autores protegerem seus Direitos Autorais de forma simples, rápida e acessível, finalmente o copyright chegou ao século XXI”, diz Rudinei Modezejewski, fundador do Avctoris. “Além disso, contar com a parceria da RPost é garantir a confiabilidade do nosso sistema e a internacionalização do site, com a propagação do conceito e do serviço a outros países.”, finaliza.

“De nossa parte a parceria com a Avctoris faz todo o sentido e se encaixa dentro da estratégia global da RPost” comenta Fernando Neves, presidente da RPost no Brasil. “A WIPO utiliza nossos serviços no mesmo segmento, mas a proposta da Avctoris é mais abrangente e representa um avanço significativo em termos de valor para os usuários em geral. A implementação foi extremamente rápida, realizada em apenas 4 semanas. Isto comprova a maturidade da estrutura tecnológica empregada.” completa Neves.

Sobre a Avctoris

O Avctoris é uma startup que tem por objetivo oferecer aos usuários um serviço de gestão de direitos autorais, que inicia com uma forma de comprovação de autoria com características jurídicas suficientes para dar-lhes a segurança necessária para transacionar suas obras intelectuais e, caso haja violação de seus direitos autorais, tenham instrumentos juridicamente aceitos suficientes para embasar um acordo ou até um processo judicial, mas prevê a implantação de um sistema de licenciamento e venda de direitos autorais completamente inovador.

O lançamento oficial foi em janeiro de 2014, o sistema está na sua versão 2.0 e conta com um crescimento orgânico consistente, a taxa de retenção entre os designers (53% da carteira) é de 91%, o crescimento no período 2014/2015 foi de 164,55%, no período 2015/2016 foi de 82,55% e agora prepara-se para implantação de novos canais de vendas com objetivo é atingir 10.000 registros mensais até dezembro de 2017.

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Avctoris usa blockchain para garantir direito autoral

Especialistas discutem papel da inovação no Dia Mundial da PI

Em celebração ao Dia Mundial da Propriedade Intelectual, o Parque Tecnológico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) realizou, em 26 de abril, um simpósio sobre o papel da PI na promoção da inovação e da criatividade, recompensando inventores e atraindo investimentos, transformando problemas em progresso e qualidade de vida.

O evento foi aberto pelo diretor do Parque Tecnológico da UFRJ, José Carlos Pinto, que compôs a mesa com José Graça Aranha, diretor regional da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI); Luiz Otávio Pimentel, presidente do INPI;  James Story, cônsul-geral dos Estados Unidos no Rio; Laura Hammel, attaché do Escritório Americano de Patentes e Marcas (USPTO, na sigla em inglês); Maria Carmen de Souza Brito, presidente da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual (ABPI); Paulo Parente, presidente da Comissão de Propriedade Industrial e Pirataria da OAB/RJ; Miriam Tendler, pesquisadora da Fiocruz; e Evelyn Montellano, da TechnipFMC Global IP.

Durante a abertura, José Graça Aranha falou da importância do papel da propriedade intelectual no dia a dia das pessoas em todo o mundo, enquanto Luiz Pimentel destacou todos os avanços conquistados pelo INPI recentemente, como a contratação de novos servidores, o acordo sobre pedidos de patentes farmacêuticas com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o aprofundamento das relações com a OMPI, escritórios de PI, como USPTO, Japão e o Escritório Europeu (EPO, na sigla em inglês), principalmente com relação aos projetos-piloto de Patent Prosecution Highway  (PPH).

Na discussão do papel da PI no fomento à inovação brasileira, durante o painel do simpósio, o diretor de Patentes do INPI, Júlio César Moreira, enfatizou o fator social como a finalidade do sistema de PI para o atendimento das necessidades da sociedade como um todo. No entanto, alertou sobre a urgência da revisão do marco legal e o saneamento do ambiente de inovação no País, a fim de que se possa transformar conhecimento em riqueza e levar o Brasil de fato à economia do conhecimento. Também participaram do painel  Ricardo Silva Pereira, coordenador da Agência UFRJ de Inovação; Eduardo Gomes dos Santos, gerente do Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes); e Gabriel di Blasi, da Di Blasi e Parente Associados.

fonte

http://www.inpi.gov.br/noticias/especialistas-discutem-inovacao-no-dia-mundial-da-pi

Cancelados registros de seis marcas de cigarro

Seis marcas de cigarro fabricadas pela Brasita – do Rio Grande do Norte – tiveram o registro cancelado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O cancelamento foi feito devido à caducidade, o que significa que o pedido de registro e de renovação das marcas, procedimento obrigatório para fabricantes de cigarros, não foi apresentado pela empresa.

“O setor de tabaco é altamente regulado no Brasil, por razões que todos conhecemos. Então não é possível que empresas que atuam à margem da lei continuem a infringir as regras impostas ao setor, prejudicando aquelas que agem regularmente”, ponderou o presidente do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade, Edson Vismona.

A empresa foi obrigada a recomprar todos os cigarros das linhas Madrid, Play e K9 já vendidos para o comércio, sob pena de apreensão e multa. E todos os pontos de venda estão proibidos de estocar e comercializar essas marcas.

fonte

http://www.folhape.com.br/economia/economia/economia/2017/05/03/NWS,26186,10,550,ECONOMIA,2373-CANCELADOS-REGISTROS-SEIS-MARCAS-CIGARRO.aspx