Só uma das 5 empresas mais valiosas do mundo não é de tecnologia

ExxonMobil corre o risco de ser ultrapassada pelo Facebook nos próximos meses, que vale quase o mesmo tanto que ela atualmente

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Você tem dúvidas que a tecnologia está mudando o mundo? Não tenha mais. Basta ver a tabela das empresas mais valiosas do planeta para ver que o setor é a bola da vez e está atraindo dinheiro de investidores.

Apenas a ExxonMobil não é de tecnologia entre as 5 empresas mais valiosas do mundo. E ela corre o risco de ser ultrapassada pelo Facebook, que vale quase o mesmo tanto que ela atualmente.

A Apple lidera o ranking com valor de mercado de US$ 570 bilhões, seguido pela Alphabet, com US$ 530 bilhões. A terceira colocada é a Microsoft, que vale US$ 445 bilhões, enquanto a quarta colocada é a Amazon – com valor de mercado de US$ 370 bilhões. A ExxonMobil vale US$ 360 bilhões e pode ser ultrapassada em breve pelo Facebook, que vale US$ 320 bilhões.

Essa mudança mostra a migração do dinheiro para o setor. Em 2006, apenas uma empresa de tecnologia estava entre as 6 mais valiosas, a Microsoft. Apenas 10 anos atrás, a mais valiosa era a ExxonMobil, com valor de mercado de US$ 362 bilhões (um pouco mais do que hoje), enquanto a GE valia US$ 348 bilhões, mais do que os US$ 280 bilhões de atualmente.

Em terceiro lugar vinha a Microsoft, com valor de mercado na época de US$ 280 bilhões. Citi valia US$ 230 bilhões, enquanto a petrolífera BP terminou o ano valendo US$ 225 bilhões. Outra empresa de petróleo completava o top 6, a Shell, com valor de US$ 203 bilhões.

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Só uma das 5 empresas mais valiosas do mundo não é de tecnologia

Só pode existir uma cervejaria nº 1?

Uma estratégia de marketing muito usada é utilizar um “slogan” que gere no consumidor a sensação de que o produto é de destaque, como o “o melhor”, “a única” ou “o número 1”.
Embora todos estes elementos sirvam como diferenciadores e sejam eficazes em termos de marketing, do ponto de vista da proteção legal à eles atribuída, tornam-se elementos extremamente frágeis, cuja utilização é possível até mesmo por concorrentes diretos.

torneiras de cervejarias
A utilização de termos genéricos em slogans não assegura a sua proteção

Brahma ou Braumeister, qual a nº 1?

Foi publicado o acórdão do julgamento de um processo movido pela Ambev, titular da marca Brahma contra a Cervejaria Der Braumeister Paulista Ltda., a alegação era de que os lementos utilizados pela Braumeister não eram imitações de marcas registradas pela Ambev, e em especial pela utilização do slogan “cervejaria número 1 de São Paulo”, que imitaria os seus slogan “Brahma Chopp, a cerveja número 1” (desde 1993) e “Brahma, a número 1” (desde 1992).

No STJ o entedimento foi de que a expressão “número 1” é de domínio público, logo razão não assistiria à Ambev na proteção de sua marca, as informação são referentes ao REsp 1.341.029.

Requisitos da lei para o registro de Marcas

A Lei que rege o registro de marcas no Brasil não especifica o que pode ser registrado como marca, mas diz, em seu art. 124 o que não pode ser tomada com exclusividade para designar um produto ou serviço.
No inciso VII a lei prevê não ser registrável:

sinal ou expressão empregada apenas como meio de propaganda

E este é o caso de slogans ou mesmo o elementos que venham apenas a qualificar a marca.

Qual a proteção aplicável e como obtê-la?

Há uma ressalva quando se fala em slogan, estes nunca serão protegidos de forma isolada, como marca nominativa (entenda os diferentes tipos de marcas), mas atribuindo-se elementos figurativos, estilizações no texto ou outros elementos que o diferenciem este será registrável como marca.

A obtenção deste registro contudo não impedirá que terceiros utilizem os elementos nominativos da marca mas somente que não seja aplicada a mesma estilização e elementos figurativos constantes do registro.

 

https://www.ostrockesanches.adv.br/blog/marcas/registro-de-slogan.html

Utilização de conceito de slogan deve ser admitida como marca pela Red Bull

Embora exista a possibilidade de obter-se o indeferimento de registro de marca concorrente em razão do aproveitamento de um conceito explorado para diferenciar este produto no mercado, é preciso atentar que a ideia por trás do conceito não é protegida e a Red Bull acaba de perder uma batalha em decorrência de não ter protegido satisfatoriamente um dos conceitos caracterizadores da marca, conforme noticiou o el país.

O Conceito da Red Bull e a Marca Pink Cow

escritório de marcas e patentes
Marca Pink Cow não representa um aproveitamento indevido da Marca e conceito do slogan da Red Bull

A Pink Cow, empresa espanhola que produz um energético voltado para o público feminino passou a utilizar o logo de uma vaca cor de rosa alada, sendo que que, evidentemente, esta aproximação com elementos que destacam a Red Bull no mercado e tentou invalidar o registro administrativamente.

A Red Bull Alegou que a utilização da vaca como elemento figurativo da marca era uma intenção de aproximar-se dos touros que a identificam e dar asas à vaca no desenho era uma tentativa de aproximar-se de seu slogan “Red Bull te dá asas“, amplamente utilizado em seus comerciais, o que poderia causar confusão nos consumidores.

O pedido da Red Bull não teve exito inicialmente pois entendeu-se ser “simples e óbvia” a diferença, e em sede recursal as alegações foram de forma mais veemente rechaçadas pois entendeu-se que uma vaca alada voando pacificamente não remeteria a dois touros se enfrentando, inexistindo ainda ligação conceitual entre estes e com o slogan da Red Bull.

É necessários proteger todos os elementos que diferenciem a marca

Todos os elementos que diferenciem o produto no mercado devem ser protegidos, os termos que compõem a marca, as imagens, as embalagens, e quando possível uma representação do slogan.

No Brasil não existe a possibilidade de proteção de um slogan em si, assim seus conceitos e ideias por trás deste tem sua exclusividade de utilização vulnerabilizada.

Caso a Red Bull tivesse um Touro alado registrado como marca, ainda que sua utilização fosse restrita a apenas algumas peças publicitárias a proteção do conceito “Te dá asas” e da utilização de vacas, bezerros ou búfalos alados seria muito mais difícil de ser admitida.

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https://www.ostrockesanches.adv.br/blog/marcas/escritorio-de-marcas-e-patentes.html

Cubo de Rubik perde batalha judicial pela proteção intelectual

O puzzle tridimensional conhecido como “cubo de Rubik” perdeu esta quinta-feira, 10 de Novembro, a luta por ser reconhecido como marca registrada no Tribunal de Justiça da União Europeia.

De acordo com a decisão judicial, o formato do cubo não é, por si só, suficiente para lhe garantir proteção contra a cópia. Após 18 meses de contestação pelos direitos de propriedade intelectual, já se antevia uma recusa do tribunal pela proteção do formato do jogo.

Em 1999 a empresa Seven Towers – que gere os direitos de propriedade intelectual do brinquedo inventado em 1974 pelo húngaro Erno Rubik – registrou a forma do puzzle cúbico como marca tridimensional junto do Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia (IPIUE).

Só que em 2006 a Simba Toys contestou esse registro, argumentando que a capacidade de rotação do puzzle devia ser alvo de uma patente e que o de registro de marca era insuficiente para efeitos de proteção. Depois de um percurso por várias instâncias judiciais europeias, o processo chegou ao Tribunal de Justiça da União Europeia que agora deu razão à Simba.

“Ao examinar se um registro devia ser recusado com base no facto de a forma envolver uma solução técnica, o IPIUE e o tribunal também deviam ter tido em conta elementos funcionais não visíveis representados por essa forma, tal como a capacidade de rotação”, refere o acórdão do Tribunal de Justiça da União Europeia, que não admite recurso.

Cabe agora ao Instituto da Propriedade Intelectual da União Europeia emitir uma nova decisão com base na sentença judicial.

David Kremer, presidente da marca Rubik, revela estar confuso com a decisão do tribunal de que a funcionalidade ou a solução técnica do puzzle estão implícitos no registo de marca.

“Este julgamento abre um precedente prejudicial às empresas que pretendem inovar e criar marcas fortes e distintivas na União Europeia, e isso não é o que os legisladores europeus pretenderam quando criaram a legislação sobre o registro de produtos tridimensionais,” afirma.

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http://www.jornaldenegocios.pt/empresas/tecnologias/detalhe/cubo-de-rubik-perde-batalha-judicial-pela-proteccao-intelectual

Centro de comércio de biquínis fortalece marca própria

Pela primeira vez, a famosa Rua dos Biquínis, em Cabo Frio, Região dos Lagos – única do mundo que concentra lojas que comercializam exclusivamente moda praia – chega ao verão com marca própria: a Polo Moda Praia Cabo Frio. A iniciativa da Secretaria de Desenvolvimento Econômico vai fortalecer o Arranjo Produtivo Local (APL) de roupas de praia da região. A expectativa entre os lojistas para a primeira temporada é positiva.
Para os empresários da região, a marca tem o potencial de consolidar as empresas e mostrar a importância do polo para o desenvolvimento do segmento.
Ela pode ser usada associada ao material das lojas, como bolsas, e funciona como um atestado de procedência do produto, o que agrega valor à mercadoria. Além disso, cria uma identidade visual que valoriza a apresentação dos produtos em eventos e materiais gráficos.
A Rua dos Biquínis é um ponto de visitação, inclusive de quem vem de cidades vizinhas para comprar maiôs, biquínis e sungas, além de ser um gerador de empregos: são mais de 100 empresas dedicadas à atividade.
De acordo com a Associação Industrial e Comercial da Rua dos Biquínis (ACIRB), por ano são produzidas cinco milhões de peças. A inciativa conta com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Sebrae.

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http://www.rj.gov.br/web/imprensa/exibeconteudo?article-id=2998000

Peça teatral sem autorização não fere direito autoral se realizada em faculdade, sem cobrança de ingresso

Quando uma faculdade de Artes Cênicas apresenta uma peça teatral como parte do projeto pedagógico do curso, sem cobrança de ingresso, não necessita de autorização de quem detenha os direitos sobre o texto. Foi o que ocorreu na Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, ao promover a encenação do espetáculo “The Young Frankenstein”, de Mel Brooks e Thams Meenhan.  A produtora que detém os direitos da peça no Brasil tentou impedir a apresentação dos atores, por meio de ação na Justiça Federal do Rio de Janeiro, mas foi derrotada na 1ª Instância e no TRF2.
A decisão do Tribunal teve relatoria do desembargador federal Messod Azulay, componente da 2ª Turma Especializada, que adotou de maneira unânime o voto do relator, no sentido de que a exibição da peça está expressamente amparada pela Lei nº 9.610/98 (Lei dos Direitos Autorais). O artigo 46, inciso VI, da lei prevê que a representação teatral realizada em estabelecimento de ensino, caso da UNIRIO, sem finalidade lucrativa e com objetivo didático, não desrespeita o direito autoral.
O magistrado afirmou que o “dispositivo se baseia no princípio de que é a utilização econômica da obra que gera direitos patrimoniais, sendo necessária a demonstração do intuito de lucro.  Se a exibição do espetáculo não tem qualquer finalidade lucrativa, a atuação da Apelada não pode ser considerada como violadora de direitos autorais da Apelante, porquanto protegido pela exceção prevista no artigo 46, inciso VI da Lei 9.610/98.”
Messod Azulay ressaltou que há sólida jurisprudência no Superior Tribunal de Justiça – STJ firmando esse entendimento e citou alguns acórdãos daquela Corte.
Mel Brooks é um famoso ator e cineasta norte-americano e se notabilizou por suas comédias em Hollywood, entre as quais “Banzé no Oeste” e o “Jovem Frankenstein”, indicada ao Oscar em 1975, e cuja peça foi objeto desta ação na Justiça Federal. O coautor do texto, Thams Meenham, é um escritor dos Estados Unidos, igualmente conhecido pelos livros “Annie”, “The Producers” e “Hairspray”, que se tornaram musicais de êxito no Cinema mundial.

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http://uj.novaprolink.com.br/noticias/1564769/peca_teatral_sem_autorizacao_nao_fere_direito_autoral_se_realizada_em_faculdade_sem_cobranca_de_ingresso

Empresa cria cadeira de rodas que permite que usuários andem de pé

A startup UPnRide Robotics, de Israel, irá lançar no próximo mês uma cadeira de rodas inovadora. No formato vertical, ela se auto estabiliza, permitindo que pessoas paralisadas do pescoço para baixo consigam se locomover de pé.

A nova cadeira funciona nas duas posições, e utiliza quatro rodas, além de usar um giroscópio e um software de auto estabilização, permitindo também com que o usuário possa andar em terrenos irregulares e conversar com as pessoas no mesmo nível delas.

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A empresa foi fundada por Amit Goffer, que utiliza cadeira de rodas desde 1997, quando sofreu um acidente em um veículo off road. “A dignidade e autoestima de se sentir parte da sociedade novamente, do centro da sociedade, não das margens – o efeito psicológico é dramático”, disse.

Após o lançamento, num congresso médico na Alemanha, a cadeira ainda precisará passar por dois testes clínicos antes de ser liberada para comercialização, mas a ideia é que esteja disponível no mercado ainda em 2017.

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http://www.hypeness.com.br/2016/11/empresa-cria-cadeira-de-rodas-que-permite-que-usuarios-andem-de-pe/

Finalmente inventaram um pneu de bike que não murcha nunca

Um pneu furado é uma coisa que pode arruinar até a melhor viagem de bicicleta. No entanto, os ciclistas podem deixar de lado seus kits de remendo e bombas de enchimento, porque a startup norte-americana Nexo criou um pneu sem ar para garantir que eles continuem pedalando em qualquer circunstância.

Esse tipo de pneu é tão novo, mas nunca foram amplamente utilizados por causa da fragilidade, em comparação com os convencionais. Agora, a empresa localizada em Utah, EUA, afirma ter resolvido o problema. Seus pneus são feitos de misturas poliméricas que oferecem não só equilíbrio perfeito de maciez e resistência, mas durabilidade também.

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O produto vem em duas formas diferentes: pneus para serem instalados em rodas existentes, com vida útil de até 5.000 km, e outros que substituem todo o conjunto de rodas e duram até 8.000 km.

Se isso não bastasse, a Nexo fez seus produtos a partir de um único material, o que torna a reciclagem muito fácil. Considerando que 10.000.000 toneladas de pneus e tubos de bicicleta são descartados a cada ano, essa é certamente uma pedalada na direção certa.

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http://www.hypeness.com.br/2016/11/finalmente-inventaram-um-pneu-de-bike-que-nao-murcha-nunca/

Campeãs históricas do prêmio, Kibon, Omo e Volks falam de inovações

Três marcas são as grandes vencedoras do prêmio Folha Top of Mind até agora. Por 25 anos, Omo, Kibon e Volkswagen não saíram da cabeça dos brasileiros.

Essas foram as respostas mais proferidas pelos entrevistados todas as vezes em que o Datafolha foi às ruas perguntar “Que marca lhe vem à cabeça?”. Neste ano, em que a pesquisa terá um número recorde de categorias (59), as três campeãs históricas continuam na disputa. As vencedoras de 2016 serão conhecidas no próximo dia 25.

Gabriel Cabral/Folhapress
Kibon, Omo e Volkswagen: campeãs nos 25 anos da Folha Top of Mind. Jade Sugino, 4, brinca em cima de carro com sorvete e bolinhas de sabão

Qual é o segredo para uma marca permanecer tanto tempo como a mais lembrada?

Thais Hagge, diretora de marketing da Omo, acredita que a resposta está na relação de troca e confiança. “Temos uma proximidade grande com os nossos consumidores, o que permite um entendimento claro das necessidades da rotina doméstica.”

No Brasil há quase 60 anos, a marca está presente em 3 de cada 4 lares no país. Desde 2000, a Unilever, dona de Omo, aposta numa comunicação que vai além das características do produto, posicionando-se como parceira na criação dos filhos.

Em 2003, surgiu a campanha “Se Sujar Faz Bem”, assinada pela Lowe (hoje Mullen Lowe). Neste ano, lançou “Livre para se Sujar Hoje, Aprendendo para o Amanhã”, que partiu de um estudo global que mostra que
as crianças passam, em média, uma hora ou menos por dia ao ar livre.

continua em

http://www1.folha.uol.com.br/topofmind/2016/10/1822033-campeas-historicas-do-premio-kibon-omo-e-volks-falam-de-inovacoes.shtml