Google revela seu novo smartphone Pixel

O Google apresentou nesta terça-feira seu novo smartphone, chamado de Pixel, com inteligência artificial integrada, o primeiro concebido completamente pelo grupo. “Estamos construindo hardware com o Google Assistant em seu núcleo”, declarou Rick Osterloh, chefe de uma nova divisão de hardware do gigante da internet com sede na Califórnia.

“Acreditamos que a próxima grande inovação será realizada na interseção entre hardware e software, com a Inteligência Artificial no centro”, afirmou. O smartphone Pixel estará disponível com um visor de 5 ou de 5.5 polegadas a partir de 659 dólares para clientes americanos, preços similares aos dos últimos modelos do iPhone.

As pré-vendas começaram nesta terça-feira na Austrália, Canadá, Alemanha, Grã-Bretanha e Estados Unidos. “É o primeiro telefone feito pelo Google por dentro e por fora”, declarou Sabrina Ellis, da equipe de gerenciamento de produto do Pixel.

Ao produzir o hardware e o software Android, o Google está apresentando um desafio mais direto à Apple e ao seu sistema rigidamente controlado.

Além de ser o primeiro smartphone lançado com o Google Assistant, ele chega às lojas com armazenamento ilimitado para fotos e vídeos e é compatível com a nova plataforma de realidade virtual da empresa, a Daydream. O Pixel também tem um programa especial que torna mais fácil para os usuários trocar de sistemas operacionais, de um iPhone para um Android, por exemplo, através da transferência de contatos, conteúdo e até mesmo iMessages, de acordo com Ellis.

O Google anunciou ainda um acordo de exclusividade com a empresa de telecomunicações Verizon para as vendas do Pixel. Ellis informou que a empresa está trabalhando com provedores de serviços em outros países.

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http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2016/10/04/interna_tecnologia,810831/google-revela-seu-novo-smartphone-pixel.shtml

INPI participa do lançamento do Índice Global de Inovação

A chefe-substituta da Assessoria de Assuntos Econômicos (AECON) do INPI, Vívian Íris Barcelos, participou no dia 17 de outubro, na cidade do México, do lançamento regional do Índice Global de Inovação 2016. O evento ressaltou a posição dos países da América Latina e do Caribe. Na região, destacam-se Chile, que ocupa o 44º lugar no ranking, e Costa Rica, em 45º, seguidos de México (61º), Uruguai (62º) e Colômbia (63º). O Brasil ficou na 69ª posição.

Elaborado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), a Universidade de Cornell e o INSEAD, o relatório avaliou os resultados das políticas de inovação de 128 países, a partir de 82 indicadores. A Suíça figura na primeira posição da lista, tendo na sequência Suécia, Reino Unido e Estados Unidos.

Acesse o relatório do Índice Global de Inovação 2016. 

Entre outros temas, foram abordados durante o evento os avanços da inovação no México, além do financiamento entre os agentes privados e públicos. Também foram apresentados os desafios em termos de dados sobre o uso da propriedade industrial pelos economistas-chefe dos escritórios da Colômbia, Peru, Brasil, Costa Rica e Chile.

Participaram da abertura do evento o diretor-geral do Instituto Mexicano de Propriedade Industrial (IMPI), Miguel Angél, a diretora da Oficina Regional da OMPI para a América Latina e o Caribe, Beatriz Amorim, e o economista-chefe da OMPI e responsável pela Divisão de Economia e Estatística, Carsten Fink.

Na dia 18 de outubro, foi realizada a primeira reunião entre os economistas-chefe dos escritórios da América Latina. Cada representante apresentou suas principais atividades, incluindo os dados estatísticos de PI e estudos em andamento ou realizados pela área. Também foram discutidos aspectos técnicos e desafios enfrentados na elaboração e divulgação de dados de PI, além de uma agenda para futuros estudos colaborativos entre os escritórios. Essa reunião contou ainda com a presença do economista-chefe substituto do Escritório Americano de Patentes e Marcas (USPTO, na sigla em inglês), Andrew Toole.

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http://www.inpi.gov.br/noticias/inpi-participa-do-lancamento-do-indice-global-de-inovacao/view

Galinha Pintadinha: a marca milionária que começou por acaso

São Paulo – Pais e mães do Brasil inteiro conhecem bem esta marca: sucesso absoluto entre as crianças, a Galinha Pintadinha já teve 4 bilhões de visualizações em seu canal no Youtube e hoje movimenta mais de 300 milhões de dólares em produtos licenciados.

Porém, o que pouca gente sabe é que essa história de sucesso começou quase que por acaso.

O fundador Juliano Prado conta que ele e seu sócio Marcos Luporini estavam com dificuldade para conseguir investimento e continuar o que antes era apenas um projeto pessoal. Um dia, um amigo da dupla pediu o arquivo em vídeo para apresentar numa emissora de TV.

“Como não conseguimos gravar em DVD, resolvemos subir o clipe no Youtube para que ele pudesse ter acesso. Íamos apagar logo depois, mas acabamos esquecendo o clipe lá”, lembra Prado.

A emissora não se interessou pelo produto. Porém, seis meses depois o vídeo tinha 500 mil visualizações no Youtube. “Foi quase por acaso. Vimos que as pessoas gostavam e pediam novos clipes”, conta. O empreendedor lembra que na época, em 2006, praticamente não havia conteúdo profissional no Youtube.

“Ficamos inclusive com medo de que colocar na internet pudesse nos prejudicar na hora de crescer. Mas aconteceu justamente o contrário”, conta.

Força do online

Foi o estalo para a marca deslanchar. Depois do sucesso do primeiro vídeo, em vez de continuar esperando por patrocinadores ou pela aprovação de emissoras de TV, os sócios decidiram investir por conta própria na gravação do primeiro DVD da marca.

Com 15 mil reais e muita boa vontade de todos os envolvidos na produção, eles conseguiram lançar a coletânea de forma independente em 2008. Desde então, a marca já lançou outros três DVDs. Só no Youtube são 7 milhões de visualizações diárias.

A marca tem apostado em reforçar sua presença online e tem seus clipes disponíveis em cerca de 15 canais na internet (além do Youtube, está na Netflix e Now, por exemplo).

Em dez anos de história, nunca teve um programa na televisão.

Música brasileira

Além dos vídeos, em 2012 a Galinha Pintadinha passou a faturar também com produtos licenciados. Hoje são 900 itens, que incluem material escolar, bonecos, itens de higiene, decoração de festas etc.

No total, os produtos licenciados da marca movimentam um montante de 300 milhões de dólares, dos quais a empresa de Prado fica com cerca de 2%. “Estamos em 89º lugar no ranking global das marcas licenciadas, com o agravante de que não temos programa na TV, algo raro nesse meio”, afirma o empreendedor.

Para Prado, o sucesso dos vídeos é fruto de uma conjunção de fatores. O primeiro deles é o fato de a empresa ter aproveitado o início do da febre pelos vídeos na internet.

“A gente tem um produto que, meio sem querer, estava bem adaptado a esse universo digital. Na época era só um projeto que a gente estava botando no ar e vendo no que dava. Tem a ver com essa mudança de paradigma. Somos uma produtora de fundo de quintal que concorre com grande empresas”, afirma.

Outro fator, segundo Prado, é que a Galinha Pintadinha trabalha com músicas brasileiras. “A música brasileira é muito rica. Nosso primeiro DVD é feito apenas com músicas nacionais de domínio público, até por uma questão de custo. A gente pegou essas musicas que já tinham sido muito regravadas e pela primeira vez incluímos um desenho animado. Aí juntou a força da música nacional com a novidade do formado digital.”

Futuro

A Galinha Pintadinha também está fazendo sucesso no exterior. O canal do Youtube em espanhol já soma 2,5 bilhões de visualizações. Há ainda conteúdos traduzidos para o inglês.

Agora, a marca trabalha na tradução para mais cinco línguas: italiano, francês, alemão, japonês e chinês.

Outro produto a ser lançado no ano em que a marca comemora dez anos é a Galinha Pintadinha Mini. “É uma série com histórias, um pedido antigo dos fãs”, explica Prado. Serão 26 episódios, com 11 minutos cada, em que haverá história, música e conteúdo educativo.

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http://exame.abril.com.br/pme/noticias/galinha-pintadinha-a-marca-milionaria-que-comecou-por-acaso

Brasil e Japão criam grupo para acelerar exame de patentes.

O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e o Ministério da Economia, Comércio e Indústria do Japão (METI) criaram um grupo de trabalho para estudo de projeto piloto de Patent Prosecution Highway (PPH) entre Brasil e Japão.

O acordo foi assinado nesta quinta-feira pelo secretário-executivo do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Fernando Furlan, e pelo vice-ministro de Economia, Comércio e Indústria do Japão, Hirofumi Katase.

O Patent Prosecution Highway (PPH) consiste em uma via rápida para acelerar processos de patentes por meio da partilha de informações entre Escritórios Oficiais de Propriedade Intelectual. O PPH permite que esses escritórios se beneficiem do trabalho previamente realizado pelo escritório parceiro, diminuindo os prazos de análise.

O grupo de trabalho será formado por representantes do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) e do Japan Patent Office (JPO). O objetivo é estabelecer com o Japão um acordo nos mesmos moldes do assinado com os Estados Unidos.

Desde janeiro deste ano, empresas brasileiras podem usar o resultado de um pedido de patente depositado no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) para agilizar o exame no United States Patent and Trademark Office (USPTO) e vice-versa. Os candidatos que se submeteram ao procedimento no INPI terão uma resposta do USPTO em cerca de três meses.

Durante a assinatura do acordo, o secretário-executivo do MDIC, Fernando Furlan, disse que governo brasileiro está alerta para importância estratégica da propriedade intelectual dentro do atual quadro de economias globais e que o desenvolvimento de novas tecnologias, a competitividade industrial e a inovação são elementos indispensáveis para que o Brasil possa fazer parte dessa realidade.

“Diversos órgãos do governo têm se alinhado para buscar propostas e soluções que possam dar ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial, o INPI, maior eficiência e eficácia. A intenção é que o INPI possa, em um futuro próximo, se equiparar a grandes escritórios como o Japan Patent Office (JPO) na prestação de serviços aos seus usuários, permitindo a concessão de direitos de propriedade industrial de forma a incentivar a busca por novas tecnologias em todas as áreas do conhecimento”, afirmou.

“Vamos designar um grupo de trabalho técnico entre INPI e JPO que irá definir o escopo de um projeto de cooperação relativo ao compartilhamento de exames de patentes. A expectativa é de que o projeto resulte em redução da duplicação de esforços e da sobrecarga de trabalho, possibilitando melhor qualidade e maior agilidade no exame de patentes”, completou.

Indústria

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) Robson Braga de Andrade, elogiou a iniciativa. Segundo ele, facilitar o processo de patentes no Brasil pode atrair investimentos em inovação e centros e pesquisas de países desenvolvidos e inovadores. “O acordo possibilitará o uso das análises japonesas para acelerar a concessão de patentes no nosso país”, disse.

Também participaram da reunião o presidente do subcomitê de Planejamento da Keidanren, Takao Omae; o presidente da Câmara Japonesa de Comércio e Indústria; Aiichiro Matsunaga; o embaixador do Brasil no Japão, André Correa do Lago; e o vice-presidente da CNI, Paulo Tigre.

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Brasil e Japão criam grupo para acelerar exame de patentes

5 vezes em que Steve Jobs e a Apple revolucionaram a tecnologia

Se, hoje, quem dita a tecnologia de amanhã parece ser Elon Musk, o Midas da inteligência artificial, por muitas décadas este papel coube ao inquieto e, às vezes difícil, cofundador da Apple Steve Jobs, falecido há exatos cinco anos.

Jobs alçou sua empresa de garagem ao status de grande nome da tecnologia graças a uma visão extraordinária do mercado, ousadia e criatividade. A marca da maçã tem capitalização financeira de US$ 600 bilhões e está à frente de gigantes como o Google.

Relembre cinco momentos em que Jobs e a Apple realmente revolucionaram o segmento:

Apple II

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Ao contrário do que se ouve muitas vezes, o modelo desenvolvido por Jobs e seu sócio, Steve Wozniak, em 1977, não foi o primeiro computador pessoal. Na verdade, outros modelos contemporâneos até mais baratos (como o PET 2001, da Commodore, ou o TRS-80, da Radio Shack) foram mais populares. Mas a versão da Apple era, como a história mostrou, mais bem resolvida do que as concorrentes. Trazia opções de personalização que o tornavam muito mais útil, além de um visual que definiu o padrão dos PCs que vieram depois – os outros computadores pessoais da época pareciam mais um maquinário de laboratório.

Macintosh

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Se o Apple II e todos os outros PCs da época exigiam conhecimento em linhas de código, esta criação de 1984 rompeu com este padrão ao fazer o computador ter uma interface gráfica – e isso anos antes do Windows. Foi ali que mouses, janelas e ícones começaram a se tornar linguagens do dia a dia.

iTunes (e iPod)

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Quando a indústria fonográfica ruía, nos primeiros anos do novo milênio, a Apple mostrou que dava para faturar dinheiro com música digital. Por parceria com grandes gravadoras, o software iTunes – na verdade uma loja digital — permitia comprar músicas avulsas ou álbuns inteiros a um preço que, por muito tempo, parecia atrativo (menor de US$ 1 por música – hoje, serviços de streaming levaram os valores a um patamar bem abaixo). De quebra, a Apple tornou o seu gadget de reprodução de música digital, o iPod, em um fenômeno de vendas. Sobretudo, por dois motivos: 1) as músicas baixadas pelo iTunes só eram reproduzidas em aparelhos Apple; 2) o aparelhinho tinha uma memória gigantesca para os padrões da época de seu lançamento, 5 gb, o suficiente para armazenar toda a discografia de sua banda preferida.

iPad

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Em 2010, a Apple apresenta ao mundo o seu conceito de tablet, um ponto intermediário entre o iPhone e o MacBook (sua versão do notebook). Com a inovação, um novo campo está criado para que empresas atuem. Escolas passaram a trocar livros pelo aparelhinho, jornais criaram versões para o gadget, desenvolvedores investiram em aplicativos de jogos para as crianças – tudo pela praticidade e melhor experiência do usuário que o iPad trouxe. Ainda hoje, os tablets se firmam em seu nicho específico.

iPhone

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Os telefones que acessavam a internet já existiam bem antes de 2007. Mas, com o iPhone, a Apple transformou os celulares em minicomputadores pessoais bem mais fáceis de serem usados e mais úteis. O conceito de aplicativos (e a loja Apple Store, de 2008) pautou todo o desenvolvimento dos serviços móveis nos anos seguintes. E forçou os concorrentes a adotarem o modelo como padrão – até então, havia uma aposta forte nos BlackBerry. O curioso é que o smartphone da Apple conseguiu juntar e popularizar funcionalidades que já estavam por aí há anos, como o teclado touch, que é da década de 1990, mas foi celebrado como se fosse uma grande novidade.

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As dez marcas mais valiosas do mundo

Apple e Google continuam sendo as marcas mais valiosas do planeta, mas o setor automobilístico é o mais representado no ranking da Interbrand, publicado nesta quarta-feira, no qual Dior e Tesla aparecem pela primeira vez no top 100.

Segundo o 17º estudo “Best Global Brands”, que mede o valor das marcas, Facebook e Amazon registraram o maior avanço em termos de valorização – 48% e 33%, respectivamente -, seguidas de Lego, Nissan e Adobe.

Por setores, o ganhador é o do automóvel. Está representado por 15 marcas, que representam 14,28% do valor total do ranking com Toyota, Mercedes-Benz e BMW na liderança.

No total, as 100 marcas mais valiosas do mundo valem US$ 1,8 trilhão, o que representa um aumento de 4,8% em relação ao ranking de 2015.

Para estabelecer sua classificação, a Interbrand se baseia em três critérios: o resultado financeiro dos produtos e serviços vendidos sob a marca estudada, o papel da marca e sua influência na escolha do consumidor e, finalmente, a força da marca, ou seja, sua capacidade para criar uma vantagem competitiva e garantir as receitas futuras da empresa. Veja as dez mais valiosas:

1. Apple

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Vivo/88029FPIF5-1306098.jpgJOSH EDELSON/AFP

Tem valor de mercado de US$ 178 bilhões. Apresentou crescimento de 5% no último ano.

2. Google

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Vivo/88029FPIF5-2903042-3200.jpgKAREN BLEIER/AFP

A marca de tecnologia vale US$ 133 bilhões. Valorizou-se 11% em 12 meses.

3. Coca-Cola

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Cortadas/9460681-kWzE-U20970056971YtB-1024x683@GP-Web.jpgIVONALDO ALEXANDRE/IVONALDO ALEXANDRE

Uma das mais antigas do top 10, a Coca-Cola é avaliada em US$ 73 bilhões. Perdeu 7% de seu valor no último ano.

4. Microsoft

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Vivo/88029FPIF5-2505026.jpgVESA MOILANEN/AFP

A Microsoft vale US$ 72,7 bilhões, valor 8% maior que um ano antes.

5. Toyota

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Vivo/13922209.jpgAntônio More / Agência de Notícias Gazeta d Povo/Antônio More / Agência de Notícias Gazeta d Povo

Primeira marca de fora dos EUA, a Toyota vale US$ 53,5 bilhões, com valorização de 9%.

6. IBM

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Cortadas/7328370-kWzE-U20970056971ZQG-1024x768@GP-Web.jpgdg/NIGEL TREBLIN

A marca da IBM foi avaliada em US$ 52,5 bilhões, com queda de 19% no ranking.

7. Samsung

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Vivo/88029FPIF5-2103131.jpgJUNG YEON-JE/AFP

A marca coreana atingiu valor de US$ 51,8 bilhões, com valorização de 14%.

8. Amazon

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Vivo/88029FPIF3-2704008.jpgEMMANUEL DUNAND/AFP

A Amazon foi uma das que mais cresceram, 33%, atingindo US$ 50,3 bilhões de valor.

9. Mercedes-Benz

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Vivo/14579774-3210.jpgIVONALDO ALEXANDRE/Gazeta do Povo

Marca europeia mais valiosa do mundo, a Mercedes foi cotada em US$ 43,a bilhões, em alta de 18%.

10. General Electric

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/10/05/Economia/Imagens/Cortadas/6334953-kWzE-U20970056971ZrH-1024x683@GP-Web.jpgdm/kle/rix/DAVID MCNEW

A GE completa o top 10 com valor de US$ 43,1 bilhões, em alta de 2%

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http://www.gazetadopovo.com.br/economia/inteligencia-artificial/5-vezes-em-que-steve-jobs-e-a-apple-revolucionaram-a-tecnologia-eeev2821v3vdtbq1kga1g9exc