Inventores da tecnologia Wi-Fi vencem batalha multimilionária de patentes

O CSRIO — órgão do governo australiano de pesquisa científica e industrial — venceu uma importante batalha de patentes nos Estados Unidos. Depois de provar que foi o responsável pelo desenvolvimento da tecnologia wireless, ou seja, a base dos sinais Wi-Fi utilizados por computadores, smartphones e aparelhos com conexão à internet de todo o mundo, o órgão deve receber milhões de dólares devido às licenças e acordos com as empresas que fabricam e comercializam esses aparelhos.
A tecnologia foi inventada nos anos 90, e desde 2005 o órgão vem processando as empresas que utilizam a tecnologia sem licença. De acordo com uma notícia publicada pelo site Physorg.com, em 2009 os australianos receberam 212 milhões de dólares depois de vencer processos contra 14 empresas. Agora, devem receber 230 milhões após realizar acordos com outras 23 companhias.
Como surgiu a tecnologia WLAN
Um time de inventores, liderados por John O’Sullivan, desenvolveu a tecnologia enquanto realizava um estudo sobre radioastronomia. Eles tentavam solucionar um problema relacionado aos sinais de onda de rádio, que sofriam distorções e eco ao encontrarem superfícies em ambientes fechados.
O problema foi solucionado com o desenvolvimento de um chip que transmitia os sinais enquanto diminuía a distorção e o eco, levando os australianos a vencer a corrida contra empresas de comunicação de todo o mundo, que tentavam resolver o mesmo problema.
O ministro de ciências e pesquisa australiano, Chris Evans, afirmou que esta é uma importante batalha a ser vencida, pois a Austrália deve proteger a propriedade intelectual de seu país, e as empresas vendendo bilhões de produtos devem pagar pela tecnologia que estão empregando.
Fonte: www.tecmundo.com.br

Apple deve fugir de iWatch após startup registrar a marca

Antes de a Apple lançar oficialmente no mês passado seu relógio inteligente, os fãs pareciam ter decidido pela empresa que o produto se chamaria iWatch.

Por isso, quando o CEO Tim Cook entrou no palco e rompeu as convenções de nomenclatura ao chamá-lo de Apple Watch, muita gente se surpreendeu.

Mas não Daniele Di Salvo. Seu pequeno estúdio de desenvolvimento de software, com sede em Dublin, é dono da marca registrada “iWatch” na União Europeia, e ele disse à Apple e a outras empresas que elas não podem usar o termo. O mundo já foi avisado.

Di Salvo, 50, é um empreendedor italiano e ajudou a fundar a Probendi em 2007. A empresa dele desenvolveu um aplicativo chamado iWatch, que facilita a comunicação entre distintos aparelhos.

Por exemplo, os policiais de Vercelli, uma cidadezinha no norte da Itália, usam o aplicativo no smartphone para enviar dados de pessoas fichadas à delegacia.

A Probendi registrou a marca “iWatch”, incluindo aparelhos computadorizados e software, com vigência a partir do dia 3 de agosto de 2008, disse Di Salvo, em entrevista por telefone.

“A Probendi é a única entidade que tem direito legal a usar o nome ‘iWatch’ para produtos como ‘Apple Watch’ na União Europeia e vai tomar medidas judiciais imediatas para combater qualquer uso não autorizado”, disse Di Salvo.

Batalhas judiciais

As guerras de patentes levaram gigantes do setor tecnológico, como a Apple, a longas batalhas judiciais, mas navegar pelo sistema internacional de registro de marcas pode ser igualmente penoso.

A Apple processou a Amazon.com por usar “Appstore” como o nome do seu mercado de software para o Kindle, dando o pontapé inicial a dois anos de brigas nos tribunais, que acabaram sendo resolvidas.

Hoje, a Amazon continua usando o nome. Um representante da Apple não respondeu a um pedido de comentários.

Em 2012, a Apple pagou US$ 60 milhões para resolver uma disputa de registro de marca na China sobre os direitos de uso do nome “iPad”.

E, em 2006, Steve Jobs, que na época era o CEO da empresa, fez o pré-lançamento de um produto chamado iTV. Quando o item chegou ao mercado, o nome tinha mudado para “Apple TV” depois das objeções da rede de televisão britânica ITV.

A Probendi quer usufruir ao máximo seus direitos e pretende desenvolver seu próprio aparelho de vestir chamado iWatch.

O CEO Di Salvo espera que o produto utilize o sistema operacional Android 4.4, da Google, e que tenha uma tela de toque quadrada, GPS e acelerômetro, para possibilitar a compatibilidade com diversos aplicativos, como os de monitoramento da saúde.

Di Salvo vai viajar para China em busca de um fabricante que produza em série um aparelho que seja mais barato do que o Apple Watch, que custa US$ 349.

As 20 marcas que mais se valorizaram em um ano

google

Google, Apple e Microsoft podem estar no topo das marcas mais valiosas do mundo, mas não foram aquelas que mais se valorizaram na comparação 2015-2016. Em termos de crescimento, ninguém foi “mais rápido” que a Amazon: seu valor de marca saltou impressionantes 59%. Aliás, no top 10 das mais valiosas em termos absolutos, teve até quem tenha caído: IBM e Apple tiveram desempenho de -8% cada uma.

O ranking BrandZ (da WPP e da Millward Brown) de 2016 mostrou as marcas mais valiosas do mundo. Juntas, elas valem 229 bilhões de dólares.

Confira o ranking:

Posição Marca Valorização
1 Amazon 59%
2 Starbucks 49%
3 Facebook 44%
4 Adobe 41%
5 JD.com 37%
6 Paypal 35%
7 Google 32%
8 The Home Depot 32%
9 Domino’s Pizza 30%
10 Costco 29%
11 Nike 26%
12 7-Eleven 25%
13 Walgreens 22%
14 Huawei 22%
15 Lowe’s 21%
16 AT&T 20%
17 CVS 17%
18 Burger King 16%
19 MasterCard 15%
20 Chanel 15%

A Origem das Marcas – Trifil

 

A TRIFIL é a marca de moda íntima que acompanha as transformações da mulher brasileira há mais de 50 anos. Sempre versátil, as peças da TRIFIL são perfeitas para complementar ou criar looks clássicos e confortáveis, sempre aproximando as consumidoras com o mundo da moda.
A história 
Tudo começou no ano de 1963 no bairro do Cambuci, em São Paulo, em um prédio de quatro andares, quando Ludwig Heilberg, imigrante alemão, alfaiate e proprietário de uma pequena confecção de uniformes, resolveu ampliar os negócios produzindo roupas de tamanhos especiais. Visionário, ele resolveu também explorar um novo nicho de mercado, a confecção de meias femininas. Com isso, surgiu a marca TRIFIL, cujo nome foi inspirado em teares que trabalham com três fios. Rapidamente a marca se consolidou no mercado de confecção de meias femininas pela alta qualidade de seus produtos. A empresa cresceu a passos largos até os anos de 1970, quando as calças compridas passaram a dominar o vestuário feminino. A solução encontrada foi diversificar a produção, confeccionando agasalhos esportivos, sob licenciamento da marca Adidas. Em 1975, começou a produzir, também, camisas pólo, agasalhos e calções de futebol com a marca TRIFIL.

 

 

Com a expansão da empresa, o antigo prédio do Cambuci já não dispunha de espaço suficiente para a imensa demanda de produção. No mês de março de 1980, a empresa foi transferida para o bairro de Bonsucesso, em Guarulhos. Em 1986, a empresa abandonou, definitivamente, a produção de agasalhos esportivos e apostou na confecção de moda íntima. A segunda unidade fabril da empresa foi inaugurada em 1990, também em Guarulhos, região metropolitana de São Paulo, e construída a partir de sistema verticalizado, tornando-se autosuficiente para beneficiamento de matéria-prima. Nessa unidade foi criado um centro de texturização e recobrimento de fios. Além disso, o crescimento da TRIFIL se manteve e ocorreram lançamentos de novos produtos como meias esportivas e masculinas. Sempre a frente de seu tempo, a empresa apostou no segmento Sem Costura, importou máquinas italianas de última geração e criou a marca de lingerie SCALA. A empresa foi pioneira do setor a explorar esse tipo de tecnologia, que também foi estendida para a marca TRIFIL, através de sutiãs e calcinhas sem costura. Era o ano de 1998 e sob o slogan “Experimente usar nada”, a marca, rapidamente, conquistou consumidoras exigentes que procuravam peças com informação de moda e extremamente confortáveis. Nesta época, a TRIFIL percebeu que as meias-calças deixaram de ser uma peça básica e se tornaram um acessório de moda. Com isso, a marca adotou estampas de flores e arabescos, cores e diversas espessuras de fios, aproximando os produtos do universo da moda.

 

 

No início da próxima década a empresa expandiu ainda mais sua produção com a inauguração de uma nova unidade fabril na cidade de Itabuna, na Bahia. Nos anos seguintes a marca expandiu sua linha de produtos com lançamentos como o sutiã Sensação (extremamente confortável), as meia-calças modeladoras e as meias esportivas com cano invisível Active. Além disso, lançou produtos para crianças e bebês. Em 2010, o fundo americano Carlyle, adquiriu 51% da empresa. Até então, a fabricante das meias e produtos TRIFIL crescia acima de 10%, mas quando o fundo entrou na gestão, quis mudar as estratégias. Infelizmente, para os novos controladores, não funcionou. Além de entrarem em rota de colisão com a família fundadora, a marca TRIFIL começou a gerar prejuízo. Apesar das dificuldades a marca continuou inovando ao lançar, em 2011, a linha Impuls Biofir, cujas peças são confeccionadas com fio especial que contém cristais bio-ativos, capazes de utilizar o calor do próprio corpo para promover a microcirculação, a oxigenação e a drenagem das células. Essa linha, além de disfarçar a celulite, modela o corpo, afina a cintura, levanta o bumbum e segura a barriga, tudo sem abrir mão do conforto. Desde então a marca investe muito no segmento de meias-calças funcionais, que corrigem pequenas imperfeições e até previnem alguns problemas de saúde. Ainda este ano, apostou nos personagens Penélope Charmosa, Looney Tunes e Princesas do Mar para estampar as meias da coleção infantil.

 

 

Em 2013, para comemorar 50 anos de sucesso a TRIFIL lançou uma campanha publicitária especial para a coleção de inverno, que continha um vídeo super descontraído embalado pela cantora Rita Lee, que preparou um novo arranjo para a música “Agora só falta você”. Além disso, a marca passou por uma ampla reformulação de coleções, embalagens, identidade visual e logotipo, com a assinatura “Você by Trifil”. No ano seguinte, tecnologia e variedades de shapes marcaram a nova linha de produtos modeladores da tradicional marca de moda íntima. As peças (boxer de cós alto, short, bermuda, meia-calça e corsário) foram desenvolvidas especialmente para modelar as diversas áreas do corpo feminino, ajudando a redesenhar a silhueta e valorizar as curvas da mulher brasileira. Uma das novidades recentes da marca é a coleção + Curvas, que como o próprio nome diz, oferece calcinhas e sutiãs que valorizam as curvas e a beleza real de cada mulher.

 

 

É observando e acompanhando as transformações das mulheres brasileiras, há várias décadas, que a TRIFIL cria cada um de seus produtos. Contando sempre com o apoio de uma vasta pesquisa de moda e o que existe de mais moderno em tecnologia. Não é à toa que a TRIFIL se tornou a marca da moda íntima da mulher brasileira. Atualmente a TRIFIL oferece uma linha completa para mulheres, homens e crianças e dividida em quatro linhas de produtos: Feminino (meias-calças, meias esportivas, meias soquetes, leggings, cintas modeladores, lingeries, 2ª pele, meias 3/4, 5/8 e 7/8), Homem (cuecas, meias e meias esportivas), Infantil (meias, meias soquetes, meias-calças e meias esportivas) e Bebê (meias, meias-calças e leggings).

 

 

A evolução visual
A identidade visual da marca passou por uma remodelação radical em 2013. Adotou a cor rosa e uma nova tipografia de letra. Além disso, o logotipo ganhou uma inclinação no nome da marca.

 

Os slogans 
Você by Trifil. (2013)
Apaixonada por você. (2011)
Sai a costura, entra o conforto. (2007)
Experimente usar nada. (1998)

 

Dados corporativos
● Origem: Brasil 
● Lançamento: 1963 
● Criador: Ludwig Heilberg 
● Sede mundial: Guarulhos, São Paulo, Brasil 
● Proprietário da marca: TFL Comércio de Roupas e Acessórios Ltda. 
● Capital aberto: Não 
● Presidente: Bruno Heilberg 
● Faturamento: R$ 400 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: 10 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Funcionários: 4.500 
● Segmento: Moda íntima
● Principais produtos: Meias-calças, calcinhas, sutiãs, cuecas, meias e camisetas 
● Concorrentes diretos: Lupo, Puket, Hering, Hanes, Hope, Triumph, Duloren e DeMillus 
● Slogan: Você by Trifil. 
● Website: www.trifil.com.br
A marca no mundo 
Hoje em dia a TRIFIL, que pertence ao Grupo Scalina, proprietário também da marca de lingerie Scala, comercializa seus produtos (meias-calças, sutiãs, calcinhas, cintas modeladores, cuecas, meias, camisetas, regatas e calças legging) em mais de 20 mil pontos de vendas em todos os estados brasileiros. A marca, referência em meias-calças e lingeries no mercado brasileiro, também exporta seus produtos para outros países. Líder no segmento de meias e de produtos sem costura, com mais de 50 anos de tradição no mercado, a marca possui lojas próprias em São Paulo e Brasília. Os produtos com a marca TRIFIL são produzidos em duas unidades fabris em Guarulhos (SP) e uma em Itabuna (BA).
Você sabia? 
● A TRIFIL é licenciada para fabricar produtos das marcas Olympikus, Mormaii, Red Nose e Speedo. Este segmento de negócio ganhou força a partira de 2005 com as marcas da Turma da Mônica e Mormaii.
fonte

A Origem das Marcas – Canada Goose

 

Sempre aquecido, seco e confortável nas piores condições climáticas de frio extremo. Essa é a principal missão da marca CANADA GOOSE, que com seus casacos e parcas aquece e protege do frio e do vento, até mesmo no Ártico. Suas roupas e acessórios são produzidos somente no Canadá utilizando materiais nobres, e exibem o design que é a assinatura da grife. E experimente perguntar para quem usa uma de suas parcas porque CANADA GOOSE e a resposta será: “é a peça mais quente que se pode comprar”. Afinal, a marca se tornou uma declaração de moda global como um escudo contra o frio.
A história 
A história começou nos anos de 1950, quando o polonês Sam Tick se instalou no Canadá. Depois de trabalhar como costureiro em diversas fábricas de parcas e casacos para o intenso frio canadense, seguindo seu espírito empreendedor ele fundou em 1957 na cidade de Toronto a Metro Sportswear, que iniciou em um pequeno galpão a fabricação de casacos capazes de suportar o rigoroso frio dos invernos canadenses. Originalmente produzindo casacos, jaquetas e coletes à base de lã, além de capas de chuva, no início da década de 1970, com o desenvolvimento de novas tecnologias, a empresa iniciou a fabricação de casacos e parcas com penas de ganso para invernos rigorosos e climas adversos. A empresa então se concentrou principalmente na fabricação de casacos e parcas pesadas para os Rangers canadenses (que normalmente realizam o papel de vigilância do Ártico), departamentos municipais de polícia, Polícia Provincial do Ontário, trabalhadores municipais, do Ministério do Ambiente e do Ministério de Serviços Penitenciários. Nesta época a empresa também fabricava casacos e parcas para outras marcas.

 

 

No início da década de 1980, seu genro, David Reiss, que já trabalhava na empresa, assumiu o comando dos negócios. No dia 5 de outubro de 1982, Laurie Skreslet fez história como o primeiro canadense a chegar ao cume do Monte Everest vestindo uma parca projetada e fabricada pela empresa. Em 2011, este icônico casaco seria relançado no mercado como Skreslet Parka. Pouco depois, em 1985, as parcas e casacos da empresa começaram a ser comercializadas com a marca SNOW GOOSE. O nome da nova marca era bastante apropriado, afinal a empresa fabricava casacos para frio (e neve remete a isso) com penas de ganso (goose em inglês). Foi nesta década que, inspirada por um dos lugares mais frios da Terra, a empresa lançou a Expedition Parka, uma parca desenvolvida especificamente para atender às necessidades exclusivas de cientistas na Estação McMurdo, na Antártida. A parca rapidamente se tornou popular entre os exploradores e pesquisadores de regiões extremamente frias e ganhou o apelido de “Big Red”. Nesta época, a marca começou a patrocinar as equipes de pesquisa instaladas no Ártico e rapidamente se tornou indispensável para as expedições polares.

 

 

Antes de expandir as vendas para o restante do mundo, a empresa concentrou seus esforços no mercado europeu a partir da década de 1990, pois fazia mais sentido devido ao clima severo encontrado em alguns países do continente. Só que surgiu um enorme problema. O nome SNOW GOOSE já estava registrado na Europa e a empresa então resolveu comercializar seus produtos com a marca CANADA GOOSE em 1993. Rapidamente seus casacos e parcas se tornaram populares, especialmente nos países escandinavos.

 

 

A história da empresa e da marca começaria a mudar em 1997 quando Dani Reiss, filho de David, ingressou nos negócios. Quando ele assumiu o cargo de CEO em 2001, a CANADA GOOSE faturava poucos milhões de dólares anualmente. Para tornar a marca  um ícone no seu segmento de atuação, ele tomou duas decisões cruciais: comercializar seus produtos somente com a marca CANADA GOOSE e fabricar suas peças no Canadá (“Made in Canada”), uma decisão arriscada quando a maioria das empresas terceirizava a produção para a Ásia, onde os custos trabalhistas são muito mais baixos. Mas essas decisões deram resultados. Isto porque, nos próximos dez anos, o faturamento da empresa cresceu mais de 2.000% e a CANADA GOOSE construiu enorme reputação de qualidade e luxo nos mercados americano, europeu e asiático, e até em países de clima quente como a Índia e os Emirados Árabes Unidos.

 

 

Outros fatores explicam o enorme sucesso da marca canadense nos últimos anos: celebridades e o glamour do cinema. Apesar de não contratar famosos para endossarem seus produtos, inúmeras celebridades já foram fotografadas com suas parcas, como por exemplo, o jogador inglês David Beckham, Emma Stone, Bradley Cooper, Matt Damon, Hilary Duff, Sarah Silverman, Daniel Craig e a modelo Kate Upton (que pôde ser vista usando uma parca da marca na capa da revista Sports Illustrated, em 2013). Além disso, a CANADA GOOSE é a marca não-oficial de parcas para equipes de cinema trabalhando em ambientes de frio hostil, e tem sido usada fora das câmeras para tudo – desde a série “Game of Thrones” até “Garota Dinamarquesa”. Suas parcas também já foram utilizadas em filmes famosos, como por exemplo, “O Dia Depois do Amanhã” e “A Lenda do Tesouro Perdido”. Embora a marca diga que não utilize a estratégia de patrocínio direto à celebridades, ela tem distribuído gratuitamente seus casacos e parcas em eventos que patrocina como o Sundance ou Festival de Cinema de Toronto.

 

 

Nos últimos anos a CANADA GOOSE expandiu sua linha de produtos ao lançar luvas, gorros e chapéus para frio extremo. Além disso, introduziu sua linha de produtos voltados para crianças. A CANADA GOOSE se viu recentemente forçada a inaugurar duas novas fábricas, uma em Winnipeg e outra em Scarborough, para suprir a alta demanda por seus produtos. O governo do Canadá, desde então, certificou a empresa como responsável por 6% de toda produção têxtil do país. Além disso, em 2013, a compra de parte de ações da empresa canadense pelo fundo de investimento Bain Capital injetou US$ 250 milhões no negócio, o que possibilitou ampliar sua expansão internacional. E a marca anunciou recentemente, que no segundo semestre de 2016, irá inaugurar suas primeiras lojas próprias, inicialmente em Toronto e Nova York.

 

 

Um dos produtos mais antigos e icônicos da marca canadense é a parca SNOW MANTRA (imagem abaixo), desenvolvida especificamente para atender as necessidades dos trabalhadores no Ártico canadense e que tem servido como “uniforme oficial” para os Rangers canadenses e equipes de resgate no Ártico. Pesando aproximadamente 3.4 quilos, testado em campo em temperaturas de até -70°C e composto por mais de 247 peças, a parca se tornou um vestuário indispensável para aqueles que vivem e trabalham em climas hostis de frio extremo.

 

 

Hoje em dia, desde as instalações de pesquisas do pólo sul e do Ártico, das expedições ao Monte Everest até as ruas de Nova York, Moscou, Estocolmo, Milão, Toronto e Tóquio, as pessoas usam os produtos da CANADA GOOSE devido à reputação de qualidade, funcionalidade e estilo para enfrentar adversidades climáticas causadas pelo frio extremo.

 

 

A alta qualidade 
Peças luxuosas de alta performance para o frio extremo estão no DNA da CANADA GOOSE. Por isso, cada jaqueta ou parca da marca canadense passa por 13 etapas de produção e muitas mãos, todas guiadas pelo compromisso artesanal. Do zíper ao botão, cada elemento é cuidadosamente escolhido e meticulosamente colocado no lugar. E antes que deixe a fábrica, uma competente equipe de garantia de qualidade inspeciona cada casaco à mão, garantindo assim que nenhum detalhe seja esquecido. Alguns de seus casacos e parcas requerem até 450 horas de trabalho para serem produzidos. Em uma época onde a produção é terceirizada para manter os preços baixos e reduzir custos, cada peça da CANADA GOOSE é produzida somente em território canadense. Isto explica o porquê de seus casacos e parcas terem preços que começam em US$ 600 e podem facilmente passar de US$ 1.700. Mas manter a produção local também se transformou em uma ótima ferramenta de marketing. Afinal, o clima frio faz parte da identidade nacional do Canadá, e não há melhores julgadores da qualidade dos produtos CANADA GOOSE do que aqueles para os quais eles são projetados – e por quem eles foram inspirados.

 

 

Algumas de suas parcas têm uma tira de pele de coiote no gorro e são preenchidas com penas de ganso. E isto tem despertado a ira dos ambientalistas e defensores dos direitos animais. A CANADA GOOSE responde que apoia o povo canadense que tem a tradição secular de capturar os animais para o uso de suas peles, e a prática é estritamente regulada por autoridades locais.

 

 

A evolução visual 
O logotipo da marca canadense passou por algumas remodelações ao longo dos anos. A identidade visual atual adotou uma tipografia de letra mais fina, moderna e elegante. Mas o principal símbolo de reconhecimento da marca (costurado no peito ou manga de cada peça de vestuário) permanece inalterado: um círculo que contém o mapa do Canadá, folhas de Bordo (símbolo nacional do país) e a inscrição “Arctic Program”. Sempre utilizando as cores vermelho, azul e branco.

 

Os slogans 
Ask Anyone Who Knows™. 
Proudly made in Canada since 1957. 
This Land is Your Brand.

 

Dados corporativos 
● Origem: Canadá 
● Fundação: 1957 
● Fundador: Sam Tick 
● Sede mundial: Toronto, Canadá 
● Proprietário da marca: Canada Goose Inc. 
● Capital aberto: Não 
● CEO & Presidente: Dani Reiss 
● Faturamento: US$ 300 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Não 
● Funcionários: 1.000
● Segmento: Esportivo 
● Principais produtos: Jaquetas, parcas, calças, luvas e gorros 
● Concorrentes diretos: The North Face, Patagonia, Moncler, Pyrenex, Millet, Columbia Sportswear e Arc’teryx
● Ícones: As parcas 
● Slogan: Ask Anyone Who Knows™. 
● Website: www.canadagoose.com
A marca no mundo 
Hoje em dia a CANADA GOOSE, cujo faturamento anual supera os US$ 300 milhões, comercializa sua vasta gama de produtos para climas severos e adversos em mais de 50 países ao redor do mundo. A marca produz mais de 400.000 parcas e casacos anualmente.
Você sabia? 
● A CANADA GOOSE oferece vestuário para frio (incluindo climas fortemente adversos) para homens, mulheres e crianças. Estes produtos irão proteger de elementos extremos que vão do frio entorpecente da Antártida, dos ventos fortes no Mar do Norte até dos climas severos de cidades gélidas.
● A CANADA GOOSE é extremamente famosa por seus doudounes (aqueles casacos de náilon super acolchoados).
● Com dois terços dos ursos polares do mundo vivendo no Canadá, em 2007 a marca uniu forças com a Polar Bears International (PBI) e lançou a coleção de parcas e casacos PBI. As vendas são revertidas para apoiar a conservação dos habitats do urso polar.
fonte

3 empresas do Paraná estão entre as 100 mais inovadoras do país

Três empresas paranaenses entraram no ranking das mais inovadoras do país elaborado pelo jornal Valor, em parceria com a Strategy&, consultoria de estratégia do grupo PwC. A listra traz 100 companhias brasileiras e foi feita com a aplicação de uma metodologia que combina uma avaliação das práticas internas das empresas e a percepção do mercado a respeito de sua postura inovadora.

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O ranking é liderado pela Embraer, a fabricante de aviões com sede em São José dos Campos. Ela mantém 200 funcionários focados em inovação, tem 50 parcerias de pesquisas e 533 patentes depositadas no Brasil e no exterior. Ela é seguida pela multinacional 3M, Natura e Whirlpool, que tem sede em Joinville e foi a melhor avaliada entre as companhias com sede na Região Sul.

Veja a seguir as empresas paranaenses no ranking: /ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/07/18/Economia/Imagens/Cortadas/Fachada Boticario02 Daniel Castellano-ksWF-U2059138520873C-1024x576@GP-Web.jpg

1. Grupo Boticário: Foi a sexta colocada no ranking. Com sede em São José dos Pinhais, a empresa de cosméticos tem hoje 230 funcionários voltados para a pesquisa e desenvolvimento, nove parcerias com outras instituições e 24 patentes depositadas.

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2. Electrolux: A empresa de origem Sueca ficou na 32ª colocação. Ela tem duas fábricas em Curitiba, onde também mantém um centro de design, aberto em 1996, que conta com mais de 50 funcionários.

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3. Prati-Donaduzzi: A indústria farmacêutica paranaense ficou na 60ª colocação. Ela foi fundada em Toledo em 1993 e se tornou líder na produção de genéricos no país. A empresa tem um centro de pesquisas e está investindo na produção de medicamentos biotecnológicos e nutracêuticos.

fonte

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/3-empresas-do-parana-estao-entre-as-100-mais-inovadoras-do-pais-18tvv15mvanq44y6g3saykzh5