Suécia testa 1ª rodovia elétrica para caminhões do mundo

São Paulo – A Suécia inaugurou neste mês o primeiro sistema de rodovia elétrica para transporte de cargas pesadas do mundo, investida que vai ao encontro da meta do país de tornar toda a sua frota de transporte livre de combustíveis fósseis até 2030.

Durante os próximos dois anos, um trecho de dois quilômetros na rodovia E16 ao norte de Estocolmo, equipado com a tecnologia ‘eHighway’, da multinacional Siemens, passará por testes. Segundo a empresa, esse sistema é duas vezes mais eficiente no consumo de energia que o convencional sistema de combustão interna e, também, menos poluente.

Dois caminhões híbridos (diesel e elétrico) da Scania foram adaptados para o teste, que vai criar uma base de conhecimentos para saber se o sistema de rodovia elétrica é adequado para o futuro uso comercial de longo prazo.

Copyright: Scania CV AB

Caminhão da Scania em teste da rodovia elétrica com tecnologia Simens na Suécia (foto 2)

Como funciona

A operação é simples. Os caminhões se movimentam por um mecanismo instalado no topo, chamado de pantógrafo inteligente, combinado com um sistema de acionamento híbrido.

Sensores permitem que o pantógrafo seja conectado e desconectado da rede aérea a velocidades de até 90 km por hora. Graças ao sistema híbrido, também são possíveis operações fora da linha de contato, mantendo assim a flexibilidade dos caminhões.

Soluções de baterias ou gás natural, por exemplo, também podem ser implementadas como uma alternativa ao sistema de acionamento híbrido a diesel.

É inevitável indagar por que o país não considera transportar mais mercadorias por meios ferroviários, prática já estabelecida por lá.

Segundo a Siemens, o crescimento esperado para o transporte rodoviário de mercadorias vai ser tão grande quanto o do transporte de cargas por ferrovia, então o ideal é realmente encontrar uma forma de torná-lo mais sustentável, sem sobrecarregar outros meios.

Outro motivo é que nem toda mercadoria pode ser transportada por trem.

“De longe a maior parte das mercadorias transportadas na Suécia passa pelas rodovias, mas apenas uma parte limitada das mercadorias pode ser transferida para outros tipos de modal. É por isso que temos de libertar os caminhões de sua dependência de combustíveis fósseis, para que eles também possam ser utilizados no futuro. Rodovias elétricas oferecem essa possibilidade e são um excelente complemento para o sistema de transporte”, diz Anders Berndtsson, estrategista-chefe da Administração de Transportes da Suécia, em nota.

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/suecia-testa-1a-rodovia-eletrica-para-caminhoes-do-mundo

Inventor brasileiro busca parceria com empreendedores

Com mais de 800 ideias estocadas e algumas colocadas em prática e patenteadas, o inventor Paulo Gannam busca parcerias com empresas fabricantes para inserir seus produtos no mercado. Fazem parte do portfólio de Paulo uma invenção que promete acabar com danos nas rodas e pneus do carro durante o estacionamento; um aparelho de comunicação instantânea que alerta qualquer problema identificável em um veículo; protetores de unhas para pessoas com ‘mania de roer unha’; e uma lixa três em uma para unhas, criada em parceria,

“Crio novos produtos e solicito a patente deles, visando fazê-los chegar um dia ao mercado. Atualmente tenho quatro invenções registradas pelo (INPI) Instituto Nacional da Propriedade Industrial e mais de 800 ideias para colocar em prática, mas preciso encontrar startups e empreendedores interessados em cooperar, para juntos fazermos uma filtragem, patentearmos e fazermos o lançamento do produto”, conta Gannam.
Paulo sempre publica artigos relacionados ao tema invenções e inovações. Defensor de seus direitos, o inventor lamenta pela falta de incentivo e valorização da classe no País. Em uma de suas entrevistas ao Jornal Edição Brasil, ele fala sobre a dificuldades da atividade de inventor autônomo, pessoa física, no País.

“Sofremos com a burocracia e a falta de incentivos. Há um excesso de taxas e de serviços para solicitar, acompanhar e receber sua carta-patente. São cerca de 11 anos para concluir esse processo. O pouco que é feito é muito burocrático. Por exemplo, os programas editados por fundações de amparo. O governo e os legisladores partem da premissa de que somos tão corruptos quanto uma parte deles. Por isso, usam meios excessivamente restritivos, burocráticos e prejudiciais no apoio aos que precisam desenvolver uma ideia que, para ter êxito, por essência, não pode ser submetida a processos burocráticos”.

Invenções:

Lixa Três em Uma para Unhas

Pensando em promover maior praticidade e conforto na hora de lixar as unhas, os inventores Paulo Gannam e Fernanda Queiroz Gannam criaram um formato de lixa inovador: “Lixa para unhas três em uma”. Trata-se de um produto inédito no mercado, cuja extremidade é arredondada e fina. Suas funções consistem em uma parte dar brilho, outra, lixar a superfície das unhas, e, entre as pontas, no cabo dessa lixa, há uma superfície circular para lixar o contorno da unha com diversos graus de aspereza/espessura em sua circunferência, conforme preferência do usuário.
Este invento, que já tem amostras para demonstração, agrega diversos benefícios, entre eles: não será mais preciso comprar várias lixas, economizando espaço na bolsa, estojos e etc., maior eficiência no ato de lixar devido ao seu formato específico que atingirá bem as áreas desejadas sem risco de esfoliações da pele em volta, tudo isso com um excelente custo x benefício.

Protetores de Unhas para pessoas com mania de roer unha

Paulo Gannam, um roedor de unhas desde criança, desenvolveu um “Protetor de Unhas para Portadores de Onicofagia”. Trata-se de uma película que reveste as unhas do usuário de forma elegante e discreta, sem causar desconforto algum, pois cobrem apenas as unhas sem incomodar o tato, e pode ser usado por homens e mulheres.
Alguns modelos do invento se propõem a possuir um sistema de pressão sobre a região desejada, com furinhos para permitir maior possibilidade de transpiração. Outros teriam uma base circular de pressão para que o restante do tecido que cobre as unhas seja mais suave, evitando desconfortos numa região maior dos dedos.

Segundo o inventor, o protetor de unhas inibe um hábito autodestrutivo e incentiva a pessoa a começar a identificar quais sentimentos estão envolvidos no momento em que ela deseja roer as unhas automaticamente.

Comunicador Gannam

Aparelho que permite a comunicação entre motoristas para prevenir acidentes e trocar informações de forma rápida e segura. O inventor informa ter desenvolvido nova forma de também interligar a comunicação dos que tem o Comunicador com os que não tem por meio de um APP! Exemplos: luz de freio queimada, pneu murcho, luz de ré queimada, porta entreaberta, pessoa doente no carro, farol alto, e assim por diante.

O dispositivo também facilita o rápido intercâmbio de informações entre motoristas, que poderão alertar uns aos outros sobre problemas identificados nas rodovias, como acidentes e animais à frente, incêndios, neblina, etc.

Sensor que alerta o condutor do carro quando estiver próximo de encostar roda/pneu/calota na calçada

Paulo Gannam desenvolveu um “Sensor lateral de estacionamento para proteger pneus, rodas e calotas junto ao meio-fio”. Para o inventor, que já dispõe da prova de conceito do produto feita em PIC e em Arduino, o principal benefício do produto é o fato de ser mais acessível e atingir um público mais amplo, seja pessoas de menor poder aquisitivo, seja aquelas de maior poder aquisitivo que não tem interesse em gastar horrores com produtos de assistência abarrotados de sensores e/ou câmeras e seus softwares: os chamados ADAS (Advanced Driver Assistance Systems).

O invento permite o conhecimento antecipado e preciso de uma distância segura entre pneus/rodas e o meio-fio, proporcionando maior tranquilidade ao motorista, com uma margem de segurança ao estacionar o carro, eliminando aquele desgaste nos pneus e nas rodas por meio de arranhões, rupturas, manchas, etc.

Contatos:
Empreendedores ou pessoas que queiram entrar em contato com Gannam e saber um pouco mais de seu trabalho, podem mandar um e-mail parapgannam@yahoo.com.br ou ligar no 55 (35) 9 8404 4124.

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http://www.rolnews.com.br/noticia/inventor-brasileiro-busca-parceria-com-empreendedores

Há 50 anos nascia o videogame

Há 50 anos, o engenheiro norte-americano de origem alemã Ralph Baer deparou-se com uma dúvida: o que dá para fazer com a televisão que não seja sintonizar emissoras que você não quer? Foi em agosto de 1966, enquanto Baer, considerado hoje um dos “pais dos videogames”, estava em um terminal de ônibus em Nova York para uma viagem de negócios. Foi assim que ele elaborou o conceito de produzir jogos que pudessem ser conectados à TV. Trabalhando na empresa Sanders Associates, o inventor começou a desenvolver naquele mesmo ano o primeiro console doméstico do planeta.

Com colaboração dos engenheiros William Harrison e William Rusch, ele desenhou um protótipo do que veio a ser o primeiro videogame da história. “Eles começaram o desenho do Brown Box por volta de 1966 e concluíram em 1968”, conta o autor do livro Jogos Eletrônicos – 50 Anos de Interação e Diversão, Daniel Gularte.

A invenção recebeu o apelido de Brown Box devido à sua aparência. “Um ano antes, porém, Baer já tinha desenvolvido um jogo de perseguição entre dois pontos em um labirinto e, mais tarde desenvolveu uma pistola de luz para acertar um ponto na tela”, conta o pesquisador que mantém um site sobre videogames ( www.bojoga.com.br).

Ao ficar pronta, a “caixa marrom” foi apresentada aos gestores da empresa Magnavox. Para decepção geral, ninguém mostrou entusiasmo com a apresentação. Com exceção de um homem: o gerente de marketing da divisão de televisão da empresa, Gerry Martin, que anunciou para espanto dos demais que iria investir no projeto.

Enquanto Martin era obrigado a convencer os outros gestores de que sua decisão seria a certa, o inventor Baer não perdeu tempo e fez a primeira patente mundial sobre os conceitos do videogame com o nome de “aparato de vídeo interativo com áudio expansível”. Dois meses depois, segundo Gularte, o contrato de licença com a Magnavox foi assinado.

Demorou ainda alguns anos para que o primeiro console doméstico fosse mundialmente reconhecido: em 1972, a invenção de Baer começou a ser vendida como Odyssey. O desenho do aparelho foi remodelado. “O desenvolvimento do protótipo da Magnavox foi concluído em 1971”, afirma Gularte, que é mestre em criação de jogos digitais. No primeiro ano de lançamento foram vendidas 130 mil unidades. O pontapé para o mundo dos games tinha sido dado.

Três anos depois, a Atari, que foi por décadas uma das gigantes do setor, lançou o Tele-Games Pong – presente de Natal mais vendido nos Estados Unidos naquele ano. De início, o arcade trazia só um jogo, para dois jogadores. Depois novas versões do aparelho foram lançadas e chegou a ter 16 jogos diferentes.

Mas é em 1977 que uma nova revolução no mundo dos games acontece. O lançamento do Atari 2600 foi o primeiro console baseado no sistema de cartucho a ser comercializado mundialmente. Ele é considerado um dos mais influentes videogames do mundo. “Criou a dimensão comercial dos videogames, diferenciando de brinquedo e criando a indústria que conhecemos hoje”, ressalta o pesquisador.

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http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/historia/ha-50-anos-nascia-o-videogame-54bw9hj3sqcaupbrkni6tnlfc

Inventor da bitcoin cria império de patentes discretamente

Sydney/Singapura – Craig Wright, o australiano que alega ser o inventor da bitcoin, está tentando construir um amplo portfólio de patentes ao redor da moeda digital e da tecnologia que a suporta, de acordo com seus sócios e documentos vistos pela Reuters.

Desde fevereiro, Wright apresentou mais de 50 inscrições na Grã-Bretanha através da EITC Holdings, empresa registrada em Antígua que uma fonte próxima à companhia confirmou estar conectada a Wright, mostraram registros do governo.

Entrevistas com fontes próximas à EITC Holdings, que tem como diretores dois sócios de Wright, confirmou que ainda estava trabalhando na apresentação de inscrições de patentes e o Escritório de Propriedade Intelectual da Grã-Bretanha publicou outras 11 inscrições de patentes apresentadas pela empresa na semana passada.

“Nada disso parou”, disse uma pessoa próxima à empresa. A pessoa não quis ser identificada por que não estava autorizada a falar com a imprensa. Wright não respondeu a pedidos de comentários.

A concessão de até mesmo algumas dessas patentes seria significativa para o setor financeiro e outros que estão tentando explorar a tecnologia bitcoin, assim como dezenas de startups que estão correndo para construir seus modelos de negócios baseados nela.

Uma agenda de patentes, um de vários documentos relacionados às inscrições mostradas à Reuters por uma pessoa próxima à EITC Holdings, destaca planos de apresentação de cerca de 400 no total.

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/inventor-da-bitcoin-cria-imperio-de-patentes-discretamente

Origem dos mascotes olímpicos

Muitas desses mascotes, criadas para as olimpíadas, foram desenvolvidas em uma época que não era possível contar com o auxílio dos programas de imagem.

Schuss

1968 Olimpíadas de Inverno – Grenoble
Designer: Mme Lafargue

Origem dos mascotes olímpicos

El Jaguar Rojo de Chichen-Itza

1968 Olimpíadas – Cidade do México
Criação baseada em um trono em formato de onça vermelha, na pirâmide “El Castillo” em Chichen Itzá.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Waldi

1972 Olimpíadas – Munique
Designer: Otl Aicher
Cachorros da raça Dachshund são muito comuns na região da Bavaria e representa os atributos ideais de todo atleta: Resistência, Tenacidade e Agilidade.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Schneemann

1976 Olimpíadas de Inverno – Innsbruck

Origem dos mascotes olímpicos

Amik

1976 Olimpíadas – Montréal
Designer: Yvon Laroche, Pierre-Yves Pelletier, Guy St-Arnaud and George Hue.
Representa um dos símbolos nacionais do Canadá.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Roni

1980 Olimpíadas de Inverno – Lake Placid
Designer: Donald Moss
O rosto do guaxinim é uma referência as roupas, gorros e chapéus utilizados pelos competidores.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Misha

1980 Olimpíadas – Moscou
Designer: Victor Chizhikov

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Vučko

1984 Olimpíadas de Inverno – Sarajevo
Designer: Joze Trobec

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Sam

1984 Olimpíadas – Los Angeles
Designer: Robert Moore (The Walt Disney Company)

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Hidy and Howdy

1988 Olimpíadas de Inverno – Calgary
Designer: Sheila Scott
Representam a hospitalidade canadense.

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Hodori and Hosuni

1988 Olimpíadas – Seul
Designer: Hyun Kim

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Magique

1992 Olimpíadas de Inverno – Albertville
Designer: Philippe Mairesse
Representam a hospitalidade canadense.

Origem dos mascotes olímpicos

Cobi

1992 Olimpíadas – Barcelona
Designer: Javier Mariscal

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Håkon and Kristin

1994 Olimpíadas de Inverno – Lillehammer
Designer: Javier Mariscal

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Izzy

1996 Olimpíadas – Atlanta
 Foi a primeira mascote foi feita em computador.

Origem dos mascotes olímpicos


Origem dos mascotes olímpicos

The Snowlets:
Sukki, Nokki, Lekki and Tsukki

1998 Olimpíadas de Inverno – Nagano

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Olly, Syd e Millie

2000 Olimpíadas – Sidney
Designer: Matthew Hatton

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Origem dos mascotes olímpicos

Powder(a.k.a. Swifter), Copper(a.k.a. Higher) e Coal(a.k.a. Stronger)

2002 Olimpíadas de Inverno – Salt Lake City
Designer: Steve Small, Landor Associates and Publicis

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Athena and Phevos

2004 Olimpíadas – Atenas
Designer: Spyros Gogos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Neve and Gliz

2006 Olimpíadas de Inverno – Turin
Designer: Pedro Albuquerque 

Origem dos mascotes olímpicos

The Fuwa: Beibei, Jingjing, Huanhuan, Yingying, Nini

2008 Olimpíadas – Beijing

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Miga, Quatchi, Sumi e Mukmuk

2010 Olimpíadas de Inverno – Vancouver
Designer: Meomi Design(a group of Vicki Wong and Michael Murphy)

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

Lyo and Merly

2010 Olimpíadas da Juventude – Cingapura
Designer: Cubix International

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Wenlock e Mandeville

2012 Olimpíadas – Londres
Designer: Iris

Origem dos mascotes olímpicos

Origem dos mascotes olímpicos

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http://blog.wedologos.com.br/mascotes-olimpicos/

Logo de empresas famosas: o que aprender com elas?

Uma boa identidade visual é o primeiro passo para qualquer empreendedor que deseja ter sucesso e conquistar o seu espaço no mercado. O logotipo de uma empresa tem a responsabilidade de traduzir os seus diferenciais, os valores da organização, além de dialogar diretamente com os variados públicos, despertando o interesse e a simpatia pela marca. Muitas vezes, o primeiro contato de um cliente com a sua empresa é por meio do logotipo — pensando assim, fica fácil perceber a sua importância, não é mesmo? A primeira impressão precisa conquistar o cliente e auxiliar na construção de um relacionamento duradouro e interessante para ambas as partes.

Por essas razões, podemos afirmar que, muitas vezes, o valor de uma organização está totalmente vinculado à sua imagem, que é traduzida em sua identidade visual e, principalmente, no seu logo. São muitos os exemplos de logos de empresas famosas que podemos citar aqui, que são facilmente reconhecidas em qualquer lugar do mundo e cujo poder tem tudo a ver com as escolhas no momento de se criar a identidade. É claro que não adianta nada ter um logo maravilhoso e exclusivo e não entregar serviços, produtos e atendimento à altura, mas o que não podemos fazer também é nos esquecer desse elemento essencial.

Veja aqui o que podemos aprender com logo de empresas famosas.

A Pepsi e as cores

O logo da Pepsi-Cola já passou por várias transformações ao longo de sua história, mas desde 1962 vem mantendo uma linha contínua, coerente e muito bem-sucedida: a combinação de uma tipografia forte com cores bem características, o azul e o vermelho. Quando a empresa começou, lá em 1898, a sua marca era bem parecida com a do seu principal concorrente, a Coca-Cola, uma tipografia manuscrita em vermelho.

Com o passar dos anos, estudos mostraram que era essencial que a empresa encontrasse uma identidade própria e se diferenciasse no mercado, e a inclusão do azul foi marcante e indispensável nessa transformação. É quase impossível ver a combinação de cores da Pepsi e não fazer a referência imediata. O azul e o vermelho em questão são muito característicos e se configuram como um valor da empresa.

De fato, a escolha das cores é essencial no processo de criação de um logo. Elas dizem muito sobre a empresa e podem ser facilmente reconhecidas pelo público, se tornando um elemento bem forte da identidade. Atenção a esse ponto!

A Ferrari e a personalidade

Um logotipo que já existe desde 1932 e é reconhecido em qualquer lugar do mundo. A marca da Ferrari é sinônimo de força e personalidade e pode nos ensinar muito sobre uma boa identidade visual e a importância da escolha de um ícone marcante e exclusivo.

O cavalo da Ferrari tem a sua origem na Primeira Guerra Mundial, quando o piloto Francesco Barraca, um apreciador da espécie, usava a imagem do animal estampada em seu avião. Enzo Ferrari se encantou com a história e pediu à própria mãe de Barraca para utilizar a imagem como logo da sua nova empresa, no mercado automobilístico. Ele acreditava que isso traria sorte à empresa e vendo os resultados, quem pode dizer o contrário?

Muitas vezes, a escolha de um elemento marcante, com uma boa história por trás, pode ser um caminho de sucesso na criação de um logotipo. Isso desperta o interesse do público, traz personalidade e exclusividade à marca, além de ser muito bonito e ousado!

A Apple e a aplicabilidade

Uma marca que vai bem em tudo: seja nas telas dos computadores e telefones que produz, seja nos tradicionais e minimalistas adesivos que ocupam as traseiras de uma infinidade de carros em todo o mundo. Quem não conhece a maçã de Steve Jobs, o responsável pela criação da marca Apple?

Olhando a história da empresa, descobrimos que nos dois primeiros anos, a marca era, na verdade, uma reprodução da tradicional imagem de Isaac Newton embaixo de uma macieira. Eram tantos elementos que a aplicação era impossível — ninguém conseguia entender quando ela aparecia em tamanho pequeno, e o uso de cores era muito confuso. A mudança foi radical e desde então, mesmo que tendo passado por algumas revitalizações, a empresa é representada por uma simples, elegante e inconfundível maçã mordida.

Um elemento bem básico, mas com grande apelo estético. Uma decisão sábia dos gestores que ajudou bastante a construir a história de sucesso da marca.

A Nike e a simplicidade

Feche os olhos. Agora, visualize o símbolo da marca esportiva Nike. Foi fácil, não foi? Posso dizer, com grande chance de acerto, que você conseguiu imaginar o desenho exato, nas proporções certas, com a curvatura perfeita. Sabe por quê? É um logo extremamente simples e já bem consolidado por aí. Ele é sinônimo da marca e tem uma força e um potencial de comunicação imensurável. Imagine que ele tem até nome: Swoosh! Talvez você não saiba, mas ele é a representação da asa de Nike, a deusa grega da vitória. Com o tempo e a consolidação no mercado, a empresa foi capaz inclusive de retirar a palavra da sua marca e hoje é representada exclusivamente pelo símbolo. Isso que é poder!

Ficou claro que não dá para planejar um negócio de sucesso sem um logotipo coerente, não é mesmo? Nesse contexto, é de extrema importância a escolha de um profissional qualificado para o trabalho. Criar uma marca não é tarefa fácil: ela deve comunicar uma série de fatores, ter afinidade com o negócio e com o público, ser visualmente interessante e facilmente aplicável em diferentes formatos e meios. Em resumo, é trabalho para um profissional.

Um bom designer é capaz de compreender as suas expectativas e encontrar as soluções adequadas para a sua demanda. É um investimento que vale a pena e que pode se traduzir em um grande diferencial competitivo num mercado cada vez mais acirrado. Por isso, antes de tomar a sua decisão, é importante seguir alguns passos: pense bastante sobre o seu negócio, o mercado, seus diferenciais — é essencial passar um bom briefing (resumo do trabalho) ao profissional, fornecendo todas as informações necessárias.

Avalie portfólios de diversos profissionais e identifique aqueles trabalhos que mais te agradam. Você vai acabar encontrando um estilo de sua preferência. Depois de feita a escolha, converse bastante com o designer, mostre referências que te agradem, seja o mais objetivo possível. E pronto, agora é só se preparar para receber um logo exclusivo e super adequado ao seu negócio. Você nem imagina a diferença que vai fazer!

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http://blog.wedologos.com.br/logo-de-empresas-famosas-inspiracao/

Instituto Nacional da Propriedade Industrial ganha 70 novos pesquisadores

Rio de Janeiro (09 de junho) – O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira, deu posse nesta quinta-feira a 70 novos pesquisadores do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Na visita à sede do Instituto, o ministro também anunciou que conseguiu aprovar a liberação de R$ 15 milhões até outubro do orçamento do INPI. Uma segunda parcela, no valor de R$  11,2 milhões, será liberada entre outubro e dezembro. Com isso, o contingenciamento do INPI caiu de 33,7% para 6,9%.

Segundo Marcos Pereira, uma das principais metas do MDIC é reduzir o tempo de exame de marcas e patentes, tendo os novos servidores papel fundamental nesse objetivo. Para isso, ele pretende criar parcerias com a iniciativa privada, a exemplo do acordo firmado com o Movimento Brasil Competitivo, para diagnóstico e proposta de soluções.

O presidente do INPI, Luiz Pimentel, também recepcionou os novos examinadores de patentes, ressaltando que as nomeações fazem parte do esforço para aumentar o número de servidores e a produção de exames de pedidos de patentes.

No fim de 2015, o prazo médio para uma decisão era de 10,9 anos, a partir da data do depósito, e o total de pedidos na fila aguardando exame (backlog) estava em aproximadamente 211 mil. As contratações são essenciais devido ao aumento da demanda: entre 2005 e 2015, por exemplo, o número de pedidos de patentes no INPI cresceu 51%, passando de 21.852 para 33.043.

Reforço

O INPI aguarda ainda a nomeação de mais 30 pesquisadores e 40 tecnologistas (examinador de marcas), todos aprovados no mesmo concurso de 2014, além da autorização para realizar novos concursos. O quadro total de pessoal autorizado para o INPI é de 1.820 vagas. Atualmente, 924 estão ocupadas (51%), segundo dados de março de 2016.

Mas não é apenas a contratação de pessoal que irá contribuir para que o INPI conceda patentes, marcas e outros direitos de propriedade industrial em menor tempo. O Instituto, com apoio do MDIC, também está realizando outras ações, como a revisão e otimização de seus procedimentos internos e o aprimoramento dos sistemas eletrônicos. Entre as medidas para aumentar a produtividade, destacam-se os projetos-piloto de teletrabalho e de lotação de servidores em outras capitais do Brasil para exame e capacitação dos agentes locais de inovação.

Antes da cerimônia de posse, o ministro Marcos Pereira e o presidente do INPI, Luiz Pimentel, se reuniram com o secretário de Comércio Exterior do MDIC, Daniel Godinho; o secretário de Comércio e Serviços da pasta, Marcelo Maia; os deputados federais Roberto Sales e Rosângela Gomes; os deputados estaduais Benedito Alves, Carlos Macedo e Tia Ju; além de diretores e coordenadores do Instituto.

 

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http://www.mdic.gov.br/component/content/article?id=1515

Fábrica da Tesla é inaugurada

tesla-1
A Gigafábrica da Tesla tem data para ser inaugurada. De acordo com alguns veículos de mídia dos Estados Unidos, isso deve acontecer no dia 29 de julho.

Na data, a Tesla e Elon Musk, seu CEO e fundador, devem receber pessoas em uma cerimônia. Entre os convidades estariam clientes e donos de carros da fabricante de veículos elétricos.

A fábrica de baterias é essencial na visão da Tesla. Nela, seriam fabricadas, em larga escala, baterias elétricas–tanto para automóveis quanto as de uso domésticos, chamadas de PowerWall, que funcionam com energia solar.

A própria fábrica, vale dizer, deve funcionar com energia solar e versões industriais da PowerWall.

Com a fábrica, apelidada de Gigafábrica pela empresa, será possível produzir as baterias que devem ser usadas no Tesla 3. O carro foi anunciado recentemente pela empresa e é o veículo mais em conta vendido por eles.

O Tesla 3 é tido como o veículo que pode popularizar o uso de carros elétricos no mercado.

De acordo com a empresa, em 2020, a Gigafábrica será capaz de produzir mais capacidade de energia em forma de baterias do que todas as outras empresas produziam juntas em 2013.

A fábrica fica localizada no estado de Nevada, nos Estados Unidos.

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http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/gigafabrica-da-tesla-deve-ser-inaugurada-no-dia-29-de-julho

Google obtém patente de ‘cola’ automotiva que gruda pedestre atropelado

Google obteve nos Estados Unidos uma patente para uma substância adesiva que pretende aplicar sobre a carroceria dos seus veículos autônomos para que, em caso de atropelamento, o pedestre fique grudado no carro, a fim de evitar lesões.

O documento especifica que se trata de uma cobertura especial para o capô e o para-choque dianteiro do veículo. No caso de atropelamento, a capa seria rompida, revelando uma camada adesiva com efeito similar ao do papel pega-mosca, porém adaptada para colar um corpo humano.

“O adesivo adere o pedestre ao veículo, de modo que assim permaneça até que este pare, em vez de ser lançado para fora do carro, prevenindo um segundo impacto com a via ou com outro objeto”, diz a patente.

Na solicitação, o Google argumenta que, em geral, este segundo impacto é o que agrava as lesões do pedestre atropelado.

* * *

Os veículos autônomos podem começar a circular nas ruas dentro de cinco anos, afirmou no início de maio Sergio Marchionne, diretor do fabricante italiano de automóveis Fiat Chrysler.

O grupo Alphabet, que reúne empresas do Google, anunciou no início deste mês uma parceria com o fabricante italiano Fiat, que representa uma grande expansão da sua frota de veículos autônomos de teste do seu projeto Google Car.

O Google começou a testar a tecnologia de condução autônoma em 2009 com um carro Toyota Prius. Hoje, conta com 70 veículos de diversas marcas, entre eles o seu próprio carro sem motorista, apresentado em 2014.