Tecnologia da Microsoft gera descrições impressionantes de fotos

Descrição automática de imagem: bebê - Microsoft

A essa altura, você provavelmente sabe que companhias como Google e Facebook estão investindo pesado em reconhecimento de imagens. As tecnologias atuais já podem identificar rostos e descrever objetos encontrados nas fotos, por exemplo. A Microsoft, outra gigante que vem levando o assunto bem a sério, já está na fase de se preocupar com o contexto: a empresa criou um sistema de redes neurais que tenta descrever o que está acontecendo em uma imagem da forma como nós faríamos.

O reconhecimento de imagens é mais importante do que parece. Serviços como Google Photos e Flickr contam com tecnologias que tentam nos livrar da tarefa de organizar fotos manualmente ou de classificá-las com tags para facilitar a busca. No Facebook, como você deve saber, o reconhecimento de rostos nos ajuda a marcar os contatos que saíram nas nossas fotos.

Mas a turma de Mark Zuckerberg não parou por aí. No início do mês, a companhia anunciou uma tecnologia que é capaz de analisar fotos e criar legendas para elas automaticamente. O objetivo é descrever as imagens do feed de notícias para usuários com deficiência visual. Não é por menos: a companhia estima que 39 milhões de participantes da rede social são cegos ou têm dificuldades severas para enxergar.

Uma ideia nobre, não? Mas há um percalço aqui: ao menos por enquanto, esse sistema é capaz de descrever objetos na imagem, mas não é muito preciso na contextualização. O sistema pode, por exemplo, descrever uma foto como “a imagem aparenta mostrar três pessoas sorrindo ao ar livre”, mas não aponta se os indivíduos estão na rua, no parque, enfim.

Membros da Microsoft Research se uniram com pesquisadores de várias universidades dos Estados Unidos — e até com um especialista em inteligência artificial do Facebook — para superar esse tipo de limitação: a ideia é fazer o algoritmo descrever a “história”que a imagem conta. Nesse sentido, os pesquisadores preferem usar esse termo, história, no lugar de “descrição” ou “legenda” para explicar o que a tecnologia faz.

Na parte inferior, as descrições geradas pela tecnologia da Microsoft

Frank Ferraro, pesquisador da Universidade Johns Hopkins e um dos autores do projeto, dá um exemplo: um álbum de fotos mostra pessoas bebendo em um bar; em uma das imagens posteriores, alguém acabou deitando no sofá. Um sistema de legendas automáticas provavelmente descreverá a cena com algo como “há uma pessoa deitada no sofá”. O sistema da Microsoft Research, porém, poderá analisar as fotos anteriores (da turma bebendo) e legendar a imagem como “esta pessoa provavelmente está bêbada”.

É difícil fazer isso. Nós temos uma capacidade incrível de identificar ou imaginar o contexto de fotos porque nos baseamos em uma série de parâmetros: expressões faciais, experiências em ambientes semelhantes, lembranças de lugares e assim por diante. Mesmo assim, há situações em que não conseguimos entender exatamente o que se passa porque as informações que nos ajudariam com o contexto são insuficientes.

Aí está a razão para o sistema da Microsoft Research funcionar melhor com grupos de imagens. Em vez de gerar um resultado específico para cada foto, o algoritmo considera o que foi identificado nas outras imagens para reforçar a base de parâmetros. Assim, um objeto que aparece apenas em determinadas fotos pode ajudar a explicar o que acontece em outras.

Para exemplificar, a foto no início do post foi descrita da seguinte forma: “foi o primeiro aniversário do bebê”. Veja como ficaram as legendas automáticas geradas para outras imagens do mesmo álbum (em tradução livre):

Ele estava tão animado para ver o bolo.

E as crianças comeram um monte de comida.

Como você deve ter imaginado, essa é só uma parte do trabalho. Os pesquisadores tiveram que treinar o sistema, que é constituído por redes neurais profundas (tipo que vem sendo usado para reconhecimento de voz e tradução de textos), com sequências de imagens extraídas do Flickr. Participantes do Mechanical Turk, site de crowdsourcing da Amazon, foram contratados para criar legendas individuais e sequenciais de forma a montar a base para o treinamento do algoritmo.

Na fase seguinte, o sistema foi alimentado com novas imagens para descrevê-las com base no conhecimento obtido com o treino. Para validar as descrições, os pesquisadores as compararam com legendas das mesmas fotos feitas por pessoas. O resultado final foi bastante convincente.

Esse projeto está apenas na fase inicial, porém. É necessário mais treinos e aperfeiçoamentos para que ele se torne realmente útil. Mesmo que fique mais evoluído, o sistema não deverá ser completamente preciso na contextualização de imagens (novamente, nem nós somos). Mas, se associado a algoritmos que reconhecem lugares, por exemplo, imagine quão longe as ferramentas de descrição automática de imagens poderão ir.

fonte

https://tecnoblog.net/194929/microsoft-legendas-contextuais-fotos/

Whirlpool lidera ranking de depositantes de patente residentes no País

Pelo terceiro ano consecutivo, a Whirlpool S.A. liderou em 2015 o ranking de pedidos de patentes de invenção (PI) de depositantes residentes no Brasil, a despeito da predominância nas primeiras posições das instituições de ensino e pesquisa e governo. A empresa também liderou o ranking de modelos de utilidade (MU) em 2015 e 2013.

No ranking de marcas de 2015, destacaram-se as empresas de comunicação, com a Globodata na primeira posição. O ranking de desenho industrial apresenta a Grendene S.A. como destaque. No de programas de computador, a primeira colocação foi ocupada pela Fundação CPQD e, no de contratos de tecnologia, pela Petrobras. O ranking de indicações geográficas apresentou a Agência de Desenvolvimento do Turismo Sustentável do Litoral do Paraná como principal depositante.

Essa é a terceira edição anual que o INPI disponibiliza do Ranking dos Depositantes Residentes. O relatório de 2015 apresenta, além da listagem com o ranking dos 50 maiores depositantes residentes, uma agregação dos dados considerando a natureza do depositante: empresas de médio e grande porte; instituições de ensino e pesquisa e governo; MEI, microempresa e EPP; associações e sociedades de intuito não econômico; pessoas físicas e cooperativas. Também é apresentada uma agregação dos dados pelos estados da federação, com ênfase nos cinco estados com mais pedidos no ranking.

Veja os rankings dos depositantes residentes de 2014 e 2013, produzidos pela Assessoria de Assuntos Econômicos (AECON) do INPI.

Acesse aqui mais informações sobre as estatísticas disponibilizadas pelo Instituto.

fonte

http://www.inpi.gov.br/noticias/whirlpool-lidera-ranking-de-depositantes-de-patente-residentes-no-pais/view

Airbag para celular? Confira 10 invenções bizarras que foram patenteadas

A ideia da Amazon é criar um sistema para proteger o celular nas quedas. No caso, um airbag | Reprodução (registro da patente)

A ideia da Amazon é criar um sistema para proteger o celular nas quedas. No caso, um airbag Reprodução (registro da patente)

Para inovar é preciso pensar “fora da caixinha”, certo? Bem, às vezes, os inventores parecem passar da conta na inventividade e bolam algumas ideias bem esquisitas — e inclusive registram, aparentemente com a ideia de realmente tirá-las do papel. Nesta lista não estão apenas inventores solitários, mas também gigantes da tecnologia, como Google, Apple e Amazon.

Se estas patentes vão funcionar no futuro, é difícil prever (ou acreditar, em alguns casos). Mas renderam esta curiosa lista:

Avião contêiner

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Quando se trata de ideias bizarras, a aviação civil é um campo fértil – sobretudo porque as companhias aéreas estão cada dia mais pressionadas para reduzir custos e tarifas. As boas ideias surgem na mesma medida das malucas.

A Airbus, por exemplo, já registrou patente de bancos de avião que parecem selim de bicicleta. O objetivo seria de triplicar o número de assentos em uma cabine (o que certamente também triplicaria o desgosto dos passageiros em relação ao o conforto).

 Mas nada se compara à ideia de criar cabines-contêineres para as aeronaves como uma forma de acelerar o procedimento de embarque. A sugestão também foi patenteada pela Airbus, em 2015. Os passageiros entrariam na cabine ainda no aeroporto. Esta cabine então seria inteiramente movida para a aeronave, que permaneceria bem menos tempo no pátio.

A ideia é até interessante, desde que não se leve em conta a necessidade de reestruturar toda a frota de aeronaves de todas as companhias, bem como os aeroportos envolvidos.

Airbag para celular

Não dá para acertar sempre. Se a Amazon criou um elogiadíssimo assistente pessoal, o Echo, algumas outras ideias soam mais como piada. Em 2011, por exemplo, a empresa registrou a patente de um airbag para equipamentos eletrônicos, principalmente smartphones. A ideia era que o equipamento fosse protegido por um sistema capaz de inflar pequenas bolsas de ar ao detectar a sua queda.

Claro, a Apple não quis ficar para trás e recentemente registrou uma patente em que o iPhone ganha um GPS capaz de detectar quedas. A partir daí, uma série de motores conseguem direcionar o movimento de forma a proteger tela e câmera, dois dos componentes mais sensíveis do aparelho.

Se você preferir, pode simplesmente comprar uma capinha reforçada.

Sensor de atropelamento

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Dois inventores norte-americanos registraram em 2001 a patente de um sensor de carro capaz de detectar se o veículo atropelou um pedestre. De acordo com o registro, o sistema analisaria informações como área da deformação na lataria e força do impacto. Curiosamente, o mecanismo não cita como evitar um atropelamento.

Mas os inventores se defendem afirmando, de forma vaga, que “o produto ajudaria a determinar a forma ideal de frenagem”.

Pedestres colados

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Se a invenção anterior não está disposta a evitar atropelamentos, o Google está. A gigante da tecnologia quer coibir acidentes causados pelos seus carros sem motorista. Mas, talvez a patente registrada nesta semana não seja lá a grande solução que o mundo esperava.

A empresa norte-americana cogita usar uma estrutura adesiva na parte frontal dos veículos autônomos, capaz de “grudar” uma pessoa no capô no caso de colisão. Para o Google, isso minimizaria lesões, já que o carro não arremessaria o atropelado.

Virou piada. “É o novo app de caronas do Google”, brincaram os usuários nas redes sociais.

Óculos (quase) inteligentes

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Muito antes do Google Glass, os inventores tinham outra ideia de como poderiam ser os óculos inteligentes. Tanto que um inventor chamado James Allen registrou, em 1992, a patente de óculos com espelho retrovisor – o que pouparia usuário de movimentar a cabeça para olhar para trás. Uma outra ideia, de 1998, queria trocar os braços dos óculos por imã, de forma a fixar com mais segurança o acessório no rosto.

High five solidário

Um inventor chamado Albert Cohen estava realmente preocupado com quem assiste a eventos esportivos sozinho (seja em casa ou em algum estádio). Tanto que ele registrou uma mãozinha mecânica capaz de fazer o “high five” (o nosso “toca aqui”) com o torcedor “avulso”. Esse movimento é comum na comemoração de gols, touchdowns, cestas e home-runs nos esportes americanos.

Lentes de contato com câmera

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A sul-coreana Samsung registrou neste ano uma lente de contato com câmera fotográfica, display e antena. Tudo isso? Sim, pelo menos no desenho. A ideia da fabricante é que, com uma piscada, possamos tirar foto e processar imagens. Se de fato isso vai sair do papel é difícil de prever, mas o Google já sinalizou que também quer entrar nesta onda do olho tecnológico.

Roncos e choques

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Talvez o criador desta patente dos anos 1960, Roberto Crossley, estivesse irritado um pouco além da conta com os roncos. Ele desenvolveu uma gargantilha eletrônica para usar na hora do sono. O diferencial seria o fato de o acessório dar um choque no usuário ao detectar qualquer sinal de ronco. Uma experiência, digamos, um pouco traumática…

Tatuagem eletrônica

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Em 2012, a Motorola registrou uma “tatuagem eletrônica”. A ideia da empresa era que as pessoas colassem no pescoço um aparato eletrônico que lembra uma tatuagem, mas que tem microfone acoplado e é capaz de se comunicar com smartphones, Google Glass ou outros players – via bluetooth, inclusive. Com isso, o usuário poderia controlar estes aparelhos sem precisar do toque.

Gadget desodorante

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Mais uma da categoria dos wearables. E mais uma do Google. A empresa registrou em 2015 a ideia de um aparelho que pode ser anexado ao corpo e borrifa desodorante quando percebe algum odor no usuário.

Mas não é só isso, ele também utilizaria GPS. A ideia, de acordo com o documento de registro, é que o usuário tivesse acesso a informações de localização de amigos usando aparelhos semelhantes. E, pasme, o gadget seria capaz de oferecer rotas para que você escapasse dos conhecidos que estivessem cheirando mal naquele dia.

Até hoje, nem sinal do aparelho — talvez fosse só um pouco de senso de humor dos gênios da empresa.

fonte

http://www.gazetadopovo.com.br/economia/inteligencia-artificial/airbag-para-celular-confira-10-invencoes-bizarras-que-foram-patenteadas-c8bk9bl14to6i2tchlv4vyutg

Fio líquido é inspirado em teia de aranha

Pesquisadores descobriram um comportamento estranho em um fio de teia de aranha: ele se comporta como um líquido e como um sólido, dependendo das circunstâncias.

Como eles conseguiram criar uma versão artificial desse “fio líquido”, estão propondo que o material poderá encontrar aplicações em campos como o da “robótica macia”, que trabalha no desenvolvimento de robôs de corpo mole e flexível, mais parecidos com os organismos vivos.

Hervé Elettro, da Universidade Pierre e Marie Curie, na França, estava estudando a “seda de captura” das aranhas, a seda pegajosa usada para formar a espiral da teia, em vez dos fios radiais que as mantêm juntas.

Quando esticou a seda, ele verificou que ela se estende como uma mola, como seria de se esperar de um material sólido. Mas quando ele comprimiu a seda, o material permaneceu tensionado, em vez de perder a firmeza no meio, como geralmente acontece com os fios.

Por exemplo, imagine uma película de sabão suspensa entre dois suportes: se você aproximar os suportes, a película se contrai; se você separá-los, ela vai romper. A seda de captura parece oferecer o melhor dos dois mundos, adaptando seu tamanho para o espaço que necessita preencher.

Fio líquido

Elettro conseguiu replicar esse comportamento tecendo fios de plástico revestidos em óleo de silicone, etanol e outros líquidos, criando o que ele chama de “fios líquidos”.

Como esse tipo de movimento é responsável também pela pressão das mandíbulas da planta carnívora Dioneia (Dionaea muscipula), a equipe acredita que seus fios líquidos poderão ser úteis no desenvolvimento de tecnologias semelhantes no campo da robótica, eventualmente no papel de músculos artificiais.

 

fonte

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias

Relógio nuclear: 10 vezes mais preciso que relógio atômico

Relógio atômico e relógio nuclear

Parecia improvável que alguém pudesse reclamar da precisão dosrelógios atômicos, nossos cronômetros mais precisos. O recordista atual atrasaria no máximo um segundo em 20 bilhões de anos – o que é bastante se comparado com os 13,7 bilhões de anos que os cientistas calculam como sendo a idade do Universo.

Pois não apenas é desejável superar essa precisão para inúmeras aplicações práticas, como também agora é possível fazer isso.

Mas o que pode superar a precisão dos relógios atômicos?

Os relógios nucleares que, em vez de se basearem no átomo inteiro, usarão apenas seu núcleo, que é 100 mil vezes menor e, portanto, está muito menos sujeito a interferências externas.

Núcleo atômico único

Os físicos sonham com os relógios nucleares há muito tempo, mas só agora Lars von der Wense e seus colegas da Universidade Ludwig-Maximilians de Munique, na Alemanha, conseguiram demonstrar experimentalmente um estado de energização há muito tempo procurado – um isômero nuclear em um isótopo do elemento tório (Th).

Embora sejam conhecidos mais de 3.300 tipos de núcleos atômicos, apenas o núcleo do isótopo de tório com massa atômica 229 (Th-229m) oferece uma base adequada para um relógio nuclear. Ele é o único a apresentar um estado de excitação – ganho de energia – que fica apenas ligeiramente acima do seu estado fundamental.

Como ele não ocorre naturalmente, há 40 anos os físicos tentavam produzi-lo em laboratório para ver se a teoria está correta.

“Espera-se que o Th-229m apresente uma meia-vida muito longa, entre minutos e várias horas. Assim, deve ser possível medir com precisão extremamente alta a frequência da radiação emitida quando o estado nuclear excitado cair de volta para o estado fundamental,” explica o professor Peter Thirolf.

fonte

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias

 

Nokia volta ao mundo dos celulares com acordo para licenciar marca

A Nokia anunciou nesta quarta-feira (18) que assinou um acordo válido por 10 anos com a companhia finlandesa HMD Global de licenciamento exclusivo de sua marca para celulares e tablets. Os aparelhos serão produzidos por uma subsidiária da taiuanesa Foxconn.

A companhia, que já foi a maior fabricante de telefones móveis do mundo, vendeu sua divisão de celulares para a Microsoft em 2014. A Nokia, porém, ficou com suas patentes e começou a preparar uma volta ao mercado por meio de licenciamento da marca — atualmente obtém a maior parte de sua receita com equipamentos para telecomunicações.

A Nokia receberá pagamentos de royalties da HMD relacionados à venda de produtos com sua marca. “Em vez de a Nokia voltar a produzir celulares ela mesma, a HMD planeja produzir celulares e tablets que possam ampliar o valor da marca Nokia nos mercados globais”, afirmou Ramzi Haidamus, chefe da unidade de patentes da Nokia.

A HMD também fechou negócio com a Microsoft para ter acesso ao portifólio da Nokia. Ainda nesta quarta-feira, antes de a Nokia anunciar seu retorno ao mercado de celulares, a empresa anunciou a compra da área de celulares básicos, chamados de “feature phones”, da Microsoft. Ao lado da FIH Mobile, subsidiária da Foxconn, pagará US$ 350 milhões.

Como parte do acordo, a HMD vai comprar da Microsoft direitos de uso da marca Nokia em celulares básicos até 2024. “Juntos, estes acordos farão da HMD a única licenciada global para todos os tipos de celulares e tablets com a marca Nokia”, disse a HMD em comunicado.

A HMD é uma empresa criada recentemente, controlada pela Smart Connect, um fundo de investimentos administrado por Jean-Francois Baril, ex-funcionário da Nokia. A Nokia não informou detalhes sobre lançamentos dos novos aparelhos. O acordo entre a Microsoft e a HMD deve ser concluído ainda no segundo semestre de 2016.

A Microsoft enfrentou dificuldades com a divisão de celulares e no ano passado registrou uma baixa contábil de US$ 7,5 bilhões relacionada aos ativos comprados da Nokia. Apesar dos acordos anunciados, a Microsoft informou que continuará a desenvolver smartphones da linha Lumia.

fonte

http://www.alagoastempo.com.br/noticia/105287/tecnologia/2016/05/18/nokia-volta-ao-mundo-dos-celulares-com-acordo-para-licenciar-marca.html

Marcas brasileiras mais valiosas em 2016

A Skol é a marca mais valiosa do Brasil pelo quarto ano seguido, mostra o ranking da BrandZ publicado pela Millward Brown Vermeer nesta segunda-feira (25/04). Avaliada em US$ 6,7 bilhões, a marca de cerveja continua bem à frente da segunda colocada, mesmo tendo perdido US$ 1,8 bilhão de seu valor em relação a 2015, quando era estimada em US$ 8,5 bilhões.
A Brahma, que pertence à Ab Inbev – mesmo grupo da Skol – aparece em segundo lugar na lista, avaliada em US$ 3,2 bilhões. A marca de cerveja deu um salto em relação a 2015 para liderar com folga junto à Skol, deixando o quarto lugar na lista.
Em terceiro lugar, a Sadia é avaliada em US$ 2 bilhões. Pertencente à BRF, ela saltou duas posições em relação ao ranking do ano passado. Em quarto lugar, aparece o Banco Bradesco, que caiu duas posições, com valor de US$ 1,9 bilhão, seguido do Itaú, avaliado em US$ 1,8 bilhão.
As marcas de cerveja Antarctica e Bohemia são a sexta e sétima colocadas da lista. Para completar as 10 mais valiosas, a fabricante de cosméticos Natura é a oitava colocada, seguida da Ipiranga (9º) e a marca de cartão de créditos Cielo (10º). Petrobras aparece a 11ª posição.
O ranking considera o valor financeiro e de mercado das marcas. O primeiro avalia o valor no mercado de capitais e o valor dos bens intangíveis da empresa. Na dimensão de mercado, leva-se em conta contribuição da marca para o resultado dos negócios. O valor de marca é obtido ao multiplicar o valor dos intangíveis com a contribuição da marca.
(Fonte G1 de 25/04/16)

Foto de RC Marcas e Patentes.

Quem inventou o registro de patentes?

 

Historicamente, o primeiro registro de patentes de que se tem conhecimento data de 500 anos antes de Cristo. Nessa ocasião, a cidade grega de Síbaris realizava um concurso de culinária e o dono da receita vencedora seria o único a ter permissão para preparar o prato no período de um ano.
Mas o conceito de patente, como o conhecemos nos dias de hoje, foi formalizado no século 15, protegendo e garantindo exclusividade de vinte anos a um artesão que havia desenvolvido um método para fazer vidros na Inglaterra. Essa patente foi dada em 1449, pelo rei Henrique VI a João de Utynam.
Já em 1474, a República de Veneza promulgou um decreto garantindo que os novos dispositivos e invenções deveriam ser comunicados ao governo para que seus inventores conseguissem o direito de impedir outras pessoas de usá-los.
Depois disso, o registro de patentes ainda demorou alguns séculos para ser considerado formal. O sistema de patentes foi se desenvolvendo em vários países, muitos dos quais se baseavam nas leis britânicas e no Estatuto dos Monopólios para conceder os direitos de posse intelectual.
O sistema moderno de patentes foi criado durante a Revolução de 1791, na França. Mas o congresso americano foi o primeiro a aprovar uma Lei de Patentes, em 1790.
Hoje, as patentes concedem direito exclusivo ao titular de uma invenção ou ideia inovadora, impedindo que terceiros possam fabricar, usar, vender ou distribuir a invenção patenteada sem permissão.

fonte

http://www.sitedecuriosidades.com/curiosidade/quem-inventou-o-registro-de-patentes.html

Após 140 anos, Budweiser muda seu nome.

A marca de Cerveja Budweiser vai mudar de nome e passará a se chamar América.

budweiser marketing

Ao menos até as eleições presidenciais nos Estados Unidos.

Motivo

Trata-se de uma estratégia de Marketing focada no patriotismo do povo americano. A empresa além de patrocinar a delegação americana nos jogos Olímpicos do Brasil em 2016, ainda tem como base as eleições presidenciais que acontecem no mês de Novembro.

Com a campanha “America in your hands” (A América está em suas mãos) e a mudança radical de branding, a A-B Inbev (controlada por brasileiros) espera conquistar ainda mais o público dos Estados Unidos, onde é considerada uma marca tradicional. Ela ainda vai contar com várias frases patrióticas, fortalecendo essa relação com o país.

“Estamos embarcando naquele que deve ser o verão mais patriótico que esta geração já viu, com a Copa América Centenário sendo realizada em solo norte-americano pela primeira vez e a equipe dos EUA competindo nas olimpíadas e paraolimpíadas Rio 2016”, disse Ricardo Marques, vice-presidente , Budweiser .

Período

A-B InBev disse que as latas e garrafas ganharão o nome America em uma edição limitada a partir de 23 de maio e ficam até Novembro deste ano.

Opinião

Analisando friamente, sem ter em mãos as pesquisas e métricas que a Budweiser certamente tem, acredito que seja uma boa jogada da marca. Apostar em uma campanha extremamente patriótica em um país em que se respira patriotismo pode ser incrivelmente bem sucedido.

A única ressalva seria o conservadorismo de seus clientes. A marca Budweiser existe há 140 anos e isso poderia ser um verdadeiro desastre caso seus consumidores “não comprem” a ideia da empresa.

fonte

http://digitalinfluencia.com.br/budweisermudaseunome/

Primeira Patente no Brasil – Máquina de descascar café de 1822

Nos últimos anos, empresários, economistas, advogados, pesquisadores e autoridades do governo brasileiro começaram a valorizar o direito à propriedade industrial como nunca haviam feito antes. Os efeitos da globalização, as disputas pela redução dos preços de medicamentos importantes e a necessidade cada vez maior de apoiar as descobertas oriundas de estudos de universidades e institutos de pesquisa levam, hoje, todos a se empenhar para proteger um número maior de patentes brasileiras aqui e no exterior.

O esforço atual é indispensável, mas as mais antigas medidas para concessão de patentes são do início do século 19. A primeira resolução foi tomada em 1809, um ano depois de a família real portuguesa ter transferido a Corte para o Brasil. Até então, um alvará da rainha Dona Maria I, de 1785, proibia fábricas, manufaturas e indústrias na distante Colônia. Essa era, na verdade, uma forma de ter Monopólios comerciais que transferiam as riquezas das colônias para a metrópole.

Mas, a partir da instalação do governo português no Brasil, foi necessário criar meios para o desenvolvimento industrial – entre eles, a concessão de privilégios aos inventores e introdutores de novas máquinas, que teriam o direito exclusivo de explorar a invenção por 14 anos. Um outro alvará permitiu a liberação de recursos para incentivar invenções e dar prêmios. Essas e outras ações Culminaram com o pedido de privilégio industrial para uma máquina de descascar e brunir (polir) café, em julho de 1822.

Foi a primeira patente brasileira, pedida por Luiz Louvain e Simão Clothe, com base no alvará de 1809, de acordo com o livro Propriedade Industrial no Brasil – 50 Anos de História , da Associação Brasileira dos Agentes da Propriedade Industrial (Abapi). Louvain e Clothe pediram o privilégio de cinco anos para o invento, uma “máquina para descascar café, a qual, além de ser inteiramente própria da invenção dos suplicantes, produz todo o bom resultado (…) pela perfeição com que descasca o café sem lhe quebrar o grão, ou seja, pela brevidade, e economia, e simplicidade do trabalho”.

A Constituição de 1824 trazia o princípio da “propriedade do inventor” e já falava em remuneração, “em caso de vulgarização do invento”. A primeira lei de patentes surgiu em 1830 e, além de ter uma política mais ampla de fomento à indústria, protegia os inventores, assegurando-lhes o uso exclusivo da descoberta por períodos de cinco a 20 anos. A legislação mais antiga que se tem notícia sobre o tema foi criada em Veneza, Itália, em 1474, quando a cidade era um grande centro comercial.

No caso brasileiro, os avanços ocorreram unicamente em conseqüência da política de fomento à indústria. Hoje, o conceito é diferente: a patente trata do direito que qualquer cidadão, empresa ou instituição têm sobre tudo o que resulta da inteligência ou criatividade.

fonte

http://revistapesquisa.fapesp.br/2002/02/01/a-primeira-patente/