Pedidos de registro de marcas no INPI crescem 7%

O Boletim Mensal de Propriedade Industrial, divulgado pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), mostra que os pedidos de patente depositados no órgão somaram 4.575 no primeiro bimestre do ano. Posição estável em comparação aos 4.570 pedidos feitos em janeiro e fevereiro de 2015. Para marcas e programas de computador, as solicitações de registro alcançaram 22.372 e 206, respectivamente, revelando incremento de 7% e 17% sobre o primeiro bimestre do ano passado.

O boletim mostra ainda queda de 13,5% em janeiro e fevereiro nos pedidos de registro de desenhos industriais (caiu de 953 para 824) e de 39,5% nos pedidos de averbação de contratos de tecnologia (de 258 para 156).

Produzido pela Assessoria de Assuntos Econômicos do INPI, o documento informa que, do total de pedidos de patentes no acumulado de janeiro e fevereiro deste ano, a grande maioria (89%) foi feita por via eletrônica. O serviço ‘e-Patentes’ foi utilizado mais por pessoas não residentes no país (97%) do que por residentes (65%).

Entre os depósitos de patentes de residentes, destaque para pessoas físicas, que responderam por 666 pedidos, ou 63% do total, seguidos de empresas de médio e grande porte (137 pedidos ou 13%); microempreendedor individual (MEI), microempresa e empresas de pequeno porte (121 pedidos ou 11%) e institutos de ensino e pesquisa e governo (120 pedidos ou 11%). O INPI salientou que em quase todas as categorias, mais de 60% dos pedidos foram referentes a patentes de invenção.

Em relação a marcas, do total de solicitações formuladas, 99% foram feitas por residentes pelo sistema ‘e-Marcas’. Os não residentes no Brasil formularam todas as solicitações via eletrônica. Dos depósitos de residentes no Brasil, 50% foram efetuados por MEI, microempresa e empresas de pequeno porte, equivalendo a 8.725 pedidos.

No mês de fevereiro foram depositados 2.372 pedidos de patentes, 11.626 de marcas, 498 de desenhos industriais, 91 de programas de computador e 81 pedidos de averbação de contratos de tecnologia.

fonte

http://www.infonet.com.br/economia/ler.asp?id=184350

Chuveiro portátil usa a mesma água por duas semanas

Encanamento interno e água limpa não estão disponíveis em qualquer lugar do mundo. É por isso que este chuveiro compacto que recicla a mesma água diversas vezes – purificando-a antes de cada uso! – parece bem útil.

Ele se chama Hotaru, e a empresa japonesa por trás dele diz ao TechCrunch que o chuveiro permite a uma família de três pessoas tomar banhos de cinco minutos todos os dias, durante duas semanas, com apenas 20 litros de água. São mais de 20 banhos com a mesma água.

Parece nojento? Bem, além do reservatório de água embutido, o chuveiro também tem um purificador integrado que limpa a água sempre que ela é usada, com reaproveitamento de 95%. Ele requer uma fonte de energia, e pode ser conectado a um carro para tanto. Também é possível aquecer a água, mas isso exige que o chuveiro seja ligado a uma fiação elétrica ou a um gerador.

Sensores permitem saber quando a água precisa ser substituída. Quando seu banho acabar, o chuveiro pode ser guardado em uma base e ser transportado para qualquer lugar.

fonte

http://www.msn.com/pt-br/noticias/meio-ambiente/este-chuveiro-port%c3%a1til-usa-a-mesma-%c3%a1gua-por-duas-semanas/ar-BBqzysX?ocid=spartandhp

O significado das cores de 10 marcas famosas

Por que a Coca-Cola escolheu o branco e o vermelho e não o verde, por exemplo? E por que o Facebook é azul?

Tudo tem um sentido. Na hora da marca definir seu logo e identidade visual, a escolha das cores é decisiva e muito bem pensada.

E cada cor passa uma “mensagem” para o consumidor.

Por exemplo: vermelho transmite robustez, excitação e juventude.

Azul transmite confiança e força. Amarelo transmite claridade, otimismo e conforto. Já o verde passa a ideia de saúde, paz e crescimento.

Pesquisa da Column Five Media mostra que a cor do logo influencia entre 60% e 80% a decisão de compra. Além disso, a cor é a primeira coisa percebida, antes mesmo do nome da marca.

veja os detalhes em

http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/economiaenegocios/o-significado-das-cores-de-10-marcas-famosas/ss-BBnB0fy?ocid=spartandhp

Acordo do Sebrae melhora proteção de produtos dos pequenos negócios

O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) assinou hoje (10), na Associação Comercial do Rio de Janeiro, acordo de cooperação técnica com o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) para melhorar o acesso dos pequenos negócios à proteção de seus principais ativos intangíveis, como marca, design de embalagens e produtos, programas de computador e patentes de tecnologia, de modo a ampliar a competitividade do setor.

O presidente do Inpi, Luiz Otávio Pimentel, disse que a proteção dos ativos intangíveis vem subindo no Brasil, mas não na medida do crescimento dos pequenos negócios. “Para o microempresário que cada vez mais é organizado e para as empresas de base tecnológica, é importante conhecerem as possibilidades de terem os bens intangíveis protegidos, porque isso beneficia bastante esse setor”.

Pimentel destacou que o acordo firmado com o Sebrae dá início a um movimento de conscientização dos micro e pequenos empresários para que  sejam estimulados a registrar as suas marcas, conheçam os procedimentos de registro no Inpi e busquem sinais que possam distingui-los de outros no mercado.

O presidente do Sebrae nacional, Guilherme Afif Domingos, disse que o acordo vai derrubar o mito de que patente é uma coisa complicada e que leva o pequeno empresário a preferir correr riscos desnecessários.

“Agora, nós estamos quebrando esse mito, por meio de um processo de simplificação para microempreendedor individual (MEI), microempresa e empresas de pequeno porte junto ao Inpi, com a revisão total de todos os procedimentos internos, para que nós tenhamos um processo célere de aprovação de marcas e patentes”, disse Afif Domingos.

Segundo a assessoria de imprensa do Inpi, os pedidos de patentes de microempreendedores individuais (MEI), microempresas e empresas de pequeno porte representaram 11% do total de depósitos (33.043) feitos no ano passado, mostrando expansão de 8,7% em comparação ao ano anterior. Já os 64 mil pedidos para registro de marcas de pequenos negócios corresponderam a quase metade dos 158.709 solicitações efetuadas em 2015. Com informações da Agência Brasil.

fonte

http://www.noticiasaominuto.com.br/economia/197093/entenda-o-que-muda-com-o-limite-de-uso-dos-planos-de-internet-banda-larga

A Origem das Marcas – Lorenzetti

Nossa História

No fim do século XIX, o engenheiro civil Alessandro Lorenzetti embarca no Porto de Gênova, Itália, com destino ao Brasil, onde veio trabalhar nas obras do Porto de Vitória, no Espírito Santo, e da estrada de ferro Santos – Jundiaí, em São Paulo. Permaneceu no Brasil por vários anos, retornando à Itália no início do século XX.

No período em que esteve no Brasil, Alessandro Lorenzetti conheceu Carlo Tonanni, com quem estabeleceu sociedade, em 1923, da fundação Tonanni & Lorenzetti. Localizada em um prédio na Avenida Presidente Wilson, no bairro da Mooca, região que abrigava a maioria das indústrias da cidade, a pequena fábrica começou com apenas quatro funcionários e quatro tornos automáticos, tendo como objetivo a fabricação de parafusos de precisão para várias utilidades.

 

Após alguns meses do início das atividades da empresa, chegam ao Brasil seus filhos Lorenzo e Eugênio que, juntos, continuaram o trabalho iniciado por seu pai Alessandro, criando as bases do que é hoje uma das maiores empresas fabricantes de metais sanitários e aparelhos domésticos, a Lorenzetti S.A. Indústrias Brasileiras Eletrometalúrgicas.

Década de 20 e 30: Pioneirismo

Os irmãos Lorenzetti, rapidamente, aumentaram o número de clientes e as linhas de produtos, fabricando parafusos, pinos e eixos e, já no fim da década, peças para máquinas industriais. Como resultado do bom trabalho que executavam, em poucos anos, Eugênio e Lorenzo adquiriram a parte do sócio Carlo Tonanni.
Nos anos 30, ampliaram a atuação no setor metalúrgico, por meio da fabricação de acessórios de metal para cortinas, bandejas para restaurantes, açucareiros, galheteiros, vasos de latão, entre outros produtos. Sob licença de uma empresa italiana, a empresa ingressou também na importação e venda de material elétrico para instalações.
Nos anos seguintes, Eugênio e Lorenzo continuaram a expandir seus negócios, já com a nova razão social Lorenzetti e Cia, permanecendo atentos às necessidades da época e buscando soluções rápidas e inovadoras, tornando a empresa pioneira na produção e comercialização de diversos produtos. Foi nesse contexto que se deu a produção de patins e isqueiros, entre outros produtos.
No decorrer da década de 30, a empresa desenvolve e fábrica isoladores de disco de porcelana e ferragens para linhas de transmissão de energia e inova ao fabricar pela primeira vez na América do Sul a resina conhecida como “baquelite”, utilizada para a fabricação de material elétrico para instalações domésticas e industriais. Foi também a primeira no Brasil a fabricar motores elétricos de até 100HP.

Década de 40: Adaptação e diversificação

A 2ª Guerra Mundial trouxe grandes desafios para a empresa que, apesar das dificuldades, soube aproveitar as oportunidades e saiu fortalecida desse difícil período. Devido à escassez de gasolina, a Lorenzetti fabricou aparelhos que utilizavam o carvão como fonte de energia para o funcionamento de motores. Esse equipamento, conhecido como gasogênio, era instalado em veículos automotores.
Com a drástica diminuição do comércio marítimo, passou a fabricar os materiais elétricos que importava: interruptores, chaves, porta-lâmpadas, fusíveis, etc., transformando-se na maior fábrica de materiais elétricos de baixa tensão da América Latina.
Fabricou também peças para automóveis, em particular as velas de ignição da marca “LOZ”. Iniciou a produção de bombas hidráulicas de alta pressão e aços trefilados. No fim da década, a empresa se expande comercialmente para toda a América do Sul.

Décadas de 50 e 60: O chuveiro elétrico

Nessa década, situa-se um grande marco na história da Lorenzetti: o início da produção do chuveiro elétrico automático – aparelho doméstico, que se torna o principal produto da empresa a partir da década de 50. Com o sucesso do lançamento, a linha é ampliada com a produção de torneiras e aquecedores elétricos.
Com olhos voltados para o futuro, a empresa inicia a década de 60 ampliando sua atuação industrial e comercial, fabricando novos eletrodomésticos e materiais para alta tensão, tais como bombas flutuantes para poços, ventiladores e ferros elétricos.
Iniciou também a produção de condensadores para arranque de motores, para rádio e TV e para fator de potência.

Décadas de 70 e 80: Tecnologia em energia elétrica

Em meados dos anos 70, a Lorenzetti lança o seu primeiro chuveiro fabricado em termoplástico de engenharia, iniciando uma nova geração de aparelhos domésticos, que aliam qualidade e preço acessível, e complementa a linha com a produção de válvulas de descarga.

 

A empresa entrou fortemente na produção de equipamentos elétricos pesados de altíssima tecnologia, como isoladores para alta voltagem, chaves seccionadoras até 800.000 volts e disjuntores a gás SF6 até 800.000 volts.

 

Projetou e produziu chaves fusíveis de até 32.000 volts, utilizadas em linhas de distribuição de energia elétrica, tornando-se a maior fabricante desse equipamento no Brasil. Em sua unidade em Santa Catarina, fabricou centros de controle de motores e painéis de comando.

 

Todas as usinas hidrelétricas construídas no Brasil nesse período, como Itaipu, Tucuruí, Xingó, entre outras, possuem equipamentos Lorenzetti.

 

A divisão de engenharia do grupo projetava e construía subestações elétricas para clientes industriais e grandes consumidores.

 

Usina de Itaipú

 

Década de 90: A reinvenção

Os anos 90 marcam a reorganização das atividades da empresa. Os esforços se voltam para a criação, produção e comercialização de aparelhos de uso residencial. A marca se diferencia cada vez mais pela qualidade dos produtos e das soluções oferecidas. A empresa expande suas atividades no país e no mundo e lança as primeiras duchas elétricas com comando eletrônico e pressurizador incorporado.

Jet Turbo
Buscando novas fontes de energia, a Lorenzetti coloca no mercado a nova unidade de negócio: a linha de aquecedores de água a gás e ainda passa a fabricar válvulas de descarga em PVC.
Aquecedor

Anos 2000: Evolução tecnológica e novos negócios

Purificadores

Purificadores de Água

A Lorenzetti desenvolveu tecnologia avançada, destinada ao tratamento da água e lança Purificadores de Água. A empresa possui laboratório próprio com os mais modernos equipamentos, para submeter a testes rigorosos, todas as linhas da marca. Para a Lorenzetti, água de qualidade é saúde.

Metais Sanitários

Metais Sanitários

Em 2003, a empresa começa a atuar no mercado de Metais Sanitários, com uma linha completa de produtos que aliam qualidade e design diferenciado aos diversos públicos consumidores, aspectos que inseriram e mantém a Lorenzetti entre as maiores fabricantes de metais sanitários do País. É o segmento que mais cresce nos últimos anos.

Para atender à demanda desse segmento, a Lorenzetti investiu em novas fábricas, aumentando significativamente a capacidade de produção. Instaladas na Mooca, ocupam área de 24 mil m², com modernos equipamentos para fabricação de componentes e montagem.

Metais Sanitários

Plásticos Sanitários

Em 2010, a Lorenzetti lança a marca Fortti, composta por torneiras para lavatório, cozinha e área de serviço, assentos sanitários, ducha, acabamentos para registro, válvulas para descarga, acessórios para banheiro e jardinagem.
Fabricado em plástico de engenharia, todo o portfólio da marca possui as características que diferenciam a Lorenzetti no mercado, como: qualidade, durabilidade e design a preços acessíveis.
O resultado do investimento é uma fábrica com processos automatizados de injeção assistida por gás, – tecnologia inglesa utilizada para a fabricação de painéis de LCD e LEDs -, que proporcionam acabamento perfeito. O design e a funcionalidade dos produtos, por sua vez, são totalmente diferenciados em relação ao que existe no mercado e foram criados a partir de pesquisas realizadas com consumidores.
O lançamento da Fortti representa a preocupação da Lorenzetti em oferecer produtos inovadores pela tecnologia de fabricação, matéria-prima e design.

Lâmpadas Lorenzetti

Iluminação

No ano de 2012, a Lorenzetti amplia seu portfólio de soluções para o lar com o lançamento da linha de lâmpadas fluorescentes compactas. O produto substitui as lâmpadas incandescentes, com significativa economia no consumo de energia elétrica e maior vida útil.
Já em 2014, a empresa coloca à disposição do mercado uma linha de lâmpadas LED e, em 2015, complementa o seu portfólio com modelos fluorescentes de alta potência para uso industrial e comercial.

Sanitex

Louças Sanitárias

Em 2015, a Lorenzetti anuncia a aquisição da fábrica de louças sanitárias Sanitex Sanitários Togni Ltda, localizada na cidade de Poços de Caldas, em Minas Gerais. A fábrica, estrategicamente situada na região central do país, está próxima aos maiores mercados consumidores e possui modernos equipamentos para a produção de bacias sanitárias, caixas acopladas, lavatórios, cubas, colunas, tanques e mictórios de alta qualidade e em conformidade com as normas técnicas da ABNT e de redução de consumo de água.

fonte

http://www.lorenzetti.com.br/pt/Historia_Lorenzetti.aspx

A Lorenzetti é uma empresa inovadora, que utiliza modernas ferramentas de gestão e atua de forma integrada à sociedade, buscando o equilíbrio entre a atividade humana e o meio ambiente; o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida.
A empresa ainda investe intensamente em pesquisa e desenvolvimento, na renovação de seu parque industrial, na automação de processos fabris e na formação de seus funcionários. Com forte presença no mercado e com ampla base de clientes, a Lorenzetti se destaca pela pulverização e distribuição de seus produtos em todo o território nacional.
Todo o trabalho e esforço empreendidos pela empresa e seus colaboradores ao longo de mais de 90 anos de história renderam prêmios e reconhecimento de diversas organizações do setor e da sociedade.