Brasil e EUA fecham acordo para concessão de Patentes

Um acordo de compartilhamento de informações sobre pedidos de patente foi assinado na última quinta (19) entre Brasil e Estados Unidos. Com a parceria, pretende-se reduzir o tempo de análise para a concessão de registro tanto a empresa brasileira que queira atuar em território americano como para as americanas que pretendem investir no Brasil.

Esse acordo tem sido chamado de Exame Acelerado de Patentes (PPH na sigla em inglês). Foi firmado entre o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), órgão ligado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), e o escritório de marcas e patentes americano, o United States Patent and Trademark Office (USPTO).

A ideia é que sejam aproveitados os exames de anterioridade, que são as pesquisas para verificar se existe produto semelhante no mundo. Ou seja, o INPI, por exemplo, ao analisar o pedido de uma empresa americana que já teve a sua demanda verificada nos Estados Unidos, poderá usar como base para o seu trabalho a pesquisa realizada pelo USPTO acelerando, assim, uma etapa demorada do processo.

Essa troca de informações faz parte de um projeto-piloto que terá dois anos de duração, que começa em janeiro de 2016. Inicialmente, ficará limitado a 300 pedidos: 150 poderão ser feitos pelas empresas brasileiras nos EUA e a outra metade por americanas aqui no Brasil. Serão aceitos pedidos de empresas americanas somente do setor de óleo e gás. Já os feitos pelas brasileiras poderão ter qualquer natureza.

“Precisamos estimular o movimento de empresas que têm interesse em investir aqui. Os americanos reconhecem que óleo e gás é um setor de oportunidades aqui no Brasil”, afirma o ministro do Desenvolvimento Armando Monteiro Neto, acrescentando que “a inclusão do Brasil (no PPH] deve estimular um movimento de mais cooperação internacional e abrir novas perspectivas”.

Esse tipo de acordo vem sendo fechado desde 2008 e já ganhou a adesão de 34 países, segundo Monteiro Neto. A parceria com os americanos era tratada desde fevereiro.

O tempo de espera para a concessão das patentes é um dos principais problemas do INPI: o órgão tem levado mais de uma década para aprovar um pedido – enquanto no exterior o tempo médio é de três anos.

Fonte: Por Joice Bacelo – Valor Econômico

Revista Time elege as melhores invenções de 2015

Além de escolher a tão esperada “pessoa do ano”, a revista Time também realiza anualmente um ranking das melhores invenções.

A seleção deste ano já foi divulgada pelo veículo e inclui algumas criações no mínimo curiosas como um macarrão energético feito à base de grão-de-bico. Outras já bastante conhecidas do público também como o novo iPad Pro da Apple e o Cardboard do Google também entraram para a lista de 25 itens que pode ser conferida na íntegra através do site da Time.

Confira abaixo algumas dessas invenções:

O sensor que fareja glúten

Com pré-venda por $ 199, o dispositivo promete acabar com um problema enfrentado por quem tem doenças que incluem a intolerância ao glúten. A ideia é que o aparelho, que pode ser levado na bolsa, funcione como um detector da substância e permita que as pessoas possam detectá-la inclusive quando comerem fora de casa, quando normalmente não têm acesso às informações nutricionais dos pratos.

O “NimaSensor” foi desenvolvido pela startup 6SensorLabs.

Fones de ouvido biônicos

O aparelho promete acabar com o problema de quem quer fugir do barulho que o rodeia. Os fones de ouvido “Here” desenvolvidos pela Doppler Labs permitem controlar o som do barulho ao redor, silenciando completamente, diminuindo ou aumentando o som.

O projeto ainda passa por testes finais e os primeiros modelos devem chegar para o público até o final deste ano.

Safety Truck da Samsung

Para diminuir os riscos de ultrapassagens perigosas, a Samsung e a Leo Burnett criaram uma solução que foi coroada durante o Cannes Lions deste ano. O “Safety Truck” consiste em um caminhão que conta com uma tela na traseira, permitindo que os motoristas que pretendem fazer uma ultrapassagem consigam ver a direção oposta da pista e evitar colisões frontais.

O livro potável

Desenvolvido por cientistas, o “Drinkable Book” cumpre o papel de filtro de água, prometendo matar 99% das bactérias presentes na água. A ideia é que o produto seja distribuído em locais onde há escassez de água potável.

O projeto ainda está em fase de arrecadação para que possa ser produzido em larga escala.

Sensor para pais preocupados

O “Sprouling” é um produto que pretende acabar com a preocupação de muitos pais e mães com o bem estar de seus filhos. O wearable funcionaria como uma espécie de tornozeleira inteligente capaz de medir os batimentos cardíacos, a temperatura corporal, a localização e outros dados do bebê em tempo real. As informações são enviadas para um app no celular dos pais, onde é possível personalizar as funções de acordo com os hábitos da criança.

A pré-venda acontece no site do produto por $299.

Fonte: Adnews

Empresa de móveis pode utilizar nome de relógio

Uma microempresa que comercializa móveis planejados pode continuar usando o nome Omega. A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou recurso da fabricante mundial de relógios, que queria exclusividade no uso da marca. O ministro Villas Bôas Cueva, relator do caso, observou que “o Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) negou a qualificação jurídica de alto renome à marca Omega”. Ele destacou que a jurisprudência do STJ é firme em declarar que o Poder Judiciário não pode substituir o INPI na sua função administrativa típica de avaliar o atendimento aos critérios normativos essenciais à caracterização do alto renome de uma marca, tendo em vista o princípio da separação dos Poderes.
A ação original foi ajuizada pela Omega S/A contra o INPI com o objetivo de anular o registro concedido em 1997 pela autarquia à microempresa Omega Comércio e Indústria de Móveis Ltda. A empresa informou no processo que pertence ao grupo econômico The Swatch Group, internacionalmente reconhecido por fabricar relógios de alto padrão de qualidade. Alegou que o signo Omega, registrado em Paris, em 1964, foi reconhecido como marca notória segundo as regras da Lei 5.772/71, que regulou a propriedade industrial no Brasil até 1996.
A Lei 9.279/96, no artigo 233, aboliu o registro de marca notória e passou a adotar o critério de alto renome, conforme prevê o artigo 125. A defesa argumenta que esse dispositivo, que garante proteção à marca de alto renome em todos os ramos de atividade, teria sido violado. O pedido foi negado em primeira e segunda instâncias. O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) entendeu que o signo Omega não pode ser considerado exceção ao princípio da especialidade a ponto de impedir que terceiros façam uso dele e que tal signo é classificado como marca fraca, não protegida pelo referido artigo 125. A decisão acabou sendo mantida pela turma, mas por outro fundamento.
Moleque travesso
Na legislação brasileira, o direito de propriedade intelectual é constituído no ato de concessão do registro pelo INPI. Esse foi o principal fundamento para a 11ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3) negar a anulação de registro da marca Moleque Travesso. Os autores da ação são conhecidos atualmente como Os Travessos. Os músicos alegam que iniciaram sua carreira em 1992, sob o nome de Moleque Travesso. Relatam que seu ex-empresário, representante legal da empresa ré, requereu o registro do nome da banda sem a devida autorização de seus integrantes.
Ao analisar o caso, a 11ª Turma explica que o direito para proteção de marcas no Brasil se adquire através de registro no INPI e não pelo uso no comércio, conforme o artigo 129, caput, da Lei de Propriedade Industrial, nº 9279/96. Trata-se da aplicação do princípio “first to file”, ou seja, o direito ao uso da marca é concedido àquele que primeiro a depositou no INPI. É o sistema atributivo, vigente no Brasil, ao contrário do sistema declaratório, em que o direito de propriedade sobre a marca é reconhecido a partir do seu uso no comércio.
Relatora do processo, a desembargadora federal Cecília Mello explica que existe uma única exceção ao direito de propriedade da marca constituído com o ato de concessão do registro pelo INPI: é o caso do usuário de boa-fé, previsto no § 1º do artigo 129 da Lei de Propriedade Industrial. Para isso, o uso da marca deve ocorrer com boa-fé e com mais de seis meses de antecedência em relação a quem primeiro fez o registro no INPI. No caso, o grupo não comprovou que já utilizava, de boa-fé, o nome artístico Moleque Travesso ao menos seis meses antes de o ex-empresário efetuar o registro da marca. Por esse motivo, o tribunal negou o pedido e o registro da marca é válido. (Com informações do STJ e do TRF-3)
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Invenções para tornar a vida de perfeccionistas mais fácil e excitante

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01. Para nunca mais queimar os dedos

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02. Para evitar polegares amassados de tanto pressionar o equilíbrio entre as páginas

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03. Prateleira faz parecer que livros estão flutuando na parede

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04. Placa magnética de interruptor para “colar” as chaves e nunca mais esquecer onde colocou

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05. Para nunca mais esbarrar em postes, placas ou cabeças alheias

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06. Grampeadores para desastrados não grampearem mais os dedos

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07. Transforme seu tablet ou laptop em um case do 007 para organização e hipocondria

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08. Para quem cansou do creminho nojento que fica no prato do sabonete, uma saboneteira que escorre água. (porque aquele furinho entope e não somos obrigados)

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09. Porta molho para poupar ocupar espaço no canto do prato

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10. Velas para bacias d’água flutuantes para dormir em dias de falta de energia sem a preocupação de morrer queimado durante a noite

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11. Bolinha de luz para crianças e adultos cagões que tem medo de escuro

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12. A taboa de carne extensiva para pessoas de família com mais de 700 membros que fazem churrasco de final de semana mas nunca sabem quantos vão aparecer pra comer isso foi um desabafo sem vírgulas mesmo.

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13. Para pessoas que acham digno reutilizar sacolas plásticas como saco de lixo

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14. Bandeja de drenagem para substituir o escorredor de louça que deixa poças nojentas de água na pia

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15. Para pessoas que acharam isso simplesmente mágico

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16. Para pessoas que perdem os medidores para os duendes de fundo de gaveta, um medidor magnético para grudar na geladeira

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17. Para quem cansou de perder meio litro de produto tentando reutilizar o frasco de spray quando não acha o funil, com esse produto é só encaixar, apertar, completar com água, e fim.

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18. Prateleira que se transforma em mesa

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19. Saboneteira que mantém todos os germes fora da bombinha

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20. A colher que vira hashi e recipiente de molho

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21. Frascos que na verdade são portas-petisco com espaço para molho

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Para quem está cansado de dar nó pela parte interna do tênis

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23. Uma bolsa de piquenique multiuso

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24. Para tirar os cabelos das escovas com mais facilidade

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25. um batedor que não rouba metade da sua massa de bolo

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26. bicicletário discreto não ocupa espaço quando não há uma bicicleta presa a ele

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27. Escorredor com dois andares

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28. Um recipiente de silicone que mantém frescas as metadinhas das frutas e legumes

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29. Para quem está cansado de ficar metade da viagem desenrolando os fios do fone

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30. Uma mochila com capuz embutido para garoas repentinas e dias que o cabelo acordou ruim

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31. Bomba de água para não precisar de distribuidor de água

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32. Para manter o café como se tivesse acabado de sair do fogo

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33. Uma faca especial para limpar até a ultima gota dos potes de Nutella

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http://www.ideafixa.com/mais-de-30-produtos-especiais-para-os-perfeccionistas/

Invenções Fatais II

O Brilho Fatal:

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Sabin Arnold von Sochocky (1883-1928) inventou a primeira tinta luminescente à base do elemento químico rádio, que era um material muito popular no começo do Século XX. Não se sabia na época que o manuseio desse elemento causava envenenamento, resultando na morte de muitas pessoas no período, inclusive Sochocky, que faleceu de anemia aplástica em decorrência do contato com o rádio.

O Combustível Explosivo:

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Na década de 20, Max Valier (1895-1930) e Fritz von Opel foram pioneiros no desenvolvimento de carros e aeronaves com propulsão de combustíveis líquidos.

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No entanto, em Maio de 1930, ocorreu uma explosão do combustível álcool durante um dos testes de automóvel, resultando na morte de Valier.

O Criador de Azar:

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Thomas Midgely, Jr. (1889-1944) foi o inventor da gasolina com chumbo e do CFC, e em 1940, já aos 50 anos de idade contraiu poliomielite, que o deixou em uma cadeira de rodas. Engenhoso, Midgely desenvolveu um sistema de polias que auxiliava-o ao levantar de sua cama. Ironicamente, esse mesmo sistema foi responsável por sua morte, uma vez que ficou preso nas cordas da engrenagem de sua própria invenção.

O Carro Voador:

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Henry Smolinski (1933-1973)e Hal Blake fundaram o Advanced Vehicle Engineers em 1971 para projetar e construir um carro voador. O primeiro e único protótipo era uma combinação de um Ford Pinto com a traseira de uma aeronave Cessna. Infelizmente, as asas da invenção caíram durante um voo de teste, matando os dois engenheiros.

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A Queda do Dublê: 

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Karel Soucek (1947-1985) foi um dublê que desenvolveu uma estrutura customizada absorvente de impacto e colocou sua invenção à prova nas Cataratas do Niágara.

Infelizmente, um ano após o sucesso nas Cataratas, Soucek faleceu em uma queda de aproximadamente 54 metros, do topo do estádio Astrodome em Houston até um tanque de água. A cápsula atingiu a borda do tanque e o dublê morreu horas depois no hospital.

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Invenções Fatais I

O ser humano é impulsionado pelo seu desejo de conhecimento. Mas, às vezes, essa motivação acaba causando muitos infortúnios. Conheça alguns inventores azarados que tiveram em suas criações um destino sombrio.

O Alfaiate Voador:

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Franz Reichelt  (1879-1912) era um alfaiate austríaco que morava na França, onde inventou uma espécie de roupa paraquedas para pilotos escaparem de acidentes aéreos. No entanto, Franz é lembrado por ter morrido enquanto testava sua invenção pulando da Torre Eiffel.

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O inventor decidiu fazer esse teste arriscado pois as primeiras tentativas com bonecos foram bem sucedidas. Mesmo assim, isso não foi o suficiente: a queda de 57 metros se provou fatal para o ousado alfaiate, sendo que ele morreu instantaneamente quando atingiu o chão congelado.

 

O Submarino Humano:

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Horace Lawson Hunley (1823-1863) foi um engenheiro da marinha que inventou um submarino sem motores, movido apenas pela força humana. Em Outubro de 1863, Hunley comandou um grupo em um exercício de rotina, do qual nenhum dos oito tripulantes saiu vivo, pois o submarino afundou.

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No ano de 2000, uma expedição liderada por Clive Cussler resgatou o submarino do fundo do mar, entregando a sua carcaça para a base naval de Charleston.

 

A Impressora Assassina:

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O famoso inventor da primeira impressora rotativa, William Bullock (1813-1867), morreu em um acidente bizarro envolvendo sua criação revolucionária. O inventor tentou chutar uma correia de transmissão em uma polia, mas teve sua perna presa na engrenagem e esmagada. Nove dias depois, Bullock faleceu durante a operação que amputaria o seu membro já infectado com gangrena.

O Rei do Planador:

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Otto Lilienthal (1848-1896), conhecido como o Glider King, sofreu uma queda de 15 metros quando fazia um voo em seu planador, fraturando sua cervical e morrendo no hospital 36 horas depois do acidente.

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A Primeira Motocicleta: 

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Sylvester H. Roper (1823-1896) foi o inventor da primeira bicicleta motorizada, o velocípede à vapor Roper, e também de um dos primeiros automóveis, a carroça à vapor. Em Junho de 1896, Roper foi visto perdendo o controle de um de seus velocípedes e caindo no chão. Não se sabe ao certo se o inventor morreu de falência cardíaca ou se o acidente provocou um ataque do coração.

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O Avião de Metal:

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O inventor do primeiro avião metálico do mundo, Aurel Vlaicu (1882-1913), morreu enquanto tentava cruzar as montanhas Carpathian pela primeira vez em um modelo Vlaicu II, em Setembro de 1913.

O Aerovagão:

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O inventor da Letônia, Valerian Abakovsky (1895-1921), criou um vagão de alta velocidade com uma engrenagem e hélices de avião chamado Aerovagão. Valerian e mais cinco passageiros morreram durante o percurso para Moscou, no qual o vagão descarrilhou.

O Sangue da Juventude:

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Esperando desvendar o mistério do rejuvenescimento, Alexander Bogdanov (1873-1928) começou experimentos de transfusão de sangue em 1924. Após 11 transfusões, sua visão melhorou, mas uma última transfusão seria fatal: em 1928 ele absorveu sangue de um estudante infectado com malaria e tuberculose.

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Apple deve fugir de iWatch após startup registrar a marca

Antes de a Apple lançar oficialmente no mês passado seu relógio inteligente, os fãs pareciam ter decidido pela empresa que o produto se chamaria iWatch.

Por isso, quando o CEO Tim Cook entrou no palco e rompeu as convenções de nomenclatura ao chamá-lo de Apple Watch, muita gente se surpreendeu.

Mas não Daniele Di Salvo. Seu pequeno estúdio de desenvolvimento de software, com sede em Dublin, é dono da marca registrada “iWatch” na União Europeia, e ele disse à Apple e a outras empresas que elas não podem usar o termo. O mundo já foi avisado.

Di Salvo, 50, é um empreendedor italiano e ajudou a fundar a Probendi em 2007. A empresa dele desenvolveu um aplicativo chamado iWatch, que facilita a comunicação entre distintos aparelhos.

Por exemplo, os policiais de Vercelli, uma cidadezinha no norte da Itália, usam o aplicativo no smartphone para enviar dados de pessoas fichadas à delegacia.

A Probendi registrou a marca “iWatch”, incluindo aparelhos computadorizados e software, com vigência a partir do dia 3 de agosto de 2008, disse Di Salvo, em entrevista por telefone.

“A Probendi é a única entidade que tem direito legal a usar o nome ‘iWatch’ para produtos como ‘Apple Watch’ na União Europeia e vai tomar medidas judiciais imediatas para combater qualquer uso não autorizado”, disse Di Salvo.

Batalhas judiciais

As guerras de patentes levaram gigantes do setor tecnológico, como a Apple, a longas batalhas judiciais, mas navegar pelo sistema internacional de registro de marcas pode ser igualmente penoso.

A Apple processou a Amazon.com por usar “Appstore” como o nome do seu mercado de software para o Kindle, dando o pontapé inicial a dois anos de brigas nos tribunais, que acabaram sendo resolvidas.

Hoje, a Amazon continua usando o nome. Um representante da Apple não respondeu a um pedido de comentários.

Em 2012, a Apple pagou US$ 60 milhões para resolver uma disputa de registro de marca na China sobre os direitos de uso do nome “iPad”.

E, em 2006, Steve Jobs, que na época era o CEO da empresa, fez o pré-lançamento de um produto chamado iTV. Quando o item chegou ao mercado, o nome tinha mudado para “Apple TV” depois das objeções da rede de televisão britânica ITV.

A Probendi quer usufruir ao máximo seus direitos e pretende desenvolver seu próprio aparelho de vestir chamado iWatch.

O CEO Di Salvo espera que o produto utilize o sistema operacional Android 4.4, da Google, e que tenha uma tela de toque quadrada, GPS e acelerômetro, para possibilitar a compatibilidade com diversos aplicativos, como os de monitoramento da saúde.

Di Salvo vai viajar para China em busca de um fabricante que produza em série um aparelho que seja mais barato do que o Apple Watch, que custa US$ 349.

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http://www.visualizemarcas.com.br/apple-deve-fugir-iwatch/

Esta é a nova marca do Google

O Google anunciou nesta terça-feira (1º) que está mudando significativamente sua marca. É a primeira vez em 16 anos que a empresa altera a tipografia do logotipo, eliminando a famosa fonte serifada para dar lugar a uma mais limpa, sem serifa e geométrica — mas sem abandonar as cores diferentes para cada letrinha.

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Por que o Google decidiu criar uma nova marca? Segundo a empresa, o motivo é a mudança na forma como acessamos os serviços do Google. Anteriormente, usávamos um desktop para acessar o buscador. Hoje, o Google está presente em todas as plataformas, seja no smartphone, relógio ou TV. A nova tipografia funciona bem em qualquer tamanho de tela, inclusive nas menores.

O ícone do Google também sofrerá alterações. O antigo “g” minúsculo com fundo azul irá desaparecer para dar lugar a um “G” em caixa alta e colorido com as quatro cores da marca: azul, vermelho, amarelo e verde. Essas cores também aparecerão em outros elementos visuais dos serviços da empresa — no GIF abaixo, você vê um microfone animado que aparecerá em produtos com suporte a comandos de voz, por exemplo.

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A página principal do buscador ganhou um doodle para anunciar o novo logotipo:

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fonte

https://tecnoblog.net/184337/google-nova-marca/