Startup desenvolve carro solar com alcance infinito

Um carro esportivo movido à energia solar com alcance teoricamente infinito. Essa é a promessa da EVX Ventures, uma startup australiana especializada em propulsão elétrica. A companhia está apresentando o conceito de um modelo chamado Immortus, cuja carroceria é recoberta de painéis solares para captar a luz do sol, que fica armazenada em uma bateria de lítio. De acordo com a empresa, o baixo peso – 500 quilos, metade de um carro tradicional – e o uso de uma tecnologia especial fazem com que o carro seja capaz de se mover indefinidamente, desde que o sol continue a brilhar e a velocidade máxima não ultrapasse 60 km/h.

Immortus (Foto: Divulgação EVX)

IMMORTUS (FOTO: DIVULGAÇÃO EVX)

“O alcance teórico é infinito. O limite é a existência de luz solar e a barreira da velocidade; acima dos 60 km/h, o veículo gasta mais energia do que consegue captar com os painéis”, afirmou Barry Nguyen, criador da empresa, em entrevistas à imprensa americana. Para ajudar no desempenho, o modelo também não usa pneus convencionais, mas uma versão com menor atrito, criada especialmente para os carros movidos à energia solar, conhecidos como solar racers. Segundo a EVX, o Immortus é capaz de atingir até 160 km/h.

A companhia vai apresentar uma versão em escala reduzida do projeto em novembro, durante uma convenção automobilística em Los Angeles. O protótipo da versão de produção deve entrar em testes até o final de 2016, desde que a companhia consiga investidores para o projeto. Os planos da EVX são de produzir até 100 modelos, a um custo unitário de US$ 370 mil. Ou seja, o carro seria vendido por cerca de R$ 1,4 milhão. O carro deverá rodar com uma autorização espacial destinada a veículos solares, emitida pelos governos dos EUA e da Austrália.

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https://casadasustentabilidade.wordpress.com/2015/10/21/startup-desenvolve-carro-solar-com-alcance-infinito/

As 10 tendências tecnológicas que vão mudar o mundo até 2020

Durante o Symposium/ITExpo 2015, realizado nesta terça-feira, 20/10, em São Paulo, foram apontadas as 10 principais tendências tecnológicas que serão estratégicas para a maioria das organizações em 2016. Essas tendências, diz David Cearley, Vice-Presidente (Fellow) da consultoria, vão moldar as oportunidades de negócios digitais até 2020. Saiba quais são elas:

Malha de dispositivos

O termo ‘malha de dispositivos’ refere-se a um extenso conjunto de pontos utilizados para acessar aplicativos e informações ou para interagir com pessoas, redes sociais, governos e empresas. Ele inclui dispositivos móveis, wearables (tecnologias para vestir), aparelhos eletrônicos de consumo e domésticos, dispositivos automotivos e ambientais – tais como os sensores da Internet das Coisas (IoT).

“O foco está no usuário móvel, que é cercado por uma malha de dispositivos que se estende muito além dos meios tradicionais”, diz David Cearley, Vice-Presidente (Fellow) do Gartner. Segundo ele, embora os dispositivos estejam cada vez mais ligados a sistemas back-end por meio de diversas redes, eles muitas vezes operam isoladamente. Como a malha evolui, esperamos que surjam modelos de conexão para expandir e aprimorar a interação cooperativa entre os dispositivos.

Experiência ambiente-usuário

A malha de dispositivos estabelece a base para uma nova experiência de usuário contínua e de ambiente. Locais imersivos, que fornecem realidade virtual e aumentada, possuem potencial significativo, mas são apenas um aspecto da experiência. A vivência ambiente-usuário preserva a continuidade por meio das fronteiras da malha de dispositivos, tempo e espaço. A experiência flui regularmente em um conjunto de dispositivos de deslocamento e canais de interação, misturando ambiente físico, virtual e eletrônico, ao passo que o usuário se move de um lugar para outro.

“Projetar aplicativos móveis continua sendo um importante foco estratégico para a empresa. No entanto, o projeto objetiva fornecer uma experiência que flui e explora diferentes dispositivos, incluindo sensores da Internet das Coisas e objetos comuns, como automóveis, ou mesmo fábricas. Projetar essas experiências avançadas será um grande diferencial para Fornecedores Independentes de Software (ISVs) e empresas similares até 2018″, afirma David Cearley, Vice-Presidente (Fellow) do Gartner.

Impressão 3D

Os investimentos em impressão 3D (três dimensões) já possibilitaram o uso de uma ampla gama de materiais, incluindo ligas avançadas de níquel, fibra de carbono, vidro, tinta condutora, eletrônicos, materiais farmacêuticos e biológicos. Essas inovações estão impulsionando a demanda do usuário, e as aplicações práticas estão se expandindo para mais setores, incluindo o aeroespacial, médico, automotivo, de energia e militar.

A crescente oferta de materiais conduzirá a uma taxa de crescimento anual de 64,1% em carregamentos de impressoras 3D empresariais até 2019. Esses avanços exigirão uma reformulação nos processos de linha de montagem e na cadeia de suprimentos “Ao longo dos próximos 20 anos, a impressão 3D terá uma expansão constante dos materiais que podem ser impressos, além do aprimoramento da velocidade com que os itens podem ser copiados e do surgimento de novos modelos para imprimir e montar peças”, estima o analista David Cearley.

Informação de tudo

Tudo na malha digital produz, utiliza e transmite informação. Esses dados vão além da informação textual, de áudio e de vídeo, incluindo informações sensoriais e contextuais. O termo ‘informação de tudo’ aborda essa afluência com estratégias e tecnologias para conectar dados de todas essas diferentes fontes. A informação sempre existiu em toda parte, mas muitas vezes isolada, incompleta, indisponível ou ininteligível. Os avanços nas ferramentas semânticas, como bancos de dados de gráfico e outras técnicas de análise de classificação e de informação emergente, trarão significado para o dilúvio, muitas vezes caótico, de informações.

Aprendizagem avançada de máquina

No aprendizado avançado de máquina, as Redes Neurais Profundas (DNN) movem-se além da computação clássica e da gestão da informação, criando sistemas que podem aprender a perceber o mundo de forma autônoma. As múltiplas fontes de dados e a complexidade da informação tornam inviáveis e não rentáveis a classificação e a análise manual. As DNNs automatizam essas tarefas e possibilitam a abordagem de desafios-chave relacionados a tendências.

As DNNs são uma forma avançada de aprendizado de máquina particularmente aplicável a conjuntos de dados grandes e complexos, e fazem equipamentos inteligentes aparentarem ser ‘inteligentes’. Elas permitem que sistemas de hardware ou baseados em software aprendam por si mesmos todos os recursos em seu ambiente, desde os menores detalhes até grandes classes abstratas de conteúdo de varredura. Essa área está evoluindo rapidamente, e as organizações devem avaliar como aplicar essas tecnologias para obter vantagem competitiva.

Agentes e equipamentos autônomos

O aprendizado de máquina dá origem a um espectro de implementações de equipamentos inteligentes – incluindo robôs, veículos, Assistentes Pessoais Virtuais (APV) e assessores inteligentes –, que atuam de forma autônoma ou, pelo menos, semiautônoma. Embora os avanços em máquinas inteligentes físicas, como robôs, chamem a atenção, elas, quando baseadas em software apresentam um retorno mais rápido e impacto mais amplo.

Assistentes Pessoais Virtuais como o Google Now, o Cortana da Microsoft e o Siri da Apple estão se tornando mais inteligentes e são precursores de agentes autônomos. O surgimento da noção de assistência alimenta a experiência usuário-ambiente, no qual um agente autônomo se torna a interface com o usuário principal. Em vez de interagir com menus, formulários e botões em um smartphone, o indivíduo fala com um aplicativo, que é realmente um agente inteligente.”Ao longo dos próximos cinco anos evoluiremos para um mundo pós-aplicativos, com agentes inteligentes fornecendo ações e interfaces dinâmicas e contextuais.

Os líderes de TI devem explorar como usar equipamentos e agentes autônomos para aumentar a atividade, permitindo que as pessoas façam apenas os trabalhos que humanos podem fazer. No entanto, eles devem reconhecer que agentes e equipamentos inteligentes são um fenômeno de longo prazo, que evoluirá continuamente e expandirá seus usos nos próximos 20 anos”, afirma David Cearley, Vice-Presidente (Fellow) do Gartner.

Arquitetura de segurança adaptativa

As complexidades dos negócios digitais e a economia algorítmica, combinadas com uma ‘indústria hacker’ emergente, aumentam significativamente a superfície de ameaça às organizações. Basear-se no perímetro de defesa fundamentado em regras é pouco, especialmente pelo fato de que as empresas exploram muitos serviços baseados em Nuvem e Interfaces de Programação de Aplicação (API) abertas para clientes e parceiros de integração com seus sistemas. Os líderes de TI devem concentrar-se em detectar e responder às ameaças, assim como no bloqueio mais tradicional e em outras medidas para prevenir ataques. A autoproteção de aplicativos e a análise de comportamento de usuários e entidades ajudarão a cumprir a arquitetura de segurança adaptativa.

Arquitetura de sistema avançado

A malha digital e as máquinas inteligentes requerem demandas intensas de arquitetura de computação para torná-las viáveis para as organizações. Isso aciona um impulso em arquitetura neuromórfica ultraeficiente e de alta potência. Alimentada por matrizes de Portas Programáveis em Campo (FPGA) como tecnologia subjacente, ela possibilita ganhos significativos, como a execução em velocidades de mais de um teraflop com alta eficiência energética.
“Sistemas construídos em Unidades de Processamento Gráfico (GPU) e FPGAs funcionarão como cérebros humanos, particularmente adequados para serem aplicados à aprendizagem profunda e a outros algoritmos de correspondência de padrão usados pelas máquinas inteligentes. A arquitetura baseada em FPGA possibilitará uma maior distribuição de algoritmos em formatos menores, usando consideravelmente menos energia elétrica na malha de dispositivo e permitindo que as capacidades avançadas de aprendizado da máquina sejam proliferadas nos mais ínfimos pontos finais da Internet das Coisas, tais como residências, carros, relógios de pulso e até mesmo seres humanos”, afirma o analista David Cearley.

Aplicativo de rede e arquitetura de serviço

Designs monolíticos de aplicação linear, como arquitetura de três camadas, estão dando lugar a uma abordagem integrativa de acoplamento mais informal: aplicativos e serviços de arquitetura. Ativada por serviços de aplicativos definidos por software, essa nova abordagem permite desempenho, flexibilidade e agilidade como as da web. A arquitetura de microsserviços é um padrão emergente para a criação de aplicações distribuídas, que suportam o fornecimento ágil e a implantação escalável tanto no local quanto na Nuvem.

Contêineres estão emergindo como uma tecnologia essencial para permitir o desenvolvimento e a arquitetura de microsserviços ágeis. Levar elementos móveis e de IoT para a arquitetura de aplicativos cria um modelo abrangente para lidar com a escalabilidade em Nuvem de back-end e a experiência de malha de dispositivos de front-end. Equipes de aplicativos devem criar arquiteturas modernas para fornecer utilitários baseados em Nuvem que sejam ágeis, flexíveis e dinâmicos, com experiências de usuário também ágeis, flexíveis e dinâmicas abrangendo a malha digital.

Plataformas de Internet das Coisas (IoT)

As plataformas de IoT complementam o aplicativo de rede e a arquitetura de serviço. Gerenciamento, segurança, integração e outras tecnologias e padrões da plataforma são um conjunto básico de competências para elementos de criação, gestão e fixação na Internet das Coisas. Essas plataformas constituem o trabalho que a equipe de TI faz nos bastidores, de um ponto de vista arquitetônico e tecnológico, para tornar a IoT uma realidade.

A Internet das Coisas é parte da malha digital, que inclui a experiência do usuário, e o ambiente do mundo emergente e dinâmico das plataformas é o que a torna possível. “Qualquer empresa que adote a IoT precisará desenvolver uma estratégia de plataforma, porém abordagens incompletas de provedores concorrentes dificultarão sua implementação até 2018″, afirma David Cearley Vice-Presidente (Fellow) do Gartner.

KROTON ADQUIRE STARTUP DE TECNOLOGIA DA EDUCAÇÃO POR R$ 4,1 MILHÕES

A Kroton anunciou nesta segunda-feira (19/10) a aquisição da startup Studiarepor R$ 4,1 milhões. Fundada por Felipe Mattos e Murilo Andrade no Rio de Janeiro em 2013, a startup ganhou destaque por desenvolver um sistema de adaptive learning (ensino adaptativo), no qual algorítmos avaliam informações específicas sobre alunos para sugerir um conteúdo personalizado.  “A adaptive learning é pilar estratégico dentro do meio acadêmico. Ter esse conhecimento em casa é importante como diferencial competitivo”, disse Paulo de Tarso, vice-presidente de Inovação e Negócios da Kroton. É a primeira vez que a empresa adquire uma startup.

A aquisição é importante para a Kroton no sentido de incorporar tecnologias e não trabalhar com fornecedores. “A tecnologia aplicada à educação não é mais que a gente pode comprar de terceiros. A linha que divide educação e tecnologia está cada vez menor”, disse o CEO Rodrigo Galindo. Para o executivo, a Studiare pode ajudar a Kroton a garantir a customização do ensino, uma tendência no meio acadêmico num modelo de grande escala.

A parceria com a Studiare começou em 2013, como um projeto piloto, dentre os vários que a Kroton iniciou para testar provedores de tecnologia. “Quando começamos a implantar o KSL 2.0 [Kroton Learning System, modelo de ensino], começamos a rodar todos os provedores que encontramos. Foram 107 fornecedores em 12 países – desde pequenas startups nacionais e internacionais até empresas consolidadas. O projeto era testar desde novas aplicações de adaptive learning até Java e ferramentas para integrar melhor o sistema. No caso da Studiare, o projeto piloto ganhou relevância dentro da empresa”, segundo Galindo. “Passamos a oferecer o serviço em todas as instituições e agora ampliamos o contrato não só para ensino superior. Vamos entregar esse sistema para o projeto Trilha do Enem, ou seja para as escolas de educação básica e de ensino médio – públicas e privadas que estão incluídas”, disse.

A Kroton afirma que desenvolverá projetos além do ensino adaptativo com a Studiare para a incorporação de novas ferramentas de tecnologia de educação como gamefication e o método chamado de teoria de resposta ao item (TRI), que é utilizada para a correção da prova do Enem. Segundo Galindo, a Studiare continuará sendo uma startup dentro da Kroton e os fundadores serão executivos e acionistas.

Mas e o FIES?

As mudanças anunciadas pelo governo no programa de Financiamento Estudantil (FIES) no final do ano passado levaram as grandes redes de universidade privada do país a realizarem adaptações. Dentro da Kroton, o processo é descrito pelos executivos como uma “reinvenção”, que levou a revisões, novos planos e e revisão de gastos e custos em toda a estrutura organizacional.

Na semana passada, a empresa reportou os resultados do terceiro trimestre deste ano, anunciando queda de 6% na captação de novos alunos. Apesar disso, a companhia considerou o resultado sólido ao citar novas soluções de crédito e de captação que permitiram a um aumento de 4% na base total de alunos em relação ao mesmo período do ano passado. Entre as medidas anunciadas estão o Programa de Empréstimo Próprio (PEP), que atraiu 3,5 mil novos alunos e ofertas agressivas de bolsa em algumas regiões.

Para os próximos meses, a empresa afirma que irá trabalhar em novas soluções de crédito, na ampliação dos polos de ensino a distância (EAD) e no lançamento de cursos de maior valor agregado e mensalidade, como engenharia e na área de saúde. Uma das instituições que receberá esses cursos será a Anhanguera, onde a Kroton quer melhorar a variedade de graduações oferecidas.

A Kroton pretende abrir 100 novas unidades nos próximos cinco anos. Deste total, 44 já foram protocoladas pelo MEC. A empresa afirma que a previsão é realista e até conservadora considerando o cenário macroeconômico e as mudanças no modelo de financiamento estudantil. “Dependendo do cenário, mudamos a velocidade de abertura. Mas temos uma demanda principalmente no Norte e Nordeste que faz sentindo independente do FIES”, afirma Paulo de Tarso.

A empresa também intensificou a busca por novos negócios na área de educação básica, onde já atua por meio da Rede Pitágoras. Segundo Galindo, os estudos para adquirir novos sistemas de ensino foram iniciados em outubro de 2014. “Acho que vamos crescer mais em outros negócios no que no ensino superior nos próximos anos”, diz.

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http://epocanegocios.globo.com/Informacao/Acao/noticia/2015/10/kroton-adquire-startup-de-tecnologia-da-educacao-por-r-41-milhoes.html

Startup que gela cerveja em minutos projeta faturar R$ 1 milhão no 1º ano

No verão que se avizinha, uma cerveja gelada pode fazer toda a diferença. E a startup gaúcha que criou um aparelho que gela a bebida em apenas dois minutos já projeta ganhar seu primeiro milhão, mesmo tendo começado as vendas há menos de um ano.

Sediada no Complexo Tecnológico da Unisinos (Unitec), em São Leopoldo, a Tridel já vendeu mais de 5 mil unidades do Super Cooler. O dispositivo tem um mecanismo semelhante ao de uma furadeira, mas, em vez de uma broca, tem um molde para encaixar latinhas e garrafas. Quando o conjunto é acomodado sobre o gelo, a rotação do recipiente acelera o resfriamento do líquido.

O sucesso nas vendas, iniciadas em dezembro de 2014, e as negociações para levar o Super Cooler a supermercados e lojas de conveniência deixam o coordenador de vendas e sócio-fundador Ricardo Gazzola, 26 anos, otimista. “Até agora, nosso faturamento é de R$ 500 mil. Projetamos chegar a R$ 1 milhão ainda em 2015, mesmo com as dificuldades da crise financeira. Temos propostas de parceria em aberto com grandes redes de varejo”, projeta

Para a mudança de patamar da empresa, estão em desenvolvimento novas estratégias de relacionamento com clientes. “Numa startup, cada centavo conta”, diz Rafael Schiavoni, 27 anos, diretor de marketing e também sócio-fundador, ao explicar o investimento nas mídias sociais.

“Estamos pensando em investir na gameficação. Pretendemos criar uma brincadeira com os usuários do Super Cooler, que tem o ‘dever’ de manter a cerveja gelada em um evento com os amigos. A ideia é usar o Instagram e distribuir prêmios”, adianta. Schiavoni ainda reforça a necessidade de agilidade no atendimento aos usuários. “Se gelamos a cerveja em dois minutos, temos que atender os clientes em dois minutos”.

O Super Cooler está à venda em diversas lojas especializadas em bebidas espalhadas pelo País. Interessados também podem adquirir o produto no site da empresa, por R$ 99. Com duas pilhas, pode gelar cerca de 100 latinhas de 350 ml.

super cooler cerveja garrafa RS (Foto: Rafael Schiavoni/Arquivo Pessoal)Aparelho também funciona com garrafas
(Foto: Rafael Schiavoni/Arquivo Pessoal)

Acusação de norte-americanos
No ano passado, os norte-americanos Trevor Abbott e Ty Parker, criadores do Spin Chill, produto semelhante que usa o mesmo processo de resfriamento, acusaram os brasileiros de plágio, denunciando-os ao Catarse – plataforma de financiamento coletivo usada pelo Super Cooler para tocar o projeto.

“O Catarse solicitou nossa defesa e apresentamos nossa documentação. A equipe jurídica deles constatou não haver nenhum problema. Tanto é que os norte-americanos não entraram com um processo. O registro da patente no Brasil é do Super Cooler. Tentaram ganhar no grito”, garante Gazzola.

“Infelizmente o governo brasileiro é extremamente corrupto e não nos permite levar adiante um processo judicial porque as leis de patente aí são muito diferentes das dos Estados Unidos e do resto do mundo”, argumenta Abbott. Segundo ele, os brasileiros teriam encomendado um Spin Chill – que hoje tem um revendedor no País – e descoberto seu funcionamento por meio de engenharia reversa. “Não temos muito o que fazer, a não ser trabalharmos duro e vender um produto melhor que o deles”, conclui Abbott.

Como é o processo de resfriamento
O Super Cooler é um dispositivo eletroeletrônico que força a troca de calor entre o recipiente e o ambiente. A lata ou garrafa é encaixada ao aparelho e colocada em contato com uma superfície de gelo. Por meio de um processo de convecção forçada, o recipiente é girado pelo Super Cooler, forçando a temperatura do líquido a se homogeneizar, o que acelera o resfriamento. Como a bebida não é agitada para cima e para baixo, somente rotacionada o líquido se mistura de maneira uniforme, não “explodindo” quando o recipiente é aberto.

super cooler cerveja RS (Foto: Rafael Schiavoni/Arquivo Pessoal)Rotação não agita a bebida, prevenindo “explosões” na abertura (Fotos: Rafael Schiavoni/Arquivo Pessoal)
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Brasileiro de 13 anos cria fórmula simplificada para multiplicação

O estudante Renato Sette, de Caruaru (PE), desenvolveu uma fórmula inédita que promete simplificar o trabalho de quem não domina bem a multiplicação matemática.

Segundo o Diário de Pernambuco, após realizar uma série de exercícios em casa, o estudante percebeu uma maneira de facilitar o trabalho e assim desenvolveu o método. De acordo com Sette, de 13 anos, a disciplina era considerada difícil até o momento em que ele pediu a ajuda de uma amiga de escola, que prontamente explicou o seu modelo de estudo ao garoto.

“Ela disse que aprendeu por uma metodologia que incentiva a autonomia nos estudos. Pedi aos meus pais para me matricularem no curso onde ela estudava e aprendi que matemática só é difícil porque você não reflete sobre o que está fazendo e repete operações automaticamente. Quando você entende, tudo fica mais fácil”, garante. Para entender a fórmula, assista a esse vídeo do G1, em que Renato Sette explica o método.

Segundo Cacilda Tenório, coordenadora do departamento de matemática do Diocesano, após experimentar a fórmula criada por Sette, apresentou-a para os demais professores da instituição, que fizeram uma busca geral em artigos científicos e publicações especializadas no assunto, mas nada encontraram sobre. Desse modo, os professores recomendaram o registro da patente.

A fórmula foi registrada no 1º Cartório de Registro Civil de Caruaru e recebeu o nome de “Método Sette de Multiplicação”. Ela foi apresentada na noite da última terça-feira (6) no Colégio Diocesano de Caruaru. Segundo o pai do garoto, o procurador federal José de Barros Souto, o objetivo não é lucrar com o feito, mas sim comprovar o invento do estudante.

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http://www.administradores.com.br/noticias/cotidiano/brasileiro-de-13-anos-cria-formula-simplificada-para-multiplicacao/106115/

Apple não foi criada em uma garagem. Foi uma invenção, diz Wozniak

Em meio a escândalos de falta de transparência e abuso da técnica de storytelling, mais uma empresa entra na lista das que mentiram aos consumidores. A Apple, ao contrário do que muitos acreditam, não foi criada em uma garagem.

Segundo Steve Wozniak, cofundador da empresa, essa história foi inventada. O empreendedor revelou a verdade durante uma palestra para estudantes da IMPACT Business School, da Universidade Europeia, em Madrid.

Segundo o jornal espanhol El País, Wozniak disse que nem ele nem Steve Jobs desenharam nada em uma garagem. “A garagem, na verdade, éramos nós. Tínhamos que utilizar o que fosse possível para poder fazer dinheiro”, disse, concluindo que concorda que a história de dois garotos em uma garagem soa bem melhor do que a verdade. O empresário disse ainda que Jobs costumava usar seu quarto para trabalhar no projeto.

Wozniak deu conselhos aos jovens empreendedores. Para começar, tente chegar o mais longe possível com o dinheiro que você já tem. Em segundo lugar, tenha alguém que te ajude a resolver problemas técnicos. Por fim, não esqueça que marketing também é importante.

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http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/10/apple-nao-foi-criada-em-uma-garagem-foi-uma-invencao-diz-wozniak.html