Nasa desenvolve material capaz de se recuperar de qualquer perfuração


Uma pesquisa financiada pela NASA trabalha em um tipo de material capaz de se recuperar de qualquer perfuração em questão de segundos. No vídeo divulgado pelos pesquisadores, é possível ver uma peça ser atingida por um tiro de revólver e então se autorregenerar rapidamente.

O material consiste em duas camadas de polímero divididas por uma espécie de gel que solidifica em contato com oxigênio. Outras linhas de pesquisa já desenvolveram materiais semelhantes, geralmente em compostos feitos de líquido, ou com técnicas similares, mas oferecendo resultados bem mais lentos.

O destino para esse tipo de material é, preferencialmente, a proteção da Estação Espacial Internacional, constantemente atingida por detritos que vagam pela órbita da Terra. Outras aplicações possíveis estão na segurança de soldados em situações de conflito, blindagem para carros e até telas de celular.

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http://olhardigital.uol.com.br/noticia/nasa-desenvolve-material-capaz-de-se-recuperar/50875

A Origem dos Inventos – Panela de Pressão

Foi a partir de um desporto radical, o alpinismo, que se iniciou a história desse útil utensílio culinário que melhora substancialmente a vida das donas de casa, em tempo e em economia, agilizando todo um processo de confecção de algumas refeições que até aí demorava horas.

Mas porquê a relação com o alpinismo?

A baixa pressão atmosférica verificada no cimo das montanhas comparada com o nível do mar tinha como consequência imediata baixar o ponto de ebulição da água, o que, como se depreende, criava uma extrema dificuldade na confecção dos alimentos e uma enorme morosidade no processo, a que não ajudavam as severas condições climatéricas.

Foi assim que se surgiu a necessidade de se criar uma forma de se conseguir igualar em altas altitudes a mesma pressão atmosférica existente nas terras baixas. Concluiu-se que para se atingir esse objectivo era necessário criar nas panelas condições para que a água fervesse a 100 graus ou mais, condições essas que só seriam conseguidas se a panela fosse completamente vedada. Com uma panela hermética o vapor da água iria aumentar a pressão no seu interior, aumentando simultaneamente o ponto de ebulição.

Chegado o ano de 1679 o físico francês Denis Papin, apoiado neste princípio, criou um utensílio que segundo ele próprio referiu, “amolecia os ossos e cozia rapidamente as carnes mais duras”. Desta definição original, adveio o nome de “digestor” ou “marmita de Papin”. Consistia num recipiente em ferro fundido, com uma tampa provida duma válvula de segurança, que o fechava duma forma hermética. Esta concepção resultava em pleno pois a pressão criada pelo vapor de água aumentava o grau de ebulição e a válvula permitia a saída de vapor em excesso mantendo nivelada a pressão. Desta forma os alimentos, sobretudo os mais difíceis de cozer como carne, feijão ou batatas eram confeccionados muito mais rapidamente.


A Marmita de Papin

 Até 1905 foi sempre utilizado o ferro fundido, até que a empresa americana Presto Company criou o primeiro modelo de panelas em alumínio, logo seguido pelas opções hoje comuns em aço inoxidável.

Pelos seus resultados práticos, esta invenção não serviu só a culinária, sendo também usada em hospitais para esterilização de instrumentos cirúrgicos, na indústria do papel onde facilita a cozedura da polpa da madeira e até no sector das conservas.

Nos tempos de frenesim em que hoje muitos de nós vivemos, numa luta constante contra o tempo, a panela de pressão é sem dúvida uma excelente ajuda na cozinha pela confecção mais rápida e até saborosa das nossas refeições.

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A Origem dos Inventos – Forno de Microondas

Pode-nos parecer estranho mas as microondas começaram a ser utilizadas não com uma intenção culinária mas com o objectivo de detectar aviões inimigos, durante a Segunda Guerra Mundial. As microondas electromagnéticas produzidas por um magnetron eram reflectidas pela fuselagem dos aviões, indicando a sua aproximação.

Mas a sua utilização iria mudar para sempre num dia de 1945, quando o engenheiro electrotécnico Percy LeBaron Spencer trabalhava na Raytheon, uma empresa de fabrico de magnetrons para radares.

Nesse dia Spencer meteu uma barra de chocolate no bolso e foi trabalhar. Quando estava a testar um aparelho de radar notou que o chocolate tinha derretido. Embora sabendo que as microondas geravam calor, ficou bastante surpreendido por não ter sentido quando o chocolate derreteu.

Curioso, decidiu experimentar com outros alimentos. Começou por colocar um pacote de pipocas no tubo de megatron e reparou que elas começaram a estourar de imediato. Resolveu ainda usar um ovo que passados instantes estourou devido à pressão, o que demonstrava que tinha sido cozido de dentro para fora. Rapidamente concluiu que o processo seria similar com outros alimentos.

Após diversos testes experimentais, Spencer obteve em 1946 a primeira patente para uso das microondas para efeitos culinários.

Em 1947 a Raytheon produziu e comercializou o primeiro forno micro-ondas da história. Este media 1,8 metros de altura, pesava 340 kg e custava cerca de 5000 dólares (o equivalente hoje a 41.500 euros).

Era um equipamento muito fiável e seguro pelo que apesar das suas dimensões e do preço exorbitante, foi logo requerido por empresas de restauração, tornando-se o pioneiro dos actuais microondas domésticos.

Em 1967 começaram a ser vendidas as primeiras versões domésticas que custavam cerca de 450 dólares. Eram ainda mais seguros e fiáveis que as versões industriais.

Mas foi só a partir do ano de 1975 que esta original invenção começou a “invadir” os ambientes domésticos, chegando mesmo a ultrapassar o forno a gás em popularidade e adesão.

Os micro-ondas revolucionaram o nosso modo de cozinhar essencialmente em termos de rapidez e poupança de energia dando um grande contributo para a sociedade actual

Curiosidades:

– O microondas de Spencer produzia 3000 watts, aproximadamente três vezes a quantidade de radiação produzida por fornos de microondas actuais.

– O magnetron do primeiro microondas tinha de ser arrefecido através de água o que o obrigava a ter ligação a sistema de água canalizada.

– A segurança é garantida porque as micro-ondas nada têm de nuclear, pertencendo ao mesmo tipo de ondas do rádio ou mesmo da luz só que de menor tamanho.

­- O forno microondas emite uma onda electromagnética provocando a agitação das moléculas de água dos alimentos resultando no seu aquecimento. Como esta agitação não é uniforme em toda a estrutura do alimento, os actuais fornos de microondas utilizam um prato giratório

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Designer que criou famoso logo da Nike ganhou $35 por ele

São Paulo – Imagine que você criou um dos logos mais famosos e bem-sucedidos do mundo. Você deve ter se imaginado imediatamente milionário, certo?

Mas não foi o caso da designer americana Carolyn Davidson, responsável por criar o icônico logo da Nike.

Inicialmente, ela só recebeu 35 dólares pelo trabalho. A fama e o reconhecimento só vieram tempos depois.

E a Nike não gastou milhões de dólares e muitos meses pensando no logo perfeito. Tudo foi trabalho de uma única pessoa e algumas horas.

Em 1971, Carolyn era uma estudante de design gráfico da Portland State University.

Ela conheceu, então, Phil Knight, um professor assistente da universidade que estava criando uma nova companhia de tênis esportivos e precisava do seu logo. Essa empresa viria a ser a Nike.

Phil pagou dois dólares por hora para a jovem estudante desenhar a marca do seu negócio.

Carolyn veio com a ideia do Nike Swoosh, a marca de “checado” ou “correto” que indicava movimento e velocidade. Também parecia uma asa, que remetia à deusa grega Nike, a deusa da vitória.

Como ela gastou apenas 17 horas e meia no projeto, recebeu 35 dólares.

Ainda demoraria alguns anos para que todos percebessem o quanto aquele simples símbolo representaria para a história do design e do marketing.

Carolyn trabalhou com a Nike até 1975, quando decidiu ser freelancer.

Mais tarde, em 1983, a sua contribuição essencial para a Nike foi reconhecida: ganhou uma festa surpresa em sua homenagem.

Ela ainda recebeu 500 ações da empresa e ainda foi presenteada com um anel de ouro e diamantes que trazia, claro, o Nike Swoosh.

Essas ações, hoje, valem cerca de um milhão de dólares.

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http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/designer-que-criou-famoso-logo-da-nike-ganhou-35-por-ele

O perigo de perder a sua marca

Nos dias de hoje, é cada vez mais importante que empresários e empreendedores protejam as suas marcas. Mesmo que estejam a ser usadas há anos ou mesmo há décadas, mesmo que seja uma marca conhecida mundialmente, se ela não estiver registada devidamente, pode perdê-la definitivamente. E, pior do que isso, ser proibido de a usar.

O caso mais flagrante é de Cristiano Ronaldo, estrela do futebol, mundialmente conhecida, que há vários anos utiliza a marca CR7 para os mais variados produtos e negócios, principalmente em lojas de roupa.

Mesmo sendo reconhecida em todo o mundo e imediatamente associada ao melhor jogador do mundo, o que é certo é que a marca CR7 está envolvida numa batalha legal, que se arrasta há vários meses pelos tribunais dos Estados Unidos.

Um empresário americano na área do fitness utiliza há vários anos a marca CR7, alegando que corresponde às iniciais do seu nome – Cristopher Renzi – e ao dia do seu aniversário: 7 de Outubro.

Segundo o jornal Expresso, a marca foi registada em 2009, nos Estados Unidos, por Renzi que desde aí a usa para comercializar calças de ganga e t-shirts. A marca CR7 é ainda usada para dar nome ao programa de fitness criado pelo empresário americano.

Os representantes de Cristiano Ronaldo nos EUA recorreram à entidade americana de registo de patentes, formalizando um pedido para que a marca seja retirada a Cristopher Renzi. Os advogados alegam que a marca CR7 está “tão diretamente ligada à fama e reputação de Cristiano Ronaldo que levaria o público em geral a presumir de imediato uma ligação ao jogador de futebol”.

Mas o que é certo é que o empresário americano diz-se detentor da marca e não quer abrir mão dela. Recentemente, avançou com um processo para obter uma declaração de propriedade da sigla,  apresentado num tribunal norte-americano de Rhode Island. Este procedimento pode confirmar a propriedade da marca, impossibilitando o futebolista de usar a famosa sigla CR7 nas roupa que pertende comercializar nos EUA.

O caso é um alerta a todos os empresários, comerciantes e empreendedores. Se alguém tão influente, poderoso e com tantas recursos financeiros como Cristiano Ronaldo pode perder a sua marca, então todos estamos sujeitos a isso.

Não perca tempo. Em matéria de marcas, mais vale prevenir do que remediar.

Faça já o seu pedido de registo de marca. Na Assunto em Curso há sempre uma equipa profissional pronta para o assistir em todos os passos deste processo.
O perigo de perder a sua marca

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http://assuntoemcurso.pt/noticia.php?id_not=11

Aos 90 anos, cooperativa Batavo muda nome para Frísia

A tradicional cooperativa Batavo, fundada pelos holandeses há 90 anos, passará a chamar Frísia Cooperativa Agroindustrial. Assim como o anterior, o novo nome indica uma região da Holanda. A cooperativa está localizada em Carambeí (PR), região próxima de Curitiba. Além da mudança de nome, a cooperativa passa a investir mais na suinocultura, avança para Tocantins, inaugura em breve uma unidade de leite em Itapetininga (SP) e já tem como meta a entrada no setor de energia.

O avanço na produção de suínos permitirá também à antiga Batavo aumentar o processamento de carne. Nas próximas semanas, a Frísia coloca em operação a maior granja de suínos da América Latina. Com investimentos de R$ 40 milhões e componentes importados da Alemanha e dos Estados Unidos, a nova unidade vai abrigar 5.000 matrizes e produzir 500 leitões por dia. A meta é ousada. Associada a outras duas cooperativas da região – Capal e Castrolanda -, a Frísia passou a industrializar novos produtos.

No setor de carne suína, a meta é atingir um total de 90 mil matrizes reprodutoras em dez anos, o que garantirá a colocação de 9.200 animais por dia no frigorífico das três cooperativas. Pelo menos 25% desse volume será fornecido pela Frísia. O avanço da suinocultura é importante para os associados da cooperativa, segundo Renato Greidanus, presidente da entidade.

Fortes no cultivo de grãos, os produtores da região já melhoraram muito em rendimento. Mas a suinocultura cria uma nova perspectiva de renda. Como o produtor já é profissional, tem escala e gestão, os custos de produção deverão cair, segundo ele. Se os produtores atingirem a capacidade de abate do frigorífico, a produção de carne suína em 2025 será próxima de 1 tonelada por dia.

Mauro Sergio Sousa, gerente da unidade de negócios e pecuária da Frísia, diz que as condições de produção vão deixar a cooperativa apta a exportar para os países europeus. A granja segue os padrões exigidos pelo mercado europeu, com gestação coletiva, climatização e bem-estar animal. A cooperativa, que já exporta para Hong Kong, deve chegar também ao mercado russo.

AVANÇO
A Frísia escolheu Tocantins como uma nova área de expansão porque no Estado há um predomínio de produtores de médio porte, os quais se adaptam bem ao sistema cooperativista. A cooperativa, que já disporá de uma unidade armazenadora nesta safra 2015/16, quer levar o seu modelo para a região, diz Greidanus.

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http://www1.folha.uol.com.br/colunas/vaivem/2015/08/1665540-aos-90-anos-cooperativa-batavo-muda-nome-para-frisia.shtml

Alphabet.com pertence à BMW. E agora, Google?

São Paulo – Parece que Larry Page e Sergey Brin não pesquisaram no Google antes de nomear sua nova empresa. Pelo menos agora, nós sabemos porque o domínio da Alphabet (abc.xyz) é tão estranho.

Alphabet é a nova empresa criada pelo Google nesta semana. Ela irá comandar todas as marcas que hoje fazem parte da gigante — inclusive o próprio Google.

Segundo o New York Times, o domínio alphabet.com, bem como a marca Alphabet, já pertencem a outra empresa. Qual? Ninguém menos que a montadora alemã BMW.

Micaela Sandstede, porta-voz da empresa, disse ao New York Times que a montadora não foi informada com antecedência sobre os planos do Google e que não recebeu nenhuma oferta de compra da marca.

“Nós não estamos planejando vender o domínio”, ainda reforçou Sandstede. De acordo com ela, a empresa Alphabet, uma das subsidiárias da BMW, é parte importante dos seus negócios. Ela presta serviços com frotas de veículos a outras companhias.

De acordo com a porta-voz da BMW, a empresa está analisando se o Google cometeu alguma irregularidade em relação à marca ou ao domínio na internet.

De A a Z

O problema dos fundadores do Google, no entanto, vai além de uma briga com a BMW. Segundo a Reuters, outras 100 companhias nos EUA estão registradas com a palavra Alphabet.

Existe, por exemplo uma empresa chamada Alphabet Inc. (que é exatamente o mesmo nome adotado pelo Google), no estado de Ohio, que foi fundada em 1965. Ela fabrica componentes elétricos para a indústria automobilística, de acordo com a Bloomberg.

Não sabemos quem vai vencer esta briga, mas é interessante ver que mesmo o Google tem dificuldade em encontrar um nome original quando quer criar uma empresa.

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/alphabet-com-pertence-a-bmw-e-agora-google

Você sabia que estabelecimentos que utilizam obras previstas na Lei do Direito Autoral devem pagar uma taxa mensal ao ECAD?

A arrecadação efetuada pelo ECAD tem por finalidade recolher os valores pertinentes aos direitos autorais e dos que lhe são conexos, relativos à execução pública, inclusive através da radiodifusão e transmissão por qualquer modalidade, da exibição cinematográfica e por qualquer outro meio ou processo similar, das composições musicais, literomusicais e de fonogramas, conforme disposto no art. 5º, inciso XXVII, da Constituição Federal, bem como, dos artigos 28, 29, 31, 68, 86, 90, 93, 94, 99, 105 e 109 da Lei nº 9.610/98.

Neste sentido, o ECAD com base na legislação supramencionada normatizou esta arrecadação através de seu “Regulamento de Arrecadação”, que determina:

“13) Toda pessoa, física ou jurídica que pretenda utilizar mediante qualquer das modalidades previstas no art. 99 da Lei nº 9.610/98, obras musicais, literomusicais e fonogramas, está obrigada por lei a obter autorização do Ecad, através do pagamento da retribuição autorala ser efetuado mensalmente pelos usuários permanentes e por evento, no caso de utilizações eventuais. O Ecad não está obrigado a autorizar a utilização das obras musicais, literomusicais e fonogramas por usuário em débito com o Escritório.

14) O usuário deve fornecer ao Ecad toda a informação necessária para que sua atividade seja devidamente enquadrada. O enquadramento dos usuários na tabela do Ecad levará em consideração as formas de utilização das obras musicais, literomusicais e fonogramas, sua classificação por categoria e frequência de utilização. Caso o usuário não forneça os dados necessários para o cálculo do valor devido, o Ecad poderá estimá-lo e fixá-lo para efeitos de cobrança.”[1]

Deste modo, toda empresa que utilize em seus estabelecimentos obras previstas no art. 99 da Lei do Direito Autoral, seja via rádio, tv, etc, deve efetuar o pagamento mensal para o ECAD, normatização esta acolhida pelo Judiciário.

Esta cobrança mensal é efetuada por meio de um cálculo, onde é levado em consideração o local (cidade/estado) da empresa, sua classificação como estabelecimento e a área sonorizada (m²). Deste modo, independente da quantidade de TV´s e rádios, ou ainda o tempo de execução das obras, o valor mensal será o mesmo.

O ECAD disponibiliza um link para o cálculo do valor:

(https://canaldousuario.ecad.org.br/ViewController/publico/simulacao.aspx)

Assim, a cobrança efetuada a priori é legítima, se as empresas utilizam em seu estabelecimento quaisquer obras musicais, literomusicais e fonogramas em TV´s e rádios (som ambiente).

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http://blog.vilage.com.br/propriedade_intelectual/direito_autoral/voce-sabia-que-estabelecimentos-que-utilizam-obras-previstas-na-lei-do-direito-autoral-devem-pagar-uma-taxa-mensal-ao-ecad/

Franquia lança academia com roupa de choquinho para treinos de 20 minutos

Um traje esportivo com eletrodos é a aposta da franquia Tecfit para oferecer treinos de apenas 20 minutos nos estúdios que pretende inaugurar. A novidade foi apresentada na ABF Franchising Expo, feira do setor de franquias realizada em São Paulo na última semana.

Segundo a empresa, os eletrodos da roupa estimulam mais de 300 músculos ao mesmo tempo. Com isso, o equipamento promete oferecer em 20 minutos resultados equivalentes a um treino de uma hora e meia. “Essa tecnologia proporciona um ganho de tempo muito grande. Pode ser interessante para executivos, por exemplo”, diz o sócio Luis Saverio Stateri.

O primeiro estúdio deve ser inaugurado em agosto, em São Paulo. O foco é atender adultos de 28 a 65 anos, sedentários ou que já praticaram atividade física, mas querem melhorar seu condicionamento físico. O investimento inicial para uma unidade de 60 m² a 90 m², com dois equipamentos e dois treinadores, é a partir de R$ 300 mil (custos de instalação, taxa de franquia e capital de giro incluídos).

Embora não tenha ainda unidades em funcionamento, a franquia estima um faturamento médio mensal de R$ 65 mil, com lucro de R$ 8.000 a R$ 15 mil mensais para a franquia. O retorno do investimento é a partir de 36 meses, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising).

Tecnologia da Hungria é usada por atletas de ponta

Reprodução/Facebook

Karim Benzema, atacante do Real Madrid, com o traje durante treino físico

A tecnologia, que lembra a de aparelhos já comercializados como o ABtronic, é usada por atletas de ponta no exterior para potencializar os resultados da atividade física e diminuir riscos de lesões. O atacante do Real Madrid Karim Benzema é um dos atletas que usam e divulgam o traje.

A roupa foi desenvolvida pela húngara Xbody e é importada com exclusividade pela Tecfit. Os estímulos elétricos fazem os músculos contraírem até 80 vezes por segundo, de acordo com a franquia. Se fosse vendida separadamente, o que não há planos de acontecer por enquanto, custaria cerca de R$ 75 mil, afirma Stateri.

O uso do traje com a estimulação elétrica dos músculos é combinado a exercícios aeróbicos, como flexão e polichinelo, e essa é a diferença em relação a outros aparelhos de eletroestimulação dos músculos, como o conhecido Abtronic.

Os treinos são individuais e personalizados e podem atender a três objetivos principais: definição muscular, perda de peso e condicionamento físico. Segundo Stateri, testes realizados na Europa mostram resultados como diminuição da gordura corporal e aumento na musculatura magra.

O produto é testado e certificado pelo CE Marking (União Europeia), CSA International (América do Norte) e GOST (Ásia), órgãos que regulamentam a venda de produtos relacionados a saúde e bem-estar nessas localidades. No entanto, há restrições. Não deve ser utilizado por grávidas e pessoas com problemas cardíacos.

Treino é limitado a duas sessões por semana

“O ideal são duas sessões semanais de 20 minutos cada, com estimulação de grupos musculares diferentes em cada uma. Como o estímulo é de alta intensidade, a terceira sessão não é recomendada, pois o músculo precisa de descanso para se recuperar”, diz o empresário. As sessões deverão custar cerca de R$ 75 cada.

O traje é controlado por um software num equipamento similar a um computador. Um fisioterapeuta ou educador físico deve ser treinado para operar o equipamento e elaborar os treinos, que podem ser acessados remotamente pela internet.

Um centro técnico para manutenção do aparelho e um instituto de treinamento e certificação para os profissionais também serão trazidos pela franquia. A empresa também estuda parcerias com academias e centros de estética para fornecimento da tecnologia a outros estabelecimentos.

Negócio é arriscado porque não foi testado, diz consultora

Ana Vecchi, da consultoria especializada em franquias Vecchi Ancona, diz que pode ser arriscado investir na franquia, já que o modelo de negócio ainda não foi testado. “O conceito de franquia é a transferência de conhecimento sobre a gestão de um negócio e não sobre um produto ou equipamento”, declara.

Segundo ela, o investimento é alto para um negócio arriscado e que pode passar por dificuldades diante da crise econômica, já que as pessoas tendem a cortar gastos supérfluos. “Ele vai concorrer em preço com academias de ponta que oferecem muito mais atividades e em sete dias da semana. Pode até despertar curiosidade no começo, mas precisa haver uma estratégia de retenção dos clientes”, diz.

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http://economia.uol.com.br/empreendedorismo/noticias/redacao/2015/07/02/franquia-lanca-academia-com-roupa-de-choquinho-para-treinos-de-20-minuto.htm

Invenções absurdas

Inventores foram responsáveis por grandes avanços da humanidade. A lâmpada, o telefone, o computador e o celular mudaram a forma como nos comportamos, nos relacionamos e nos comunicamos. Mas para cada invenção útil há pelo menos três um tanto absurdas que não decolaram apesar do propósito nobre de algumas. O site Tottaly Absurd reúne uma galeria desses inventos. Confira:

EXTRATOR DE VERDADES

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Patenteado em 1930, esse sistema foi criado para combater o crime. O “Extrator de Verdades” tem como objetivo fazer o suspeito confessar ao assustá-lo com a aparição de um esqueleto sombrio. No quarto ao lado, o investigador faz as perguntas. Câmeras gravam as sua reações para uma análise posterior.

GARFO-ALARME

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O número de pessoas obesas só aumenta no mundo. Uma saída para esse problema? Fazer as pessoas comerem mais devagar com o garfo-alarme, uma invenção patenteada em 1995. Um sensor no garfo sabe quando você levou comida à boca. Isso gera um sinal vermelho. Após um período, a luz fica verde e libera você para mais uma garfada. Bom apetite!

JAULA DO BEBÊ

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Patenteado em 1998, esse invento é para pais que não abrem mão de dormir com os seus filhos de vez em quando, mas morrem de medo de rolarem para cima da criança. A estrutira curva da jaula do bebê é resistente ao ponto de aguentar o peso de um adulto.

BOTAS PARA A PRAIA

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Há botas para fazer trilhas, para escalar, para esquiar, então, por que não para ir à praia? Afinal, caminhar na areia com sapatos é difícil e cansativo. Patenteadas em 1998, essas botas querem tornar a sua vida mais fácil ao aplicar um sistema de rolamento na sola acionado por um mini-motor. Um movimento é acionado pelo apertar de um botão no dedão.

BICICLETA VOADORA

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Que bicicletas elétricas que nada! A solução para a locomoção em grandes centros urbanos é a bicicleta voadora. As asas infladas por gás a lavantam do chão e o ventilador movido por pedaladas dá a direção. O inventor ainda sugere que, quando você cansar, dá para acoplar um pequeno foguete. O mais impressionante é que a invenção não foi patenteada no início do século passado, mas em 2003.

LAVA-RÁPIDO HUMANO

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As pessoas precisam tomar banhos. Por que não acelerar o processo e permitir duchas em massa com o lava-rápido humano, criando em 1969a após a Guerra Fria para ajudar a higienizar multidões após uma bomba atômica. Para não cair ou escorregar, as pessoas fica presa a cordas e só precisa ficar de pé enquanto o cinto a move de estação em estação.

CASQUINHA MOTORIZADA

motorized_ice_cream_cone_pix_1Até mesmo o ato de tomar sorvete pode ser modernizado segundo esse inventor. A casquinha motorizada é acionada por um botão e começa a rotacionar. Basta botar a língua para fora para se refrescar. Mas o criador desse invento, que data de 1999, quer mais. Ele diz que você pode aproveitar para esculpir o sorvete com a língua. Pura arte!

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http://colunas.revistaepocanegocios.globo.com/tecneira/2010/03/23/as-invencoes-mais-absurdas-de-todos-os-tempos/