Estudantes pernambucanos criam óculos com tecnologia inteligente para deficientes visuais

A tecnologia, quando utilizada para o bem-estar e melhorias na qualidade de vida de uma comunidade, é capaz de transformar vidas. Pensando nisso, um grupo de estudantes pernambucanos resolveu criar um óculos especial para deficientes visuais, sendo um acessório que vem trazer mais mobilidade e independência para quem precisa.

Desde 2013, o grupo formado Marcos Antônio da Penha, 27 anos, e mais cinco universitários criou o PAW –  Project Annuit Walk, um óculos com sistema GPS que auxilia os deficientes visuais a localizarem obstáculos em ruas movimentadas da cidade.

No início do projeto, o protótipo (que teve 6 versões até chegar ao experimento final) seria um substituto da bengala. Porém, após pesquisarem e entrarem em contato com um grande número de deficientes visuais, viu que a empreitada não seria possível, já que a maioria tem o acessório como um senso tátil de grande peso psicológico. Em equipe, decidiram projetar o óculos como um complemento, que alerta o usuário sobre algum perigo à caminho, como também indica uma melhor rota por meio de uma pulseira inteligente. Ao chegar perto de um obstáculo, a pulseira emite um vibração mais intensa.

O acessório wearable funciona por meio de raios ultrassônicos em um ângulo de 120º, o mesmo recurso utilizado nos sensores de ré dos automóveis. O óculos interage com um aplicativo de celular, que mapeia os objetos presentes nos trajetos e alerta o usuário, servindo como uma espécie de GPS. 

Marcos explica que a tecnologia também serve para pessoas que possuem múltiplas deficiências, não restringindo o seu uso apenas aos deficientes visuais: “Usamos um sistema de localização parecido com a utilizada pelos morcegos. Eles vão emitindo sinais sonoros que não são percebidos pelo ouvido humano e, ao encontrarem algum obstáculo, estes sinais voltam, e é possível calcular a distância dos objetos.”

O projeto não tinha a finalidade de seguir para o consumidor, mas com o tempo, a equipe resolveu ampliar a experiência e conseguiu grandes melhorias. Antes, o protótipo era apenas um projeto acadêmico, mas vendo o entusiasmo e a importância da empreitada para os usuários, eles decidiram levar adiante e buscaram parcerias na Campus Party Recife, em 2014.

Pelo grande impacto social que o acessório possui, o PAW acabou ganhando a sétima edição do Word Summit Youth Award, evento realizado pela Organização das Nações Unidas (ONU), que visa incentivar jovens em todo mundo a criarem projetos com conteúdos digitais que sejam importantes para a sociedade.

Os acessórios vestíveis ainda não possuem preços atrativos para o consumidor brasileiro. Porém, o PAW possui um custo estimado de R$ 45, sendo uma tecnologia em conta e ao alcance de todos. Por enquanto, o wearable não está sendo vendido.

No Brasil, estima-se que 6,5 milhões de pessoas sejam deficientes visuais, sendo 314 milhões em todo o mundo, segundo dados da ONU. Provavelmente, o experimento brasileiro será o primeiro a entrar no mercado para atender de forma satisfatória as diversas necessidades das pessoas em vários países.

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http://www.carreirasolo.org/inovacao/estudantes-pernambucanos-criam-oculos-com-gps-para-deficientes-visuais#.VbqtKvnLkmn

Patente da BMW i equipa bicicleta elétrica

A marca BMW i desenvolve e apresenta ao mundo conceitos visionários de mobilidade, design e uma nova compreensão do segmento premium, com uma clara preocupação com sustentabilidade. Por isso, a BMW i também cumpre a função, dentro do BMW Group, de uma incubadora de inovação que vai muito além dos já conhecidos modelos BMW i3 e BMW i8.

Um dos resultados mais recentes dessa estratégia é a patente de um componente inovador. Trata-se de um braço articulado de unidade de transmissão para veículos de duas rodas, que acaba de entrar em produção na fábrica de bicicletas elétricas HNF Heisenberg. O desenvolvimento foi realizado em colaboração com a divisão de Pesquisa e Tecnologia do BMW Group.

Como não havia um uso imediato para a patente, já que o foco da marca BMW i não está em veículos elétricos de duas rodas, a tecnologia foi disponibilizada para uso externo e equipará o modelo eBike Heisenberg XF1. Um pequeno logotipo aplicado nas bicicletas identifica que o produto conta com uma inovação do BMW Group.

A patente da BMW i para o princípio do braço articulado da unidade de transmissão é um novo tipo de tecnologia de estrutura para eBikes com suspensão total – ou amortecimento na frente e atrás – e um motor centralizado. E isto facilita, pela primeira vez, a integração do motor centralizado, das engrenagens e da correia de transmissão em um módulo inovador de suspensão dispensando, assim, um tensor de correia.

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http://www.saopaulotimes.com.br/sp/patente-da-bmw-i-equipa-bicicleta-eletrica/

Cientistas descobrem material que não derreteria nem no centro da Terra

Pesquisadores descobriram um material que pode quebrar o recorde de maior temperatura de derretimento para qualquer substância já encontrada pela humanidade.

A equipe de engenheiros da Universidade Brown, nos Estados Unidos, descobriu que um composto resultante da combinação das quantidades corretas de háfnio, nitrogênio e carbono poderia suportar temperaturas até 4 400 graus Kelvin, que correspondem a quase 4 126 graus Celsius.

Esta temperatura é equivalente a 66% da temperatura da superfície do Sol, além de ser superior à temperatura do centro da Terra (4 300 Kelvins). Sim: o material encontrado pelos cientistas não derreteria no núcleo terrestre.

Foto por: Divulgação

A equipe descobriu o HfN0.38C0.51 por meio de uma série de simulações feitas em computador, que revelaram o ponto ideal de derretimento de cada um dos compostos isolados em nível atômico.

Segundo a Universidade Brown, “o estudo poderá inspirar a fabricação de novos materiais de alto desempenho para uma série de usos, desde revestimentos para turbinas a gás até escudos térmicos de aeronaves de alta velocidade.”

Mas ainda não está claro se o composto poderá ser transformado em um material útil no futuro. Para descobrir isso, os cientistas estão sintetizando o material e o testando em laboratório.

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http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2015/07/cientistas-descobrem-material-que-nao-derreteria-mesmo-no-centro-da-terra.shtml

Notícias Tecnologias Verdes “Caixa eletrônico” que vende água barata alcança mais de 100 mil pessoas na África

Uma parceria público-privada entre o governo de Nairóbi, capital do Quênia, e a companhia dinamarquesa de engenharia hídrica Grundfos resultou na instalação de sistemas de distribuição de água limpa e barata em áreas pobres da cidade, muito parecidos com caixas eletrônicos. Esta é a primeira parceria desse tipo no Quênia, que já vinha recebendo projetos pilotos desde 2009. Segundo a empresa, desde o início do projeto, mais de 100 000 pessoas em todo país foram beneficiadas e o plano é expandir o mesmo esquema para outros países em desenvolvimento.

A máquina de abastecimento, muito similar a um caixa eletrônico, por isso apelidada de “Water ATM”, tem duas principais vantagens: a facilidade de operação e o baixo preço de venda da água. Três itens compõem o sistema de distribuição: a máquina central, ou “caixa eletrônico de água”, que fornece o recurso e controla as transações de compra; um cartão de crédito inteligente, que pode ser recarregado pelo celular ou pelo site da companhia; e um sistema computacional onde são processados os dados daquele quiosque hídrico, como a demanda local e a frequência de operações. A bomba submersível funciona à base de energia solar e “produz” um metro cúbico de água por hora – um filtro é adicionado ao distribuidor. Uma vez que o cartão é inserido na máquina e o consumidor indica a quantidade de água que gostaria de retirar, a água cai automaticamente por um cano até o galão.

A companhia de distribuição de água local em Nairóbi, Nairobi City Water and Sewerage, informou à BBC que vende 20 litros água pelo preço de 0,5 xelins quenianos, valor equivalente a dois centavos de real. Antes da implementação do projeto, os moradores do subúrbio de Nairóbi compravam a mesma quantia por 50 xelins – cem vezes mais do que as máquinas de distribuição. Os chamados cartões inteligentes foram distribuídos de graça aos residentes de Mathare, uma das maiores favelas da capital. A eles basta carregá-los com a quantia desejada, sem limite de valor.

Foto por: Cortesia/Grundfos

O distribuidor de água da companhia Grundfos que lembra um caixa eletrônico

“Provamos que essas comunidades poderiam estabelecer um fluxo de receita sustentável, já que os consumidores finais pagam pela água que consomem, e assim ficam menos dependente do financiamento dos doadores”, disse a INFO Peter Todbjerg Hansen, diretor administrativo da Grundfos, baseado na Dinamarca. “Os moradores não pagam a Grundfos, eles pagam para os fornecedores de serviços de água”.

Andreas Kolind, gerente de vendas da Grundfos, informou a INFO que, desde 2009, a empresa já instalou cerca de 150 “caixas” no Quênia. “Seria possível ter projetos sustentáveis ​​em áreas rurais e favelas urbanas? A resposta a essa pergunta é sim” disse Kolind. Agora, seis anos depois, ele disse que o custo do equipamento caiu em 85% em relação aos protótipos e a empresa está em fase de crescimento. Até então, o projeto nunca havia sido implementado em uma área urbana.

Quando a Grundfos lançar o produto comercial (oficialmente denominado AQtap) a nível global, ainda sem previsão, os clientes é que vão determinar o valor da água – mas nada muito mais caro do que o preço em Nairóbi. Como os distribuidores podem ser conectados à rede pública de água local, será possível construir uma rede de quiosques conectados entre si. Os AQtaps serão vendidos a serviços públicos de água e ONGs, que poderão ter acesso a esses dados para diversos fins. Cada unidade será vendida a um preço entre 4 000 e 5 000 dólares.

Kolind afirmou também que a empresa quer expandir parcerias para outros países em desenvolvimento. “Nós sabemos muito sobre as necessidades na África Subsaariana e da Ásia, mas precisamos estudar América do Sul antes de sabermos para onde ir”, disse ele. “O Brasil está na lista a ser estudado”.

A ONU estima que cerca de 700 milhões de pessoas em 43 países sofrem atualmente com a escassez de água, sendo a África Subsaariana a região mais afetada do mundo. Além disso, 1,6 bilhão de pessoas – quase um quarto da população mundial – são atingidas pela falta de infraestrutura necessária para retirar água de rios e aquíferos adequadamente, sobretudo por motivos econômicos.

O sistema não é promissor apenas no Quênia, mas em outros países que sofrem do mesmo problema. Segundo Kolind, os países da primeira fase de expansão são Uganda, Tanzânia, Etiópia, Malawi, Zâmbia, Nigéria, Gana, Tailândia, Indonésia, Filipinas, Índia e Bangladesh. “O plano é alcançar a vida de 10 milhões de pessoas até 2020”, disse ele

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http://info.abril.com.br/noticias/tecnologias-verdes/2015/07/caixa-eletronico-que-vende-agua-barata-alcanca-mais-de-100-mil-pessoas-na-africa.shtml

Apple é processada na Europa por promover o Apple Watch em buscas por “iWatch”

Como todos já estão carecas de saber, o primeiro “iProduct” lançado pela Apple foi o iMac, em 1998. A partir daí, vários “i”s se sucederam: iBook, iPod, iTunes, iSight… nem *todos* os produtos da Maçã levavam essa estrutura, mas boa parte deles sim.

Em 2007, a Apple TV começou a quebrar isso — embora tenha sido originalmente apresentada ao mundo como “iTV”. Demorou um pouquinho, mas agora estamos num momento em que quase tudo lançado pela empresa é “Apple + um termo genérico para designar o produto/serviço” — Apple Watch, Apple Music… mas é fato que, na época dos rumores sobre o relógio, todo mundo o referenciava como “iWatch”. O próprio Tim Cook chegou a se enganar e chamá-lo assim numa entrevista, pouco depois do lançamento.

Mesmo que oficialmente o nome não seja esse, a Apple sabe também que muita gente acha que o nome do produto é, de fato, “iWatch”. E ela não perdeu tempo, investindo em buscas no Google com a palavra-chave a fim de levar usuários ao site do Apple Watch. A questão é que a marca não é dela e, ao menos na Europa, uma empresa chamada Probendi resolveu ir à justiça contra a Maçã.

A pequena empresa, sediada em Dublin (Irlanda), afirma ter inclusive alertado a Apple sobre o uso da sua marca “iWatch”. Agora, com provas de que ela foi contra isso, a Probendi está em busca de até US$97 milhões em ressarcimentos. Segundo conta a Bloomberg, uma audiência do caso foi agendada para 11 de novembro.

A Probendi afirma ainda que não é meramente dona da marca, mas que tem de fato um smartwatch em desenvolvimento o qual será mais barato que o Apple Watch e rodará o sistema operacional Android Wear.

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https://macmagazine.com.br/2015/07/14/apple-e-processada-na-europa-por-promover-o-apple-watch-em-buscas-por-iwatch/

Apple patenteia método que exibe ads baseados no saldo de sua conta bancária

A Apple sempre bateu na tecla de que não possui o menor interesse em se alimentar dos dados de seus usuários para fazer negócios. Mas como diz o sábio uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa; quando há uma possibilidade real de fazer algum dinheiro com métodos que muitos não acham lá muito éticos, é certo que qualquer empresa o fará. Isso porque a missão de qualquer companhia é dar lucro, e não bancar a madre Tereza.

Por isso a notícia pode soar alarmista para alguns: hoje Cupertino registrou uma nova patente que descreve um novo sistema de e-commerce capaz de exibir anúncios aos usuários de iGadgets baseado naquilo que ele realmente pode bancar. Como? Acessando seu saldo bancário.

A patente descreve o método da seguinte forma: o sistema acessaria os dados dos cartões de crédito e débito do usuário — muito provavelmente já salvos no iPhone iPad para o uso do Apple Pay — e verificaria o saldo. A partir daí ele enviaria sugestões de itens que o mesmo teria condições de pagar sem que se endividasse; as mercadorias exibidas não poderiam ultrapassar 90% do valor do saldo, sendo os 10% restantes cobertos pelos cartões.

A patente descreve outras particularidades, como um serviço de pagamento e cobrança próprio para quem adquirir os produtos através dos ads e novos métodos de entrega física e digital. O sistema poderia inclusive influenciar o comportamento do usuário mesmo fora dos anúncios: ao entrar em uma loja online por exemplo, o algoritmo marcaria de alguma forma os itens que o usuário poderia bancar e ignorar os restantes, ou arranjá-los na tela de forma a destacar os produtos acessíveis.

O que pega nessa história toda é a posição de Tim Cook sobre a coleta e comercialização de dados do usuário. Mais de uma vez o executivo declarou que a Apple não armazena dados, nem aprova quando outras companhias vendem os dados de seus consumidores a terceiros (cofcofGoogleFacebookcofcof). Por outro lado, a Apple é uma grande empresa e como tal registrar patentes variadas é algo bem comum.

É possível que tal sistema nunca seja implementado dada a política da Apple, mas o tal algoritmo por si só é inovador por um simples motivo: hoje ads exibem o que as empresas querem vender baseados nas preferências do usuário; aqui ele exibiria anúncios somente daquilo que o mesmo pode pagar, evitando assim endividamentos desnecessários. Até porque a Apple precisa que seus fãs troquem de aparelhos todo ano.

Ainda assim, caso Cupertino mude de ideia e deseje tornar a patente realidade ela não terá muito trabalho: em 2014 foi anunciado que a Apple fechou o segundo trimestre daquele ano com quase um bilhão de cartões cadastrados em seu banco de dados, mais do que a Amazon.

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http://meiobit.com/322550/apple-patente-metodo-exibicao-ads-baseado-saldo-conta-bancaria/

Empresa do Facebook quer impedir registro de marca de startup curitibana

A startup curitibana Beenoculus, que desenvolve óculos de realidade virtual para serem usados com smartphones, entrou recentemente no radar do Facebook – mas não se trata de uma nova proposta de aquisição do gigante das redes sociais. A Oculus VR, empresa comprada por Mark Zuckerberg no ano passado, entrou com uma petição no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) para tentar impedir que os brasileiros usem o termo que dá nome à startup e ao produto comercializado desde janeiro.

A Oculus VR desenvolve o Oculus Rift, um óculos de realidade virtual apontado como um dos mais promissores desta tecnologia – o aparelho ainda não foi oficialmente lançado para o público final. O sucesso e o apelo do dispositivo entre os desenvolvedores chamou a atenção do Facebook, que comprou a empresa por US$ 2 bilhões.

A manifestação foi encaminhada pela Oculus VR ao Inpi em outubro do ano passado, depois que a empresa norte-americana tomou conhecimento do pedido de registro da marca Beenoculus pelos curitibanos, em julho. A petição foi deferida pelo instituto somente em março deste ano e, assim, a startup foi notificada para se manifestar a respeito.

Tanto a Beenoculus quanto a Oculus VR não têm ainda oficialmente o registro das suas respectivas marcas junto ao Inpi. Porém, no documento enviado ao instituto, a empresa adquirida pelo Facebook argumenta que a expressão “Oculus” é seu “maior patrimônio” e que o nome usado pela startup curitibana pode levar os usuários a se confundirem e acreditarem que se trata de um produto desenvolvido pelos norte-americanos.

A Oculus VR defende ainda que o nome Beenoculus é uma imitação ou reprodução de sua marca. “A utilização da marca Beenoculus, especialmente para os mesmos produtos, causará prejuízos à Opoente (no caso, a Oculus VR), uma vez que poderá ocorrer possibilidade de confusão, a diluição da marca ‘Oculus’, o desvio de clientela e a possibilidade de denegrimento da marca e da imagem da empresa, o que não se pode permitir”, escreve a empresa no documento enviado ao Inpi.

Controvérsia

A petição pegou os curitibanos de surpresa – não só por vir, indiretamente, de uma das mais influentes empresas de tecnologia do mundo, mas também por se opor a um produto bem diferente do criado em terras paranaenses. Ao contrário do Oculus Rift, que integra no mesmo dispositivo várias telas e hardware de ponta, o Beenoculus é uma espécie de adaptador com lentes que só funciona com o uso de um celular (que não vem incluso).

O aparelho brasileiro foi lançado oficialmente em janeiro deste ano, durante a Consumer Electronics Show (CES), em Las Vegas, e está sendo comercializado por R$ 129 no site oficial da marca. O celular é acoplado dentro do Beenoculus e as duas lentes do aparelho dão a sensação de imersão no cenário reproduzido – que pode ser o de um game ou mesmo de passeios virtuais.

“Nunca foi nossa intenção concorrer com o Rift, jamais. Eles começaram recebendo US$ 2,5 milhões por crowdfunding. Aonde a gente sonhava em concorrer com eles ou atrapalhá-los? Estamos seguindo nosso rumo, achamos um nicho de mercado e focamos nele”, afirma o fundador da Beetech e desenvolvedor do Beenoculus, José Evangelista Terrabuio Jr. A startup Beenoculus se originou da Beetech, desenvolvedora de games e aplicativos que está incubada na Incubadora Tecnológica do Tecpar (Intec).

Para Terrabuio, a startup está focada principalmente nos mercados educacional e publicitário – e não no universo gamer, principal área de atuação da Oculus VR. “Se eles forem agraciados com a marca e nós não, isso abre um precedente único no país e até no mundo. Oculus é um nome de uso genérico, se não fosse assim teríamos que fechar todas as óticas do Brasil. Chegamos à conclusão de que é apenas um escritório de advocacia tentando fazer o seu trabalho, querendo mostrar serviço”, alfineta.

Defesa

Na manifestação encaminhada ao Inpi, em resposta à petição da Oculus VR, a Beenoculus defende que o uso do prefixo “bee”, junto do termo “noculus”, já é mais do que suficiente para distinguir as marcas e evitar confusão. A startup curitibana reforça no documento que a palavra “Oculus” é de “uso genérico e comum” e é utilizado para “óculos de realidade virtual” , não podendo ser apropriado para uso exclusivo de uma única empresa.

Além disso, a Beenoculus argumenta que, foneticamente, as marcas são “absolutamente diversas” e visualmente, também não apresentam qualquer semelhança.

Terrabuio afirma que, apesar do susto inicial, todos os sócios e funcionários da startup – a equipe tem 12 pessoas no total – estão “muito tranquilos”. O Inpi não tem um prazo para se pronunciar a respeito da petição, mas a expectativa é que o instituto divulgue uma posição no início do ano que vem.

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http://www.gazetadopovo.com.br/economia/empresa-do-facebook-quer-impedir-registro-de-marca-de-startup-curitibana-eq3gk09mkiqifp1v3jqe5cwrq

40 marcas que viraram sinônimo de produto

Você já percebeu quantos produtos você conhece pela marca e não pelo produto em si?
Isso acontece devido a vários fatores: ser o primeiro no mercado, ser o único, ser o único a fazer propaganda, sua avó falar a marca por não saber o nome do produto e isso passar de geração em geração e muitos outros casos.
O fato é que em geral isso é muito bom para a marcar somente em alguns casos isso tornasse um problema.
Separamos alguns cases para você falar “nossa esse é o nome do produto”.

Se você conhece mais alguma marca que virou sinônimo de produto coloque nos comentários.

Bom Bril (esponja de lã de aço)

Não importa o quanto você esfregue, o nome Bom Bril não sai da sua cabeça e muita gente nem sabe o nome do produto. Este é o maior caso de em que a marca é mais forte que o produto. Ai você diria “isso é ótimo para a empresa”. Nem tanto.
Você conhece outro produto da marca Bom Bril? Talvez não venha nada em sua mente, mas a empresa possue uma vasta linha de produtos de limpeza geral, mas nenhum consegue ser lider em sua categoria, pois o consumidor se acostumou que Bom Bril só faz Bom Bril.

Leite Ninho (leite em pó)

Toda criança brasileira cresceu tomando aquele pó branco desidratado que milagrosamente se transformava em leite quando misturado com água. As tradicionais latas amarelas ganharam a companhia de diversas variantes, voltadas a recém-nascidos e crianças em crescimento, de acordo com a idade. A concorrência, hoje, é bem acirrada, mas ainda assim o Leite Ninho ainda é reconhecido como sinônimo de leite em pó.

Chiclete (goma de mascar)

Não importa se é um Big-Big, Trident, Ping-Pong ou Ploc: quando você vai comprar goma de mascar, sempre menciona a palavra chiclete, um aportuguesamento de Chiclets, tradicional marca do produto, vendido em coloridas caixinhas, desde 1906.

Band-Aid (curativos adesivos)

Para proteger a pele de pequenos ferimentos, um funcionário da Johnson & Johnson criou, em 1920, um curativo auto-colante, esterilizado e capaz de manter a umidade natural da pele. O envio de milhões de unidades do produto para a Europa na Segunda Guerra Mundial ajudou a popularizar o produto, que é conhecido por esse nome no Brasil, Estados Unidos, candadá e Austrália, independente do fabricante.

Gillette (lâmina de barbear)

King Camp Gillette mandou as tradicionais navalhas para a aposentadoria ao criar a lâmina de barbear descartável no fim do século XIX, muito mais barata e que qualquer um era capaz de manusear para fazer a própria barba. O sucesso foi tanto que a empresa fundada por ele se tornou uma gigante, sendo adquirida pela Procter & Gamble tempos depois. Sem contar o fato de, até hoje, Gillette ter se tornado sinônimo de lâmina de barbear em todo o mundo.

Leite Moça (leite condensado)

Ingrediente principal da mais deliciosas sobremesas da cozinha brasileira, o leite condensado da Nestlé é outro produto da empresa suíça que alçou tanta popularidade entre o consumidor que acabou virando sinônimo de leite condensado. Outras marcas conseguiram produzir leites condensados com sabor quase igual, mas o pioneirismo do Leite Condensado Moça o garante como um pilar da culinária brasileira.

Miojo (macarrão instantâneo)

O salva-vidas daqueles sem muitas habilidades culinárias ou com preguiça de fazer um jantar mais elaborado, o macarrão instantâneo (também conhecido como lámen em outros países) foi inventado no Japão por Momofuku Ado em 1958 e trazido ao Brasil logo em seguida. A popularidade foi instantânea e hoje existe Nissin Miojo de diversos sabores, fazendo a alegria de quem não quer gastar mais do que 3 minutos para preparar uma refeição.

Isopor (Poliestireno Expandido – EPS)

Não parece, mas o nome correto daquele material que embala eletrodomésticos e usado para produzir caixas térmicas é poliestireno expandido (EPS), um plástico com propriedades isolantes, resistente a impactos, leve e de baixo custo. Como ninguém anda por aí dizendo que vai por as bebidas numa caixa de poliestireno expandido, a marca Isopor acabou tornando-se sinônimo desse material tão útil.

Cotonetes (hastes flexíveis)

O produto criado para substituir os palitos envolvidos em algodão para limpar as orelhas e recolher secreções ganhou esse nome de batismo pelas mãos de seu inventor, Leo Gersternzang, para a Johnson & Johnson.

Xerox (fotocópias)

Um dos nomes de marca mais enraizados na cabeça das pessoas. Xerox pode tanto se referir à maquina que faz as cópias xerográficas como descrever o próprio ato, através do verbo xerocar.

Jet Ski (moto aquática)

A moto aquática é um meio de transporte aquático utilizado tanto em competições desportivas como para fins de lazer. O termo jet ski advém da marca registrada de equipamentos aquáticos pessoais Jet Ski, desenvolvidos e fabricados pela Kawasaki Heavy Industries. Em fevereiro de 2012 a Kawasaki, fabricante das motos-aquáticas da marca “Jet ski”, reclamou publicamente na mídia sobre o uso indevido e genérico no Brasil desse termo para se referir a todas a outras motos aquáticas de marcas diversas. A partir de então alguns veículos de mídia adotaram a prática politicamente correta de se referir a essa embarcação como “moto aquática”.

Walkman/iPod (Tocadores ou Leitores de Áudio Portáteis)

Walkman é uma marca popular de uma série de tocadores ou leitores de áudio portáteis pertencente à Sony. O termo Walkman também é utilizado para se referir a aparelhos portáteis similares de reprodução de áudio estéreo de outros fabricantes. Com sua chegada, costuma-se dizer que mudaram os hábitos musicais, uma vez que cada pessoa pode carregar e ouvir seus sons preferidos e, principalmente, sem incomodar outras pessoas. Com a criação dos reprodutores de mp3 o iPod também virou sinônimo, assim como os famosos “xing-lings” MP6, MP7, MP10, MP20…

Cândida (Água Sanitária)

Água sanitária é um composto químico de Cloro e água para limpeza e desinfecção de superfícies. É muito utilizada como agente clareador (alvejante) e possui excelente ação bactericida. No Brasil, é popularmente chamada de “cândida” em São Paulo, “Q-Boa” no Centro-Oeste e Nordeste, e “clorofina” no extremo sul do país, nomes que derivam de marcas populares do produto.

Durex (Fita Adesiva)

Fita adesiva é uma fita de pano, papel ou plástico, com uma (por vezes ambas) superfície coberta por uma substância colante, usada para juntar duas superfícies. No Brasil é comum chamar durex à fita adesiva transparente de tamanho padronizado de aproximadamente um centímetro de largura, usada para colar papel ou papelão. O nome de durex teve origem no produto fabricado pela empresa de mesmo nome no Brasil a partir de 1946, nome esse que acabou por se aplicar a todos os produtos semelhantes.

Maizena (Amido de Milho)

Amido de milho é o nome que se dá à farinha feita do milho, e usada na culinária como substituto da farinha de trigo ou para o preparo de cremes, como espessante. Usa-se também a palavra Maizena, derivada do taíno (língua indígena das Antilhas) maís, pelo espanhol maiz, significando “milho graúdo”. Até as bolachas de amido de minho são chamadas de bolachas de maizena.

Modess (Absorvente Íntimo Feminino)

Modess é uma marca de absorvente, da multinacional Johnson & Johnson. Foi a primeira linha de absorventes descartáveis a ser produzida no Brasil, em 1933.

OB  (Absorvente Íntimo Feminino interno)

Assim como o Modess, o OB também virou sinônimo para este tipo de absorvente

Yakult (Leite Fermentado)

O leite fermentado é um alimento obtido através da fermentação láctea, sendo o leite pasteurizado ou esterilizado, por fermentos próprios. Yakult é uma empresa multinacional japonesa de produtos alimentícios, cujo principal produto é o leite fermentado, muito consumido em todo mundo. O nome “Yakult” deriva de “Jahurto”, que significa iogurte em Esperanto. O nome também faz alusão a uma tribo que vivia na região da Sibéria, na Russia, e chamavam-se “Yakutes” sendo que a principal bebida consumida por este povo consistia em leite de égua fermentado.

Sucrilhos (Cereal)

O cereal em flocos, mais conhecido como Sucrilhos Kellogg’s, surgiu de experimentos com a farinha “deixada de molho”. A mascote da Kellogg’s, o Tigre Tony (Tony the Tiger), surgiu nos anos 50 e até hoje é usada nas embalagens dos produtos.

Jeep (Veículo Utilitário Esportivo)

Jeep é uma marca registada atualmente em nome da Chrysler LLC Group. O termo jipe virou sinônimo de automóveis destinados ao uso fora de estrada, ou off road, normalmente com tração nas quatro rodas. A palavra jipe é um aportuguesamento do termo em inglês jeep, derivado da pronúncia em inglês da sigla GP, que significa general purpose ou “uso geral”, embora essa não seja a origem da marca Jeep.

Danone (Iogurte)

O grupo Danone é conhecido pelos seus produtos lácteos, especialmente pelos iogurtes. É um líquido espesso, branco e levemente ácido, muito nutritivo e, por essa razão, muitas vezes é servido e mesmo vendido misturado com frutas, chocolate ou outro tipo de adoçante. Geralmente, são consumidos pelas suas características de sabor e não pelo potencial efeito benéfico nutricional ou terapêutico.

Lycra (Elastano)

A Lycra é marca registrada que identifica uma fibra sintética de grande elasticidade conhecida tecnicamente como Elastano ou Spandex. Trata-se uma fibra muito utilizada na confecção de calças, maiôs, sungas, cintas e biquínis, Fitness ou roupas de ginástica, em geral.

Pó Royal (Fermento Químico em Pó)

A história da Royal começou nos Estados Unidos em 1866 quando os irmãos Cornelius Hoagland e Joseph Hoagland, formaram uma sociedade para produzir fermento em pó. A marca expandiu-se por toda a América Latina; chegando ao Brasil em 1923 importado dos Estados Unidos.

Toddy ou Nescau (achocolatado em pó)

Os brasileiros se dividem entre essas duas marcas, mas na verdade compram uma outra que nem sabem o nome. Toddy é uma linha de achocolatados em pó fabricada pela PepsiCo. A Toddy foi fundada em 1930 pelo porto-riquenho Pedro Santiago. Nos últimos anos a marca vem se modernizando. Nescau é uma marca pertencente à Nestlé. Em 1961, a marca começou a se firmar no mercado brasileiro, com a mudança de fórmula que transformou o produto em instantâneo e enriquecido com vitaminas.

Chocolate do Padre (chocolate em pó solúvel)

Para que faz receitas sabe que o melhor chocolate para fazer bolos ou outras delícias é o do “padre”. Mas o tradicional chocolate em pó solúvel da Nestlé nem tem padre, são dois freis na embalagem.

Pyrex (Refratário de Vidro)

Pyrex é a marca comercial usada desde 1915 pela Corning Glass Works para a sua linha de recipientes em vidro borossilicatado destinada ao mercado doméstico. A popularidade desta marca e a sua dominância do mercado ao longo do século XX fez dela uma marca genérica, sinónimo deste tipo de vidro. Os primeiro Pyrex destinavam-se exclusivamente ao forno ou a conter produtos a alta temperatura, não podendo ser sujeitos diretamente à chama. Depois de uma década de investigação, em 1924 foi lançada uma linha de Pyrex resistente à chama.

Catupiry (um tipo de Requeijão)

Muito embora o Catupiry não seja um tipo de queijo, devido a sua popularidade a palavra passou a ser sinônimo de um requeijão muito cremoso, usado como complemento em variadas receitas da culinária brasileira, além de pizzas e pastéis.

Caldo Knorr (Caldo em Cubos)

Knorr é uma marca de gênero alimentício alemã de propriedade da companhia anglo-holandesa Unilever. Com vendas anuais superando € 3 bilhões, a Knorr é a marca mais vendida da Unilever. O Caldo Knorr é um condimento muito usado no preparo de várias receitas, principalmente em sopas e afogados.

Inox (Aço Inoxidável)

O aço inoxidável é uma liga de ferro e crómio que confere uma excelente resistência à corrosão. Foi descoberto por Harry Brearley e são utilizados principalmente para eletrodomésticos, pequenos utensílios domésticos, produção de peças para veículos automotores, edifícios, alimentação, produtos químicos, petróleo, fachadas e placas de sinalização visual.

Lambretta / Vespa / Scooter (Motoneta)

Lambretta foi um modelo de motoneta produzido pela Innocenti entre 1947 e 1971. A produção da Lambretta começou em 1947 na Itália, após um ano de desenvolvimento e testes do protótipo. A Lambretta foi a primeira fábrica de veículos no Brasil, saindo na frente até mesmo da indústria automobilística. Originalmente, qualquer Lambretta saía de fábrica pintada na sua maior parte de branco.
Por uns anos a Vespa foi o nome deste tipo de veículo que hoje é chamada de Scooter

Nescafé (café solúvel)

Eu não compro desta marca, mas sempre que falo que tomo café solúvel as pessoas me olham com cara de interrogação então tenho que fazer parte da maioria que diz Nescafé.

Pinho sol (desinfetante com cheiro de pinheiro)

Não adianta, banheiro tem esse cheiro e nem todo mundo compra desta marca, mas diz que compra pois pensa que este é o nome do produto.

Ray-Ban (óculos escuros)

Hoje nem tanto, mas até o final dos anos 90 quando alguém passava de óculos escuro se dizia “olha o raibam daquele cara!”

Tefal ou Teflon – revestimento antiaderente (politetrafluoroetileno);

Tefal é a marca de panelas com revestimento antiaderente conhecida com Teflon, que por sua vez também é o nome da empresa que faz este tipo de material

Veja (desengordurante multiuso)

Veja é uma espécie desengordurante para várias coisas e é fabricado pela  Reckitt Benckiser.

Pão Pullman (pão de forma)

Sim esses pães também tem um nome específico e não é Pullman.

Comfort (amaciante de roupas)

Mesmo que você não tenha lavado roupas você sempre sentiu aquele cheirinho de Comfort na roupa.

Ades (suco de soja)

Apesar de ultimamente ele estar nas mídias por estar com problemas na composição, mas a marca é forte e ajudou a tornar popular produtos a base de soja.

Danette (iogurte de chocolate)

Ou é Danone se for de qualquer outro sabor ou é Danette se for de chocolate.

iPhone / Android (celular tipo smartphone)

Tudo bem que se você for comprar um smartphone da Apple ele realmente é um iPhone. Mas a quantidade de pessoas que dizem que compram um Android quando compram um smartphone de qualquer outra marca é muito grande, mesmo que ele não seja Android.

fonte

http://www.assuntoscriativos.com.br/2013/06/40-marcas-que-viraram-sinonimo-de.html#.VaO-3vlxiBE

Dupla de brasileiros desenvolve um carregador portátil abastecido pelo joelho

Ainda são raros – se não inexistentes – os smartphones com baterias que aguentam um dia inteiro de uso intenso. Por isso, não é tão incomum ver alguém “preso” à tomada, usando o celular enquanto o dispositivo recupera a carga. Para fugir dessa “prisão”, alguns usuários já recorrem aos carregadores portáteis. Outros, por sua vez, preferem pensar em métodos diferentes para solucionar esse problema, como foi o caso dos primos Rodrigo Sampaio e Carlos Eduardo Dias.

Os dois cariocas são responsáveis por criar o que batizaram de Projeto Ônix, um carregador de celulares movido a joelho. Ou melhor, abastecido pela energia cinética gerada pelo movimento de “ida e volta” que a articulação faz quando se dobra, durante uma caminhada ou uma corrida, como explicou Sampaio em conversa com INFO.

“A ideia surgiu justamente desse pensamento de não ficar preso à tomada”, disse o jovem de 20 anos, técnico em mecatrônica e futuro estudante de engenharia. Seu primo Dias, por sua vez, é quatro anos mais novo e estuda em um curso técnico de eletrônica.

Hoje em seu quarto protótipo, o projeto consiste de uma espécie de armadura, de um gerador e de um power bank, um nome um pouco mais moderno para as baterias externas. E o funcionamento é simples: o suporte ajustável mantém a usina portátil presa ao joelho, de forma que ela consegue aproveitar o movimento da articulação para gerar energia cinética e abastecer a bateria. Em resumo, o gadget transforma a parte do corpo em fonte e tomada.

Foto por: Divulgação / Rodrigo Sampaio

A articulação do meio da perna não é a única que pode ser usada para gerar energia. Ela é a mais eficiente nisso por se dobrar com mais frequência, mas Sampaio ressalta que, se o usuário quiser, pode acoplar o Ônix no cotovelo, por exemplo. Assim, é possível recarregar o celular durante um exercício de levantamento de peso ou algo semelhante.

A bateria que faz parte do projeto é capaz de armazenar até 9 000 mAh, o que, em teoria e desconsiderando a tradicional perda de energia, é suficiente para recarregar a maioria dos smartphones atuais três vezes. Essa carga toda é alcançada com duas horas e meia a três horas de caminhada, mas quinze minutos de um passeio já são suficientes para ao menos trazer o aparelho de volta à vida. Bem útil em emergências.

Sampaio explicou que o Ônix ainda precisa de alguns ajustes, e a ideia é buscar investidores para levar o projeto adiante e colocá-lo no mercado. Se a dupla receber algum dinheiro já neste ano, o plano é lançar o dispositivo em 2016.

fonte

http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/2015/07/dupla-de-brasileiros-desenvolve-um-carregador-abastecido-pelo-joelho.shtml