O significado do logotipo de algumas empresas

Para um logotipo atender aos seus objetivos, deve-se considerar:

» O público (seus valores, seu estilo, sua percepção da sua empresa e da concorrência, suas aspirações);
»  A concorrência (como ela se expressa, como é percebida);
» A própria empresa (seus produtos/serviços, seus diferenciais, seus valores, sua visão de futuro).

Entre outras coisas, deve-se buscar uma imagem diferenciada e que seja valorizada pelo público.
Se formos pela “moda” e não seguirmos nada disso, 
não fortalecemos a marca.

Alguns exemplos 

 

Parece só o nome da empresa escrito de forma estilosa, mas o VA é o sinal analógico e o IO significa a linguagem binária dos computadores (representado pelos números 0 e 1).

 

Você já chegou a reparar que entre o E e o X existe uma seta, que denota Velocidade.

 

A seta laranja não é apenas um sorriso, sugestiona que na Amazon você acha tudo, de A a Z.

 

Site para compra de fonts, reparem que o My forma uma mão (personalidade).

 

Salgadinho de Tortilha, reparem nos dois Ts festivos, o salgadinho e o molho entre eles.

 

O golfista forma o rosto do guerreiro e o balançar da tacada forma a cabeleira dos elmos.

 

Joalheira novaiorquina chamada Snooty Peacock, reparem no pavão formado pelo rosto da mulher.

 

O logo da ONG em prol da África tem à primeira vista só o mapa do continente, mas depois percebe-se uma criança e uma mulher se olhando.

 

O logo do zoológico do Bronx tem nas pernas das girafas as figuras de prédios,
natureza no meio da cidade.

 

Companhia área que tem entre as iniciais de suas letras, o desenho de uma avião.
Alguns elementos podem não ser notados, 
mas seu subconsciente certamente sentirá.
É aí que reside os poderes das cores, de alguns significados intrínsecos ao ser humano,
e de algum elemento com significado mais sutil.

Cuidados

99% das vezes o Logotipo é utilizado em pequenos tamanhos, então não se impressione muito quando seu Designer aparecer com uma bela e vistosa apresentação. Ele também deve “funcionar” em P&B, para ser aplicado em notas fiscais, e-mails que serão impressos, etc.
A substituição de um Logotipo ou sua Atualização vem sempre acompanhada de outros gastos, nem todos seus documentos ou publicidades podem esperar até que sejam substituídos gradativamente.
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10 empresas que mudaram seus logos em 2014

Com mudanças sutis ou drásticas, várias marcas renovaram seu logotipo.

Podem ser várias as razões que levam uma empresa a decidir alterar seu logotipo, pode ser apenas uma atualização estética, uma adequação ao uso, uma alteração na proposta ou uma mudança estratégica. Por isso mesmo é difícil avaliar o resultado, depende, e muito, do que se pretende alcançar.

Veja a seguir 10 exemplos de marcas que se repaginaram durante o ano.

 O Redesign do logotipo da Volvo é uma versão mais simples e limpa.
A Bacardí preferiu a tradição para a marca que tem 150 anos, trocou a fonte e mudou o desenho do morcego, que ficou menor e mais realista.
O logotipo do Airbnb que tinha inspiração nos colchões de ar, agora é totalmente diferente – mudou a cor, fonte e símbolo. Muita gente criticou por achar que tenha conotação sexual.
O antigo logo da cadeia de restaurantes Olive Garden, realista e cheio de detalhes, agora adota um desenho mais simples. Muita gente criticou por achá-lo muito genérico.

 

A antiga logomarca da Hershey, que trazia uma imagem realista do chocolate. Recbeu um desenho bem mais simples.

 

A Netflix inverteu a fundo e as letras, agora são letras vermelhas sobre fundo claro. As fontes foram redimensionadas e foi retirado o sombreamento.

 

Após a empresa criar o aplicativo Swarm e mudar a proposta do Foursquare, o app ganhou novas cores e identidade.

 

Mantendo as cores clássicas preto e laranja, o novo logo recebeu um traçado e retirou o sextavado, o “e comercial” (ampersand) foi substituido pelo sinal de mais para unir os dois nomes.
 O novo logotipo da Reebok em nada lembra o antigo, com nova fonte e novo símbolo.
Mudanças sutis no logotipo da Visa: azul mais escuro com degradê, sem amarelo.
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Schincariol pode continuar usando o nome “Itubaína” em refrigerante

A 2ª câmara Reservada de Direito Empresarial do TJ/SP, por maioria, negou apelação da Ferráspari Indústria e Comércio, que por ser titular da marca “Turbaína” pretendia que a Schincariol deixasse de usar o nome em seu refrigerante.

A Ferráspari apelou ao Tribunal contra decisão de 1ª instância, que pronunciou a prescrição da pretensão e extinguiu o feito com resolução de mérito. Na ocasião, a juíza de Direito Vanessa Velloso Silva Sad, da 3ª vara Cível de Itu, entendeu estar prescrita a pretensão tendo em vista o longo decurso de prazo desde a primeira violação do direito marcário e o ajuizamento da presente ação. Mas a Ferráspari alega que a pretensão não estaria prescrita, pois se renovaria a cada nova violação da marca.

A fabricante ainda ressaltou que a Schincariol utiliza indevidamente a marca sem autorização e, desta forma, deve indenizá-la materialmente de forma a remunerá-la pela utilização indevida. De acordo com a Ferráspari, o que a ação seria de cobrança e não indenizatória para recomposição do dano. “Ainda que se admitisse a hipótese de prescrição, inexistiria prova quanto à data da primeira violação e somente a pretensão à reparação das violações anteriores a 05 anos estaria prescrita.”

No entanto, o relator do caso, desembargador Tasso Duarte de Melo, entendeu que a sentença bem analisou o caso e deve ser mantida na íntegra. “A alegação da Apelante de que sua pretensão seria de cobrança, e não indenizatória, não merece maior consideração, já que restou suficientemente provado que a apelada produz o refrigerante “Itubaína Schincariol” desde 1954. Logo, o grande lapso temporal entre a primeira violação e o ajuizamento desta ação supera a discussão.”

De acordo com os autos, a Ferráspari é titular da marca “Turbaína” desde 1938, para assinalar “doces em geral” e desde 1953 para assinalar “refrescos”.

Para o desembargador Duarte de Melo, mesmo que superada a prescrição, no mérito “melhor sorte não assistiria a apelante, por se tratar de hipótese de degenerescência da marca, já que os consumidores identificam o gênero do produto – no caso refrigerante aroma tuti-fruti – pela marca de um dos fabricantes e, pelo uso costumeiro, popularizam a expressão”.

“A ampla notoriedade da marca, somada à vulgarização da expressão como referência de determinado gênero de produto, acarreta a perda da distintividade e, via de consequência, afasta a proteção individual do direito marcário.”

Também participaram do julgamento os desembargadores José Reynaldo, Ramon Mateo Júnior e Araldo Telles

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http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI213564,21048-Schincariol+pode+continuar+usando+o+nome+Turbaina+em+refrigerante

Viação Urubupungá vence disputa por registro de marca com a United Airlines

Mesmos que duas marcas sejam semelhantes, se os serviços por ela prestados são distintos, não sendo possível qualquer confusão por parte do consumidor, não há ilegalidade no registro de ambas no Instituto Nacional de Propriedade Privada (INPI).

Seguindo esse entendimento a 2ª Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região anulou a sentença da primeira instância que decretava a nulidade do registro da marca da Auto Viação Urubupungá. O registro havia sido questionado pela empresa aérea americana United Airlines.

A companhia aérea alegou que a semelhança entre as duas marcas poderia causar confusão nos consumidores e, por ter registrado a marca primeiro, a da Viação Urubupungá deveria ser anulada. O pedido foi feito em 2001 quando a companhia aérea ainda utilizava como marca a letra U de forma estilizada — desde 2010, a marca da companhia remete a um globo terrestre.

Em sua defesa, ​a empresa de transporte rodoviário faz viagens municipais e intermunicipais no noroeste da capital paulista afirmou que existe desde fevereiro de 1977 e há pelo menos 30 anos já utilizava a marca. Entretanto, seu registro foi feito somente em setembro de 1997 e aprovado em julho de 2000.

O INPI suspendeu a marca da empresa brasileira depois de concluir que havia semelhança entre as marcas e que ambas atuam no mesmo segmento, o transporte de passageiros. A decisão do INPI foi mantida em primeira instância, o que levou a Viação Urubupungá a recorrer ao TRF-2.

Ao analisar o recurso, o desembargador federal Messod Azulay Neto, relator, deu razão à empresa brasileira. Segundo ele, as marcas da Auto Viação Urubupungá e da United Airlines não se confundem, tanto entre os elementos e formas, quanto pelos serviços, tendo em vista que a empresa americana opera no transporte aéreo e a brasileira atua no mercado rodoviário.

“Não parecendo evidente, de outro lado, que o mercado de transporte aéreo possa concorrer com o rodoviário, ou vice-versa, por se tratar de setores substitutivos um do outro, fazendo com que o consumidor tenha uma percepção bem definida dos serviços e sua origem” afirmou o desembargador.

O relator explicou ainda que o direito à propriedade industrial tem por finalidade coibir os atos de concorrência desleal e a possibilidade de o consumidor ser induzido a erro. O voto do relator foi seguido pela maioria dos integrantes da 2ª Turma Especializada. Com informações da Assessoria de Imprensa do TRF-2.

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http://www.conjur.com.br/2015-jan-27/viacao-urubupunga-vence-disputa-marca-united-airlines

A inconfundível caixa amarela – Maizena

maizena

No século 19, o amido de milho era usado basicamente para engomar tecidos. Os resultados com o pó grosseiro, no entanto, não eram muito bons. Dois ingleses, William Brown e John Polson, fundaram uma refinaria e chegaram a um processo que resultava num ótimo amido para as tecelagens e lavanderias domésticas. Em 1842, nos Estados Unidos, Thomas Kingsford passava por situação semelhante. Funcionário de uma refinaria de milho, ele desenvolveu uma forma para tornar o processo de extração de amido mais simples, e abriu uma fábrica para produzir farinha do seu jeito. O amido de milho Kingsford servia, a princípio, às indústrias que precisavam de goma, mas também começou a ter uso culinário, em receitas de mingau. Em 1855, um dos funcionários de Kingsford, Wright Duryea, também resolveu empreender. Ele criou a Duryea Starch Works, cujo carro-chefe era o amido de milho Maizena (o nome vem de maiz, milho em espanhol). O produto era acondicionado em uma caixa amarela de papel cartão, e logo se tornou um sucesso. A inconfundível embalagem é praticamente a mesma até hoje, e traz o desenho de índios norte-americanos da tribo Sioux colhendo o milho, extraindo o amido e fazendo mingau. O amarelo da caixa faz referência ao milho.

Em 1906, as empresas de Duryea e Kingsford passaram a integrar o grupo norte-americano Corn Products Refining Company, mais tarde apenas Corn Products Company (CPC), que foi adquirida pela Unilever.

http://almanaque.blog.br/2015/01/a-inconfundivel-caixa-amarela/

Cientista desenvolve acidentalmente óculos que corrige daltonismo

Foi durante uma partida de frisbee com um amigo, em Santa Cruz (EUA), que o engenheiro de materiais Don McPherson descobriu, sem querer, que uma de suas criações era capaz de corrigir a percepção de cores de daltônicos, como conta reportagem publicada no site “Smithsonian.com”.

McPherson é especialista em pesquisa de lentes e, no momento da partida, usava um óculos que havia desenvolvido para médicos utilizarem em cirurgias a laser. O objeto permitia aos cirurgiões diferenciar claramente o sangue dos tecidos durante seus procedimentos, porque as lentes eram capazes de absorver grande quantidade de luz. Por causa do efeito das lentes na visão e devido ao design atraente que os óculos possuíam, tanto cirurgiões quanto o próprio McPherson começaram a usar os óculos fora do ambiente de trabalho, substituindo os óculos de sol. “As lentes faziam com que todas as cores parecessem incrivelmente saturadas. Faziam o mundo parecer muito brilhante”, diz.

Durante o tal jogo, em uma tarde do ano de 2005, o amigo de McPherson, que tem daltonismo, pediu os óculos emprestados, por mera curiosidade. Ao colocá-los no rosto, espantou-se com o que viu. “Consigo enxergar os cones!”, disse, referindo-se aos cones de trânsito laranjas que estavam  na rua. Pela primeira vez, ele conseguia distinguir as cores do cone das cores da grama e do concreto ao redor.
O oftalmologista do Cema Hospital Especializado de São Paulo, Leonardo Marculino, afirmou que, apesar de não conhecer a tecnologia, ela deve ajudar quem tem graus leves da doença. “Nos casos mais leves, o paciente ainda consegue identificar que tal cor é tal cor, pela repetição, mesmo vendo uma cor diferente. Por isso, se certos filtros forem usados, provavelmente ele conseguirá ver a cor correta”, explicou. Marculino acredita que em níveis mais graves, a técnica não surtiria efeito. “Nesses casos, os pacientes enxergam cores diferentes a todo momento. Uma hora ele acha que é vermelho, outra hora verde, outra marrom. Não há um padrão, então não há como corrigir”, diz.

Diante do deslumbramento do amigo com os óculos no rosto, a conclusão de McPherson foi rápida. As mesmas lentes usadas para absorver as cores do raio laser poderiam ser usadas para outro propósito: corrigir a luz para que daltônicos pudessem enxergar cores. Eureca!

Após a descoberta, ele começou a pesquisar o daltonismo, algo sobre o qual sabia muito pouco. O passo seguinte foi conseguir uma autorização de institutos nacionais de saúde dos EUA para a realização de testes clínicos. Hoje, McPherson e dois colegas, Tony Dykes e Andrew Schmeder, possuem uma empresa especializada na fabricação desses óculos, a EnChroma Labs, que agora produz lentes de policarbonato entre US$ 325 a US$ 450 (R$ 936 a R$ 1.746). Os criadores afirmam que estão constantemente experimentando novas interações.

Como funciona a ‘mágica’

McPherson explica que todas as pessoas têm três tipos de fotoreceptores nos olhos, também conhecidos como cones, que são sensíveis ao azul, verde e vermelho. O azul opera de forma relativamente independente, enquanto os cones vermelhos e verdes podem se sobrepor, o que afetaria a percepção de certas cores.

Por exemplo, se 10 fótons (partículas de radiação eletromagnética, o que inclui a luz) sensibilizam o cone vermelho e 100, o cone verde, o objeto visto parece mais verde. Já no caso de um número igual de fótons alcançar os cones vermelhos e verdes, a cor percebida seria amarelo. Um problema surge quando a percepção dos cones de vermelho-verde se sobrepõe em demasia, situação que é verificada em 99% dos casos de daltonismo. Assim, num cenário de cores próximas, em vez de amarelo, o indivíduo percebe pouca ou nenhuma cor.

A tecnologia dos óculos desenvolvidos por McPherson funciona através da colocação de uma banda de absorção nas lentes que captura a luz, deixando passar apenas o suficiente para sensibilizar os fotoreceptores e corrigir defeitos na visão. Alguns usuários em quem os óculos funcionam descrevem a mudança representada pelo uso das lentes. “É muito estranho ver as coisas de forma diferente, pela primeira vez em 45 anos. Estou ansioso para ver o meu primeiro arco-íris”, diz Marc Drucker, um dos clientes da marca. Porém, o recurso foi capaz de resolver o problema na visão de cerca de 80% dos clientes.

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http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2015/03/05/cientista-desenvolve-acidentalmente-oculos-que-corrige-daltonismo.htm

A Origem das Marcas – Nissin Miojo

 

Rápido, prático, barato e substancioso. Quando Marco Pólo esteve na China, no século XII, já comiam o tal do la-mein. No século XVII o samurai japonês Mitsukuni Tokugawa provou e aprovou o prato e o levou para o xógun, que resolveu mantê-lo como privilégio da elite japonesa. Mas o produto se popularizou depois que a NISSIN lançou o macarrão instantâneo, popularmente conhecido entre nós brasileiros como MIOJO. Há mais de cinquenta anos NISSIN MIOJO é um dos curingas de quem tem fome e pressa, e trunfo culinário dos solteiros, sendo sinônimo de praticidade e rapidez.
A história
A história da empresa tem início em um Japão completamente devastado pela Segunda Guerra Mundial, onde o país vivia um racionamento e a população enfrentava enormes filas para comprar alimentos. Foi neste cenário, exatamente no dia 4 de setembro de 1948, que o Senhor Momofuku Ando, nascido em Taiwan quando ainda era uma possessão japonesa, começou uma pequena e humilde empresa familiar chamada Nissin Shokuhin na cidade de Ikeda, especializada na fabricação de alimentos. Disposto à acabar, ou pelos menos minimizar a fome no período do pós-guerra, ele nunca desistiu de criar um alimento que todos pudessem consumir. Para chegar ao produto de seus sonhos ele estabeleceu, desde o início, cinco condições: que fosse, pelo gosto, do agrado das pessoas; que trouxesse conveniência em todos os sentidos, muito especialmente em termos de acesso e preparação; que pudesse ser guardado por um longo tempo; que fosse saudável; e que coubesse no bolso da maioria das pessoas, muito especialmente, dos mais pobres.
Somente uma década depois, no dia 25 de agosto de 1958, após meses de tentativas e erros em sua cozinha, Ando anunciou que, finalmente, aperfeiçoara o seu método de “fritura-relâmpago” que levou à invenção do lámen instantâneo (macarrão), que dispensava um cozimento demorado e o escorrimento da massa, e vinha com um preparado em pó para fazer o caldo através da simples dissolução em água quente por apenas 3 minutos. Foi então que introduziu no mercado o“Chikin Ramen”, no sabor galinha, primeiro macarrão instantâneo que o mundo tinha conhecimento, popularmente conhecido no Brasil como MIOJO.
Ele teve a ideia de criar o macarrão instantâneo ao perceber uma enorme fila de pessoas famintas diante de uma vitrine de sopas de fios de massa, considerado na época um item de luxo nos restaurantes japoneses, conhecidos como “Casas de Ramen”. Para ele, o fim da fome no mundo significaria também o término das guerras. Com um custo de 1/6 do macarrão fresco, o senhor Momofuku criou um novo conceito de alimento, com um método novo e revolucionário: retirar o macarrão da embalagem, colocá-lo dentro de uma tigela, adicionar água quente, tampar e esperar por 3 minutos. O novo produto era ideal para a combalida economia japonesa: barato, nutritivo, prático e gostoso. O macarrão instantâneo vendeu além das melhores expectativas planejadas por ele e a partir daí, mercearias encheram suas prateleiras com essa novidade da cozinha japonesa. Em menos de um ano, a produção diária do novo produto cresceu de 300 para 6 mil porções.
A década de 70 tem início com a instalação de uma subsidiária nos Estados Unidos para vender o famoso macarrão instantâneo, comercializado no mercado americano com o nome de TOP RAMEN. Pouco depois, em 1971, utilizando técnicas de liofização (processo de desidratação) dos alimentos, aperfeiçoando o sabor do produto e reformulando a embalagem, lançou no mercado um produto revolucionário: o kappu nuudoru (mais conhecido como lámen no copo), que permitia o consumo do produto na própria embalagem. A partir de então, bastava abrir a embalagem, colocar água quente, esperar 3 minutos, dar uma mexidinha e comer. Ou seja: para ter uma refeição saborosa bastava água quente, garfo ou palitinho. Devido aos preços baixos e ao fácil e rápido preparo, o CUP NOODLES, nome que o produto adotou no mercado americano, fez tanto sucesso que passou a ser vendido ao redor do mundo. A embalagem do CUP NOODLES foi projetada por Takeshi Otaka e seu design não mudou desde então.
Nos anos seguintes a NISSIN introduziu no mercado inúmeros tipos de macarrão instantâneo, além de uma infinidade de sabores, que variam dependendo do país onde é comercializado. Um exemplo disso ocorreu em 1995, quando foi lançado o NISSIN Spa-O, um macarrão instantâneo tipo espaguete. Consciente da importância da marca, o senhor Ando criou e inaugurou o INSTANT RAMEN MUSEUM na cidade de Ikeda, próximo de Osaka, em novembro de 1999, para imortalizar a história do macarrão instantâneo, detalhando todos os momentos que antecederam sua criação. O fundador da empresa, apelidado de “rei dos macarrões”, permaneceu ativo até sua morte no dia 5 de janeiro de 2007. Um exemplo foi sua aparição na televisão para promover uma versão do CUP NOODLES com embalagem a vácuo desenvolvido para alimentar os astronautas do ônibus espacial americano Discovery, especialmente o japonês Shoichi Noguchi, em 2005.
Uma infinidade de sabores
Com a popularização do macarrão instantâneo da NISSIN pelo mundo através dos anos, muitos sabores foram criados para agradar ao paladar de determinados povos. No mercado americano existe mais de 20 sabores, entre eles camarão, bife, bacon e apimentado. No Brasil muitos sabores são tipicamente regionais como galinha caipira, frango com requeijão, bolonhesa e até carne de sol. No Japão são fabricados mais de 200 tipos de Lámen e 864 de Cup Lámen. Entre os inúmeros sabores disponíveis na “Terra do Sol Nascente” existe o de frutos do mar, galinha brasileira, curry, chilli com tomate, creme de galinha, entre outros.
A evolução visual
A palavra NISSIN é estampada em branco sobre fundo vermelho, passando a ideia de saúde e higiene. O logotipo está inserido em um semicírculo vermelho que traz três significados básicos: o primeiro é que o semicírculo representa a metade do mundo, indicando a postura internacional da NISSIN. O segundo, uma analogia a um sorriso, simbolizando a felicidade que a empresa pretende proporcionar. E o terceiro é o significado mais simples do semicírculo, ele se parece com uma tigela, recipiente utilizado para servir o macarrão instantâneo em seu país de origem, o Japão. Apesar de manter as características originais, a identidade visual da marca passou por uma alteração praticamente imperceptível: adotou uma nova tipografia de letra.
O conjunto da logomarca, agregando o tradicional nome MIOJO, é a marca registrada da empresa pioneira em fabricação de macarrão instantâneo somente no mercado brasileiro. O macarrão instantâneo foi inicialmente comercializado no Brasil com a marca MIOJO e se tornou sinônimo de uma categoria de produto para a maioria dos brasileiros.

Os slogans 
Nissin Miojo sempre com você. (2012)
Tamo Junto. (Nissin Cup Noodles)
Nada é igual a Nissin. Porque só a Nissin é o verdadeiro miojo.

Dados corporativos 
● Origem: Japão
● Fundação: 4 de setembro de 1948
● Fundador: Momofuku Ando 
● Sede mundial: Tóquio, Japão 
● Proprietário da marca: Nissin Food Holdings Company 
● Capital aberto: Sim (1963)
● CEO & Presidente: Koki Ando 
● Faturamento: US$ 3.93 bilhões (2012)
● Lucro: US$ 193.8 milhões (2012)
● Valor de mercado: US$ 5 bilhões (maio/2013)
● Fábricas: 29
● Presença global: 50 países 
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 7.700 
● Segmento: Alimentos 
● Principais produtos: Macarrão instantâneo 
● Concorrentes diretos: Maggi, Dona Benta, Renata, Adria e Piraquê 
● Ícones: O Miojo
● Slogan: Nissin Miojo sempre com você. 
● Website: www.nissin.com.br

A marca no Brasil
No Brasil, o macarrão instantâneo chegou em 1965 através de um pequeno empresário chinês que havia conhecido o produto no Japão e passou a produzi-lo em São Paulo com a marca MIOJO (que significa “estrela brilhante”). Alguns anos depois, a japonesa NISSIN decidiu operar no Brasil, comprou a MIOJO, construiu uma fábrica em Ibiúna, mas resolveu continuar usando a marca local, devido ao forte apelo que o nome já possuía entre os consumidores. Hoje os investimentos realizados pela joint venture NISSIN/Ajinomoto (a NISSIN é especializada nas massas e a Ajinomoto em sabores), consolidaram esse produto como líder no segmento de macarrão instantâneo, que são produzidos com a máxima higiene, ingredientes selecionados e processo totalmente automatizado. Em 1997 a empresa passou a comercializar nacionalmente o produto CUP NOODLES (macarrão instantâneo no copo), importado da NISSIN dos Estados Unidos e sucesso no mundo inteiro, que por sua praticidade é um produto ideal para ser consumido em qualquer lugar. Hoje em dia essa linha oferece 8 opções de sabores, entre os quais, vegetais, costela com molho de churrasco, carne, camarão e queijo.
Nos últimos anos a NISSIN diversificou e expandiu sua linha de produtos com lançamentos inovadores e saborosos, como por exemplo: NISSIN LÁMEN CREMOSO (macarrão instantâneo preparado com menos água para ficar com consistência cremosa, envolvendo toda a massa);NISSIN LÁMEN HOT (macarrão instantâneo com tempero apimentado), introduzido em 2006;NISSIN LÁMEN LIGHT (contém muito sabor e poucas calorias); NISSIN LÁMEN TURMA DA MÔNICA (macarrão instantâneo, vitaminado e com tempero suave, desenvolvido para um público infantil); NISSIN NOSSO SABOR (macarrão instantâneo com a combinação de sabores regionais, como por exemplo, galinha ensopada e carne de sol), introduzido em 2007; NISSIN TALHARIM (macarrão instantâneo do tipo talharim com molhos deliciosos); NISSIN YAKISSOBA (macarrão instantâneo desenvolvido especialmente para quem aprecia os temperos da culinária oriental); e NISSIN MAIS (macarrão instantâneo com pedaços de vegetais), introduzido em 2011.
Mais recentemente a empresa inaugurou a segunda fábrica no país, localizada em Glória do Goitá, Pernambuco, para atender as crescentes demandas das regiões norte e nordeste. A fábrica, com suas duas linhas de produção ativas, possui capacidade para 600 pacotinhos de macarrão instantâneo por minuto. A unidade pode chegar a seis linhas, dependendo da demanda. Hoje existem no mercado brasileiro mais de 25 sabores em diversas linhas, desde os tradicionais lámen de carne, galinha, bacon e camarão até os sabores regionais, como carne de sol, galinha ensopada, picanha, queijo coalho e caldo de feijão.
A marca no mundo
Atualmente a enorme linha de macarrão instantâneo da NISSIN, fabricada em mais de 10 países, é vendidas em outros 50, com forte presença no Brasil, Estados Unidos, Coréia do Sul, Tailândia, Filipinas, Índia, China, Alemanha, além do Japão. A NISSIN, número um do mercado de macarrão instantâneo no mundo, vende aproximadamente 100 bilhões de pacotes de macarrão por ano.
Você sabia?
● Os produtos NISSIN possuem fios longos de macarrão que são ondulados para facilitar o manuseio do produto e para que os mesmos não se quebrem.
● A origem da palavra Lámen vem de La (massa esticada/estirada) e Men (macarrão, ou seja, macarrão com fios longos, estirados).
● O jornal New York Times publicou em 2007 o editorial Mr. Noodle em homenagem a Ando, reafirmando que o macarrão instantâneo foi uma das principais invenções japonesas do pós-guerra, junto com o Walkman da Sony e o Civic da Honda.
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Xiaomi, líder de celular na China, põe Brasil na mira

A Xiaomi Corp. reafirmou a disposição da jovem empresa chinesa de tecnologia em levar seus telefones de baixo custo para o Brasil, Rússia e outros países do Sudeste Asiático. Sucesso de vendas na China, a companhia quer encontrar consumidores como o chinês Gong Huaipeng em outras partes do globo.
Gong, funcionário de uma usina de energia que vive na cidade de Jinan e tem 28 anos, já comprou todos os modelos de smartphone da Xiaomi desde que ela começou a vendê-los, há quatro anos. Ele estava em Pequim na semana passada para participar pela primeira vez de um evento de lançamento da empresa, no qual foi apresentado um aparelho maior, que parece ter como alvo o novo modelo do iPhone, da Apple Inc.
Para conseguir um dos 1.100 lugares disponibilizados para os fãs a um custo de US$ 16 cada, Gong grudou em seu computador esperando a venda dos ingressos começar. “Eu realmente admiro Lei por sua inovação”, diz Gong, referindo-se a Lei Jun, o fundador e presidente do conselho de administração da empresa. “Eu admiro a forma como ele pensa.”
A calorosa base de fãs chineses da Xiaomi ajudou a empresa a superar a Samsung, a Apple e outras rivais globais e se tornar a maior vendedora de smartphones da China, segundo a consultora de tecnologia IDC. O diretor-superintende da Xiaomi, Bin Lin, disse em entrevista ao The Wall Street Journal que a empresa pode replicar esse modelo em outros países, como Brasil e Rússia.
“Estamos muito felizes por termos pego carona na curva de crescimento dos smartphones na China”, diz ele. “Certamente, muitos países em desenvolvimento estão acompanhando o que aconteceu na China.”
A Xiaomi enfrenta uma série de desafios neste ano em sua campanha de expansão. No exterior, questões sobre patentes são um problema cada vez maior, à medida que a Xiaomi cresce. As vendas de smartphones da empresa foram temporariamente suspensas no mês passado na Índia devido a um caso de violação de patente aberto pela Ericsson, embora o embargo tenha sido suspenso depois. “A questão das patentes não vai desaparecer”, diz Lin. De acordo com o executivo, a Xiaomi entrou com 2.300 pedidos de aplicação de patentes em todo o mundo no ano passado e continuará voltada para a construção de seu portfólio de patentes.
Um segundo desafio é se a Xiaomi vai encontrar nos mercados internacionais o tipo de fãs devotados que gerou seu crescimento na China — fãs tão ardorosos que enviam presentes artesanais para Lei em datas comemorativas e ajudam a promover a empresa em fóruns públicos.
Li diz que acredita que a Xiaomi fará sucesso em outros mercados emergentes se ela continuar a oferecer preços baixos e a engajar os usuários nas redes sociais. A empresa também planeja investir em empresas jovens na Índia para auxiliar no crescimento lá.
“Nós não aumentamos a nossa base de fãs deliberadamente e, na verdade, você não consegue fazer isso”, diz ele. “Os fãs vêm por razões simples, e uma delas é que os produtos são muito atraentes.”
Na China, a Xiaomi precisará defender seu mercado porque as concorrentes começam a imitar seu modelo de vendas on-line.
A Xiaomi também dá crédito aos consumidores por seu sucesso, já que ela coleta entre eles feedback sobre a sua interface do usuário, a MIUI, que é atualizada semanalmente. O fórum on-line da Xiaomi tem cerca de 10 milhões de usuários registrados e 50 funcionários trabalham em tempo integral para atender às dúvidas dos consumidores apenas nas redes sociais, diz um porta-voz.

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http://br.wsj.com/articles/SB10083468024828034148604580407930942368138

Dupla de brasileiros cria marca de picolés feitos de fruta de verdade

ndo na contramão da moda de gourmetizar os alimentos a todo custo, uma nova marca de picolés investe apenas em frutas de verdade para compor seu sabor. Sem corantes, sem açúcar, sem gordura vegetal e sem nenhum traço de pastas saborizantes. Venha conhecer o Naked (“Nu”, em português).

A inovação promete ser uma alternativa saudável para os apreciadores dos picolés, sendo composta apenas por frutas e uma boa dose de água de coco. Quando estavam na praia vendo várias marcas de picolés se descreverem como saudáveis, uma luzinha acendeu na cabeça dos amigos Rafael Cipolla e Tiago Godoy: criar uma marca que correspondesse a essa ideia.

A Naked ainda não conta com pontos de venda, mas seus produtos podem ser comprados por encomenda pelo e-mail getnaked@sorvetenaked.com.br, por um valor unitário de R$ 8 e as entregas são feitas às sextas-feiras em toda a grande São Paulo. Em breve, os picolés naturais devem dar as caras também em feiras gastronômicas e lojas de produtos naturais.

Por enquanto, vale a pena se deliciar com o visual do picolé, que é de dar água na boca.

 

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http://www.hypeness.com.br/2015/03/dupla-cria-picole-feito-de-fruta-de-verdade/

Alog e Equinix: marca única no Brasil

A Equinix, empresa de interconexão global de data centers, anuncia a fusão total de marca com a Alog. A partir de agora, a companhia brasileira passa a utilizar o nome e a identidade da Equinix localmente em seus data centers e razão social.

Os materiais promocionais da Alog, website e as redes sociais da empresa também mudarão para Equinix e todos os novos serviços oferecidos pela multinacional serão incorporados ao portfólio local.“A relevância da Alog no mercado brasileiro e o seu modelo de negócios complementar ao da Equinix foram fundamentais para que entrássemos na América Latina. Após anos de parceria e com a aquisição completa, a empresa está alinhada com as nossas expectativas, por isso o próximo passo é concluir a fusão a partir da unificação das marcas”, afirma Karl Strohmeyer, presidente da Equinix para as Américas.

Com isso, a Equinix passa a oferecer no Brasil, além de novas soluções, benefícios inéditos para as companhias brasileiras, como a capacidade de se conectar a cerca de 4,8 mil empresas em mais de 100 sites nos cinco continentes e em 33 mercados estratégicos.

Além disso, os parceiros têm acesso ao Equinix Marketplace, um portal que funciona como uma vitrine virtual a fim de incentivar a geração de novos negócios entre clientes Equinix ao redor mundo.

“O alcance global da Plataforma Equinix permite aos clientes implementar rapidamente operações em data centers por todo o mundo e lhes dá a flexibilidade para redimensionar seus ambientes de acordo com suas necessidades”, afirma Eduardo Carvalho, presidente da Equinix no Brasil.

Desde 2011, a Alog tem se adaptado ao modelo de negócios da Equinix e a transição gradual permitiu à empresa construir uma base sólida para posicionar a companhia como data center neutro.

“A ideia, agora, é explorar com mais força essa característica de neutralidade, por isso trouxemos para a realidade local serviços que têm conectividade e a integração entre empresas como pontos-chave. Em 2015, também queremos continuar com a expansão da nossa presença no Rio de Janeiro e São Paulo, aumentar a participação no mercado dos demais estados e alavancar o Programa Latam de Canais”, declara Carvalho.

Em abril de 2011, a Equinix e a Riverwood Capital compraram, em parceria, 90% das ações da Alog em uma transação avaliada em aproximadamente US$ 126 milhões – a plataforma global passou a ser detentora de 53% da organização.

Pelo acordo, a Equinix tinha participação majoritária na empresa brasileira e poderia concluir a compra depois de três anos.

Em julho de 2014 o restante da Alog foi adquirido em transação comercial de US$ 225 milhões.

fonte

http://www.baguete.com.br/noticias/03/03/2015/alog-e-equinix-marca-unica-no-brasil