Bicicleta dobrável fica do tamanho de um guarda-chuva

Bicicleta dobrável

Da aliança entre a inovação e a funcionalidade, o designer italiano Gianluca Sada fez nascer a Sada Bike, uma bicicleta dobrável e extremamente prática, que fica do tamanho de um guarda-chuva e pode ser guardada na própria mochila, ideal para quem vive as agruras de uma grande cidade.

“O projeto pode abrir caminho para um novo sistema de mobilidade fora dos esquemas clássicos, amplamente acessível e facilmente transportável”, destaca o inventor em seu site.

Depois de um trabalho de pesquisa, que durou seis anos, Sada elaborou a bicicleta com rodas sem raio e sistema de ancoragem para que ela também seja facilmente dobrada. Na hora de guardá-la, basta forçar o selim e todas as dobradiças se movem.

Versátil e estilosa, a bicicleta foi feita em um protótipo de alumínio e busca parceiros para a produção em larga escala.

 

fonte

http://www.ecycle.com.br/component/content/article/41-pegue-leve/2685-bicicleta-dobravel-fica-do-tamanho-de-um-guarda-chuva.html

Agente em Propriedade Industrial – API

Consultor em Propriedade Industrial é o profissional com larga experiência em registro de marcas e de patentes de invenção ou modelos de utilidade.

O procedimento destes registros se faz junto ao Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI, sediado no Rio de Janeiro/RJ, através de Agentes da Propriedade Industrial (função hoje extinguida por força de lei), por Consultor em Propriedade Industrial, Advogados ou, ainda, pelo próprio interessado.

Nem sempre o próprio interessado é dotado de todos os conhecimentos necessários para pesquisar uma marca, proceder corretamente o depósito do pedido de registro (através do E-Marcas/INPI) e executar o acompanhamento semanal de seu pedido de registro.

Constatamos semanalmente que são publicadas exigências em pedidos de registros (ainda na fase inicial) por inconformidades nos pedidos ou por não obedecerem algumas regras básicas que constam na legislação e no manual de procedimentos para o pedido de registro de uma marca geralmente efetuados pelo próprio interessado.

Este desconhecimento pode trazer ao interessado prejuízos financeiros de grande monta por inúmeras razões:

a.    Pagamento de taxas de forma indevida (e não receberá de volta);

b.    Arquivamento de um pedido (e perda dos valores pagos) por não atender às exigências ou não as responder da forma adequada;

c.    Arquivamento de um pedido (e perda dos valores pagos) por não acompanhar um pedido que possa ter sido INDEFERIDO ou sofrido uma OPOSIÇÃO;

d.    Achar estar com o registro garantido de sua marca quando na verdade seu pedido está sobrestado, arquivado ou sofrendo interposição de manifestação de terceiros ou, ainda, sua marca estar sendo usada indevidamente por outra empresa no mesmo segmento em que atue.

Além destas situações outras tantas poderão acarretar prejuízos para seus negócios, sua imagem.

 

Microsoft vai acabar com a marca Internet Explorer

O chefe de marketing da Microsoft, Chris Capossela, anunciou que o sucessor do Internet Explorer – que por enquanto é apelidado de Projeto Spartan – receberá nome e logotipo oficiais. Isso significa a ‘morte’ iminente da marca do navegador lançado em 1995.

O IE continuará no Windows 10, para fins de compatibilidade, mas o Projeto Spartan será a principal maneira de acessar a web na nova versão do sistema operacional. A Microsoft vem tentando, sem sucesso, acabar com a imagem negativa do Internet Explorer com diversas campanhas ao longo dos últimos anos.

O chefe de marketing também ressaltou o poder de usar a marca Microsoft à frente de produtos como o Windows e o Internet Explorer. A empresa está testando nomes e fazendo pesquisas de mercado, mas ainda não disse quando o novo nome será revelado. A julgar pelas pesquisas da Microsoft, a empresa passará bem longe do nome Internet Explorer.

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http://olhardigital.uol.com.br/noticia/microsoft-vai-acabar-com-a-marca-internet-explorer/47377

A Origem dos Inventos – Skate

Os primeiros relatos de pranchas sobre rodas datam de 1880, mas a patente do skate só foi registrada em 1936.

Antes de ser produzidos em escala industrial, a partir de 1959, os skates eram fabricados em casa, com crianças e adolescentes encaixando rodas de patins em tábuas e caixotes. Nos anos 60, o brinquedo virou mania nacional nos EUA e foi destaque na revista Life. As manobras radicais começaram a surgir nos anos 70, com surfistas da Califórnia (EUA) deslizando pelas ruas e dentro de piscinas vazias – que inspiraram os bowls e half pipes atuais – em dias que não dava praia.

No Brasil, o skate chegou com o apelido de surfinho em 1968. A primeira pista foi construída oito anos depois, em Nova Iguaçu (RJ).

A reinvenção das quatro rodas – as manobras que conhecemos hoje só começaram a surgir há 34 anos

  • IDADE DO FERRO (1880-1950)

Na era dos patinetes, era preciso ser ousado para descer as ruas sobre tábuas e caixotes pregados a rodinhas de patins, sem apoiar as mãos em nada. Com rodinhas de ferro e pranchas sem aerodinâmica, os tombos eram feios. Para piorar, muitos meninos e meninas brincavam descalços.

  • REVOLUÇÃO INDUSTRIAL (1959)

A primeira fabricante de skates em escala industrial foi a norte-americana Roller Derby. O shape (formato) das pranchas era menor, com nose (frente) arredondado e tail (traseira) reto. Na época, a aposta eram rodinhas de borracha dura, ultrarresistentes, mas sem muito molejo.

  • IDADE DO PLÁSTICO (1972)

O norte-americano Frank Nasworthy acoplou rodas de poliuretano, mais aderentes e, portanto, seguras. Em 1978, Alan Gelfand inventou o “ollie”, primeira manobra aérea do skate, básica até hoje. O shape evoluiu até os modelos atuais, com tail e nose com a mesma inclinação e curvatura.

Curiosidade: o skate não herdou só as rodinhas de patins e patinetes: até meados dos anos 60, os movimentos eram inspirados na patinação artística

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http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-inventou-o-skate

 

Estudantes criam aparelho que apaga incêndios com ondas sonoras

Dois estudantes de engenharia do estado americano da Virginia inventaram um jeito diferente de apagar incêndios. Ao invés de água ou produtos químicos, o aparelho criado por Seth Robertson e Viet Tran usa ondas sonoras para exitnguir as chamas.

O projeto começou como uma ideia para o trabalho de conclusão de curso da dupla. Após um ano de testes, eles construíram um gerador e amplificador de som portátil de 600 dólares que consegue apagar diferentes tipos de incêndio.

Robertson, de 23 anos, e Tran, de 28 anos, registraram uma patente provisória do aparelho em novembro, garantindo à dupla um ano para testar o sistema em outros tipos de material inflamável. Até agora, o aparelho apaga apenas incêndios no qual o álcool é combustível.

Os estudantes já haviam visto pesquisas sobre como ondas de som podem apagar chamas, mas nenhum aparelho existente no mercado funcionava como deveria. “Achamos que poderíamos ser as pessoas que fariam essa tecnologia funcionar. Essa foi a inspiração para o projeto”, diz Robertson ao jornal Washington Post.

As ondas sonoras funcionam como ondas de pressão, deslocando parte do oxigênio que alimenta o fogo, à medida que elas viajam no ar. Em uma determinada frequência, as ondas de som separam o oxigênio do combustível. A onda de pressão vai e volta no ambiente, agitando o ar em volta. Esse espaço criado é suficiente para impedir que a chama reacenda.

Os estudantes inicialmente tentaram apagar fogos com altas frequências, como 20 000 ou 30 000 Hz. Apesar de enxergarem as chamas vibrarem, elas não apagavam. Então, eles tentaram o oposto: com ondas na faixa de 30 a 60 Hz, os incêndios se extinguiam. O som é inaudível para seres humanos.

O próximo desafio foi criar algo portátil e barato, como um extintor, mas que também pudesse criar a onda sonora na frequência correta, algo que a dupla conseguiu com a ajuda de um osciloscópio que media as ondas. Robertson e Tran conectaram um gerador de frequência a um pequeno amplificador, e ligaram o amplificador a uma pequena fonte de energia. Tudo isso é ligado em colimador, que limita a onda de som a uma área menor, tornando-a direcionável.

Apesar de ter sido originalmente criado como uma ferramenta para extinguir pequenos incêndios, os estudantes acreditam que o sistema possa ser usado em outras situações, como em espaçonaves ou florestas. O Corpo de Bombeiros da Virginia já entrou em contato com os jovens para testar o aparelho em incêndios maiores.

 

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http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2015/03/estudantes-criam-aparelho-que-apaga-incendios-com-ondas-sonoras.shtml

Como 12 linguagens de programação foram batizadas

Todo mundo já usou uma variável chamada “x’, “k”, “y” ou mesmo “n”. Vai, confesse! E quem também não aderiu ao esquema húngaro de variáveis, alternando maiúsculas e minúsculas, com coisas aparentemente estranhas como StrUsuarios ou ClientesCorporativos. E qual é a regra para underscore? Ou você usa hífen? Tudo junto e misturado?

Se não é possível chegar a um consenso sobre nomes de variáveis, imagina nomear uma linguagem de programação inteira! A Apple recentemente revelou ao mundo a poderosa Swift, que significa, em uma tradução literal, “imediato”, “instantâneo”, para reforçar a velocidade de suas aplicações. Mas, desde 2007, a Universidade de Chicago já havia desenvolvido uma linguagem de programação com o mesmo nome! Sem mencionar o famoso programa de edição de Flash da Erain, que já existia muito antes disso tudo e foi batizado de Swift 3D.

Criar um nome pode mesmo ser complicado… Trazemos aqui a origem do nome de 12 linguagens de programação. Algumas destas histórias são bizarras, outras fazem sentido, mas todas mostram que é mais fácil criar toda uma nova linguagem do que escolher o nome certo.

1) Lua

Essa deve deixar os estrangeiros de cabelo em pé tentando entender o significado… mas nada poderia ser mais simples. Desenvolvida pela TeCGraf, na PUC, no Rio de Janeiro, a linguagem é filha de outra chamada SOL (Simple Object Language).

Se a primeira se chama Sol, é óbvio que a sucessora deve se chamar Lua. Certo? E nem pense em grafar LUA, como se fosse um acrônimo para Linguagem Universal de Acesso ou Laser Unificado de Arroz, porque não é um acrônimo, como eles frisam com muita ênfase na página oficial. É Lua. E fica combinado assim.

2) Scratch

Se você nunca ouviu falar do Scratch, basta dizer que foi uma linguagem desenvolvida com fins educativos pelo MIT Media Lab em 2003. Com ela, crianças podem conectar blocos para montar programas que irão determinar a ação de elementos na tela. Você pode produzir filmes, jogos, músicas, histórias, com facilidade, enquanto aprende os princípios básicos da fina arte da programação.

Uma linguagem com este propósito não poderia ser batizada de C# ou Jscript para não espantar o público-alvo. Para isso, foi escolhido um nome que se conectasse com a garotada: Scratch.

scratch

Mas, o que significa Scratch afinal? É a gíria utilizada por DJs para o movimento de girar ou interromper a rotação de discos de vinil para criar aqueles sons típicos do hip-hop. Como podemos perceber, tem tudo a ver com crianças e tudo a ver com programação. Só que não.

3) Python

Não se deixe enganar pelas cobras que aparecem no logotipo! A origem do nome da linguagem Python não tem nada a ver com a serpente píton, grande devoradora de mamíferos. Sua origem é bem mais suave.

python-logo

Quando o programador holandês Guido van Rossum criou a linguagem como uma derivação da linguagem ABC por puro hobby durante um recesso de Natal, ele afirma que procurou um título que fosse “curto e misterioso”. Acabou pegando inspiração no grupo inglês de humor Monty Python, de quem era um grande fã.

Mas de onde o grupo Monty Python tirou esse nome? Isso nenhum deles sabe explicar direito. Mas também não foi da cobra.

4) Forth

Em homenagem à linguagem de programação criada por Charles Moore no final dos anos 60, ela ocupa a quarta posição de nossa lista. Isso porque o programador tinha apenas um modesto IBM 1130 para chamar de seu e resolver a tarefa de seu chefe de criar novos padrões gráficos de desenhos de carpete. Sim, uma linguagem inteira foi desenvolvida por causa de carpetes.

Uma vez que a tarefa daria um trabalho danado para ser realizada em FORTRAN usando uma máquina tão lenta, Moore fez o que qualquer gênio faria: criou uma linguagem nova que desse conta do recado.

Ele queria batizar sua criação com o nome de “Fourth”, por que essa seria uma linguagem de “quarta” geração. Não era o mais criativo dos nomes, mas o destino lhe pregaria uma última peça: o capenga IBM 1130 só aceitava nomes de arquivos com cinco caracteres. Moore deu um suspiro, largou o “u” no meio do caminho e deu o nome de Forth para a linguagem que nascia.

5) Perl

Falando em largar letras pelo caminho… No caso do Perl, não foram as limitações tecnológicas que deturparam a grafia da palavra “pearl” (“pérola”).

Obra de Larry Wall no final dos anos 80, o programador queria um nome curto e singelo para sua nova linguagem. Poderia ter sido Gloria, em homenagem a sua esposa do mesmo nome e não seria uma má escolha. Mas ele optou por Pearl e esperamos que não tenha gerado confusão em casa.

Entretanto, Pearl gerou confusão sim, porque já havia uma linguagem de programação com este nome, que funcionava como a abreviatura de Process and Experiment Automation Realtime Language, que já tinha pelo menos dez anos de estrada antes da obra de Wall.

O programador decidiu largar o “a” e batizou sua criação de “perl”, assim mesmo, em caixa baixa, porque estava na moda entre a comunidade Unix. Só em 1993, com o lançamento do Perl 4 é que a linguagem ganhou sua inicial maiúscula.

6) Ruby

Falando em pérolas… Yukihiro Matsumoto (mais conhecido como “Matz”) queria por que queria  um nome de joia para sua linguagem de programação, uma vez que seu objetivo final era “substituir o perl”.

O programador japonês ficou dividido entre Coral e Ruby, mas acabou optando pela última por motivos… místicos.

Na tradição oriental, o rubi é a pedra da sorte dos nascidos no mês de Julho e, consequentemente, a pedra da sorte de Matz. E veio muito a calhar que Pérola fosse a joia da sorte do mês anterior, Junho. Uma vez que ele queria uma linguagem que viesse depois do Perl, ele não teve mais dúvidas, bateu na madeira e foi à luta.

 7) AWK

AWK é uma velha conhecida de quem trabalhou com UNIX. Foi desenvolvida em 1977 para processar arquivos de texto e passou a ser incluída no sistema operacional dois anos depois. Foi uma linguagem interpretada bastante influente para a criação do Perl.

AWK (ao contrário de Lua) é um acrônimo. Mas não do que ela é capaz de fazer e sim uma abreviatura dos sobrenomes de seus três desenvolvedores originais: Alfred Aho, Peter Weinberger, e Brian Kernighan. Não é a mais criativa das origens, temos que admitir.

Entretanto, a pronúncia de AWK é a mesma de “auk“, o nome em inglês da ave conhecida no Brasil com o nome muito mais comprido de torda-mergulheira. Por essa coincidência fonética, a ave se tornou o símbolo da linguagem, o que é uma decisão mais sábia do que utilizar sempre a imagem de seus três criadores.

auk

8) Java

Por muito pouco, a linguagem criada pela Sun no começo dos anos 90 não se chamou Oak (“carvalho”, em Português). Já estava tudo encaminhado nesse sentido quando os advogados da empresa descobriram que o nome já havia sido registrado por uma fabricante de microchips. Acredite se quiser, mas o nome tinha sido inspirado por… um carvalho que crescia perto da janela de James Gosling, um dos pais do que viria a ser o Java.

Sem poder usar Oak, os programadores precisaram de várias(!) reuniões para decidir um novo nome. Tentaram DNA. Os advogados barraram. Tentaram Silk (“seda”). Os advogados barraram. Tentaram Ruby! Mas ninguém gostou… Foi sugerido WRL ou WebRunner Language, mas era um nome obviamente horroroso e não vingou. Lyric, Pepper, Neon, WebDancer. Nada disso.

Depois de muito debate e muito café, ninguém se lembra mais quem afinal olhou para a própria xícara e pensou em Java (uma variedade de café originária da ilha do mesmo nome).

9) Scheme

O pobre Charles Moore precisava de apenas seis caracteres para escrever o nome de Fourth corretamente. O tempo passou e o problema seguiu perturbando outros criadores de linguagens…

Gerald Jay Sussman e Guy Steeledo MIT estavam desenvolvendo um dialeto do Lisp que deveria se chamar Schemer (“o criador de esquemas”). Por quê? Porque todo dialeto do Lisp terminava assim: Planner (“planejador”) e Conniver (“conspirador”) são alguns exemplos. A regra é clara: se você está criando um dialesto para Lisp, ele tem que seguir o padrão.

Mas a dupla deu o azar de desenvolver a linguagem no sistema operacional do MIT ITS (Incompatible Timesharing System), que limitava nomes de arquivos para dois componentes de no máximo seis caracteres cada. Se os seis caracteres teriam deixado Moore muito feliz no final dos anos 60, em 1975 obrigaram Sussman e Steeledo a romper a tradição e largar o “r” do final de Schemer.

10) Smalltalk

“Conversinha”, “lero-lero”, “papinho”, é difícil traduzir o nome desta linguagem criada no começo dos anos 70 pela Palo Alto Research Center (PARC) da Xerox. Sua origem é, por assim dizer, bastante simples.

Segundo Alan Kay, um dos pais do Smalltalk, o objetivo era ir de encontro a uma tradição que determinava que nomes de sistemas deveriam ser derivados de divindades mitológicas, como Zeus ou Thor. Segundo ele, era muita responsabilidade e os sistemas nem sempre ficavam à altura de seus imponentes nomes.

Com muita humildade, a linguagem foi batizada de Smalltalk. Na verdade, o tempo revelou que era falsa modéstia e a criação da PARC acabou influenciando muitas outras linguagens, como o próprio Java, o Python e o Ruby, já listados.

11) Groovy

Nenhuma linguagem de programação terá um nome mais bacana do que esse. Groovy não tem uma tradução direta para o Português, mas pode ser definido como tudo que é descolado, “irado”, maneiríssimo, show de bola. Exceto que é uma gíria dos anos 60, o que dá um ar hipster para a coisa toda.

groovy-baby

James Strachan criou a linguagem em 2003, muito longe da época em que as pessoas normais falavam “groovy”. Mas, em suas próprias palavras, a nova linguagem “foi construída bem em cima daquele código groovy de Java que existia por aí”.

É definitivamente um nome que é uma brasa, mora.

12) Scala

Eu gostaria de encerrar esse artigo escrevendo que a linguagem criada por Martin Odersky em 2001 foi inspirada em uma famosa casa de show carioca, onde aconteceram alguns dos bailes de Carnaval mais quentes da história. Mas não há nenhuma indicação de que o senhor Odersky tenha passado por terras brasileiras e muito menos curtido as folias de Momo.

Segundo seu criador, o nome derivou de SCAlable LAN, já que um de seus atributos é a escalabilidade. Outro motivo citado por ele é que Scala significa “escada” em Italiano e a linguagem serviria para que os programadores “ascendessem para uma linguagem de programação melhor”.

Modesto, não? Teria sido melhor se ele tivesse assumido seu lado folião…

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http://codigofonte.uol.com.br/artigos/como-13-linguagens-de-programacao-foram-batizadas

Veja 10 mulheres inventoras que revolucionaram o mundo

Amalie Auguste Melitta Bentz – filtro de café
Nascida na cidade de Dresden, na Alemanha, Melitta Bentz criou o primeiro filtro de café, já que coadores de pano, feitos de linho, eram bastante difíceis de serem limpos. Após fazer diversos experimentos, Amalie usou um papel filtrante colocado dentro de um recipiente de latão, que tinha um furo na parte inferior. Com o café feito mais rápido e sem resíduos do pó, a alemã foi a primeira a produzir o filtro de papel em série, obtendo a patente da invenção em junho de 1908.

Filtro de café foi inventado em 1908 pela alemã Amalie Auguste Melitta Bentz (Foto: Wikimedia Commons)
Filtro de café foi inventado em 1908 pela alemã Amalie Auguste Melitta Bentz (Foto: Wikimedia Commons)

Grace Hopper – compilador
Com Ph.D em matemática pela Universidade Yale, a americana Grace Hopper se voluntariou para Marinha americana durante a Segunda Guerra Mundial, onde trabalhou com programação do computador Mark I. Apelidada de “Amazing Grace”, Hopper foi responsável por inventar o primeiro compilador para linguagens de programação (ferramenta que transforma o código-fonte em uma linguagem), levando à criação do COBOL (Linguagem Comum Orientada para os Negócios, em inglês), a primeira linguagem de programação voltada ao uso comercial. Grace também cunhou o termo “bug” para descrever um problema no sistema de um computador, devido a uma mariposa encontrada dentro da máquina.

Além do compilador e do COBOL, Grace Hopper foi a primeira a cunhar o termo 'bug' para se referir a um erro no sistema. À direita, uma mariposa colada a um relatório sobre o computador de cálculos Mark II (Foto: Wikimedia Commons, U.S. Naval Historical Center Online Library Photograph)Além do compilador e do COBOL, Grace Hopper foi a primeira a cunhar o termo ‘bug’ para se referir a um erro no sistema. À direita, uma mariposa colada a um relatório sobre o computador de cálculos Mark II (Foto: Wikimedia Commons, U.S. Naval Historical Center Online Library Photograph)

Hedy Lamarr – conexão wireless
Além de atriz de Hollywood, famosa pelo longa “Ecstasy” (1933), a austríaca naturalizada norte-americana Hedy Lamarr foi a inventora de uma tecnologia que permitia controlar torpedos à distância, durante a Segunda Guerra Mundial, alterando rapidamente os canais de frequência de rádio para que não fossem interceptados pelo inimigo. Esse conceito de transmissão acabou, mais tarde, permitindo o desenvolvimento de tecnologias como o Wi-Fi e o Bluetooth. Veja a patente original.

O 'sistema de comunicação secreto' de Hedy Lamarr permitiu a criação, mais tarde, de tecnologias como o Bluetooth e o Wi-Fi (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)O ‘sistema de comunicação secreto’ de Hedy Lamarr permitiu a criação, mais tarde, de tecnologias como o Bluetooth e o Wi-Fi (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Katharine Burr Blodgett – vidro invisível
O clássico do cinema “E o Vento Levou”, de 1939, levou 10 prêmios Oscar, incluindo o de Melhor Fotografia, já que as imagens, à época, eram consideradas impecáveis. O filme foi o primeiro a utilizar em suas câmeras o “vidro invisível”, criado pela física americana Katharine Blodgett. Sendo a primeira mulher a obter um Ph.D em física pela Universidade de Cambridge, na Inglaterra, Blodgett inventou um vidro extremamente fino e com baixíssimos níveis de reflexo e distorção. Com isso, acabou revolucionando as tecnologias de câmera e melhorando significativamente aparelhos como projetores, periscópios submarinos, microscópios, telescópios, entre outros. Veja a patente original.

Katharine Burr Blodgett revolucionou a ciência e o cinema ao criar o 'vidro invisível' (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)Katharine Burr Blodgett revolucionou a ciência e o cinema ao criar o ‘vidro invisível’ (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Letitia Mumford Geer – seringa
Em 2 de abril de 1899, a americana Letitia Geer registrou a patente da primeira seringa para aplicação de substâncias por meio de um pistão, e que podia ser utilizada com apenas uma mão pelo médico. O conceito inventado por Geer facilitou bastante a vida dos profissionais de saúde, e as seringas modernas são inspiradas pelo modelo apresentado pela inventora. O documento que mostra a patente original, registrada no fim do século 19, está disponível online. Veja a patente original.

Letitia Mumford Geer foi a responsável por introduzir o modelo de seringa operada com apenas uma mão (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)Letitia Mumford Geer foi a responsável por introduzir o modelo de seringa operada com apenas uma mão (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Marie Van Brittan Brown – sistema de monitoramento doméstico
Natural do bairro do Queens, em Nova York, a inventora afroamericana obteve, em 1969, a patente para o primeiro sistema de vigilância por vídeo para uso doméstico. O sistema funcionava com uma câmera que podia ser remotamente controlada e movida por quatro buracos diferentes, transmitindo as imagens para um monitor dentro de casa. A invenção foi a “mãe” dos sistemas modernos de vigilância doméstica, e a patente também está disponível para consulta. Veja a patente original.

A afroamericana Marie Van Brittan Brown criou o primeiro sistema de vigilância doméstica (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)A afroamericana Marie Van Brittan Brown criou o primeiro sistema de vigilância doméstica (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Marion Donovan – fraldas descartáveis
Com dezenas de patentes registradas, a americana foi a responsável pela criação da primeira fralda descartável à prova de líquidos, o que facilitou a vida dos pais que sofriam ao trocar e lavar fraldas de pano. A ideia surgiu ao costurar uma cortina de chuveiro à fralda, o que evitava que a roupa do bebê e o berço ficassem molhados. Além disso, Donavan também foi responsável por substituir os alfinetes (perigosos para as crianças) por lacres de plástico nas fraldas. Veja a patente original.

Insatisfeita com as fraldas de pano, Marion Donovan foi a responsável pelas primeiras fraldas descartáveis à prova d'água (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)Insatisfeita com as fraldas de pano, Marion Donovan foi a responsável pelas primeiras fraldas descartáveis à prova d’água (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Mary Anderson – limpador de para-brisa
Dirigir em dias de chuva ou neve só se tornou algo um pouco mais tranquilo depois da invenção do primeiro sistema automático para limpar o para-brisa do carro. A invenção da americana foi registrada em 1903, e permitia que o vidro fosse limpo pelas lâminas, que eram ativadas por dentro do veículo. Veja a patente original.

Mary Anderson foi responsável por criar o primeiro limpador de para-brisa (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)Mary Anderson foi responsável por criar o primeiro limpador de para-brisa (Foto: Wikimedia Commons, Google Patents)

Stephanie Kwolek – kevlar
Filha de imigrantes poloneses, a química americana Stephanie Kwolek foi responsável por criar uma família de fibras sintéticas ultrarresistentes, mas que também eram bastante maleáveis. A tecnologia, batizada de “Kevlar”, foi aplicada a em aviões, pneus, barcos e até raquetes de tênis, no entanto, ficou mais conhecida pelo uso em coletes à prova de balas. Mesmo assim, Kwolek nunca lucrou com suas patentes, já que, à época, elas foram cedidas à empresa na qual a inventora trabalhava. Veja a patente original.

Os polímeros ultrarresistentes criados por Stephanie Kwolek permitiram a criação dos coletes à prova de balas modernos (Foto: Chemical Heritage Foundation. Google Patents)Os polímeros ultrarresistentes criados por Stephanie Kwolek permitiram a criação dos coletes à prova de balas modernos (Foto: Chemical Heritage Foundation. Google Patents)

Tabitha Babbitt – serra circular
Nascida em 1779 na cidade de Hardwick, Massachusetts (EUA), Babbitt é creditada por inventar a primeira serra circular, que permitia cortar madeira muito mais rápido do que o método tradicional, utilizando uma máquina movida à água de um moinho para criar o movimento. A invenção, de 1813, não foi patenteada pela americana, e acabou sendo registrada três anos depois por dois franceses que tiveram acesso aos documentos.

Mesmo creditada pela invenção, Tabitha Babbitt não registrou a patente da serra circular (Foto: Wikimedia Commons)
Mesmo creditada pela invenção, Tabitha Babbitt não registrou a patente da serra circular (Foto: Wikimedia Commons)
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13 curiosidades sobre a franquia Subway

A despeito do que o imaginário popular poderia conceber, não, a Subway não necessariamente surgiu da mente de um empreendedor focado em fazer fortuna no competitivo meio do fast-food. Na verdade, em 1965, Fred DeLuca apenas queria acumular dinheiro suficiente para poder cursar medicina — e a sugestão de um restaurante que servisse sanduíches do tipo “submarino” lhe pareceu uma boa ideia.

Com mil dólares tomados em empréstimo do banco, DeLuca juntou-se com seu parceiro de empreitada, o Dr. Peter Buck, a fim de “mudar o cenário da indústria fast-food” — conforme coloca o site oficial da marca.

O primeiro Subway seria aberto em Bridgeport, Connecticut, em agosto de 1965, e o sucesso logo fez Fred e Peter considerarem uma ampliação dos negócios. “Em 1974, a dupla já possuía 16 restaurantes operando em Connecticut”, continua o texto. “Percebendo que não atingiriam a meta de 32 restaurantes abertos no tempo estipulado, eles iniciaram o sistema de franquias da rede, lançando a marca Subway, que continua em crescimento até hoje.”

E um belo crescimento, de fato. Conforme publicou o site Business Insider, a Subway mantém atualmente mais de 41 mil lojas ao redor do globo — nas quais são produzidos, diariamente, uma média de 7,6 milhões de sanduíches submarino. A meta próxima? 50 mil restaurantes até 2018. Certamente um negócio lucrativo, mas também cheio de curiosidades. Vale até passar, abaixo, pelos 13 fatos listados pelo referido site.

  • Há mais de 38 milhões de combinações possíveis para os sanduíches da Subway;
  • A Subway serve por dia aproximadamente 7,6 milhões de sanduíches — o suficiente para alimentar toda a população das cidades de Los Angeles, Chicago e Dallas;
  • O Subway possui 41.766 lojas ao redor do globo — representando, em média, a abertura de dois novos restaurantes por dia desde o surgimento da franquia, em 1965;
  • Em um ano, a Subway utiliza queijo suficiente para encher mais de 600 mil rinques profissionais de hóquei;
  • Alguns dos locais mais insólitos em que há uma loja da Subway incluem uma concessionária de carros, uma lavanderia automática e uma igreja;
  • Se fossem enfileirados, os sanduíches preparados pela Subway em um ano seriam suficiente dar a volta na Terra 14 vezes;
  • A cadeia de restaurantes da Subway utiliza por ano aproximadamente 16 acres de alface — medida equivalente a 35 campos de futebol americano;
  • A Subway mantém mais de 46 mil galinhas para suprir a quantidade de ovos necessária para seus cookies. São mais de 14,4 milhões de ovos por ano;
  • A Subway pretende ter 50 mil lojas aberas ao redor do globo até 2018. Para tanto, será necessário que a rede abra seis novos estabelecimentos por dia;
  • A Subway emprega aproximadamente 410 mil pessoas — o equivalente à população de Miami, Flórida (EUA);
  • Há mais lojas da Subway espalhadas pelo mundo do que do McDonald’s;
  • A Subway utiliza mais atum, tomate e massa congelada de cookies do que qualquer outra companhia de alimentos; e
  • Todo o azeite de olive que é encontrado nas lojas da Subway é obtido por meio de extração manual (sem qualquer utilização de maquinário, portanto).

 

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http://www.megacurioso.com.br/papo-de-bar/69460-13-curiosidades-sobre-a-franquia-subway.htm

Google anuncia testes do Projeto Ara, smartphone ‘montado’ pelo usuário

O Google revelou o início dos testes com o Projeto Ara, smartphone com peças intercambiáveis montado pelo usuário, apresentado em julho do ano passado. O anúncio foi feito durante a Conferência de Desenvolvedores Ara, que aconteceu nesta quarta-feira (14), no Condado de Mountain View, Califórnia (EUA). Paul Eremenko, líder do projeto, disse que o protótipo terá cobertura 4G e será lançado primeiro em Porto Rico, através das operadoras Open Mobile e Claro.

 
Projeto Ara, smartphone montável pelo usuário(Foto: Divulgação/Google ATP)

O piloto apresentado na conferência recebe o nome de Spiral 3. Eremenko declarou que podemos esperar que ele “iguale ou exceda as funcionalidades de um smartphone com tecnologia de ponta de hoje”.
Segundo ele, o protótipo terá de 20 a 30 módulos disponíveis para serem desenvolvidos por terceiros e acompanhará bateria com autonomia de um dia inteiro, além de câmera high-end e suporte à rede LTE. A ideia do projeto é possibilitar um smartphone com peças oriundas de vários fabricantes. O usuário poderá inserir câmera de um empresa, tela de outra e processador de uma terceira, construindo o melhor telefone para si. O Google será o responsável pelo conjunto onde as partes estarão reunidas, bem como pelo software que garantirá que tudo seja compatível. A expectativa é que o Ara acelere o desenvolvimento na criação de componentes separados que compõem um celular.

Peças do Projeto Ara serão fabricadas por diferentes desenvolvedores (Foto: Divulgação/Google ATP)

A escolha de Porto Rico como lugar de estreia tem várias razões. Eremenko destacou o fato de a ilha ser uma zona de livre comércio, o que facilita a recepção dos módulos de diferentes desenvolvedores ao redor do mundo. Outro fator importante é que há um mercado bastante diversificado com aparelhos de entrada, sendo 75% do acesso à Internet feito a partir de dispositivos móveis. Além disso, Porto Rico está sob jurisdição da FCC, órgão que regulamenta as telecomunicações nos Estados Unidos, servindo bem como mercado de teste para o país. Na ilha caribenha, os telefones Ara serão vendidos através de caminhões posicionados em diversos lugares. Eles serão equipados com impressoras 3D e de sublimação de tinta, permitindo a personalização do aparelho direto no ponto de venda. O Google diz que deseja que o tempo de customização seja menor de cinco minutos. Para quem não quiser esperar, também haverá versão pré-desenhada pronta para uso.

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É tudo free: as obras que viraram domínio público em 2015

O primeiro dia do ano é dia de good vibes, de fazer reflexões e planos, de almoçar com a família e, possivelmente, curtir uma ressaca. E é também o dia em que muitas obras caem em domínio público e podem ser usadas livremente por qualquer pessoa, sem restrições ou necessidade de pagamento ou autorização. É o Dia do Domínio Público.

Em geral, os países tornam uma obra pública no primeiro dia do ano seguinte em que se completam 50 ou 70 anos da morte do autor (aqui no Brasil, são 70; nos EUA, isso varia de acordo com o ano em que a obra foi produzida).

Seguindo as regras próprias dos países de nascimento dos autores, em 2015 caem em domínio público as obras de Kandinsky, Munch e Mondrian, no campo das artes; e, no das letras, Saint-Exupéry e Ian Fleming, entre outros.

Isso significa que, se você copiar a obra, não vai mais estar infringindo direitos autorais – você agora é livre para reproduzir, copiar, criar obras derivadas, remixar e o que mais lhe vier à cabeça. Confira a lista de alguns autores cujas obras foram liberadas neste ano:

Antoine de Saint-Exupéry

A morte do autor de “O pequeno príncipe” completou 70 anos no ano passado – portanto, sua obra agora está em domínio público. Se a obra já é um dos clássicos mais vendidos e traduzidos do mundo, sua popularidade pode aumentar ainda mais.

Piet Mondrian

Considerado um dos pintores mais influentes do século 20, Mondrian foi um dos fundadores do chamado ‘neoplasticismo’. Suas obras agora poderão ser reproduzidas e recriadas livremente.

Edvard Munch

“O grito”, de 1910, é o quadro mais conhecidos do artista – e um dos mais famosos do século passado. O próprio Munch fez quatro versões da obra. Imagine a quantidade de novas versões e paródias que poderão ser feitas agora que “O grito” é livre?

Wassily Kandinsky

O influente pintor e teórico russo também tem sua obra em domínio público neste ano. Na foto, “Composição VII”, considerada pelo autor sua obra mais complexa.

Filippo Marinetti

O poeta e autor italiano foi o criador do Movimento Futurista. Na foto, um de seus poemas em uma parede na Holanda.

 

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