INPI concede registro da marca coletiva para produtores de flores de Nova Friburgo (RJ)

Há quase quatro anos, a cidade de Nova Friburgo foi seriamente atingida por uma enchente que deixou um rastro de destruição na Região Serrana do Rio de Janeiro. Mas, com o esforço dos moradores locais e a parceria com agentes públicos, uma nova realidade começa a florescer.

E, por falar em flores, o INPI oficializou nesta terça-feira, 23 de dezembro de 2014, a concessão do registro da marca coletiva Afloralta para a Associação dos Agricultores Familiares e Amigos da Comunidade de Vargem Alta. Este é mais um resultado das ações voltadas à reconstrução e desenvolvimento da região.

Apenas 17 produtores da região que cultivam flores de corte, como rosas, gérberas e crisântemos, estão autorizados a usar a marca. Para manter a qualidade dos produtos, todos devem seguir regras estabelecidas no regulamento de utilização. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Agricultura e Pecuária, Nova Friburgo concentra a metade de toda a área cultivada na Região Serrana, que é a maior produtora do estado.

Com a Afloralta, agora existem 154 marcas coletivas registradas no INPI. Vale lembrar que Nova Friburgo tem outra marca coletiva, a Amorango, para produtores locais de morango.

fonte

http://www.inpi.gov.br/portal/artigo/inpi_concede_registro_da_marca_coletiva_para_produtores_de_flores_de_nova_friburgo_rj

A Origem dos Inventos – Máquina de Calcular

A palavra “cálculo” tem sua origem no termo latim para pedra, “calculus”. Acredita-se que pequenas pedras tenham sido um dos primeiros instrumentos utilizados pelo homem para calcular. Na verdade, a prática de reorganizar as pedras em colunas deu origem à primeira calculadora, o ábaco, que se originou na China no século VI a.C.

O ábaco tem uso limitado mas, nos 24 séculos seguintes, foi o único e principal mecanismo existente para calcular. A ciência dos cálculos permaneceu um trabalho enfadonho e tedioso, geralmente impedindo o progresso científico. Isto tinha especial significado na área da astronomia, onde somas enormes eram calculadas para determinar as órbitas e os movimentos dos planetas. Realizadas inteiramente à mão, tais equações levavam anos para serem completadas pelos matemáticos.

A primeira máquina de somar de verdade foi construída em 1642 pelo francês Blaise Pascal (1623-62), filho de um cobrador de impostos. Filósofo e matemático, Pascal cresceu observando seu pai ocupado em horas de cálculos tediosos. Determinado a reduzir o trabalho do pai — e possivelmente o seu próprio, pois também pensava em se tornar um cobrador de impostos no futuro —, construiu aos 19 anos um aparelho automático que, girando suas pequenas rodas, adicionava e subtraía. Por mais precisa e rápida que fosse para sua época, a máquina de calcular de Pascal nunca foi bem aceita: os funcionários, cujo ganha-pão eram os cálculos à mão, viram no dispositivo uma ameaça a seu trabalho e se recusaram a usá-lo.

Em 1671, o matemático alemão Gottfried Wilhelm von Leibniz construiu um mecanismo, a “roda graduada”, capaz de fazer as quatro operações fundamentais e ainda extrair raiz quadrada. O cartão perfurado foi criado na primeira metade do século XVIII, mas a aplicação de seu princípio à máquina de calcular só se deu em 1880, por iniciativa do americano Herman Hollerith (1860-1929), que trabalhava no departamento de recenseamento dos Estados Unidos e estava preocupado com a quantidade de informações que precisava ser gravada e processada. Ele abriu sua própria empresa em 1896 e, ao lado de dois sócios em 1924, fundou a IBM (International Business Machines).

fonte

http://guiadoscuriosos.com.br/categorias/3563/1/invencoes.html