Turbina eólica em formato de árvore transforma ventos fracos em energia

O equipamento é totalmente silencioso.O equipamento é totalmente silencioso.

A empresa francesa R&D New Wind desenvolveu uma turbina eólica ideal para ser usada em espaços urbanos e também rurais. Com o formato de uma árvore, no lugar das folhas tradicionais estão mini turbinas que se movimentam e geram energia a partir de uma quantidade muito pequena de vento.

De acordo com a fabricante, a L’éolien 2.0 pode operar em qualquer tipo de vento, vindo de qualquer direção. Além disso, toda a tecnologia envolvida no sistema, como cabos e geradores, está dentro da estrutura, mantendo totalmente a beleza do design exterior.


Foto: Divulgação

O sistema possui capacidade instalada de 3,1 quilowatts. A produção varia de acordo com a força do vento. Com ventos a três metros/segundo, a árvore é capaz de produzir 1.320 kWh. Com ventos a quatro metros/segundo, a produção sobe para 2.650 kWh e com cinco metros/segundo, vai para 3.160 kWh.


Foto: Divulgação

Uma das principais vantagens da tecnologia, segundo a fabricante, é o melhor aproveitamento do vento, em comparação aos modelos tradicionais. Por necessitar de menos força para que as turbinas girem, a L’éolien 2.o opera, em média, durante 280 dias ao ano, enquanto para outras máquinas o aproveitamento é de 180/200 dias.


Foto: Divulgação

O equipamento é totalmente silencioso e pode ser ligado diretamente nas redes de transmissão de energia elétrica.

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http://ciclovivo.com.br/noticia/turbina-eolica-em-formato-de-arvore-transforma-ventos-fracos-em-energia

Palavra ‘candy’ vira marca registrada dos criadores do Candy Crush

Os criadores do jogo Candy Crush conseguiram aprovação para obter o registro do termo como marca registrada nos Estados Unidos.

O objetivo, segundo a empresa King, sediada no Reino Unido, é se proteger de “insistentes tentativas de violação de propriedade intelectual”. Mas o registro vem causando polêmica, pois a patente inclui uma série de plataformas. Não só jogos, mas também softwares, serviços educacionas, acessórios, roupas e até toca de banho. O pedido feito há 1 ano foi aprovado no dia 15 de janeiro pelo United States Patent and Trademark Office, o equivalente ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) brasileiro.

Tecnicamente chamada de “aprovação para a publicação”, a decisão ainda não é o passo final no processo. A empresas que se opõem ao pedido de marca agora tem 30 dias para apresentar uma queixa e opor-se ao registro.

Segundo os jornais internacionais, desenvolvedores de jogos e aplicativos com Candy no nome, no entanto, já começaram a receber emails solicitando que retirem seus aplicativos das lojs virtuais ou que troquem o nome.

A porta-voz da King, Martin Bunge-Meyer, disse à Reuters que o registro não vai vetar os usos legítimos do termo. “Não vamos nos opor a todos os usos de ‘candy’. Alguns são legítimos e por isso não podemos impedir ninguém de fazê-lo, mesmo no segmento de jogos”, afirma. A empresa ressalta, no entanto, que vai combater todas as tentativas de imitação do Candy Crush. A King afirma já ter o registro da marca na União Europeia.

Criado em 2003, o jogo teve uma explosão de popularidade a partir do seu lançamento no Facebook em 2011. Segundo o site AppData.com, a versão para Facebook de “Candy Crush Saga” tem média de 50 milhões de usuários ativos por dia.

O game “Candy Crush” foi o aplicativo mais rentável em julho de 2013 nas lojas do ramo (tanto na Apple App Store, loja de aplicativos dos dispositivos iOS, como no Google Play, para aparelhos Android), com mais de 500 mil downloads. Apesar de gratuito, o aplicativo gera receitas ao fazer com que os usuários paguem para atingir níveis avançados. O pagamento envolve vidas extras e acessos a níveis mais altos.

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http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2014/01/palavra-candy-vira-marca-registrada-dos-criadores-do-candy-crush.html

Siemens registra 4.300 registros de patentes no ano fiscal de 2014

A Siemens alcançou 4.300 registros de patentes no ano fiscal de 2014 – referente ao período de outubro de 2013 até setembro de 2014 – o que representa um aumento de 9% comparado ao ano anterior. Neste período, a companhia investiu aproximadamente € 4 bilhões em pesquisa e desenvolvimento e, para 2015, pretende aumentar o montante em € 400 milhões.
A inovação é um dos pilares da Visão 2020, uma perspectiva que a Siemens traça a partir de estudos de grandes tendências mundiais. Há 19 anos, a companhia promove o “Inventors of the Year”, evento onde homenageia pesquisadores e desenvolvedores de destaque que apresentaram soluções de aprimoramento das tecnologias da companhia. Na edição 2014, foram 12 profissionais de destaques da Alemanha, Estados Unidos, Dinamarca e China.
“Ideias criativas e valiosas são a base para as nossas inovações. Com a engenhosidade e movimentação para criar novas soluções tecnológicas, estes 12 inventores e seus mais de 30 mil colegas em todo o mundo têm desempenhado um papel fundamental no futuro tecnológico de nossa empresa e seu sucesso no mercado”, afirma o Presidente e CEO da Siemens AG, Joe Kaeser.
As invenções variam de sensores sem fio que monitoram a posição dos vagões na via até um novo sistema de refrigeração que permite o aprimoramento de turbinas eólicas para gerar mais eletricidade de forma mais econômica.

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http://www.investimentosenoticias.com.br/noticias/negocios/siemens-registra-4-300-registros-de-patentes-no-ano-fiscal-de-2014

Combustível zero: avião vai dar a volta ao mundo usando apenas energia solar

á imaginou voar sem uma gota de combustível no avião? O que parece medonho ou impossível está prestes a acontecer. Aeronaves movidas a luz solar serão testadas e mais: querem estabelecer um recorde mundial dando uma volta ao mundo com gasolina zero.

Chamado de Solar Impulse 2, o avião de teste já tem sua rota programada e partirá de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, com previsão para o final de fevereiro ou início de março deste ano. A iniciativa dos suíços Bertrand Piccard e André Borschberg, e parceiros tem a expectativa de reforçar e ampliar o uso de tecnologias limpas e renováveis.

A aeronave monolugar vai abranger em torno de 35 mil quilômetros numa velocidade entre 30 e 60 quilômetros por hora. A rota esperada é abranger 12 locais diferentes, incluindo China, Havaí e Nova York, em cerca de 25 dias de voo por cinco meses.

Este não é o primeiro avião solar criado, porém é apontado como o mais eficiente em energia até o momento, podendo voar sem combustível entre cinco dias e noites consecutivas. O mundo está se renovando em prol do planeta e isso não poderia ser melhor!

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http://www.hypeness.com.br/2015/01/aviao-vai-dar-a-volta-ao-mundo-usando-apenas-energia-solar/

Fotógrafo processa Nike por quebra de direitos autorais

Olha só que caso espinhoso. Todo mundo conhece a Nike. Todo mundo conhece Michael Jordan. E todo mundo já deve ter visto, mesmo que não ligou uma coisa a outra, o logotipo Jumpman que a Nike utiliza para vender a linha de materiais esportivos ligados ao nome de Michael Jordan. Mas, acho que poucos conhecem o fotógrafo Jacobus Rentmeester. Esse rapaz acaba de entrar com um processo de quebra de direitos autorais contra a Nike por conta justamente do logotipo acima citado.

Em 1984 o fotógrafo registrou uma das primeiras fotos de Jordan fazendo seu famoso salto para a revista Life. A foto foi publicada em uma página dupla e, para realizá-a, o fotógrafo se utilizou de uma Hasselblad e flash estroboscópico. A foto, do jeito que foi publicada na revista, está representada abaixo.

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Aproveitando a incrível qualidade da foto, a Nike pagou em agosto de 1984 para o fotógrafo a quantia de US$ 150,00 para utilização temporária da imagem em suas campanhas publicitárias. Até ai tudo bem, mas agora o caso fica um pouco mais complicado.

Em 1985, a Nike resolveu criar a sua própria foto de Jordan fazendo o salto e ninguém pode negar a incrível similaridade com a foto feita por Jacobus. Ao saber do ocorrido o fotógrafo entrou em contato com a Nike para cobrar uma posição. A empresa, para não ter nenhum tipo de problema, acabou acertando um contrato de uso da foto original de Jacobus por dois anos ao preço de US$ 15.000,00.

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Porém, dois anos depois, a Nike lança o logotipo “Jumpman” baseado na foto que a empresa mandou fazer e sem nenhum tipo de pagamento para o fotógrafo. Jacobus acredita que o lançamento do logotipo, que teve como base uma foto de sua autoria, vai contra os seus diretos e fere o acordo original feito com a empresa. Por conta disso ele abriu um processo contra a Nike por infração de copyright. Não há valores envolvidos no processo, mas temos como base o faturamento de US$ 1,75 bilhão de dólares da marca Jordan em todo o mundo (dados de 2013) e o próprio atleta recebe US$ 60 milhões de royalties por ano.

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Esse vai ser um caso difícil de ser julgado. Se levarmos tudo em conta cada um tem o seu direito sobre uma parte da coisa. A foto que a Nike mandou fazer não é uma cópia perfeita, pode se alegar apenas inspiração. Já o salto foi o próprio Jordan quem imortalizou. Será que ele também não possui seu direito autoral sobre ele? Vai ser uma briga interessante.

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http://meiobit.com/307972/fotografo-processa-nike-por-quebra-de-direitos-autorais/

IBM lidera registro de patentes nos EUA pelo 22º ano seguido

Pelo 22º ano consecutivo, a IBM é líder no número de patentes registradas nos Estados Unidos. Ao todo, foram 7.534 registros de patentes concedidos à companhia em 2014. Delas, 500 são provenientes de estudos em computação cognitiva, área do famoso computador Watson.
Das mais de sete mil patentes, 19 foram concedidas ao laboratório brasileiro de pesquisa da IBM. O material gerado no Brasil é registrado pela empresa no Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos (USPTO).
As 19 patentes obtidas pelo laboratório brasileiro são um reflexo dos primeiros anos de trabalho do laboratório – em 2015, ele completará cinco anos de atividades.
O registro de patentes leva tempo. As pesquisas são submetidas ao órgão americano e são analisadas. A média de tempo para que uma patente seja conferida a quem submeteu o pedido é de três anos.
“Esse número, portanto, representa o acumulado do primeiro e do segundo ano de trabalho. Daqui para frente, podemos ter entre 30 e 40 patentes aprovadas por ano”, disse Ulisses Mello, diretor do Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil, a EXAME.com.
Desde o início das atividades do laboratório, já foram submetidos mais de 120 pedidos de patentes pelo laboratório brasileiro. Parte delas deve ser aprovada ao longo dos próximos anos.
Caso haja o aumento esperado no registro de patentes no órgão americano, o laboratório brasileiro da IBM deve ser responsável por boa parte das patentes brasileiras registradas nos EUA.
De acordo com o USPTO, em 2013, o Brasil foi responsável pelo registro de 254 patentes nos Estados Unidos – ficou em 26º lugar (os números de 2014 ainda não foram divulgados). Com a expectativa de 30 a 40 patentes aprovadas por ano para o futuro, o laboratório da IBM no Brasil poderá ser responsável por cerca de 15% dos registros.
Luta contra o ebola
O laboratório brasileiro trabalha, em alguns momentos, em parceria com outros ao redor do mundo. Um exemplo recente de esforço conjunto foi na luta contra o ebola.
Um sistema de análise de dados e engajamento de cidadãos foi criado em Serra Leoa. A tecnologia permitia que cidadãos enviassem informações ao governo local por SMS e ligações telefônicas.
O projeto foi sediado pelo laboratório africano da IBM. O centro brasileiro, no entanto, foi um dos que trabalhou em conjunto.
Moeda de negociação
De 1993 até 2014, a IBM conseguiu o registro de mais de 81 mil patentes. “Acredito que esse número venha de uma cultura de inovação que existe dentro da IBM. Uma das métricas importantes para nós é a geração de propriedade intelectual”, disse Mello.
Parte das patentes nunca é colocada em prática, no entanto. Outras são usadas como formas de negociação. De acordo com Mello, o licenciamento de patentes rende à IBM entre 1 e 1,2 bilhão de dólares por ano.
Depois da IBM, as empresas que mais registraram patentes nos EUA em 2014 foram a Samsung (com 4.952), Canon (com 4.055) e Sony (com 3.224).

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/ibm-lidera-registro-de-patentes-nos-eua-pelo-22o-ano-seguido

Apple registra patente de iPhone dobrável

 

São Paulo – A Apple pode estar trabalhando em um iPhone dobrável, segundo informações do Independent.

De acordo com a publicação, a empresa registrou patentes para dispositivos que podem ser dobrados e apertados.

Os desenhos mostram um telefone que usaria peças maleáveis em ambos seu exterior e interior, permitindo que as placas de baterias e os circuitos fossem dobrados e flexionados, segundo o jornal.

É válido lembrar, porém, que a Apple registra muitas patentes ao longo dos anos, mas nem todas realmente viram projetos ou são lançadas em um futuro próximo. Portanto, os iPhones dobráveis podem demorar para chegar ao mercado, caso cheguem.

No ano passado, o iPhone 6 Plus foi acusado de entortar facilmente em um vídeo publicado pelo canal Unbox Therapy e também por internautas, que relataram que o problema acontecia quando o aparelho ficava durante longos períodos no bolso.

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/apple-registra-patente-de-iphone-dobravel

As agências, campanhas e marcas mais premiadas de 2014

São Paulo – A revista Advertising Age, uma das mais respeitadas do mundo da Publicidade, divulgou em sua nova edição o ranking das agências, marcas, campanhas e profissionais mais premiados de 2014.

Para compor o ranking, os prêmios mais importantes do mundo são levados em conta: International Andy Awards, Art Directors Club, Association of Independent Commercial Producers, Cannes Lions, Clio, D&AD, One Show, Webby Awards e Festival of Media.

Brasileiros

O Brasil se destacou nos rankings, provando que continua a ser uma força na publicidade mundial.

Além de aparecer com dois representantes entre as 10 melhores agências (ambas em São Paulo), há brasileiros na lista dos melhores profissionais.

Na categoria “Melhores chefes de criação do mundo”, aparece Marcelo Reis, da Leo Burnett de São Paulo (4º).

Já entre os melhores diretores de criação, aparece Guilherme Jahara, também da Leo Burnett (6º).

Na categoria dos melhores redatores, outro da Leo Burnett: Christian Fontana (7º).

Confira o ranking completo:

Melhores agências

x Agência Local
1 Forsman & Bodenfors Gotemburgo, Suécia
2 Dentsu Tóquio, Japão
3 Wieden + Kennedy Portland, EUA
4 Droga5 Nova York, EUA
5 CAA Marketing Los Angeles, EUA
6 Adam & Eve/DDB Londres, Reino Unido
7 Leo Burnett Tailor Made São Paulo, Brasil
8 BBDO New York Nova York, EUA
9 Ogilvy & Mather Paris, França
10 Ogilvy & Mather São Paulo, Brasil

Melhores campanhas

x Marca Campanha
1 Volvo “Live Tests Series Integrated Campaign”
2 Chiplote “The Scarecrow”
3 Honda “Sound of Honda/Ayrton Senna 1989”
4 Harvey Nichols “Sorry, I Spent It On Myself”
5 Terre des Hommes Netherlands “Sweetie”
6 250 Actions “Climate Name Change”
7 British Airways “Magic of Flying”
8 Dove “Real Beauty”
9 Newcastle Brown Ale “If We Made It”
10 Pharrell Williams and Universal “24 hours of Happy”

Melhores anunciantes

x Marca
1 Volvo
2 Unilever
3 Procter & Gamble
4 Heineken
5 Honda Motor
6 Chiplote Mexican Grill
7 Volkswagen
8 Fiat Chrysler Automobiles
9 Sony
10 Nike

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/as-agencias-campanhas-e-marcas-mais-premiadas-de-2014

Agipi/UEPG supera marca de 50 patentes depositadas

No encerramento das atividades de 2014, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) supera a marca de 50 patentes depositadas. De acordo com dados da Agência de Inovação e Propriedade Intelectual (Agipi), órgão responsável pela política de inovação e dos processos relativos à proteção de direitos da propriedade intelectual da instituição, com a previsão de depósito de uma patente internacional nos próximos dias, o número chegará a 52.

O diretor da Agipi comemora a marca de 52 patentes, porém, diz que o número poderia ser mais expressivo, chegando a 80 depósitos. “Esse montante poderia ser atingido, caso os pesquisadores fossem mais ágeis na redação dos seus relatórios descritivos”, diz. Sobre essa questão enfatiza o valor do registro de patentes na vida acadêmica do pesquisador. “A obtenção de um depósito é bem mais rápida do que a publicação de um artigo em revista qualis A”, exemplifica.

“Apenas nos últimos dois dias foram depositadas três patentes”, revela o diretor da Agipi, professor João Irineu de Resende Miranda, citando duas pesquisas desenvolvidas em co-titularidade com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e outro projeto resultado de trabalho de pesquisadores da UEPG vinculados à pós-graduação. A perspectiva para 2015 é de aumento de 50% nos acordos de cooperação para o desenvolvimento tecnológico, renovando o ciclo da transferência de tecnologia. “Podemos ter um ‘boom’ na área da propriedade industrial dentro da agência”, afirma.

A Agipi ainda planeja a divulgação do catálogo de serviços da UEPG, regulados pela nova resolução 252/2014, junto a entidades empresariais, e o desenvolvimento dos projetos das quatro empresas incubadas. “O destaque para o próximo ano é a busca pela implantação do Centro Empresarial Júnior da UEPG, estrutura que dará uma sede para as empresas júnior da UEPG, possibilitando-lhes a infraestrutura e o apoio necessário para o desenvolvimento de suas atividades”.

Nesse trabalho, ele ressalta o empenho da equipe da Agipi, formada pelo estagiário de Direito João Guilherme Pereira Chaves, que trabalha com a propriedade industrial; a bolsista de Residência Técnica, Marcelle Moraes Mulinari, no atendimento a empresários, empresa-júnior e pesquisadores na transferência de tecnologia; e a bolsista Andressa Dattola Werzel, no desenvolvimento de projetos inovadores.

A equipe ainda conta com o professor Rodrigo Simionato (Departamento de Direito Processual), chefe do Escritório de Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia, que, segundo João Irineu, tem se desdobrado para atender todas as atividades da Agipi. “Trata-se de um grupo valoroso na superação de limitações e dedicação ao trabalho institucional”, reforça o diretor da Agipi.

PATENTES

Conheça as patentes depositadas pela Agipi nos últimos dias.

Patente desenvolvida por pesquisadores da UEPG: “Desenvolvimento de sensores e biossensores eletroquímicos utilizando-se de eletrodos de carbono extraídos de pilhas exauridas”.

Inventores: Cleverson Siqueira Santos – doutorando; Christiana Andrade Pessoa – docente; Carolina Maria Fioramonti Calixto – bolsista de apoio técnico; Rosana Mossanha – doutoranda; Sérgio Toshio Fujiwara – docente; Vagner dos Santos – docente.

Além dessa patente de propriedade de inventores apenas da UEPG, tivemos duas co-titularidades com inventores da UFPR:

Patentes: “Método de extração e uso de óleo essencial, extrato e frações com atividade antitumoral, antioxidante e antimicrobiana das partes aéreas e raiz de baccharis milleflora (LESS.) DC., asteracae” e “Método de extração e atividades antitumoral e antimicrobiana dos extratos, frações e produtos originários das partes aéreas e raiz da espécie Lobelia exaltata POHL, campanulacae”.

Inventores: Além de pesquisadores da UFPR, são inventores da UEPG nessas duas patentes os professores Paulo Vitor Farago e Luís Antônio Esmerino.

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http://portal.uepg.br/noticias.php?id=7046

Os 10 inovadores brasileiros que se destacaram em 2014

O ano de 2014 pode não ter sido bom para o Brasil no futebol. Sediou a Copa do Mundo com muitas críticas, levou a maior goleada da sua história em pleno território nacional e não terá time no Mundial de Clubes. Mas foi o ano que o país mais brilhou no quesito inovação. Seja para fins sociais, culturais ou educacionais, alguns nomes merecem respaldo e agradecimento, justamente pela sua ousadia em experimentar e fazer acontecer.

O site Hypeness fez uma seleção com os 10 brasileiros inovadores que mais brilharam esse ano. Veja abaixo:

 1) Lucas Strasburg

Não existe produção de prótese ortopédica no Brasil. O país é obrigado a importar, mas é caro. Uma prótese de membro inferior, por exemplo, sai cerca de R$ 5 mil, boa parte disso em impostos. Pensando nisso, um estudante de engenharia mecânica da Universidade Feevale, em Novo Hamburgo (RS), começou a projetar e fabricar próteses ortopédicas de baixo custo, feitas com plástico reciclado. Sua invenção valeu a indicação pela revista MIT Technology Review esse ano como um dos 10 brasileiros mais inovadores com menos de 35 anos. Seu grande desafio é conseguir a fabricação em larga escala das próteses que, de acordo com seus cálculos, pode ter um preço final “até 30 vezes menor”.

 2) Raíssa Müller

Selecionada pelo Village Raise a Child, programa da Universidade de Harvard que busca tornar conhecidos os projetos de empreendedorismo social de pessoas do mundo todo, essa outra gaúcha de Novo Hamburgo desenvolveu uma espécie de esponja que repele água e absorve óleo. Sua invenção pode vir a ser utilizada em acidentes de derramamento de óleo no mar ou ainda para limpar rios poluídos, além de permitir que tanto o óleo como o filtro possam ser reutilizados depois.

 3) Márcio Sequeira

Sua invenção, o Mola, atingiu o recorde de arrecadação de dinheiro por crowdfunding no Brasil, por meio da plataforma Catarse. Trata-se de um modelo composto por um conjunto de peças moduladas que se conectam por imãs para tornar a abordagem das disciplinas de estrutura nos cursos de arquitetura e engenharia mais palpável e dinâmica. Com sua invenção, é possível montar mais de 100 configurações estruturais diferentes.

 4) Thiago Mundano

Um dos grandes destaques da conferência TED Global, que aconteceu no Rio de Janeiro nesse segundo semestre, coube ao criador do projeto Pimp My Carroça. Thiago faz grafites em carroças de catadores de produtos reciclados nas ruas. O desejo é que a cidade “enxergue” os catadores e, consequentemente, dê valor a sua atividade.

5) Lorrana Scarpioni

A brasileira é a empreendedora por trás do Bliive, a rede social em que os usuários se cadastram para trocar seu tempo livre. Lá, você oferece uma hora do que sabe fazer de melhor – uma aula de dança, por exemplo – e ganha um timemoney para gastar com os serviços oferecidos por outro usuário.

 6) Anápuáka Muniz Tupinambá Hã hã hãe

Anápuaka é um índio conectado. De etnia Tupinambá e Pataxó, Hã hã hãe saiu da Aldeia Água Vermelha (Bahia) quando tinha 13 anos. Foi para o Rio de Janeiro, onde formou-se em Gestão de Marketing e Jornalismo de Políticas Públicas Sociais. Hoje, além de gestor da ONG Raízes Históricas Indígenas (RAHIS), ele está à frente da Rádio Yandê, a primeira rádio indígena online do Brasil. No último final de semana, a rádio foi uma das contempladas com o Prêmio Brasil Criativo.

 7) Davi Braga

Com apenas 13 anos, Davi roubou a cena esse ano na Demo Brasil, evento que reúne empreendedores e investidores no ramo de startups de todo o país.Seu projeto, o List-it, é um sistema que facilita a pesquisa de preços e compra de material escolar. As escolas cadastram o material exigido e os pais podem fazer a pesquisa de preço de cada item e realizar a compra online, ficando a startup com 10% do valor da compra.

 8) Osvaldo Tavares

O estudante de engenharia mecânica, de apenas 21 anos, criou um protótipo inovador, que pretende servir como ferramenta para resolver o problema da escassez de água no Nordeste, mais precisamente no Ceará. O experimento retira sais da água a partir da luz solar. Com base nos primeiros testes, a média alcançada foi de 28 litros de água dessalinizadas em um período de 24 horas. Com base nesse valor, estima-se que cada equipamento possa vir a fornecer água potável para até 13 pessoas em uma comunidade isolada.

9) Georgia Gabriela da Silva Sampaio

O diagnóstico da endometriose, doença que acomete um grande número de mulheres, é feito por meio do exame de ultrassonografia, e seu tratamento, que prevê até um processo cirúrgico, é muito restrito. Pensando nisso, e tendo o histórico de uma tia acometida pela doença, que chegou a extrair o útero, Georgia desenvolveu um projeto, também selecionado pelo Village to Raise a Child, que consiste na criação de um método menos invasivo e mais barato, por meio de exame de sangue, para o diagnóstico da doença.

10) Rodolfo Henrique Fischer

Rodolfo é o responsável pela criação da primeira unidade do Alpapato (Anna Laura Parques para Todos), situado na AACD do Parque da Mooca em São Paulo. Criado em homenagem a filha, Anna Laura, que faleceu em um acidente aos 4 anos de idade, o parque traz consigo algo definido por seu criador como um “novo conceito de acessibilidade”. É o primeiro e único parque infantil deste tipo no país, com 15 brinquedos adaptados, como balanços, escorregador, trepa-trepa e cama elástica, que acrescentam recursos lúdicos ao processo de reabilitação das crianças.

fonte

http://www.hypeness.com.br/2014/12/10-brasileiros-inovadores-que-brilharam-em-2014/