Produzir patentes é importante, mas só com licenciamento de tecnologias haverá mais empregos e renda

“Não adianta mostrar o número de patentes produzidas no Brasil. O que precisamos é de mais licenciamentos – direito de explorar comercialmente uma patente –, que são os que geram empregos e riqueza”, afirma Milton Mori, diretor executivo da agência de inovação Inova Unicamp.
Em um momento onde as atenções estão voltadas ao volume incipiente de criação de patentes no Brasil, acadêmicos da Unicamp, UFMG e USP que participaram do comitê de Inovação da Amcham – São Paulo na terça-feira (15/10) chamaram a atenção para esse aspecto, que consideram mais importante.
Se as pesquisas das universidades não estiverem bem alinhadas com os objetivos comerciais das empresas, a quantidade de licenciamentos de propriedade intelectual não vai aumentar no ritmo necessário para influenciar a economia, ressalta Pedro Vidigal, professor associado e diretor do CTIT (Coordenadoria de Transferência e Inovação Tecnológica) da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).
“Empresas e escolas têm que estar de espírito aberto para uma relação onde ambas possam ganhar. A empresa vai lucrar com um novo produto e a universidade também, para reinvestir na ampliação dos departamentos de pesquisa e desenvolvimento”, destaca Vidigal.
Desenvolver parcerias direcionadas também é uma forma de sair na frente da concorrência e vencer a burocracia. “Quando tenho uma patente em co-titularidade, a empresa terá preferência na exploração comercial. E facilita muito para a universidade, porque ela não precisa abrir edital de concorrência e pode negociar diretamente com a empresa”, aponta Flávia do Prado, agente de inovação do pólo Ribeirão Preto da Agência USP (Universidade de São Paulo) de Inovação.
Em uma escala de prioridades, os licenciamentos de patentes estão no topo da lista. “É importante ter indicadores de produção de patente e fomentar a proteção do conhecimento. Mas o mais importante é a criação de produtos.”
Licenciamentos x Patentes
Dados fornecidos pelas três universidades mostram que a relação de licenças sobre o total de patentes depositadas é maior na UFMG: 15,2%, seguidas pela Unicamp e USP.

 

fonte

http://www.amcham.com.br/inovacao/noticias/produzir-patentes-e-importante-mas-so-com-licenciamento-de-tecnologias-e-que-havera-mais-empregos-e-renda-5890.html

Lavanderia cria filtro que transforma água contaminada das lavagens em água potável

Desde pequenos somos ensinados a economizar água – pelo menos, na teoria. Entretanto, com a crise da água em São Paulo, o assunto parece estar sendo levado um pouco mais a sério até mesmo por quem não mora na capital paulista.

Localizada em Taboão da Serra (SP), a Rotovic, uma lavanderia industrial fundada há 40 anos, serve de inspiração quando o assunto é cuidar da água. Preocupada com o recurso natural utilizado como base, a empresária Paola Tucunduva investiu em um sistema de filtragem que transforma a água suja, resultante das lavagens, em água cristalina potável.

A água com resíduos, que sai das máquinas após as lavagens, passa por quatro tanques, em um processo de decantação e purificação. Um sistema é responsável por verificar o ph e a quantidade de cloro presente na água antes que ela possa ser reutilizada pelas máquinas da lavanderia.

Atualmente, 50% de toda a água utilizada na Rotovic passa por esse processo. No caso de lavanderias, esse tratamento é ainda mais importante, visto que resíduos de produtos químicos utilizados na lavagem das roupas podem contaminar o meio ambiente, caso essa água seja devolvida à natureza sem que haja um cuidado apropriado.

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http://www.hypeness.com.br/2014/11/lavanderia-cria-filtro-que-transforma-agua-contaminada-das-lavagens-em-agua-potavel/

ONG cria livro capaz de purificar centenas de litros de água

A escassez de água é um problema mundial gravíssimo. Porém, utilizar uma fonte de água suja para atender necessidades básicas também é. Você sabia que aproximadamente 3 milhões e 400 mil pessoas morrem a cada ano por conta de doenças associadas ao consumo de água contaminada?

A ONG Water is Life sabia. Mas muitos dos atingidos por esse cenário, não. Nem sequer têm o conhecimento de que a água cheia de micróbios e toxinas que consomem é a causa de suas enfermidades. Para ajudar a resolver essas duas faltas, de água e informação, a ONG criou o Drinkable Book.

Como o nome já indica, é um livro que pode ser bebido. Desenvolvido em parceria com a Carnegie Mellon e a Universidade da Virginia, o livro traz orientações sobre saneamento, higiene e condições básicas para o consumo de água. E as próprias páginas servem de filtro para tratar as impurezas do líquido.

As folhas são revestidas com nanopartículas de prata, que ajudam a manter doenças como cólera, febre tifoide e E. coli à distância. Segundo os desenvolvedores da tecnologia, é possível ter uma redução de 99,9% nas bactérias depois que a água passa por elas. Cada página custa em torno de 10 centavos de dólar para ser produzida e é capaz de prover até 100 litros de água limpa. Como o livro inteiro tem 20 páginas, o abastecimento pode durar por vários meses.

Países como Haiti e Quênia já estão recebendo exemplares da obra, que vem acompanhada de um recipiente para ajudar na filtragem. E o que fica desse exemplo inovador é a certeza de que muitos problemas podem ser combatidos com boas ideias e iniciativa, mais do que com rios de dinheiro.

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http://www.hypeness.com.br/2014/12/ong-cria-livro-capaz-de-purificar-centenas-de-litros-de-agua/

Esclarecimento: Renovação das Certificações de Boas Práticas

Em atenção a Lei nº 13.043, de 13 de novembro de 2014, publicada em Diário Oficial da União em 14 de novembro de 2014, que modificou dentre outras, a Lei nº11.972, de 6 de julho de 2009, para alterar os prazos para renovação das Certificações de Boas Práticas dos produtos sujeitos ao regime de vigilância sanitária para até 4 (quatro) anos, cumpre a Superintendência de Inspeção Sanitária (SUINP) esclarecer que para que esta alteração entre em vigor, faz-se necessária regulamentação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, quanto ao risco inerente à atividade da empresa.

Portanto, reiteramos que até publicação desta nova regulamentação, permanecem inalterados, os critérios e a validade das Certificações de Boas Práticas dos produtos em questão.

A área responsável irá trabalhar na regulamentação referente a essa alteração.

Abaixo transcrito trecho da Lei nº13.043, de 13 de novembro de 2014, em pauta.

Art. 100. O art. 1o da Lei no 11.972, de 6 de julho de 2009, passa a vigorar com a seguinte alteração:

“Art. 1o Os prazos para renovação das Certificações de Boas Práticas dos produtos sujeitos ao regime de vigilância sanitária, que constam dos subitens dos itens 1.4, 2.4, 4.3, 6.4, 7.2 e 7.3 da tabela do Anexo II da Lei no 9.782, de 26 de janeiro de 1999, com a redação dada pela Medida Provisória no 2.190-34, de 23 de agosto de 2001, ficam alterados para até 4 (quatro) anos, conforme regulamentação específica da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, observado o risco inerente à atividade da empresa.

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http://portal.anvisa.gov.br/wps/content/anvisa+portal/anvisa/sala+de+imprensa/menu+-+noticias+anos/2014+noticias/esclarecimento+renovacao+das+certificacoes+de+boas+praticas

Samsung irá fabricar 80% dos chips do iPhone em 2016

A Samsung firmou acordo com a Apple para produzir a maior parte dos processadores do iPhone e iPad, a partir de 2016.

As informações são do jornal coreano Korea Times.

Atualmente, a maior parte dos componentes dos dispositivos é feita pela taiwanesa TSMC.

O novo acordo tornaria a Samsung a principal fornecedora de chips da Apple. A partir de 2016, a empresa sul-coreana forneceria 80% dos processadores usados nos aparelhos da Apple.

A Apple desenvolveria os chips, enquanto a Samsung os fabricaria, em parceira com a GlobalFoundries, uma fabricante de semicondutores sediada na Califórnia, Estados Unidos.

Segundo o Korea Times, o valor da negociação envolveu “bilhões de dólares”.

A produção dos processadores deve começar no início de 2015, na fábrica da Samsung em Giheung, na Coréia do Sul.

A negociação acontece alguns meses após as duas empresas aceitarem encerrar todas as disputas de patentes entre as marcas, fora dos Estados Unidos.

Samsung e Apple são as duas maiores fabricantes de smartphones do mundo.

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http://info.abril.com.br/noticias/mercado/2014/11/samsung-ira-fabricar-80-dos-chips-do-iphone-em-2016-diz-jornal.shtml

Viagra Caipira começa a ser produzido no interior de São Paulo

“Viagra Caipira” é o nome que recebeu o novo medicamento que está sendo desenvolvido pela Universidade de Franca, no interior de São Paulo. Assim como o composto sintético que já é comercializado, o medicamento começou a ser produzido por acaso, quando pesquisadores procuravam um remédio para a cura da doença de Chagas.

Nos testes, a substância produzida no centro acadêmico se mostrou ineficiente para tratar a doença, entretanto, alguns dos ratos usados para o teste apresentaram uma forte ereção.

Com os resultados, o grupo percebeu que a molécula conhecida como cubebina tem resultados mais positivos para ereção do que as substâncias usadas nos remédios sintéticos atuais.

A cubebina é obtida por meio da pimenta-de-java, planta nativa da indonésia, usada tradicionalmente para fins medicinais e temperos. Os pesquisadores pretendem patentear o experimento para que o “Viagra Caipira”, possa ser consumido no mercado.

 

fonte

 

http://www.hojeemdia.com.br/noticias/brasil/viagra-caipira-comeca-a-ser-produzido-no-interior-de-s-o-paulo-1.278995