Primeira impressora 3D é instalada no espaço

Vida de astronauta não é fácil. Imagine estar consertando uma peça qualquer no satélite e, de repente, descobrir que precisa de um item em falta na sua caixa de ferramentas. Você pegaria o primeiro foguete até a loja mais próxima? Não é bem assim que funciona.

Foi para solucionar problemas como esse que a NASA decidiu instalar a primeira impressora 3D da história no espaço. Batizada de Portal, ela tem o tamanho de um microondas e desde novembro está em órbita na Estação Espacial Internacional (ISS).

O objetivo do projeto é testar como a tecnologia de impressão 3D evolui na ausência da gravidade para poder criar uma “loja de ferramentas espacial”. No total, foram mais de 30 mil horas empregadas no desenvolvimento do aparelho, realizado em parceria com a Made In Space. Os pesquisadores deixaram 20 modelos pré-carregados na impressora, mas é possível enviar novos projetos de design para a estação conforme a necessidade. O tempo de impressão para cada objeto é de entre 15 minutos e uma hora.

Ou seja, agora ficou mais fácil contornar a situação se faltar uma chave inglesa ou se o martelo fugir do alcance na atmosfera espacial. A impressora 3D extraterrestre está entre nós para ajudar.

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http://www.hypeness.com.br/2014/12/primeira-impressora-3d-e-instalada-no-espaco-e-promete-revolucionar-a-vida-dos-astronautas/

Tampões de ouvido filtram “ruídos importantes”

Três engenheiros de San Diego, na Califórnia, estão buscando financiamento via Kickstarter para um tampão de ouvido que “filtra” os sons importantes, deixando ruídos que iriam incomodar o sono do usuário do “lado de fora”.

O Hush pode ser útil para quem viaja de avião ou para quem tem parceiros que roncam alto. Conectado ao smartphone via bluetooth, ele permite que o usuário escute algumas notificações, como do e-mail ou ligações importantes, além do alarme.

A campanha no site de financiamento coletivo tinha meta de US$ 100 mil, mas já foi ultrapassada. Até o fechamento deste texto, haviam sido arrecadados mais de US$ 431 mil, faltando ainda 17 dias para acabar a ação.

O tampão transmite sons de relaxamento que, segundo os criadores, ajudam a cair no sono. Para comandar o dispositivo, é necessário baixar um aplicativo já disponível para Android e iOS. O engenheiros garantem que a bateria do gadget dura mais de 10 horas.

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http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/tampoes-de-ouvido-filtram-ruidos-importantes/83193/

30 nomes marca/empresas que não funcionam muito bem no Brasil

1. A Fundación para el Desarrollo Urbano (FUDEU), na Costa Rica.

A Fundación para el Desarrollo Urbano (FUDEU), na Costa Rica.

2. A Bosta Water Technics, na Holanda.

A Bosta Water Technics, na Holanda.

BOSTA NETHERLANDS | BOSTA FRANCE | BOSTA BELGIUM | BOSTA UK

3. O Bar Bosta, em Bilbao.

O Bar Bosta, em Bilbao.

4. O goleiro polonês Lukasz Merda.

O goleiro polonês Lukasz Merda.

5. A joalheria Fudeus, em Berlim.

A joalheria Fudeus, em Berlim.
Clarissa Passos / BuzzFeed Brasil

6. A joalheria australiana Bunda.

A joalheria australiana Bunda.
Clarissa Passos / BuzzFeed Brasil

7. O aplicativo Rego.

O aplicativo Rego.

“Viu um restaurante que parece bom? Coloque no Rego. (…) Tem um tempinho livre? Abra o Rego e veja o que há em volta.”

8. O banco holandês Rabobank.

O banco holandês Rabobank.

9. O político argentino Walter Buceta.

O político argentino Walter Buceta.

10. O fotógrafo canadense Paul Buceta.

O fotógrafo canadense Paul Buceta.

11. A grife equatoriana Pinto.

A grife equatoriana Pinto.

Incluindo PINTO KIDS e PINTO BABY.

12. O blog Gallo Pinto & Mole, feito por duas latinas que moram em Los Angeles.

O blog Gallo Pinto & Mole, feito por duas latinas que moram em Los Angeles.

13. O jogador francês de rúgbi Louis Picamoles.

O jogador francês de rúgbi Louis Picamoles.

14. A banda espanhola Picadura.

A banda espanhola Picadura.

15. A Pintudos, empresa boliviana de joguinhos ecológicos.

A Pintudos, empresa boliviana de joguinhos ecológicos.

16. A Rola, empresa alemã de soluções de segurança.

A Rola, empresa alemã de soluções de segurança.

17. A montadora chinesa Chana Motors.

A montadora chinesa Chana Motors.

Clarissa Passos / BuzzFeed Brasil

Ela opera no Brasil com o nome Changan.

18. A galeria de arte Bicha, em Londres.

A galeria de arte Bicha, em Londres.

19. O restaurante chinês Xi-Xi, em Gozo (rs), Malta.

O restaurante chinês Xi-Xi, em Gozo (rs), Malta.

O endereço do site oficial é gozo.com/xixi.

20. A loja japonesa Furico.

A loja japonesa Furico.

21. A loja japonesa Suvaco.

A loja japonesa Suvaco.

23. O endereço da Energy Credit Union.

O endereço da Energy Credit Union.

24. O site de compras Cuzin.

O site de compras Cuzin.

25. O restaurante novaiorquino La Vara.

O restaurante novaiorquino La Vara.

26. A Federación de diabéticos españoles (Fede).

A Federación de diabéticos españoles (Fede).

27. O partido alemão FDP.

O partido alemão FDP.

Wolfgang Rattay / Reuters

28. O restaurante peruano Picas.

O restaurante peruano Picas.

29. A empresa romena de logística Benga.

A empresa romena de logística Benga.

Pixeon conclui aquisição da MedicWare

Pixeon, uma das maiores empresas de tecnologia para a saúde do pais, acaba de anunciar a compra da Medicware, com sede em Salvador e segunda maior provedora nacional em HIS (Hospital Information System) e de soluções de Prontuário Eletrônico, Gestão Clinica e de Laboratórios. A negociação acontece um ano após o aporte de R$ 50 milhões da Riverwood Capital e está alinhada com a estratégia da empresa de se tornar a maior empresa de softwares para saúde do pais dentro de cinco anos.

No decorrer de 2014, a Pixeon já havia adquirido a Lablink, empresa catarinense que atua no segmento de interfaceamento de equipamentos laboratoriais e agora, com a nova aquisição, a Pixeon passa a ser a companhia brasileira com o mais profundo e completo portfólio de soluções tecnológicas para a saúde, ampliando  a sua presença física nos principais mercados do pais com mais de 400 colaboradores em São Paulo, Florianópolis, Salvador, Recife e Belo Horizonte além de distribuidores estrategicamente posicionados para atender o mercado de saúde.

De acordo com Roberto Ribeiro da Cruz, CEO da Pixeon, o crescimento da empresa vem acontecendo de forma estruturada e sustentável, tornando-a mais competitiva. “Desde Novembro de 2011, quando recebemos o primeiro investimento da Intel Capital, nosso faturamento cresceu mais de 9 vezes e a quantidade de colaboradores saltou de cerca de 50 para mais de 400. Investimos muito na qualificação e treinamento de nosso pessoal e trouxemos do mercado profissionais altamente qualificados para compor o time de gestão e mesclar experiências. Com a aquisição e, consequentemente, um portfólio maior, no tornamos “one stop shop software provider”, ou seja, um fornecedor em que o cliente encontra tudo o que precisa relacionado a softwares para saúde. Assim, reafirmamos o nosso compromisso de investir em tecnologias que integrem e transformem esse mercado no Brasil. Nosso objetivo é, em cinco anos, alcançar o posto de maior empresa de softwares para a área da saúde do país”, explica.

O mercado de saúde no Brasil cresce em média 20% ao ano e oferecer uma gama completa de soluções foi uma das principais motivações para a aquisição. A Pixeon detinha os sistemas RIS (centros de imagem) e PACS (imagens digitais), mas não possuía o PEP (prontuário eletrônico), LIS (laboratórios) e principalmente o HIS (hospitais), software ao qual todos os outros são capazes de se plugar, tornando os processos de gestão mais eficientes. “A Medicware é uma empresa top-of-mind, com forte presença no Norte e no Nordeste. Eles desenvolveram um produto de excelência em gestão hospitalar e tem propósitos muito alinhados com os da Pixeon. Adicionalmente, essa transação assegura a sustentabilidade do nosso crescimento acelerado. Ao entrarmos no segmento hospitalar, triplicamos o nosso mercado de atuação para 1,5 bilhões de reais. Por esses motivos, apostamos na união.”, afirma José Roque de Pinho, diretor de M&A da Pixeon.

Já para o diretor comercial da MedicWare, Marcelo Kutter, o cliente só tem a ganhar. “Esta operação é estratégica para promover o crescimento das atividades no setor de gestão de saúde, pois estamos tratando da união de duas empresas fortes, em crescimento e que prezam pelo pioneirismo, inovação e busca constante pela excelência. O objetivo é oferecer para nossos clientes uma estrutura ainda mais estável e confiável. O futuro é mais que promissor”, comemora.

Além de investir em tecnologia de ponta, o relacionamento direto com o cliente será mais um diferencial. A abrangência nacional e presença nas principais cidades do país possibilitam um serviço mais personalizado, ágil e eficaz, o que contribui para a decisão final de quem adquire os produtos. Com a soma das operações, a Pixeon passa a atender mais de 1.500 clientes no mercado nacional. A empresa tem planos de manter e promover a integração de todos os times, inclusive os de gestão, que passarão a trabalhar em conjunto.

Para André Silveira, diretor-executivo da Medicware, a associação é positiva em diferentes sentidos. “Nós estamos apostando em um projeto maior e no desenvolvimento do setor no Brasil e unimos a credibilidade de ambas as empresas. Temos um caminho de forte crescimento e sucesso pela frente”, conclui.

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Nome de Jobs consta em 141 novas patentes desde sua morte

São Paulo – Steve Jobs, co-fundador e ex-CEO da Apple, faleceu em 2011 em decorrência de um câncer no pâncreas. Desde então, Jobs ganhou o direito a 141 patentes.

A observação foi feita pela revista Technology Review, do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Steve Jobs tem, ao todo, 458 patentes registradas em seu nome. Muitas delas, portanto, foram aprovadas depois de sua morte.

A primeira patente na qual consta o nome de Jobs é de novembro de 1983. Ela se chama simplesmente “Computador pessoal”. A mais recente é “Dispositivo eletrônico portátil com cabo de aterramento”, que ele divide com 21 outras pessoas, em nome da Apple.

O campo de patentes de Jobs é muito amplo. Outra recente se trata de uma construção de metal e vidros em forma de cubo. Na prática, a patente se transformou na entrada da Apple Store da Quinta Avenida, em Nova York.

O nome de Jobs também aparece em uma patente de um iate gigante, de 80 metros.

Apesar do grande número de patentes, um especialista na área disse à Technology Review que o fato não faz, automaticamente, de Jobs um dos maiores inventores da história. Para o especialista Florian Mueller, Jobs seria um dos maiores, desde que o termo inventor fosse pensado de forma ampla.

“Estou convencido que se grandes inventores americanos como Edison, Bell e Whitney olhassem para as conquistas e contribuições de Steve Jobs, eles sem dúvidas respeitariam Jobs pelo que ele fez, mas não considerariam Jobs como um deles”, explica Mueller.

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/nome-de-jobs-consta-em-141-novas-patentes-desde-sua-morte

A Origem das Marcas – Fanta

Cores alegres, sabor de frutas, muitos deles exóticos, embalagens modernas e um pouco de gás. Some-se ainda uma comunicação ousada e divertida. E tudo isso voltado para um público adolescente e jovem ávido por novidades. Esta é a receita do sucesso da marca de refrigerantes FANTA.
A história 
Um dos refrigerantes mais famosos do mundo surgiu por uma necessidade. Em 1941, durante a Segunda Guerra Mundial, quando a fábrica alemã da Coca-Cola, localizada em Essen, deixou de receber o xarope base utilizado no preparo do tradicional refrigerante de cola devido às sanções impostas pelos Aliados, Max Keith, então chefe de operações da unidade alemã, se viu obrigado a procurar outros ingredientes para a criação de um novo produto na tentativa de evitar a suspensão das atividades da unidade fabril, além de manter o maquinário em funcionamento. O resultado desses esforços foi o surgimento de um refrigerante com sabor de fruta.

 

 

Esse novo refrigerante criado pelo um químico alemão de sobrenome Schetelig, tinha cor amarela e leve sabor de maçã, feito de fibras de maçã compradas de uma fábrica de produção de Cidra. Além disso, ele adicionou soro de leite, que sobrava da fabricação de queijos. Ou seja, o refrigerante foi criado com o “resto dos restos”, como Keith contou depois. O nome do novo produto foi escolhido através de um concurso entre os funcionários da empresa, e coube a um experiente vendedor, chamado Joe Knipp, batizar a nova bebida de FANTA. O nome foi retirado da palavra “fantástico” (em alemão “Phantastischen”), que era parecida em muitas línguas e com som e pronúncia semelhante. Inicialmente, o novo refrigerante não conseguiu criar uma identidade definida, tendo seu sabor constantemente alterado de acordo com os ingredientes disponíveis. Porém, a propaganda alemã à época sabia ser bem persuasiva e não demorou muito para que o refrigerante caísse no gosto popular.

 

 

No período pós-guerra, entre 1945 e 1955, a marca FANTA foi usada apenas para não perder o registro. Só foi ressuscitada de verdade para o lançamento de um refrigerante de laranja criado pela subsidiária italiana da Coca-Cola no dia 29 de abril de 1955 na cidade de Nápoles. Docinha, borbulhante, com gosto de chiclete com suco e de coloração, obviamente, alaranjada, o novo refrigerante não tardaria a fazer sucesso. Pouco depois, em 1958, o produto foi introduzido no mercado japonês. Fez sucesso e foi conquistando o mundo, chegando aos Estados Unidos nesse mesmo ano, colocado primeiramente teste nas cidades de Boston, Chicago e San Francisco, e dois anos depois na Argentina.

 

 

Somente no dia 3 de maio de 1960, o conselho de diretores da empresa autorizou a criação da Companhia de Bebidas Fanta, uma divisão da The Coca-Cola Company. Na época, a linha era composta pelos sabores laranja, uva, lima-limão e gengibre, além da versão light do refrigerante. As garrafas estavam disponíveis nas opções flint (transparente) ou verde, nos tamanhos de 7, 10, 12 e 26 onças. Pouco tempo depois, três sabores (cereja preta, morango e club soda) foram acrescentados à linha de FANTA, e uma garrafa de 16 onças foi disponibilizada como mais uma opção de embalagem. Na década de 1980 FANTA foi introduzida em vários novos mercados, como por exemplo, em Portugal, onde o refrigerante foi lançado em 1983. Além disso, a marca também iniciou o lançamento de vários outros sabores, sempre baseados em frutas.

 

 

Nos últimos anos, inovações em sabores como Fanta Discovery (com laranja vermelha chinesa) e Laranja Mix (laranja com tangerina) se tornaram uma valiosa característica da marca e hoje são aguardadas ansiosamente pelo consumidor, fazendo com que a FANTA conquistasse muitos mercados, tornando-se extremamente valiosa para a poderosa The Coca-Cola Company. Em 2007, a marca foi buscar na diversidade da cultura global os ingredientes para criar em a linha FANTA MUNDO, que lançou diversos sabores de edições limitadas em mais de 50 países. O Brasil embarcou nessa viagem com o lançamento de Fanta Mundo Tailândia, uma mistura de laranja com manga e pouco depois com a Fanta Mundo China (uma mistura de laranja com melão). Outra criação foi a Fanta Mundo Itália, uma mistura de laranja, framboesa e blueberry.

 

 

Os sabores 
Atualmente existem oficialmente 92 sabores diferentes do produto no mundo inteiro, entre normais e versões mix (mistura entre dois ou mais sabores), variando muito de acordo com o país, sua cultura e hábitos. Isto sem contar os sabores que já saíram de linha de produção e as edições limitadas, que permanecem por um período de 6 a 12 meses no mercado. O sabor mais popular do produto é o original de laranja (conhecido como Fanta Funky Orange nos países nórdicos e Bélgica), seguido pelo de uva. Existem ainda os sabores de maracujá, morango, maçã, limão, abacaxi, grapefruit, melão (comum no Japão e Israel), pêssego, pomelo (Argentina e Bélgica), lichia (Camboja), melancia (muito popular na Austrália), frutas vermelhas (comercializada na França) e maçã verde (muito popular na China).

 

 

Entre os mais exóticos, que variam dos sabores doces aos amargos, estão: Fanta Shokata (extremamente popular na Bósnia, Sérvia, Macedônia, Croácia, Albânia, é baseado em um coquetel, bastante tradicional nestes países, que utiliza flor em sua composição), Fanta Lactic (sabor leite, muito apreciado em Hong Kong), Fanta Latina (uma mistura de laranja, limão e maracujá), framboesa azul (Austrália), Fanta Tutti-Frutti (Caribe), Fanta Fruit Punch (sabor ponche de frutas, popular na Indonésia), laranja e chocolate (Austrália) ou misturas como banana e leite (Japão), morango e leite condensado (Japão), uva branca e leite (Taiwan) e maçã e chá verde (Grécia).

 

 

A garrafa 
A garrafa usada pela TCCEC – The Coca-Cola Export Corporation – para distribuição de FANTA era uma garrafa de parede reta criada na Alemanha, que exibia uma versão do logotipo também desenvolvida no país. Em 1955, o Sr. Lee Talley, então presidente da TCCEC, solicitou ajuda para o desenvolvimento de um novo desenho de garrafa ao Comitê de Embalagem da The Coca-Cola Company, que por sua vez apresentou um pedido a Raymond Loewy. Ele submeteu entre 25 e 30 desenhos diferentes para a garrafa e também para o logotipo. A garrafa tinha que ter a mesma altura e o mesmo diâmetro da garrafa da Coca-Cola, mas não poderia apresentar qualquer semelhança com esta. Por isso, nada de curvas. A garrafa era sombreada com pontinhos, cuja finalidade era lhe conferir o aspecto de gelada. Logo após seu lançamento no mercado interno, seguiram-se pequenas mudanças, inclusive a eliminação do pontilhado no gargalo e a remoção do anel horizontal inferior. A garrafa de FANTA foi disponibilizada para todos os fabricantes da empresa em 1960. O primeiro tamanho lançado foi o de 7 onças, surgindo posteriormente outros como 10, 12, e 26 onças.

 

 

No decorrer dos anos a garrafa de FANTA, que se tornou um dos principais ícones de reconhecimento da marca, foi sendo modernizada. Depois de utilizar vidro nas cores âmbar e verde, a marca adotou o vidro transparente em seu último design, que ganhou curvas acentuadas. A imagem abaixo mostra a evolução deste ícone.

 

 

Campanhas que fizeram história 
Por muito tempo, a marca vem construindo um legado de diversão através de suas campanhas publicitárias, como por exemplo, em 2002, quando a marca iniciou uma agressiva campanha de marketing nos Estados Unidos para tentar ganhar participação de mercado, especialmente junto ao público adolescente. Apesar de estar presente no mercado desde a década de 1960 a marca FANTA não era tão popular no país. A campanha era estrelada pelas THE FANTANAS, um grupo fictício de música pop formado por quatro belas mulheres que representava, cada uma, um sabor da bebida: Calli (orange), Raquel (grape), Nina (strawberry) e Leelee (pineapple). A campanha, que tinha como jingle “Wanna Fanta! Don’t you wanna?”, foi maciçamente veiculada através de mídias de grande alcance como televisão e revista, tendo como público alvo os adolescentes. O grupo fez tanto sucesso entre os adolescentes que chegou a ter quatro versões. A última delas (de 2009 a 2011) tinha como integrantes: Summer (laranja), Melody (uva), Isabela (morango) e Lilly (abacaxi).

 

 

Em maio de 2005 uma campanha global da marca chamou a atenção de todos pelo inusitado slogan: Beba Fanta. Fique Bamboocha. Cenários exuberantes, personagens exóticos e uma palavra muito diferente (“Bamboocha”), criada especialmente para definir o comportamento de uma geração que “come a vida com a colher grande”, “que sabe o que quer e como conseguir”, “que faz a vida borbulhar num gole de Fanta”, “que é uma atitude, um ctrl alt del no tédio”. Foi assim, com esses três ingredientes, que FANTA apresentava a fórmula de sua nova campanha, criada pela agência de publicidade Ogilvy & Mather de Nova York. A nova campanha trazia conceitos inovadores, falando a língua dos adolescentes e dos jovens.

 

 

Em 2007 uma nova campanha mundial da marca: Fanta Play On, que tinha como proposta central inspirar as pessoas a usarem a imaginação no combate aos “inimigos da diversão”, encontrados nas obrigações, regras e responsabilidades do dia a dia. Utilizando o slogan “Imagine!”, a campanha contava com divertidos personagens em animações que buscavam em uma garrafa de FANTA soluções criativas para enfrentar os “inimigos da diversão”. Ou seja, transformar situações chatas do cotidiano em diversão. A campanha foi criada no Brasil e exportada para diversos países, tendo sido veiculada em toda a América Latina e em mercados como Alemanha, África do Sul, Marrocos e Cazaquistão .

 

 

A evolução visual 
Durante toda sua história o logotipo da FANTA foi sendo modernizado ganhando um design arrojado e mais recentemente alinhado com o público adolescente, principal alvo da marca. FANTA nasceu na Alemanha em plena guerra mundial com uma identidade visual na cor preta, mas quando em 1955 o sabor laranja foi lançado para o mundo um novo logotipo foi adotado. E por incrível que pareça seu logotipo tinha uma cor azul clara. Finalmente em 1972 a marca apresentou uma nova identidade visual: tipografia de letra mais moderna e pequenas laranjas em cima da letra N. Pouco depois adotou a cor laranja ou azul, dependendo do mercado.

 

 

Em 1995 o logotipo foi atualizado: os pontinhos laranjas deram lugar a uma folha estilizada nas cores laranja e verde. Pouco depois, em 1997, nova mudança: dessa vez a tipografia de letra foi modificada e uma folha verde inserida na letra N. Em 2004 o logotipo foi apenas simplificado. Finalmente em 2009 a marca introduziu sua nova identidade visual, aplicada não somente no logotipo. O projeto foi desenvolvido pelo escritório Office de San Francisco e incluiu uma nova e moderna tipografia de letra. A folha verde também foi totalmente remodelada. Além disso, o nome da marca passou a ser escrito dentro de um círculo laranja.

 

 

Existe também a possibilidade da utilização de um logotipo alternativo, sem o círculo laranja.

 

A identidade visual da marca FANTA é global, independente da língua em que o nome esteja escrito.

 

 

Os slogans 
More Fanta, Less Serious! (2011)
Imagine! (2007)
Drink Fanta. Stay Bamboocha. (2005)
Wanna Fanta, don’t you wanta? (2002)
Fanta, Fanta because it is great fun and tastes. (1981)
Wanna Fanta, Fanta Fever! The refreshing drink. (1940)
Mais Fanta. Mais Diversão. (Brasil)
Beba Fanta. Fique Bamboocha. (2005, Brasil)

 

 

Dados corporativos 
● Origem: Alemanha 
● Lançamento: 1941 
● Criador: The Coca-Cola Company 
● Sede mundial: Atlanta, Georgia 
● Proprietário da marca: The Coca-Cola Company 
● Capital aberto: Não
● Chairman & CEO: Muhtar Kent 
● Faturamento: US$ 3 bilhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado 
● Presença global: 187 países 
● Presença no Brasil: Sim 
● Maiores mercados: Brasil, Europa e América do Sul 
● Segmento: Refrigerantes 
● Principais produtos: Refrigerantes com sabor de frutas 
● Concorrentes diretos: Orangina, Tango, Mirinda, Crush, Sunkist e Sukita 
● Ícones: A garrafa e seu logotipo 
● Slogan: More Fanta, Less Serious! 
● Website: www.fanta.com.br
A marca no Brasil 
A versão mais conhecida no país é a FANTA sabor laranja, que chegou ao Brasil em 1964, agradando a grande maioria dos jovens entre 12 e 19 anos. Outra versão do refrigerante que se tornou extremamente popular foi a FANTA sabor uva, introduzida no mercado brasileiro em 1971. No final desta década, em 1978, foi lançada a FANTA sabor limão, que permaneceu no mercado até 1984, quando Sprite foi introduzida em sua substituição. O mesmo aconteceu com Fanta Guaraná, que seria substituída pelo Guaraná Taí no início dos anos de 1980. A versão de baixa caloria do refrigerante sabor laranja chegou ao Brasil somente em 1990. A partir do novo milênio, a marca lançou no mercado brasileiro inúmeros sabores como edições limitadas ou que foram descontinuados: Maçã (lançada em 2002), Citrus (2002), Fanta Morango (2003) e Fanta Mix (2004), uma mistura de laranja e tangerina, desenvolvida pela filial brasileira. Mais recentemente a linha contou também com as edições limitadas Fanta Discovery (laranja vermelha, da China) e Fanta Mundo China, uma mistura de laranja com melão.

 

 

Em 2009, as versões sem açúcar dos sabores de laranja e uva, foram rebatizadas, passando a se chamar FANTA ZERO. Em 2012 o sabor maracujá passou a integrar em definitivo a linha de sabores da marca. Hoje FANTA oferece aos consumidores brasileiros inúmeras opções de embalagens: mini-lata (250 ml), garrafa vidro (290 ml), lata (350 ml) e garrafa PET (650 ml, 1.75 litros, 2 litros, 2.5 litros e 3 litros).

 

 

A marca no mundo 
O refrigerante está presente em 187 países e disponível em 92 sabores diferentes, sendo a terceira marca da The Coca-Cola Company em volume de vendas no mundo e a segunda marca da empresa na filial do Brasil, seu maior mercado consumidor. Talvez isso explique porque a quantidade de suco natural da bebida aqui seja a maior do mundo (10%). Em alguns países a concentração de suco na bebida é de apenas 2%.
Você sabia? 
● Todos os dias ao redor do mundo os refrigerantes da marca são consumidos mais de 130 milhões de vezes. Por isso a FANTA é um dos cinco refrigerantes mais vendidos no mundo.
As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (BusinessWeek, Época Negócios, Embalagem Marca e Isto é Dinheiro), jornais (Valor Econômico e Meio Mensagem), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Mundo Marketing), Wikipedia (informações devidamente checadas).
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Pelé e a cachaça

Completou 74 anos no último dia 23 de outubro o brasileiro mais famoso da história: Edson Arantes do Nascimento, ou simplesmente Pelé. Desde que apareceu para o mundo nos gramados da Suécia, na Copa de 1958, o Rei do Futebol nunca mais deixou de ser alvo de empresas interessadas em colar suas marcas a ele.

O que Pelé sempre se recusou a fazer foi associar seu nome a bebidas alcoólicas. Não por falta de ofertas: em 1959, a usina Chiabrando & Amandola, de Piracicaba (SP), ofereceu ao pai do jogador, Seu Dondinho, um cachê para que o craque batizasse uma cachaça. O próprio Pelé conta a história: “Era um ótimo cachê. Mas na hora H eu disse: pai, isso não é bom pra mim. Propaganda de pinga não pega bem”. As poucas embalagens da “Caninha Pelé” que faziam parte de um lote de teste viraram artigo de colecionador. O rótulo estampava a foto do jogador com o terno usado na volta da copa da Suécia.

 

Veja outras marcas que associaram seus nomes a Pelé:

 

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http://almanaque.blog.br/2010/11/pele-e-a-cachaca/#more-949

Robô simpático promete ser o primeiro assistente pessoal de famílias

O uso de robôs domésticos é corriqueiro na ficção, como já vimos no filme “Eu, Robô” e no clássico desenho Os Jetsons. Mas o que parecia pertencer apenas ao mundo da imaginação se tornou realidade graças a um time de pesquisadores do MIT, nos EUA. Eles criaram o Jibo, um robô inteligente que funciona como um assistente, realizando tarefas que vão desde entregar mensagens e realizar videoconferências a contar histórias infantis e tirar fotos.

Com 28 cm de altura e pesando 2,7 kg, o Jibo se parece com uma pequena luminária – ou para quem assistiu à animação “Wall-E”, Eva. Sua face, que gira em 360 graus, traz uma tela touchscreen de alta resolução, câmeras com detecção facial, microfone e alto-falante. Capaz de se conectar a smartphones e computadores via Wi-Fi e Bluetooth, o robô funcionará com uma série de aplicativos. Por ter um sistema aberto, desenvolvedores poderão criar softwares específicos para o Jibo e as possibilidades de uso serão, literalmente, infinitas.

O Jibo foi financiado coletivamente via IndieGoGo e está em seu primeiro estágio de produção. Espera-se que as primeiras unidades sejam entregues já no final de 2015. Veja como funciona

Robo Jibo

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http://www.hypeness.com.br/2014/12/robo-simpatico-promete-ser-o-primeiro-assistente-pessoal-de-familias/

Empreendedor produz plástico biodegradável feito a partir de tapioca

Há décadas o plástico tem sido usado como uma alternativa barata ao vidro e ao alumínio. Mas o custo que não recai diretamente sobre o bolso do empresário e do consumidor torna-se caro à natureza. Apesar das constantes iniciativas para reciclagem do material, milhões de toneladas vão parar em aterros sanitários todos os anos.

O problema é que o plástico demora de 500 a 1000 anos para ser decomposto. Mas e se houvesse uma alternativa que pudesse ser consumida pela natureza em apenas 10 dias? Essa é a proposta do Ecoplas, um plástico feito com mandioca.

Criado pela empresa indonésia Tinta Marta, o plástico biodegradável usa como base a madioca e, embora seja um pouco mais caro do que o comum, traz bem menos danos ao meio ambiente. Diretor da empresa desde 2000, Sugianto Tandio percebeu que, apesar de facilitar a vida de tanta gente com seu plástico, usado basicamente para a fabricação de sacolas, ele tinha uma grande parcela de culpa quando o assunto eram os danos do homem à natureza. Tandio, ex-funcionário da 3M, empresa mundialmente conhecida por seu potencial inovador, decidiu estudar e aplicar parte dos lucros da Tinta Marta em pesquisa: ele queria desenvolver um plástico biodegradável.

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Foto © Prodita Sabarini

Dez anos após o início de suas pesquisas, a Tinta Marta deu origem à Ecoplas, plástico biodegradável que já é utilizado em sacolas de empresas como a Zara e a GAP, na Ásia e nos Estados Unidos. As 500 toneladas de Ecoplas produzidas todos os meses não trazem benefícios somente à natureza, mas também aos agricultores da região, que agora têm mais um fiel cliente a quem vender a produção de mandioca. “A Indonésia é conhecida por seus recursos, mas nós ainda estamos para trás. Nós precisamos criar e dar valor aos nossos recursos para poder aumentar a riqueza dos indonesos“, afirma o empresário.

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Fotos © Tinta Marta

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Foto © Job Street

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http://www.hypeness.com.br/2014/12/empreendedor-produz-plastico-biodegradavel-usando-mandioca/

Investimentos em startups poderão ser deduzidos do imposto de renda

O objetivo da medida é apoiar o desenvolvimento de empreendimentos inovadores e com alto potencial de crescimento.

Na terça-feira, a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado aprovou um projeto que permite a dedução de valores investidos em startups da base de cálculo do Imposto de Renda das Pessoas Físicas. O objetivo da medida é apoiar o desenvolvimento de empreendimentos inovadores e com alto potencial de crescimento, que geralmente são criados por jovens empreendedores.

O projeto (PLS 54/2014) ainda será votado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e tem como meta principal ampliar os investimentos nas startups brasileiras e torná-las mais competitivas. O senador José Agripino, autor do projeto, propõe que a dedução seja limitada a 20% do valor integralizado, que não poderá ultrapassar R$ 80 mil por ano-calendário, considerando todos os investimentos realizados, mesmo que a participação envolva diversas startups.

Segundo o projeto, o investidor deverá ser sócio cotista da empresa ou sócio investidor, não podendo atuar como gerente, diretor ou administrador, nem ser acionista majoritário. Outro requisito é que os valores investidos permaneçam por pelo menos três anos na startup. Por outro lado, a startup deverá estar registrada num programa de incubação de empresas ou parque tecnológico de instituição científica ou tecnológica, conforme a Lei 10973/2004. Essa exigência foi incluída pelo senador Flexa Ribeiro, relator na CCT.

Apesar de haver um programa de incentivo a startup do Ministério de Ciência e Tecnologia, segundo Agripino, não há, no Brasil, incentivos suficientes para que pessoas possam investir em startups. Flexa Ribeiro concorda, ao afirmar que “mesmo sendo uma das maiores economias do mundo, o Brasil ainda não conseguiu desenvolver um ambiente propício às atividades de inovação. Diversas ideias promissoras esbarram diariamente em inúmeros obstáculos. Um deles é a dificuldade de o empreendedor conseguir financiamento para colocar em prática ideias arrojadas, com alto potencial de retorno, mas, ao mesmo tempo, com elevado risco.