Empresas mais antigas do Brasil em funcionamento

Empresas mais antigas do Brasil em funcionamento

  • 1663 – Correios – surgiu como Correio-Mor, em 1969 virou ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos)
  • 1694 – Casa da Moeda – cunha moedas e está vinculada ao Ministério da Fazenda.
  • 1808 – Banco do Brasil
  •  1835 – Mongeral – primeira iniciativa de previdência social no paí; Montepio Geral de Economia dos Servidores do Estado (Mongeral)
  • 1846 – Ypioca – aguardente
  • 1870 – Universidade Mackenzie – chamava-se inicialmente Escola Americana.
  • 1872 – Cedro e Cachoeira – Companhia de Fiação e Tecidos.
  • 1875 – O Estado de São Paulo – jornal nascido como A Província de São Paulo.
  • 1880 – Hering – surgiu como Trikotwaren Fabrik Gerbruder Hering.
  • 1882 – Karsten – surgiu como Tecelagem Roeder, Karsten & Hadlich
  • 1891 – Santanense – Companhia de Tecidos (pertence à Coteminas desde 2004)
  • 1892 – Drogaria Pacheco – Pacheco & Co. é uma loja, importadora e exportadora de medicamentos
  • 1896 – Bayer no Brasil – ano de início da representação da empresa alemã no nosso país
  • 1910 – Elekeiroz – surgiu no laboratório Queiroz Moura e Companhia. Pertence ao Grupo Itaúsa desde 1986.

http://startupi.com.br/2014/11/xo-falencia-empresas-mais-velhas-brasil-e-mundo

Casos de degenerescência de marca

Esta é uma lista de casos de degenerescência de marca, ou seja, uma lista contendo casos em que o nome de uma determinada marca passou a designar o produto de forma genérica, independentemente do fabricante. Cabe notar que a expressão “degenerescência de marca” aplica-se por diversas vezes apenas no âmbito linguístico, não indicando necessariamente que a marca em si tenha caído em domínio público. Nem sempre ainda a degenerescência ocorre de forma homogênea nos diversos países, sendo comuns casos específicos não só no espaço, mas também no tempo. No Brasil, por exemplo, durante as décadas de 1980 90, o absorvente Modess era um caso típico de degenerescência de marca; fato que não se mantém atualmente.

Marca Fabricante Tipo de produto Observações
Aspirina®1 Bayer Ácido acetilsalicílico sintético
Band-Aid® Johnson & Johnson Curativos
Botox® Allergan Toxina botulínica
Blindex® Blindex Vidros temperados para banheiros
Chiclete1 Chiclets Goma de mascar
Cotonete®1 Johnson & Johnson Hastes flexíveis para limpar os ouvidos
Durex1 3M Fitas autoadesivas
Fórmica®1 Formiline Placas laminadas de plástico fenólico
Gilete®1 Gillette Lâminas de barbear e/ou barbeadores em forma de “T”
Isopor®1 ? Poliestireno expandido
Jet ski®1 Kawasaki Motos aquáticas
Lycra® INVISTA Tecidos de poliamida
Nylon1 DuPont Polímeros sintéticos Fio patenteado pela DuPont em 1937.
Querosene ? Destilados de petróleo Marca desenvolvida em 1846, à época para uso como combustível, pelo geologista canadense Abraham Gesner.
Powerball® DynaFlex Esfera giroscópica
Sal de fruta® GlaxoSmithKline Antiácidos
Silvertape® ? fita adesiva de alta capacidade
Taser® Taser International Arma de eletrochoque
Trim® Trim Cortador de unha
Teflon®2 DuPont Politetrafluoretileno A marca Teflon® é utilizada irregularmente em inúmeros contextos, uma vez que a DuPont ainda detém o registro para a identificação da resina PTFE, vigente no Brasil através de registro no INPI.
Walkman®1 Sony Toca-fitas portátil
Xerox®1 Xerox Fotocopiadoras/Fotocópias
Zíper1 Talon Zipper Fecho ecler
Velcro Velcro ?

fonte

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_casos_de_degeneresc%C3%AAncia_de_marca

 

 

Como resolver seus problemas de falta de espaço na geladeira

Como você costuma guardar garrafas de cerveja ou suco na geladeira? Há tem as coloque na porta, há quem as empilhe, formando uma pirâmide, e há gente esperta como o pessoal do BottleLoft, que criou um inovador sistema de imãs para guardá-las sem ocupar tanto espaço na geladeira.

O produto consiste em uma faixa plástica adesiva com imãs super poderosos. Basta colar o BottleLoft na parte superior do interior da geladeira para manter suas garrafas organizadas e ainda economizar espaço. Simples, inovador e pra lá de prático, hein? O projeto está sendo financiado via Kickstarter e já conquistou mais do que o dobro do valor inicial necessário. Veja como ele funciona:

bottleloft bottleloft1 bottleloft2 bottleloft3 bottleloft4 bottleloft5 bottleloft6 bottleloft7 bottleloft8fonte

http://www.hypeness.com.br/2014/10/sistema-inovador-com-imas-organiza-garrafas-e-economiza-espaco-na-geladeira/

Torre feita de bambu transforma umidade do ar em água potável

Você já sabe que a água é cerca de 70% do corpo humano. E que a população mundial cresce ano após ano, aumentando a demanda por recursos naturais. E que os efeitos do aquecimento global vêm sendo percebidos em vários locais do planeta. Isso sem contar regiões onde a água sempre foi um bem escasso.

Dada essa equação, criar novas fontes de água doce é uma questão que está na ordem do dia. E o WarkaWater é prova viva daquele famoso provérbio que diz que “a necessidade é a mãe da invenção”. Criado pelo arquiteto italiano Arturo Vittori, o WarkaWater é uma torre que capta o vapor da atmosfera e o transforma em água potável. Mas se engana quem está imaginando altas cifras e tecnologia de ponta.

A torre é construída sobre uma base feita em bambu ou talos de junco. Na parte interna, é forrada por uma malha plástica. Fibras de nylon e polipropileno captam gotículas de orvalho e, ao escorrer, a água fica armazenada em uma bacia na parte inferior da torre. Completando o conjunto, uma coroa de pequenos espelhos ajuda a manter as aves distantes para evitar contaminações.

A estrutura mede cerca de 9 metros, pesa em torno de 90 quilos e é toda modular, não sendo necessários andaimes ou equipamentos elétricos para colocá-la de pé. A estimativa é de que consiga coletar até 100 litros de água por dia.

7

8

9

11

 

Em 2015, um protótipo do WarkaWater será levado à Etiópia. Se por um lado a escala ainda é reduzida, o projeto serve de piloto para mais iniciativas inovadoras e sustentáveis assim.

fonte

http://www.lcmagalhaes.com.br/noticias/torre-feita-de-bambu-transforma-umidade-do-ar-em-agua-potavel/

Por ser uma patente “importada”, pipeline dispensa comprovação de “ato inventivo”

Por ser uma revalidação, no Brasil, de uma patente já registrada no exterior, a concessão de uma patente pipeline não depende da comprovação do “ato inventivo”. Basta que tenha depósito anterior no exterior; não haja comercialização geral do objeto da patente, nem preparativos para a comercialização do objeto da patente no exterior; que a solicitação tenha sido feita dentro do prazo de um ano após a publicação da Lei de Propriedade Industrial; tenha havido a concessão do registro, no Brasil, tal como concedido no país de origem, valendo assim o exame de mérito já feito; e que o prazo de vigência seja limitado a 20 anos.

O entendimento é do Superior Tribunal de Justiça, que deu razão à indústria farmacêutica Bayer Schering AG em uma disputa sobre a patente da substância di-hidroespirorenona, utilizada na preparação de um anticoncepcional. A corte reafirmou o entendimento de que a concessão de patentes no regime pipeline — também chamadas “patentes de importação” ou “patentes de revalidação” não exige a verificação dos requisitos normais da proteção à propriedade industrial, como a novidade e a atividade inventiva.

A ação foi ajuizada pela Libbs Farmacêutica contra a Bayer Schering e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial, com o objetivo de anular a patente da substância.

O Tribunal Regional Federal da 2ª Região reformou a sentença e julgou procedente o pedido da Libbs, considerando que não estava atendido o requisito da atividade inventiva exigido pela Lei 9.279/1996, a Lei de Propriedade Industrial.

No recurso ao STJ, a Bayer Schering sustentou que a LPI não admite a decretação da nulidade de uma patente pipeline com base na falta de ato inventivo, uma vez que não cabe ao INPI examinar o pedido nesse aspecto, por se tratar de revalidação de patentes já existentes no exterior.

Segundo o laboratório recorrente, o INPI deve, “nos casos das patentes pipeline, tão somente observar as condições dispostas no artigo 230 da Lei 9.279”. Preenchidas tais condições, acrescentou, a patente deverá ser concedida.

De acordo com o relator, ministro Villas Bôas Cueva, o regime jurídico das patentes pipeline compreende patentes extraordinárias e transitórias e permite a proteção de inventos cujo patenteamento não era autorizado antes da atual LPI, como produtos químicos, farmacêuticos e alimentícios, entre outros.

O artigo 230, parágrafo 4º, da LPI assegura à patente pipelineo prazo de proteção remanescente no país estrangeiro onde foi feito o primeiro depósito, contado da data em que feito o depósito no Brasil, sempre limitado ao prazo máximo de 20 anos.

“As patentes concedidas sob o regime pipeline, justamente por constituírem uma exceção à regra geral da patenteação ordinária, são submetidas a requisitos específicos e predefinidos pela lei”, afirmou o relator.

Citando doutrina sobre essa modalidade de proteção industrial, Villas Bôas Cueva afirmou que, “uma vez concedida por outra jurisdição a patente pipeline, o INPI não poderia anulá-la invocando a ausência de um dos requisitos de mérito (novidade, atividade inventiva e aplicação industrial)”.

Para ele, eventual nulidade só poderia ser reconhecida no caso de ausência dos requisitos específicos da pipeline ou mesmo de irregularidades  formais, “como, por exemplo, a falta de pagamento de anuidade no Brasil”.

O ministro também citou precedentes em que o STJ mitigou a exigência de novidade no caso de concessão de patentes pipeline, como o REsp 1.145.637 e o REsp 1.092.139.

O voto do relator foi acompanhado por unanimidade pelos membros da 3ª Turma. Com informações da Assessoria de Comunicação do STJ.

fonte

http://www.conjur.com.br/2014-nov-01/patente-importada-pipeline-dispensa-exigencias-comuns-inpi

Marca Registrada | Dono da marca é quem registra primeiro ou quem usa há mais tempo?

O que acontece se você registrar uma marca que já está sendo usada por outra empresa? E se alguém registrou a marca primeiro que você, mas você usa há mais tempo? Quem tem preferência? Em regra, dono da marca é quem…

 

Quando uma marca de um produto ou serviço é criada, o ideal é que ela seja imediatamente registrada junto ao INPI para garantir a sua propriedade. Porém, infelizmente, nem todas as pessoas priorizam o registro da marca e começam a usá-la mesmo sem proteção.

Então, se você está pensando em registrar sua marca, quando fizer uma pesquisa junto ao banco de marcas do INPI, é possível que nenhum registro seja encontrado, mas pode já existir outra pessoa (física ou jurídica) usando marca igual ou parecida, para o mesmo produto ou serviço. E ai? Se eu registrar primeiro serei o dono da marca? Ou não?

O inverso também pode acontecer: você passou anos usando sua marca sem se preocupar com o registro no INPI. Hoje, depois de finalmente entender os benefícios que uma marca registrada traz, decidiu solicitar o pedido ao INPI. Porém, quando fez uma pesquisa da marca, verificou que alguém registrou primeiro que você. O fato de você usar a marca há mais tempo lhe garante alguma coisa?

Em regra, dono da marca é quem…

Segundo a Lei da Propriedade Industrial (Lei 9.279/96), somente o registro validamente expedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI, Autarquia Federal sediada no Rio de Janeiro,  assegura o direito de propriedade sobre uma marca em todo o país.

Art. 129 – A propriedade da marca adquire-se pelo registro validamente expedido, conforme as disposições desta lei, sendo assegurado ao titular seu uso exclusivo em todo o território nacional, observado quanto às marcas coletivas e de certificação o disposto nos arts. 147 e 148.

Por isso, considera-se dono da marca aquele que solicitou primeiro o seu registro no INPI.

Mas todo regra tem exceção…

O parágrafo primeiro desde mesmo artigo, todavia, reconheceu o direito de quem, apesar de não ter marca registrada primeiro, usa a marca há mais tempo.

Parágrafo 1o.- Toda pessoa que, de boa fé, na data da prioridade ou depósito, usava no País, há pelo menos 6 (seis) meses, marca idêntica ou semelhante, para distinguir ou certificar produto ou serviço idêntico, semelhante ou afim, terá direito de precedência ao registro.

Logo, se você demorou a solicitar o registro, mas começou a usar a marca primeiro do que quem a registrou na sua frente, é possível reaver sua propriedade.

Exemplo: A “empresa A” utiliza desde 1999 a marca “XYZ” para identificar sua loja de roupas, mas nunca tinha se preocupado com o registro da sua marca no INPI. Em 2014, a “empresa A” resolveu registrar sua marca, mas, infelizmente, descobriu que a “empresa B”, fundada em 2014, já tinha marca registrada igual na mesma classe. Neste caso, até que se prove o contrário, a “empresa B” será a dona da marca, mas a “empresa A” poderá tomar o seu lugar, desde que siga as formalidades e prazos legais.

Conheço um caso de um restaurante que usava a marca há mais de 40 anos sem o registro e, quando resolveu abrir franquias do seu negócio, decidiu registrar a marca. Porém, o diagnóstico revelou que já existia um registro concedido igual ao seu, feito por uma empresa de outro Estado. A sorte é que ainda existia prazo para apresentação da nulidade e, depois de alguns anos, foi possível anular o registro com base no uso anterior.

A legislação, entretanto, estabeleceu alguns requisitos para que o direito de precedência (ou pré-uso) seja reconhecido: a marca tem que está sendo utilizada há no mínimo 6 meses; o uso tem que ser no Brasil; tem que haver boa-fé; etc. Sem falar que para fazer jus a esse direito também será exigido a solicitação do registro da marca junto ao INPI.

Em outro caso, uma academia que conheci teve que mudar de marca, pois registraram a marca primeiro que ela e ela só usava aquele nome 5 meses antes do registro.

Além disso, esta prerrogativa só poderá ser invocado pelo usuário anterior em determinados momentos do processo administrativo, obedecidos os prazos legais e com a devida fundamentação e comprovação do direito. Trata-se, portanto, de um procedimento delicado, sendo recomendável a intervenção de um especialista em Propriedade Intelectual.

 

Resumindo: Presume-se dono da marca quem a registra primeiro no INPI. Porém, quem registra depois, mas consegue provar, de acordo como os prazos e requisitos legais, que usava a marca há mais tempo, pode anular o pedido que está na sua frente e ser o verdadeiro dono da marca.

 

fonte

http://marcasepatentesfortaleza.com.br/marca-registrada-uso/

TAM e LAN terão uma única marca

A TAM e a LAN terão uma única marca, descartando, assim, a manutenção das duas bandeiras, como é atualmente. A nova marca, que pode ser tanto a junção dos nomes das empresas chilena e brasileira quanto um nome completamente diferente, deverá ser anunciada ainda este ano, de acordo com a assessoria de imprensa da TAM. A marca está sendo elaborada com a consultoria Interbrand.

Após o anúncio do novo nome, a previsão é de que a integração, que inclui pintura de aeronaves, novos uniformes e unificação de sistemas de reserva, seja concluída em um ano e meio. Assim, o passageiro terá a sensação de estar viajando com a mesma companhia.

A união das duas aéreas foi concluída em junho de 2012, com a criação da Latam, resultando na maior companhia aérea da América Latina.

Corte de custos
O presidente da Latam Airlines, Enrique Cueto, informou na quarta-feira (29) que haverá redução gradual de custos de 5% até 2018, da ordem de US$ 650 milhões. De acordo com a assessoria da TAM, o processo de otimização de custos será feito por meio de automação, simplificação e centralização de processos, bem como de maturação de projetos de tecnologia da informação que já estão em curso. A previsão é de que sejam investidos US$ 100 milhões em tecnologia.

O corte nas despesas virá com a chegada de aviões mais eficientes, como os 27 jatos Airbus-350, até demissões na área corporativa com a informatização de processos, e também a não-reposição de saídas de funcionários da área operacional, cuja rotatividade é de 10%, de acordo com Cueto.

O corte de despesas ocorre, segundo Cueto, devido aos prejuízos registrados pela companhia em decorrência do fraco cenário econômico da região em que atua e aumento da concorrência.

fonte

A TAM e a LAN terão uma única marca, descartando, assim, a manutenção das duas bandeiras, como é atualmente. A nova marca, que pode ser tanto a junção dos nomes das empresas chilena e brasileira quanto um nome completamente diferente, deverá ser anunciada ainda este ano, de acordo com a assessoria de imprensa da TAM. A marca está sendo elaborada com a consultoria Interbrand.

Após o anúncio do novo nome, a previsão é de que a integração, que inclui pintura de aeronaves, novos uniformes e unificação de sistemas de reserva, seja concluída em um ano e meio. Assim, o passageiro terá a sensação de estar viajando com a mesma companhia.

A união das duas aéreas foi concluída em junho de 2012, com a criação da Latam, resultando na maior companhia aérea da América Latina.

Corte de custos
O presidente da Latam Airlines, Enrique Cueto, informou na quarta-feira (29) que haverá redução gradual de custos de 5% até 2018, da ordem de US$ 650 milhões. De acordo com a assessoria da TAM, o processo de otimização de custos será feito por meio de automação, simplificação e centralização de processos, bem como de maturação de projetos de tecnologia da informação que já estão em curso. A previsão é de que sejam investidos US$ 100 milhões em tecnologia.

O corte nas despesas virá com a chegada de aviões mais eficientes, como os 27 jatos Airbus-350, até demissões na área corporativa com a informatização de processos, e também a não-reposição de saídas de funcionários da área operacional, cuja rotatividade é de 10%, de acordo com Cueto.

http://g1.globo.com/economia/negocios/noticia/2014/10/tam-e-lan-terao-uma-unica-marca.html