Produto promete envelhecer vinhos em até 20 minutos

Um novo produto está chegando no mercado para mudar a forma como bebemos vinhos. O Sonic Decanter promete, em menos de 20 minutos, reproduzir na sua bebida o efeito de anos de envelhecimento, utilizando uma tecnolocia capaz de transformar a estrutura molecular e química do vinho.

O projeto já ultrapassou a meta inicial de pedidos para começar a produção, na campanha de financiamento coletivo Kickstarter. No total, foi arrecadado pouco mais de US$ 139 mil. Os primeiros 100 apoiadores garantiram o produto por US$ 99. No varejo, o produto deverá ser vendido por cerca de US$ 250, com as primeiras encomendas sendo enviadas entre maio e junho de 2015.

De fácil uso, o produto pode ser utilizado em todos os tipos de vinho, exceto em espumantes, devido a presença de CO2. O decantes promete, também, “revigorar” vinhos que já foram a abertos. Para utilizar, basta colocar um pouco de água no produto, posicionar a garrafa e escolher entre as opções de vinho tinto ou branco, nos botões indicativos. O Decanter pode ser controlado via aplicativo de smartphone.

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http://www.administradores.com.br/artigos/tecnologia/produto-promete-envelhecer-vinhos-em-ate-20-minutos/82937/

Inventor cria carro voador em 25 minutos e ele passa em teste

Na primeira vez em que Carl Dietrich levou seu carro conceito voador para a reunião anual AirVenture da Experimental Aircraft Association em Oshkosh, Wisconsin, EUA, ele tinha apenas um vídeo para mostrar aos nerds da aviação que passavam por sua modesta barraca. No ano seguinte, ele levou a maquete de uma asa. Seis anos depois, em julho de 2013, ele finalmente estava pronto para fazer o protótipo voar.

O locutor que apresentou o Terrafugia Transition disse assim: “Senhoras e senhores, essa é uma das coisas mais incríveis que já vimos aqui em Oshkosh. Há vinte e cinco minutos, esse era um automóvel com permissão para trafegar pelas ruas. Agora, ele está no ar”.

O piloto Phil Mateer sobrevoou a multidão enquanto o locutor ligou o microfone da cabine para perguntar como ele se sentia lá em cima. “Eu estou em um carro olhando para baixo, para o trânsito”, respondeu Mateer. “E ele voa realmente bem”.

Terrafugia

A promessa de um carro voador produzido em massa tem sido uma provocação para os entusiastas da aviação por gerações, informará a revista Bloomberg Pursuits em sua edição Holiday 2014. Contudo, Dietrich está hoje mais próximo disso do que qualquer um desde a malsucedida tentativa do piloto Moulton Taylor de produzir o Aerocar, aprovado pela Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) nos anos 1950.

“O que Carl e sua equipe estão fazendo é uma recriação do mesmo sonho, com o valor de uma outra vida de tecnologia, computação, resistência ao choque e modelagem aerodinâmica”, diz Jake Schultz, analista técnico da Boeing Co. e autor de “A Drive in the Clouds: The Story of the Aerocar” (“Uma volta pelas nuvens: a história do Aerocar”, em tradução livre).

Dietrich está refinando os detalhes da terceira geração do protótipo de seu veículo de US$ 279.000 antes de tentar a certificação pela FAA, que regula os aviões, e da Administração Nacional de Segurança do Tráfego Rodoviário dos EUA, que supervisiona os carros.

Um ano depois daquele voo triunfal em Oshkosh, Dietrich, 37, está sentado em seu escritório com pouca decoração na modesta sede da Terrafugia, atrás de um hotel Best Western, em Woburn, Massachusetts. Ele diz que propôs um carro voador pela primeira vez como doutorando de Engenharia Aeronáutica no Massachusetts Institute of Technology, que fica nas proximidades, onde formou parceria com uma dupla de estudantes da Faculdade de Administração Sloan e com dois outros engenheiros (incluindo quem agora é sua esposa) e conquistou o segundo lugar na competição de empreendedorismo MIT $100K Entrepreneurship Competition de 2006. Naquele mesmo ano, Dietrich também ganhou US$ 30.000 no Lemelson-MIT National Collegiate Student Prize. Parte do prêmio foi usada por ele para aquela viagem inicial a Oshkosh, onde conheceu seus primeiros investidores anjos e até mesmo inscreveu potenciais compradores.

Designação LSA

“Sete pessoas nos entregaram cheques para um produto que ainda nem existia”, lembra Dietrich. “Esse é um indicativo bastante poderoso do que as pessoas realmente queriam”.

Uma razão pela qual o Transition está muito à frente de qualquer carro-conceito voador é que em 2004 a FAA criou a chamada designação para aeronaves leves esportivas (LSA, na sigla em inglês), para aviões que pesam menos de 600 quilos e transportam apenas duas pessoas. Os fabricantes dos LSA têm um caminho mais fácil para vendas de forma a incentivar o empreendedorismo e a inovação em um nicho da indústria que tem visto muito pouco de ambos.

Os críticos dizem que é pouco provável que os carros voadores sejam tão grandes quanto os aviões e os automóveis. Mas não é essa a questão, diz Dietrich, que explica que o Transition é pensado para expandir a definição de um avião, resolvendo uma série de problemas persistentes no processo.

“Eu não perderia meu tempo se não pensasse que podemos mudar o mundo”, diz ele.

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http://www.infomoney.com.br/bloomberg/carros/noticia/3712364/inventor-cria-carro-voador-minutos-ele-passa-teste

21 Embalagens geniais que praticamente se vendem sozinhas

Já mostramos anteriormente algumas embalagens que valem por si só, mas como a criatividade dos designers não possui limites, aqui estão mais algumas que realmente surpreendem:

1 – Esse sachê diferente

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2 – Trident

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3 – Quebra-cabeça de açúcar

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4 – Bem diferente, não?

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5 – Cupcakes direto do forno

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6 – Biscoitos também

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7 – Uma caixa de ovos diferente

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8 – Toalhas de papel

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9 – Esse pão

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10 – Biscoitos Bla Bla

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11 – Kit com remédios para solucionar pequenos problemas específicos

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12 – Essa garrafa de vinho elegante

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13 – Embalagem de preservativo

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14 – Loco: Vinho na camisa de força

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15 – Essas embalagens bem diferentes

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16 – Caixa de biquíni

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17 – Macarrão

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18 – Sem comentários para essa embalagem de pão (hahaha)

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19 – Essa embalagem não é o que parece

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20 – Uma sacola que mais se parece com um engradado

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21 – E esses remédios para espinhas com uma embalagem bem estranha O.o

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Anel inovador permite que pessoas cegas consigam ler qualquer livro

A escrita em braile possibilita que pessoas com cegueira parcial ou total consigam ler.  Contudo, nem todos os livros e materiais escritos são adaptados, impossibilitando, por exemplo, que essas pessoas leiam panfletos na rua ou peguem livros emprestados de amigos.

 

Ao pensar em uma forma de tornar todo e qualquer material escrito acessível a quem tem dificuldades em enxergar, um grupo do MIT, nos EUA, criou o FingerReader, um anel inovador que lê textos em voz alta. Usado no dedo indicador, basta acompanhar a linha de texto de um livro para que a câmera capture e converta as letras em palavras audíveis.

O FingerReader ainda é um conceito e tem muito a ser desenvolvido antes de chegar ao mercado, mas pode ser uma solução incrível para combater as dificuldades sofridas por pessoas com cegueira total ou parcial.

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http://www.hypeness.com.br/2014/10/anel-inovador-permite-que-pessoas-cegas-consigam-ler-qualquer-livro/

Anel inovador permite que pessoas cegas consigam ler qualquer livro

Brasil ganha centro de pesquisas de mais de R$ 1 bilhão focado em inovação

A inovação gera riquezas, trabalho e transforma cidades. É o que afirma Jeff Immelt, CEO global da GE, empresa que acaba de investir mais de R$ 1 bilhão em um centro de pesquisas que trabalha a ciência e a tecnologia a fim de oferecer soluções inteligentes e criativas para problemas locais e que possam ser adaptadas em escala global. Nesta quinta-feira (13), o Hypeness esteve presente no evento de inauguração do Centro de Pesquisas Global da GE, na Ilha do Bom Jesus, Rio de Janeiro (RJ), e viu de perto o que esta ousada iniciativa tem a oferecer para transformar a ciência e a tecnologia no Brasil.

O espaço de 24 mil metros quadrados do Centro conta com sofisticados laboratórios para testes e desenvolvimentos de produtos que envolvem alguns dos principais setores da indústria brasileira, como o petróleo e o gás, as energias renováveis e os transportes aéreo e ferroviário. Um exemplo do que já está sendo feito é o projeto Céus Verdes do Brasil, que nasceu de uma pesquisa em âmbito nacional, com a participação do DECEA, Secretaria da Aviação Civil, GOL, AZUL, ANAC, Infraero, ABEAR, e Petrobras CENPES, entre outras.

Nele, os parceiros e pesquisadores desenvolveram uma plataforma tecnológica para tornar mais eficiente o controle do tráfego aéreo brasileiro. O resultado dos testes realizados não deixa dúvidas sobre sua importância: em cada aeronave foi constatada uma economia média de 113,5 litros de combustível, 35 segundos a menos no tempo da rota e 272 kg de gás carbônico que deixaram de poluir o meio ambiente.

A GE trabalha junto à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) desde 2011, ano em que a empresa se instalou na cidade com o objetivo de se dedicar à inovação. Se antes os pesquisadores brasileiros precisavam recorrer a outros países para colocar em prática suas ideias, agora isso pode ser feito no centro de inovações da GE, que já conta com mais de 140 engenheiros – cerca de 96% deles brasileiros. A ponte entre universidade e empresa privada, algo que até pouco tempo não acontecia no Brasil, estimula alunos e docentes a transformarem ideias em realidade, dando a eles e ao mundo uma oportunidade real de mudança.

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Este é o quinto Centro de Pesquisas Global que a GE inaugura fora dos Estados Unidos e o 9º no mundo. A iniciativa por espalhar seus hubs de inovação nas mais diversas partes do planeta está relacionada ao conceito de inovação local adotado pela empresa. “A abertura de um novo Centro de Pesquisas no Brasil permite a GE inovar localmente para clientes na América Latina e, então, expor essas inovações para o mundo inteiro”, explica Immelt. A ideia é que soluções para problemas específicos locais são criadas com o conhecimento também local e esses produtos podem, então, ser adaptados para situações globais.

A GE acredita na tecnologia como potencial agente transformador de realidades. Mas para que haja inovação, a aquisição de conhecimento deve ser constante. No terceiro andar do prédio recém-inaugurado está a Crotonville, a sexta filial da 1ª universidade corporativa do mundo, criada pela GE em 1956, em Nova York (EUA). Em um espaço criativo e desafiador, funcionários da empresa têm acesso a cursos sobre liderança e inovação. “O momento que o mercado brasileiro está vivendo é importante para a GE. Por isso, surgiu a necessidade de abrir um Centro de Pesquisas da GE no Brasil e de localizar as necessidades dos nossos clientes. E não tem como fazer isso sem desenvolver nossos funcionários que atuam por aqui”, explica Pablo Vera, líder de Treinamentos da GE na América Latina.

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“GE Crotonville: Construindo um mundo melhor. Um líder de cada vez.”

A GE investe de 5% a 6% de sua receita industrial em inovação e pesquisa. Só em 2013, os Centros de Pesquisas Global da empresa foram responsáveis por 2.839 patentes. São quase 3 mil novas ideias que, seguindo o ímpeto inovador de Thomas Edison, fundador da empresa, tiveram a chance de serem testadas e transformadas em soluções que tornam o mundo mais produtivo e sustentável. Vendo tudo isso de perto, não restam dúvidas de que #dáparainovar!

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O Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil ocupa uma área de 24 mil metros quadrados na Ilha do Bom Jesus, no Rio de Janeiro (RJ).

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Produtos da divisão Measurement & Control. Essas tecnologias fazem medição e controle, a partir de cenários reais, nos mais variados segmentos da indústria. Dessa forma, equipamentos e estruturas funcionam de forma mais produtiva, diminuindo a chance de apresentarem falhas.

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Esta gaiola é utilizada para verificar vazamentos em tubulações submarinas. Utilizando uma série de microfones especiais, ela consegue identificar válvulas abertas ou falhas ao longo dos tubos por meio de detecção acústica.

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O terceiro andar do Centro de Pesquisas Global é inteiramente dedicado à Crotonville, a conhecida universidade corporativa da GE. Com investimento de US$ 50 milhões, é aí que funcionários da GE de toda a América Latina receberão treinamentos focados em inovação e criatividade.

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Em Crotonville, 85 opções de cursos, que têm duração de 1 dia a 2 anos, buscam formar líderes que fomentem o uso da tecnologia e da ciência como soluções inteligentes.

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Crotonville foi criada em 1956, em Nova York, sendo a primeira universidade corporativa da história. Em homenagem ao seu ano de fundação, todas as seis unidades da Crotonville pelo mundo (Nova York – EUA, Rio de Janeiro – Brasil, Xangai – China, Bangalore – Índia, Abu Dhabi – Emirados Árabes e Munique – Alemanha) contam com o Café 56, um espaço aconchegante que, além de estimular a criatividade, permite a troca de experiências e de conhecimento.

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A vista do terraço do Centro de Pesquisas Global no Rio de Janeiro é pra lá de inspiradora!

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Durante o evento de inauguração do Centro de Pesquisas Global da GE, keynotes e paineis tiveram a inovação como tema principal.

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O evento contou com a presença de Jeff Immelt, presidente e CEO global da GE, Reinaldo Garcia, presidente e CEO das operações na América Latina, John Rice, vice-presidente global da empresa e autoridades públicas como o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, e o prefeito da cidade, Eduardo Paes.

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13 tecnologias para obter água limpa em tempos de seca

De acordo com representantes da Organização Mundial de Meteorologia, o ano que vem ainda deve ser de seca em São Paulo. As reservas de água do estado estão nos menores níveis já registrados.

Entre as armas para combater a falta d’água, está a tecnologia. Diversos produtos já foram criados tanto para produzir quanto para purificar água. A seguir, reunimos alguns deles.

LifeStraw

Uma fina membrana capaz de remover quase 100% de bactérias e protozoários presentes na água é o segredo do LifeStraw, dispositivo vendido pela empresa suíça Vestergaard. Disponível nas versões canudinho, garrafinha e balde, o LifeStraw está à venda por preços que variam entre cerca de 50 e 190 reais. Nos três modelos, a água é filtrada por essa membrana que retém as impurezas e torna-se potável.

Lifesaver

Lifesaver leva a tecnologia do Lifestraw um passo adiante. Além de filtrar bactérias e protozoários, esse dispositivo também retém vírus. Para isso, ele conta com uma rede com furos de 15 nanômetros (ou 0,000015 centímetro).

O Lifesaver está disponível em versões de garrafinha e de galões de 5 e 18,5 litros. Para se ter uma ideia da eficiência do produto, os criadores afirmam que é possível filtrar urina por até quatro vezes seguidas no dispositivo. Isso justifica os preços, que variam entre 470 e 800 reais.

Waterair

Waterair é outro dispositivo de capaz de captar a umidade presente no ar e transformá-la em água potável. Para funcionar, a máquina brasileira precisa de uma fonte de energia e níveis de umidade do ar superiores a 10%. Quando ligada, ela absorve a umidade, condensa-a e filtra a água resultante – que então passa por um processo para se tornar potável. Versões capazes de produzir 30, mil e 5 mil litros de água por dia custam, respectivamente, 6 mil, 120 mil e 350 mil reais.

Jarra radiológica

A empresa Seychelle comercializa na internet uma jarra que capaz de remover da água metais pesados (como chumbo e mercúrio) e 99% de contaminantes radiológicos – como urânio e césio. O produto foi desenvolvido para locais em que houve acidentes com radiação e está à venda por cerca de 250 reais.

Mitto

Mitto é um sistema de captação e filtragem de água de chuvas, rios e outras fontes criado por estudantes canadenses. Por meio de uma tela externa de plástico, ele capta a água, que é encaminhada para um filtro interno. O Mitto tem capacidade de armazenar até meio litro de água.

PlayPump

Em algumas partes do mundo, conseguir água virou brincadeira de criança. Tudo por conta do PlayPump. Esse dispositivo é baseado num gira-gira, aquele brinquedo no qual um grupo de crianças ficam sentadas rodando. No PlayPump, o movimento gerado por quem usa o brinquedo é usado para puxar água do subsolo. Do lado de fora, um tanque de polietileno armazena e filtra a água. Segundo os criadores, um PlayPump é capaz de captar cerca de 1.400 litros de água por hora.

Banana

Pesquisadores brasileiros descobriram que a casca de banana consegue filtrar pesticidas que possam estar presentes na água. Para isso, eles secaram cascas da fruta num forno de 60°C por um dia. Depois, trituraram e peneiraram o material. Com o pó em mãos, misturaram-no à água e agitaram por 40 minutos. Ao fim do processo, 90% dos pesticidas contidos na água foram absorvidos pela casca de banana.

Plasma

O cientitsta Alfredo Zolezzi criou um aparelho que purifica água transformando-a em plasma. O plasma é o estado da matéria no qual os átomos perdem sua cobertura de elétrons e ficam todos desordenados – como acontece no Sol, por exemplo.

A invenção consiste num tubo de 30 centímetros alimentado com eletricidade. Nele, a água é acelerada e recebe uma descarga elétrica. Isso a transforma em plasma, destruindo vírus e bactérias. O produto final é uma água mais pura do que a que chega às nossas casas hoje.

H2PrO

H2prO é um dispositivo criado pela australiana Cynthia Sin Nga Lam, de 17 anos. A máquina é capaz de gerar energia e purificar água ao mesmo tempo. Para isso, o H2prO conta com redes de titânio nas quais circula água. Quando exposto ao sol, o titânio reage com a água e separa suas moléculas de hidrogênio e oxigênio. Depois que o hidrogênio é usado para produzir energia, o H2prO o recombina com o oxigênio – produzindo água limpa.

Turbinas AW

O holandês Piet Oosterling é o criador das turbinas AW. Além de produzir energia, essas turbinas são capazes de extrair água do ar. A invenção funciona assim: quando o ar passa pela turbina, ele é resfriado, de maneira que a água contida nele se condense e possa ser armazenada. Em condições ideais, os criadores estimam que uma turbina AW consiga produzir 7.500 litros de água por dia.

WarkaWater Tower

As WarkaWater Towers são estruturas feitas de junco e bambu. Por meio de uma tela interna de plástico, essas estruturas conseguem filtrar a umidade da atmosfera e condensá-la, fornecendo quase 100 litros de água por dia. Elas foram criadas pelo arquiteto italiano Arturo Vittori e tem design inspirado numa árvore da Etiópia.

Bolhas

O engenheiro José Gilberto Dalfré Filho criou um método de desinfecção de água baseado em bolhas. Nessa técnica, um jato de alta pressão é disparado num reservatório de água. Isso forma bolhas, que crescem até estourar. Quando estouram, elas liberam uma tensão tão alta que rompe as células de organismos que possam estar na água.

Celular

Nos bairros pobres de Angola, a torneira mais próxima pode ser achada com uma mensagem de celular. O serviço é fruto de uma parceria entre a agência de socorro Development Workshop e a associação de operadoras Mobile Enabled Community Services. Quando quer água, o angolano envia uma mensagem de texto para o serviço, que indica a torneira em funcionamento mais próxima.

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A Origem dos Inventos – Símbolo da Paz

Quando alguém se refere ao símbolo da paz de imediato nos vem à cabeça a imagem do famoso círculo com três linhas no interior. Todos os que pertencem à geração pós 2ª guerra mundial estará de certeza muito familiarizado com ele, por ter sido esse o período do seu maior uso na sociedade.

No entanto, o que poucos saberão é que esse símbolo não foi criado como símbolo de paz e nem sequer foi a primeira imagem para a simbolizar. A finalidade desse símbolo, criado pelo britânico Gerald Holtom em 1958, foi idealizado para simbolizar o movimento para o desarmamento nuclear e supõe-se que a sua criação terá sido encomendada pelo Comité de Acção Directa contra a Guerra Nuclear.

Claro que, assim que a imagem criada por Holtom começou a ganhar popularidade, foi logo adoptada por outras causas. Provavelmente nunca o seu criador imaginou que o seu design iria ser usado para outros fins e muito menos que fosse atravessar fronteiras oceânicas.

No mesmo ano da sua criação a imagem chegou aos Estados Unidos através de um manifestante pacifista de nome Albert Bigelow, que navegou um pequeno barco perto de um local de testes nucleares. Esse barco ostentava o símbolo de paz de Holtom.

Mas foi só em 1960 que começou a ser utilizado como sinal de paz quando foi produzido em massa pela União Estudantil para a Paz. Milhares de cópias foram produzidas e vendidas em várias universidades. Com essa disseminação, que se foi tornando exponencial, no final dessa década tornou-se aceite em todo o mundo como um símbolo para a paz.

Existe também alguma curiosidade sobre as linhas do logo de Holtom. Que significam? Bem, a verdade é que a inspiração para a sua criação veio dos sinais de bandeiras.

E o que foi que Holtom fez então? Simples. Limitouse a combinar dois sinais que representam as letras ‘N’ e ‘D’, que são as iniciais das palavras Nuclear Disarmament (desarmamento nuclear, em inglês).

Como foi criado o símbolo da paz

A forma de fazer os sinais com bandeiras é a seguinte:

Se se mantiver as duas bandeiras para baixo sob a forma de um “V” invertido, cria-se o sinal da letra ‘N’.

O ‘D’ pode ser formado segurando uma bandeira apontada para cima e outra para baixo.

Ora se combinarmos ambos os sinais por sobreposição e desenharmos um círculo à sua volta, obtemos imediatamente o logo de Holtom.

 

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A Origem dos Inventos – Maionese

A maionese será, provavelmente, o molho mais famoso no mundo, superando mesmo o ketchup.

Consegue adivinhar a origem da maionese? Acha que, assim como noutras invenções do passado, o real criador da maionese não é conhecido na história?

Na verdade, existem diversas suposições sobre quem terá criado a maionese. A história mais interessante sobre o surgimento da maionese começa no ano de 1756, quando se iniciava a Guerra dos Sete Anos (1756 a 1763).

Nessa altura o rei francês Luis XVI ordenou ao seu general Louis François Armand de Vignerot de Plessis, o terceiro Duque de Richelieu, que conquistasse aos ingleses a ilha Minorca, nas Baleares.

A primeira cidade a ser conquistada pelo Duque de Richelieu foi a cidade de Mahon. Para comemorar essa vitória o cozinheiro do Duque foi incumbido de preparar um “banquete” dentro da escassez dos alimentos que existiam num cenário de guerra. Sem natas para fazer o molho que pretendia para acompanhar a comida, o criativo cozinheiro decidiu utilizar azeite, ovos e sal. O resultado foi muito apreciado por todos os comensais e foi então decidido baptizar esse molho como uma referência à primeira conquista, a cidade de Mahon: a palavra escolhida foi Mahonaise.

Imagem de Port Mahon em 1756

No ano de 1905, Richard Hellman, um alemão proprietário de uma loja gourmet em Manhattan, na cidade de Nova Iorque, usou a receita da sua esposa  e começou a vender maionese pronta em potes de madeira.

A primeira vez foi vendida no Hellman’s New York Deli. Pode-se deduzir que a maionese se tornou mais disponível para as pessoas que começavam a gostar do produto.

Em 1913, por motivos de higiene, a comercialização passou a ser feita em potes de vidro. Era mais fácil de vender e foi comercializado em larga escala. Era então chamado  “Hellman’s Blue Ribbon Mayonnaise”.

A sua popularidade foi instantânea e rapidamente a maionese passou a ser o complemento mais desejado para sanduíches e outros petiscos.

Actualmente comprar maionese pronta é algo perfeitamente comum, ao ponto de haver muitas pessoas que não conhecem o sabor da maionese feita em casa.

Quem pensaria que a partir duma situação de escassez de alimentos, derivada de um cerco a uma cidade durante uma guerra, um simples molho chegaria à fama mundial séculos depois?

Quase de certeza que nem o cozinheiro do Duque de Richelieu, que o inventou, poderia ter qualquer ideia sobre o que aconteceria depois dessa sua simples criação de recurso.

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LG e Google fecham acordo para compartilhar patentes por 10 anos

A LG anunciou nesta quarta-feira (5) que fechou um acordo de licença de patente mundial com o Google. Com isso, as duas companhias podem compartilhar a tecnologia de patentes já existentes, assim como aquelas que serão registradas nos próximos 10 anos. O acordo judicial vale pelo mesmo período, com início imediato.

De acordo com informações do site The Next Web, as duas empresas têm mantido parcerias durante um longo período de tempo, o que faz com que a decisão de ambas em compartilhar avanços tecnológicos não seja uma surpresa. A LG foi responsável pela fabricação dos smartphones Nexus 4 e Nexus 5, com o sistema operacional do Google, o Android, além de fazer parte do Open Automotive Alliance, do Google, em uma tentativa de ajudar na expansão da plataforma móvel da gigante das buscas na área automobilística.

O comunicado de imprensa informando o acordo não especifica quais áreas de negócio essas patentes incluem, mas é possível que diga respeito a trocas mais substanciais de informações entre as funções do Android pelo Google e de hardware pela sul-coreana.

Vale lembrar que o Google fechou recentemente um acordo semelhante de 10 anos com a Samsung, com um interesse em compartilha tecnologias, em especial aquelas voltadas para a linha Galaxy.

Com o acordo entre essas empresas elas passam a ter oportunidades mais consistentes de desenvolvimento de tecnologia nos próximos anos, e o compartilhamento de patentes deve se refletir nos lançamentos das marcas, tanto na área de software como de hardware, uma vez que as entidades optaram pela colaboração ao invés da clássica concorrência.

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Canaltech

Em processo movido por nadador, Justiça proíbe empresa de cartões de usar marca Cielo

RIO — As ações da empresa de meios de pagamento Cielo caíam com força nesta terça-feira, após decisão da Justiça Federal no Rio de Janeiro que proibiu a companhia de usar a marca, em uma disputa com o nadador Cesar Cielo. A sentença da juíza Márcia Maria Nunes de Barros deu à empresa 180 dias para deixar de usar o nome em todo o território nacional, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. As ações da Cielo fecharam em queda de 6,32%, a maior baixa no dia da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), cotadas a R$ 38,66.

O processo foi movido em 2012 pelo nadador contra a Cielo — antiga Visanet — e contra o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi). O nadador alega que a companhia se apropriou indevidamente do seu nome para promover os serviços que oferece. A magistrada concordou com a argumentação do atleta, afirmando que a Visanet “optou por atrelar o nascimento de sua nova marca a uma intensa campanha publicitária com o nadador, na exata época em que este vivia o auge de sua carreira.” Segundo a juíza, a Cielo fechou acordo publicitário com o nadador apenas um dia antes de apresentar a nova marca ao mercado.

EMPRESA DETÉM REGISTROS JUNTO AO INPI

“Não há como negar (…) que a empresa ré não tenha se valido do momento de destaque na carreira do atleta não só para promover de forma substancial a sua nova marca, valendo-se da imagem do próprio como garoto-propaganda da mesma, como para a própria escolha do elemento constitutivo de sua nova marca – o que, por si só, constitui um inegável reconhecimento de que o termo Cielo consiste em um patronímico de pessoa famosa”, sustentou a decisão, decretada no último dia 9. “Indubitavelmente, ao escolher a nova marca, a empresa ré tinha total conhecimento da notoriedade do nome do autor.”

Desde 2009, a empresa de pagamentos detém registros de diversas marcas com o termo Cielo junto ao Inpi. Mas, de acordo com o entendimento da juíza, a companhia só abandonou outras possibilidades de marcas (Alelo, Identa, Vnet3, vanet, Efetive e 100% Você) após meados de novembro de 2009, quando celebrou contrato com o nadador.

“Todas as outras marcas antes escolhidas e depositadas foram posteriormente desprezadas pela empresa ré, sendo arquivados os respectivos pedidos por falta de pagamento”, observou a magistrada.

A juíza determinou na sentença que o Inpi publique na Revista de Propriedade Intelectual (RPI) e em seu site o cancelamento da marca no prazo de 15 dias após sua intimação.

NADADOR BUSCA INDENIZAÇÃO EM OUTRO PROCESSO

Bruno Costa de Paula, um dos advogados de Cesar Cielo, afirma que a ação foi proposta porque ficou bastante claro que houve extrapolação dos limites da imagem do nadador.

— Contrataram a imagem e levaram a imagem mais o nome.

A lei de propriedade industrial proíbe que sejam registrados nomes de pessoas famosas sem prévia autorização, segundo Costa. A empresa alega, segundo o advogado, que “cielo” significa “céu” em italiano e que essa teria sido a “razão da mudança da marca. Para Costa, porém, esse argumento não se sustenta.

— Para nós ficou evidente a intenção de usar o nome dele como marca. Foi uma coincidência muito grande, pois trocaram o nome enquanto Cesar Cielo quebrava recordes — afirmou.

O advogado explica que foram detectadas cláusulas abusivas no contrato de imagem assinado por Cielo como garoto-propaganda da empresa, na época denominada VisaNet, que tratavam da propriedade industrial da marca Cielo. — Praticamente se apropriaram (do nome) e passar a usá-lo como marca — observou Costa.

Há outra ação de Cielo contra a empresa de cartões tramitando na 37ª Vara Cível de São Paulo, que requer indenização por uso indevido da imagem do nadador. Segundo Costa, o juiz havia suspendido a tramitação do processo para aguardar a decisão da Justiça Federal. Agora, diz Costa, a decisão será comunicada ao juiz e o tramite da ação na justiça paulista será retomada. O valor da indenização, segundo o advogado, será arbitrado pelo juiz.

COMPANHIA VAI RECORRER

Segundo um analista de corretora, que preferiu não ser identificado, a queda das ações da companhia foi exagerada.

— Antes de tudo, foi uma decisão primeira instância que pode ser revista. Além disso, para o consumidor, não importa o nome da marca da empresa que processa o cartão, é indiferente para eles. Talvez a mudança gere algum ruído entre os lojistas, mas seria bem pequeno. E várias empresas desse segmento já mudaram de nome sem sofrer prejuízos, inclusive a Cielo, que se chamava Visanet — disse.

Procurada, a Cielo afirmou que vai recorrer da decisão, que é de primeira instância. A família do nadador não quis comentar a notícia. O Inpi disse que acatará a decisão judicial.