A Origem das Marcas – Mercedes-Benz

Seus automóveis são o sonho de consumo da maioria dos mortais que habitam este planeta, um forte simbolismo representado pela grade do radiador com sua grande estrela prateada no centro. Um MERCEDES-BENZ é destinado a quem tem paixão por automóveis e por todos os valores que a marca agrega. Desempenho, segurança, conforto, requinte, durabilidade e respeito ao meio ambiente consagraram a marca em todo o mundo. E fazem dela, vanguarda na criação e no desenvolvimento de carros de passeio. Antecipando sempre o futuro do automóvel.

A história
Para contar a gloriosa história da marca MERCEDES-BENZ é preciso primeiro entender quem foram os homens responsáveis pelo seu surgimento.
KARL FRIEDRICH BENZ – Nascido em 1844, é considerado o criador do primeiro veículo movido a combustão interna na cidade de Mannhein na Alemanha, onde matinha uma pequena oficina. Isto porque, no dia 29 de janeiro de 1886 ele apresentou o pedido de registro de marca de patente em Berlin para seu triciclo (Patent-Motorwagen) com tração nas rodas traseiras, monocilíndrico, com 984cc de potência e que desenvolvia uma velocidade máxima de 16 km/h. Além disso, o veículo incorporava à época muitas soluções ainda utilizadas nos veículos modernos, como refrigeração à água, ignição elétrica e diferencial. Desde então, este dia é considerado o aniversário oficial do automóvel. O primeiro automóvel de quatro rodas de Benz, o Victoria de 1892, foi também a base para a criação do primeiro ônibus e perua, construídos em 1895. O primeiro automóvel com produção em série foi o Benz Velo. Em 1898 foram usados pneus de borracha no Benz Comfortable e em 1899 no primeiro carro de corrida. A Benz & Cia., não só se tornou a primeira linha de montagem como também a maior do mundo no início do século XX. Em 1903 surge o Benz Parsifal inspirado nos conceitos de design dos automóveis Mercedes de Daimler.

GOTTLIEB DAIMLER – Nascido em 1834, formou-se engenheiro aos 25 anos na Escola Politécnica de Stuttgart. Associou-se ao Sr. Wilhelm Maybach (grande projetista, criador dos clássicos e legendários automóveis Maybach) e produziram em 1885 a primeira motocicleta do mundo. Em 1886, alguns meses após o surgimento do triciclo de Benz, eles construíram a primeira carruagem movida a um motor refrigerado a ar. Em 1890 ele fundou a Daimler Motoren-Gesellschaft (conhecida como DMG). Em 1893 por motivos de rivalidades entre os sócios Daimler e Maybach se desligam da empresa. De volta a empresa em 1895, eles produziram o Phoenix em 1897, primeiro automóvel com motor frontal. Dois anos depois veio o primeiro motor 4 cilindros de 28hp.


O pioneirismo desses homens fez com que colecionassem outras conquistas como a construção do primeiro ônibus, do primeiro caminhão com motor a gasolina e do primeiro caminhão a diesel do mundo.


Em 23 de junho de 1902 o nome MERCEDES é registrado como marca e, pouco depois, em 26 de setembro, estava protegido legalmente. Surgiu de uma referência à Mercedes Jellinek, filha de Emil Jellinek, um comerciante austríaco apaixonado por carros e cliente fiel de Gottlieb Daimler. O nome Mercedes identificava os carros encomendados por Jellinek, um entusiasta do automobilismo e consagrou-se a partir das vitórias obtidas nas pistas. Com a fusão das empresas Daimler-Motoren-Gesellschaft e Benz & Cia., em 1926 uniram-se também as duas marcas: a estrela de três pontas, que identificava os automóveis Mercedes fabricados por Daimler, e a coroa de louros, que caracterizava os de Benz. Surgia assim oficialmente a MERCEDES-BENZ. As duas primeiras criações de Daimler-Benz foram os modelos Stuttgart 8/38PS, e o Mannheim 12/55PS. Em 1927 surgiu o primeiro Mercedes-Benz modelo S, de Sportlich (esportivo em alemão), sigla adotada até hoje na Classe S, seguido pelo SS (Super Sport) e SSK (Super Sport Kurz, desenvolvido pelo lendário Ferdinand Porsche) introduzidos em 1928. Foram estes modelos que estabeleceram a reputação luxuosa dos carros MERCEDES-BENZ. Certamente os modelos mais admirados e desejados dessa época foram os modelos 380, 500K e 540K surgidos respectivamente em 1933, 1934 e 1936.


Em 1943 a produção de automóveis e utilitários para a guerra foi privilegiada em detrimento da produção dos carros de passeio. Trabalhadores forçados foram também utilizados em diversas fábricas da Daimler-Benz AG. A fábrica de Sindelfingen foi bombardeada em 18 de julho de 1944. Foram destruídos quase 80% dos prédios e instalações, além de 50% das máquinas existentes. A fábrica foi atingida por aproximadamente 20.000 explosivos e bombas incendiárias. Em 1945 a fábrica foi totalmente reconstruída tendo em vista as novas tendências de design e modernização dos automóveis para os próximos anos. Logo após o fim da Segunda Grande Guerra, em 1946, Daimler-Benz reiniciou a fabricação de seus automóveis. O modelo inaugural do pós-guerra foi o 170, um automóvel idêntico ao do ano de 1936 com algumas pequenas revisões. Nesta época a economia alemã estava se recompondo e necessitava de automóveis populares e econômicos. O modelo tinha um desempenho adequado com um motor 4 cilindros em linha. Por volta de 1950 a MERCEDES-BENZ estava produzindo aproximadamente 800 carros por semana. Com a recuperação da economia alemã, novos modelos mais potentes eram desejados pelos consumidores. Assim surgem em 1951 os modelos, 220, 300 e 300S.


Em 1953 foi lançado o modelo 180, conhecido no mundo como Mercedes Ponton. Os seus sucessores foram o modelo 190 e o 220S, surgidos em 1956, e o modelo 220SE (que já possuía injeção mecânica de combustível Bosch) em 1958. Os modelos mais cobiçados da década de 50 foram o 300SL cupê, surgido em 1954, roadster (1957) e o 190SL roadster (1955). Com o modelo 300SL cupê a MERCEDES-BENZ retornou às pistas de corridas com vitórias seguidas e importantes. Sendo o primeiro automóvel em produção a ser equipado com injeção mecânica de combustível, recém desenvolvida pela Bosch, o carro era muito rápido e resistente. Em 1960 surgiu uma nova linha de sedãs conhecida como rabo-de-peixe, desenvolvida para atender ao gosto dos consumidores americanos. Para substituir os sedãs da década de 60 surgiram, em 1973 e foram até 1980, os novos W116 sedans ou 280S, 280SE, 350SE, 450SE e 450SEL. Foram construídos para serem os melhores veículos do mundo em sua categoria e realmente o foram.


Para a década de 80 a linha de sedãs de luxo da montadora, os modelos S (ainda não se havia criado o conceito de classes na linha MERCEDES-BENZ) foram totalmente remodelados e seguiram majestosos até a década de 90. Mas a grande revolução da década foi realmente o chassi W201 com os modelos 190E, 190D, 190E 2.3, 190E 2.6. Esse chassi foi o primeiro a ser destinado aos jovens empresários europeus que ainda não possuíam condições financeiras para adquirir os modelos mais luxuosos, porém não abriam mão de ter um MERCEDES-BENZ. A partir de 1994, a MERCEDES-BENZ simplificou o posicionamento dos modelos criando as famosas classes. Classe C (substituindo as 190E), Classe E e Classe S foram criadas. A MERCEDES-BENZ foi a primeira das marcas de luxo a lançar um SUV (sigla em inglês para “veículo utilitário esportivo”) no final da década de 90, inaugurando uma nova geração Off-Road com a Classe M. Em 1998 a empresa comprou a tradicional montadora americana Chrysler, formando a gigante DaimlerChrysler. Porém a união provou, no decorrer dos anos, ser extremamente prejudicial à marca MERCEDES-BENZ, que começou a ter grandes prejuízos financeiros em virtude da burocrática e envelhecida montadora americana. A união entre as duas montadoras viria a acabar no dia 14 de maio de 2007 separando assim as duas empresas.


Durante toda sua história a MERCEDES-BENZ sempre teve um papel fundamental no desenvolvimento de tecnologias que visam dar mais segurança aos automóveis. Muitas das visões inovadoras se tornaram realidades de forma pioneira em automóveis da montadora alemã. Dentre essas inovações estão o sistema antibloqueio de freios ABS (1978), o air-bag (1980) e o programa eletrônico da estabilidade conhecido como ESP® (1995). Hoje em dia, o novo sistema de segurança contra acidentes, batizado de Pre-Safe®System, que prepara o carro e seus ocupantes para a colisão agindo por antecipação para tensionar os cintos de segurança, reposicionando os bancos dianteiros (eletricamente ajustáveis) para uma posição mais favorável, além de fechar o teto solar se houver o risco de capotamento; o detector de sonolência; o monitor de veículo em ponto cego; o detector de movimentos bruscos e muitos outros sistemas de auxílio fazem dos automóveis MERCEDES-BENZ os mais seguros no mundo. Esse papel de pioneirismo que a montadora alemã vem imprimindo no universo automotivo é refletido com mais de 80 mil pedidos de registro de patentes. A marca da estrela de três pontas, em 125 anos de história, não abandonou os princípios de seus fundadores, demonstrando que mantém viva as afirmações: “O amor pela invenção nunca morre” (Carl Benz) e “O melhor ou nada” (Gottlieb Daimler).


A linha do tempo
1930
● Lançamento do GROSSER MERCEDES, ou 770K, um automóvel construído em duas versões, limusines ou carros abertos para paradas ou desfiles.
1954
● Início da utilização do chamado CRASH TEST em sua linha de produção.
● Lançamento do MERCEDES-BENZ ROADSTER SL. Para quem via pela primeira vez o revolucionário modelo, o tempo parou por alguns segundos. Isso acontece até hoje. A cada nova geração, o modelo unia o charme e a exclusividade que somente um MERCEDES-BENZ era capaz de oferecer.
1955
● Lançamento do lendário super esportivo SLR, equipado com motor de oito cilindros e 2982 cc, capaz de desenvolver até 310 cavalos de potência, e que com apenas 1117 kg atingia uma velocidade superior a 290 km/h. As linhas vigorosas da carroçaria, com o capô alongado, eram complementadas pelos tubos de escape de grande dimensão montados lateralmente, as entradas de ar e as jantes de raios, bem como pelo cockpit elegante, com o pára-brisa panorâmico arredondado. Este modelo ficou conhecido como “Coupé Uhlenhaut” graças ao seu criador. Foi o engenheiro Rudolf Uhlenhaut, na época responsável pelos testes com veículos de passageiros e pela divisão de desenvolvimento dos carros de competição da MERCEDES-BENZ, que o retirou das pistas de corrida para as estradas.
1957
● Lançamento do MERCEDES-BENZ 300SL (conhecido como Asas de Gaivota), um roadster de grande porte na versão conversível. Seu motor era inclinado 50 graus para baixar o capô e poder gerar uma melhor aerodinâmica. Ele também foi o primeiro veículo do mundo a receber injeção de combustível ao invés de carburador. Com apenas 1.858 unidades produzidas até 1963, este conversível é ainda nos dias de hoje um dos modelos mais procurados e valorizados por colecionadores de clássicos do mundo inteiro.
1969
● Lançamento do MERCEDES-BENZ C111, o primeiro modelo da montadora alemã a ser equipado com o motor rotativo inventado por Felix Wankel. O desenho agressivo com portas “asas-de-gaivota” foi obscurecido pelo motor de três rotores, que permitia ao bólido atingir 300 km/h.
1971
● Lançamento do roadster 350SL. Com visual renovado o modelo provou ser o mais longevo da marca alemã com 18 anos de existência. O modelo caracterizou um novo padrão de estilo nos veículos da marca da estrela. A partir do modelo, os grandes faróis verticais que identificavam a marca, deram lugar aos conjuntos retangulares horizontais. Outro ponto que começou a distinguir o modelo além da já tradicional esportividade foi o luxo no acabamento.
1979
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE G, um jipe desenvolvido a partir de versões de automóveis militares com linhas retas que atestavam sua força e poder. O modelo continua em produção até os dias de hoje.
1985
● Lançamento dos novos modelos W124, representados pela 200E, 230E, 300E, 300D, 300TD entre outros, que conquistaram a decisiva opinião de ser os melhores sedãs do mundo entre vários fãs e usuários da tradicional marca alemã.
1989
● Lançamento do MERCEDES-BENZ 500SL, equipado com um motor V8 de 306 cavalos (o mais potente a equipar um MERCEDES-BENZ até a época). Outros destaques deste modelo eram o sistema de suspensão com amortecedores adaptados e a capota com acionamento eletro-hidráulico, que podia ser aberta ou fechada em apenas 30 segundos.
1993
● Lançamento da MERCEDES-BENZ CLASSE C, uma linha de modelos compactos. Recentemente a linha passou por um completo redesenho, sendo a principal mudança os famosos faróis em “oito deitado”. Atualmente ela é oferecida em versão sedã, perua e cupê. A linha utiliza o slogan “C for yourself”.
1995
● Lançamento da MERCEDES-BENZ SPRINTER, um veículo utilitário leve produzido disponível nas versões van, furgão e chassis com cabine. Em 2006 foi introduzida a segunda geração do modelo.
1996
● Lançamento do MERCEDES-BENZ SLK, um conversível com uma sigla que dizia muito sobre sua personalidade: Sport Leicht Kurz ou Esportivo Leve Curto. O modelo foi o primeiro, na história recente, a possuir um mecanismo automático para recolher a capota rígida e guardá-la no porta-malas.
● Lançamento da MERCEDES-BENZ VITO, uma van comercial que atualmente está em sua segunda geração.
1997
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE M, primeiro utilitário esportivo de porte médio construído por uma montadora de automóveis de luxo, que trazia atributos inconfundíveis ligados a aspectos como dinamismo, conforto, luxo e capacidade 4×4. Esta primeira versão vendeu até o ano de 2004 mais de 620 mil unidades.
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE A, um monovolume compacto, muito semelhante a uma mini-van. No Brasil foi produzido de 1999 a 2004, na fábrica da montadora em Juiz de Fora, tendo sido substituído pela nova versão importada no ano seguinte. O modelo está disponível em três ou cinco portas.
1998
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE CLK, um esportivo de duas portas de porte médio oferecido nas versões cupê e conversível. O modelo tem um perfil dinâmico e esportivo, valorizado pelas opções de motor V6 e V8, além da vigorosa grade de três lâminas, com a ampla estrela da marca no centro, conferindo imponência ao automóvel. Os faróis duplos garantem a atratividade do moderno design.
2003
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE SLR McLaren, um super esportivo de US$ 1 milhão que mistura os elementos estilísticos do SLR original da década de 50 com detalhes do projeto dos carros de corrida da equipe McLaren Mercedes de Fórmula 1. Toda a plataforma possui um composto de carbono, e o motor foi desenvolvido e ajustado pela AMG. As portas possuem o dispositivo de abertura borboleta (semelhante ao Lamborghini). Essas características permitem ao SLR do século XXI formar uma ponte entre o passado e o futuro, trazendo a mais avançada tecnologia da competição automobilística para as ruas.
2004
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLS, um cupê de médio-grande porte com quatro portas, que tinha como público alvo executivos que exigiam desempenho.
● Lançamento da MERCEDES-BENZ VIANO (também conhecido como CLASSE V), uma van que pode servir para várias propostas de transporte. Recentemente a montadora anunciou o lançamento da Viano Avantgarde Edition 125, uma versão luxuosa da van, com capacidade para 6 pessoas e cheia de itens exclusivos, como poltronas foram individualizadas com forro de couro Lugano, encosto para a cabeça com ajuste de altura, cintos de três pontos e apoio de braços.
2005
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE S, automóvel top de linha da montadora alemã que impressiona não apenas pelo conforto, luxo e prazer ao dirigir, mas também por desempenho, estabilidade e segurança. Equipado com motor V8 de 5,0 litros e três válvulas por cilindro, o modelo alcança 250 km/h, limitados eletronicamente, e acelera de 0 a 100 km/h em 7.2 segundos. O automóvel já está em sua sexta geração, visto que o primeiro modelo S foi lançado em 1951.
● Lançamento, em março, no Salão do Automóvel de Genebra, do MERCEDES-BENZ CLASSE B, uma evolução mais luxuosa do modelo CLASSE A. Um terço do total de veículos vendidos, quase 300 mil, desde seu lançamento, foi absorvido pelo mercado alemão, seguido do italiano, francês e japonês. A versão preferida é a B 180 CDI, movida a diesel.
2006
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE R, um utilitário esportivo crossover com linhas suaves e fluentes ao longo do exclusivo design. O modelo é primeiro MERCEDES-BENZ para 6 pessoas, com bancos individuais em 3 filas, que resultou em um espaço interno generoso, uma motorização potente e um conforto acima das expectativas.
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE GL, uma SUV de grande porte que demonstra grande aptidão para circular em estradas e cidades, com uma condução extremamente confortável e um luxo singular. O design deste modelo é uma expressão de solidez, potência e exclusividade. Suas amplas dimensões externas e internas, com destaque para os 7 bancos, sua funcionalidade e seus equipamentos são inéditos.
2007
● Lançamento do MERCEDES-BENZ SLR McLaren Roadster, versão conversível do celebrado super esportivo cupê.
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE CL, um luxuoso cupê de grande porte.
2009
● Apresentação oficial do MERCEDES-BENZ BlueZero, um automóvel hibrido que usa uma bateria de ion de lítio de 18 kWh. Sua recarga pode ser feita por meio do motor térmico de 1-litro, de três cilindros, com turbocharger, de 67 cv de potência máxima. A autonomia da bateria, funcionando sem ajuda do motor a gasolina, é de 100 km. Quando os dois propulsores trabalham em conjunto a distância percorrida sobe para 500 km.
● Lançamento do MERCEDES-BENZ SLS AMG, uma obra-prima desta divisão da montadora alemã. Toda a ousadia do automóvel é reforçada pelo motor V8 de 514 cv, que acrescenta ainda mais esportividade à condução. As rodas de 19” com desenho exclusivo e a grade dianteira diferenciada transmitem um caráter impactante ao modelo.
2011
● Lançamento do MERCEDES-BENZ CLASSE B F-Cell, um automóvel que tem bom desempenho com emissão zero de poluentes com o uso de hidrogênio como combustível. O modelo é movido quando hidrogênio e ar reagem, sem combustão, produzindo 136 cv no motor elétrico. Inicialmente foram produzidas apenas 200 unidades.


AMG, a criação de um mito
Para quem é apaixonado por carros, as três letrinhas presentes na tampa do porta-malas de alguns dos mais caros e exclusivos modelos da MERCEDES-BENZ não passam despercebidas. Por trás delas há mais de 40 anos de história que cunharam um verdadeiro mito. Oficialmente nascida no dia 1 de junho de 1967, a AMG começou a ser criada três anos antes. Em 1964, quando a MERCEDES-BENZ parou de participar oficialmente das provas de grã-turismo com o modelo 300 SE, dois funcionários da fábrica decidiram continuar atuando, por conta própria, na área esportiva. Apostando na popularidade do modelo entre os pilotos e o público, Hans Werner Aufrecht, que trabalhava na área de testes, e o engenheiro Erhard Melcher, começaram a usar suas horas de folga para preparar motores V8 e V12. Um de seus primeiros projetos foi criar um novo comando de válvulas para o motor do SE, que elevou sua potência de 218 cv para 238 cv. O equipamento logo foi levado para as pistas e, em 1965, um 300 SE equipado com ele, pilotado por Manfred Schiek, venceu dez corridas do Campeonato Alemão.


O sucesso logo levou a um grande número de encomendas e à saída da dupla da empresa. Passando a trabalhar por conta própria, eles uniram suas iniciais A e M, ao G de Grossaspach, local onde haviam obtido sua primeira vitória nas pistas. Indo além da preparação dos motores, a dupla passou a fazer alterações mais profundas em todo o carro e sua primeira criação “assinada” atendia pelo nome de 300 SEL AMG. Sempre usando como base para seus produtos os carros da MERCEDES-BENZ, os dois acumularam uma impressionante série de sucessos tanto nas pistas como no mercado de esportivos para uso nas estradas e ruas. Acabaram, com isso, recebendo o apoio da MERCEDES-BENZ, inicialmente nas competições do campeonato de turismo alemão, DTM, a partir de 1988. A união permitiu também que a AMG pudesse vender seus produtos nas concessionárias da montadora alemã. A partir de 1993, a cooperação tornou-se mais sólida, com o lançamento do C 36 AMG. Com seis cilindros, 3,6 litros e 280 cv, o sedã acelerava até 100 km/h em 6,7 segundos e, para a frustração de muitos, chegava “apenas” a 250 km/h, por ter a velocidade máxima limitada pela fábrica. Finalmente em 1999 as duas empresas se fundem e a AMG passa a ser parte da MERCEDES-BENZ. A abertura do AMG Performance Studio, em 2006, marcou o início de uma nova fase para a MERCEDES-BENZ, que tentava cativar consumidores cada vez mais exigentes oferecendo automóveis praticamente exclusivos.


Um dos últimos modelos desenvolvido pelo estúdio foi o SLK 55 AMG Black Series, que traz o propulsor 5.5l V8 de 400 cv. Vale lembrar que a MERCEDES-BENZ levou ao Salão de Nova York o CL 65 AMG, modelo comemorativo aos 40 anos da tecnologia AMG. Trata-se de um cupê de alta performance, equipado com motor V12 de 612 cavalos de potência. Outra obra-prima recente é o esportivo CLS 63 AMG equipado com o novo motor AMG 5.5 V8 biturbo, de 557 cavalos de potência máxima, com injeção direta de gasolina por jatos dirigidos, cárter totalmente em alumínio e tecnologia de quatro válvulas com ajuste do eixo de comando, inter-resfriamento ar/água e do gerenciamento do gerador. O CLS 63 AMG é o primeiro automóvel do mundo a oferecer faróis com a tecnologia LEDs de alto desempenho de série (que imitam a luz do dia). Hoje em dia a divisão AMG é mais uma fabricante de motores, além de participar do processo de “envenenamento” dos modelos da MERCEDES-BENZ que carregam a mítica insígnia. São produzidos mais de 100 motores por dia, numa unidade fabril de 40 mil metros quadrados e que emprega cerca de 750 funcionários. Para se ter uma idéia, a filosofia da AMG é “um homem, um motor”. Ou seja, em uma placa de titânio do motor, quem foi responsável por sua montagem deixa o nome gravado. Nada mais exclusivo. Além disso, a tendência esportiva aparece em pequenos detalhes do visual. Não existe um pacote de equipamentos pré-determinado para todos os modelos, mas sim um projeto para cada carro, que pode receber ponteiras cromadas, kit aerodinâmico, ser rebaixado etc. O interior também traz itens exclusivos, como o RACETIMER, que cronometra o tempo de um percurso como se o motorista estivesse em uma corrida, e as borboletas para a troca de marchas, que são em alumínio e ficam no volante, como nos carros de Fórmula 1. O sistema AMG SPEED SHIFT, que equipa todos os automóveis da divisão, dá ao motorista a liberdade de escolher entre a condução modo esportivo ou conforto. A suspensão também se adapta à seleção feita. O nome AMG foi herdado de seus proprietários: Hans Werner Aufrecht (A) e seu sócio Erhard Melcher (M). O “G” vem de GroBaspach, terra-natal de Aufrecht.


A nomenclatura de suas obras-primas
A nomenclatura, repleta de letras e números, dos automóveis MERCEDES-BENZ é como se fosse o DNA mais pura de cada linha de carro da marca alemã. Essas nomenclaturas seguem fielmente uma ordem e seus significados uma descrição de cada linha ou modelo de automóvel. Nos primórdios a nomenclatura de cada modelo tinha esse significado:
A numeração
Geralmente correspondiam a cilindrada do motor, como por exemplo: 500 = 5.0 ou 420 = 4.2.
As letras
Geralmente vinham depois da numeração e significavam:
C = Cupê
D = Diesel
E = Einspritzung (Injeção de combustível)
L = Lang – Chassi alongado
S = Sonder (Especial)
SL = Sport Leicht (Sport Light) – Esporte leve
T = Touring (Station Wagon) – Perua

Porém, após o ano de 1994 os modelos de automóveis passaram a serem classificados como Classes.
As letras antecedem à numeração:
A = Kompaktklasse – Classe compacta
B = Kompaktvan – Van compacta
C = Kleinste Stufenheck-Limousine – Sedã notchback pequeno
CL = Coupévarianten-Limousine – Cupê derivado da Classe S
CLC = Coupévarianten-Limousine C-Klass – Cupê derivado da Classe C
CLK = Coupévarianten-Limousine Kompakt – Cupê compacto derivado da Classe E sobre a plataforma da Classe C
CLS = Coupé-ähnliche Limousine Seitenfenster – Cupê similar ao sedã de laterais envidraçadas derivado da Classe E
E = Mittelklasse / Executive – Classe intermediária
G = Geländewagen – Todo terreno
GL = Geländewagen Luxus – Todo terreno luxuoso derivado da Classe M
GLK = Geländewagen Luxus Kompakt – Todo terreno luxuoso compacto derivado da Classe C
ML = Mittelgroß Luxus – Tamanho médio luxuoso
R = Raumlimousine – Sedã espaçoso
S = Spitzenmodelle – Modelo Top de linha
SL = Sport Leicht – Esporte Leve
SLK = Sport, Leich,t Kompakt – Esporte leve compacto
SLR = Sport, Leicht, Rennsport – Esporte leve de competição

Designação interna do tipo de carroceria:
A = Cabriolet – Conversível
C = Coupé
CL = Coupé limousine
R = Roadster (conversível para 2 passageiros)
S = Stationswagen – Touring – Perua
V = Verlängerte Limousine – Sedã versão longa
W = Wagen (Limousine) – Sedã (antigamente também utilizado para Cupês, Peruas e Roadster)
X- SUV = Sports Utility Vehicle (Veículo Utilitário Esportivo)

Motores
M = Motor – à gasolina
OM = Öl Motor – à Diesel

Siglas que definem outras variantes na motorização:
CDI = Common rail Direct Injection – Injeção direta de diesel sob alta pressão
Kompressor = Compressor


As flechas de prata
O mito começou na década de 30, quando a MERCEDES-BENZ e Auto-Union (atual AUDI) criaram carros imbatíveis que disputavam entre si o domínio das pistas nas competições automobilísticas. Com carrocerias de alumínio sem pintura, eles entraram para a história como as FLECHAS DE PRATA (Silver Arrows). O primeiro destes mitos, chamado W125, tinha chassis de liga de aço com cromo, níquel e molibdênio e carroceria de alumínio, que pesava menos graças a um truque descoberto em 1934 no modelo W25. Até aquele ano os MERCEDES-BENZ de corrida eram pintados de branco, a cor da Alemanha para as competições. Como o carro estava com peso acima do permitido pelo regulamento, os engenheiros não tiveram dúvida: rasparam toda a tinta, deixando os carros com o alumínio da carroceria reluzindo. As “flechas de prata” ganharam sete das onze provas que disputaram, com a primeira vitória em Tripoli, na Itália.


Depois, veio a Segunda Guerra Mundial e as Flechas de Prata só voltaram a ingressar em uma pista em 1954, graças ao esforço da MERCEDES-BENZ, que retornou às competições com o modelo W196. Construídos com a mais alta tecnologia da época, os W196 deixaram todos os outros carros obsoletos. A MERCEDES-BENZ não economizou dinheiro na construção de seus novos modelos. Havia duas carrocerias: uma tradicional e outra, usada somente em circuitos de alta velocidade, que cobria as rodas. Os modelos W196 dominaram as temporadas de 1954 e 1955 dirigidos pelos pilotos Juan Manuel Fangio, Stirling Moss e Karl Kling. Com oito cilindros, 2.982 cm3 de cilindrada, potência de até 310 cv e uma velocidade máxima acima dos 300 Km/h, este “Flecha de Prata” conquistou em 1955 os primeiros lugares nas mais consagradas provas automobilísticas: Mille Miglia, Targa Florio, Tourist Trophy, Eifelrennen, bem como no Grande Prêmio da Suécia. Teriam feito ainda mais, mas a MERCEDES-BENZ resolveu abandonar as competições depois do trágico acidente ocorrido nas 24 Horas de Le Mans de 1955, em que morreram o piloto Pierre Levegh e 81 espectadores. Em 2010, a MERCEDES-BENZ, depois de uma bem sucedida parceria com a tradicional McLaren, que ainda corre com motores da montadora alemã, voltou a ter escuderia própria na Fórmula 1, tendo como pilotos os alemães Michael Schumacher e Nico Rosberg.


O museu
A marca que inventou o automóvel também reinventou o museu do automóvel. No dia 19 de abril de 2006, foi inaugurado na cidade de Stuttgart, na Alemanha, o Novo Museu Mercedes-Benz. Construído em tempo recorde, foram necessários apenas dois anos e meio, o novo museu possui um design arrojado, além de ser o único no mundo que apresenta 120 anos da história da indústria automotiva, desde o seu princípio.


São 160 veículos e mais de 1.500 outros produtos expostos aos visitantes em duas passagens conectadas, que ocupam 16.500 metros quadrados distribuídos em nove andares. Além de apresentar a história da marca MERCEDES-BENZ, o museu também oferece um olhar revelador sobre o futuro. A dualidade do passado e futuro também está presente na arquitetura do prédio, que foi criada no UN Studio dos famosos arquitetos alemães Ben van Berkel e Caroline Bos. O interior do prédio foi modelado com a estrutura da espiral do DNA, que carrega os genes humanos, para ilustrar a filosofia original da marca MERCEDES-BENZ: a invenção contínua de coisas completamente novas para manter a mobilidade, desde a invenção do automóvel até a visão orientada para o futuro sobre a dirigibilidade livre de acidentes. Em pelo menos duas horas de passeio pelo museu, os visitantes podem acompanhar os 120 anos da história do automóvel como uma jornada pelo tempo. Um elevador leva os visitantes até o andar mais alto do museu, de onde saem duas rotas em espiral, metaforicamente representando a genética da marca, para que possam descer por nove andares. Pela primeira rota, há sete “Salas Lendárias” que contam a história da marca em ordem cronológica.


Uma novidade: o museu também documenta os mais de 100 anos de história de veículos comerciais da empresa. Os visitantes podem trocar de rota a qualquer momento. Ambas terminam na curva “Flechas de Prata – Corridas e Recordes”, onde estão expostas as lendárias MERCEDES-BENZ que marcaram época nas pistas de competições. Nesta área, também são exibidos trechos de filmes de corridas históricas. Pertences de famosos pilotos de corrida, dois simuladores e um workshop de corrida oferecem aos visitantes uma oportunidade de ingressarem no fascinante mundo das competições.


A exposição “A Fascinação da Tecnologia”, que pode ser acessada individualmente, ocupa uma posição especial. Exibida num contexto altamente sofisticado, ela proporciona conhecer o dia-a-dia de trabalho dos engenheiros de desenvolvimento da MERCEDES-BENZ, e, portanto, observar o futuro do automóvel. As “Salas de Coleção” mostram a variedade de veículos MERCEDES-BENZ de acordo com tópicos. Estes tópicos vão desde o transporte por ônibus, táxi e automóveis até o transporte de mercadorias e distribuição, passando pela “Galeria de Ajudantes” em combate à incêndios, serviços de emergência e operações municipais até veículos VIPs e, finalmente, a “Galeria de Heróis” – um número incontável de veículos altamente eficientes que continuam a realizar suas atividades pelo mundo. Nestas salas o visitante pode apreciar exposições como o ônibus Mercedes-Benz O 305; o famoso “Millipede” – o caminhão pesado LP 333; o veículo de combate à incêndio LF 3500 ou o “Papamóvel” usado pelo Papa João Paulo II. São veículos que têm uma história própria e, em alguns casos, também ajudaram a escrever a história.


Também estão disponíveis aos visitantes um restaurante, um café e várias lojas. Uma ligação direta com o Centro Mercedes-Benz também possibilita uma transição da lendária MERCEDES-BENZ desde os modelos clássicos até a atual linha de produtos. Em 2011, para comemorar a data dos 125 anos da MERCEDES-BENZ o museu organiza uma exposição especial intitulada “Como tudo começou”, que apresenta documentos originais sobre Karl Benz e Gottlieb Daimler.


A Mercedes-Benz além dos automóveis
A MERCEDES-BENZ, que para muitos significa o luxo sobre rodas, também assina uma linha de bicicletas (Road, Fitness e Mountain) voltada aos fãs da marca da estrela de três pontas, que podem ser equipadas com acessórios especiais e exclusivos como bombas, descansos laterais, bagageiros, computadores (possui um sensor que monitora a velocidade e a cadência de pedalada e comanda automaticamente o câmbio, que também pode ser controlado manualmente) e racks de teto. Além disso, a marca alemã possui uma linha moderna e avançada de bicicletas dobráveis. As bicicletas são vendidas na Alemanha, Austrália e Rússia.


Recentemente, em 2010, a montadora alemã se uniu a Eurocopter para apresentar oficialmente o fruto dessa parceria: o luxuoso helicóptero EC 145 Mercedes-Benz Style. O modelo, uma edição especial, tem capacidade para até 8 passageiros, pode chegar a uma velocidade máxima de 270 Km/h e foi concebido através de um projeto liderado pelo Estúdio de Design Avançado da Mercedes-Benz, localizado na cidade italiana de Como. A espaçosa cabine do EC-145 permitiu que os projetistas da MRECEDES-BENZ criassem um novo conceito de acabamento interior, totalmente inspirado na linha de automóveis da Classe R da fabricante alemã.


Os estofamentos estão disponíveis em materiais de luxo e numa gama de opções de cores, além da escolha de elegantes padrões madeirados aplicados em detalhes. Três compartimentos multifuncionais oferecem caixa refrigerada, apoio para os copos, mesa, monitor e DVD player incorporados, juntamente com espaços extras oferecidos em gavetas. Um parede divisória com janelas separa a cabine do piloto, ambientada com o padrão de iluminação utilizada nos veículos MERCEDES-BENZ das Classes E e S. Uma área de armazenamento multifuncional também foi incluída na parte posterior da cabine, oferecendo um compartimento de bagagem com numerosos pontos de fixação no piso e nas paredes para fixar as malas, tacos de golfe e outros artigos maiores.


Campanhas que fizeram história
Se existe um filme comercial marcante esse é “Watering Can”, criado pela agência Springer & Jacoby de Hamburgo para a marca alemã. MERCEDES-BENZ, conhecida por “Estrela de Stuttgart”, prima em sua comunicação por não abrir mão do estilo. Enquanto a maioria das marcas prefere utilizar em sua comunicação informações como desempenho, inovações, design e outras características do produto, a MERCEDES-BENZ tem uma forte tendência de mostrar o status, o quão seus automóveis são desejados. O filme reúne ingredientes que com certeza fazem dele inesquecível. O produto em questão é a MERCEDES-BENZ CLK, um automóvel de preço elevado, tendo como público alvo homens acima de 45 anos, paternais e que não abrem mão de estilo e status. O roteiro começa com um pequeno menino acordando cedo, pegando seu carrinho de brinquedo, uma miniatura de uma CLK, e um regador, e indo até o jardim, onde cava um buraco em um canteiro de rosas vermelhas. Depois de enterrá-lo e regá-lo, um antecipado sorriso e um olhar para a garagem onde está estacionado um verdadeiro CLK, revelam o porque de tudo aquilo. A trilha sonora com a música “For me Formidable” cantada por Charles Aznavour, faz com que o comercial seja ainda melhor.

A evolução visual
O mundialmente famoso símbolo da MERCEDES-BENZ teve um início profético. Representando a triplicidade das atividades da Daimler, fabricante de motores para uso em terra, mar e ar, a estrela de três pontas foi adotada como logotipo em 1909, após a morte de Gottlieb Daimler, apesar de ter aparecido pela primeira vez no ano de 1901 em um automóvel da marca. Foi inspirada em uma figura que ele havia desenhado em um cartão postal, o qual remeteu à sua esposa com o seguinte comentário: um dia essa estrela brilhará sobre a minha obra. Ao longo dos anos, o símbolo passou por várias alterações. Em 1923 foi acrescentado o círculo. E três anos depois, com a fusão das empresas Daimler e Benz, foi incluída a coroa de louros, pertencente ao logotipo da Benz. A forma definitiva foi adotada em 1933 e desde então se mantém praticamente inalterada.


Os slogans
The best or nothing. (2010)
Unlike any other. (2008)
Mercedes-Benz. The Future of the Automobile.
Engineered to move the human spirit.


Dados corporativos
● Origem: Alemanha
● Fundação: 29 de janeiro de 1886
● Fundador: Karl Benz, Gottlieb Daimler e Wilhelm Maybach
● Sede mundial: Stuttgart, Alemanha
● Proprietário da marca: Daimler AG
● Capital aberto: Sim
● Chairman & CEO: Dieter Zetsche
● Faturamento: €97.8 bilhões (2010)
● Lucro: €4.5 bilhões (2010)
● Valor de mercado: €54.4 bilhões (abril/2011)
● Valor da marca: US$ 25.179 bilhões (2010)
● Fábricas principais: 30
● Vendas globais (automóveis): 1.178.300 unidades (2010)
● Presença global: 180 países
● Presença no Brasil: Sim
● Maiores mercados: Alemanha, Estados Unidos, China e Reino Unido
● Funcionários: 260.100
● Segmento: Automobilístico
● Principais produtos: Automóveis, caminhões, vans, ônibus e motores
● Principais concorrentes: BMW, Audi, Infiniti e Lexus
● Marcas: Mercedes-Benz, Smart, Maybach e Freightliner
● Ícones: A estrela de três pontas
● Slogan: The best or nothing.
● Website: www.mercedes-benz.com

O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca MERCEDES-BENZ está avaliada em US$ 25.179 bilhões, ocupando a posição de número 12 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

A marca no Brasil
Exatamente no dia 7 de outubro de 1953 ocorreu a fundação oficial da subsidiária da MERCEDES-BENZ no Brasil, que teve como primeiro presidente Alfred Jurzykowski. Quase três anos depois, em 28 de setembro de 1956 teve início efetivo da indústria automobilística brasileira com a inauguração oficial da fábrica da MERCEDES-BENZ em São Bernardo do Campo (São Paulo). O primeiro caminhão a diesel MERCEDES-BENZ fabricado no Brasil, conhecido como L-312 e apelidado de “torpedo” devido à forma característica do cofre do motor, surgiu nesse mesmo ano. Em 1958, o pioneiro O-321 H trouxe para o Brasil um conceito inovador em transporte coletivo: os ônibus de fabricação integral, conhecidos como monoblocos. Nos anos seguintes a MERCEDES-BENZ lançou no mercado produtos inovadores como o primeiro caminhão com tração total, chamado de LAP 321, em 1960; o caminhão L/LK/LS 1111, com cabines semi-avançadas, em 1964; o caminhão L 1113, modelo mais vendido no mercado brasileiro até hoje, com mais de 200.000 unidades, em 1970; e o caminhão leve L 608 D, apelidado de “Mercedinho”, primeiro caminhão leve a diesel do Brasil, em 1974.


A unidade de Campinas foi inaugurada em 1979, voltada à fabricação de ônibus, as no final de 2000, deixou de ser uma unidade de produção e, atualmente, reúne as atividades de assistência técnica, pós-venda, comercialização de peças, treinamento e desenvolvimento da rede de concessionários. No final da década de 90, em 1999, a empresa passou a produzir no Brasil o carro MERCEDES-BENZ CLASSE A. Outro fato marcante ocorrido nesta época aconteceu em 18 de janeiro de 2001, quando saiu da linha de produção a primeira MERCEDES-BENZ classe C para cliente, montada na unidade de Juiz de Fora. Instalada há mais de 50 anos no Brasil, a empresa possui atualmente 3 fábricas (São Bernardo do Campo, Campinas e Juiz de Fora) empregando mais de 13 mil pessoas. A fábrica de Juiz de Fora, inaugurada em 1999, foi pioneira na adoção de novas técnicas de produção, organização e trabalho em equipe, atingindo um dos mais altos padrões de qualidade entre todas as unidades de automóveis da marca MERCEDES-BENZ no mundo e, é vista como uma das mais modernas da indústria automobilística da América Latina. O Brasil é o terceiro maior mercado de caminhões da MERCEDES-BENZ no mundo, comercializando em 2010 mais de 44.000 unidades; e o maior no segmento de ônibus, que em 2010 contribuiu com mais de 15.500 unidades em suas vendas globais. A MERCEDES-BENZ do Brasil já comercializou mais de 1.66 milhões de veículos comerciais ao longo de sua história no país.


A marca no mundo
Lançadora de tendências tecnológicas, hoje a MERCEDES-BENZ oferece onze séries de automóveis, compreendendo 109 versões de modelos que englobam praticamente todos os segmentos. A abrangência da gama de produtos é uma das principais razões pela qual foram vendidos, em 2010, 1.178.300 automóveis da marca, gerando um faturamento de €53.4 bilhões. A marca tem hoje aproximadamente 6.4 milhões de clientes, proprietários de aproximadamente 10 milhões de automóveis. Os maiores mercados da marca alemã são Alemanha, Estados Unidos, China, Reino Unido, Itália e França. Além de produzir automóveis de passeio, a empresa alemã fabrica também motores para aviões, caminhões (em 2010 vendeu 355.300 unidades), vans comerciais (224.200 unidades foram comercializadas em 2010) e ônibus (com vendas de 39.100 unidades em 2010). Atualmente fabrica também protótipos de motores para a equipe de Fórmula 1 da McLaren e da Force India, além de manter sua própria equipe na principal competição do automobilismo mundial.

Você sabia?
● Para vender carros que chegam a custar R$ 2 milhões, a empresa submete seus vendedores a um rígido programa de treinamento. Todos recebem orientações básicas sobre mecânica, comportamento do consumidor, etiqueta e cultura geral. São três fases de instrução, com intervalo de seis meses entre elas. As aulas são ministradas por professores formados na matriz.
● As peças (principalmente chaves, motores, suspensões, etc.) produzidas pela marca alemã são únicas e difíceis de serem ilegalmente copiadas.

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http://www.mundodasmarcas.blogspot.com.br/2006/06/mercedes-benz-evoluo-do-automvel.html

Nova patente: Google poderá identificar quem está “falando com o celular”

O “Ok Google Now” do antigo Moto X foi um divisor de águas para os comandos de voz aos quais smartphones conseguem responder. No caso do aparelho da Motorola, não era necessário tocar no dispositivo para ativá-lo, mas, às vezes, ele confundia a voz do dono com a de alguém com tom um pouco similar. A Google parece interessada em acabar com isso e registrou uma patente para identificar as pessoas que falam com seus Androids via comandos de voz.

20120954894146 Nova patente: Google poderá identificar quem está falando com o celular
Basicamente, a empresa pretende usar as câmeras frontais dos smartphones em conjunto com os microfones presentes neles. Assim, o aparelho identificaria a pessoa que está dando os comandos de voz e poderia ignorar o que os outros ao redor estão dizendo.

Com isso, a taxa de erros de interpretação poderia cair significativamente. Além do mais, a câmera poderia saber também quando os lábios do usuário principal estão se mexendo e, se alguma voz incompatível com esses movimentos for detectada, o smartphone a ignora.

Identidade

Além dessa possibilidade, as imagens coletadas para descobrir quem está dando os comandos poderiam ser armazenadas de alguma forma na conta do usuário para identificá-lo mais tarde. Assim, se duas pessoas estivessem dando comandos de voz para um único aparelho, ele poderia interagir com ambas tratando-as a partir do nome, por exemplo. Apesar disso, há preocupações quanto à privacidade nesse ponto.

O que poderia ser um problema é o fato de a maior parte dos smartphones de hoje terem apenas um ou dois microfones. Isso dificultaria um pouco a triangulação de voz quando a pessoa não estivesse olhando diretamente para a frente do aparelho. Dispositivos como o Novo Moto X resolvem essa dificuldade com mais componentes para captar a voz. Esse método também está presente na patente da Google.

Quando chega ao Google Now?

Tudo isso poderia ser muito interessante nas próximas versões do Google Now, mas, como ainda não passam de uma patente, é possível que a empresa não tenha nem mesmo começado a desenvolver esses melhoramentos.

Não podemos esquecer ainda da dimensão da privacidade, uma vez que o smartphone estaria o tempo todo coletando imagens para identificar o dono. Na própria patente, a Google esclarece que esse tipo de identificação poderia ser desligado se o usuário desejasse. De qualquer forma, esperamos que essas novidades cheguem logo ao Google Now

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http://www.tecmundo.com.br/google-now

Italiano cria bicicleta dobrável que fica do tamanho de um guarda-chuva

Em busca de praticidade, o designer italiano Gianluca Sada resolveu se dedicar à sua linha própria de bicicletas, unindo inovação e funcionalidade a um veículo ao qual já estamos bem acostumados. A Sada Bike vai além de um design sofisticado, pois é dobrável e fica do tamanho de um guarda-chuva, prontinha para ser guardada na mochila própria.

Focado em deixar a bicicleta com uma dimensão padrão, o designer elaborou seu produto com rodas sem raio e sistema de ancoragem para que a bike também seja facilmente dobrada, após um intenso trabalho de pesquisa que durou seis anos. Na hora de guardá-la, basta forçar o selim e todas as dobradiças se movem.

Em seu site, ele descreve a experiência como um todo: “O projeto pode abrir caminho para um novo sistema de mobilidade fora dos esquemas clássicos, amplamente acessível e facilmente transportável”. Além disso, destaca o estilo e a versatilidade de sua magrela para dinamizar a bicicleta tradicional.

Atualmente, a bike foi feita em um protótipo de alumínio e busca parceiros para a produção em larga escala.

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http://www.hypeness.com.br/2014/09/bicicleta-dobravel-fica-do-tamanho-de-um-guarda-chuva/

 

11 Acessórios de cozinha bem estranhos, mas possivelmente úteis

1 – Fatiador de banana

Fala sério, cortar uma banana não é tão simples assim, é? Claro que não! Imagina toda a força que você precisa fazer na faca! Esse acessório dispensa isso. :D

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2 – Manteigueira com controlador de temperatura

Porque às vezes ela simplesmente está dura demais para ser utilizada.

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3 – Prato para dedos

E você achou que eu estivesse brincando…

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4 – Removedor de caroço de azeitona e cereja

Uma ótima ideia, apesar desse bicho ser bizarro!

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5 – Fatiador de abacaxi

Brilhante e realmente parece bem fácil de se utilizar.

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6 – Cooler portátil de melancia

Mas o quê?! Tá bom, pode ser útil pra transportar uma melancia pro piquenique e mantê-la gelada.

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7 – “HapiFork” – Garfo digital

Esse garfo indica quando você está comendo muito rápido. E também indica que você tem muito dinheiro pra gastar…

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8 – Tesoura para pizza

Para cortar e servir a pizza sem dificuldades.

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9 – Torradeira transparente

Deixe a torrada no ponto que você desejar!

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10 – Spray para espremer frutas cítricas

Uma ótima maneira de evitar a fadiga.

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11 – Capa para dedos

Vai comer salgadinho e não quer sujar os dedos? Utilize esse utensílio para proteger o seu dedo de toda aquela sujeira.

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Estudo revela as 28 marcas preferidas dos brasileiros

Segundo pesquisa, marcas precisam influenciar os consumidores com cores e sensações.

Uma pesquisa realizada pela Kantar Worldpanel, em parceria com a Associação Paulista de Supermercados (Apas), analisou as marcas preferidas dos brasileiros em mais de 130 categorias e identificou que o ano de 2013 foi cheio de mudanças. Cada vez mais conscientes e com acesso à informação, o comportamento do consumidor é influenciado na hora da compra. Atualmente, as marcas precisam influenciar seus consumidores e como estratégia usam cada vez mais campanhas emocionais, levando cores e sensações para o comprador.

Porém, mesmo com o investimento das marcas, o futuro é incerto. Dados da Kantar Worldpanel mostram que 46% das marcas líderes perderam participação no mercado em 2013. Apenas 7% delas se mantiveram estável e outras 46% ganharam participação. Segundo o estudo, para ficar na memória do consumidor, os fabricantes precisam pagar um preço muito alto. No ano de 2013, os investimentos publicitários cresceram 19% na comparação com 2012. No ano passado, o investimento registrado foi de 112,6 bilhões de reais e no ano anterior o gasto foi de 94,9 bilhões.

A previsão é que o Brasil será o 5° maior mercado publicitário do mundo em 2015, e os setores de maior investimentos são: Comércio e Varejo, Higiene Pessoal e Beleza, Serviços ao Consumidor, Veículos, Peças e Acessórios, Mercado Financeiro e Seguros, Cultura, Lazer, Esporte e Turismo. Por último estão: Serviços de Telecomunicação, Bebidas, Serviços Públicos e Sociais e Alimentação.

No Brasil a utilização de dois ou mais meios de comunicação ao mesmo tempo é cada dia mais comum entre os brasileiros. E consequentemente as ofertas estão cada vez mais disponíveis para o consumidor conectado.

“O ideal é que as marcas estejam presentes em diferentes meios de maneira consistente, alinhadas e com foco no público-alvo correto. Além de antecipar as necessidades da população madura, fortalecendo laços de confiança e fidelização”, explica Christine Pereira, diretora comercial da Kantar Worldpanel.

Conheça as 28 marcas líderes em diversas categorias no Brasil:

Nescau – Achocolatado em Pó;

União – Açucar Refinado;

Zero Cal – Adoçante Líquido;

Bauducco – Biscoito Wafer;

Nescafé – Café Solúvel;

Knorr – Caldos;

Elefante – Extrato de Tomate;

Dona Benta – Faria de Trigo;

Nissin Lámen- Massa Instantânea;

Danoninho – Petit Suisse;

Quero – Polpa e Purê;

Maggi – Sopas;

Kibon – Sorvetes;

Skol – Cervejas;

Coca-Cola – Refrigerantes;

Turma da Mônica – Fralda Descartável;

Seda – Pós Shampoo e Shampoo;

Lux – Sabonete em Barras;

Q’Boa – Àgua Sanitária;

Omo – Detergente em Pó;

Ypê – Detergente Líquido para Louça e Sabão em Pedra;

Bombril – Esponja de Aço;

Scotch Brite – Esponja Sintética;

Veja – Limpeza Pesada e Sabão em Pedra;

Havaianas – Chinelos

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http://www.metaanalise.com.br/inteligenciademercado/index.php?option=com_content&view=article&id=10313:estudo-revela-as-28-marcas-preferidas-dos-brasileiros&catid=9:pesquisas&Itemid=359

Apple é a marca mais valiosa do mercado, afirmam empresas de consultoria

Em maio deste ano, a Google desbancou a Apple em um ranking que elencou as marcas mais valiosas do mundo – desenvolvido pela Millward Brown Optimor (grupo WPP), o estudo apontou que a Gigante das Buscas fechou o valor de sua marca em US$ 158,8 bilhões; a Apple, que ocupou o topo do pódio pelos últimos três anos, foi avaliada em US$ 147,8 bilhões.

Desta vez, um gráfico publicado pelo site Economist trouxe à tona as impressões de mais empresas de consultoria sobre algumas das companhias mais populares da atualidade: para duas delas, a Maçã ocupa a dianteira da estimativa que leva em conta as marcas mais valiosas do mundo.

“Marcas têm lógica e significados próprios. Mas o quanto elas valem? Três companhias que mensuram o valor das marcas apresentam discordâncias consideráveis. Há, porém, um consenso entre elas: Google, Apple e Microsoft fazem parte das 5 empresas mais valiosas”, pode-se ler junto à pesquisa veiculada no início deste mês pelo Economist.

11124143770098 719x800 Apple é a marca mais valiosa do mercado, afirmam empresas de consultoria
Conforme exibido pelo ranking do gráfico “Valores de Marcas”, as instituições de consultoria Brand Finance e Interbrand afirmam que a Apple é a marca mais valiosa da atualidade (a companhia fundada por Steve Jobs ficaria entre os US$ 95 e US$ 105 bilhões). Também para ambas as empresas especializadas em mensurar o valor de marcas, a Google teria, hoje, o valor de sua marca cravado entre US$ 60 e US$ 95 bilhões – ficando, assim, logo atrás da Apple.

Metodologia

As estimativas feitas pelo Economist são de fato curiosas: há discrepâncias notáveis nas avaliações realizadas por parte das três empresas de consultoria – analise, por exemplo, a tendência da Millward Brown em supervalorizar a maioria das marcas face às outras duas companhias. Então o que pode justificar esses tão diferentes julgamentos?

Ainda conforme esclarecido pelo site responsável por publicar o estudo, cada uma das empresas utiliza um método de avaliação específico. A Millward Brown entrevista cerca de 2 milhões de consumidores e avalia a fidelidade deste público para com uma marca. A Interbrand considera fatores internos, tais como o nível de comprometimento de uma empresa com sua marca. A Brand Finance, por sua vez, leva em conta as taxas de royalty e valores de licenciamento das marcas face às suas concorrentes.

Importante mencionar que o ranking elencado pelo Economist é informal, uma vez que admitiu como critério um método não necessariamente preciso de análise de valorização de marcas. “A Millward Brown e a Interbrand acham que Coca-Cola e McDonald’s são marcas que estão dentre as dez mais valiosas; a Brand Finance pensa o contrário”, observa o estudo promovido pelo site.

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http://www.tecmundo.com.br/empresas-e-instituicoes/62889-apple-marca-valiosa-mercado-afirmam-empresas-consultoria.htm

Logo da Imigração Alemã no Brasil vai ganhar as ruas

Na onda da crescente amizade Brasil-Alemanha e para comemorar os 190 Anos da Imigração Alemã no Brasil (1824-2014) com maior visibilidade, o portal BrasilAlemanha lança a campanha de 20 mil camisetas com a bela logo da Imigração Alemã no Brasil

Há menos de um mês, os jornais mancheteavam que a simpatia e o sucesso da Alemanha na Copa levaram à venda de dois milhões de camisetas no Brasil.

O projeto inicial do portal BrasilAlemanha é bem mais modesto, mas, mesmo assim, ambicioso. Os direitos de uso da logo foram negociados com a FECAB – Federação dos Centros de Cultura Alemã no Brasil, detentora da marca por cessão definitiva do Consulado Geral da Alemanha de Porto Alegre, que a encomendou junto à agência de publicidade República das Ideias para expressão da integração do imigrante alemão à sua nova pátria.

Baseado na afirmação de que “só se faz cultura com a oferta e o consumo de bens culturais – cursos, livros, jornais, revistas, cds, filmes, músicas, danças, artesanato, culinária, trajes típicos, viagens, entre outros”,  o portal oficial da imigração alemã no Brasil vislumbra excelentes oportunidades de vendas já no próximo lançamento do filme épico “Die Andere Heimat – A outra Pátria” dias 28, 29 e 30 de agosto nos Cinemas Guion em Porto Alegre; na 37ª Expointer de Esteio com homenagem à Alemanha e aos 190 Anos da Imigração Alemã, de 30 de agosto a 07 de setembro; na Semana Farroupilha que vai ressaltar a importância da imigração alemã na história do RS e no movimento tradicionalista; nas Oktoberfestas de Blumenau, Igrejinha, Itapiranga, Santa Cruz do Sul, Santa Rosa, São Lourenço do Sul, entre outras; na 60ª Feira do Livro de Porto Alegre no fim de outubro e início de novembro; e em diversas outras atividades.

O portal BrasilAlemanha já manifestações espontâneas de admiração pela qualidade do material usado na confecção das camisetas, como a do empresário Rudolf Fritsch (Aços Favorit Distribuidora), que encomendou e recebeu 420 camisetas para distribuição entre funcionários e clientes, e do estilista Sérgio Batista de Lima, o que só atesta uma natural obviedade em se tratando de produto com identificação alemã.

Baseado na qualidade, o portal se vale também do seu enorme potencial de penetração em todas as camadas referenciais da imigração alemã e das intensas relações Brasil-Alemanha através da mala direta que hoje atinge mais de 144 mil endereços de pessoas físicas e jurídicas do Brasil, da América Latina, da Europa e mundo afora.

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A Origem dos Inventos – Vela

Sendo hoje utilizadas como mero adorno ou somente em situações especiais, as velas foram um dos nossos principais modos de iluminação antes do aparecimento da electricidade e tiveram antecessores ainda mais rudimentares.

Pinturas encontradas em cavernas, que se estima terem sido feitas cerca de 50.000 anos a.C., mostram que naquela altura a luz era fornecida por recipientes com gordura animal no estado líquido, nos quais se usavam fibras de plantas que funcionavam como pavio.

As primeiras referências às velas datam do séc. X a.C. e vêm referidas em textos Bíblicos. Essas velas eram nada mais que simples de juncos besuntados com sebo. Descobertas arqueológicas encontraram no Egipto e na Grécia velas com formato de bastão. Para os gregos as velas simbolizavam o luar e constatou-se que na Grécia as velas eram usadas ao 6º dia de cada mês como adoração a Artemisa, a deusa grega da caça.

Pela Idade Média as velas iluminavam igrejas, mosteiros e salões. Nessa época o clero aconselhava o uso de velas brancas para afugentar as bruxas e os agricultores utilizavam as velas sagradas para proteger os seus rebanhos. O material mais comum nessa época para confeccionar as velas era o sebo dos animais. Isto tinha a desvantagem de criar muito fumo e de ter um cheiro bastante desagradável. A opção que tinham era a de velas feitas com a cera das abelhas só que nesse caso o problema era a quantidade de cera não ser suficiente para responder à procura.

Apesar disso na Europa as velas eram tidas como artigos de luxo, sendo fabricadas nas cidades por artesãos especializados e vendidas a um preço elevado fossem de sebo ou cera. Conforme as possibilidades de cada comprador eram colocadas em castiçais de madeira ou de prata. Apesar do seu preço e atendendo à necessidade óbvia, foi rapidamente visto como um negócio estável e claro lucrativo. Só em Paris, no ano de 1292, foram contabilizados 71 fabricantes de velas.

As velas como elemento de decoração

A vela como elemento de decoração

No séc. XVI deu-se a criação de diversos tipos de suportes e castiçais a preços mais baixos e com isso as velas passaram a ser vendidas ao peso ou em grupo.

Como a luz emitida pelas velas dependia do material de que era feita, produzindo a de cera uma luz mais brilhante, em Inglaterra houve uma preferência pelos fabricantes de velas de cera em relação às de sebo, apesar do seu preço mais elevado.

Com o aparecimento da iluminação a gás no séc. XIX, a utilização das velas para esse efeito foi diminuindo. Mas as camadas mais pobres da população continuavam a não ter acesso ao gás pelo que se desenvolveu a maquinaria para a produção das velas para essas famílias.

No campo das pesquisas, o químico francês Michel Eugene Chevreul descobriu em 1811 que o sebo não era uniforme mas sim composto por 2 ácidos gordos ligados a glicerina. Decidiu então retirar a glicerina do sebo criando a “estearina”, mais dura, mais lenta a arder e que dava uma luz mais brilhante. Com esta descoberta a qualidade das velas melhorou substancialmente, tendo também ajudado a que em 1825 fossem também melhorados os pavios, que deixaram de ser de algodão e passaram a ser feitos de fio enrolado, o que dava uma melhor uniformidade à chama.

Com a corrida ao petróleo em 1830, surgiu o derivado mais conhecido da composição das velas actuais, a parafina. Em 1854 foi combinada com a estearina e estavam assim conjugados os elementos base para a produção das velas como as que ainda usamos hoje em dia.

Curiosidades:

– Os povos antigos acreditavam que a chama das velas, quando observada fixamente, permitia ver deuses e espíritos ou mesmo prever o futuro.

– As velas foram usadas para medir tempo, devido à sua combustão cadenciada, sabendo-se que a dinastia chinesa Song usava “relógios” de velas.

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http://origemdascoisas.com/a-origem-da-vela/

As marcas têm de participar da vida das pessoas e oferecer algo que satisfaça e que seja necessário

“As marcas têm de participar da vida das pessoas e oferecer algo que satisfaça e que seja necessário”, afirma Fred Gelli, fundador da Tatil Design

 

A Tatil Design de Ideias nasceu há exatos 25 anos, época em que o termo sustentabilidade ainda não existia. Hoje, com faturamento de R$ 25 milhões e crescimento de 30% em 2013, a empresa quer mais uma vez ‘quebrar paradigmas’. A proposta é transformar a forma como o marketing das empresas se comunica com o mercado.
“As marcas têm de participar da vida das pessoas e oferecer algo que satisfaça e que seja necessário”, afirma Fred Gelli, um dos fundadores da empresa, que encara essa mudança de mentalidade como seu novo desafio. “Para que funcione e desperte interesse, a ação tem que gerar valor.”
Um dos exemplos é a seguradora de saúde que quer passar a imagem de uma marca que cuida das pessoas. Para ele, oferecer equipamentos para exercícios dispostos gratuitamente em praças e parques faria todo o sentido neste caso. “As empresas deveriam imprimir no mercado campanhas alinhadas às propostas de suas marcas que possam melhorar a vida das pessoas”, explica Gelli.
Quando surgiu, em 1989, a importância que se dava a assuntos ligados a sustentabilidade e uso racional dos recursos da terra era próxima de zero. Mesmo assim, quatro alunos de Design da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) resolveram encarar o desafio e tentar impor uma nova ordem. Queriam criar uma empresa de design que fizesse a diferença. A grande escola de Fred Gelli, Gustavo Gelli e Patrícia Pinheiro estava na Biomimética, ciência que estuda e tenta reproduzir a forma como frutos, legumes e alimentos se auto embalam. A partir dessa observação, a Tátil propõe soluções para ‘embrulhar’ outros produtos. A laranja, banana e o ovo são bons modelos para eles. Apesar de ter desenvolvido outras linhas de negócio ao longo dos anos, a Tátil nunca perdeu de vista sua filosofia inicial.
Em 2013, por exemplo, desenvolveram todo o projeto de embalagem para a linha SOU da Natura, de quem são parceiros há 15 anos. “A proposta da SOU é usar a menor quantidade de recursos naturais na embalagem, que tem formato de gota”, afirma Gelli, hoje também professor de Biomimética na PUC do Rio.

 

 

O executivo lembra que durante a Eco 92, quando o papel reciclado virou febre, a Tátil já era veterana no uso de materiais e processos sustentáveis. O que se tornou marca registrada da empresa, renderia no início dos anos 90 um convite para desenvolver, em Londres (Inglaterra), uma linha de embalagens especiais para a marca Body Shop. ” A Anita (Roddick), antiga fundadora da Body Shop, gostava muito do nosso trabalho”, garante. De lá para cá, foram muitos prêmios. Um dos memoráveis foi o de inovação oferecido pelo Design Center de Stuttgart, em 98. Este ano, Fred Gelli acaba de ser selecionado pela revista “Fast Company” como um dos cem executivos mais criativos do mundo.

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http://www.valor.com.br/empresas/3672380/produtos-e-embalagens-inspirados-na-natureza

25 Produtos inovadores que economizarão bastante espaço na sua casa

1 – Tábua de cortar alimentos que também serve como suporte para lavá-los

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2 – Cadeira completamente dobrável

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3 – “Rede” de tênis/suporte para panelas

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4 – Caixa de som que também é uma lâmpada

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5 – Tudo em um

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6 – Balde dobrável

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7 – Tábua de passar roupa que se dobra num armário com espelho

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8 – Faca/tesoura dobrável

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9 – Tapete de engomar magnético (transforma sua máquina de lavar ou qualquer outra superfície metálica em tábua de passar)

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10 – Escorredor de louças retrátil

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11 – Colchão que se transforma em cadeira

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12 – Cabide que poupa espaço

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13 – Tigela de cachorro retrátil e regulável (ótimo para transporte e para as várias fases do seu cão)

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14 – Lixeiras empilháveis

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15 – Essa torradeira extremamente fina

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16 – Copo que serve pra medir colheres de café e sopa

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17 – Tigela de salada que vem com servidor

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18 – Rede para gatos

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19 – Mangueira que se expande e se contrai automaticamente

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20 – Rack vertical para sapatos

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21 – Sanitário com pia

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22 – Máquina de lavar com pia

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23 – Esteira dobrável

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24 – Batedor que se fecha

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25 – E pra finalizar, uma cadeira-biblioteca

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