Dado e Bonfá não podem usar marca Legião Urbana.

A Justiça do Rio cassou ontem a liminar que dava aos músicos Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá -que, ao lado de Renato Russo (1960-1996), formavam a banda Legião Urbana- o direito de usar a marca com o nome do grupo.

Segundo Dado e Bonfá, a família de Renato os proíbe de usar o nome, por isso eles recorreram à Justiça.

No mês passado, o juiz Fernando Cesar Ferreira Vianna, da 7ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro , havia dado os direitos aos ex-integrantes da banda em caráter liminar.

Com a decisão tomada agora pelo desembargador Milton Fernandes de Souza, da 5ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro , o filho e herdeiro de Renato, Giuliano Manfredini, que representa a empresa Legião Urbana Produções Artísticas, volta a ter exclusividade sobre o uso da marca da banda.

Villa-Lobos e Bonfá ainda podem recorrer da decisão. O julgamento do mérito ainda não tem data definida.

Segundo a liminar expedida no mês passado, Villa-Lobos e Bonfá poderiam agendar shows e eventos que contem a história do grupo. Os dois afirmavam estar sofrendo prejuízo financeiro ao deixar de participar desses encontros. “Era esperada uma defesa deles, a natureza é assim: quando o escorpião se vê acuado, ele se mata com o próprio veneno”, disse o baterista Marcelo Bonfá.

No mês passado, o músico havia dito que a família de Renato Russo tentou por diversas vezes “excluir” os dois integrantes de projetos envolvendo a história da banda.

Procurado pela reportagem, o guitarrista Dado Villa-Lobos não respondeu aos pedidos de entrevista.

A empresa Legião Urbana Produções Artísticas foi criada em 1987 para proteger os direitos autorais dos membros do grupo. Como a legislação indica que apenas uma pessoa física ou jurídica pode ter propriedade sobre uma marca, Renato Russo se tornou o sócio majoritário da empresa e os outros, sócios minoritários.

Na época, a banda entrou com pedidos de registro da marca Legião Urbana no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. No entanto, os direitos sobre a marca só foram obtidos depois que Dado e Bonfá já haviam deixado a sociedade, e a a empresa passou aos cuidados da família de Renato Russo.

“Eles podem se apresentar como ex-integrantes, mas não podem usar a marca. Quem foi o fundador da Legião Urbana foi o Renato Russo”, disse Sérgio Nery Maia, advogado da Legião Urbana Produções Artísticas.

“Quando foi constituída a empresa, em 1987, Dado e Bonfá tinham apenas 2%, cada um, do capital. Logo depois, deixaram a empresa. Agora eles se acham no direito de copropriedade 27 anos depois? Nunca houve proibição para que eles se apresentassem e fizessem projetos, mas tem de haver um controle, não pode ficar solto assim”, completou o advogado.

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http://www.direcaoconsultoria.com.br/dado-e-bonfa-nao-podem-usar-marca-legiao-urbana/

As 30 empresas mais antigas do mundo

Sem dúvida nenhuma, o empreendimento familiar representa o tipo de empreendimento mais duradouro que existe. O especialista em empresas familiares, Prof. William O’Hara, em um dos seus livros, fala o seguinte: “Antes das corporações multinacionais, havia a empresa familiar. Antes de Revolução Industrial, havia a empresa familiar. Antes da contribuição da Grécia e do Império Romano, havia a empresa familiar”.

No seu artigo “The World’s Oldest Family Companies” (As Empresas Familiares mais antigas do mundo), publicado na Internet, o mesmo Prof. O’Hara ressalta que as 100 empresas mais antigas que continuaram sendo estritamente familiares venceram pressões de governos, nações, cidades e, seguramente, de outras corporações muito maiores e mais poderosas.

Conheça as 30 empresas familiares mais antigas do planeta:


  • Kongo Gumi – Japão
    Atividade: Construção
    Fundação: 578
    Está na 40ª geração
    Na Internet: www.kongogumi.co.jp
    O príncipe Shotoku trouxe da Coréia membros da família Kongo para o Japão há mais de 1.400 anos para construir o templo budista Shitennoji, que existe até hoje. Por muitos séculos, a Kongo Gumi participou de várias construções famosas, inclusive do castelo de Osaka no século XVI. Até há pouco a família continuava a construir e reformar templos religiosos. Infelizmente a empresa encerrou suas atividades em 2007. Consta aqui apenas como referência porque, ao que tudo indica, é a mais antiga do mundo que chegou até os dias de hoje.


  • 1. Houshi Ryokan – Japão
    Houshi Atividade: Hospedagem
    Fundação: 718
    Está na 46ª geração
    Na Internet: www.ho-shi.co.jp/jiten/Houshi_E/
    De acordo com a lenda, a divindade da Montanha Hakusan falou em sonho com um monge para revelar que havia uma fonte de águas termais curativas numa vila próxima chamada Awazu. A fonte de água quente foi encontrada e o monge pediu que a família Houshi construisse e administrasse um spa neste local. Este hotel tem hoje a capacidade de receber cerca de 450 pessoas.


  • 2. Château de Goulaine – França
    Goulaine Atividade: Vinhedo, Museu e Coleção de Borboletas
    Fundação: 1000
    Na Internet: chateau.goulaine.online.fr
    A famíliar Goulaine administra este estabelecimento há mais de 1.000 anos. O castelo, além do museu, disponibiliza uma coleção de borboletas raras e organiza vários eventos, inclusive casamentos. O vinho pode ser adquirido nos vinhedos do castelo.


  • 3. Fonderia Pontificia Marinelli – Itália
    Marinelli Atividade: Fundição
    Fundação: 1000
    Na Internet: www.campanemarinelli.com
    Esta fundição de sinos foi estabelecida em Agnore, na Itália, no ano 1000. Agnore é uma pequena cidade localizada no alto dos montes Apeninos. Os administradores desta empresa ainda aplicam as mesmas técnicas, que utilizam cera, usadas pelos fundadores da firma (um “sino falso” de cera é recoberto com metal). O badalar dos sinos da Fonderia Pontificia Marinelli é ouvido no mundo todo: Nova Iorque, Beijing, Jerusalém, América do Sul e Coréia. O empreendimento familiar atualmente emprega 20 pessoas. Entre estes funcionários há 5 membros da família Marinelli. Atualmente a empresa é administrada por Pasquale Marinelli. Em 1997 a firma abriu um museu onde é mostrado o trabalho de um irmão de Pasquale, o escultor italiano Ettore Marinelli.


  • 4. Barone Ricasoli – Itália
    Ricasoli Atividade: Vinhos e azeite de oliva
    Fundação: 1141
    Na Internet: http://www.ricasoli.it
    Fundada em Siena, na Itália, em 1141. As primeiras terras foram doadas aos barões Ricasoli pela República de Florença no século XII. Hoje a propriedade tem mais de 14 km quadrados.

  • 5. Barovier & Toso – Itália
    Barovier Atividade: Vidros
    Fundação: 1295
    Está na 20ª geração
    Na Internet: http://www.barovier.com
    Durante séculos a família Barovier produz vidro cristalino, vidro madre-pérola e vermelho corneliano isento de ouro na Ilha de Murano, a 10 minutos de distância de Veneza pelo ferry-boat. Em 1936 os Baroviers fizeram uma fusão com a família Toso, também fabricantes de vidro em Murano.


  • 6. Hotel Pilgrim Haus – Alemanha
    Pilgrims Atividade: Hotelaria
    Fundação: 1304
    Na Internet: http://www.pilgrimhaus.de
    Atualmente o Hotel Pilgrim Haus é dirigido pela família Andernach em Soest, cidade localizada a 180 km ao norte de Frankfurt.

  • 7. Richard de Bas – França
    deBas Atividade: Papel
    Fundação: 1326
    Na Internet: http://www.richarddebas.fr
    Richard de Bas tem uma longa reputação em papéis de alta qualidade. A empresa, localizada em Amvert d’Auvergne, França, já forneceu papel para edições limitadas de Braque e Picasso.


  • 8. Torrini Firenze – Itália
    Orofaro Atividade: Ourivesaria
    Fundação: 1369
    Na Internet: http://www.torrini.com
    Jacopus Turini iniciou o empreendimento, hoje localizado em Florença. O bem mais valioso da família talvez seja o processo secreto e exclusivo de manufatura do “Oro Nativo”, um método de trabalhar o ouro preservando sua cor mais natural.


  • 9. Antinori – Itália
    Antinori Atividade: Vinícola
    Fundação: 1385
    Está na 26ª geração
    Na Internet: http://www.antinori.it
    A família Antinori está no negócio do vinho desde que Giovanni di Piero Antinori se filiou à Associação Florentina de Vinicultores há mais de 600 anos. Marchese (ou Conde) Piero Antinori e suas três filhas supervisionam um sistema internacional de vinícolas na Itália, EUA, Hungria, Malta e Chile que continua sendo reconhecido pelos consumidores e especialistas pela qualidade superior de Chiantis e outras vindimas. A empresa fica num palácio em Florença.


  • 10. Camuffo – Itália
    Atividade: Construção naval
    Fundação: 1438
    Está na 18ª geração
    O empreendimento começou em Khanià, um porto veneziano na ilha de Creta. Foi fundado por um homem conhecido como “Camuffi”, cujo nome real era El Ham Muftiì. A família forneceu embarcações para Mohammed Segundo, República de Veneza, Napoleão, Império Asburg e Real Marinha Italiana. Especialistas chamam as embarcações Camuffo como “Stradivarius dos mares”.


  • 11. Baronnie de Coussergues – França
    Coussergues Atividade: Vinícola Fundação: 1495
    Está na 16ª geração
    Na Internet: www.henokiens.com/index_baronnie_gb.php
    Quando o Rei Charles VIII começou a vender propriedades reais na França para saldar algumas de suas despesas, Pierre Raymond de Sarret adquiriu a propriedade conhecida como Coussergues. Hoje os vinhedos produzem uma grande variedade de vinhos, incluindo chardonnays, sauvignon blancs, viogniers, cabernet francs, merlots e cabernet sauvignons. A família vende 1.5 milhões de garrafas de vinho por ano na França e outros países e já ganhou numerosas medalhas de ouro pelos seus vinhos.


  • 12. Grazia Deruta – Itália
    Grazia Atividade: Cerâmica
    Fundação: 1500
    A empresa produz majolica, um tipo especial de cerâmica que data do século XIII. O atual dirigente, Ubaldo Grazia, expandiu os negócios da empresa entrando no mercado americano e produziu três desenhos exclusivos para Henri Bendel. Grazia também fez trabalhos para outras lojas de departamentos e marcas, como Neiman-Marcus e Tiffany.


  • 13. Fabbrica D’Armi Pietro Beretta S.p.A. – Itália
    Beretta Atividade: Armas de fogo
    Fundação: 1526
    Está na 14ª geração
    Na Internet: http://www.beretta.it
    A qualidade das armas do fundador Bartolomeo Beretta acabou chamando a atenção de Hollywood: suas armas aparecem em vários filmes, inclusive na série James Bond. A reputação de alta qualidade da Beretta fez com que a empresa vencesse a Colt Industries num contrato de US$ 56 milhões para fornecer as forças armadas dos EUA. A Beretta é a arma preferida dos agentes da lei no mundo todo, como os Carabinieri da Itália, a Gendarmerie da França e os Texas Rangers. A empresa também ganhou respeito na sua linha de armas de caça. Ugo Gussalli Beretta é o atual presidente da companhia.


  • 14. William Prym GmbH & Co. – Alemanha
    Prym Atividade: Cobre, latão, armarinho
    Fundação: 1530 Na Internet: www.prym.com
    Situada em Stolberg, Alemanha.


  • 15. John Brooke & Sons – Inglaterra
    Brooke Atividade: Tecelagem
    Fundação: 1541
    Está na 15ª geração
    Na Internet: www.brookesmill.co.uk
    A empresa, fundada por John Brooke, forneceu tecidos para as tropas britânicas (Batalha de Trafalgar, Segunda Guerra Mundial), tropas francesas e militares russos. Hoje é liderada pela 15ª geração, representada por Mark Brooke e seu irmão Massimo Brooke. Na última década, Mark mudou o foco da empresa criando um parque de desenvolvimento de empreendedorismo nas antigas instalações da fábrica.


  • 16. Codorniu – Espanha
    Codorniu Atividade: Vinícola
    Fundação: 1551
    Na Internet: www.codorniu.es
    Jaime Codorniu adquiriu a empresa em 1551 iniciando séculos de propriedade familiar. Em 1976 o rei Juan Carlos I declarou a Codorniu um monumento artístico e histórico nacional. A propriedade é visitada por 200.000 pessoas todos os anos e produz cerca de 60 milhões de garrafas de vinho por ano.


  • 17. Fonjallaz – Suíça
    Atividade: Vinícola
    Fundação: 1552
    Está na 13ª geração
    Pierre Fonjallaz iniciou uma empresa familiar assim que ele “se dedicou a plantar vinho”, como o rótulo de uma garrafa de Fonjallaz nos diz. A empresa, hoje na 13ª geração, é dirigida por Patrick Fonjallaz.


  • 18. DeVergulde Hand – Holanda
    Vergulde Atividade: Fábrica de sabão
    Fundação: 1554
    Na Internet: http://www.verguldehand.nl

  • 19. von Poschinger Manufaktur – Alemanha
    Poschinger Atividade: Vidros
    Fundação: 1568
    Está na 13ª geração
    Na Internet: http://www.poschinger.de
    A empresa von Poschinger começou em 1568 na Alemanha quando Joachim Poschinger adquiriu uma fábrica de vidros perto de Frauenau, próxima da fronteira tcheca. Hoje o empreendimento está dividido em três áreas diferentes – agricultura, atividade florestal e fábricas de vidro. A atividade na área dos vidros ainda continua sendo o foco principal do trabalho da família.


  • 20. Wachsendustrie Fulda Adam Gies – Alemanha
    Atividade: Velas e figuras de cera
    Fundação: 1589
    A empresa ainda é administrada pela família Gies.


  • 21. Berenberg Bank – Alemanha
    Berenberg Atividade: Bancária
    Fundação: 1590
    Na Internet: www.berenberg.de
    O Berenberg Bank é um dos pouquíssimos bancos particulares independentes na Alemanha.

  • 22. R. Durtnell & Sons – Inglaterra
    Durtnell Atividade: Construção
    Fundação: 1591
    Está na 12ª geração
    Na Internet: www.durtnell.co.uk
    O fundador John Durtnell e seu irmão Brian construíram sua primeira casa em 1593. Ela ainda existe e está habitada. A empresa é extremamente versátil: seus projetos incluem a Real Academia Militar, a Chartwell House (a residência de Winston Churchill) e o Palácio de Buckingham.

  • 23. J.P. Epping of Pippsvadr – Alemanha
    Atividade: Secos e Molhados
    Fundação: 1595


  • 24. Eduard Meier – Alemanha
    Atividade: Calçados
    Fundação: 1596
    Está na 13ª geração
    Na Internet: http://www.edmeier.de
    Atualmente a empresa é dirigida por Peter Eduard Meier e sua irmã Brigitte. Sua linha de produtos tem cerca de 4.500 itens.


  • 25. Toraya – Japão
    Toraya Atividade: Confeitaria
    Fundação: antes de 1600
    Está na 17ª geração
    Na Internet: www.toraya-group.co.jp
    Sediada em Tóquio, no Japão.


  • 26. Tissiman & Sons Ltd. – Inglaterra
    Atividade: Alfaiataria e Enxovais
    Fundação: 1601
    Na Internet: www.tissimans.co.uk
    Sediada em Bishop’s Stortford, Inglaterra.


  • 27. Enshu Sado School – Japão
    Enshu Atividade: Escola para a Cerimônia do Chá
    Fundação: 1602
    Está na 13ª geração
    Na Internet: www.enshuryu.com
    Sediada em Tóquio, no Japão.


  • 28. Takenaka – Japão
    Atividade: Construção
    Fundação: 1610
    Na Internet: http://www.takenaka.co.jp
    A Takenaka construiu escritórios para algumas das corporações japonesas mais importantes como o Banco Mitsui Bank e a Nippon Life Insurance. Esta empresa familiar ganhou muitos prêmios para design, técnica e qualidade.


  • 29. Mellerio dits Meller – França
    Mellerio Atividade: Joalheria
    Fundação: 1613
    Está na 15ª geração
    Na Internet: http://www.mellerio.fr
    Os membros da família Mellerio, da Lombardia, Itália, tornaram-se trabalhadores sazonais na França no século XVI como fornecedores de jóias feitas a mão. A família se tornou uma das favoritas reais quando ajudou a evitar uma tentativa de assassinato do rei Luís XIII. Hoje localizada perto da Place Vendôme em Paris, a Mellerio é conhecida pelas jóias finas e como designers e criadores dos troféus do campeonato de tênis French Open.


  • 30. Cartiera Mantovana Corp. – Itália
    Mantovana Atividade: Papel
    Fundação: 1615
    Na Internet: www.cartieramantovana.it
    Sediada em Mantua, na Itália.


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http://www.aesa.com.br/transp-news/114-antigas

IBM apresenta processador neuromórfico que imita o cérebro

Processador que imita o cérebro

Em 2011, a IBM apresentou os seus primeiros processadores que imitam o cérebro.

Dois anos depois, a empresa anunciou que havia descoberto como programar esses processadores cognitivos.

Agora a empresa deu o passo previamente prometido, de conectar seus chips neuromórficos para criar uma arquitetura que pode crescer à vontade, adicionando neurônios conforme a necessidade de processamento.

O resultado é um chip multinúcleo – chamado TrueNorth – com conexões que imitam o cérebro e uma arquitetura capaz de executar tarefas em tempo real consumindo uma quantidade mínima de energia em relação aos processadores tradicionais.

O núcleo básico é composto por 256 linhas de entrada – que representam os axônios – e 256 linhas de saída – os neurônios.

Foram conectados mais de 4.000 desses núcleos, criando um processador digital com 1 milhão de neurônios e mais de 256 milhões de sinapses programáveis – para comparação, em 2011 o chip tinha 1 núcleo, 256 neurônios e 262 mil sinapses.

Com seus 5,4 bilhões de transistores, o que o torna um dos maiores chips já construídos – em termos de transistores, já que ele tem o tamanho de um selo postal -, o TrueNorth consumiu apenas 70 mW para executar 46 bilhões de operações sinápticas por segundo.

Isto é possível porque, ao contrário dos processadores tradicionais (arquitetura von Neumann), que funcionam por inteiro o tempo todo, o processador neuromórfico (arquitetura de rede neural pulsada) é controlado por eventos, o que significa que cada sinapse só funciona quando é necessário.

IBM apresenta processador neuromórfico que imita o cérebro

Uma das placas de teste dos processadores neuromórficos, mostrando no detalhe a visão em infravermelho de um deles para destacar o baixo consumo de energia em relação aos demais chips que compõem a placa. [Imagem: IBM Research]

Reconhecimento de padrões

O processador neuromórfico foi testado executando com sucesso um teste de detecção de imagens, que consistia em identificar objetos como pessoas ou ciclistas contra uma imagem de fundo.

Tal como o cérebro, a rede neural do processador consegue executar tarefas como o reconhecimento de padrões de forma muito mais eficiente do que os processadores convencionais.

No início deste ano, pesquisadores alemães usaram um outro processador neuromórfico para rodar outros tipos de programa.

Segundo a equipe da IBM, os chips TrueNorth podem ser montados para criar sistemas com centenas de milhares de núcleos, centenas de milhões de neurônios e centenas de bilhões de sinapses.

“Embora o hardware de hoje tenha sido fabricado através de um moderno processo CMOS, a arquitetura está pronta para explorar os futuros avanços em memória, integração 3D, lógica e tecnologias de sensores para alcançar um consumo de energia ainda mais baixo, maior densidade de transistores e maior velocidade,” afirma a IBM.

Arquitetura complementar

A equipe anunciou que o próximo objetivo é construir um processador sináptico com 10 bilhões de neurônios e 100 trilhões de sinapses, quando então será possível pensar em aplicações práticas – embora ainda não algo como um cérebro artificial.

Segundo Paul Merolla, coordenador da equipe, o chip básico e a possibilidade de sua interconexão abrem caminho para o projeto de processadores voltados para tarefas nas quais os processadores de computador convencionais não são muito bons – ou seja, ele não prevê uma substituição dos processadores atuais, mas uma complementaridade entre as duas arquiteturas.

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http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ibm-apresenta-processador-neuromorfico-imita-cerebro&id=020150140808

Brasil: sem patentes para apps

Patentear um aplicativo móvel no Brasil não é simples e está gerando grande discussão no meio. A polêmica se dá pois o Instituto Nacional de Propriedade Industrial não reconhece a patente de um software, pois não o considera como uma invenção, e sim, uma obra autoral.

Coreia do Sul e Europa costumam conceder proteções de propriedade intelectual, fazendo com que apps como o Waze, Evernote, Foursquare, Instagram, Rdio já deram sua entrada em diversos pedidos de patentes. A informação é do Mobile Time.

“É um assunto polêmico dentro do próprio INPI. Eles somente registram softwares embutidos em algum hardware, tipo um firmware. Mas o software isolado não é reconhecido como invenção dentro dos critérios de patentes”, explica o advogado Helio Ferreira Moraes, sócio da PK Advogados e especialista no tema.

O registro oficial, concedido pelo INPI, garante uma concessão territorial de exclusividade de comercialização a quem o requisitou.

O código-fonte de um app pode até ser arquivado no INPI, mas não patenteado. Isso significa que apenas cópias literais não poderão ser feitas. Entretanto, se alguém decidir remodelar a ideia e mudar um pouco o código-fonte, o desenvolvedor original ficará de mão atadas.

Isso significa que no Brasil, não se consegue proteger contra a cópia de uma ideia ou de um conceito de um app.

Além da patente, há mais três formas usuais de registro de propriedade intelectual: registro de marcas, registro de software e registro de desenho industrial.
O que se pode fazer aqui é o registro de marcas relativas aos apps criados, como o nome e a logomarca. São os sinais distintivos pelos quais o app será identificado.

Se o app tiver um caráter inovador, o caminho é mesmo buscar proteção no exterior. Moraes recomenda que a patente seja solicitada nos EUA antes mesmo de o app começar a ser divulgado, para que o desenvolvedor não corra o risco de ser copiado.

Conforme a legislação brasileira, é patenteável toda invenção que atenda aos requisitos de novidade, atividade inventiva e aplicação industrial. A proteção serve principalmente para garantir que a invenção se torne um negócio rentável.

Em 2010, o país teve recorde de pedidos de patentes, onde mais de 27 mil novidades foram patenteadas no Brasil.

fonte

http://www.baguete.com.br/noticias/03/04/2014/brasil-sem-patentes-para-apps

Estudo do LinkedIn analisa relação de jovens com marcas

O estudo concluiu que a exposição de marcas e produtos na rede social gera maior confiabilidade em seu público

O LinkedIn, maior rede profissional do mundo na Internet, conduziu entre seus usuários a pesquisa Conectando Consumidores e Marcas, que buscou identificar o que motiva e influencia as ações de compra dos jovens que estão avançando em suas carreiras.

O estudo concluiu que marcas e produtos, quando expostos na rede social – seja por meio de páginas próprias, anúncios ou conteúdo compartilhado por outros usuários – geram maior confiabilidade em seu público, fazendo com que tomadores de decisão busquem no LinkedIn argumentos para adquirirem ou trocarem produtos.

A pesquisa avaliou a opinião de brasileiros com idades entre 18 e 45 anos, com experiência profissional até o nível gerencial. Segundo Ligia Ishida, gerente de Marketing do LinkedIn, este grupo se considera leal a marcas e mostra menor sensibilidade quanto ao preço.

“Ao falarmos em termos diretos, essa parcela de nossos usuários concorda em pagar mais, se este fator se refletir em qualidade”. Ela ainda completa, dizendo que uma em cada três pessoas busca informações referentes à marca ou ao produto dentro de sua própria rede profissional, antes de realizar uma compra.

Nisso, 43% dos usuários pesquisados dizem ter mais interesse quando tais marcas são mencionadas nas atualizações de companheiros de rede.

Outra revelação do estudo mostra que os usuários mais jovens, entre 18 e 24 anos, são os que mais demandam conteúdo, principalmente sobre inovação (63%). Além disso, se destacam pelo interesse por notícias sobre a empresa, representando 56%.

“Esses jovens cresceram em um ambiente mais conectado e entender sobre a organização da qual estão consumindo um produto ou serviço passa a ser natural para eles”, finaliza Ishida.

Mais informações sobre a pesquisa aqui. O infográfico do estudo pode ser conferido abaixo:

fonte

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/estudo-do-linkedin-analisa-relacao-de-jovens-com-marcas

Com o matar uma marca: as encrencas em que o McDonald’s se meteu nos últimos anos

Nesta segunda-feira 21 de julho, o McDonald’s precisou pedir desculpas aos consumidores por comprar carne estragada para os seus sanduíches na China. O escândalo atingiu também a Yum, dona da rede de fast food KFC, o Burger King e o Starbucks. O problema começou quando uma rede de televisão chinesa mostrou trabalhadores de uma fornecedora local das lanchonetes misturando carne fresca com pedaços de carne vencida e que estavam no chão de uma fábrica. Após a denúncia, as empresas disseram que não iriam mais comprar da fornecedora, que depois acabou sendo fechada pela governo de Xangai. Segundo a Reuters, a contaminação chegou até mesmo a produtos do McDonald’s vendidos no Japão. Essa porém, é só mais uma polêmica em que a companhia se envolveu nos últimos anos.

Relembre outras crises enfrentadas pelo McDonald’s nos últimos anos:

Jornadas excessivas de trabalho
No ano passado, a companhia teve de firmar acordo com a Justiça do Trabalho brasileira para adequar seus contratos trabalhistas. Além de desembolsar R$ 7,5 milhões por danos morais coletivos, a empresa teve que assegurar o pagamento de pelo menos um salário mínimo a seus funcionários, pagar horas extras e permitir que eles trouxessem comida de casa (antes, eles eram obrigados a consumir os alimentos que ela vende).

Mais bactérias que no banheiro
Também em 2013, a empresa anunciou que iria acelerar a implementação de um programa de limpeza depois de um problema de higiene ocorrido na Noruega. À época, uma rede de televisão norueguesa constatou, com a ajuda de um instituto de tecnologia local, que as mesas de cinco unidades da rede na capital do país, Oslo, continham mais bactérias do que os banheiros. A higienização das mesas estaria sendo feita com um único pano, o que, em vez de limpar, espalharia os germes.

Conselho contraditório
No fim de 2013, o McDonald’s sofreu uma polêmica contraditória. Em um site voltado aos seus funcionários, a empresa aconselhou que eles evitassem comer fast food – alimento que ela própria vende. Esse tipo de comida, dizia a rede, “na maioria das vezes têm calorias muito altas, gordura, açúcar e sal” e faz mal à saúde. Depois da divulgação do texto na mídia internacional, a companhia retirou o post do ar.

Camisinha usada no restaurante
No início do ano passado, uma mulher de Chicago, nos Estados Unidos, processou a rede de fast food porque seu filho de dois anos teria comido uma camisinha usada dentro de uma lanchonete. A criança teria pegado o preservativo no chão do restaurante. A mãe acusou o McDonald’s de negligência e falta de higiene e pediu uma indenização de 50 mil dólares. À época, a empresa disse que investigaria o caso.

Validade vencida
Em 2012, o McDonald’s precisou se explicar após ser acusado por uma rede de televisão chinesa de vender produtos contaminados e com validade vencida. Segundo a reportagem, a rede de fast food teria vendido asas de frango uma hora e 24 minutos depois de elas terem sido colocadas em uma bandeja aquecida, quando o limite estabelecido pela loja deveria ser de 30 minutos. Funcionários de restaurantes também teriam preparado e vendido carne que caiu no chão. A empresa se defendeu alegando que os incidentes foram eventos isolados.

fonte

http://exame.abril.com.br/negocios/noticias/os-escandalos-em-que-o-mcdonald-s-se-meteu-nos-ultimos-anos

Empresa cria patins elétricos como alternativa de transporte

Simples de operar, patins atingem até 19 km/h e percorrem até 16km com uma recarga (Foto: Action Global)Simples de operar, patins atingem até 19 km/h e percorrem até 16km com uma recarga (Foto: Action Global)

Uma pequena empresa de tecnologia da Califórnia, nos Estados Unidos, criou patins motorizados para servirem de meio de transporte alternativo.

Os RocketSkates – “patins-foguetes”, por assim dizer – se parecem com os patins usados pelo personagem Coiote para perseguir seu inimigo, o Papaléguas, em um famoso desenho animado.

A ideia de desenvolver patins movidos a energia elétrica partiu de Peter Treadway, fundador e diretor técnico da Acton. Ele queria contemplar as necessidades de quem precisa cobrir distâncias que são curtas demais para ir de carro e longas demais para ir a pé.

“No fim dos anos 1950, muita gente previa um futuro com carros voadores, cintos-foguete e patins motorizados”, diz Treadway.

“Bem, já temos um deles. Agora faltam os outros dois”, brinca.

Tecnologia de ponta
A invenção funciona em princípios simples: para acionar o motor, é preciso se inclinar para frente; ao inclinar-se para trás, os freios são ativados.

Os dois patins trocam mensagens para que mantenham a mesma velocidade. O “condutor” pode chegar a até 19 km/h, mas isso varia de acordo com seu peso (que deve ser de no máximo 125kg) e a velocidade do vento.

Os RocketSkates transmitem dados para um aplicativo no celular que mostra quanta carga de bateria resta (Foto: Action Global)Os RocketSkates transmitem dados para um aplicativo no celular que mostra quanta carga de bateria resta (Foto: Action Global)

Os superpatins pesam 3kg cada e são ajustáveis para qualquer tamanho de calçado.

Há três modelos disponíveis, que funcionam a bateria. A carga dura entre 45 e 90 minutos, permitindo trajetos entre 9,6 e 16 quilômetros, de acordo com o modelo.

Os RocketSkates transmitem dados para um aplicativo no celular que mostra quanta carga de bateria resta, a distância percorrida, as rotas sugeridas para se chegar ao destino e a velocidade do momento.

Os preços vão de US$ 499 (R$ 1.130) a US$ 699 (R$ 1.580).

Produção em massa
Treadway criou os patins há sete anos, enquanto trabalhava em sua tese no Art Center College of Design de Pasadena, na California, um dos principais celeiros de talentos para design em transporte.

“Criei entre 50 e 60 protótipos”, diz ele.

O projeto foi colocado no site de financiamento coletivo Kickstarter, onde em menos de 24 horas ultrapassou a meta de arrecadar US$ 50 mil. Ao final, angariou US$ 300 mil.

Treadway espera produzir seus patins em larga escala na China a partir do fim de setembro.

fonte

http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2014/08/empresa-cria-patins-eletricos-como-alternativa-de-transporte.html

A Origem dos Inventos – Cachorro-Quente

Quem criou a primeira sanduíche de pão com uma salsicha no meio é algo impossível de se conseguir determinar. Por isso vamos descobrir quando, como, onde e quem inventou cachorro-quente na sua versão mais moderna.

Em 1904, na cidade americana de St. Louis, o alemão Anton Feuchtwanger vendia salsichas quentes durante uma exposição e para evitar que os seus clientes queimassem as mãos, servia as salsichas e fornecia uma luva para eles usarem. O problema é que muitos dos clientes acabavam por não devolver as luvas, o que lhe começou a dar prejuízo no seu negócio. Pensando numa forma de resolver o problema, lembrou-se de falar com o seu cunhado, que era padeiro, e juntos chegaram à fabricação dos pães compridos à medida das salsichas. Estava assim inventado o “formato” do nosso cachorro-quente.

Já o famoso nome “Hot-Dog”, usado internacionalmente e que deu origem ao termo “cachorro-quente”, em português, teve uma origem curiosa.

Decorria o ano de 1906 e o americano Harry Mozley Stevens vivia das vendas de alimentos que fazia nos estádios de futebol. Em Abril desse ano estava a trabalhar no estádio dos New York Giants mas como o dia estava especialmente frio não conseguia vender os sorvetes e os refrigerantes que tinha disponíveis. A ver o dia a ser fraco nas vendas, teve a ideia de mandar os seus empregados comprar  todas as salsichas e pães que encontrassem. Depois usou tanques portáteis com água quente para manter as salsichas bem quentes e passado uma hora já andavam pelo meio do público a vender pão com salsichas, usando o slogan: “They´re red hot! Get your dachshund sausages while they´re red hot!!” – (“Estão bem quentes! Compre as suas salsichas dachshund enquanto estão bem quentes!!”)

O sucesso nesse dia foi total mas o nome “dachshund sausages” era algo quase impossível de perceber. Eis quando o caricaturista Thomas Aloysius Dorgan, mais conhecido como TAD, viu o pão com salsicha e achou que aquilo merecia um nome mais sonante e até um desenho que o identificasse.

Foi da sua criatividade que nasceu o desenho de um simpático dachshund, (pequeno cão com pernas curtas e corpo comprido, parecido com uma salsicha), a ladrar alegremente no meio de um pão. Olhando para o seu desenho e lembrando-se do slogan usado por Stevens, decidiu baptiza-lo de “Hot-Dog”. O desenho foi um enorme sucesso e assim nasceu o cachorro-quente.

Dachshund, a inspiração do termo Hot Dog

Apenas a título de curiosidade, o termo Hot-Dog foi rapidamente proibido pelas autoridades alimentares da altura, argumentando que as pessoas poderiam achar que a salsicha fosse feita com carne de cachorro. Mas, como é natural, ninguém deu grande atenção à proibição e o termo manteve-se e continua a ser utilizado um pouco por todo o mundo nos nossos dias.

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http://origemdascoisas.com/a-origem-do-cachorro-quente/

A Origem dos Inventos – Donuts

Quem aprecia doces identifica facilmente o donut como um pequeno bolo em forma de rosca, feito de massa frita e com uma cobertura açucarada. O seu nome teve origem no termo inglês “doughnut” que traduzido significa precisamente rosca frita. O historiador Washington Irving empregou pela primeira vez esse termo no seu livro History of New York de 1809.

As teorias quanto à invenção deste tipo de bolo são controversas, dizendo a mais comum que teria nascido na Holanda no século XVI, feito por padeiros holandeses mas nessa altura ainda sem o buraco no meio, e levado para a América do Norte por colonos desse país.

Já a criação do primeiro donut com “buraco” é reclamada por um indivíduo de origem americana, Hanson Gregory, que afirmava ter sido ele o seu inventor em 1847, quando tinha apenas 16 anos de idade. Segundo o próprio, quando fazia uma viagem num navio, tinha feito um buraco no meio dum “dough”, (pequeno bolo feito de massa de cereais, farinha e água), com a ajuda de um frasco de pimenta do navio. Afirmou ter posteriormente ensinado a técnica à sua mãe que começou a fazer os seus “doughs” da mesma forma, os quais rapidamente ganharam grande aceitação pela comunidade. A criação do buraco no donut veio a tornar-se tão popular, nos Estados Unidos, que proporcionou a Gregory a honra de ter uma placa de bronze no lugar da sua casa natal, em Rockport, no estado americano do Maine.

O capitão Hanson Gregory

Em 1946, William Rosenberg produzia e vendia donuts de forma ambulante através da sua empresa Industrial Luncheon Services. O seu negócio consistia em fornecer esses bolos e café aos trabalhadores das fábricas ao redor da cidade de Boston.

O seu sucesso foi tal que que provocou uma alteração nos horários do lanche das empresas da região, que se ajustavam à hora da sua passagem. A fim de tornar o seu modo de consumo mais prático e rápido, lembrou-se de fornecer os donuts já cobertos de açúcar acompanhados por café simples, sem açucar. Perspicaz, Rosenberg, passou a servir o café em chávenas largas, nascendo assim o hábito de molhar o bolo no café antes de ser comido.

A satisfação dos clientes era tal que o convenceram a abrir uma loja. Como a procura era incessante começou aí a criação duma grande rede de lojas, primeiro com o nome de Open Kettle, em 1948, e mais tarde rebaptizada como Dunkin Donuts, em 1950.

Desde essa data até hoje, o pequeno bolo do “buraco” tem continuado a ser dos mais apreciados em todo o mundo.

Curiosidades:

– Hoje em dia já existem 52 variedades de donuts que vão desde o donut com recheio de baunilha e cobertura de chocolate até aos donuts com recheio de geleia.

– Nas Ilhas Baleares existem donuts diferentes para as também diferentes festas do ano, (Virgens, Todos os Santos, Emprestado, etc.), pelo que os seus ingredientes variam, podendo conter: batata ou batata-doce, Queijo Mahon, figos secos, abóbora, etc.

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http://origemdascoisas.com/a-origem-do-donut/

Cientista inventou um sorvete que muda de cor

Manuel Linares é um físico, engenheiro eletrônico e também mestre do sorvete e inventou um sorvete que muda de cor. A fórmula — chamada Xamaleón — é um segredo que está sendo patenteado, mas o inventor afirma que ela é feita com ingredientes totalmente naturais.

As pessoas que experimentaram dizem o sorvete camaleão tem o gosto de uma mistura de frutas. Linares, que criou o sorvete como tese de mestrado, diz que o segredo da mudança de cor está na química: “Qualquer comida pode mudar de cor dependendo da temperatura e da oxidação”.

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O sorvete é azul clarinho antes de ser servido. Depois, é adicionado um spray chamado “elixir do amor” (olha as ideia) que faz com que ele fique mais escuro; em seguida, ele fica roxo. Aí, enquanto você vai lambendo, ele vai mudando de cor, como você pode ver no gif.

Manuel agora está trabalhando em outros dois sorvetes estranhos que reagem à luz ultravioleta. Um deles muda do branco até o rosa-choque.

 

fonte

http://gizmodo.uol.com.br/cientista-inventou-um-sorvete-que-muda-de-cor/