A Origem dos Inventos – Código de Barras

Os alicerces da codificação automática, sobre a qual iria nascer o código de barras, começaram a ser criados nos Estados Unidos, cerca do ano de 1948, por dois estudantes americanos, finalistas do Drexel Institute of Technology, Joseph Woodland e Bernard Silver.

Nesse ano, Bernard Silver ouviu uma conversa nos corredores do Instituto onde um presidente de uma cadeia de supermercados tentava convencer um dos sues colegas finalistas a pesquisar um método de captura de informação de um produto à saída de caixa.

O estudante abordado declinou o pedido do tal presidente mas Bernard ficou com aquela conversa na cabeça e quando se encontrou com o seu amigo Joseph Woodland comentou com ele o que tinha ouvido. Joseph, que na altura já era professor no Drextel Institute, ficou fascinado com o desafio e como primeira ideia pensou em utilizar padrões com uma tinta especial que brilhava quando iluminada por luz ultravioleta. Os dois amigos criaram um dispositivo para testar a ideia que, surpreendentemente, funcionava apesar de existirem dois problemas: a instabilidade da tinta e o custo elevado das impressões.

Apesar disso Woodland ficou com a certeza que o caminho era por ali e decidiu refinar a abordagem, retirando-se para o apartamento de seu avô, na Florida, na busca de soluções. Após vários meses de trabalho tinha criado o código de barras linear através da combinação de duas tecnologias existentes: o código Morse a as bandas sonoras dos filmes.

Voltando ao Drexter Institute, Woodland começou a preparar a submissão de uma patente enquanto o seu amigo Silver investigava qual a forma final que o código deveria ter. Em 1949, mais precisamente a 20 de Outubro, os dois amigos entregaram o pedido de patente.

Dois anos depois Woodland foi trabalhar para a IBM na esperança de que a sua criação tivesse reconhecimento. Enquanto aguardava pela patente desenvolveu um sistema de leitura do código de barras bastante rudimentar, usando uma lâmpada incandescente de 500 watts como fonte de luz e um tubo foto-multiplicador de cinema ligado a um osciloscópio, como leitor. O calor da lâmpada era enorme e a luz quase cegava se olhada directamente, mas era necessário mostrar o potencial da invenção, o que seria impossível sem um sistema de leitura.

Em 1952 os amigos receberam a concessão da patente e no final dos anos 50 Woodland conseguiu que a IBM apreciasse a sua criação mas foi-lhe dito que a tecnologia necessária para a fazer funcionar em larga escala estava ainda a alguns anos no futuro.

Woodland e Silver ficaram desolados, ainda mais porque a patente que lhes tinha sido concedida tinha a validade de apenas 17 anos, pelo que mais de metade desse tempo já havia passado.

A IBM tentou várias vezes comprar-lhes a patente mas a um preço que ambos achavam muito abaixo do seu valor. Foi a Philco que, em 1962, lhes ofereceu o valor justo e Woodland e Silver aceitaram vender a sua criação àquela empresa. Em 1971 a Philco vendeu-a à RCA.

Na década de 70, com a tecnologia a desenvolver-se e a chegar a preços mais acessíveis, como o laser e os computadores, alcançou-se a maturidade da invenção de Woodland e Silver.

Foi por esta altura que se criaram as principais regras de utilização e desenvolvimento dos códigos de barras, acabando por se tornar o standard a seguir por todos. As principais normas eram:

– A legibilidade dos códigos de barras tinha de ser clara e possível a partir de qualquer ângulo de visão e a várias distâncias;

– Os equipamentos tinham de ter preços acessíveis, de maneira a que se pagassem a si próprios no período máximo de dois anos e meio;

– As etiquetas tinham de ter um preço baixo, muita fiabilidade e serem fáceis de imprimir, considerando que iriam ser impressa milhões delas;

Estas regras acabariam por ajudar a definir o standard mas como tudo leva o seu tempo só a 03 de Abril de 1973 é que os principais retalhistas dos Estados Unidos escolheram e definiram um standard único, o qual ainda hoje é conhecido como o Código de Barras GS1.

Eis quando finalmente, às 08h01 da manhã do dia 26 de Junho de 1974, no estado de Ohio, Estados Unidos, quando um cliente americano entrou num supermercado da cadeia Marsh’s e pegou num pacote de pastilhas elásticas Wrigley’s Juicy Fruit Gum, dirigindo-se de seguida à caixa para o pagar. A funcionária passou a caixa de chicletes por um scanner e este leu o código de barras GS1 do produto, dando imediatamente a indicação do preço e características do mesmo.

Ficou assim registada a data em que foi comprado o primeiro produto com código de barras no mundo.

As famosas barras pretas verticais e os dígitos que contém informações sobre os produtos que compramos facilitam-nos a vida há décadas, mas a forma como funcionam é-nos bastante desconhecida. Vamos então tentar dar uma breve explicação.

Legenda de um código de barras

Já no que diz respeito às barras, a largura das riscas e o espaço entre elas são únicos para cada produto, tornando-se equivalente a uma impressão digital.

A leitura (descodificação) de um código de barras é efectuada com recurso a um scanner de laser, o qual emite uma luz vermelha que percorre a totalidade das barras.

Nas zonas em que a barra é escura a luz é absorvida e onde a barra for clara (que são os espaços entre as barras escuras) a luz é reflectida novamente para o scanner.

Desta forma o equipamento consegue reconhecer os dados que ali estão representados, enviando-os para um computador central que os converte em letras e/ou números interpretáveis pelos humanos.

 

Curiosidades:

– Em Portugal a primeira implementação com sucesso dos códigos de barras ocorreu em Novembro de 1985 no primeiro hipermercado Continente que abriu no país (em Matosinhos), desempenhando desde o início um papel preponderante na gestão de stocks e distribuição de produtos.

– No Brasil a utilização do código de barras iniciou-se em Novembro de 1984, um ano antes de Portugal.

– Segundo estatísticas de 2012, nesse ano foram processadas, por cada dia, mais de 8 biliões de leituras de códigos de barras nos hipermercados e supermercados.

– Tanto Woodland como Silver nunca ficaram ricos com aquilo que haviam criado, tendo apenas sido atribuída a Woodland, em 1992 pelo presidente Bush, a Medalha Nacional de Tecnologia.

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http://origemdascoisas.com/a-origem-do-codigo-de-barras/

Simples melhorias que deixaram produtos comuns muito mais eficientes

Algumas invenções realizam a função a qual se propõem com tanta maestria que fica praticamente impossível imaginar uma possível melhoria para elas. Mas houve quem aceitasse o desafio e que acabou se saindo muito bem, tornando produtos consagrados ainda mais eficientes.

1 – Óculos de aviador dobrável

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Ter óculos de aviador, os famosos Ray-Ban, é sinônimo de estilo e de status. Mas você sabia que existe uma linha desses óculos totalmente dobrável? É, literalmente você pode dobrar ao meio o seu Ray-Ban, facilitando o transporte e evitando deformações na armação.

2 – Rolha de garrafa rosqueável

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Tomar um bom vinho é algo bastante agradável e é hábito cultuado em muitas famílias. Mas, sem dúvidas, abrir a garrafa com o tradicional saca-rolha não é lá a parte mais prazerosa; ou pior, quando se quer tomar a bebida, mas não há um mísero saca-rolha por perto (ó, deus!).

Por essas e outras que a rolha rosqueável é uma daquelas pequenas melhorias que fazem você se perguntar como não tinham pensado nisso antes.

3 – Marcador de texto de ponta transparente

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Uma coisa aparentemente simples, mas que é uma mão na roda. Quantas vezes nos pegamos marcando textos na faculdade, na escola ou trabalho, e quando percebemos a marcação está toda torta! Parecemos crianças sem coordenação motora alguma!

Isso ocorre, principalmente, porque não conseguimos ver por “onde estamos indo” com o marcador. Com esse simples melhoramento, não passaremos mais por essa vergonha.

4 – Concha que pega sorvete com mais facilidade

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Ta aí um belo exemplo de como mínimas mudanças fazem toda a diferença. Pegar sorvete com a concha pode não ser tão simples se o sorvete estiver muito gelado e firme. Esse novo utensílio promete minimizar o esforço nesses casos, pois possui serras nas bordas de sua parte superior, facilitando a penetração do metal.

5 – Um balde como deveria ter sido desde o começo

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Não precisa nem falar nada. Basta você dar uma olhada nesse balde pra saber que essa é a coisa certa a se fazer!

6 – Ziper de jaqueta com imã

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Reprodução/Gizmodo

Quem já usou jaqueta pelo menos uma vez na vida deve ter se atrapalhado na hora de encaixar aquele zíper. Nada que um imã não possa solucionar.

7 – USB Infinito

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Falando de invenções do mundo moderno, o cabo USB é nosso amigo de todos os dias, mas nem sempre temos portas o suficiente no computador ou notebooks para conectar tudo o que precisamos. Esse cabo simplesmente não ocupa o espaço utilizado, pois ele permite que se acoplem outros dispositivos a ele.

8 – Post-it reutilizável

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Um dos meus favoritos dessa lista. A questão é simples: o post-it possui frente e verso riscáveis, mas quase ninguém utiliza a parte de trás porque é a parte em que fica o adesivo. Essa reproposta para as notas adesivas, muda a forma de aderência; em vez de uma faixa adesiva, o bloco inteiro adere às superfícies por energia estática, permitindo a plena utilização do papel. Inteligente, não?

9 – Caneta Bic para telas de toque

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A fabricante das famosas e populares canetas esferográficas resolveu torná-las mais amigáveis à nossa realidade digital. As Bic Cristal Stylus possuem, de um lado, a usual esferográfica e de outro, uma ponteira para ser utilizada em tablets e smartphones.

Qual a sua melhoria preferida? Alguma ideia do que deveria ser inovado daqui pra frente? Deixe a sua opinião nos comentários.

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10 patentes estranhas registradas pela Google

A questão das patentes sempre deu e provavelmente continuará a dar muito pano para manga. E não, não estamos falando deste tipo de polêmica (nem deste tipo de patente). Grandes entraves já foram disputados por causa dos direitos sobre determinadas criações e, apesar das tentativas para acabar com essa guerra, dificilmente deixaremos de ouvir sobre o assunto de forma definitiva.

Eric Schmidt, presidente e ex-CEO da Google, uma vez disse que a questão das patentes o chateava muito e que elas são ruins para a inovação. As pequenas empresas, segundo ele, são as mais prejudicadas, pois encontram diversas barreiras para lançar seus produtos, além de eliminar a possibilidade de escolhas.

Apesar da opinião de Schmidt, a Gigante das Buscas também utiliza de forma extensiva esse mecanismo para proteger suas ideias e criações. O Android e a tecnologia do motor de busca da Google são os principais produtos da empresa que estão sob a proteção de patentes.

Contudo, a companhia não tenta blindar apenas suas obras de maior destaque. Seguindo o mesmo estilo do artigo sobre as 15 patentes mais aleatórias e sinistras já registradas, confira as 10 criações estranhas que a empresa quis proteger nos últimos anos.

1. Atualização em redes sociais utilizando quadrinhos

É bastante comum as pessoas compartilharem nas redes sociais os seus pensamentos, sentimentos e emoções. Agora, imagine fazer isso com uma mensagem acompanhada de uma tira em quadrinhos que ilustra perfeitamente o que você esta sentido. É exatamente essa a ideia que a Google teve quando registrou essa patente.

O “self-creation of comic stripis in social networks and other comunications”, que pode ser traduzido para algo como “criação automática de tiras em quadrinhos em redes sociais e outros meios de comunicação”, tem o objetivo de sugerir uma imagem dos quadrinhos que reflete o que a pessoa quer compartilhar.

Provavelmente essa ideia funcionaria como hoje utilizamos os memes que muitas vezes refletem um sentimento ou pensamento que tivemos.

2. Servidores alimentados por ondas do mar

Considerando o altíssimo consumo de energia que a Google deve ter para alimentar suas centenas de milhares de servidores, a companhia imaginou uma construção que geraria eletricidade a partir das ondas do mar. A intenção, obviamente, seria reduzir os gastos com energia e, quem sabe, utilizar a água para o resfriamento do maquinário. A ideia era novidade na época, apesar de hoje já existirem projetos com esse propósito.

3. Teclado virtual na palma da mão

Se no futuro vamos abandonar totalmente o teclado para escrever mensagens e utilizar os comandos de voz, ainda é uma dúvida que não sabemos responder. Mas foi pensando na dificuldade de “escrever” mensagens em ambientes com muita poluição sonora é que a Google patenteou ideia de um teclado que seria projetado na palma da mão do usuário.

4. Tatuagem eletrônica com opcional de detector de mentiras

Já imaginou ter uma tatuagem impressa em sua garganta que funcionasse como um microfone conectado ao seu celular? É mais ou menos essa a ideia da empresa para o “Coupling an Electronic Skin Tattoo to a Mobile Communication Device” (Acoplamento de uma tatuagem eletrônica para um dispositivo de comunicação móvel).

A Google ainda alega que este método melhoraria a transmissão do som para o microfone uma vez que não sofreria muita interferência do ambiente. Além disso, o componente poderia vir com alguns medidores que indicariam se a pessoa está mentindo, detectando contrações musculares involuntárias ou substâncias expelidas pela pele.

5. Câmera na ponta de uma vara

Muitos de nós já vimos o carro da Google utilizado para capturar as imagens que vão para o Google Street View. Agora, imagine essa mesma capacidade transferida para uma vara que possa ser carregada por qualquer pessoa. A ideia patenteada é colocar na ponta de um objeto longo, como um bastão, várias câmeras que registrariam o ambiente à sua volta. Algo como na imagem a seguir, mas talvez um pouco mais discreto.

6. Propaganda direcionada pelo ambiente

Empresas que dependem de acessos às suas páginas na internet para gerar lucros muitas vezes contam com propagandas para rentabilizar o negócio. E a preocupação delas, na maioria dos casos, é direcionar o conteúdo certo e que chamará mais atenção de um possível comprador.

Pensando nisso, a Google patenteou a ideia de adicionar sensores aos dispositivos móveis que seriam capazes de detectar variáveis do ambiente e, a partir delas, enviar anúncios mais específicos de acordo com a condição na qual se encontra a pessoa. O celular, por exemplo, identificaria a temperatura ambiente e das mãos do usuário e constataria que está um pouco frio. Assim, anúncios de luvas ou aquecedores poderiam chamar mais atenção do que ventiladores ou picolés.

7. Medidor de interesse em propagandas

A ideia do “gaze tracking system”, ou sistema de rastreamento de olhares, é medir o interesse das pessoas pelas propagandas que elas veem. O método utilizaria variáveis como o tempo que o indivíduo passou observando a peça de marketing e a dilatação da pupila, que indicaria o quanto ela se impressionou com o que viu.

8. Dividindo os gastos do bar

Já se deparou com a seguinte situação: você e seus amigos estão no bar e chegou a hora de pagar a conta. A garçonete traz a cobrança e, infelizmente, diz que não tem como dividi-la entre todo mundo. Alguém muito solícito se prontifica a pagar toda a conta, na esperança de que todos, um dia, quitem a dívida ali firmada.

Porém, acontece que alguns acabam “esquecendo” e jamais deixam de ser devedores nestes casos. A ideia da Google seria um programa (mais precisamente um aplicativo para smartphone) que não só indicaria o valor que cada um da mesa precisa pagar, como transferiria o valor para a conta online de quem arcou com todas as despesas.

9. Postagens automáticas em redes sociais

Todos querem parecer o mais bacana possível quando respondendo alguém em redes sociais. Porém, nem sempre conseguimos formular a mensagem mais impressionante, engraçada ou mesmo adequada para determinada situação.

Foi pensando nisso que a companhia teve a ideia de patentear um sistema que sugeriria mensagens criadas considerando o relacionamento com essa pessoa e o histórico dela. Assim, o sistema indicaria uma sugestão e você aprovaria (ou não) caso gostasse.

10. Coração com as mãos

Aquele famoso gesto de fazer um coração com as mãos também já foi alvo das patentes da Google. No entanto, em vez de simbolizar afeição, a empresa queria utilizar o gesto para capturas de imagem utilizando o Google Glass.

Fazendo o “coração” em frente à câmera dos óculos e “enquadrando” determinada imagem, o dispositivo capturaria a cena e poderia automaticamente compartilhá-la nas redes sociais.

Apesar de algumas patentes serem bastante inusitadas, temos aqui boas ideias que talvez dessem bastante certo se virassem realidade. Resta-nos esperar para ver se alguma delas vai sair do papel e passar a fazer parte de nossas vidas. Quem sabe um dia você não precisará mais cobrar os seus amigos por aquela conta não paga no bar.

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http://www.tecmundo.com.br/patente/58884-10-patentes-estranhas-registradas-google.htm

Parece inacreditável, mas novo carro movido a ar pode começar a circular em agosto

Novo modelo da indiana Tata Motors: carro movido a ar

 

A Tata Motors, líder no mercado automobilístico indiano e gigante industrial que se encontra em constante expansão global, promete lançar já agora em agosto um modelo de carro que deve repercutir ainda mais que o Nano, que pôs à venda em 2009 com a alcunha de “O Carro do Povo” – por seu valor baixíssimo (o equivalente a  4,240 reais).
Batizada Mini CAT, a nova aposta do ousado fabricante asiático – que em 2008 adquiriu nada menos que a duas marcas extraordinárias e tradicionais, como Jaguar e a Land Rover, junto à Ford – é constituída por um chassi tubular e corpo de fibra de vidro, ao qual se agrega um revolucionário motor que dispensa gasolina, diesel, gás ou eletricidade. Funciona apenas com a ajuda do mais disponível dos propelentes: o ar.
A tecnologia, desenvolvida pelo inventor e ex-engenheiro de Fórmula 1 francês Guy Nègre e a empresa MDI, de Luxemburgo, emprega ar comprimido para empurrar os pistões do motor do carrinho. Todas as funções elétricas do automóvel são controladas por um microprocessador, enquanto um pequeno transmissor de rádio envia instruções a todos os outros (poucos) dispositivos.

 

A tecnologia do motor a ar comprimido foi criada pelo inventor e ex-engenheiro de Fórmula 1 francês Guy Nègre e pela empresa MDI, de Luxemburgo

 

No Mini Cat, tudo se (re)aproveita: com temperatura rondando os 15 graus abaixo de zero, o ar limpo expelido pelo tubo de escape é reutilizado pelo sistema interno de ar condicionado, o que evita o consumo de gases ou a perda de energia.
Não são necessárias chaves, apenas um cartão de acesso “lido” pelo veículo mesmo que esteja, por exemplo, dentro de uma bolsa. Segundo os engenheiros responsáveis, circular em um Mini Cat custa menos de 50 rúpias (a moeda indiana) por 100 quilômetros rodados, ou seja, cerca de um décimo do custo de um carro movido a gás natural, aproximadamente 1 dólar para cada 100 quilômetros. O carro desempenha uma velocidade máxima de 105 quilômetros por hora e rende algo como 300 km percorridos a cada reabastecimento.
Para recarregá-lo, basta ir a um dos postos de combustível que estejam munidos de compressores de ar especiais. O processo todo dura entre dois e três minutos, a um custo de cerca de 100 rúpias (3,60 reais). É possível também reabastecer em casa ou dispor de compressor elétrico a bordo. Neste caso, a carga demora de 3 a 4 horas para ser completa.

 

O Mini CAT: chassis tubular com fibra de vidro

 

Por não efetuar combustão, o motor do Mini CAT consome, por meio de suas peças móveis, 1 litro de óleo vegetal a cada 50.000 km. Devido à sua estrutura simples, requer pouca manutenção.
A aposta ousada da Tata, que desafia muitos críticos sérios e céticos, pretende colocar nas ruas uma verdadeira revolução — um automóvel extraordinariamente econômico, ”limpo” e, para os padrões internacionais, baratíssimo: seu preço na Índia será perto de 360 mil rúpias  (pouco mais de 13 mil reais no Brasil).
Bem, agosto está aí. Esperemos para ver. Se tudo se confirmar, estará sendo virada uma página na história do automóvel — nada menos do que isso.

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http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/fotos-parece-inacreditavel-mas-novo-carro-movido-a-ar-comprimido-pode-comecar-a-circular-em-agosto/

A Origem das Marcas – Dona Benta

A farinha de trigo DONA BENTA faz parte da vida de milhões de brasileiras. Uma marca passada de geração para geração, que remete ao gostinho caseiro e ao amor de mãe. Uma das marcas mais queridas das donas de casa cultiva e fomenta receitas de carinho entre as brasileiras há mais de três décadas, se tornando sinônimo de comida com gostinho caseiro.

A história
A história da marca começou a ser construída na década de 60 quando a J. Macêdo, empresa fundada na cidade de Fortaleza no ano de 1939 por José Dias Macêdo, expandiu sua área de atuação com a aquisição de quatro moinhos – Moinho Atlântico (Niterói), Moinho Nordeste (Maceió), Moinho Salvador (Salvador), Moinho Fama (Santos) – e seis marcas de farinha de trigo (Fortaleza, Flor do Atlântico, Baisa, Jangada, Famosa, Nena e Fama). Em 1979, a empresa optou por substituir todas essas marcas regionais por uma única que tivesse força nacional e lançou no mercado brasileiro a farinha de trigo DONA BENTA. A nova marca trazia ainda toda uma cultura popular brasileira narrada nas obras de Monteiro Lobato e combinada com as deliciosas receitas impressas no já célebre livro “Dona Benta Comer Bem”. Era uma combinação perfeita para alavancar a nova marca e fortalecer sua identificação com as donas de casa de todo o Brasil.


Rapidamente a marca DONA BENTA captou as necessidades de suas consumidoras e nos anos seguintes construiu uma história de inovação com o constante lançamento de produtos diferenciados. Foi a primeira a comercializar em 1990 a farinha de trigo em embalagem plástica, de forma que as consumidoras pudessem enxergar a pureza do produto ainda no ponto de venda; criou em 1991 o Serviço de Atendimento ao Consumidor, um canal onde as consumidoras poderiam dar sugestões, reclamar e tirar dúvidas; e desenvolveu, em 1993, a primeira farinha com fermento do mercado, para facilitar a preparação das receitas, uma demanda das consumidoras por praticidade em função da correria da vida moderna.


Até o final da década de 90, a marca DONA BENTA tinha como principal item de seu portfólio a farinha de trigo. Como a farinha é um produto “comoditizado”, dificilmente conseguiria agregar algum valor pela marca. Foi justamente com esse cenário, que a marca DONA BENTA decidiu estender a sua marca para outros produtos, mas seguindo o posicionamento “O Mundo dos Quitutes do Forno”. Em 1998, deixou de ser somente a farinha de trigo DONA BENTA e passou sua identidade de marca para outros produtos correlacionados no uso das consumidoras com o lançamento de mistura para bolos (bastava acrescentar água e fermento biológico seco e levar ao forno), massas (ovos e sêmola), fermento (biológico e químico em pó) e bolinho de chuva. Com o lançamento de sua linha de misturas para bolos, revolucionou o segmento ao utilizar embalagens plásticas que permaneciam em pé nas prateleiras (stand up pouch), mais econômicas e de mais fácil manuseio para as consumidoras; bem como ao desenvolver uma mistura com a clássica receita de bolinhos de chuva, resgatada dos cadernos de receitas das cozinheiras brasileiras.


Outra novidade pioneira no mercado foi o lançamento, em 2006, da Farinha de Trigo Dona Benta Reserva Especial, extraída do miolo do trigo com uma técnica diferenciada, que a deixa com apenas 0,45% de cinzas (as cinzas são resíduos da farinha, como cascas e partes não-aproveitadas do trigo), para atender aos mais exigentes padrões culinários, garantindo assim maior e melhor qualidade às produções gastronômicas como bolos, tortas, biscoitos e pães. Apesar da marca DONA BENTA ser um dos melhores exemplos nacionais de extensão de marca, ainda assim, não passou incólume pelos fracassos ao lançar, em 2006, uma gelatina diet.


Trinta anos após seu lançamento, DONA BENTA deu origem a uma nova marca: Dona Benta Sítio do Picapau Amarelo, uma linha de 16 novos produtos que trazem na fórmula o exclusivo NutriMais®, uma fonte de micronutrientes (Ferro, vitaminas A, C e D, além das vitaminas do complexo B) que auxiliam no desenvolvimento das crianças, carregando ainda os carismáticos personagens Emília, Narizinho, Pedrinho e Visconde de Sabugosa. Com essa nova marca, DONA BENTA estreou no segmento de alimentos infantis e em categorias como gelatinas e sobremesas (pudins e Maria-Mole), que combinam perfeitamente com os demais itens de seu portfólio na elaboração de deliciosos lanches e doces. As novidades da marca não pararam por aí.


Ainda em 2008, ocorreram os lançamentos das novas misturas para Pão Caseiro e Pão Integral, se tornando a primeira marca da categoria a utilizar trigo 100% integral na sua composição, uma excelente fonte de fibras para o dia à dia; da mistura de Bolo Salgado de Queijo, a primeira mistura para bolo salgado do Brasil; e a mistura para Pão de Queijo. Além disso, a linha de misturas para bolos também trouxe uma versão do produto à base de cereal integral, com trigo 100% integral, aveia, cravo e canela. Em 2009 lançou uma linha de macarrão instantâneo nos deliciosos sabores galinha caipira, carne, galinha, quatro queijos e legumes, com 0% de gordura trans. A mais recente novidade da marca em sua linha de produtos foi o lançameno das primeiras farinhas de trigo do Brasil embaladas a vácuo por um processo automatizado. A embalagem a vácuo traz benefícios para os varejistas e para as consumidoras no armazenamento do produto e garante a preservação, por mais tempo, da qualidade da farinha de trigo. A empresa levou para as novas embalagens a Farinha de Trigo Reserva Especial e a Farinha de Trigo Integral.


Aprendendo na cozinha
A cumplicidade existente entre a marca e suas consumidoras transcende a venda de seus produtos. Para nutrir as relações de amor e carinho da família, em 1989, a marca criou a Cozinha Dona Benta, que levava o gostinho da comida caseira para as mesas dos brasileiros. Considerada referência nacional em cursos de culinária para consumidores finais, a Cozinha Dona Benta oferece treinamentos em pontos de venda, divulgação de receitas e elaboração de receituários. É uma poderosa ferramenta de relacionamento tratada com muito carinho pela equipe de culinaristas da empresa e que ostenta números bem expressivos, com a realização de aproximadamente mil cursos por ano para um público estimado em 200 mil consumidoras.


Dados corporativos
● Origem: Brasil
● Lançamento: 1979
● Criador: J. Macêdo
● Sede mundial: Fortaleza, Brasil
● Proprietário da marca: J. Macêdo S/A
● Capital aberto: Não
● Presidente: Amarílio Macêdo
● Faturamento: R$ 400 milhões (estimado)
● Lucro: Não divulgado
● Presença global: Não (presente somente no Brasil)
● Funcionários: 3.900 (J. Macêdo)
● Segmento: Alimentos
● Principais produtos: Farinha de trigo, fermento, mistura para bolos e massas
● Ícones: Os livros de receita
● Slogan: Receita de carinho.
● Website: www.donabenta.com.br


A marca no Brasil
Hoje em dia a marca DONA BENTA, comercializada em todo o território nacional através de 125 mil pontos de venda, atua em cinco segmentos diferentes de mercado (farinhas de trigo domésticas, misturas para bolo, bolinhos de chuva, massas secas e fermentos) possuindo um completo mix composto por mais de 40 produtos.

Você sabia?
● A marca DONA BENTA é líder no mercado brasileiro em vendas nas categorias de farinha de trigo e misturas para bolos.

fonte

http://mundodasmarcas.blogspot.com.br/2010/06/dona-benta.html

Ecologia: frescura ou necessidade? As 50 marcas mais verdes do mundo em 2014

A preocupação das empresas com a sustentabilidade aumenta a cada ano, estimulada, em parte, por uma crescente demanda social e, em parte, por exigências de mercado. Todos estão de olho.
Divulgado no último mês de junho, o levantamento “Best Global Green Brands” da consultoria Interbrand, referência mundial em gestão de marca, aponta as companhias líderes não só na implementação de práticas sustentáveis mas também na capacidade de comunicar eficazmente seus esforços para os consumidores.
O estudo combina a percepção pública dos consumidores com a performance ambiental demonstrada a partir de informações e dados disponíveis para o mercado.
Boa partes das líderes é de marcas de carro. De acordo com a Interbrand, coletivamente, a indústria automotiva vem apresentando inovações e compromisso com a fabricação de veículos cada vez mais sustentáveis, esforços que estão sendo reconhecidos pelos consumidores, a começar pela campeã — a Ford.
Nos últimos anos, em busca de alternativas ao plástico e outros derivados do petróleo, a fabricante americana vem investindo no desenvolvimento de materiais “verdes” inusitados para a produção de peças automotivas.
A lista inclui cana-de-açúcar, milho, fibra de côco e até jeans e notas de papel moeda reciclados.

Avaliação
Todas as marcas que integram o ranking foram medidas em dois conjuntos de critérios: desempenho – as organizações devem mostrar que elas, produzem e distribuem produtos e serviços de maneira ambientalmente responsável; e percepção – as organizações devem trabalhar para criar valor entre o públicos buscando transmitir os benefícios de suas práticas ambientais.
A diferença entre a performance e percepção de cada marca é chamado de “GAP” no ranking da Interbrand. Um gap positivo indica que a performance de sustentabilidade é maior do que a que os consumidores percebem. Um gap negativo indica que os consumidores percebem a marca de forma mais sustentável do que de fato ela é.
Conheça quem entrou para a lista 50 Best Global Green Brands de 2014.

fonte

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/as-50-marcas-mais-verdes-do-mundo-em-2014