Nomes ousados geram frutos para algumas empresas

Corin e Brian Mullins pensavam ter um bom nome para seu produto, um cereal matinal antialérgico e com alto teor de fibras, até que um cliente telefonou para elogiar a eficácia do produto.
“Holy crap”, exclamou o cliente (a expressão em inglês significa algo como “santo cocô”).
Depois que Corin Mullins desligou, ela e seu marido deram boas risadas. Mullins, uma comissária de bordo aposentada pela Air Canada, voltou rapidamente para fazer o próximo lote do cereal Hapi Food – nome que evoca o deus egípcio da cheia do Nilo – para vender na feira livre perto de sua casa na costa da Columbia Britânica, ao norte de Vancouver.
Mas Brian Mullins, com uma carreira em comunicações e marketing, deixou sua mente divagar maliciosamente. Cheio de sementes de chia e cânhamo, o cereal inventado por ele e sua esposa em 2009 era extremamente rico em fibras. Por que não simplesmente chamá-lo de “Holy Crap”?
De início, Corin foi contra. Mas quando o casal compartilhou a ideia com membros do curso de administração que faziam como empreendedores iniciantes, todos adoraram. Então eles criaram alguns novos rótulos com o ousado nome e planejaram um teste. Em seu primeiro dia na feira livre, Corin havia vendido 10 pacotes de cereal sob a velha marca; duas semanas depois, quando retornou com o novo nome, ela vendeu 100 pacotes. O casal, ambos na casa dos 60 anos, vem desde então trabalhando para suprir a demanda.
Dave Hall, who named his scaffolding business Mammoth Erection, at his company's yard in King City, Ontario, Canada, April 22, 2014. The name began as a joke banner, but Hall credits it with doubling his revenue in the first few years. "We do a lot of work for churches," he said. "Even the priests usually have a nice little chuckle." (Chris Young/The New York Times)
Há pouco tempo, um cereal chamado Holy Crap poderia ser motivo de piada. Ou seria proibido. Poucos esperariam vendas anuais atingindo US$5,5 milhões em quatro anos.
Considere esta lembrança de um empresário tentando criar o nome para sua primeira empresa, uma loja de discos, em 1969: “O nome me atingiu como novo e fresco, e na época a palavra ainda era levemente picante. Assim, pensando que poderia chamar a atenção, resolvemos ir em frente”. Esse é Richard Branson, que batizou sua empresa Virgin. E na época em que as Páginas Amarelas ainda eram um dos livros mais folheados do mundo, empresários astutos colocavam A-1 ou AAA antes do nome de suas empresas, posicionando-as no topo das listagens.
Atualmente, o nível para chamar a atenção está muito mais alto – ou baixo. Hoje você pode bebericar vinhos chamados Sassy Bitch (cadela atrevida) e Fat Bastard (bastardo gordo), morder um cupcake Kickass (chute na bunda) e pedir um sanduíche, num restaurante em Los Angeles, chamado Eggslut (ovo de vagabunda).
Teremos chegado ao ponto em que vale quase tudo? E será que esses nomes provocadores, atrevidos e até mesmo brutos são bons para os negócios?
“Se você está vendendo livros de música da igreja ou seus clientes ficam no Cinturão da Bíblia, isso provavelmente não é uma boa ideia”, afirmou Eli Altman, diretor criativo de uma empresa de branding chamada A Hundred Monkeys e autor de “Don’t Call it That”, um guia para o processo de criação de nome. Porém, acrescentou Altman, “com as visitas a sites durando 7 segundos e taxas de cliques de 2 por cento, acho que é significativamente mais arriscado ter um nome entediante do que um ousado”.
Naama Bloom, de 41 anos, saiu de uma pequena empresa de software para abrir uma empresa em Nova York vendendo absorventes por assinaturas online. Lembrando de um eufemismo comum de sua infância, entre meninas e mulheres, ela batizou sua startup de HelloFlo, em 2013. Ela sabia que o nome era atrevido, disse ela, “mas minha formação é em marketing”.
Enquanto ela planejava seu empreendimento, duas empresas similares surgiram com nomes mais femininos (e também mais vagos): Le Parcel e Juniper. Aquilo deixou Bloom ainda mais contente com sua decisão. “Juniper e Le Parcel são ótimos serviços”, argumentou ela, “mas, logo de cara, você são saberia o que eles são”. Enquanto isso, o nosso nome é ousado e fala para um público específico: mulheres que dizem ‘Minha tia Flo está na cidade'”.
Quando Carey Smith começou a produzir ventiladores industriais, batizou sua empresa de HVLS Fan Co. – HVLS sendo uma sigla em inglês para alto volume, baixa velocidade. Em pouco tempo, começou a receber telefonemas perguntando sobre seus grandes “big ass fans” (expressão em inglês que significa algo como “ventiladores enormes”, mas com a palavra “bunda” no meio). Eventualmente, Smith, hoje com 61 anos, mudou o nome da empresa para Big Ass Fans. A mudança caiu bem junto aos clientes existentes e potenciais, mas não na conservadora cidade natal da empresa, Lexington, no Kentucky.
Por algum tempo, o Conselho Municipal de Lexington pensou em obrigar a empresa a remover o nome da lateral de sua sede. E o correio de Louisville se recusou a entregar um lote de seus cartões promocionais. Aquilo, segundo Smith, gerou “uma grande matéria” no jornal local. Questionado sobre se alguém da empresa havia avisado o jornal, ele respondeu: “Taaaaalvez”, cantando a palavra sugestivamente.
Nos anos seguintes, a Big Ass Fans cresceu acentuadamente e continua capitalizando sobre a controvérsia gerada por seu nome – que Smith caracterizou como um bando de hipócritas zurrando sobre um animal comum em seu estado natal. A mascote da empresa, Fanny, que aparece em sua logomarca e como brinquedo promocional, é um asno de orelhas grandes (em inglês, a palavra “ass” também significa asno), geralmente retratado de costas, olhando na direção de seu rabo.
A empresa, que hoje também fabrica ventiladores residenciais, distribui inúmeros itens promocionais com o logotipo – bonés, camisetas, canecas – que possui um departamento apenas para lidar com esses produtos. “Para cada pessoa que nos vê como o anticristo, há centenas que nos veem como a coisa mais engraçada do mundo”, garantiu Smith.
O fator cômico é um lubrificante comprovado para as vendas.
“Todo mundo gosta de um pouco de brincadeira”, afirmou Kellie Peterson, diretora de estratégia na DNC Holdings, empresa de registro de nomes na web. Peterson contou ter visto muitos nomes picantes enquanto dirigia por Tampa, na Flórida, onde sua empresa tem um escritório – incluindo uma loja chamada Master Bait & Tackle (trocadilho com a palavra em inglês para masturbação). “A potencial desvantagem de um nome obsceno”, argumentou ela, “é que ele acaba em sua URL e endereço de e-mail”.
Os perigos incluem ter um e-mail bloqueado por filtros de spam. Isso aconteceu com a Big Ass Fans há alguns anos, mas muito pouco desde então. O que mudou, segundo Tom Sather, diretor de pesquisa de e-mail na Return Path, empresa especializada em análise de e-mails, é que a maioria dos grandes provedores de e-mail agora usa filtros sofisticados baseados em reputação, e dependem menos de sinalizar palavras ofensivas.
Em 1999, quando David Hall tinha uma construtora com seu nome em Aurora, Ontário, ele decidiu focar em reformas residenciais e deixou para trás sua parte de andaimes. Com um último contrato desse tipo para concluir, ele resolveu deixá-lo divertido para seus funcionários.
O trabalho era um hotel de 10 andares numa das rodovias mais movimentadas da região metropolitana de Toronto. Do topo dos andaimes, Hall pendurou um enorme cartaz que logo se tornaria o nome de sua empresa: Mammoth Erection (literalmente, ereção de mamute). Cabeças se voltaram. Sorrisos surgiram. A imagem de uma criatura peluda foi acrescentada ao logotipo da empresa. E o mais importante, segundo Hall: “As pessoas começaram a ligar e ligar. Nunca mais pegamos outra reforma depois da que estávamos fazendo na época”.
O humor pode ser pueril, mas Hall credita ao nome a duplicação de sua receita nos primeiros anos. “Surpreendentemente, não apareceram muitas pessoas incomodadas com nosso nome”, afirmou ele. “Fazemos muitos trabalhos para igrejas. Nem os padres conseguem reprimir um sorriso”.
Ainda assim, empresas adotando esse caminho podem precisar se adaptar para alguns clientes. Corin e Brian Mullins, por exemplo, embalam seu cereal para captadores de recursos dos escoteiros com o nome original, Hapi Food. E podem decidir pela mesma estratégia quando exportarem ao Oriente Médio. “No mundo muçulmano”, disse Corin, “é preciso ter cuidado com o uso da palavra ‘santo'”.

Hyundai muda promoção para Copa após questionamento da CBF

A Hyundai decidiu mudar a promoção que anunciava 1 ano a mais aos 5 anos de garantia da montadora para os veículos novos adquiridos até o final da Copa do Mundo no caso de o Brasil conquistar o hexa. Agora, a garantia promocional de 6 anos valerá independentemente de qual for o desempenho do Brasil na competição.

Segundo a empresa, a mudança foi decidida após a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) questionar a vinculação da promoção ao desempenho da seleção brasileira.

“Nossa real intenção com a promoção era motivar e engajar os fãs brasileiros com a Copa do Mundo de 2014, condição que permanece inalterada. Entretanto, a CBF questionou a vinculação com o desempenho da Seleção Brasileira. Após analisar o pedido da entidade, a Hyundai optou por desvincular a promoção do resultado do torneio”, explicou a Hyundai, em resposta a questionamento feitos pelo G1.

A Hyundai é uma das patrocinadoras oficiais da Copa e da Fifa. A montadora que patrocina a seleção brasileira, porém, é a Volkswagen.

Procurada pelo G1, a CBF informou por meio da sua assessoria de imprensa que solicitou a retirada da promoção uma vez que a publicidade da Hyundai “atingia os interesses da CBF e as suas propriedades”, mas que se tratou de uma “carta gentil”, sem envolver qualquer questão jurídica.

A promoção foi lançada apenas no Brasil há cerca de um mês e contou com propaganda na TV aberta.

Segundo a empresa, apesar do questionamento feito pela CBF, não houve reação negativa por parte dos clientes. “A resposta do público foi extremamente positiva. Por isso, a mudança preservou a essência original da promoção: a extensão do período de garantia, oferecida para carros adquiridos entre 1º de janeiro e 13 de julho. A diferença agora é que a extensão da garantia de cinco para seis anos não depende do resultado da Copa do Mundo, o que beneficia ainda mais o consumidor”, disse a Hyundai.

A montadora informou que os clientes que já compraram veículos da marca desde 1º de janeiro “também passam a contar, incondicionalmente”, com a extensão da garantia.

fonte

http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2014/03/hyundai-muda-promocao-para-copa-apos-questionamento-da-cbf.html

Coca-Cola deve indenizar CBF por uso indevido de imagem, diz STJ

A Coca-Cola Indústrias Ltda. terá que indenizar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por uso indevido de imagem em campanha publicitária veiculada em 2009, durante as eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.  A decisão, por unanimidade, é da 3ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que manteve decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ).

Segundo informou o STJ em sua página na internet, a campanha da Coca-Cola mostrou os ex-jogadores Bebeto, Biro-Biro e Dario (Dadá Maravilha) “trajando vestimenta bem parecida com o uniforme da seleção brasileira e teria induzido o espectador a associar o sucesso da seleção ao refrigerante”.

O TJRJ entendeu que a empresa lucrou com o uso indevido, por imitação, do uniforme e do distintivo de propriedade da CBF, o que gerou o dever de indenizar. O valor, no entanto, não foi definido.

Em recurso ao STJ, a Coca-Cola alegou que a campanha publicitária utilizou as cores verde e amarelo, representativas da nação brasileira, exatamente porque são de domínio público. No entendimento da empresa, não cabe à CBF invadir a propriedade imaterial de todos os brasileiros.

O STJ entendeu, porém, que a a CBF deixou de ganhar o valor que deveria ter sido pago pelo uso da imagem.

Em nota, a Coca-Cola informou que irá aguardar a publicação da decisão para avaliar as possibilidades de recurso.

Para o relator do recurso no STJ, ministro Villas Bôas Cueva, a campanha publicitária tinha o claro objetivo de “remeter o consumidor da Coca-Cola à imagem da seleção brasileira ou, em outros termos, de usar a imagem cujos direitos são reservados à CBF para vender o produto comercializado”.

No entendimento do ministro, ficou evidenciado que não se trata da apropriação dos símbolos nacionais, mas de sua utilização em um contexto que remete à seleção brasileira, cujos direitos de imagem pertencem à CBF.

O relator afirmou que a jurisprudência consolidada no STJ dispõe que, “em se tratando de direito à imagem, a obrigação da reparação decorre do próprio uso indevido do direito personalíssimo, não havendo de cogitar-se da prova da existência de prejuízo ou dano. O dano é a própria utilização indevida da imagem, não sendo necessária a demonstração do prejuízo material ou moral”.

fonte

http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2013/12/coca-cola-deve-indenizar-cbf-por-uso-indevido-de-imagem-diz-stj.html

CBF notifica 40 empresas por uso indevido de imagem da seleção

Em ano de Copa, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) tem reforçado o cerco não só à pirataria como também ao uso indevido das marcas e símbolos da seleção brasileira. O departamento jurídico da entidade já notificou neste ano mais de 40 empresas por suposto uso indevido de imagem.

A maioria dos casos refere-se a campanhas publicitárias e ações de marketing de empresas não patrocinadoras que tentam “pegar carona” na Copa fazendo uso de marcas de propriedade da CBF, como o uniforme da seleção brasileira.

“O caso mais comum é o uso em campanhas de camisas que imitam o layout do modelo da seleção brasileira”, afirma o advogado Gustavo Piva, do escritório Dannemann Siemsen, que presta serviço para a CBF. Ele explica que a confederação entende como infração até mesmo o uso de camisas amarelas sem o escudo da seleção. “Dependendo do contexto, a mensagem transmitida é claramente de que se trata da seleção brasileira representada ali.”

Segundo o advogado, a maioria dos casos costuma terminar em acordo, com o pagamento de alguma compensação ou com a retirada da campanha, sem necessidade de abertura de processo judicial.

Questionada pelo G1, a CBF não deu detalhes sobre as empresas notificadas e dos conflitos ainda sem acordo.

A CBF fechou 14 contratos de patrocínio para 2014, no valor de mais de R$ 300 milhões. No ano passado, a entidade apresentou a maior receita de sua história, com um crescimento de 18%, fechando o ano com um faturamento total de R$ 452 milhões. Desse total, os patrocínios representaram R$ 278 milhões.

Alguns conflitos se estendem por anos na Justiça e chegam a ser levados aos tribunais superiores. Em dezembro do ano passado, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) condenou a Coca-Cola Indústrias Ltda. por uso indevido de imagem de propriedade da CBF em propaganda veiculada em 2009, durante as eliminatórias da Copa do Mundo de 2010. O tribunal entendeu que a empresa mostrou os ex-jogadores Bebeto, Biro-Biro e Dario (Dadá Maravilha) “trajando vestimenta bem parecida com o uniforme da seleção brasileira e teria induzido o espectador a associar o sucesso da seleção ao refrigerante”.

O que pode e o que não pode
O especialista em propriedade Paulo Focaccia, assessor jurídico da Associação de Marketing Promocional (Ampro) e sócio do CFLA Advogados, explica que a exploração do futebol de forma abstrata e o uso de símbolos nacionais como a bandeira do Brasil e de brasilidade (o verde e amarelo) são permitidos em qualquer campanha.

Segundo ele, é o contexto que poderá apontar se existe ou não uso indevido de propriedades da CBF. “Não tem uma fórmula matemática. O limite está numa zona cinzenta entre genialidade e marketing de emboscada”, afirma.

Marketing de emboscada é a associação comercial ou aparição não autorizada de uma marca em um evento, que induz o consumidor acreditar que o produto ou serviço é endossado pelos organizadores ou entidade proprietária da marca.

Casas Bahia (Foto: Divulgação)Casas Bahia driblou restrições colocando italianos e argentinos torcendo pelo Brasil (Foto: Divulgação)

“O princípio a ser avaliado é qual será a percepção do consumidor. Sempre que existir uma associação direta com uma marca ou evento cujos direitos são de um terceiro há o risco de se cair dentro do marketing de emboscada”, explica Focaccia.

Propagandas da TAM e da Hyundai incomodaram
O conflito costuma ser mais evidente quando envolve marcas concorrentes e patrocinadoras. Recentemente, a Hyundai decidiu alterar a sua promoção que anunciava um ano a mais aos cinco anos de garantia da montadora para os veículos no caso de o Brasil conquistar o hexa. A mudança ocorreu após a CBF questionar a vinculação da promoção ao desempenho da seleção brasileira. Pesou no caso o fato de a Volkswagen, que é a montadora que patrocina a CBF, ter se sentido prejudicada pela ação da rival, que é patrocinadora da Fifa.

Propaganda da TAM mostra obstáculos enfrentados por jogadores na volta ao Brasil (Foto: Divulgação)Propaganda da TAM escalou jogadores da seleção
e irritou a concorrente Gol (Foto: Divulgação)

Outra campanha que provocou polêmica foi a da TAM, que lançou uma propaganda com os jogadores da seleção brasileira Thiago Silva (Paris Saint Germain), David Luiz (Chelsea) e Marcelo (Real Madrid). A rival Gol, transportadora oficial da CBF, não gostou nada e pediu ao Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) que o comercial fosse retirado do ar.

Em julgamento realizado no dia 8, o Conar determinou a alteração do comercial que trazia a narração: “Os adversários não vão gostar nada, nada, mas a TAM vai trazer nossos craques para jogar em casa”. A TAM, porém, comemorou o resultado, uma vez que a campanha foi mantida.

Procurada pelo G1, a Gol informou que não irá comentar o caso. Já o departamento jurídico da CBF informou que ainda analisava o assunto.

Empresas driblam as restrições
Para a coordenadora do Núcleo de Marketing Esportivo da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Clarisse Setyon, a melhor resposta para as restrições impostas pela Lei Geral da Copa e pela legislação de propriedade intelectual é a criatividade.

“O engessamento existe, é real e necessário. Afinal de contas, as empresas patrocinadoras pagaram para ter alguns direitos exclusivos, mas com criatividade também dá para participar da festa”, afirma a professora. “Apenas usar bandeira, torcida e o verde e amarelo beira ao oportunismo, além de ser uma total falta de criatividade.”

Holandesas com vestidos laranja retiradas do estádio pela Fifa por suspeita de 'marketing de emboscada' (Foto: Reuters)Holandesas com vestidos laranja retiradas do estádio pela Fifa na Copa da África do Sul (Foto: Reuters)

Entre as campanhas que ela considera exemplos de criatividade estão a das Casas Bahia, que usou torcedores argentinos e italianos para promover uma promoção de TV, e a da TAM. “Achei extremamente criativa. A Gol é a transportadora oficial e foi a TAM que conseguiu colocar um bando de jogadores no seu avião”, diz Clarisse.

Até mesmo o episódio envolvendo Neymar, que exibiu várias vezes a marca da sua cueca (Lupo) e do seu patrocinador durante jogo do Barcelona e acendeu a discussão sobre o marketing de emboscada, foi elogiado pela coordenadora da ESPM. “Adorei. Atire a primeira pedra quem não ganha dinheiro em cima do que acontece num campo de futebol”, afirma.

A Lupo negou que tenha a iniciativa tenha sido uma estratégia de marketing pré-planejada. Pelas regras da Fifa, entretanto, ação semelhante durante a Copa poderá ser alvo de punição, uma vez que estão proibidas ações de marketing não autorizadas nos jogos e nas proximidades dos estádios, sob pena de detenção, de três meses a um ano, ou multa.

Na Copa da África do Sul, em 2010, ganhou repercussão o episódio ocorrido na partida entre Holanda e Dinamarca, quando 36 holandesas de minissaias foram retiradas do estádio sob a alegação de “publicidade oculta”. Elas usavam roupas laranjas e eram contratadas da cervejaria Bavaria, enquanto a anunciante oficial do evento era a concorrente Budweiser.

Clarisse Setyon afirma que, apesar da linha tênue entre o que pode e o que não, sempre há casos de empresas que arriscam e acabam conseguindo driblar as restrições, com resultados muitas vezes surpreendentes.

Ela cita como exemplo a propaganda da Nike “Find Your Greatness”, que durante a Olimpíadas de Londres, em 2012, patrocinada pela Adidas, lançou um vídeo que exibia diversos lugares no mundo com o nome “London”.

“Não é permitido usar símbolos, marcas e palavras oficias, mas há inúmeras maneiras de se fazer associação e também brincar de Copa. Basta ser criativo”, conclui a professora.

fonte

http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2014/05/cbf-notifica-40-empresas-por-uso-indevido-de-imagem-da-selecao.html

Fifa identifica 450 casos de uso indevido de marcas na Copa

A Fifa identificou 450 casos de pirataria e violações de direitos de uso de marcas exclusivas no Brasil desde 2010. “Houve casos em que a empresa infratora nos compensou, mas não estamos em posição de divulgar quaisquer detalhes sobre as empresas envolvidas ou a quantidade exata de qualquer indenização”, disse a entidade.

A federação de futebol mantém um departamento só para cuidar da proteção de suas marcas, com advogados ao redor do mundo e escritórios especializados em propriedade intelectual. Além disso, tem representações em cada uma das 12 cidades-sede do Mundial, que terá sua abertura no dia 12 de junho, com partida entre Brasil e Croácia, na Arena Corinthians, em São Paulo.

Pelas regras definidas pela Lei Geral da Copa, os símbolos oficiais e os termos e marcas registrados pela Fifa não podem ser usados sem autorização expressa da entidade. A legislação prevê pena de detenção de 3 meses a 1 ano pelo uso indevido de direitos, por falsificação ou pelo chamado “marketing de emboscada”, ou seja, a associação ou aparição não autorizada de uma marca em um evento, o que induz o consumidor a acreditar que o produto ou serviço é endossado pelos organizadores do Mundial.

Segundo o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi), atualmente a Fifa possui 1.116 marcas registradas no Brasil. Desse total, mais de 400 pedidos de registro foram feitos após a entrada em vigor da Lei Geral da Copa.

A lista engloba desde símbolos do evento, logotipos, emblemas, fonte de letra e o mascote Fuleco até termos como “Copa do Mundo”, “Brasil 2014” e o nome de todas as cidades-sede seguido de 2014. Na prática, isso significa que empresas ou lojas, por exemplo, não podem usar o termo “Promoção da Copa do Mundo” ou lançar uma camiseta com a inscrição “Brasil 2014” sem autorização da Fifa.

O Inpi concedeu também à entidade uma dezena de registros de marcas de alto renome. A lista completa está disponivel no site do instituto. Com esse “selo”, a Fifa consegue impedir legalmente que qualquer empresa faça uso de suas “propriedades ou direitos” para qualquer modalidade mercadológica.

Exemplos de marcas de alto renome registradas pela Fifa no INPI (Foto: Reprodução)Exemplos de marcas de alto renome registradas pela Fifa no Inpi (Foto: Reprodução)

Marca ‘Pagode’
A lista da Fifa inclui até a marca “Pagode”. Questionada pelo G1, a entidade explicou que o registro refere-se à fonte tipográfica de mesmo nome do estilo musical brasileiro, e que o objetivo é “impedir que terceiros a utilizem em um contexto comercial, já que há risco de que o consumidor, ao se deparar com um produto ou campanha publicitária com a referida fonte, seja levado a crer que se trata de um produto aprovado, endossado ou com alguma relação oficial com a Fifa”.

Segundo a federação, já foram apreendidas no país 2 toneladas de produtos falsificados contendo uma série de elementos que os associavam à Copa, incluindo a fonte “Pagode”. O diretor de Marcas do Inpi , Vinícius Bogéa Câmara, explica, porém, que uma vez se tratando de uma marca da Fifa, qualquer pedido de registro que for feito ao instituto envolvendo o termo “pagode” pode ser alvo de questionamento e oposição da federação.

“O registro da Fifa nesse caso é delimitado por um escopo bem específico, de fonte tipográfica, e não incorpora o uso em produtos ou serviços. Se alguém entrar com um pedido de registro da marca ‘pagode’ para algum outro produto ou serviço, acredito que dificilmente a Fifa irá notificar. De qualquer forma, em tese, o caso pode, sim, parar na Justiça”, disse Câmara.

Bolas, camisetas e calções falsificados foram apreendidos em lojas de Natal (Foto: Cedida/Polícia Civil do RN)
Bolas e artigos esportivos são principais alvos
de falsificação na Copa (Foto: Polícia Civil do RN)

Fifa pode ‘furar fila’ no Inpi
Embora a Lei Geral da Copa tenha garantido à Fifa o direito de “furar a fila” na análise de pedidos de registro de marcas no país, o Inpi afirma que não foi identificado nenhum caso de conflito ou prejuízo a outros pedidos feitos ao órgão.

“Se já existir um direito prévio concedido e a Fifa pedir o registro daquela marca naquele nicho mercadológico, teríamos que negar”, explicou o diretor de Marcas. “Os pedidos da Fifa são examinados prioritariamente, mas os critérios de análise permanecem os mesmos. Não existe uma marca que valha para tudo. O registro garante o uso exclusivo em todo o território nacional apenas para produtos e serviços específicos”, acrescentou Câmara.

Combate à pirataria
A Fifa também conseguiu do governo brasileiro o compromisso para intensificar o combate à pirataria. A polícia, as autoridades aduaneiras e vários órgãos governamentais de controle e fiscalização prometem aumentar o cerco contra fabricantes, distribuidores e vendedores de produtos não oficiais.

O Conselho Nacional de Combate à Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), ligado ao Ministério da Justiça, firmou um acordo de cooperação com as prefeituras das 12 cidades-sede – Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Cuiabá, Salvador, Recife, Natal, Fortaleza, Manaus, Curitiba e Porto Alegre – para capacitar agentes públicos a identificar produtos não autorizados. “O que mais temos visto é a violação de marcas de patrocinadores, sobretudo artigos esportivos e camisetas”, afirmou o secretario-executivo do conselho, Rodolfo Tsunetaka Tamanaha.

A Fifa também elaborou um documento em que lista as marcas oficias da Copa e os principais termos protegidos pela entidade. Confira aqui o documento na íntegra

Termos protegidos
– 2014 Fifa World Cup Brazil
– 2014 Fifa World Cup
– FIFA World Cup
– World Cup
– 2014 World Cup
– World Cup 2014
– Brazil 2014
– 2014 Brazil
– Brasil 2014
– Football World Cup
– Soccer World Cup
– Copa 2014
– Copa do Mundo
– Mundial 2014
– Mundial de Futebol Brasil 2014
– Copa do Mundo 2014
– Nomes das cidades-sede mais 2014 (Rio 2014, Manaus 2014, etc.)

O que não pode (exemplos de associação indevida)

– Anúncios comerciais que usem alguma marca oficial como emblema e termos como “Copa do Mundo” ou “Mundial 2014”;

– Promoções com ingressos para a Copa, exceto quando organizados por um parceiro da Fifa;

– Distribuição de tabelas de jogos da Copa em associação com marcas de empresas não patrocinadoras do evento;

– Propaganda e exibição de marcas não patrocinadoras dentro dos estádios de forma impactante. Exemplo: Jogador que deixar aparecer a marca da cueca de forma ostensiva;

– Itens de merchandising e produtos com uso de marca ou designações oficiais da Copa. Exemplo: Camiseta com a inscrição “Brasil 2014”;

– Decoração com bandeira nacional e elementos relacionados ao futebol é permitida desde que não sejam usadas marcas e designações oficiais da Copa;

– Nos nomes de domínio na internet (URLs), as marcas oficiais da Copa não podem ser incorporadas, no todo ou em parte, a nomes de sites com conteúdo comercial. Exemplo: www.copadomundo.viagens.empresa.com.

fonte

http://g1.globo.com/economia/midia-e-marketing/noticia/2014/05/fifa-identifica-450-casos-de-uso-indevido-de-marcas-na-copa.html

A Origem das Marcas – Facebook

Os sites de relacionamento social viraram uma epidemia na Internet. Gigantes como Orkut e MySpace dominam o mercado. Ou melhor, dominavam. O novo fenômeno digital atende pelo nome de FACEBOOK, que virou o “queridinho” dos cibernéticos com números que apavoram qualquer concorrência: mais de 900 milhões de usuários, em apenas 20 minutos são compartilhados mais de 1.1 milhão de links, anexadas 3 milhões de novas fotos, enviadas mais de 6 milhões de mensagens e feito mais de 35 milhões de comentários. Por tudo isso, não é nenhum exagero afirmar que o FACEBOOK mudou a maneira como as pessoas usam a web e se conectam com os amigos.
A história
O estudante de graduação Mark Zuckerberg e seus colegas de quarto Dustin Moskovitz e Chris Hughes criaram o THE FACEBOOK dentro de seu dormitório no campus universitário, no dia 4 de fevereiro de 2004, com o suporte e a acessória de Andrew McCollum e Eduardo Saverin, este último brasileiro, permitindo que os colegas da tradicional Universidade de Harvard, na região de Boston, na costa leste dos Estados Unidos, pudessem colocar fotos e se manter em contato uns com os outros, compartilhando assim experiências e planejando eventos. Em quatro horas a novidade atraiu 450 visitantes. No final do primeiro mês aproximadamente metade dos alunos da tradicional universidade estavam cadastrados. Apesar da ideia inicial que a adesão fosse restrita apenas à estudantes da universidade de Harvard, o site cresceu rapidamente e passou a admitir estudantes de outras universidades da região de Boston, como por exemplo, Boston College, Boston University, Northeastern University, Tufts University e o tradicional Instituto de Tecnologia de Massachusetts (conhecido como MIT), além de Rochester, Stanford, Columbia, Yale, NYU e Northwestern.

 

Já no meio de 2004, a rede social recebeu sua primeira rodada de investimentos, feita por Peter Thiel, no valor de US$ 500 mil. Em dezembro rompia a barreira de 1 milhão de cadastrados. Era um sucesso avassalador na comunidade estudantil americana. Em dezembro de 2005, trocou seu nome de “THE FACEBOOK” para apenas FACEBOOK. Somente a partir de 11 de setembro de 2006, qualquer internauta, desde que tivesse mais de 13 anos, através de um e-mail, poderia se cadastrar no FACEBOOK. A explosão de tráfego foi visível: crescia aproximadamente 3% por semana. Nesta época as atualizações eram frequentes: versão mobile, opções de mural, share, ads, traduções oficiais em diversas línguas e integração com empresas. Em 2007, o FACEBOOK tornou-se uma das empresas de Internet mais valorizadas do mundo, cujo valor estimado chegava a US$ 15 bilhões. Tudo em virtude da poderosa Microsoft que comprou uma parte minoritária da empresa (1.6% de participação no capital) por US$ 240 milhões, batendo uma proposta do rival Google. Nesta época o FACEBOOK contava com mais de 49 milhões de usuários, 250 mil novos registros por dia e um modesto lucro de US$ 30 milhões.

 

Em 2009 o site apresentou uma novidade que se tornaria extremamente popular: o famoso botão “Like”. Ainda este ano, o FACEBOOK lançou o jogo social FarmVille, desenvolvido pela Zynga, cujo objetivo é evoluir administrando uma fazenda virtual, com atividades que incluem o plantio, cultivo e colheita de diversas plantas e árvores, criações de animais, além da construção de casas, celeiros e outros elementos típicos de uma vida rural. O jogo chegou a possuir mais de 100 milhões de usuários no FACEBOOK. O enorme sucesso do FarmVille fez com que o FACEBOOK disponibilizasse outros jogos sociais que arregimentaram milhões de novos usuários. Um fator para manter o sucesso e a popularidade do FACEBOOK são as constantes inovações, como aconteceu em 2010 quando foi lançado o FACEBOOK PLACES, um sistema de geolocalização no qual o usuário pode compartilhar com seus amigos onde ele está; e o FECBOOK MAIL, um serviço de mensagens que mescla SMS, e-mail e bate-papo. O resultado dessas inovações: o crescimento do FACEBOOK foi impressionante, superou os 500 milhões de usuários ativos e nos Estados Unidos foi o site mais visitado.

 

Todo esse sucesso atraiu a atenção de investidores: no início de janeiro de 2011 a empresa arrecadou US$ 500 milhões do banco Goldman Sachs e de um investidor russo, o que levou o FACEBOOK a ser avaliado, segundo estimativa já que não possuía capital aberto, em US$ 50 bilhões. Enquanto isso no Brasil, apesar da enorme popularidade do Orkut, o número de usuários do FACEBOOK mais que dobrou nos últimos quatro anos, totalizando mais de 45 milhões de pessoas. Depois de tanto sucesso e despertar interesse de gigantes do setor, finalmente no dia 18 de maio de 2012 o FACEBOOK realizou sua oferta pública inicial de ações na Bolsa de Valores NASDAQ. As ações foram oferecidas ao preço inicial de US$ 38, o que rendeu US$ 16 bilhões à empresa. O valor arrecadado coloca o IPO (sigla em inglês para oferta pública inicial, que equivale à abertura de capital de uma empresa) do FACEBOOK acima das ofertas iniciais de empresas como Google, Zynga e Groupon. Além disso, pouco antes, o FACEBBOOK havia comprado por US$ 1 bilhão o Instagram, aplicativo para as plataformas móveis iOS e Android que personaliza fotos. A estratégia agrega inteligência e incentiva engajamento à rede social, uma vez que os usuários do aplicativo são fiéis ao serviço.

 

Os diferenciais

O FACEBOOK permite o compartilhamento de informações, vídeos, fotos e participação em grupos, ou seja, atividades comuns que existem em diversas outras redes sociais. Então por que todo esse crescimento e enorme sucesso? O verdadeiro diferencial do FACEBOOK foi a decisão de manter sua interface de programação de aplicações, também chamada de API, aberta a desenvolvedores independentes. Essa estratégia permite que a rede social se renove de acordo com as tendências e preferências dos próprios internautas, chamando atenção dos usuários fidelizados e potenciais. Essa ação de sucesso fez com que seus principais concorrentes também adotassem essa política, porém tardiamente. Alguns outros fatores e estratégias também colaboram para seu sucesso:
● Privacidade (o perfil fica visível apenas para aos amigos do usuário).
● Fotografias – disponíveis desde outubro de 2005 – (não há limite de fotos e de tamanho, além de ser possível montar álbuns personalizados com ferramentas como o Slideshow e o Photobucket).
● Chat – disponível desde 2008 – (há mais de 40 tipos de aplicativos que disponibilizam chats no perfil).
● Feeds – disponível desde 2006 – (assim que é feito o login, são mostrados os feeds dos amigos, como as alterações que eles fizeram no perfil, os aplicativos que eles adicionaram ou qualquer evento ou site que eles postaram).
● Compartilhamento (o usuário pode compartilhar tudo: links, vídeos, fotos, blogs, músicas e muitos mais).
● Interface do usuário (a interface é muito mais agradável e inteligente).
● Aplicativos (há impressionantes 11.000 disponíveis, de horóscopos e presentes virtuais a players de música e vídeo, tornando-se o grande trunfo do FACEBOOK).
● Vídeos – disponível desde 2007 – (há ferramentas para vídeos em comunidades e o usuário pode colocar vídeos de praticamente todos os formatos).
● Jogos sociais (jogos inteligentes e divertidos como FarmVille, CityVille, Máfia Wars e Café World conquistaram milhares de fãs no mundo inteiro, permitindo assim a socialização entre os usuários).

 

O gigante em números
● Com mais de 900 milhões de usuários ativos (526 milhões deles diários), são gerados 3.2 bilhões de comentários por dia, além de promover 125 bilhões de conexões – ou amizades – entre usuários;
● A rede social tornou-se a número 1 no ranking dos sites mais acessados nos Estados Unidos em 9 de março de 2010;
● Nos Estados Unidos, o FACEBOOK recebeu 9% de todas as visitas da Internet em abril de 2012. No Brasil correspondeu a 9,76%;
● O tempo médio de visitas no FACEBOOK é de 2 minutos nos Estados Unidos. Em abril de 2012, o site teve 24 minutos e 23 segundos de tempo médio de visitas no Brasil;
● Os maiores mercados, em termos de usuários, são Estados Unidos, Brasil, Índia, Indonésia, México, Reino Unido, Turquia e Filipinas.
● O termo ‘facebook’ é o mais buscado nos Estados Unidos e tem sido nos últimos três anos, desde a semana terminada em 18 de julho de 2009;
● Nos Estados Unidos, 10 estados são responsáveis por 52% das visitas ao FACEBOOK – Califórnia, Texas, Nova York, Flórida, Illinois, Pensilvânia, Ohio, Michigan, Geórgia e Carolina do Norte. No Brasil, apenas São Paulo e Rio de Janeiro, somados, corresponderam a 50,11% das visitas no período de 12 semanas terminadas em 12 de maio de 2012.

 

O gênio por trás da marca
Mark Elliot Zuckerberg nasceu no dia 14 de maio de 1984 em White Plains, condado de Westchester, e cresceu em Dobbs Ferry, um subúrbio de classe média alta de Nova York. É o segundo de quatro filhos – e o único homem – de um dentista e de uma psiquiatra. De origem judaica, ele começou a mexer com computadores bem cedo, aprendeu a fazer programação por conta própria. Quando estava no último ano do ensino médio, ele e o amigo Adam D’Angelo fizeram um programa para o Winamp, um tocador de MP3 que “aprendia” os hábitos musicais de uma pessoa e criava uma lista de acordo com seu gosto. Eles ofereceram o download gratuito de sua criação na Internet, e grandes empresas como a America On Line e a Microsoft entraram em contato. “Foi uma oferta do tipo vocês podem vir trabalhar para nós, e, por falar nisso, nós também vamos levar essa coisa que vocês fizeram”, diz Zuckerberg. Apesar disso, os dois resolveram ir para a faculdade.

 

D’Angelo foi para a Caltech e Zuckerberg para Harvard, onde tudo começou. Hoje em dia, ele é um típico geek, o nerd que gosta de tecnologia, e dono de uma fortuna estimada em US$ 17.5 bilhões e de uma empresa avaliada em mais de US$ 70 bilhões. No ano de 2010 ele foi nomeado pela revista Time como a “Pessoa do Ano”. A história de sucesso do FACEBOOK e de seu criador foi recentemente retratada no filme “The Social Network”. Avesso a badalações, ele tem uma rotina burocrática. Embora tenha uma fortuna no banco, há pouco tempo atrás sua casa não oferecia nem um mínimo de conforto. Vivia em apartamento alugado, cuja mobília se resumia a um colchão no chão, duas cadeiras e uma mesa. “Nunca fui apegado ao dinheiro”, costuma afirmar o geek, que quase nunca se separa do seu jeans, tênis e moletom. Após abrir o capital de sua empresa, no dia 18 de maio de 2012, Mark se casou no dia seguinte casamento com sua namorada de longa data, Priscilla Chan.

 

A evolução visual
A identidade visual da marca passou apenas por uma modificação. Isto ocorreu em 2005 quando a marca retirou a palavra “the” e os parênteses de seu logotipo.

 

Dados Corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 4 de fevereiro de 2004
● Fundador: Mark Zuckerberg, Chris Hughes, Dustin Moskovitz e Eduardo Saverin
● Sede mundial: Menlo Park, Califórnia
● Proprietário da marca: Facebook Inc.
● Capital aberto: Sim (2012)
● CEO: Mark Zuckerberg
● Faturamento: US$ 3.71 bilhões (2011)
● Lucro: US$ 1 bilhão (2011)
● Valor de mercado: US$ 70 bilhões (maio/2012)
● Usuários: 901 milhões
● Acessos: 2º site mais visitado da Internet
● Presença global: Sim (qualquer país pode acessar)
● Maiores mercados: Estados Unidos, Brasil, Índia, Indonésia e México
● Funcionários: 3.539
● Segmento: Internet
● Principais produtos: Rede social de relacionamento
● Concorrentes diretos: Twitter, LinkedIn, MySpace, Friendster e Orkut
● Website: www.facebook.com

A marca no mundo
O FACEBOOK, que hoje já conta com mais de 900 milhões de usuários (80% deles fora dos Estados Unidos e Canadá), está disponível em mais de 70 línguas e idiomas. FACEBOOK é a principal rede social nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Brasil, França, Austrália, Nova Zelândia, Hong Kong e Cingapura. Além disso, é o site mais acessado nos Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Hong Kong e Cingapura. No Brasil o número de usuários ultrapassou 45 milhões de usuários. Aproximadamente 500 milhões de usuários ativos acessam o site através de dispositivos móveis todos os meses.
Você sabia?
● No FACEBOOK estão publicadas mais de 30 bilhões de fotos. Diariamente são mais de 300 milhões de novas fotos publicadas. Somente durante o final de semana do ano novo de 2010 foram publicadas mais de 750 milhões de fotos. Um verdadeiro recorde.
● Em 2011, uma brecha de segurança do FACEBOOK permitiu que vazassem na Internet fotos que Mark Zuckerberg configurou como sendo privadas. As imagens mostram Mark cozinhando, recebendo amigos e brincando com o cachorro.
fonte

As marcas que dominam as redes sociais no Brasil

São Paulo –  Guaraná, Nike e Claro são as marcas com mais fãs nas redes sociais, de acordo com um estudo mensal realizado pela Socialbakers. Referente ao mês de fevereiro, a análise apontou o desempenho delas no Facebook, Twitter e YouTube.

Quem lidera o Facebook é o Guaraná Antarctica, com mais de 16 milhões de fãs, seguido pela Coca-Cola, o qual possui um número similar. Além de contabilizar o número de seguidores, a análise também indica a porcentagem de fãs vindos de contas brasileiras.

Já a primeira posição no Twitter ficou com a Claro Ronaldo, que tem cerca de 3,6 milhões de seguidores, enquanto a Dedetizadora, que ocupa o segundo lugar, possui 647.485.

No YouTube, o canal com mais assinaturas é o da Nike, com 122.025, seguido da Sadia, com mais de 73 mil seguidores.

O estudo também revelou quais foram os post com maior audiência no Facebook – as chamadas “curtidas”. Neste quesito, quem ganhou destaque foi a Dove, com uma publicação no início de fevereiro. O post explicou o motivo de seu produto não danificar a pele e gerou mais de 240 mil curtidas e 5.266 compartilhamentos para a marca.

Veja, a seguir, a tabela com as cinco marcas com mais fãs nas três redes sociais:

Marcas com mais fãs no Facebook nº de fãs % de fãs locais
Guaraná Antartica 16.896.133 97,30%
Coca-Cola 16.378.430 20,50%
Skol 13.249.061 99,10%
GAROTO 10.877.232 93,60%
Hotel Urbano 9.855.124 99,30%

 

Marcas com mais seguidores no Twitter nº de fãs
Claro Ronaldo 3.640.676
Dedetizadora 647.485
TAM Airlines 593.263
Adidas Futebol 514.405
Melhores Destinos 465.192

 

Marcas com mais assinaturas no YouTube nº de assinaturas
Nikefutebol 122.025
receitassadia 73.455
matrizskate 72.067
Qix TV 66.475
Ubisolt Brasil 58.641

 

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/guarana-nike-e-claro-lideram-as-redes-sociais-no-brasil

 

Patente revela esforços da Google para combater pirataria na Google Play

Documento explicita mecanismo que compara código de programação dos apps e remove aqueles que tiverem uma estrutura muito parecida com a de outros softwares

A Gigante das Buscas parece estar empenhada em combater a pirataria dentro da sua loja de aplicativos, a Google Play, e dá indícios de ter aumentado seus esforços para remover programas e jogos ilegais.
Prova disso é uma patente concedida recentemente à Google que revela um método desenvolvido pela companhia para comparar o código de softwares para verificar a existência de cópias. A ideia é que os donos de Android não encontrem uma infinidade de apps genéricos, e que muitas vezes podem ser maliciosos, ao pesquisar por um game ou programa popular.
Basicamente, os aplicativos receberão uma espécie de “nota” baseada em quanto eles se comparam com o código de outros softwares. Obviamente, nesse processo existem diversas métricas e cálculos complexos, mas se um app atingir determinado valor nessa avaliação, ele é automaticamente removido da loja.

 


Para que aplicações open source, que podem ter seu código usado livremente por qualquer pessoa, não sofram com essa ferramenta de bloqueio, a empresa tem preparado um filtro inteligente capaz de identificar e separar esses casos.

fonte

http://www.tecmundo.com.br/google-play/53246-patente-revela-esforcos-da-google-para-combater-pirataria-na-google-play.htm

10 Imitações Curiosas de Marcas Famosas

É sério isso?
Em 10° Lugar:
Já pensou você pedir um Wii e sua mãe voltar do paraguai com um Wu?
Em 9° Lugar:
Essa deve ser uma marca famosa de calça para gordinhos
Em 8° Lugar:
Isso é a nova sensação nas paradas gays? HAHAHAHA

Em 7° Lugar:
Essa já é demais, SONY virou SQMY
Em 6° Lugar:
Até desodorante eles estão falsificando? Onde isso vai acabar?
Em 5° Lugar:
 Quem é o SPIDAR MEN? kkkkkkk
Em 4° Lugar:
Docha Cabanov é uma marca de algum estilista russo famoso?
Em 3° Lugar:
 Esse povo ainda tem a coragem de colocar um simbolo em cima da Marca!
Em 2° Lugar:
 Esse Ching Ling me lembra alguma coisa naõ?
E em Primeirissimo Lugar:
  Robert Cop? Depois dessa vou ter que criar coragem para eu fazer um Top 10 de novo!

Upgrade: O “Oh Concur”!

fonte

Apple patenteia método para conseguir imagens de alta resolução com o iPhone

Essa saiu no Dpreview, que por sua vez pegou no Apple Insider, que descobriu o registro de uma patente interessante, voltada para a área de fotografia que poderá, ou não, ser aplicada nas próximas gerações de iPhones. A Apple pretende utilizar o sistema de estabilização de imagem do sensor para criar uma imagem de grande resolução nos smartphones. O que acontece atualmente é que a resolução destas imagens está ligada ao número de pixels do sensor. Como as imagens feitas com smartphones se destinam basicamente ao compartilhamento via WEB, então não existem grandes necessidades de resolução para este segmento. Concordam? Bem, quase todo mundo concorda, mas a Nokia chegou chutando bundas com as resoluções gigantescas dos Lumia e mostrando que existem aplicações para isto, como a possibilidade de um zoom digital sem perda aparente de qualidade e criar arquivos de 5 Mp de altíssima qualidade. Então a Apple começou a correr atrás do prejuízo, pelo menos no papel.

O sistema patenteado vai continuar utilizando um sensor de “baixa” resolução. A mudança é que a câmera vai fazer várias fotos que serão mescladas pelo software do aparelho gerando uma única imagem de alta resolução. Isso acontece com a ajuda do sistema de estabilização de imagem que vai mover o sensor levemente em cada foto para que capte a imagem de ângulos diferentes, gerando novos pixels na hora da mesclagem. Isso vai funcionar? Não sei. Na teoria é possível, mas não há indicação de qual seria essa grande resolução e nem a duração do processo. Smartphones não possuem uma ergonomia que favorece a estabilidade, então o processo tem que ser muito rápido, para evitar imagens tremidas.

Infelizmente, para a Apple e todo mundo que achou a notícia bacana, eles não descobriram o fogo e nem inventaram a roda, pois maracutaias envolvendo o deslocamento do sensor não são novidades no mundo da fotografia. A Pentax já teve uma câmera reflex que podia fazer astrofotografia compensando a rotação da Terra com o movimento do sistema de estabilização de imagem do sensor (utilizando um sistema GPS proprietário acoplado). E a Hasselblad, em 2011, lançou a H4D-200MS, uma câmera com sensor de 50 megapixels que consegue chegar a 200 megapixels de resolução mesclando quatro fotos feitas em sequência com o deslocamento do sensor. Ou seja, nada de novo no front.

apple_super_resolução

fonte

http://meiobit.com/286757/apple-patenteia-metodo-para-conseguir-imagens-de-alta-resolucao-com-o-iphone/