Em vídeo, Netflix dribla regras da Fifa sobre uso comercial da Copa do Mundo

O Netflix deu um jeito de driblar as regras da Fifa sobre o uso comercial da marca Copa do Mundo. Em um vídeo de 30 segundos, o humorista Bento Ribeiro fala para um grupo de amigos que irá “assistir ao Netflix na copa”.

O que poderia parecer uma violação de direitos exclusivos dos patrocinadores é resolvido com bom humor. O espectador logo percebe que a copa em questão é a mesinha do café na cozinha.

A Fifa tem regras estritas sobre o uso da marca. Segundo comunicado em seu site, a entidade “tem a obrigação de tomar medidas contra qualquer tipo de uso não autorizado de suas marcas em um contexto comercial”.

A piada juvenil consegue passar o recado e contornar uma possível medida judicial.

Assista o vídeo

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https://br.esporteinterativo.yahoo.com/noticias/em-v%C3%ADdeo–netflix-dribla-regras-da-fifa-sobre-uso-comercial-da-copa-do-mundo-220616504.html

Google apresenta carro que dirige sozinho

O Google publicou no blog da empresa vídeo do protótipo do primeiro carro que dirige sozinho. A empresa também anunciou que pretendo construir 100 protótipos do veículo e começar um programa de testes nos próximos dois anos, na Califórnia, EUA.

A empresa diz que a ideia é, depois dos testes, fazer parcerias para poder fabricar o carro e tornar o carro viável. O projeto do carro que dirige sozinho começou em 2010 e, segundo a empresa, a ideia era aumentar a segurança e a eficiência dos carros. “Nosso objetivo é ajudar a prevenir acidentes, aumentar o tempo livre das pessoas e reduzir as emissões de carbono mudando fundamentalmente o uso que fazemos dos carros”, dizia o anúncio.

O carro mostrado no vídeo, promete tudo isso. As pessoas não precisarão mais se preocupar com estacionamento, nem com o problema de dirigir bêbado, colocando em risco outras pessoas.

A segurança é uma prioridade nesse protótipo apresentado pelo Google. O carro tem sensores que removem pontos cegos e podem detectar objetos de uma distância de mais de 200 metros em todas as direções. Ou seja, o carro funciona bem em ruas movimentadas e engarrafadas. Outra coisa que garante a segurança é a velocidade dos carros que não vai passar de 40 km/h.

A empresa afirma também que o interior do protótipo foi desenhado aprendizado. Ou seja, o conforto é secundário, mas são dois lugares (com cinto de segurança, evidentemente), um espaço para pertences dos passageiros, botões para ligar e desligar e uma tela que mostra a rota.

Por enquanto os protótipos foram construídos para não precisar de intervenção humana. Tudo é feito por sensores e software. O carro já tem uma página própria no Google +, na qual a empresa promete colocar updates do projeto.

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http://startups.ig.com.br/2014/google-anuncia-carro-que-dirige-sozinho/

Quem inventou o ‘Parabéns a Você’

Não peça para a comerciante Eliana Homem de Mello Prado, de 54 anos, puxar o coro do “Parabéns a você” em algum aniversário. Moradora de Jacareí (SP), a neta de Bertha Homem de Mello – autora da versão brasileira da canção – não canta a música, criada há 70 anos, em respeito à avó falecida em 16 de agosto de 1999 “porque todo mundo canta a letra errado”. Se estivesse viva, Bertha completaria 112 anos nesta sexta-feira (21).

Segundo ela, dois dos versos da canção original são alterados nas festas de aniversário pelo país. Em vez de “Parabéns pra você” deveria ser cantado “Parabéns a você”; e o verso “Muita Felicidade” é constantemente alterado para o plural “Muitas felicidades”.

“Minha avó ficava louca da vida quando ouvia o cantar da letra errado, porque ela sempre foi muito vaidosa. Então, eu não me permito cantar do jeito errado. No trecho da música ‘é pique’ eu começo a cantar, mas antes eu não canto”, brinca.

Arrecadação de direito autoral
A música continua sendo uma das mais executadas em todo o país, segundo o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), órgão responsável pelo recolhimento de direitos autorais. Por ser uma canção que tem autoria, o “Parabéns a Você” recolhe dinheiro dos direitos autorais sempre que é executada publicamente ou usada em filmes, novelas e programas de rádio e TV, assim como quando é gravada.

Segundo dados do Ecad, o “Parabéns a Você” está há quatro anos consecutivos entre as duas primeiras músicas mais executadas nos segmentos Música Ao Vivo e Salão de Festas. O órgão, porém, não divulga o número de execuções e nem os valores arrecadados anualmente. O repasse à família, que preferiu manter o valor em sigilo, é feito mensalmente.

Atualmente, a única herdeira de Bertha, a filha Lorice Homem de Mello, recebe 16,66% de tudo que é arrecadado pelo Ecad pelas execuções da canção no Brasil. Os 83,4% restantes são divididos igualmente entre a editora Warner Chappell – detentora da música original – e os herdeiros das autoras americanas.

Em razão do sucesso da letra, a mãe de Eliana, que tem deficiência auditiva e visual, conta com a ajuda de três cuidadores. “Minha mãe era o xodó da minha avó e graças a Deus esse legado que ela deixou, também no aspecto financeiro, tem sido revertido totalmente para cuidar da minha mãe”, assegurou. Lorice vive até hoje na casa onde a autora morou por mais de quatro décadas, em Jacareí.

Para Eliana, a composição é um legado que Bertha deixou para a família. “É algo importantíssimo. É impossível ir a algum aniversário e não lembrar da minha avó. É marcante. É o orgulho de toda família e especialmente da minha mãe. Quando meus filhos contam que a bisavó foi quem escreveu a letra, a maioria das pessoas não acredita”, afirma.

Coautor?
Em uma reportagem da TV Globo de 23 de março de 1997 é possível ver realmente que Bertha Homem de Mello gostava que a letra fosse cantada de forma correta.

Mas durante mais de três décadas a autora da versão nacional ficou sem receber metade dos direitos autorais. Isso porque em 1978 o produtor musical Jorge de Mello Gambier firmou um contrato com Bertha Celeste por acrescentar mais quatro frases na canção.

A quadra criada por Gambier, que continuava o tradicional “Parabéns”, seguia a mesma melodia e tinha os seguintes versos: “A você muito amor / E saúde também / Muita sorte e amigos / Parabéns, parabéns”. Segundo a família, Jorge disse à época que produziu um disco infantil na década de 1970 e queria gravar a canção, mas como a letra era curta ele pediu autorização à editora para completá-la e foi informado que deveria firmar um acordo com a então autora da música.

A situação só foi resolvida no final de 2009, quando um advogado contratado pela família de Bertha conseguiu que a editora Warner retirasse Gambier como coautor. Na época houve um “ajuste de crédito” dado à família pelo tempo que os direitos ficaram divididos. Desde então, a herdeira de Bertha recebe a parte que lhe cabe (os 16,66%).

Como ‘nasceu’ o Parabéns
A música mais cantada em todo o mundo foi criada nos Estados Unidos em 1875 pelas irmãs Mildred e Patrícia Hill, professoras primárias da cidade de Louisville, no estado de Kentucky. Elas compuseram uma pequena quadra chamada “Morning to al” (Bom dia para todos) para cantar com os alunos pela manhã, antes do início das aulas.

Após cinco décadas, em 1924, uma editora de música norte-americana lançou o livro de  partituras  “Celebration Songs” e “pegou emprestada” a melodia das irmãs para criar uma música que seria cantada em festas de aniversários. Assim, nasceu o “Happy Birthday To You” (Feliz Aniversário para Você).

A letra original era composta de um verso apenas, em que havia a repetição por quatro vezes do “happy birthday to you”, sendo acrescentando o nome do aniversariante na terceira repetição no lugar do “to you”. A popularização mundial da música ocorreu em 1933, quando uma peça teatral da Broadway utilizou a canção.

Disco Feliz Aniversário, que lançou o Parabéns a Você no Brasil. Autora é de Pindamonhangaba (Foto: Márcio Rodrigues/G1)

Disco ‘Feliz Aniversário’, que lançou a música no
Brasil (Foto: Márcio Rodrigues/G1)

Concurso no Brasil
Em 1942, o cantor Almirante, pseudônimo de Henrique Fóreis Domingues, que apresentava um programa na Rádio Tupi do Rio de Janeiro, resolveu promover um concurso para escolher uma letra em português da canção.

A música da compositora, que era farmacêutica e poetisa em Pindamonhangaba, também no Vale do Paraíba, foi escolhida entre cerca de cinco mil letras  por uma comissão julgadora formada pelos membros da Academia Brasileira de Letras. Dentre os avaliadores estava Cassiano Ricardo, poeta de São José dos Campos.

“Ela contava que soube do concurso e estava pensando em escrever a letra, aí um dia o rapaz que trabalhava perto do sítio disse que iria para a cidade e se ela queria alguma coisa. Daí ela escreveu o ‘Parabéns’ em cinco minutos e deu para ele colocar no Correio”, relembra a neta. Bertha também tem poesias publicadas e já teve uma canção gravada pelo músico Rolando Boldrin. Ela morreu aos 97 anos e está sepultada em sua cidade natal.

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http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/musica/noticia/2014/03/o-pessoal-canta-errado-letra-diz-neta-da-autora-do-parabens-voce.html

Vinte anos após morte do piloto, marca Senna movimenta até R$ 1 bi

Duas décadas depois do acidente que matou Ayrton Senna na pista de Ímola, em 1º de maio de 1994, a marca do piloto continua a ser uma das mais valiosas e rentáveis do esporte brasileiro.

Hoje é possível comprar desde aparelhos de DVD a capas de smartphone, macarrão instantâneo, achocolatado e artigos de papelaria com a grife do piloto ou do personagem de história em quadrinhos criado em sua homenagem – o Senninha.

Marco Crespo, diretor de negócios do Instituto Ayrton Senna (IAS), estima que o montante movimentado com a venda desses produtos e campanhas ligadas ao nome de Senna seja de R$ 600 milhões a R$ 1 bilhão.

“Essa é a estimativa do valor total dos produtos que chegam ao consumidor final”, explicou Crespo à BBC Brasil. “O que obtemos com royalties é uma parcela pequena disso – em geral de 5% a 15% do preço no varejo. Ou menos, no caso dos produtos do Senninha.”

Em 2012 e 2013, o IAS recebeu mais de R$ 20 milhões com contratos de licenciamento, segundo Crespo.

Segundo um levantamento feito no ano passado por Erich Beting, sócio-diretor da agência de notícias Máquina do Esporte, especializada em marketing esportivo, tal patamar coloca a marca Senna no segundo lugar entre as mais lucrativas do esporte brasileiro, à frente de Neymar (R$ 20 milhões ao ano) e Ronaldo (entre R$ 15 e R$ 18 milhões), e atrás apenas de Pelé – cujos rendimentos teriam chegado a R$ 70 milhões em função dos contratos ligados a Copa.

Além disso, embora nenhum número tenha sido divulgado para 2014, Crespo diz que a arrecadação do IAS deve crescer com os lançamentos ligados ao aniversário da morte de Senna e eventos que aumentam a exposição de seu nome

“Já percebemos uma alta de 50% na busca por parcerias e contratos de licenciamento”, diz o diretor de negócios do instituto.

Em março, por exemplo, a Montegrappa anunciou a criação de uma série comemorativa de canetas de luxo em homenagem a Senna. A fabricante de motos Ducati também está colocando a venda no mercado brasileiro um modelo de R$ 100 mil com a marca do ídolo. E a companhia aérea Azul pôs em operação uma aeronave com as cores do seu capacete. O primeiro voo, com a presença de Viviane Senna, irmã do piloto e presidente do IAS, foi de Porto Alegre a São Paulo na última terça-feira.

Narrativa do herói

Para especialistas em marketing esportivo, o sucesso da marca Senna deve-se a uma combinação de dois fatores.

Primeiro, a força da história e do legado do piloto. Segundo, a boa gestão dos negócios ligados ao seu nome pelo IAS.

“Senna viveu o auge de sua carreira em um momento em que o Brasil passava por uma espécie de ‘crise de autoestima'”, acredita Pedro Trengrouse, coordenador do curso de “Gestão, Marketing e Direito no Esporte” da Fundação Getúlio Vargas.

“No início dos anos 90, havíamos acabado de nos tornar uma democracia, ainda sofríamos com a hiperinflação e a seleção brasileira não ganhava uma Copa desde os anos 70 – mas ligávamos a TV no domingo e víamos a bandeira brasileira no pódio”, ele lembra.

“Ayrton Senna personificava a ideia de um país que podia dar certo, era motivo de orgulho nacional em um momento crítico. Por isso, é natural que sua imagem tenha ficado gravada na memória afetiva de tantos brasileiros.”

Segundo um estudo do instituto Ibope Repucom que analisa a percepção da população sobre celebridades – o Celebrity DBI – Senna é a personalidade com mais aceitação entre os brasileiros.

No total, 89% da população em geral admira o piloto – percentual maior que o de ídolos como Pelé, Ronaldo, Neymar e o tenista Gustavo Kuerten.

“Já percebemos uma alta de 50% na busca por parcerias e contratos de licenciamento”, diz o diretor de negócios do instituto.

Em março, por exemplo, a Montegrappa anunciou a criação de uma série comemorativa de canetas de luxo em homenagem a Senna. A fabricante de motos Ducati também está colocando a venda no mercado brasileiro um modelo de R$ 100 mil com a marca do ídolo. E a companhia aérea Azul pôs em operação uma aeronave com as cores do seu capacete. O primeiro voo, com a presença de Viviane Senna, irmã do piloto e presidente do IAS, foi de Porto Alegre a São Paulo na última terça-feira.

Narrativa do herói

Para especialistas em marketing esportivo, o sucesso da marca Senna deve-se a uma combinação de dois fatores.

Primeiro, a força da história e do legado do piloto. Segundo, a boa gestão dos negócios ligados ao seu nome pelo IAS.

“Senna viveu o auge de sua carreira em um momento em que o Brasil passava por uma espécie de ‘crise de autoestima'”, acredita Pedro Trengrouse, coordenador do curso de “Gestão, Marketing e Direito no Esporte” da Fundação Getúlio Vargas.

“No início dos anos 90, havíamos acabado de nos tornar uma democracia, ainda sofríamos com a hiperinflação e a seleção brasileira não ganhava uma Copa desde os anos 70 – mas ligávamos a TV no domingo e víamos a bandeira brasileira no pódio”, ele lembra.

“Ayrton Senna personificava a ideia de um país que podia dar certo, era motivo de orgulho nacional em um momento crítico. Por isso, é natural que sua imagem tenha ficado gravada na memória afetiva de tantos brasileiros.”

Segundo um estudo do instituto Ibope Repucom que analisa a percepção da população sobre celebridades – o Celebrity DBI – Senna é a personalidade com mais aceitação entre os brasileiros.

No total, 89% da população em geral admira o piloto – percentual maior que o de ídolos como Pelé, Ronaldo, Neymar e o tenista Gustavo Kuerten.

Ovo de páscoa do Senninha (Divulgacao)

Ovo de páscoa do Senninha

No caso dos brasileiros com mais de 25 anos, o índice é de 93%.

Para Eduardo Muniz, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e sócio-diretor da agência Top Brands, contribui para a força da imagem do piloto o fato de sua história reproduzir a “trajetória de um herói de uma tragédia mitológica”.

“O acidente de Ímola matou Senna no auge. Ninguém chegou a ver o declínio de sua carreira, como no caso de outros atletas, como Gustavo Kuerten”, diz Muniz.

“Isso eternizou na mente das pessoas a imagem do piloto em seu melhor momento – o que ajuda a dar força a sua marca.”

No caso dos brasileiros com mais de 25 anos, o índice é de 93%.

Para Eduardo Muniz, professor da Escola Superior de Propaganda e Marketing e sócio-diretor da agência Top Brands, contribui para a força da imagem do piloto o fato de sua história reproduzir a “trajetória de um herói de uma tragédia mitológica”.

“O acidente de Ímola matou Senna no auge. Ninguém chegou a ver o declínio de sua carreira, como no caso de outros atletas, como Gustavo Kuerten”, diz Muniz.

“Isso eternizou na mente das pessoas a imagem do piloto em seu melhor momento – o que ajuda a dar força a sua marca.”

Gestão da marca

Na opinião dos especialistas, porém, parte desse potencial de negócios ligado ao nome Senna poderia ter se perdido ao longo dos anos não fosse a boa gestão da marca pela família do piloto – que a vinculou a projetos sociais tidos como referência na área de educação.

Muniz nota, por exemplo, que embora o piloto sempre fosse visto como alguém sensível a problemas sociais e humanos, morreu antes de poder concretizar seus projetos nessa área.

O IAS foi idealizado por Senna, mas só saiu do papel em novembro de 1994, quando sua família lhe cedeu todos os direitos sobre a imagem do piloto.

Desde então, a ONG vem atuando em projetos para melhorar a eficiência de instituições de ensino por todo o país, organizando desde programas de reforço escolar e capacitação de educadores até sistemas de gestão de recursos.

Pelas contas de seus coordenadores, atende a uma média de 2 milhões de crianças a cada ano. E é para tal projetos que se destina toda a receita obtida com o licenciamento de produtos da grife Senna – do tênis do Senninha aos relógios Hublot da coleção do piloto.

Avião da Azul (Foto AFP)Avião da Azul foi pintado de modo a imitar capacete de Senna

“O fato de os recursos serem usados em projetos sociais é o que permite que uma variedade tão grande de mercadorias seja licenciada sem que haja um desgaste comercial da marca”, acredita Muniz.

“Se o lucro com esses negócios fosse simplesmente embolsado pela família, provavelmente eles teriam de selecionar uma gama menor de itens mais ligados ao universo da Fórmula 1 para evitar a percepção de que o nome do piloto poderia estar sendo superexplorado”, opina.

Branding

A grife Senna é um caso de sucesso em uma área de negócios que ainda engatinha no Brasil – o chamado “branding” esportivo.

Trata-se do trabalho de construção e de administração de uma marca esportiva para aproveitar seu potencial de mercado em licenciamentos e campanhas publicitárias.

É claro que, no caso dos atletas, esse potencial depende antes de tudo da forma como cada um toca sua vida e carreira, como explica João Henrique Areias, autor do livro Uma Bela Jogada – 20 anos de Marketing Esportivo.

“Se o atleta tem uma imagem positiva e uma conduta que pode servir de inspiração para os jovens, mais empresas vão querer se vincular a seu nome”, diz Areias, que nos anos 90 foi sócio de Pelé em uma consultoria de marketing esportivo que levava o nome do jogador.

“Era esse o caso de Senna, identificado com valores como garra e persistência.”

Por outro lado, quem está constantemente metido em escândalos ou é visto como um atleta sem ética pode se tornar um azarão no mundo publicitário.

Um caso emblemático nesse sentido é o do ciclista Lance Armstrong, que caiu em desgraça quando veio à tona que ele praticou doping para vencer seus sete Tours de France.

Depois do escândalo, Armstrong não só perdeu o patrocínio da Nike como a fabricante de produtos esportivos também anunciou que não pretendia nem renovar sua parceria com a fundação criada por ele para apoiar vítimas de câncer – a Livestrong.

“Há erros que são imperdoáveis para o público, embora deslizes menos graves possam ser deixados para trás se forem admitidos prontamente e o atleta mostrar arrependimento pelo que fez”, acredita Areias.

Moto em homenagem a Senna (Foto Divulgacao)

Modelo de moto em homenagem a Senna

Campanhas erradas

Ele destaca, porém, que mesmo com uma vida pessoal livre de polêmicas, um esportista pode ter o potencial comercial de seu nome minado pela escolha de produtos, campanhas e peças publicitárias erradas – e essa é uma das áreas em que uma boa gestão da sua “marca” pode fazer a diferença, como mostra o caso Senna.

Nos anos 1970, por exemplo, o jogador Gérson acabou sendo identificado como uma espécie de patrono dos malandros e sujeitos sem escrúpulos após uma propaganda de cigarro na TV em que, com um sotaque carioca carregado, convidava os telespectadores a serem espertos para “levar vantagem” na vida.

Hoje, os aficcionados por futebol provavelmente vão lembrar que o meia-armador Gérson de Oliveira Nunes era parte da seleção tricampeã de 1970; que era conhecido como o “canhotinha de ouro” e conseguia lançar a bola aonde quisesse, com uma precisão invejável.

Mas um número ainda maior de pessoas vai associar seu nome ao controverso código de conduta que ficou conhecido com “Lei de Gerson”: “Leve vantagem você também, leve vantagem em tudo”.

“Há contratos comerciais que garantem uma boa rentabilidade imediata, mas se os valores da empresa em questão estão em desacordo com os valores aos quais queremos ligar a nossa marca, o estrago pode ser grande no longo prazo”, explica Crespo, do IAS. “Sempre tivemos consciência disso no IAS – e acho que isso foi crucial para o sucesso da marca Senna.”

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http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2014/05/140429_marca_senna_ru.shtml

Cresce o uso de softwares anti-plágio

Programas reconhecem cópias em trabalhos e teses; em Minas, instituições ignoram funcionalidade.

Problemas de plágio não são coisa nova na história da academia: de acordo com professores e especialistas em educação superior, a cópia indevida de trechos ou ideias sempre existiu em trabalhos e estudos, desde os tempos mais antigos. No entanto, o desafio ganhou novas faces com a invenção e popularização da internet, que facilitou tanto a busca das informações, quanto a cópia, por meio do famoso Ctrl C, Ctrl V (teclas de teclado que são um atalho para cortar e colar).

Por esse motivo, uma parcela da universidade brasileira tem demonstrado maior interesse em identificar ou coibir essas ações, e utiliza-se da tecnologia para isso. A principal ferramenta de apoio no processo é a utilização de softwares modernos de reconhecimento de originalidade em trabalhos acadêmicos. Um deles, o Turnitin, líder em software antiplágio no mundo, já está rodando nos computadores de professores de 35 instituições do Brasil.

Programas de reconhecimento como o da Turnitin funcionam a partir do cruzamento do texto entregue pelo aluno com artigos da internet, por meio de um imenso banco de dados próprio, com milhões de textos acadêmicos. Além disso, no caso da graduação, existe ainda a possibilidade de interceptação de trabalhos copiados por colegas da própria turma. É um círculo que se fecha.

De acordo com a Turnitin, a licença funciona de acordo com o tamanho da instituição e leva em conta o número de alunos. Por isso, valores como o pago pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), por exemplo, que investe US$ 18 mil anualmente (cerca de R$ 40 mil) para que a ferramenta esteja disponível para todos os professores, não assustam: eles parecem fazer jus ao serviço que oferecem.

O motivo do maior interesse pelos softwares antiplágio teve um empurrãozinho de um caso recente envolvendo a ministra da Educação da Alemanha, Annette Schavan, 57. Por lá, em fevereiro do ano passado, a educadora perdeu o título de doutorado após acusações de plágio. De fato, casos crescentes de cópias em pesquisas têm ganhado o interesse das instituições, inclusive no Brasil.

Nas instituições mineiras, porém, o assunto ainda é ignorado. As assessorias da PUC Minas e do Centro Universitário UniBH informaram que não compraram softwares anti-plágio. Mais que isso, não têm interesse em fazê-lo – pelo menos, por enquanto.

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http://blog.vilage.com.br/propriedade_intelectual/cresce-o-uso-de-softwares-anti-plagio

Apple está em vias de apresentar novo conceito de “lar inteligente”

A Apple está planejando introduzir no mercado um novo conceito de casa inteligente na próxima edição da Worldwide Developers Conference, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo e onde grandes empresas costumam anunciar inovações em seus produtos. De acordo com um relatório publicado pelo jornal Financial Times, o sistema permitiria que os usuários possam controlar suas luzes , aparelhos e sistemas de segurança com seus iPhones.

A conferência começa no próximo dia 2 de junho. Os rumores de que a Apple está investindo na tecnologia veio no esteio da compra, pelo Google, do Labs Nest – um termostato inteligente cujo desenvolvimento foi iniciado por dois ex-executivos da empresa da maça, Tony Fadell e Matt Rogers. A aquisição da gigante de buscas na Internet foi anunciada em janeiro, por US $ 2,8 bilhões.

A ainda segundo o relatório publicado pelo jornal, apenas “seleto número” de fabricantes de dispositivos serão certificados para oferecer produtos que funcionem com o futuro sistema da Apple. Nenhum fabricante chega a ser mencionado no documento. A Apple não chegou a comentar o assunto.

Mas empresa sinalizou interesse na categoria ao obter, em junho de 2012, a patente de uma tecnologia que conecta sistemas de iluminação, segurança, abertura de garagem, controladores de música, de temperatura clima e até utensílios de cozinha. Tudo por meio de dispositivos móveis. Tal categoria de tecnologia é chamada de “Internet das coisas”, em que aparelhos inteligentes são integrados a dispositivos móveis ou desktops.

De acordo com levantamento feito pelo tradicional site de tecnologia Business Insider, essa categoria de produtos deverá estar presente em 9 bilhões de produtos até o ano de 2018.

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http://jornalggn.com.br/noticia/apple-esta-em-vias-de-apresentar-novo-conceito-de-%E2%80%9Clar-inteligente%E2%80%9D

iPhones e iPads poderão captar energia solar com painéis

São Paulo – Até pode ser que um dia a humanidade entre em uma guerra sangrenta contra robôs. Mas a grande briga atual entre homens e máquinas é para fazer a bateria do smartphone durar o dia todo. A Apple parece que pretende dar uma mãozinha para o nosso time.

A empresa registrou uma patente que prevê o uso de painéis solares em telas sensíveis ao toque. A patente registrada nos Estados Unidos registra a ideia tanto em telas comuns quanto em telas flexíveis (quem sabe em alguns anos também vemos um iPhone flexível?).

A Apple já havia registrado uma patente parecida. Antes, no entanto, o painel solar deveria ser instalado em superfícies sensíveis ao toque, mas não telas. Nessa descrição, se encaixariam superfícies como a rodinha inteligente do iPod.

Para se carregar a bateria de um iPhone ou iPad usando apenas energia solar, seria necessário um painel grande (maior do que a tela em si). Mas talvez a Apple imagine usar os painéis para diminuir o consumo da energia armazenada na bateria. Isso aumentaria de alguma forma a vida útil de um tablet ou smartphone ao longo do dia.

A Apple vem atuando com força a favor da energia solar. Em 2013, a empresa passou a alimentar seus data centers com 100% de energia renovável (graças à instalação de painéis solares).

Vale lembrar que o registro de uma patente não significa uso da tecnologia. Nos próximos anos a Apple deve testar a eficácia e os benefícios de adicionar a tecnologia a seus produtos.

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http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/iphones-e-ipads-poderao-captar-energia-solar-com-paineis

Fifa consegue patente de mais de mil marcas

A Fifa registrou 1.116 marcas junto ao INPI (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) para a Copa do Mundo. A entidade quer evitar que palavras ligadas ao Mundial sejam utilizadas comercialmente por outras empresas e até mesmo pelo Governo brasileiro.

Entre os verbetes, estão os termos que remetem diretamente ao evento como 2014 Fifa World Cup Brazil, Copa 2014, Copa do Mundo ou ainda termos mais “curiosos” como pagode. Segundo o diretor de marcas do INPI, Vinícius Bogéa Câmara, “o registro da Fifa nesse caso é delimitado por um escopo bem específico, de fonte tipográfica e não incorpora o uso em produtos e serviços”, declarou ao portal G1.

Também é possível consultar no site da entidade um documento que explica todos os motivos que levaram a Fifa a pedir esses registros. Abaixo, uma lista com os termos protegidos de uso comercial solicitados pela entidade: 2014 Fifa World Cup Brazil; 2014 Fifa World Cup; FIFA World Cup; World Cup; 2014 World Cup; World Cup 2014; Brazil 2014; 2014 Brazil; Brasil 2014; Football World Cup; Soccer World Cup; Copa 2014; Copa do Mundo; Mundial 2014; Mundial de Futebol Brasil 2014; Copa do Mundo 2014; Nomes das cidades-sede mais 2014.

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http://www.correiodoestado.com.br/noticias/fifa-consegue-patente-de-mais-de-mil-marcas_217006/

Google patenteia o que pode ser uma lente de contato inteligente

Mesmo com todas as inúmeras inovações no ramo das tecnologias, para a gigante Google nunca parece ser suficiente. Após o anúncio do lançamento do Android Wear e o antecipado sucesso do Google Glass, surge o boato de que a empresa estaria trabalhando em uma lente de contato inteligente.

Os boatos sobre o acessório se iniciaram com a notícia da concessão da patente à empresa, o que é um sinal claro de que algum estudo ou trabalho já foi iniciado. É bom frisar que a notícia não possui relação com a criação da lente da Google lançada em janeiro deste ano, cujo principal objetivo é o diagnóstico da diabetes.

As primeiras informações acerca do produto são de a ideia ser de uma lente de contato sensorial, com medidores de luz, pressão, temperatura, entre outros, somado à um comando de controle e uma fonte de energia própria (solar ou térmica) para manter o dispositivo em funcionamento.

Nenhum destes pensamentos está organizado ou confirmado ainda, e a empresa não se pronunciou oficialmente acerca dos rumores.

Fonte: mobilexpert.com.br

Google ultrapassa Apple e se torna a marca mais valiosa do mundo

Google vs. Apple

Depois de três anos na liderança, a Apple caiu para o segundo lugar e hoje Google é a marca mais valiosa do mundo, segundo a pesquisa da Millward Brown (PDF).

O valor da Apple diminuiu 20%, valendo hoje “apenas” 148 bilhões de dólares. O Google, por outro lado, cresceu 40%, tendo seu valor avaliado em US$ 159 bilhões.

Peter Walshe, diretor da Millward Brown, explica que o Google está vendo o resultado de espalhar sua presença em áreas diversas, como carros auto-dirigíveis e utilizáveis como o Glass. A Apple, por sua vez, segue fabricando celular, tablets e PCs.

A IBM segue em terceiro lugar, mesmo com uma diminuição de 4%, seguida pela Microsoft, que cresceu 29%. McDonald’s vem em quinto e Coca-Cola em sexto.

Top 10

A área de tecnologia domina as primeiras posições, mas chama a atenção a presença do Marlboro em nono lugar, mesmo com a demonização do tabaco mundo afora.

A China também cada vez marca mais presença, com o Portal Tencent em 14º. O Facebook ficou 21º e a Samsung em 29º.

fonte

http://meiobit.com/287585/google-ultrapassa-apple-e-se-torna-marca-mais-valiosa-mundo/