Os Mandamentos da Marca

1- Faz-me vencedora e líder, mas com lealdade.
2- Faz-me distinta e com identidade: dá-me beleza e faz-me desejada. E, se não for pedir muito, com conteúdo também.
3- Impedirás, com unhas e dentes, que me copiem, imitem ou me reproduzam sem o meu conhecimento.
4- Protege-me legalmente. Sempre.
5- Não confiarás apenas em teus vendedores para avaliar minha imagem no mercado. Sabes que eles são como o cabrito tomando conta da horta.
6- Não dirás que sou valiosa: calcularás de fato quanto valho, com quem sabe fazer isto.
7- Não tentarás entrar no bolso dos consumidores antes de entrar em suas vidas. Entende que relacionamento é reconhecimento.
8- Não copiarás o próximo, nem o distante.
9- Não me enclausures. Ao contrário, torna-me onipresente.
10-Saibas que não há design algum que salve uma estratégia equivocada.
11-Usa-me com inventividade, consistência e benevolência. Saibas que é mais fácil perder do que construir uma reputação.
12-Faz-me evoluir quando necessário. Mas não me mudes antes da hora: saibas com sabedoria, como e quando. Teme pela imprudência, jogar fora o bebê junto com a água do banho.
13-Não me estende a novas categorias de produto em uma velocidade maior que a capacidade de apreensão do consumidor.
14-Dá-me notoriedade. Mas acima de tudo aspiração.
15-Concede-me qualidade. E, em contrapartida, dar-te-ei preferência.
16-Nunca te esqueças que a única base concreta de um bom plano de marketing é o amor. Que só o amor ao consumidor pode fazer de mim uma marca de sucesso, que só o amor gera satisfação, respeito e fidelidade.
17-Descubra minha identidade secreta e torna-a conhecida de todos os que me desejam, por meio de investimentos adequados e bem conduzidos. Respeita-me e torna-me conhecida e valiosa e eu te retribuirei com a fidelidade eterna teus clientes e fartos lucros.
18-Não espera que eu resista impunemente à transgressão de qualquer um dos mandamentos anteriores. Estarás cometendo um “Pecado mortal”.

fonte

http://www.newmarc.com.br/novo/pt/visualizarArtigo.asp?id=28

Oftalmologista brasileiro cria acessório e app para prevenir doença que pode causar cegueira

A nossa córnea tem um formato esférico. Porém, para um número considerável de pessoas, há um desvio provocado por uma protuberância que se forma em sua superfície, a deixando parecida com um cone. Essa doença é conhecida como ceratocone e geralmente é diagnosticada na fase da pré-adolescência (dos 10 aos 12 anos de idade), quando é mais fácil de ser tratada.

Estamos falando de uma doença silenciosa, sendo que a curto/médio prazo fica bem difícil perceber os sintomas. Somente a longo prazo é possível sentir os seus efeitos e o mais alarmante é que, com uma simples coçada no olho, essa doença pode ser desencadeada. Segundo o oftalmologista Francisco Irochima, a ceratocone na sua fase mais avançada pode provocar até cegueira. De acordo com as estatísticas mundiais, essa doença acomete 250 a cada 100 mil pessoas.

Dr. Francisco Irochima

Mas vamos deixar esse post um pouco mais alegre: o Dr. Irochima[1] desenvolveu um acessório o qual, acoplado ao iPhone, pode ajudar na prevenção da doença supracitada, evitando com isso que ela chegue ao seu estágio mais avançado.

Em formato de case — e que de certo modo lembra uma olloclip gigante, o acessório que o Dr. Irochima inventou foi o resultado de um ano de muitas pesquisas e testes, prometendo ser o método mais simples, eficaz e barato para prevenir a ceratocone. Logicamente, para que a case funcione em sua totalidade, foi lançado também um aplicativo. Juntos, eles podem detectar essa enfermidade em pacientes de qualquer idade, seja de qual localidade for.

Dr. Francisco Irochima

Existe um equipamento chamado Topógrafo de Córnea com o qual o médico trabalha. Contudo, ele é um dos mais caros e pesados de seu consultório — e está acoplado a um desktop. Normalmente, é com esse equipamento que o Dr. Irochima trabalha para detectar a doença. Mas agora tudo mudou.

Com o aplicativo e o gadget nós conseguimos condensar todo esse equipamento na palma da mão!

O protótipo foi batizado com o nome de Topograph Smart System e, além das funções já comentadas no post, possibilita também que os dados coletados através do equipamento sejam enviados via email para um especialista em qualquer lugar do mundo.

Ou seja, o paciente não vai precisar procurar o consultório, o consultório é que vai buscar esse paciente porque essa é a tendência hoje em dia. O ceratocone é silencioso e só pode ser estagnado se descoberto na fase inicial da doença.

Dr. Francisco Irochima

A ideia, aqui, é que uma pessoa num município distante de grandes centros urbanos poderá ser examinada e diagnosticada por um médico através de forma simples e fácil. O aplicativo é autoexplicativo e qualquer profissional pode fazer a imagem do olho do paciente que será examinada por um oftalmologista, responsável pelo diagnóstico e pela prescrição médica: “O mais importante é que os exames podem ser feitos com um aparelho de baixo custo”, afirma o Dr. Irochima.

O app cria instantaneamente os mais variados tipos de mapas do olho e traz mais um detalhe: o médico pode tocar na córnea virtual criada pelo app e assim visualizar, através de sensores de calor, onde está localizada a protuberância (seja na parte inferior do globo ocular ou na parte central).

E engana-se quem pensa que o Topograph Smart System é o primeiro aplicativo desenvolvido pelo Dr. Irochima. O oftalmologista também tem em seu currículo ao menos quatro outros projetos do tipo: Eye Refraction (proporciona um ambiente virtual no qual o oftalmologista pode visualizar todas as possibilidades de erros e correções refratavas), Aniseikonia (detecta os pacientes que ficarão insatisfeitos com a prescrição dos óculos devido à ansiedade), Rule of Conoid (permite ao medico descobrir qual a nova refração compensada a ser prescrita nos casos de pacientes com elevado astigmatismo e aniseiconia associada) e Helper Keratoconus (app que reduz o tempo para encontrar a refração teórica de um paciente com ceratocone e com difícil esquiascopia).

E mais uma vez vemos a tecnologia a serviço do homem! Salve Jobs — e o Dr. Irochima!  😉


fonte

http://macmagazine.com.br/2014/02/02/oftalmologista-brasileiro-cria-acessorio-e-app-para-prevenir-doenca-que-pode-causar-cegueira/

Inovação não se mede só com patente

A petroquímica Braskem, do grupo Odebrecht, ganhou projeção internacional nos últimos anos ao produzir o chamado ‘plástico verde’ (ou poliestileno verde, no termo técnico) fabricado a partir de matéria-prima renovável – no caso, o etanol da cana de açúcar.

A inovação permeia o caminho da petroquímica, que investiu cerca de R$200 milhões em pesquisas em 2013.  Atualmente, a companhia desenvolve 270 projetos de inovação em 24 laboratórios de controle de qualidade e em dois grandes centros de pesquisa, localizados no Polo Petroquímico de Triunfo (RS) e em Pittsburgh (Estados Unidos). Desse total, 220 são direcionados por profissionais do centro de Triunfo, comandado por Patrick Teyssonneyre, diretor de inovação e tecnologia da companhia. Para o diretor, a criatividade para inovar não está apenas em criar novos produtos, mas encontrar “boas ideias para aperfeiçoar tecnologias e ativos já existentes”.

No dia 14 de fevereiro, a Braskem foi incluída no ranking da revista americana Fast Company que traz as 50 empresas mais inovadoras do mundo.  A revista destacou a “busca da petroquímica por desenvolver alternativas renováveis para a produção dos derivados do petróleo”. Em entrevista a Época NEGÓCIOS, Teyssonneyre afirma que inovação vai além de depositar patentes. “Muitas das nossas invenções não são registradas desse modo para não abrimos para as concorrentes”, afirma.

Em 2013, a Braskem depositou 112 novas patentes. Há metas anuais? Qual é a área de pesquisa que mais tem gerado patentes?
Patentes são muito importantes para nós, mas não tratamos como meta ou algo que nos obrigue a depositar um determinado número por ano. Patente tem um lado que pode gerar problemas em alguns casos: para realizar o depósito, é preciso abrir todos os detalhes que estão por trás daquela inovação. Como não são todos os países que são rigorosos com relação à propriedade intelectual, nós preferimos não abrir todos os casos e aí mantemos apenas com sigilo interno. Não dá para medir inovação somente através de patente, porque aqui na Braskem por exemplo, há muitas invenções que não são registradas nessa forma. Mas continua sendo um indicador do conhecimento gerado. No ano passado, por exemplo, o maior número de depósitos esteve relacionado à área de polímeros, catálises e renováveis.

Muitos especialistas afirmam que ainda é difícil inovar no Brasil por razões que vão desde a falta de maturidade até a ausência de demanda industrial. Como o senhor analisa o ambiente de inovação no país?
Em comparação a outros países inovadores, como Japão, Estados Unidos e Israel, o desenvolvimento de novas tecnologias é fraco por aqui ainda. Mas eu acredito que há condições de inovar. Há muitas linhas de financiamento, instituições de fomento e empresas que puxam e ajudam a fortalecer esse ambiente. Estamos em processo de amadurecimento e precisamos resolver problemas como o tempo de depósito de patente, falta de mão de obra qualificada, burocracia para a aquisição de equipamentos. Mas são detalhes operacionais que precisam ser ajustados. No mais, acredito que para a empresa que tem a inovação como pilar é possível sim.

Mão de obra qualificada é um problema para o crescimento das pesquisas da Braskem?
Todas essas interações entre instituições, a vinda de consultores estrangeiros e parcerias com outras empresas tem esse propósito também. Nós realmente temos dificuldade de contratar pesquisadores altamente qualificados e que tenham o domínio da língua inglesa. Há vagas no campo de Triunfo que estão abertas há mais de quatro meses, como o cargo de pesquisador sênior na área de polímeros. Para encontrar pessoas qualificadas, o que funciona muito é o networking – entre os pesquisadores e universidades.

Quais as principais frentes de atuação de pesquisa da Braskem para 2014 e para os próximos anos?
Os principais produtos que produzimos são os polímeros: matérias-primas plásticas. Temos uma série de projetos que visam mudar as características desses plásticos e criar novas aplicações. De todos eles, temos três grandes frentes. A primeira é o desenvolvimento de plásticos inteligentes que sinalizam contaminações ou vazamentos.
Olhando mais para o futuro, também queremos fabricar catalisadores, que são especialidades químicas que formam o plástico e indicam qual propriedade ele vai ter. Com novos catalisadores, buscamos diferenciar os produtos do nosso portfólio e trazer maior competitividade aos ativos já existentes. O terceiro grupo é o dos produtos químicos desenvolvidos a partir de fontes renováveis. É uma área muito estratégica para a gente, que consome parte significativa do nosso investimento em P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) e é fomentada através de parcerias com outras empresas. Recentemente, fechamos acordo com a Genomática [empresa americana de biotecnologia] para o desenvolvimento de butadieno verde [produto químico feito a partir do açúcar e que pode ser utilizado como matéria-prima da borracha sintética].

Há metas para transformar os projetos em produtos ou aplicações? Qual é o tempo médio que uma pesquisa promissora demora para ser aplicada no mercado?
Temos metas de lançamento anuais, de valor econômico adicional que será revertido em valor líquido para a empresa e metas financeiras para prospectar novos projetos para os próximos dez anos. Grande parte dos nossos 270 projetos atuais está focada no curto e médio prazos e tem um timing de aplicação de 6 meses a três anos.
Em 2013, por exemplo, 19% do nosso volume comercializado de polipropileno e polietilenos no Brasil foi oriundo de novos produtos desenvolvidos nos últimos 3 anos. Mas todos esses indicadores são variáveis, mesmo porque a gente não encara a inovação como fim, a gente encara como meio.
 

Em 2013, o maior número de patentes da Braskem esteve vinculado à área de polímeros, catálises e renováveis (Foto: Divulgação)

Em janeiro deste ano, a Braskem anunciou a produção de rolhas de garrafas de vinho a partir de plástico verde. O que a gente pode esperar para 2014 em termos de inovação com esse polímero?
Uma das novidades que chegará ao mercado em março é a embalagem produzida para a Tetrapark. O consumidor poderá encontrar produtos embalados com plástico verde e que ajudam a conter vazamentos de líquidos, como sucos e leites. É importante lembrar que o nosso polietileno verde possui a mesma performance que o polietileno petroquímico, em termos de resistência, barreira e óticas. A grande diferença é que é uma fonte renovável de matéria prima, que é o etanol, da cana de açúcar. Para cada tonelada de PE Verde produzido são retiradas 2,15 toneladas de gás carbônico da atmosfera.

Como funciona a priorização da pesquisa tanto na criação de novos produtos como no aperfeiçoamento de tecnologias já existentes?
Nossa orientação é o mercado. Nossas equipes comerciais estão a todo momento interagindo com os clientes para trazer tendências e déficits que precisamos corrigir. Os nossos critérios de priorização incluem estratégia, necessidade do cliente e valor econômico de retorno.
Com relação à inovação, eu costumo dizer à minha equipe que esse é um processo que exige criatividade e disciplina. Acho que a criatividade é necessária para trazer não só boas ideias de novos produtos e projetos – mas ideias que contornem nossas dificuldades técnicas e aperfeiçoem nossos processos. Já a execução exige disciplina para garantir que essa criatividade torne-se um produto ou nova tecnologia.

fonte

http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Empresa/noticia/2014/02/inovacao-nao-se-mede-so-com-patente.html

 

 

A Propriedade Intelectual nas Reorganizações Societárias

A PROPRIEDADE INTELECTUAL NAS REORGANIZAÇÕES SOCIETÁRIAS

Após muitas décadas vivendo à sombra da teoria geral do direito comercial, o estabelecimento (antes comercial, hoje empresarial) ganhou seu lugar no nosso direito positivo, no art. 1.142 do Código Civil de 2002.

Embora o mencionado artigo de lei o declare simplesmente “complexo de bens organizado”, Oscar Barreto Filho em sua “Teoria do Estabelecimento Comercial” melhor o especificava como complexo de bens materiais e imateriais organizado pelo empresário para o exercício da empresa. A principal finalidade da caracterização do estabelecimento como tal era a possibilidade do seu trespasse, como objeto unitário de direitos.

Como devem se lembrar os advogados de propriedade industrial mais maduros, na vigência do Código de Propriedade Industrial de 1945 a marca só poderia ser transferida com o estabelecimento (acompanhada do gênero de negócio). Hoje a marca circula livremente no mundo dos negócios, podendo ser objeto de negócios jurídicos translativos, independentemente do trespasse do estabelecimento.

Assim também as patentes (de invenção e de modelo de utilidade), os desenhos industriais e até os direitos de autor, todos objeto dessa propriedade sui-generis chamada de propriedade intelectual.

Na época dos grandes comercialistas brasileiros, como Carvalho de Mendonça, Waldemar Ferreira e mesmo Oscar Barreto predominavam no mercado os comerciantes individuais e seus estabelecimentos (conjunto de bens) e o negócio jurídico padrão era o trespasse do estabelecimento, como objeto unitário de direitos (art. 1.143).

Hodiernamente é muito raro o trespasse do estabelecimento como tal. Na época das pessoas jurídicas, costuma-se separar um setor determinado do estabelecimento sob nova pessoa jurídica e transferir a terceiros as ações ou quotas dessa pessoa jurídica. Transferido o estabelecimento, transferem-se ao adquirente os bens imateriais integrantes do “complexo de bens organizado” por força do próprio trespasse do negócio (estabelecimento).

Na simples cessão de controle (de quotas ou ações) não há trespasse do estabelecimento, que segue de titularidade da mesma pessoa jurídica.

Não assim nos casos de incorporação ou fusão (ou mesmo de cisão integral ou parcial), casos em que surge uma nova pessoa jurídica titular dos bens imateriais componentes do estabelecimento.

O que muitos esquecem, no afã de realizar as fusões e incorporações, é que os bens de propriedade industrial não se transferem simplesmente através do arquivamento na Junta Comercial das assembléias de fusão ou incorporação. A lei de propriedade industrial determina que as transferências de propriedade dos bens imateriais só produzem efeito perante terceiros após sua averbação perante o Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

Caso contrário, a nova pessoa jurídica não pode arrogar-se a titularidade sobre tais bens de propriedade industrial, seja para coibir sua contrafação, seja para negociá-los com terceiros.

Após esta década de fusões e aquisições realizadas em profusão no Brasil, é fácil imaginar-se a balbúrdia em que se encontra a propriedade industrial em nosso país, com milhares de marcas e patentes largadas no limbo, sem titulares legítimos.

Fico pasmo de ver que os programas de MBA de nossos melhores cursos jurídicos contemplam em seus programas “due diligence” em matéria tributária e em meio ambiente e silenciam acerca da propriedade industrial.

As grandes bancas de advogados deveriam trabalhar em conjunto com os agentes de propriedade industrial quando atuarem em fusões e aquisições, seja na fase de “due diligence”, seja por ocasião da consolidação dos negócios.

De qualquer forma, assentada a poeira das reorganizações societárias, indispensável se faz uma auditoria acerca da real situação jurídica dos bens de propriedade industrial envolvidos.

fonte
http://www.newmarc.com.br/novo/pt/visualizarArtigo.asp?id=36

10 curiosidades sobre a história do chiclete

Aqui na Super você já aprendeu que ele pode engordar, é verdade, mas também pode te ajudar a ficar mais esperto, inteligente e até dar uma mãozinha na hora da concentração. Mas, afinal, de onde vem o chiclete? Descubra 10 etapas da história da goma de mascar:

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1. Os pesquisadores se dividem sobre quem seriam os criadores da goma. Boa parte deles acredita que o chiclete surgiu por volta do ano de 9 000 a.C., na região da Mesopotâmia, onde foram encontrados resíduos de chicle feito de resina de bétula em dentes humanos. Outros defendem que os “pais” do chiclete seriam os povos antigos que viviam na América, antes mesmo da colonização europeia.

2. Os Maias, que viveram entre 1000 a.C e 900 d.C., mascavam resinas extraídas da árvore de Yucatán para refrescar o hálito.

3. Acredita-se que essa resina era chamada pelos Maias de “Tchi-Clé” (“Tchi” significaria “boca” e “Clé”, movimento). A palavra foi adaptada pelos colonizadores espanhóis.

4. Já os Astecas, que viveram entre os séculos XIV e XVI, faziam gomas de mascar a partir do látex do sapotizeiro – árvore que dá o sapoti – que produzia uma resina a qual os nativos davam o nome de chicle. Eles a utilizavam para ajudar na produção de saliva durante as caminhadas.

5. A guloseima como conhecemos hoje foi criada em 1872, pelo inventor norte-americano Thomas Adams. Depois de ver uma menina pedir um pedaço de parafina para mascar, ele inventou uma goma com as sobras de resina do Sapotizeiro. O sucesso de sua criação foi tão grande que logo Adams sofisticou a goma, que foi chamada de “Adams New York nº 1”.

6. Nas décadas seguintes ele precisou abrir várias fábricas para atender à grande demanda dos consumidores dos EUA.

7. Em 1880, um vendedor de pipocas de Cleveland, nos EUA, chamado Willian J. White, deu sabor à goma, e chamou seu produto de “Yucatan”. Já o chiclete de bola teve origem nas mãos de Frank H. Fleer, já no século XX. Ele chamou sua criação pelo sugestivo nome de Blibber-Blubbler.

8. Durante a Segunda Guerra Mundial, o produto passou a ser comercializado com o intuito de aliviar o estresse dos civis e dos soldados dos EUA. Foi no período pós-guerra que as vendas do chiclete dispararam.

Bubble Gum

9. Depois do fim da Grande Guerra as resinas naturais foram substituídas por substâncias sintetizadas a partir do refino do petróleo, por causa do custo de fabricação.

10. A partir da década de 1960 surgiram os primeiros chicletes sem açúcar.

fonte

http://super.abril.com.br/blogs/historia-sem-fim/10-curiosidades-sobre-a-historia-do-chiclete

 

Brasileiros que pleiteiam a autoria de grandes invenções

Biocelular
Em dezembro de 2004, um grupo de pesquisadores ingleses anunciou à imprensa a invenção de um celular “plantável”. O aparelho possui uma capa de plástico biodegradável dotada de uma semente de flor. Logo após a divulgação do objeto, o designer brasileiro Belmer Negrillo veio à público dizer que era seu verdadeiro autor. Ele elaborou o projeto como parte de uma monografia de mestrado apresentada em 2002 ao instituto italiano Ivrea. Negrillo, porém, não registrou a criação.

Cinema
Dois anos depois da primeira projeção cinematográfica dos irmãos Lumiére, em 1895, o pernambucano José Roberto de Cunha Sales solicitou ao Arquivo Nacional Brasileiro a patente do primeiro projetor de imagens em movimento. Ele usou como prova da autoria do aparelho uma seqüência de 11 fotogramas mostrando cenas do mar batendo em um píer. Mais tarde, descobriu-se que as imagens não haviam sido feitas por Sales e provavelmente vinham dos Estados Unidos ou da Inglaterra. A patente acabou sendo anulada.

Máquina de escrever
O Padre Francisco de Azevedo alega ter sido o idealizador da máquina de escrever. Ele chegou a ganhar a medalha de ouro na Exposição Nacional de Inventos de 1861. Em 1871, Francisco foi procurado por um estrangeiro interessado em lhe levar aos Estados Unidos para exibir sua criação. Ele recusou, mas o homem acabou se apoderando do invento. Quem levou a patente da máquina, então, foi o inglês Henry Mill em 1915.

Rádio
O Padre Landell de Moura transmitiu ondas radiofônicas em São Paulo, por meio de um mecanismo dotado de um microfone eletromecânico e um alto-falante telegráfico. Muitas autoridades testemunharam a engenhoca, mas o religioso só obteve a patente de sua criação em 1901, 5 anos depois do italiano Guglielmo Marconi. A igreja criticou Landell, chamando-o de “feiticeiro”.

fonte

http://guiadoscuriosos.com.br/categorias/4027/1/sera-que-foi.html

Café do Cerrado mineiro recebe registro de Denominação de Origem do Inpi

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial(Inpi) concedeu ao Café do Cerrado mineiro o primeiro registro de denominação de origem(DO) do grão, no país. O café nacional já tem quatro indicações de procedência (IP), mas esse novo registro é o primeiro que prova o vínculo do café com o meio ambiente.

Tanto o DO como o IP são indicações geográficas. Elas se referem a produtos ou serviços que tenham uma origem geográfica específica. O registro reconhece reputação, qualidades e características que estão vinculadas ao local. Uma indicação geográfica comunica ao mundo que uma determinada região se especializou e tem capacidade de produzir um artigo diferenciado e de excelência, informou o Inpi.

De acordo com o instituto, vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), o registro de denominação de origem “evidencia o alto padrão alcançado pela cafeicultura nacional”, na medida em que “reconhece as qualidades e características distintas do produto, resultado da influência do meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos”.

A região do Cerrado Mineiro possui cerca de 3,5 mil produtores e uma área de 147 mil hectares, distribuídos por 55 municípios localizados no Alto Paranaíba, Triângulo Mineiro e noroeste de Minas, que apresentam um padrão climático uniforme, com verões quentes e úmidos e invernos amenos e secos. Isso permite a produção de cafés de reconhecida qualidade.

Atendendo ao regulamento de uso da DO, as variedades utilizadas são, obrigatoriamente, da espécie Coffea arabica, informou a assessoria de imprensa do Inpi.

Em 2005, a região do Cerrado mineiro foi reconhecida como indicação de procedência (IP). Esse é o segundo registro de indicação geográfica (IG) brasileira concedido pelo órgão. O primeiro foi para os vinhos do Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul.

Fonte: Agrosoft Brasil

30 invenções bizarras do passado que não deram certo

Já imaginou assistir televisão com o aparelho encostado no seus olhos? Ou levar um guarda-chuva para si e outro para o seu cigarro, pra não correr risco dele se apagar na chuva?

Esses são só alguns exemplos de bizarrices que, por pouco, não se popularizaram e tornaram comuns. Mas, apesar do insólito, é preciso admitir que muitas das invenções que você vai ver abaixo podiam ser bem úteis nos dias de hoje.

Olha só:

1. Óculos para ler deitado

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2. Proteção para cigarro em dias de chuva

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3. Revólver que bate uma foto na hora do disparo

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4. Jornal enviado por fax

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5. Instrumento pra fumar cigarros na sequência, para fumantes compulsivos

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6. Escova que encaixa no contorno de uma careca, penteia de lado e inclui almofada para massagear o couro cabeludo

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7. Capa para proteger o cabelo no banho

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8. Máscara para a ressaca

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9. Chapéu de palha com rádio portátil acoplado

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10. Colete salva-vidas com ‘tubos’ em volta do corpo

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11. Metralhadora com cano curvado para disparar em torno de cantos

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12. Bicicleta familiar

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13. Sauna portátil

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14. Proteção de plástico para o rosto

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15. Caixa suspensa para bebê

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16. Vassouras para evitar pneus furados

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17. Prancha de surf motorizada

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18. Óculos de TV

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19. Motocicleta de uma só roda

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20. Piteira para dois

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21. Escova para o pescoço, que esfrega enquanto as crianças brincam (basta mexerem a cabeça)

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22. Carrinho de bebê protegido contra gás tóxico

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23. Cachimbo para dois

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24. Instrumento para ensinar seu filho a andar

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25. Secador de cabelo

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26. Bicicleta anfíbia

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27. Rede de segurança para pedestres

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28. Trajes de banho de madeira

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29. Máscara de gás para cavalo

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30. Portador de bebê suspenso

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fonte

http://www.hypeness.com.br/2014/02/30-invencoes-bizarras-do-passado-que-nao-deram-certo/

A Origem das Marcas – 3M

Fitas adesivas, abrasivos, fitas para fralda, protetores auditivos, filtros de água, luvas, etiquetas, bandagens curativas, fitas elétricas, esponjas e blocos de recados. Os produtos fabricados pela 3M estão muito mais presentes em nosso dia a dia do que podemos imaginar. Por mais de 100 anos, pessoas ao redor do mundo procuram na 3M produtos e idéias que solucionem seus problemas e tornem suas vidas mais fáceis e melhores. Espírito de inovação, essa é a 3M.

A história
A empresa foi fundada no dia 13 de junho de 1902 na cidade de Two Harbors, localizada na região dos Grandes Lagos no estado americano de Minnesota, por cinco homens de negócios (Henry Bryan, Hermon Cable, John Dwan, J. Danley Budd e William McGonagle) que acertaram a exploração de uma jazida mineral para extração de um abrasivo chamado Corindo. Porém, a jazida provou ser de pouco valor e a empresa Minnesota Minning and Manufacturing Company (Companhia de Mineração e Manufatura de Minnesota, daí a origem do nome 3M) rapidamente se mudou para próximo da cidade de Duluth, voltando seus negócios para a venda de lixas e derivados, depois de receber investimento do empresário Lucius Ordway. O logotipo tradicional da empresa foi utilizado pela primeira vez em 1906.

Em 1910, a empresa mudou-se para St. Paul, capital do estado de Minnesota, atraindo novos investidores, aperfeiçoando as lixas que produziam e mudando a abordagem comercial: os vendedores procuravam os usuários dos produtos em vez de gerentes. As inovações técnicas e de marketing começaram a produzir bons resultados, e em 1916, a companhia pagou seu primeiro lucro de 6 centavos de dólar por ação. Neste mesmo ano foi inaugurado o primeiro laboratório de pesquisa da 3M. A primeira lixa à prova d’água do mundo que reduzia poeira durante a produção de automóveis foi desenvolvida no início da década de 20. O novo produto revolucionou o mercado de pintura e acabamento de metais.


Outro marco importante ocorreu em 1925, quando pesquisadores da 3M descobriram que os fabricantes de carros necessitavam de um adesivo que facilitasse a pintura de carros com duas cores. Foi então, que Richard G. Drew, um jovem assistente do laboratório da 3M, criou um produto revolucionário, que foi batizado de Scotch Tape (fita escocesa) pelos operários: a primeira de muitas fitas adesivas sensíveis à pressão que a empresa iria produzir. O nome foi mantido e hoje é marca registrada de todas as fitas adesivas da empresa. No final desta década, em 1929, a empresa formou uma Holding na Europa junto com outras 8 fábricas, iniciando assim sua expansão no mercado internacional. A The Durex Corporation se tornou o primeiro negócio internacional da 3M.


Nos anos seguintes, o progresso técnico resultou, em 1930, na fita adesiva de celofane Scotch para selar caixas, facilitando a identificação de seus conteúdos, escrevendo tais informações, e que, com o tempo, propiciou a descoberta de centenas de outras utilidades. Nesta década a empresa teve um crescimento gigantesco. No início dos anos 40, devido a Segunda Guerra Mundial, a empresa apesar das grandes dificuldades que o período impunha, gerou novas soluções em produtos, como materiais refletivos Scotchlite para a sinalização de estradas, a fita magnética para a gravação de som, fita adesiva de filamento e o início da participação da 3M no mercado das artes gráficas com lâminas para o processo litográfico de impressão.


Na década seguinte a empresa expandiu seus domínios internacionais inaugurando núcleos na Austrália, Canadá, França, Alemanha, México e Inglaterra, além de introduzir produtos revolucionários como o processador de cópia Thermo-Fax, o protetor de tecido Scotchgard, a fita magnética de vídeo, as esponjas de limpeza Scotch-Brite e diversos novos produtos eletromecânicos. O microfilme Dry-silver foi introduzido no início da década de 60, junto com produtos voltados para a indústria de fotografia, papéis sem carbono, sistemas de projeção aérea e um rápido crescimento nos negócios de cuidados da saúde, com produtos médicos e dentários como o fio dental. Ainda nesta década, em 1963, inaugurou o primeiro laboratório de pesquisa fora dos Estados Unidos, em Harlow na Inglaterra.


Os negócios expandiram nos anos 70 e 80 nas áreas de farmácia, radiologia e de controle da energia. No final da década de 70 as vendas da 3M ultrapassaram os US$ 5 bilhões. Pouco depois, já nos anos 80, a 3M introduziu o bloco de recados adesivos Post-it, criando uma nova categoria de produtos no mercado, e transformando a comunicação entre as pessoas e o comportamento das organizações desde então. Na década de 90, a 3M continuou a desenvolver uma grande quantidade de produtos inovadores, incluindo modificadores farmacêuticos de resposta imune; filme para aumentar o brilho de displays eletrônicos e circuitos flexíveis usados em impressoras de janto de tinta, telefones celulares e em outros dispositivos eletrônicos.


Em 2002, a empresa adotou oficialmente o nome 3M Company. Dois anos depois, as vendas globais alcançaram, pela primeira vez, a marca de US$ 20 bilhões com novos produtos que contribuem significativamente para o crescimento contínuo da empresa. As inovações recentes incluem o bloco de recados Post-it Super Sticky, a fita adesiva transparente Scotch, películas ópticas para televisões LCD e uma nova família de produtos de limpeza Scotch-Brite, que proporcionam aos consumidores o poder de limpeza ideal e inteligente.


A linha do tempo
1914
● Introdução do abrasivo feito de óxido de alumínio chamado Three-M-ite. Era o primeiro produto exclusivo da 3M.
1947
● Lançamento das fitas magnéticas de vídeos.
1948
● Lançamento das primeiras fitas decorativas para presentes.
● Lançamento dos primeiros panos cirúrgicos.
1954
● Lançamento da linha Scotchlite, composta por materiais refletivos para sinalização de estradas e automóveis.
1958
● Lançamento da esponja Scotch-Brite, que se tornou a esponja número 1 da América.
1960
● Lançamento do microfilme Dry-silver.
● Lançamento do esparadrapo anti-alérgico Micropore.
● Lançamento da fita transparente Scotch Magic.
1963
● Lançamento da primeira grama sintética para uso esportivo sob a marca Tartan Tuf.
1967
● Lançamento das máscaras descartáveis.
1970
● Lançamento do filme protetor para embalar alimentos Scotchban e das fitas para selar caixas.
1975
● Lançamento da linha de produtos para a pele Buf-Puf.
1980
● Lançamento de um dos produtos de maior sucesso da empresa, os adesivos Post-It.
1985
● Lançamento das fitas adesivas para fraldas descartáveis.
1991
● Lançamento do insufilme (película protetora para vidros) sob a marca Scotchshield.
1993
● Introdução de um número exclusivo (1-800-3M HELPS) para tirar dúvidas sobre os produtos da 3M.
1997
● Introdução do medicamento Aldara, pomada de combate a células cancerígenas.


A empresa ainda possui a marca NEXCARE, que batiza sua linha de produtos para cuidados pessoais com bandagens adesivas, ataduras e gazes, esparadrapos, gel e spray antiséptico, cremes para a pele, entre muitos outros.


Uma empresa inovadora
A inovação é atualmente o grande desafio que todas as empresas devem enfrentar, qualquer que seja seu tamanho. E existe uma empresa em que a inovação já se tornou tradição: ela se chama 3M, e, a cada dia, uma dentre quatro pessoas no mundo usa um produto seu. Para entender esse DNA de inovação da 3M seria preciso fazer uma visita à sede da empresa, inaugurada durante a Primeira Guerra Mundial e localizada nos subúrbios de St. Paul, no estado de Minnesota, para descobrir como essa empresa tem tanta facilidade para inovar e tanto sucesso com isso, mesmo nadando contra a corrente (afinal, possui diversos focos em vez de um e oferece uma quase-estabilidade aos funcionários). Percorrendo as instalações do 3M Center (complexo formado por mais de 50 prédios em uma área de 475 acres), não é difícil entender: todos os funcionários são estimulados à desenvolver soluções inovadoras para os problemas e necessidades dos clientes e chegam a apresentar mensalmente cerca de 200 idéias novas.


Outro fator preponderante para essa obsessão por inovação é o investimento em pesquisas e desenvolvimento: 35 laboratórios de pesquisas onde trabalham mais de 7.000 cientistas e pesquisadores (3.900 trabalhando nos Estados Unidos). Anualmente a 3M investe mais de US$ 1.8 bilhões na área de pesquisa e desenvolvimento. O sucesso da empresa está na habilidade de aplicar suas tecnologias – freqüentemente por meio de combinações – em uma variedade infinita de necessidades dos clientes. Obviamente, tudo isso é possível devido aos funcionários e pesquisadores da 3M e ao seu compromisso único de tornar a vida das pessoas mais fácil e melhor no mundo todo.


A evolução visual
O logotipo da 3M mudou bastante no decorrer dos anos. Somente em 1926 designação 3M (escrita na época THREE M) apareceu em seu logotipo. A partir de 1937 o termo 3M foi incorporado oficialmente no logotipo da empresa. Depois de algumas modificações, em 1978 foi lançado o tradicional logotipo vermelho pelo qual a empresa é identificada nos dias de hoje.


Dados corporativos
● Origem: Estados Unidos
● Fundação: 13 de junho de 1902
● Fundador: Henry S. Bryan, Herman W. Cable, John Dwan, William A, McGonagle, and Dr. J. Danley Budd
● Sede mundial: Maplewood (subúrbio de St. Paul), Minnesota
● Proprietário da marca: 3M Company
● Capital aberto: Sim (1946)
● Chairman, CEO & Presidente: George Buckley
● Faturamento: US$ 23.1 bilhões (2009)
● Lucro: US$ 3.19 bilhões (2009)
● Valor de mercado: US$ 62.5 bilhões (outubro/2010)
● Valor da marca: US$ 3.586 (2010)
● Fábricas: 45
● Laboratórios de pesquisas: 35
● Presença global: 200 países
● Presença no Brasil: Sim
● Funcionários: 74.835
● Segmento: Conglomerado
● Principais produtos: Adesivos, abrasivos, fitas, esparadrapos, esponjas
● Ícones: Os blocos Post-It
● Slogan: Improving life through innovation.
● Website: www.3m.com

O valor
Segundo a consultoria britânica Interbrand, somente a marca 3M está avaliada em US$ 3.586 bilhões, ocupando a posição de número 90 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

A marca no Brasil
A 3M chegou ao Brasil em 1946 e instalou-se no dia 9 de abril na cidade de Campinas, sob a razão Durex, Lixas e Fitas Adesivas Ltda. Nesta época, sua linha de produção estava voltada exclusivamente para o mercado de fitas adesivas mas, em pouco tempo, a 3M já lançava novos produtos. Nos anos 60, a 3M consolidou suas operações em território nacional e introduziu produtos de sucesso como a esponja Scotch-Brite. Na década de 80, inovações como o Post-it ganharam mercado. Os anos 90 trouxeram tecnologias revolucionárias como a fibra ótica, a microreplicação e os não-tecidos.


Atualmente possui mais de 163.747 metros quadrados de parque fabril nas cidades de Sumaré, Ribeirão Preto e Itapetininga, no estado de São Paulo. Além disso, possui outras unidades localizadas em Mairinque (Cuno Latina, especializada em filtração de água e fluidos), interior de São Paulo; e Manaus no estado do Amazonas. A 3M do Brasil é responsável pela fabricação e comercialização de mil produtos básicos, dos quais derivam 25 mil itens. A empresa opera com uma estrutura formada por 35 unidades de negócios e atua em mais de 40 segmentos de mercado. Aproximadamente 70% dos produtos comercializados no país são produzidos localmente, sendo considerada uma das subsidiárias do Grupo com maior capacidade produtiva instalada.


A marca no mundo
A 3M, que emprega mais de 74.500 empregos diretos com vendas anuais de US$ 23.1 bilhões, oferece cerca de 55 mil itens, desenvolvidos a partir de 45 plataformas tecnológicas e fábricas localizadas em mais de 60 países. Seus produtos são utilizados em mais de 40 segmentos diferentes de mercado e encontrados em 200 países. As vendas internacionais (excluindo os Estados Unidos) alcançaram 2009 mais de US$ 15 bilhões (65% do total da empresa).

Você sabia?
● A maior parte dos funcionários 3M está empregada localmente. Apenas quase 300 funcionários não vivem em seu país de origem.

fonte

http://www.mundodasmarcas.blogspot.com.br/2006/07/3m-innovation.html

A Origem dos Inventos – Cosméticos

A palavra cosmético vem do grego kosmetikós, que significa “o que serve para ornamentar”. Os cosméticos surgiram no Oriente na Antiguidade e se espalharam pelo resto do mundo. Usavam-se óleos, essências de rosa e de jasmim e tinturas para os cabelos. A alta sociedade de Roma tomava banhos com leite de jumenta para embelezar a pele. Na Idade Média, o açafrão servia para colorir os lábios; o negro da fuligem, para escurecer os cílios; a sálvia, para esbranquecer os dentes; a clara de ovo e o vinagre, para aveludar a pele.

Mas os cosméticos enfrentaram vários obstáculos ao longo da história. Uma lei grega do século II proibia que as mulheres escondessem sua verdadeira aparência com maquiagem antes do casamento. A legislação draconiana, adotada pelo Parlamento britânico em 1770, permitia a anulação do casamento se a noiva estivesse de maquiagem, dentadura ou cabelo falso. Nos anos seguintes, no entanto, a maquiagem pesada tomou conta da Inglaterra e da França. Até que a febre passou após a Revolução Francesa. Só se admitia que pessoas mais velhas e artistas de teatro usassem. Em 1880, a maquiagem reconquistou as mulheres e nascia a moderna indústria de cosméticos.

Os pós faciais, que surgiram em 4 000 a.C. na antiga Grécia, eram perigosos porque tinham uma grande quantidade de chumbo em sua composição e chegaram a causar várias mortes prematuras. O rouge era um pouco mais seguro. Embora fosse feito com amoras e algas marinhas, substâncias naturais, sua cor era extraída do cinabre (sulfeto de mercúrio), um mineral vermelho. O mesmo rouge era usado nos lábios, como batom, onde era mais facilmente ingerido e também causava envenenamento.

O costume de pintar as unhas nasceu na China, no século III a.C. As cores do esmalte indicavam a classe social do indivíduo. Os primeiros eram feitos de goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelha. Os reis pintavam as unhas com as cores preta e vermelha, depois substituídas pelo dourado e pelo prateado. No Egito antigo, a tradição se repetiu.
fonte

http://guiadoscuriosos.com.br/categorias/3809/1/beleza.html