História e cultura alimentar: O que é a indicação geográfica?

Já se deparou com um alimento ou produto que é próprio de certa localidade, sendo dificilmente comercializado em outras regiões? Esse produto era famoso na localidade onde você se encontrava? Provavelmente o leitor encontrou um alimento com indicação geográfica, quem sabe até um pouco mais caro do que o mesmo produto em outra região.

Mas o que ele teria para ser mais caro do que outro produto “igual”? Existem pessoas interessadas em comprar um alimento assim? O efeito da indicação geográfica nos alimentos será o nosso tema de leitura hoje! Eu espero conseguir passar as variadas estratégias de valorização de produtos regionais, utilizadas por diferentes culturas e grupos de produtores.

Para entendermos a indicação geográfica, primeiro precisamos contextuar sua relação com o volume de produção. Como bem sabemos, os principais atores da manufatura, distribuição e fonte de abastecimento de produtos alimentícios são as indústrias alimentares.

A indústria ajudou a remodelar as relações de produção por todo o globo, podendo agora o consumidor buscar alimentos uniformizados (com a mesma característica sempre que ele comprar novamente), higienizado (sem risco sanitário aparente), processado e até mesmo pronto para o consumo [1]. Porém, para esta relação com este poderio econômico complexo, o ser humano precisou abdicar de certas relações que ele mantinha anteriormente com o alimento.

Podemos consumir quase todos os alimentos que conhecemos de forma facilitada, porém é difícil saber ao certo a sua rastreabilidade (origem de cada ingrediente e aditivo usado no produto), quais são necessariamente todos os passos da produção, quais os verdadeiros riscos que podem apresentar à saúde e até mesmo se aquele alimento é feito mesmo daquilo que diz ser [1]. Nossa relação coletiva com as redes agroalimentares é caracterizada pela impessoalidade e o desconhecimento do que colocamos à mesa.

Junta-se a este fenômeno os grandes escândalos alimentares dos anos 80/90 (em breve texto sobre isso, caro(a) leitor(a)) e veremos o nascer de uma necessidade mercadológica singular. O nascimento de alimentos com selos locais veio da constatação da perda de sabores e receitas tradicionais, agora elevadas ao status de elite.

Algumas operações de apoio aos alimentos de regiões de fora do grande aparato agroalimentar vieram do patrocínio de governos ou de tendências mais modernas, como o slow food [2]. Com este levante, observa-se a resistência de uma classe inteira de produtores artesanais e tradicionais que observam com criticidade o processo de padronização alimentar. O selo de indicação geográfica nasce justamente da necessidade de mostrar a diferença do produto destas pessoas com os produtos da grande rede de abastecimento.

 

Alguns exemplos de selos praticados no Brasil. Reconhece algum?

 

Da mesma forma que este selo oferece valorização do produto perante o mercado, a indicação geográfica oferece proteção para a identidade e a qualidade de produtos gerados ou alterados em determinadas regiões, ou até mesmo por determinados grupos étnicos. Logo, o selo é uma conquista coletiva, preservada por todas as pessoas que cooperam para a manutenção do seu produto e estilo de vida.

Mas não somente de boa vontade que é feito o selo. O saber tradicional, alinhado com a forma de produção, as potencialidades climáticas e a qualidade do solo interferem como instrumento diferencial para os demais produtos, sendo que a padronização já não é mais uma vantagem neste sistema de produção [3].

Entre as vantagens, o baixo volume de produção (em comparação às redes agroalimentares industriais) ajuda na manutenção das condições de valorização do produto e na preservação de qualidade e sensorialidade única de cada unidade. Pessoas que buscam experiências sensoriais únicas adoram este tipo de diferencial qualitativo, acabando por colecionar alimentos com indicação geográfica e pagando mais caro pelos mesmos [4].

Outra vantagem é a lógica de intercooperação entre os produtores nas regiões produtivas. Por meio dela, não mais a comunidade observa seu vizinho como um concorrente direto na venda do produto, mas como alguém que ajuda na manutenção da comunidade e compartilha das máquinas locais, com quem podemos contar nas dificuldades e nas comemorações das conquistas sociais [5]. Em regiões da Europa observa-se muito este fenômeno, como nas regiões produtivas de vinho na Itália, de presunto de porco especial na Espanha e de champagne na França. Todos eles possuem sua variante de produto registrado como propriedade intelectual de suas comunidades.

Aqui no Brasil, fenômeno parecido é observado com produtos registrados pelo Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI), destacando-se a aguardente tipo cachaça de Paraty (registrado em 2007, Rio de Janeiro), os doces tradicionais de Pelotas (2011, Rio Grande do Sul) e o café do Vale da Mantiqueira (também em 2011, Minas Gerais) [3]. Por meio do INPI, observa-se a auditoria e a conformidade das condições para a delimitação dos indicadores geográficos em produtos de diversas regiões.

 

A indicação geográfica é capaz de fortalecer comunidades inteiras e unir os seus conterrâneos, sendo condições indispensáveis para a formação de novos sistemas de organização dentro da comunidade, como a cooperativa ou a agroindústria. Na foto, avaliação de queijo minas artesanal de comunidades agrícolas [5].

Todavia, com o desenvolvimento de novas práticas e técnicas no cenário do agronegócio, os populares necessitaram de utilizar novas ferramentas para a manutenção da indicação geográfica. Agora, não somente os produtos finais são dignos de indicação, mas também as técnicas que originaram o produto final.

Entre essas técnicas locais, encontramos aquelas de utilização para fins agrícolas, de transporte, comércio e até mesmo marketing [7]. Juntando todas essas variantes locais, cria-se a técnica sociocultural, podendo estar sendo regularizada para ganhar um selo de indicação geográfica!

O interessante deste último processo é que ele será a causa da existência de manifestações gastronômicas inexistentes até então. O alimento gourmet, que também se refere a valorização dos aspectos de inovação da refeição, surgirá exatamente desta mesma ideia (olha o texto aqui).

A indicação geográfica é capaz de mudar lógicas inteiras da economia, sendo uma parte crucial do desenvolvimento da economia criativa e do agroturismo, do qual teremos textos especiais logo mais!

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História e cultura alimentar: O que é a indicação geográfica?

Grupos de Telegram lucram com BBB e viram alvo da Globo por direito autoral

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – Grupos do aplicativo Telegram que ganham popularidade narrando o BBB em tempo real passaram a lucrar e viraram alvo da Globo, que ao menos duas vezes baniu os canais por violação de direito autoral.

Entre os famosos estão o “Espiadinha”, com 290 mil inscritos, e o “Canal BBB 21”, derrubado nesta semana, ressuscitado no mesmo dia e quase com o mesmo número de seguidores de antes, que chegava a 300 mil.

A operação destes canais, cuja entrada é possível a qualquer usuário do Telegram, consiste em publicar trechos de vídeos captados do pay-per-view da emissora acompanhados com transcrições.

Há fotos, diálogos reproduzidos sem erros de ortografia e curadoria com os momentos mais marcantes, na opinião dos administradores dos grupos, que se revezam para acompanhar o programa 24 horas.

Grande parte do resumo do confinamento apresentado nas edições de Tiago Leifert na TV aberta aparece nos canais de Telegram durante o dia.

Embora haja menção eventual a patrocinadores de peso do BBB, como PicPay e Avon, a criação e a administração desses grupos é de jovens estudantes de cerca de 18 anos. Eles garantem que não há nenhum tipo de megapatrocínio, mas que já começaram a receber ofertas de pequenos anunciantes, que enxergam potencial de propaganda nos canais.

Os administradores se revezam em escala para garantir que o público inscrito tenha conteúdo a qualquer momento. À reportagem, afirmam seguir critérios de imparcialidade no relato dos fatos, embora tenham torcidas particulares.

Em menos de um mês de programa, a Globo precisou reportar ao Telegram violação de direito autoral por esses canais ao menos duas vezes. O aplicativo russo imediatamente derrubou vídeos, e os administradores readequaram a alimentação de seus canais

Agora, a publicação de vídeos longos é rara, embora ainda seja possível encontrá-los em alguns canais. Após os banimentos do Telegram, o conteúdo ficou restrito à narração escrita, às fotos, memes e gifs.

A popularidade crescente, que vai ao encontro do aumento de usuários de Telegram no Brasil, atraiu pequenas lojas e influenciadores digitais, pagam cerca de R$ 150, a depender do pacote, para publicar um banner nos grupos.

O Canal BBB, derrubado e já disponível noutro espaço, porém sem a veiculação de vídeos longos, ganha cerca de R$ 1.000 por semana. O dinheiro é dividido entre os administradores, cerca de dez jovens que nunca se viram pessoalmente e só têm em comum o vício pelo reality.

“A gente não tinha noção que poderia ter publicidade até as pessoas aparecerem querendo pagar. É útil aos dois [anunciante e ao canal] devido à nossa influência”, diz Allanis Araújo, 20, estudante de direito de Mato Grosso e uma das administradoras.

O alcance médio de cada publicação —são cerca de cem por dia— é de 120 mil pessoas.

“São marcas pequenas ainda. Esses dias teve um sex shop e até instituição de ensino superior”, conta.

 

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https://www.meon.com.br/noticias/grupos-de-telegram-lucram-com-bbb-e-viram-alvo-da-globo-por-direito-autoral


IBM registra três vezes mais patentes que a Apple em 2020

No ano marcado pela pandemia do novo coronavírus, a inovação não parou. Em 2020, foram registradas nos Estados Unidos 352.013 novas patentes, menos de 1% do número de 354.428 de 2019, segundo levantamento da empresa de monitoramento IFI Claims Patent Services. Reconhecida mundialmente em setores como computação em nuvem, inteligência artificial e computação quântica, a americana IBM registrou mais do que três vezes o número de patentes da Apple em 2020. Foram 9.130 registros.

A empresa responsável pela fabricação de chips do iPhone, chamada Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC), também obteve mais patentes do que a Apple, que ficou em oitava colocação no ano, logo atrás da LG.

A segunda empresa que mais conseguiu novas patentes foi a sul-coreana Samsung, com 6.415, seguida pela japonesa Canon no top 3, com 3.225. A Samsung também aparece na 16º posição com a sua divisão de displays, que fornece as telas do iPhone 12 da Apple.

Amazon, Facebook e Google também estão no top 50 empresas que mais registraram patentes nos EUA em 2020. A lista completa está ao final da matéria.

“No geral, a atividade de patentes dos EUA caiu ligeiramente no ano passado, apesar da pandemia. Esta é uma pequena queda no que tem sido uma trajetória de alta que vimos na última década, e ainda é 13% maior do que o que vimos em 2018 ”, afirmou, em nota, Mike Baycroft, CEO da IFI CLAIMS Patent Services. Segundo ele, será necessário esperar pelo menos mais um ano para determinar se a pandemia teve algum impacto no ritmo de novos registros de patentes.

As 50 empresas que mais registraram patentes nos EUA em 2020

1 IBM – 9130
2 Samsung Electronics – 6415
3 Canon – 3225
4 Microsoft – 2905
5 Intel Corp – 2867
6 Taiwan Semiconductor Manufacturing (TSMC) – 2833
7 LG Electronics – 2831
8 Apple – 2792
9 Huawei Technologies – 2761
10 Qualcomm – 2276
11 Amazon Technologies – 2244
12 Sony – 2239
13 BOE Technology Group – 2144
14 Toyota – 2079
15 Ford – 2025
16 Samsung Display – 1902
17 Google – 1817
18 General Electric – 1760
19 Micron Technology – 1535
20 Hyundai – 1464
21 Boeing – 1435
22 Telefonaktiebolaget LM Ericsson – 1366
23 Seiko Epson – 1334
24 Kia Motors – 1323
25 Panasonic – 1283
26 AT&T – 1238
27 Honda – 1205
28 Mitsubishi – 1204
29 Texas Instruments – 1147
30 EMC – 1094
31 Cisco – 1059
32 Sharp – 1042
33 Denso – 1030
34 LG Display – 989
35 Robert Bosch – 965
36 Toshiba – 957
37 LG Chem – 947
38 Facebook – 938
39 NEC – 937
40 SK Hynix – 930
41 RicohCoLtd – 928
42 Fujitsu – 917
43 Koninklijke Philips – 874
44 Hewlett Packard – 873
45 Dell – 849
46 Fujifilm – 814
47 Hewlett Packard Enterprise – 807
48 GM – 781
49 Halliburton Energy – 771
50 Murata Manufacturing – 764

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Exame

6 campanhas de crowdfunding de sucesso

Começar seu próprio negócio pode ser uma experiência gratificante, que não se limita aos benefícios econômicos. Infelizmente, muitos candidatos a empreendedores não conseguem implementar grandes ideias de negócios porque temem que não obtenham o capital inicial necessário para concretizar uma ideia. É aqui que entra o crowdfunding. Empresas de crowdfunding montam sites onde pessoas podem fazer vaquinhas para financiar projetos independentes, com valores baixos. Afinal, quem melhor para financiar uma empresa do que as pessoas que usarão seus produtos e serviços? Se você tem uma ideia inovadora e deseja financiar um projeto com base nessa ideia, pode publicá-la em um dos diversos sites de financiamento coletivo disponíveis, com uma meta monetária desejada e um prazo para que pessoas apostem em sua ideia. Seu projeto é financiado somente se sua meta monetária for cumprida até o prazo, e as pessoas que financiam seu projeto geralmente recebem uma recompensa em troca. Como é esperado, algumas ideias não recebem os fundos necessários, mas há muitos sucessos. Em alguns casos, ideias com grande apelo recebem substancialmente mais do que o solicitado. A seguir estão alguns dos projetos mais bem-sucedidos de sites de financiamento coletivo.

The Pebble

É simplesmente apropriado começar com o Pebble, que é o projeto mais bem-sucedido até hoje. O Pebble é um relógio inteligente otimizado para sistemas operacionais móveis IOS e Android. Ele permite o controle sem fio do seu telefone via Bluetooth. O Pebble permite que você veja quando você recebe chamadas, mensagens de texto e e-mails. Você pode fazer o download de aplicativos para personalizar ainda mais o seu relógio para atender às suas necessidades específicas. O Pebble arrecadou US$ 10.266.845 dólares de 68.929 pessoas que apostaram no produto e ultrapassou a meta de financiamento em mais de 10.000%.

OUYA

Os videogames sempre foram uma força estável na indústria do entretenimento, mas viram uma recente faísca com o surgimento de telefones inteligentes. Os jogos para smartphones tornaram-se uma boa opção para os jogadores devido ao fato de que eles suportam totalmente o desenvolvimento de código aberto, algo que os consoles de videogame não fazem. É aí que entra o OUYA. O OUYA é um console de jogos que é completamente open source e hackeável. Ele também vem com uma infinidade de outros recursos, incluindo streaming e aplicativos. O OUYA arrecadou mais de US$ 2 milhões no primeiro dia e encerrou seu financiamento com US$ 8.596.475 no total.

Double Fine Adventure

Não é segredo que fazer videogames não é barato, e é por isso que a Double Fine Productions foi recorreu ao financiamento coletivo para obter os fundos necessários para fazer seu jogo principal. Double Fine Adventure leva o jogador de volta aos velhos tempos dos jogos de computador, com um jogo clássico de apontar e clicar, onde a aventura se desenrola em tempo real. Não se sabe muito sobre o jogo, a não ser que a expectativa é que ele custe cerca de US$ 15 e arrecadou US $ 3.336.372 de 87.142 pessoas que apostaram no desenvolvimento do game.

Wasteland 2

Wasteland 2 será uma continuação do RPG Wasteland de 1988. O jogo original incluiu muitos recursos inovadores e recebeu elogios. Wasteland 2 está sendo desenvolvido por algumas das mentes que estavam por trás do jogo original. Os designers primários originais e o produtor executivo retornaram para ajudar a fazer a continuação. O jogo contará com todos os elementos da versão original, acrescentando alguns recursos mais modernos. O projeto ganhou muita força na comunidade de jogos, arrecadando US$ 2.933.252 de 61.290 que fizeram uma aposta na sequência de um clássico dos RPGs.

Shadowrun Returns

Shadowrun Returns é a continuação de Shadowrun. Apesar de não ter uma exibição estelar comercialmente, o jogo Shadowrun original recebeu grandes elogios e é considerado um dos RPGs mais apreciados. A sequência está sendo desenvolvida pela Harebrained Schemes, uma desenvolvedora que recentemente viu sucesso graças a Crimson Steam Pirates. O jogo Crimson Steam Pirates para o iPad já ficou em primeiro lugar entre os downloads. Shadowrun Returns levantou US$ 1.836.447 de 36.276 apoiadores.

Elevation Dock

Você não pensaria que algo como um dock para iPhone atrairia tanta atenção. Existem dezenas, senão centenas, por aí. E parece haver uma coisa que todos eles têm em comum: a maioria dos consumidores não gosta deles. Essa antipatia unilateral é o que criou o mercado para o Dock Elevation. Ele vem com vários aprimoramentos para o conceito de um dock para iPhone, como puxar para desencaixar, suporte móvel para acomodar telefones que usam capas e uma porta USB oculta na parte inferior. O pessoal da Elevation Lab Designs parecia ter encontrado ouro neste mercado. Eles levantaram US$ 1.464.706 de apenas 12.521 apoiadores. O Dock Elevation será vendido por US$ 90 a US$ 120 e está disponível para pré-encomenda agora

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https://blog.betway.com/pt/futebol/vai-come%C3%A7ar-o-torneio-interm%C3%A9dio-no-uruguai/

México proibiu Elon Musk de usar o nome “Teslaquila” em bebida

Tesla Tequila é um dos recentes merchandisings da montadora do bilionário Elon Musk. Originalmente chamada de “Teslaquila”, a bebida teve o antigo nome barrado por órgãos reguladores de marcas no México.

Segundo o Conselho Regulador da Tequila (CRT), a marca poderia causar confusão em relação à origem do produto. Dessa forma, ela não poderia ser registrada como uma propriedade industrial no país.

Em maio de 2018, representantes legais da montadora tentaram registrar a marca no México. Entretanto, em março de 2019, o Instituto Mexicano de Propriedade Industrial impediu o avanço do processo.

De acordo com o documento, o título era uma palavra muito próxima ao nome original da bebida. Mesmo que seja uma variação, ela pertence exclusivamente aos produtores agrícolas.

Em julho do ano passado, a montadora tentou justificar o uso do nome dizendo que “Teslaquila” é uma variante natural da Tesla com o sufixo “-quila”. Porém, em janeiro deste ano, o órgão mexicano manteve a decisão de não registrar a marca.

Então… Tesla Tequila

Após desistir de usar o antigo nome, a equipe de marketing da montadora optou por registrar a marca Tesla Tequila no México e nos EUA. Assim, com a garrafa em forma de raio, a bebida foi lançada no dia 5 de novembro de 2020 por US$ 250.

Surpreendente, o primeiro lote produzido se esgotou no mesmo dia do lançamento. Hoje, é possível encontrar garrafas vazias a venda no eBay por mais de US$ 700.

Apesar da confusão em relação ao registro de marcas, o CRT declarou ao portal norte-americano The Verge que está contente em ter Elon Musk como um representante da indústria de Tequila.

“Sem dúvida é um benefício para todos os produtores da bebida, porque ele está emprestando sua imagem de importante empreendedor e mostrando que quer cumprir as regras do setor”, comentou um representante do órgão

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https://www.tecmundo.com.br/mercado/207571-mexico-proibiu-elon-musk-usar-nome-teslaquila-bebida.htm

INPI concede primeira denominação de origem para povo indígena

O INPI reconheceu a Terra Indígena Andirá-Marau como indicação geográfica (IG) para waraná (guaraná nativo) e pão de waraná (bastão de guaraná). É a primeira IG da espécie denominação de origem (DO) no Brasil a ser utilizada por um povo indígena. A concessão foi publicada na RPI 2598, de 20 de outubro de 2020.

Localizada nas divisas dos estados do Amazonas e do Pará, essa indicação geográfica compreende a demarcação da Terra Indígena Andirá-Marau, acrescida da área adjacente Vintequilos. Na região delimitada, ficou comprovado que o bioma local e o saber fazer do povo indígena Sateré-Mawé atuam de modo preponderante na obtenção de um produto diferenciado. O waraná, como é chamado pelos Sateré-Mawé, pode ser traduzido como guaraná nativo (wará é conhecimento, enquanto que -na significa princípio; logo, é o princípio de todo conhecimento da etnia Sateré-Mawé).

Segundo informações contidas no processo protocolado pelo Consórcio de Produtores Sateré-Mawé, a proteção do meio ambiente é fundamental para garantir a simbiose entre o indivíduo Sateré-Mawé e a espécie vegetal domesticada na área da indicação geográfica. Isso porque as práticas dos Sateré-Mawé garantem a conservação e a adaptação genética do guaraná em seu ambiente natural, com a Terra Indígena Andirá-Marau se constituindo no único banco genético in situ do guaraná existente no mundo.

Para manter essa condição, não é permitida nenhuma forma de reprodução dos guaranazais por meio de clonagem na região delimitada. Como fatores naturais presentes nessa denominação de origem, destacam-se os solos antrópicos (modificados pelo homem), a alta umidade ambiental e as abelhas canudo como agentes polinizadores. Já os fatores humanos compreendem o cultivo totalmente artesanal do guaraná nativo pelos produtores Sateré-Mawé, que ainda desidratam e defumam os grãos de guaraná para obter o bastão de guaraná com cor, aroma, sabor e consistência bem característicos. A representação da indicação geográfica possui a figura do morcego, que corresponde ao Rio Andirá, e a figura da rã, que representa o Rio Marau.

O que é a indicação geográfica? 

A IG é um sinal constituído por nome geográfico (ou seu gentílico) que indica a origem geográfica de um produto ou serviço. Apenas os produtores e prestadores de serviços estabelecidos no respectivo território (geralmente organizados em entidades representativas) podem usar a IG.

A espécie de IG chamada “indicação de procedência” se refere ao nome de um país, cidade ou região conhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou de prestação de determinado serviço.

Já a espécie “denominação de origem” reconhece o nome de um país, cidade ou região cujo produto ou serviço tem certas características específicas graças a seu meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos.

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https://www.gov.br/inpi/pt-br/central-de-conteudo/noticias/inpi-concede-primeira-do-para-povo-indigena

No Paraná, 15 novos produtos são identificados com potencial de Indicações Geográficas

O Sebrae irá realizar até o fim do ano, um levantamento de 110 regiões em todo o país, com potencial para conquistarem o reconhecimento oficial como Indicações Geográficas (IG). Até agora, foram realizados os diagnósticos em 79 regiões, a maioria delas voltadas para o agronegócio. O Paraná está entre os destaques nacionais. Apenas no estado, desde o início do ano, já foram identificados 15 novos produtos com possibilidade de registro em diferentes regiões em um trabalho realizado pelo Sebrae/PR, em parceria com o Sebrae Nacional. Outros cinco foram identificados com potencial para se tornarem marcas coletivas e outros produtos ainda estão na fase inicial de trabalho. Recentemente, também foi protocolado o pedido de IG para o Morango do Norte Pioneiro.

Atualmente, o Brasil possui 70 IG registradas, localizadas principalmente no Sul e Sudeste, onde estão cerca de 60%. Devido à diversidade cultural e ambiental do nosso país, há potencial para que mais regiões brasileiras busquem esse reconhecimento.

O Paraná é o terceiro estado com mais Indicações Geográficas, com oito no total. Outros cinco pedidos já foram protocolados no INPI e aguardam aprovação. Os paranaenses com o registro de IG: a erva-mate de São Mateus do Sul, o café do Norte Pioneiro, a goiaba de Carlópolis, o mel do oeste do Paraná, o queijo de Witmarsun, o melado de Capanema, a uva de Marialva e o mel de Ortigueira. Outras cinco já foram protocoladas no INPI: a cachaça de Morretes, as balas de banana de Antonina, o barreado e a farinha de mandioca do Litoral e, recentemente, o Morango do Norte Pioneiro.

A coordenadora estadual de agronegócios do Sebrae/PR, Maria Isabel Guimarães, explica que o Paraná tem se tornado uma referência no trabalho com as Indicações Geográficas, especialmente desde o início dos trabalhos do Fórum Origens Paraná, encabeçado pelo Sebrae/PR em parceria com outras entidades e instituições. O grupo se destina a debater o assunto, auxiliar e oferecer elementos para os produtores que ainda buscam os registros e potencializar as possibilidades de negócios, inclusive para aqueles que já possuem IG.

“O Paraná tem uma diversidade enorme de produtos com características únicas em suas regiões. Estamos realizando um trabalho de triagem, diagnóstico e potencialização de novos produtos potenciais, a partir da demanda dos pequenos negócios”, explica.

A consultora detalha que esse é um trabalho contínuo e que novos produtores também podem entrar em contato com o Sebrae/PR para verificar se possuem potencial para conquistar o selo de Indicação Geográfica. Para mais informações, basta acessar o site do Origens Paraná.

Estão entre os produtos com potencial de se tornarem IGs: Queijo Purungo de Palmeira, Metais Sanitários de Loanda, Ginseng de Querência do Norte, Tortas de Carambeí, Carneiros da Cantuquiriguaçu, Queijos de Guaraniaçu, Queijo Colonial do Sudoeste do Paraná, Cracóvia de Prudentópolis, Ponkan do Vale do Ribeira, Tilápias do Iguaçu, Vinhos de Bituruna, Uvas de Rosário do Ivaí, Ostras do Litoral, Queijo de Santo Giorno e Tomates de Cantuquiriguaçu.

Em Querência do Norte, no noroeste do Paraná, o ginseng brasileiro é um dos produtos que também apresentou potencial para obter o registro de Indicação Geográfica, através da modalidade de Denominação de Origem (DO). O ginseng brasileiro é uma planta que possui propriedades medicinais contribuindo para a prevenção de doenças como a diabetes, câncer e tumores. Em seu diagnóstico, o Sebrae avalia que a região possui as características geomorfológicas que propiciariam uma planta com formato e coloração específicas. A planta é cultivada às margens do Rio Paraná, possui uma coloração amarelada e é composto apenas raízes, onde estão as principais propriedades. Atualmente, o ginseng brasileiro é exportado mas ainda encontra pouco espaço no mercado nacional.

O sócio-diretor da Associação de Pequenos Produtores de Ginseng de Querência do Norte, Misael Jefferson Nobre, espera reverter esse cenário e ampliar seu mercado consumidor com a obtenção do registro. “Com a IG esperamos aumentar a visibilidade e apresentar os diferenciais do nosso produto também aqui no Brasil. Nós já realizamos exportações e acredito que temos potencial para expandir as vendas também por aqui, além de valorizar a nossa região e as condições que tornam o ginseng produzido em Querência do Norte único”, afirma.

Outro produto paranaense também identificado para o registro de Indicação Geográfica, mas na modalidade Indicação de Procedência, é o queijo purungo de Palmeira, região central do estado. Jiceli Vantroba Comin, é produtora do queijo há 13 anos, e afirma que o queijo é produzido de maneira totalmente familiar e artesanal e possui como um de seus diferenciais a qualidade do leite utilizado como matéria prima e que é produzido no mesmo imóvel onde está localizada a queijaria.

O produto é vendido apenas no município de Palmeira, mas Jiceli acredita que a longo prazo, com o reconhecimento obtido, será possível ampliar as vendas. “Para a gente é muito interessante ter o registro porque nos ajuda a ampliar o reconhecimento do nosso produto e expandir nossos negócios. Sabemos que isso também valoriza os produtos da região e também valoriza o próprio município, com incremento do turismo”, afirma.

A IG constitui em um ativo de propriedade industrial estratégico na proteção e na promoção de áreas geográficas vinculadas a produtos e serviços específicos. Ao serem reconhecidas, os produtores vinculados a essas IG podem perceber a agregação de valor aos seus produtos e serviços, maior acesso a mercados diferenciados, aumento do fluxo de turistas, dentre outros benefícios.

A maior parte das Indicações Geográficas é formada pelos pequenos negócios, segundo levantamento do Sebrae. O reconhecimento de uma IG, no Brasil, é obtido por meio de registro no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). Hoje o país possui Indicações Geográficas em vários setores, como vinhos, artesanatos, cafés, queijos, frutas, entre outros.

Indicações Geográficas
Uma IG é considerada um bem coletivo conferido a produtos ou serviços que são característicos do seu local de origem, com valor intrínseco e identidade própria. O registro distingue os produtos dos similares disponíveis no mercado por sua qualidade, especialidade e tipicidade. O INPI é a instituição que concede o registro e emite o certificado.

As Indicações Geográficas podem ser na modalidade Indicação de Procedência (IP) ou Denominação de Origem (DO). São registros diferentes, não possuem uma hierarquia ou ordem de solicitação e, normalmente, são representados nos produtos por um selo. O registro de Indicação de Procedência garante a tradição histórica da produção em certa região geográfica. Já a Denominação de Origem indica propriedades de qualidade e sabor que são ligadas ao ambiente, meio geográfico, incluindo fatores naturais e humanos, onde é produzido e aos processos e tecnologias utilizados.

fonte

https://www.bemparana.com.br/noticia/governador-decreta-uso-obrigatorio-de-sistema-de-gerenciamento-de-materiais

Cessão de Direitos Autorais: Justiça nega a Roberto Carlos e Erasmo posse de 72 músicas

Roberto Carlos e Erasmo tiveram o pedido negado pela Justiça de São Paulo para uma ação em que tentavam recuperar posse de 72 músicas, incluindo clássicos, de acordo com informações da UOL. A decisão cabe recurso.

Parceiros há cinco décadas, os artistas entraram com uma ação na Justiça em outubro de 2019 para rescindir os contratos de edição de 73 músicas, compostas entre 1964 e 1987, com a Editora Fermata.

Entre as mais conhecidas estão “Namoradinha de um Amigo Meu” e “Se Você Pensa”. Segundo a dupla, eles não haviam cedido o direito autoral das faixas, mas sim o direito de exploração e gestão comercial.

O juiz Rodrigo Ramos, da 2ª Vara Cível, decidiu que os termos dos contratos estavam evidentes sobre os termos, isto é, de acordo com o profissional, ocorreu o cedimento para a editora.

Outra questão é que a distribuição por plataformas digitais, em especial via streaming, não está incluída nos documentos. “Os contratos com a Fermata não contemplaram a relação jurídica no mercado musical do século XXI”, afirmam os artistas, em nota divulgada pela revista Veja São Paulo, em outubro de 2019, quando iniciou a ação judicial.

Já a Fermata argumenta que a dupla transferiu à ela todos os direitos autorais das letras. Ou seja, segundo a editora as músicas lhe pertencem, independentemente do formato, até que caiam em domínio público, que compreende o período de 70 anos após a morte dos autores.

Foto: Direito Autoral, Moral, Patrimonial e a diferença entre Cessão e Licenciamento. Créditos: Mundo da Música

 

Em sua defesa, a empresa afirma ainda que repassa aos autores 66,6% de toda a renda obtida com a exploração das canções e se queixa das dificuldades impostas por eles para a liberação das obras. A Editora afirma, por exemplo, que Roberto e Erasmo negaram o uso de “É Preciso Saber Viver” a uma campanha publicitária, por R$ 800 mil.

A música “Preciso Urgentemente Encontrar um Amigo” foi a única que Roberto e Erasmo Carlos conseguiram recuperar a posse. Para a Justiça, o contrato específico dessa canção era diferente dos outros. Com isso, os termos indicavam como não houve a transferência de direitos, apenas a permissão para a exploração comercial.

UOL selecionou todas as músicas que pertencem a Fermatamais aos cantores e compositores

“A Bronca da Galinha”
“A Tristeza do Pinduca”
“A Volta”
“Allting Forandras Utom Varens ( versão)”
“Alô Benzinho”
“Canção de Enganar o Coração”
“Champagne (Namoradinha de um Amigo Meu)”
“Coqueiro Verde”
“Deixe-me Outro Dia, Menos Hoje”
“Dejame Otro Dia”
“Desamarre meu Coração”
“Dizem que Um Homem não pode Chorar (versão)”
“Du Bist Die Sonne in Meinem Augen”
“É Difícil Amar na Minha Idade”
“É Duro ser Estátua”
“E Por Isso Estou Aqui”
“É Preciso Saber Viver”
“Edifício Carinho El Regreso (versão)”
“Ela É Boa”
“Emoção”
“Enamorado de La Novia de Un Amigo Mio (versão)”
“Es Preciso Saber Vivir (versão)”
“Estoy Enamorado de Ti (versão)”
“Estou Apaixonado por Você”
“Gotta Love Feeling (versão)”
“I’ll Just Sit Here (versão)”
“Io Mi Sento Abbandonato (versão) 1966”
“Johnny Furacão”
“Láppuntamento”
“La Donna de Uno Amico Mio”
“La Enamorada de Un Amigo Mio (versão)”
“Largo Tudo e Venho te Buscar”
“Le Rendez-Vous (versão)”
“Lo Importante Es Saber Vivir”
“Lucinha”
“Meu Primeiro Amor”
“Milhões de Vezes My Existence (versão)”
“Namoradinha de um Amigo Meu”
“Não Adianta mais Ficar me Esperando”
“Não Adianta Nada”
“Não é Papo para Mim”
“Não Quero mais Saber de Mim”
“Necesito Llamar su Atención (versão)”
“O Dono da Bola”
“Muro de Berlim”
“Papai Noel Apanhou um Resfriado”
“Peço a Palavra”
“Preciso Chamar sua Atenção”
“Preciso Encontrar um Amigo”
“Promessa”
“Promessa (versão)”
“Que Bobo Fui”
“Se Você Pensa”
“Sentado à Beira do Caminho”
“Sentado a la Vera del Camino (versão)”
“Sentado a la Vera del Camino (outra versão)”
“Se Tu Piensas”
“Sitting in This Ugly Road (versão)”
“Sou Feliz com Mamãe”
“Telefonema”
“Tenho Raiva do Mundo”
“Todo Mundo está Falando (versão)”
“Tomodachi no Koibito (versão)”
“Você Sabe que Eu Não Volto Outra Vez”
“Você Tem que Mudar meu Bem”
“Você Vai Perder seu Bem”
“Vou Deixar”
“Vou Fechar a Porta”
“Vou Ficar Nu para Chamar sua Atenção”
“Vou Recomeçar”

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https://www.mundodamusicamm.com.br/index.php/comunicacao/item/937-cessao-de-direitos-autorais-editora-justica-nega-posse-musicas-roberto-carlos-erasmo.html

Apicultor que vendia mel ‘Gibson’ fala em alívio por ter desistido da marca

A mudança do nome da empresa de “Mel – Gibson” para “Apiário Gibson” salvou o empresário André Beck Bondioli, de 35 anos, de uma amarga ação judicial.

Ao contrário dele, uma pequena vendedora chilena que usou a imagem do ator do filme Coração Valente recebeu uma carta dos advogados de Mel Gibson, que contestaram o uso do nome e da imagem do artista, assim como possíveis medidas legais caso não retirasse o produto de circulação.

“É um alívio e dei graças a Deus que o meu mel não ficou famoso. Na verdade, quando eu era mais moleque me falaram: ‘E se o Mel Gibson vir?’. Primeiro, não achei que ele fosse encanar com isso”, conta.

Pouco antes de finalizar a produção em um sítio da família em Tapiraí, no interior de São Paulo, André optou por mudar o nome da empresa e nunca chegou a usar uma foto do ator de Hollywood.

“O nome foi minha mãe que teve a sacada entre amigos. Vários amigos me mandaram fotos sobre a empresa chilena, mas meu rótulo não tinha o rosto dele e depois mudei o nome para Apiário Gibson, para não falar que era ‘Mel Gibson’, mas também ‘Própolis – Gibson’, ‘Cera – Gibson’”, por exemplo, disse ao G1.

O empresário lembra que entrou no ramo por acaso no começo dos anos 2000, ainda na adolescência. Na época, um amigo do pai de André devia um valor e decidiu quitar a dívida pagando em caixas de abelhas.

“Meu pai aceitou e a gente começou o negócio. Eu tinha uns 15 anos e queria ganhar um dinheiro. Eu só estudava e no fim de semana ia lá trabalhar. Toquei o mel.”

A produção durou até 2016, quando faltava tempo para o apicultor por hobby. Enquanto manteve a apiário funcionando, o empresário viajava da capital até a cidade, que fica cerca de 160 quilômetros de distância.

“Chegava à noite e na loucura, porque não dava conta no fim de semana. A gente tentou manter o apiário com menos caixas e produção baixa, mas ficava difícil. Eu ficava cansado porque demanda muito o físico”, explica.

Celular dobrável da Xiaomi com tela tripla aparece em patente

A Xiaomi pode lançar um celular dobrável com tela dividida em três partes. De acordo com patentes encontrados pelo site Let’s Go Digital, a fabricante chinesa registrou um celular com display flexível que dobra em forma de “Z”, diferente de produtos lançados por fabricantes como Samsung e Motorola.

As imagens mostram que o produto conta com um display que dobra duas vezes, nas laterais. As camas de tela permitem utilizar o aparelho como um tablet, ou então reduzir o tamanho do aparelho para facilitar o transporte.

O celular dobrável da Xiaomi pode ter tela enorme, mas não ser finoO celular dobrável da Xiaomi pode ter tela enorme, mas não ser finoFonte:  Let’s Go Digital 

Enquanto o design garante bastante espaço de tela, existe um ponto negativo. Como mostram as imagens conceituais, o smartphone dobrável não é fino quando está dobrado.

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https://www.tecmundo.com.br/dispositivos-moveis/198397-celular-dobravel-xiaomi-tela-tripla-aparece-patente.htm